2019

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                    PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE LETRAS ESPANHOL
LICENCIATURA

Maceió - AL
Março de 2019

Reitora
Profa. Dra. Maria Valéria Costa Correia
Vice-Reitor
Prof. Dr. José Vieira da Cruz
Pró-Reitoria de Graduação
Profa. Dra. Sandra Regina Paz da Silva
Coordenadoria de Cursos de Graduação - CCG
Profa. Dra. Giana Raquel Rosa – Coordenadora
Responsável pela Revisão do Projeto Político Pedagógico
Técnico em Assuntos Educacionais Alba Maria Aguiar Marinho Melo, Luciano Luiz
Araujo e Márcia Valéria Oliveira Gonçalves
Diretora da Faculdade de Letras
Profa. Dra. Rita De Cássia Souto Maior
Vice-Diretor da Faculdade de Letras
Prof. Dr. Niraldo de Farias

SUMÁRIO

1

2

3

4

5

6
7

APRESENTAÇÃO .............................................................................................. 5
1.1 Contextualização ........................................................................................... 5
1.2 Contexto regional e local ............................................................................... 6
1.3 Histórico da Faculdade de Letras ................................................................. 6
CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO .............................................................. 9
2.1 O ensino da Língua Espanhola no Brasil ....................................................... 9
2.2 O ensino da Língua Espanhola em Alagoas ................................................ 11
2.3 Dados de identificação do curso .................................................................. 12
2.4 Objetivos ...................................................................................................... 13
2.5 Perfil e competência profissional do egresso .............................................. 13
ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA ................................................................. 18
3.1 Colegiado do Curso Letras Espanhol Licenciatura ..................................... 18
3.2 Coordenador do Curso ................................................................................. 18
3.3 Núcleo Docente Estruturante (NDE) ........................................................... 19
3.4 Quadro docente e técnico ............................................................................ 19
3.4.1 Docentes ....................................................................................... 19
3.4.2 Técnicos ........................................................................................ 19
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ................................................................... 21
4.1 Proposta e matriz curricular ......................................................................... 21
4.1.1 Transversalidade ........................................................................... 21
4.1.2 Educação em Direitos Humanos ................................................... 21
4.1.3 Educação para as Relações Étnico Raciais ................................... 22
4.1.4 Educação Ambiental ..................................................................... 23
4.1.5 Proposta curricular ........................................................................ 23
4.1.5.1 Núcleo de Formação Geral ............................................ 23
4.1.5.2 Núcleo de Aprofundamento e Diversificação ................39
4.1.5.3 Núcleo de Estudos Integradores ..................................... 40
4.1.5.4 Práticas como Componente Curricular .......................... 40
4.1.5.5 Estágio Supervisionado ................................................. 40
4.1.6 Matriz curricular ........................................................................... 44
4.1.6.1 Ementas das Disciplinas do Curso ................................. 48
4.1.6.2 Atividades Acadêmicas Científico Culturais ................. 66
4.1.6.3 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ........................ 69
4.1.6.4 Interdisciplinaridade e Flexibilização Curricular ........... 70
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ......................... 72
5.1 Inovação e Qualificação .............................................................................. 72
5.2 Internacionalização ...................................................................................... 73
5.3 A Responsabilidade Social .......................................................................... 73
5.4 Acessibilidade .............................................................................................. 74
5.5 Inclusão e Política de Cotas ......................................................................... 77
5.6 Fundamentos de Língua brasileira de sinais - LIBRAS .............................. 77
5.7 Apoio Discente ............................................................................................ 78
5.8 Integração entre ensino, pesquisa e extensão .............................................. 79
5.8.1 Política de Extensão ...................................................................... 79
5.8.2 Política de Pesquisa ...................................................................... 91
AVALIAÇÃO ................................................................................................... 95
ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO NO ENSINO-APRENDIZAGEM ..96

8
9
10

OUTRAS AVALIAÇÕES ............................................................................... 99
REFERÊNCIAS ............................................................................................... 102
ANEXOS ......................................................................................................... 104

Tabelas:
Tabela 1: Docentes do Curso de Letras Espanhol ......................................................... 19
Tabela 2: Técnicos da Faculdade de Letras ................................................................... 19
Tabela 3: Núcleo Básico ................................................................................................ 24
Tabela 4: Núcleo de Formação de conhecimento sobre a Língua Espanhola e suas
Literaturas ...................................................................................................... 25
Tabela 5: Disciplina Eletiva .......................................................................................... 26
Tabela 6: ACE 01 .......................................................................................................... 28
Tabela 7: ACE 02 .......................................................................................................... 31
Tabela 8: ACE 03 .......................................................................................................... 33
Tabela 9: ACE 04 .......................................................................................................... 34
Tabela 10: ACE 05 ........................................................................................................ 36
Tabela 11: Atividades Curriculares de Extensão ........................................................... 38
Tabela 12: Trabalho de Conclusão de Curso ................................................................. 38
Tabela 13: Núcleo de aprofundamento e Diversificação ............................................... 39
Tabela 14: Práticas como Componente Curricular ........................................................ 40
Tabela 15: Estágio Supervisionado de Língua Espanhola ............................................. 41
Tabela 16: Matriz Curricular Letras Espanhol vespertino.............................................. 45
Tabela 17: Matriz Curricular Letras Espanhol noturno ................................................. 46
Tabela 18: Distribuição de carga horária por componente curricular ........................... 48
Tabela 19: Programa Fale em linguagens: integrando pesquisa e extensão .................. 82
Tabela 20: Programa Casas de Cultura .......................................................................... 84
Tabela 21: Projeto CCC – Língua Espanhola ................................................................ 86
Tabela 22: Projeto CCLA .............................................................................................. 88
Tabela 23: Programa PLEI ............................................................................................ 91
Tabela 24: Programas de Extensão ................................................................................ 94

5
1

APRESENTAÇÃO
Este documento tem por objetivo apresentar o Projeto Político-Pedagógico do

Curso de Letras Espanhol na modalidade presencial, o qual foi desenvolvido em
consonância com as especificações legais relativas à oferta de Curso de Letras.

1.1 Contextualização
A Universidade Federal de Alagoas - UFAL é Pessoa Jurídica de Direito
Público – Federal, com CNPJ: 24.464.109/0001-48, com sede à Avenida Lourival de
Melo Mota, S/N, Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de
Alagoas, CEP 57.072-970, além de uma Unidade Educacional (UE) em Rio Largo,
município da região metropolitana da Capital.
Foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro de 1961, a partir do
agrupamento das então Faculdades de Direito (1933), Medicina (1951), Filosofia
(1952), Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957), como instituição
federal de educação superior, de caráter pluridisciplinar de ensino, pesquisa e
extensão, vinculada ao Ministério da Educação, mantida pela União, com autonomia
assegurada pela Constituição Brasileira, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional – Lei 9394/96 e por seus Estatuto e Regimento Geral.
Possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A. Simões, em
Maceió, onde são ofertados 54 cursos de graduação. O processo de interiorização,
iniciado em 2006, expandiu sua atuação para o Agreste, com o Campus de Arapiraca
e com Unidades Educacionais em Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa e a oferta de
23 cursos. Em 2010, chegou ao Sertão, instalando-se em Delmiro Gouveia e uma
Unidade Educacional em Santana do Ipanema e a oferta de 08 cursos, todos
presenciais.
Além dos cursos presenciais, há 11 ofertados na modalidade de Educação à
Distância, através do sistema Universidade Aberta do Brasil - UAB. A pós-graduação
contribui com 31 programas de Mestrado e 09 de Doutorado, além dos cursos de
especialização nas mais diferentes áreas do conhecimento.
A pesquisa vem crescendo anualmente com a participação de linhas e grupos
de pesquisa nas mais diferentes áreas do conhecimento. A extensão contribui com
diversos programas e, também, é uma atividade em constante expansão.
O ingresso dos estudantes na UFAL se efetiva por meio de processo seletivo

6
através do ENEM e da plataforma SISu/MEC (Sistema de Seleção Unificada).
1.2 Contexto regional e local
Com uma extensão territorial de 27.767.661 km2, o Estado de Alagoas é
composto por 102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste e Sertão
alagoano) e 13 microrregiões. De acordo com o Censo de 2015 do IBGE, apresentava
população residente 3.340.932 habitantes, sendo 58,3% em meio urbano e 41,7% em
meio rural.
A inserção espacial da UFAL leva em consideração as demandas apresentadas
pela formação de profissionais em nível superior e a divisão do Estado em suas meso e
microrregiões. Essa configuração espacial é contemplada com uma oferta acadêmica
que respeita as características econômicas e sociais de cada localidade, estando as suas
unidades instaladas em cidades polo consideradas fomentadoras do desenvolvimento
local.
Com a interiorização a UFAL realiza cobertura universitária significativa em
relação à demanda representada pelos egressos do Ensino Médio em Alagoas, à exceção
do seu litoral norte, cujo projeto de instalação do campus no município de Porto Calvo
se encontra em tramitação na SESu//MEC.
O PIB per capita estadual era de R$ 12.335,00 em 2014, sendo o setor de
serviços o mais importante na composição do valor agregado da economia, com
participação de 66,35 %. Os restantes 33,65% estão distribuídos em atividades agrárias
– tradicionalmente policultura no Agreste, pecuária no Sertão e cana-de-açúcar na Zona
da Mata, além do turismo, aproveitando o grande potencial da natureza do litoral.

1.3 Histórico da Faculdade de Letras

A história do Curso de Letras em Alagoas tem início no dia 16 de junho de 1950,
com a fundação da Faculdade de Filosofia de Alagoas (FFA), que surgiu devido à carência
de professores/as habilitados/as para exercerem a função no ensino médio. O Padre
Teófanes Augusto de Araújo Barros (Diretor), o professor Theobaldo Augusto de Barros
(Vice-Diretor) e os professores José Sílvio Barreto de Macedo, Hélio Lessa Souza, Gilberto
de Macedo, Teotônio Vilela Brandão, Luiz de Medeiros Netto, Aurélio Viana Cunha Lima,
Maria Hermínia Oiticica, Paulo Senouillet, Eduardo da Mota Trigueiros, Antônio Assunção
Araújo, João Leite Neto, entre outros, foram os fundadores da FFA, que contava com os

7
cursos de Filosofia, História e Geografia, Letras Clássicas, Letras Neolatinas e Letras
Anglo-Germânicas.

O primeiro vestibular da FFA foi realizado em fevereiro de 1952, e a sessão da
aula inaugural, ministrada pelo professor Cônego Hélio Lessa Souza, foi presidida pelo
então diretor, professor Jayme de Altavilla, em 20 de março do mesmo ano. A primeira
turma a ser graduada foi na modalidade Bacharelado, no ano de 1954. Após a formatura
de cinco turmas, consolidou-se a Licenciatura. Com a criação da Universidade Federal
de Alagoas pelo então presidente Juscelino Kubitschek, em 25 de Janeiro de 1961, as
faculdades que funcionavam em Alagoas passaram a integrar o Campus A. C. Simões.
Na década de 70 foram criados o Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CHLA)
e o Departamento de Letras e Artes (LAR). A transferência do curso de Letras e do
CHLA para a Universidade Federal de Alagoas ocorreu em 1977, para o antigo prédio
da Faculdade de Economia. No ano de 1980 o Departamento de Letras e Artes é
dividido, passando a se chamar LCV (Línguas Clássicas e Vernáculas) e LEM (Línguas
Estrangeiras Modernas), formando docentes em habilitação dupla.
O final da década de 80 assinava alguns marcos importantes, sendo os dois
primeiros por iniciativa da profa. Maria Denilda Moura: a criação do PET- Programa de
Educação Tutorial; e a implantação do Curso de Mestrado em Letras, o primeiro
Mestrado da Ufal, durante a gestão do Excelentíssimo Reitor Prof. Fernando Gama. Ao
Mestrado seguiu a implantação do Doutorado em Letras. Desde a década de 80, o
Programa de Pós-graduação em Letras e Linguística (PPGLL) vem se consolidando.
Tendo passado por várias modificações estruturais em quase três décadas de existência,
o programa conta atualmente com duas áreas de investigação, Estudos Linguísticos e
Estudos Literários, subdivididas nas linhas: Literatura e História; Literatura, Cultura e
Sociedade; Discurso: Sujeito, História e Ideologia; Estudos Textuais: Oralidade, Leitura
e Escritura; Linguística Aplicada; Teoria e Análise Linguística.
Também no final dos anos 1980 foram iniciadas as principais atividades de
extensão vinculadas ao Curso de Letras. Com o apoio do então Magnífico Reitor Prof.
João Azevedo, a professora Hilda Laffitte, havia implantado na Ufal um projeto
nacional de curso de inglês instrumental para as universidades brasileiras (ativo entre
1977 e 1981); e, em 1989, a Casa de Cultura Britânica, Casa de Cultura de Expressão
Francesa, Casa de Cultura de Expressão Alemã, Casa de Cultura Latino-Americana e
Casa de Cultura Luso-Brasileira foram oficializadas pelo então Pró-Reitor de Extensão
Prof. Salomão Barros Lima, com o objetivo de promover cultura e prestação de serviços

8
à comunidade através da oferta de cursos de línguas estrangeiras. Atualmente conhecido
como o Projeto Casas de Cultura, ele consiste na maior ação de extensão na área de
Letras.
A partir de 1995, vários eventos importantes em associação ao Curso de Letras
são realizados: de 1995 a 1997, a Fale sediou a Associação Brasileira de Linguística; em
1998, foi criado o curso de Letras - Noturno; no período de 2002 a 2004, a Associação
Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Linguística (Anpoll) foi sediada na
Fale; e em 2012-2014 foi a vez da Abrapui (Associação Brasileira de Professores
Universitários de Inglês) ser acolhida pela faculdade. Atualmente sediamos a Abralin
(Associação Brasileira de Linguística) neste biênio 2018-2020. E em 2005, com a
implantação das unidades acadêmicas na Ufal, é criada a atual Faculdade de Letras
(Fale), sob a Direção das professoras Ildney Cavalcanti e Izabel Brandão, sendo esta
última substituída em dezembro de 2007 pela profa. Maria Stela Lameiras. Data desta
gestão a elaboração do projeto de construção dos atuais prédios da Faculdade e do Cepel
(PPGLL), um notável avanço em se tratando da infraestrutura de funcionamento,
possibilitado por políticas governamentais de incentive às Ifes.
Dando continuidade ao histórico das direções da Faculdade, houve em seguida a
gestão da professora Eliane Barbosa entre 2011-2014 e 2014-2018, com três colegas
ocupando, em sequência, a função de vice-direção: profa. Lúcia de Fátima Santos, prof.
Helson Sobrinho e prof. Jair Barbosa. Para o quadriênio 2018-2022, assumiram a profa.
Rita de Cássia Souto Maior Siqueira Lima e o prof. José Niraldo de Farias.

9
2

CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO

2.1 O ensino da Língua Espanhola no Brasil

O interesse pela aprendizagem da língua espanhola no Brasil foi motivado,
principalmente, por fatores relacionados ao processo de globalização e integração
latino-americana. Devido a isso, muitas instituições públicas e privadas passaram a
inserir a disciplina em seus currículos, não só para atender às novas demandas de
formação requeridas pela sociedade, mas também para preparar os alunos para os
exames de seleção para a entrada em universidades públicas e privadas do país, já que o
espanhol passou a ser também uma das opções de línguas estrangeiras do vestibular.
Nos estados do sul e sudeste, o ensino de espanhol ganhou grande espaço no Ensino
Fundamental. Já nas regiões do norte e nordeste, a implantação do idioma nas escolas
foi menor, devido à carência de professores da área1. Tais fatores justificam a
importância dos cursos de Letras voltados para a formação de professores em Língua
Espanhola.
A sanção da lei 11.161/05 determina a obrigatoriedade do ensino da língua
espanhola no Ensino Médio, tanto para as instituições públicas quanto para as privadas.
Assim, “o Estado brasileiro determina que, no ensino médio, os estudantes poderão
estudar espanhol, se assim decidirem, uma vez que a oferta passa a ser obrigatória”
(PONTE, 2016, p.17). No intuito de fazer a lei tornar-se uma realidade na educação
brasileira, o idioma foi incluído nas Orientações Curriculares para o Ensino Médio
(OCM) em 2006 e no Programa Nacional do Livro didático (PNLD), em 2011. Segundo
Ponte (2016, p. 17),

Em ambos os casos, a presença do espanhol responde
ao caráter formador do currículo do ensino médio. Um
caráter que não se dirige única e exclusivamente à
formação do profissional – apesar dela também ser
contemplada –, mas também, e fundamentalmente, à
formação do indivíduo, do cidadão.

Tanto o OCM quanto o PNLD vão de encontro com a ideia de formação em
língua espanhola voltada para os interesses imediatistas do mercado capitalista. De
1

CONSEJERÍA DE EDUCACIÓN Y CIENCIA/ EMBAJADA DE ESPAÑA EN BRASIL. Datos y cifras: informe sobre

la enseñanza del español en Brasil. Brasília, 1998.

10
acordo com esses documentos, o ensino do idioma deve contribuir para a formação
integral do cidadão, atravessada por uma identidade latino-americana.
Em relação à formação de professores de espanhol no Brasil, há um grande
déficit de docentes graduados capazes de suprirem às demandas das redes públicas e
privadas de ensino. Segundo Martínez-Cachero (2008), a implantação da lei do
espanhol exige a formação de 7.462 novos professores, tanto nas escolas públicas como
nas privadas, para atender ao Ensino Médio. Além do mais, é também importante
considerar a qualidade da formação do professor, uma vez que muitos exercem a
profissão sem a formação adequada.
Os documentos oficiais que regem a educação básica brasileira sugerem que a
formação de professores de espanhol venha acompanhada da atitude reflexiva e da
prática

nos âmbitos:

“(meta)

linguístico-discursivo,

habilidades reflexivas

e

metodológicas, autonomia crítica e intelectual, habilidades referentes às tecnologias,
entre outros” (BARROS; COSTA; GALVÃO, 2016, p. 128). Além disso, aliada a
formação linguística, é de fundamental importância que o professor seja crítico e
promova a formação dos jovens para o exercício pleno da cidadania. Segundo Barros,
Costa e Galvão (2016, p. 124),

Dessa forma, busca-se formar um professor que
compreenda o ensino e a aprendizagem de uma língua
estrangeira na escola não com um fim em si mesmo,
algo meramente instrumental, mas sim como um
processo interdisciplinar de construção coletiva de
conhecimento, como algo constitutivo e fundante de
subjetividades críticas e autônomas, constituinte de
significados, valores, conhecimentos, atitudes e
habilidades para o ser e o viver na sociedade atual.

Nesse sentido, a formação do professor de espanhol deve ser direcionada para a
valorização e consideração das subjetividades com as quais lidará durante o processo de
ensino-aprendizagem. Além do mais, é importante que o professor compreenda a língua
não só como um conjunto de regras, mas também como elemento constituído de
significados, valores, crenças e atitudes. Essa compreensão constitui-se como base da
formação reflexiva. Segundo Meniconi, Queiroz e Silva (2016, p. 174),

se desejamos caminhar em direção à formação críticoreflexiva dos professores de língua espanhola,
precisamos aliar ao conhecimento linguístico e literário,

11
teorias e práticas docentes intermediadas pelo diálogo e
discussões que promovam a atitude crítica, reflexiva e
transformadora do fazer pedagógico.

Assim, com a intenção de contribuir para essa formação crítico-reflexiva dos
estudantes, o Curso de Letras/Espanhol objetiva não só o desenvolvimento das
habilidades linguísticas na língua alvo, mas também o trabalho com a leitura e discussão
de temas que possibilitem a transformação de concepções e de práticas docentes. A
seguir, apresentamos informações relacionadas ao ensino da língua espanhola em
Alagoas.

2.2

O ensino da Língua Espanhola em Alagoas

O cenário do ensino da língua espanhola no contexto de Alagoas não é muito
animador. Mesmo com a obrigatoriedade da oferta do idioma no Ensino Médio, nem
todas as escolas estaduais incluíram o ensino do espanhol em sua grade curricular.
Infelizmente, na maioria das escolas públicas, o ensino da língua está a cargo de
professores que têm contratação temporária, chamados de monitores.
Em 2012 e 2014, o estado de Alagoas abriu concursos para a contratação de
monitores de espanhol para atuarem em diferentes CREs (Coordenadoria Regional de
Educação). Em 2013, houve concurso público para o provimento de vagas e formação
de cadastro de reserva para os cargos de professor e de secretário escolar. A grande
conquista alcançada para os professores alagoanos ocorreu em 2014, com a nomeação e
posse dos professores concursados e classificados. No entanto, nem todos os aprovados
foram convocados para posse (MENICONI, QUEIROZ, SILVA, 2016, p. 178). E, ainda
assim, o número de professores aprovados e convocados não foi suficiente para suprir a
carência de docentes de língua espanhola no estado.
Consideramos que a contratação de monitores temporários para atuarem como
docentes de língua espanhola, não se apresenta como a melhor solução para resolver o
problema da demanda por professores, já que

Além de receberem um salário inferior, sofrem com a
instabilidade e insegurança profissional, o que contribui
para a precariedade da profissão. Além do mais, como
não fazem parte do corpo efetivo da escola, os
monitores acabam não participando das decisões ou
discussões em torno do projeto político pedagógico ou

12
de outras ações cotidianas do contexto escolar
(MENICONI, QUEIROZ, SILVA, 2016, p. 189).

Dessa forma, para que a lei da obrigatoriedade do ensino da língua espanhola no
ensino médio seja implantada de forma significativa, é de fundamental importância não
só investir na formação do professor, mas também nas condições de trabalho. A
carência de professores de língua espanhola só será cumprida por meio da formação de
professores, concursos e nomeações.

2.3 Dados de identificação do curso

Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Código: 391
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal
Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço do Campus sede: Rodovia BR 101, Km 14 Campus A. C. Simões –
Cidade Universitária Maceió /AL - CEP: 57.072 - 970. Fone: (82) 3214-1100
(Central)
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br
Portaria de renovação de reconhecimento: Portaria Ministerial n° 286, de 21 DE
DEZEMBRO DE 2012 .
Denominação do Curso: Letras Espanhol
Endereço para correspondência: BR 104 Km 97 – Campus A.C. Simões, S/N, Cidade
Universitária, Tabuleiro do Martins, CEP: 57072-970, Maceió – AL, Fone: (082) 32141332, e-mail: coordenacao.letl@fale.ufal.br
Modalidade: Licenciatura presencial
Carga horária total: 3.242 horas.
Prazo de integralização: mínimo de 9 semestres e máximo de 13 semestres.
Número de vagas: 15 vagas no turno vespertino e 25 no turno noturno no segundo

13
semestre letivo – Total: 40 vagas anuais.
Forma de acesso ao curso: O ingresso ao curso dá-se por meio do Exame Nacional de
Ensino Médio - Enem. Ademais, é possível haver as seguintes modalidades de acesso:
reingresso de curso, reopção e transferência, as quais são regidas por editais próprios.
Perfil: Profissional apto para atuar no magistério da Educação Básica, seja no ensino de
Língua Espanhola ou na gestão do trabalho educativo.
Campo de atuação: Ensino de Espanhol como língua estrangeira e suas literaturas no
nível básico e graduação.

2.4 Objetivos

O

objetivo

do

Curso

de

Letras

Espanhol

é

formar

profissionais

interculturalmente competentes, capazes de lidar, de forma crítica, com as linguagens,
especialmente a verbal, nos contextos oral e escrito, conscientes de sua inserção na
sociedade e das relações com o outro. O profissional em Letras Espanhol deve ter
domínio do uso da língua espanhola, em termos de sua estrutura, funcionamento e
manifestações culturais, além de ter consciência das variedades linguísticas e culturais.
Deve ser capaz de refletir teoricamente sobre a linguagem, de fazer uso de novas
tecnologias e de compreender sua formação profissional como processo contínuo,
autônomo e permanente.

2.5 Perfil e competência profissional do egresso

O aluno egresso do Curso de Letras Espanhol estará apto para exercer a
docência na educação básica pautada nas concepções atuais de educação. Portanto,
considerando as habilidades e competências a serem desenvolvidas durante a formação
do professor de Língua Espanhola e suas literaturas, em conformidade com as
contingências sociais e acadêmico-científicas da área e com as Diretrizes Curriculares
Nacionais dos Cursos de Letras, espera-se desse profissional o seguinte perfil:
- Utilização das quatro habilidades linguísticas orais e escritas (compreensão escrita,
compreensão auditiva, expressão escrita e expressão oral) em situações de comunicação
diversas;
- Seleção e elaboração materiais de ensino e aprendizagem de língua espanhola, levando
em conta a importância dos aspectos culturais das sociedades de língua espanhola;

14
- Uso das metodologias de ensino e aprendizagem direcionadas para as línguas

estrangeiras e especificamente para o ensino e aprendizagem de Espanhol;
- Capacidade de pautar-se nos valores da educação multicultural que possibilitem a
comunicação internacional e o respeito entre as diferentes culturas;
- Formação humanística, teórica e prática;
- Capacidade para atuar em escolas das redes pública ou privada conforme as exigências
pedagógicas atuais.
- Capacidade de operar, sem preconceitos, com a pluralidade de expressão linguística,
literária e cultural;
- Atitude investigativa indispensável ao processo contínuo de construção do
conhecimento na área de ensino e aprendizagem de língua espanhola;
- Postura ética, autonomia intelectual, responsabilidade social, espírito crítico e
consciência do seu papel de formador;
- Conhecimento dos diferentes usos da língua espanhola e sua gramática;
- Conhecimento ativo e crítico de um repertório representativo de literatura de língua
espanhola;
- Capacidade de analisar, descrever e explicar, diacrônica e sincronicamente, a estrutura
e o funcionamento da língua em estudo;
- Capacidade de analisar discursos de pontos de vista teóricos fundamentados em teorias
presentes em sua formação;
- Capacidade de analisar criticamente as diferentes teorias que fundamentam a
investigação sobre língua e literatura;
- Capacidade de formar leitores e produtores proficientes de textos de diferentes gêneros
e para diferentes propósitos;
- Capacidade de atuar em equipe interdisciplinar e multiprofissional;
- Posicionamento crítico acerca de novas tecnologias e conceitos científicos;
- Conhecimento dos métodos e técnicas pedagógicas que possibilitem a adequação dos
conteúdos para os diferentes níveis de ensino (transposição didática);
- Conhecimento de processos de investigação que permitam o aprimoramento do
planejamento e da prática pedagógica.
As diretrizes curriculares nacionais, os PCNs (Parâmetros Curriculares
Nacionais) dos diferentes níveis de ensino e uma série de outros documentos oficiais
referentes à educação no Brasil têm colocado, em consonância com uma tendência
mundial, a necessidade de centrar o ensino e aprendizagem no desenvolvimento de

15
competências e habilidades por parte do aluno, em lugar de centrá-lo no conteúdo
conceitual.
Segundo Perrenoud, não existe uma noção clara e partilhada das competências.
Pode-se entender competência como a capacidade de mobilizar conhecimentos a fim de
se enfrentar uma determinada situação. Merece destaque aí o termo “mobilizar”, pois a
competência não é o uso estático de regras aprendidas, mas uma capacidade de lançar
mão dos mais variados recursos, de forma criativa e inovadora, no momento e do modo
necessário. A competência abarca, portanto, um conjunto de coisas. Perrenoud fala de
esquemas, em um sentido muito próprio. Seguindo a concepção piagetiana, o esquema é
uma estrutura invariante de uma operação ou de uma ação. Não está, entretanto,
condenado a uma repetição idêntica, mas pode sofrer acomodações, dependendo da
situação. A competência implica uma mobilização dos conhecimentos e esquemas que
se possui para desenvolver respostas inéditas, criativas, eficazes para problemas novos.
Diz Perrenoud que "uma competência orquestra um conjunto de esquemas. Envolve
diversos esquemas de percepção, pensamento, avaliação e ação".
O conceito de habilidade também varia de autor para autor. Em geral, as
habilidades são consideradas como algo menos amplo do que as competências. Assim, a
competência estaria constituída por várias habilidades. Entretanto, uma habilidade não
"pertence" a determinada competência, uma vez que uma mesma habilidade pode
contribuir para competências diferentes.
A direção do foco do processo de ensino e aprendizagem para o
desenvolvimento de habilidades e competências implica em ressaltar que essas
habilidades e competências precisam ser vistas, em si, como objetivos de ensino. Em
outras palavras, é preciso que se ensine a comparar, classificar, analisar, discutir,
descrever, opinar, julgar, fazer generalizações, analogias, diagnósticos, entre outras
coisas, independentemente do objeto comparado ou classificando, por exemplo. Caso
contrário, o foco tenderá a permanecer no conteúdo e as competências e habilidades
serão vistas de modo minimalista.
Isso significa que, no tocante à formação do profissional que deve lidar com o
ensino de língua espanhola, o domínio de conhecimentos teóricos sobre o
funcionamento e uso da língua e literatura espanhola não é suficiente. Esse processo
meramente informativo que dá ênfase na reprodução do já sabido, memorização
temporária de conhecimentos, sem maior significado, uma vez que não se dá relevo à

16
compreensão, não deve caracterizar o processo formativo do professor de língua e
literatura espanhola.
O formando deve aprender a compreender os fenômenos e não a memorizar
elementos cujo alcance e significado desconhece dentro do domínio do conhecimento
linguístico. Não se está negando a importância das informações, mas se está mostrando
que sua aquisição deve estar direcionada para a compreensão.
A renovação tecnológica acelerada e a velocidade de produção e circulação de
informações levam a pensar que, no momento, a educação deve produzir no aluno uma
capacidade de continuar aprendendo. Não se trata mais de acumular informações,
porque elas estão disponíveis a quase qualquer um, mas de desenvolver-se
individualmente, atingindo a maturidade necessária para operar com a abundância de
conteúdos de forma crítica e responsável.
O Curso de Letras Espanhol da UFAL está sendo pensado, portanto, na
perspectiva de que a graduação deve ser prioritariamente formativa e não simplesmente
informativa. Isso significa que não é um curso que vise, exclusiva e prioritariamente, ao
aprendizado da norma culta da língua, por exemplo. Mas um curso que possibilite o
desenvolvimento da capacidade de refletir sobre os fatos linguísticos e literários, através
da análise, da descrição, da interpretação e da explicação, à luz de uma fundamentação
teórica pertinente, tendo em vista, além da formação de usuário da língua e de leitor de
mundo, a formação de profissionais aptos a ensinar essas habilidades.
É importante destacar que não se está entendendo aqui competência como um
conceito fechado e dado a priori. Mas de uma competência contingenciada por
demandas gerais da sociedade brasileira e específicas da Universidade e do próprio
curso. Na atual contingência, essa macro-competência está em conformidade com o
marco referencial do projeto, e envolve as seguintes habilidades:
a) Gerais
- raciocínio lógico, análise e síntese;
- leitura e escrita, numa perspectiva da produção de sentido e compreensão de mundo;
- leitura e escrita proficientes de diferentes gêneros textuais, em Língua Espanhola;
- utilização de metodologias de investigação científica;
- assimilação, articulação e sistematização de conhecimentos teóricos e metodológicos
para a prática do ensino;

17
- utilização de recursos de informática necessários ao exercício da profissão.

b) Específicas
- descrição e explicação de características fonológicas, morfológicas, lexicais,
sintáticas, semânticas e pragmáticas de variedades da língua espanhola;
- compreensão, à luz de diferentes referenciais teóricos, de fatos linguísticos e literários,
tendo em vista a condução de investigações sobre a linguagem e sobre os problemas
relacionados ao ensino-aprendizagem de língua espanhola;
- estabelecimento e discussão de relações entre textos literários e os contextos em que se
inserem, e outros tipos de discursos;
- relação do texto literário com problemas e concepções dominantes na cultura do
período em que foi escrito e com os problemas e concepções do presente;
- compreensão e aplicação de diferentes teorias e métodos de ensino que permitem a
transposição didática do trabalho com a língua espanhola e suas literaturas, para a
educação básica em geral e a de a região Nordeste e o estado de Alagoas em particular.

Tendo por base uma formação que articula ensino, pesquisa e extensão
relativamente aos conhecimentos linguísticos e literários da língua espanhola e em
consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Letras, os
espaços de atuação do licenciado em Letras estão mais diretamente voltados para a
atuação como professor/a na educação básica, nos domínios público e privado. Há,
ainda, a possibilidade de atuação deste profissional na revisão de textos,
desenvolvimento e análise de material didático e de técnicas pedagógicas para o ensino
da língua espanhola e respectiva(s) literatura(s), elaboração de proposta curricular no
seu campo de atuação, assessoria cultural, crítica linguística e literária, dentre outros
que envolvam a língua/linguagem/discurso, em termos de sua estrutura, funcionamento,
manifestações culturais e sócio históricas.

18
3 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
3.1 Colegiado do Curso de Letras Espanhol – Licenciatura
(PORTARIA Nº 223 DE 24 DE JULHO DE 2019)

Docentes Titulares
Profa. Msc. Patricia Neyra
Profa. Msc. Jacqueline Elisabeth Vásquez Araújo
Profa. Dra. Ana Margarita Barandela
Profa. Dra. Flávia Colen Meniconi
Profa. Dr. Jozefh Fernando Soares Queiroz
Docentes Suplentes
Prof. Dr. Aldir Santos de Palma
Profa. Dra. Eliane Barbosa da Silva
Profa. Dra. Fabiana Pincho de Oliveira
Prof. Esp. Francisco Jadir Lima Pereira
Profa. Dra. Rosária Cristina Costa Ribeiro
Representantes Técnicos Administrativos
José Alberto Ribeiro (Titular)
Paulo Jorge Ferreira Madeiros (Suplente)
Representantes Discentes
Alice dos Santos Moreira Nascimento (Titular)
Matheus Tino de Anunciação (Suplente)
3.2 Coordenadora do Curso
(PORTARIA Nº 154 DE JULHO DE 2018)
Nome: Patricia Neyra
SIAPE: 1877179
CPF: 013.496.904-90
RNE: 322200 DPF/AL
Regime de trabalho: 40h DE
E-mail: patricia.neyra@fale.ufal.br
Formação Acadêmica: Mestre em Linguística.
Graduação: Licenciatura em Letras.

19

3.3 Núcleo Docente Estruturante (NDE)

(PORTARIA Nº 58, DE 20 DE FEVEREIRO DE 2018)
Docentes:
Ana Margarita Barandela García
Eliane Barbosa dos Santos
Flávia Colen Meniconi
Jacqueline Elizabeth Vásquez Araujo
Patricia Neyra

3.4 Quadro docente e técnico

3.4.1 Docentes

Tabela 1: Docentes do Curso de Letras Espanhol
Professores efetivos
Aline Vieira Bezerra Higino de Oliveira
Ana Margarita Barandela Garcia
Eliane Barbosa da Silva
Flávia Colen Meniconi
Jacqueline Elizabeth Vásquez Araújo
Jozefh Fernando
Kristianny Brandão Barbosa de Azambuja
Patricia Neyra

Titulação
Mestre
Doutora
Doutora
Doutora
Mestre
Doutor
Mestre
Mestre

Regime de trabalho
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE

3.4.2 Técnicos

Tabela 2: Técnicos da Faculdade de Letras
Técnico/a
Ana Lucia Cardoso de Barros

FACULDADE DE LETRAS
Localização
Secretaria Geral da Fale

Carlos Alberto Matias de Oliveira

Curso de Libras

Catarina Santos Claudino
Gilson Miquelino Ferreira
Iole Costa Terso
Janaína da Rocha Ribeiro
Jean Bernardo da Silva Vieira
Jeanine Waleria Oliveira Braga Pereira

Curso de Libras
Secretaria Geral da Fale
Biblioteca Setorial
Curso de Libras
Núcleo de Acessibilidade/UFAL
Secretaria do Curso de Libras

20
Johnny Lucas Calheiros
Jorge Henrique Silvestre Barbosa
Jose Alberto Ribeiro
Judson Leao de Mello

Secretaria do PPGLL
Secretaria Geral da Fale
Secretaria do Curso de Letras
Biblioteca Setorial

Juliana Vanessa dos Santos Silva

Curso de Libras

Laudicea Candido de Oliveira
Marta Betania Marinho Silva

Secretaria das Casas de Cultura
Secretaria Geral da Fale

Maykew Douglas Assis de Gusmao

Curso de Libras

Meire Santos Pereira

Curso de Libras

Paulo Jorge Ferreira Medeiros
Pedro Elisio Lessa Lima de Holanda

Secretaria Geral da Fale
Secretaria do ProfLetras/PPGLL

Pollyanna Lino de Araujo

Curso de Libras

Rivanilda Lopes de Araujo
Rosana Taciana Portela Nicacio dos Santos

Secretaria Geral da Fale
Secretria do Curso de Letras
Afastamento para acompanhamento
de cônjuge
Curso de Libras
Secretaria do PPGLL

Simone Dornelles Schulze
Thiago Bruno de Souza Santos
Wesslen Nicácio de Mendonça Melânia

21
4

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

4.1 Proposta e matriz curricular

A organização curricular, embasada no PARECER N° CNE/CES 492/2001,
estabelece que os Cursos de Letras devem se organizar em torno de três eixos:
Formação Específica, Formação Complementar e Formação Livre. Todavia, para efeito
de adequação às orientações presentes na RESOLUÇÃO Nº 02 CNE/CES, de 03 de
julho de 2015, tais eixos foram ressignificados e passam a configurar como parte
constitutiva do que se denominou de Núcleo de Formação Geral, Núcleo de
Aprofundamento e Diversificação e Núcleo de Estudos Integradores.
O Núcleo de Formação Geral inclui os componentes curriculares: Núcleo básico
(432 horas), Núcleo de formação de conhecimento em língua espanhola e suas
literaturas (720 horas), Disciplinas eletivas (72 horas), Atividades Curriculares de
Extensão (325 horas) e Trabalho de Conclusão de Curso (45 horas), totalizando uma
carga horária de 1.594 horas.
O Núcleo de Aprofundamento e Diversificação abrange as disciplinas da
dimensão pedagógica, com carga horária de 648 horas.
O Núcleo de Estudos Integradores compreende as Atividades acadêmicocientífico-culturais com carga horária de 200 horas.
Além dos três núcleos apresentados acima, a integralização do Curso inclui as
Práticas como Componente Curricular (400 horas) e os Estágios Supervisionados (400
horas). Assim, a carga horária total do Curso de Letras Espanhol é de 3.242 horas.

4.1.1 Transversalidade
Ao longo do curso serão abordadas algumas temáticas transversais como as
questões referentes à Educação Ambiental e Direitos Humanos, além das questões
étnico-raciais, atendendo à legislação vigente.
4.1.2 Educação em Direitos Humanos

O curso de Letras Espanhol atende à Resolução CNE/CP n. 01/2012 e ao Parecer
CNE/CP N° 8, de 06/03/2012, quanto a Educação em Direitos Humanos, seguindo as
orientações da resolução CONSUNI/UFAL 59/2014 a qual estabelece que a temática

22
dos direitos humanos deverá atender à legislação específica. Nessa perspectiva, o art. 8º
da Resolução CNE/CP 01/2012 determina: “Art. 8º A Educação em Direitos Humanos
deverá orientar a formação inicial e continuada de todos (as) os (as) profissionais da
educação, sendo componente curricular obrigatório nos cursos destinados a esses
profissionais”.
O curso de Licenciatura em Espanhol trata da temática de direitos humanos não
somente de forma transversal em suas várias disciplinas teóricas e teórico-práticas,
principalmente na disciplina Língua Espanhola 3 mas também em suas ações na área de
formação de professores em situação de pré-serviço na inserção destes na comunidade
educacional por meio das aulas de estágio supervisionado e das ações de extensão
propostas.
Em sendo uma licenciatura da área de humanas com foco na formação de
professores de línguas estrangeiras, o curso busca tratar de temas como:
1. Respeito à diversidade cultural de países falantes das outras línguas;
2. Valorização da cultura local brasileira;
3. Escuta atenta e respeito ao outro.
Dessa forma, o Curso de Letras Espanhol demostra sua preocupação com uma
formação sólida e crítico-reflexiva em relação à posição que o/a docente ocupa no
contexto educacional brasileiro.

4.1.3 Educação para as Relações Étnico Raciais

Em atenção à Lei 10.639/2003 e à Lei 11.645/2008 bem como da Resolução
CNE/CP 01/2004, fundamentada no Parecer CNE/CP 03/2004 que dispõe sobre as
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Relações Étnico Raciais e para o
Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, as duas temáticas são
trabalhadas mais especificamente nas disciplinas que se listam a seguir:
1. Língua Espanhola 1: Situação atual das línguas indígenas na América Latina:
classificação, línguas ameaçadas;
2. Língua Espanhola 2: Línguas indígenas da América Latina: preservação,
revitalização e escrita de línguas indígenas da América Latina.
3. Literatura de Língua Espanhola 1: Literatura dos povos originários da América
(maias, astecas e incas);
4. PCC 5: Conhecimento da diversidade étnica e racial do espanhol americano.

23
Línguas em contato. Línguas fronteiriças;
5. Literatura de Língua Espanhola 3: Relações étnico-raciais (o negrismo na
literatura caribenha).

4.1.4 Educação Ambiental
O Decreto n. 4.281, de 25 de junho de 2002, regulamenta a Lei no 9.795, de 27
de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras
providências. A Resolução CNE/CP nº 02/2012 define formas de sua implementação
nos currículos dos cursos superiores.
Para atender à legislação, o curso de Letras Espanhol inclui conteúdos
curriculares, relacionados a questões ambientais, nas disciplinas:
1.

Língua Espanhola 1: A Amazônia e os países que a compõe: o desenvolvimento
sustentável e a cultura Latino-americana;

2. PCC 4: Estratégias de educação ambiental com base nas possibilidades que
oferecem as novas tecnologias em comunicação: o papel determinante das redes
sociais.

4.1.5 Proposta curricular

4.1.5.1 Núcleo de Formação Geral

O Núcleo de Formação Geral, de acordo com o apresentado acima, abrange o
núcleo básico, o núcleo de formação de conhecimento sobre a língua espanhola e suas
literaturas, as disciplinas eletivas, as atividades curriculares de extensão e o trabalho de
conclusão de curso.

a) Núcleo básico

Compreende o núcleo do qual devem compartilhar alunos de licenciatura em
Língua Portuguesa e alunos de licenciatura em Língua Espanhola. Tem como objetivo a
formação geral do aluno na área dos estudos da Linguagem. Essa formação geral deve
ser adquirida através de disciplinas de Teoria da Literatura, Teoria Linguística, Leitura e
produção de textos em Língua Portuguesa e Língua Latina.

24
As disciplinas Teoria da Literatura e Teoria Linguística são encarregadas de dar
ao aluno a fundamentação teórica para o estudo das diferentes línguas e suas respectivas
literaturas. Enquanto na Teoria da Literatura se discutem os conceitos, as funções, os
gêneros e a periodização da literatura, bem como os elementos constitutivos da prosa,
da poesia e do teatro, na Literatura em Língua Espanhola se realizam o estudo da
formação de uma literatura específica e da constituição do seu cânon, bem como o
exame de suas obras relevantes e da relação entre o campo literário e outros campos
discursivos. De forma análoga, enquanto na Linguística se ensina, por exemplo, teoria
fonológica, em Língua Espanhola, se ensina o sistema fonológico do Espanhol.
A disciplina de Leitura e produção de textos em Língua Portuguesa aborda as
práticas de leitura e escrita de textos acadêmicos e os aspectos técnicos do trabalho
científico.
Os estudos em Língua Latina objetivam introduzir o aluno nos Estudos
Clássicos no sentido de estimular uma reflexão sobre o intervalo entre o mundo
contemporâneo

e

o

clássico,

numa

perspectiva

histórica

e

crítica

dessa

contemporaneidade, tanto no que diz respeito a aspectos da língua como da cultura.
Tabela 3: Núcleo básico
Disciplinas obrigatórias

Carga horária

Teoria Linguística 1

72 horas

Teoria Linguística 2

72 horas

Teoria da Literatura 1

72 horas

Teoria da Literatura 2

72 horas

Leitura e produção de textos em língua portuguesa

72 horas

Língua Latina

72 horas

Total

432 horas

b) O núcleo de formação de conhecimento sobre a língua espanhola e suas
literaturas

Tem como objetivo descrever e explicar a estrutura, os usos e as variações da
língua, bem como apresentar as literaturas a partir do estudo das organizações
discursivas e literárias de obras representativas.

25

Tabela 4: Núcleo de Formação de Conhecimento sobre a Língua Espanhola e suas
Literaturas
Disciplinas obrigatórias

Carga horária

Língua Espanhola 1

72 horas

Língua Espanhola 2

72 horas

Língua Espanhola 3

72 horas

Língua Espanhola 4

72 horas

Literatura de Língua Espanhola 1

72 horas

Literatura de Língua Espanhola 2

72 horas

Literatura de Língua Espanhola 3

72 horas

Linguística 1: Fonética e fonologia da língua espanhola

72 horas

Linguística 2: Morfossintaxe da língua espanhola

72 horas

Linguística 3: Semântica e pragmática da língua espanhola

72 horas

Total

720 horas

c) Disciplinas eletivas

Além das disciplinas obrigatórias que integram os componentes curriculares, o
aluno deve cumprir uma carga horária de 72 horas de disciplina eletiva. Essa carga
horária eletiva pode ser cumprida pelo aluno por meio da escolha de conteúdos, ou seja,
as disciplinas do núcleo de formação obrigatória dos outros Cursos de Letras desta
Faculdade poderão ser computadas como disciplina eletiva do Curso de Letras
Espanhol.
Essa forma de estruturação do curso permite ao aluno a participação na sua
própria formação, conforme sugere o Parecer CNE/CES 492/2001: “Os princípios que
norteiam esta proposta de Diretrizes Curriculares são a flexibilidade na organização do
curso de Letras e a consciência da diversidade/heterogeneidade do conhecimento do
aluno, tanto no que se refere à sua formação anterior, quanto aos interesses e
expectativas em relação ao curso e ao futuro exercício da profissão” (p. 29).

26
Tabela 5: Disciplina eletiva
Disciplina

Carga horária

Eletiva

72 horas

d) Atividades Curriculares de Extensão (ACE)
O Plano Nacional de Educação – PNE (2001-2011) aprovado pela Lei 10.172 de
09 de janeiro de 2001, no capítulo que trata da Educação superior na Meta 23, aponta o
dever de Implantar o Programa de Desenvolvimento da Extensão Universitária em todas
as instituições federais de ensino superior no quadriênio de 2001-2004 e assegura que,
no mínimo, 10% do total de créditos exigidos para a graduação no ensino superior no
país será reservado para a atuação dos alunos em ações extensionistas. Nessa
perspectiva a UFAL em seu PDI (2013-2017), aponta que:
[…] as ações de extensão devem ser parte integrante dos
currículos dos cursos de graduação, assegurando, no mínimo,
10% do total de créditos curriculares exigidos na forma de
programas e projetos de extensão universitária como preconiza
a Meta 12.7 do Plano Nacional de Educação para o decênio
2011 a 2020.

Porém, o novo PNE só entrou em vigor em 2014 e está em vigor até o ano de
2024, reafirmando os princípios básicos da extensão em sua Meta 12.7, a qual traz a
seguinte estratégia para subsidiar a extensão,
[…] assegurar, no mínimo, dez por cento do total de créditos
curriculares exigidos para a graduação em programas e projetos
de
extensão
universitária,
orientando
sua
ação,
prioritariamente, para áreas de grande pertinência social; […].

Conforme os documentos apontados acima e de acordo com a resolução nº 04 de
2018 aprovada pelo Conselho da Universidade Federal de Alagoas as práticas
extensionistas do Curso de Letras Espanhol, continuarão acontecendo conforme as
demandas que

surjam ao longo do curso. No entanto, as ações poderão ser

materializadas por intermédio de programas, projetos, eventos, cursos, prestação de
serviços e/ou produtos, os quais deverão estar cadastrados no Sistema Integrado de
Gestão de Atividades Acadêmicas – SIGAA da pró-reitoria de Extensão – PROEX.
A Extensão no âmbito do Curso de Letras Espanhol está aqui proposta com o
objetivo central de articular os conhecimentos produzidos no campo da Linguagem - e

27
seu inextricável vínculo com a Sociedade - com as diversas demandas da sociedade
alagoana no que concerne a desenvolvimento científico-cultural.
Assim, visando promover diálogos entre abordagens de disciplinas que atuam no
desenvolvimento humanístico do indivíduo, as Atividades Curriculares de Extensão
(ACE) propostas abordam as áreas Cultura, Educação, Formação de Professores e
Desenvolvimento Humano, com o viés humanizante que caracteriza o Curso de Letras
Espanhol da FALE. Em concreto, as atividades de extensão que neste PPC estão
congregadas propõem reflexões teóricas sobre a produção científico-cultural como meio
para desenvolver capacidade crítico-relacionar entre a pesquisa e a atuação do professor
de espanhol atento às demandas da sociedade alagoana.
Em termos gerais o conjunto de atividade propostas visam a 1) incentivar o
estudante de Letras Espanhol para refletir sobre questões relacionadas a seu papel
transformador da educação, via conhecimento da realidade em que está inserido; 2)
promover encontros interdisciplinares que discutam junto à comunidade em geral as
suas reais necessidades, em termos de educação e desenvolvimento cultural; 3)
estimular ações, dentro e fora do campi da UFAL,

centradas na construção do

conhecimento ético e humanizante, através de um processo dialógico junto a professores
e estudantes das redes públicas da Educação alagoana, envolvendo, igualmente, outros
sectores sociais; 4) aperfeiçoar o saber científico adquirido em sala de aula, mediante a
implantação de debates orientados por professores-pesquisadores das distintas áreas a
que estão relacionadas às atividades de extensão propostas neste PPC, visando à
formação holística do professor de Letras.
Integradas à área Linguística, Letras, Artes e à linha de extensão Línguas
Estrangeiras, o Curso de Letras Espanhol terá em sua conformação curricular dois
projetos de extensão e um produto, abaixo descritos, em suas concepções, vinculados ao
programa de extensão Casas de Cultura descrito no item 5.8.1 deste PPC.

ACE 01/Projeto de extensão 01: Encuentros culturales: interpretações e ressonâncias /
1º semestre:

A Ação Curricular de Extensão 01 que envolve o Projeto de extensão 01:
Encuentros culturales: interpretações e ressonâncias, cuja área temática é Linguística,
Letras e Cultura e linha de extensão é Línguas Estrangeiras pretende desenvolver um

conjunto de propostas de natureza acadêmica e caráter sociocultural e artístico que, em

28
consonância com o princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão,
será programada sistematicamente durante o quarto período do Curso de Letras
Espanhol com alunos graduandos em Letras Espanhol. O projeto de extensão 01,
desenvolvido pela Faculdade de Letras (FALE) junto com o Instituto de Ciências
Humanas, Comunicação e Artes (ICHCA) e o Instituto de Ciências Sociais (ICS), visa
principalmente a estabelecer diálogos entre as culturas cujas manifestações artísticas e
socioculturais estão presentes de forma exígua nas ofertas regulares de Espanhol/língua
e literaturas do Curso de Letras.
Enquanto projeto de extensão, o componente didático de Encuentros culturales
configura a dimensão de ensino na medida em que alunos de graduação estarão
involucrados no estudo, seleção e planificação do conteúdo de cada proposta. Os
estudos de casos que poderão ser desenvolvidos durante os semestres de execução do
projeto conformarão espaços teóricos de discussão no viés científico da Linguística
Aplicada e seu consequente caráter investigativo.
Encuentros culturales possui uma abrangência local e contempla a incorporação
de grupos sociais de áreas circunvizinhas. As comunidades dos bairros Santos
Drummond, Eustáquio Gomez, Benedito Bentes, Graciliano Ramos, entre outros,
representadas por alunos do ensino fundamental II, das redes pública e privada de
ensino. Membros de estas comunidades integram o Projeto Casa de Cultura no Campus
– Língua Espanhola, vinculado ao Programa Casas de Cultura, da Faculdade de Letras.
O projeto será desenvolvido sob a coordenação de um/uma professor/a do Curso de
Letras Espanhol, quem registrará o projeto no sistema e realizará a avaliação ao finalizar
a ACE 01.
Tabela 6: ACE 01
Componente curricular: ACE 01/Projeto de extensão 01: Encuentros culturales: interpretações e
ressonâncias / 1º semestre.
Quarto
Período letivo de oferta:
Teórica: 18
Prática: 36
Distribuição de carga
horária:
Diálogos interculturais. Estabelecimento de um espaço de apreciação e de
Ementa:
expressão artística, envolvendo as culturas e as sociedades lusófonas e
hispanas, com vistas à compreensão da cultura do outro sem menosprezo da
autóctone.
Discentes da UFAL, alunos/as de escolas públicas de ensino e comunidade
Público-alvo:
em geral participantes do Programa de Extensão Casas de Cultura.
Geral: Promover o diálogo intercultural entre as sociedades lusófonas e
Objetivos:
hispanas, criando o espaço de interlocução que possibilite tanto a apreciação
como a expressão de manifestações artísticas e literárias em português e em
espanhol, no âmbito da formação de um professor de línguas pluricultural.

29

Metodologia:

Indicadores/instrumentos
de aval. e
acompanhamento da
ACE.

Bibliografia Básica:

Bibliografia Compl.:

Específicos:
- Desenvolver atividades de apreciação e debates cinematográfico e
teatral representativos de sociedades hispanofalantes.
- Desenvolver atividades de apreciação de artes visuais (pintura,
escultura, artesanato, etc.) representativas de sociedades
hispanofalantes.
- Abrir espaço de discussão teórica sobre a relevância da incorporação
das manifestações artísticas na formação do professor de línguas
pluricultural.
As propostas de natureza acadêmica e caráter sociocultural e artístico
literárias abrange o quarto período do Curso Letras Espanhol, regularmente
matriculados.
Alunos das escolas das redes públicas e privadas dos grupos sociais de
abrangência do projeto participarão, mediante chamadas em editais, via
Sistema de Gestão de Atividades Acadêmicas dos docentes envolvidos,
como alunos matriculados em atividades de extensão aberta à comunidade.
Serão ofertadas 20 vagas por semestre.
Alunos graduandos do curso de Letras Espanhol, bem como membros das
comunidades circunvizinhas aos campi da UFAL terão participação na
avaliação das ações de extensão aqui propostas, mediante questionário de
pesquisa de satisfação elaborado ad oc, para os fins a que se destina cada
atividade proposta no projeto.
Alunos graduandos do curso de Letras Espanhol participarão da avaliação
processual das atividades formativas aqui propostas (teoria e prática). O/A
coordenador/a da ACE será o responsável em registrar a avaliação ao
finalizar o projeto.
ANDIÓN HERRERO, María Antonieta. El español y el comportamiento
cultural de los hispanoamericanos: aspectos de interés. ASELE. Actas XIII,
2002.
Disponível
em:
<https://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/asele/pdf/13/13_0130.pdf
>. Acesso em: 24 fev. 2019.
ARELLANO, Fernando. El arte hispanoamericano. Caracas: Universidad
Católica Andrés Bellos, 1988.
BAKHTIN, M.M. Estética da criação verbal. Tradução do russo por Paulo
Bezerra. 4a. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003[1951/1953].
BRASIL. Ministério da Educação. Plano Nacional de Educação – PNE.
Lei 13.005 de 25 de Junho de 2014. Brasília, DF, 25 jun. 2014. Disponível
em:
<http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato20112014/2014/Lei/L13005.htm> Acesso em: 16 mai. 2016.
FERNANDEZ, Teodosio. Literatura hispanoamericana: sociedad y
cultura. Madrid: Akal, 1998.
GATELL ARIMONT, Cristina. Historia de España. Barcelona: Editorial
Vicens Vives; 2012.
QUESADA MARCO, Sebastián. Historia del Arte de España e
Hispanoamérica. Madrid: Edelsa - Disal, 2015.
ROMERO, DAIDA. Saberes y comportamientos culturales A1/A2.
Madrid: Einumen, 2017.
TAMAMES, Ramón. Imágenes de España. Madrid: Edelsa- Anaya, 2001

30
ACE 02/Projeto de extensão 01: Encuentros culturales: interpretações e ressonâncias /
2º semestre:

A Ação Curricular de Extensão 02 que envolve o Projeto de extensão 01:
Encuentros culturales: interpretações e ressonâncias, cuja área temática é Linguística,
Letras e Artes e linha de extensão é Línguas Estrangeiras pretende desenvolver, numa

segunda etapa do projeto de extensão 01, um conjunto de propostas de natureza
acadêmica e caráter sociocultural e artístico que, em consonância com o princípio da
indissociabilidade

entre

ensino,

pesquisa

e

extensão,

serão

programadas

sistematicamente durante o quinto período do Curso com alunos graduandos em Letras
Espanhol. O projeto, desenvolvido pela Faculdade de Letras (FALE) junto com o
Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes (ICHCA) e o Instituto de Ciências
Sociais (ICS), visa principalmente a estabelecer diálogos entre as culturas cujas
manifestações artísticas e socioculturais estão presentes de forma exígua nas ofertas
regulares de Espanhol/língua e literaturas do Curso de Letras.
Enquanto projeto de extensão, o componente didático de Encuentros culturales
configura a dimensão de ensino na medida em que alunos de graduação estarão
involucrados no estudo, seleção e planificação do conteúdo de cada proposta. Os
estudos de casos que poderão ser desenvolvidos durante os semestres de execução do
projeto conformarão espaços teóricos de discussão no viés científico da Linguística
Aplicada e seu consequente caráter investigativo.
Encuentros culturales possui uma abrangência local e contempla a incorporação
de grupos sociais de áreas circunvizinhas. As comunidades dos bairros Santos
Drummond, Eustáquio Gomez, Benedito Bentes, Graciliano Ramos, entre outros,
representadas por alunos do ensino fundamental II, das redes pública e privada de
ensino. Membros de estas comunidades integram o Projeto Casa de Cultura no Campus
– Língua Espanhola, vinculado ao programa de Extensão Casas de Cultura, da
Faculdade de Letras. O projeto será desenvolvido sob a coordenação de um/uma
professor/a do Curso de Letras Espanhol, quem registrará o projeto no sistema e
realizará a avaliação ao finalizar a ACE 02.

31
Tabela 7: ACE 02
Componente curricular: ACE 02/Projeto de extensão 02: Encuentros culturales: interpretações e
ressonâncias / 2º semestre.
Quinto
Período letivo de oferta:
Teórica: 18
Prática: 36
Distribuição de carga horária:
Diálogos interculturais. Estabelecimento de um espaço de
Ementa:
apreciação e de expressão literária e artística, envolvendo as
culturas e as sociedades lusófonas e hispanas, com vistas à
compreensão da cultura do outro sem menosprezo da
autóctone.
Discentes da UFAL, alunos/as de escolas públicas de ensino e
Público-alvo:
comunidade em geral participantes do programa de Extensão
Casas de Cultura.
Geral: Aprofundar o diálogo intercultural entre as sociedades
Objetivos:
lusófonas e hispanas, criando o espaço de interlocução que
possibilite tanto a apreciação como a expressão de
manifestações artísticas e literárias em português e em
espanhol, no âmbito da formação de um professor de línguas
pluricultural.
Específicos:
- Desenvolver atividades de apreciação e expressão
musical envolvendo a comunidade alagoana,
(representada pelos membros de grupos sociais
vinculados ao Programa Casas de Cultura) e alunos de
graduação em letras espanhol.
- Promover encontros literários que incentivem à leitura
de temas de autores clássicos e contemporâneos
representantes da produção literária hispana, propiciando
reflexões sobre ressonâncias atuais e as pontes possíveis
com a literatura brasileira.
- Abrir espaço de discussão teórica sobre a relevância da
incorporação das manifestações artístico musicais e
literárias na formação do professor de línguas
pluricultural.
As propostas de natureza acadêmica e caráter sociocultural e
Metodologia:
artístico literárias terão duração de um semestre, abrangendo
o quinto período do Curso Letras Espanhol, regularmente
matriculados.
Alunos das escolas das redes públicas e privadas dos grupos
sociais de abrangência do projeto participarão, mediante
chamadas em editais, via Sistema de Gestão de Atividades
Acadêmicas dos docentes envolvidos, como alunos
matriculados em atividades de extensão aberta à comunidade.
Serão ofertadas 20 vagas por semestre.
Alunos graduandos do curso de Letras Espanhol, bem como
Indicadores/instrumentos de aval. e
membros das comunidades circunvizinhas aos campi da
acompanhamento da ACE.
UFAL terão participação na avaliação das ações de extensão
aqui propostas, mediante questionário de pesquisa de
satisfação elaborado ad oc, para os fins a que se destina cada
atividade proposta no projeto.
Alunos graduandos do curso de Letras Espanhol participarão
da avaliação processual das atividades formativas aqui
propostas (teoria e prática). O/A coordenador/a da ACE será
o responsável em registrar a avaliação ao finalizar o projeto.

32
Bibliografia Básica:

Bibliografia Compl.:

BORGES, Jorge Luis. El libro de arena.
Madrid: Alianza, 1983. [860(82)-34 B732] Q:5
NERUDA, Pablo. Confieso que he vivido. Espanha: Plaza &
Jones, 2002. [929 N454c] Q:1
RESENDE, Beatriz (org.). A literatura latino-americana do
século XXI. São Paulo: Aeroplano, 2005. 188 p. [82(7/8=6)
L776] Q:5
ANUARIOS BRASILEÑOS DE ESTUDIOS HISPÁNICOS.
[P 801(05) A627] Q:9
BENEDETTI, Mario. Andamios. Ciudad de México:
Alfaguara, 1997. [860-31=60 B462a] Q:1
BORGES, Jorge Luis. Antologia poética: 1923-1977.
Madrid: Alianza, 1997. [860(82)-1 B644a] Q:2
GARCÍA LORCA, Federico. La casa de Bernarda Alba.
RUIZ, Ramón Francisco. Historia del teatro español: siglo
XX. 2005. [792(460)(091)] Q:1

ACE 03/Projeto de extensão 02: Seminário de Língua Espanhola: encontros com a
comunidade/1º semestre

A Ação Curricular de Extensão 03 que envolve o Projeto de extensão 02:
Seminário de Língua Espanhola: encontros com a comunidade, cuja área temática é Linguística,
Letras e Artes e linha de extensão é Línguas Estrangeiras, visa consolidar a reflexão sobre os

saberes adquiridos até esta etapa do curso, em diálogo com a comunidade interna da
UFAL e alunos/as de escolas públicas de ensino, que vivenciam a universidade por
meio dos projetos Casas de Cultura no Campus – Língua Espanhola (CCC) e Casa de
Cultura Latino Americana (CCLA), ambos vinculados ao Programa Casas de Cultura.
Pretende-se integrá-los às discussões sobre a profissão docente e aos conhecimentos
adquiridos em língua espanhola, em diálogos com os estudantes do curso. O projeto será
desenvolvido sob a coordenação de um/uma professor/a do Curso de Letras Espanhol,
quem registrará o projeto no sistema e realizará a avaliação ao finalizar a ACE 03.

Tabela 8: ACE 03
Componente curricular: ACE 03/Projeto de extensão 02: Seminário de Língua Espanhola: encontros
com a comunidade /1º semestre.
Sexto
Período letivo de oferta:
Teórica: 18
Prática: 36
Distribuição de carga horária:
Realização do Seminário de Língua Espanhola: encontros
Ementa:
com a comunidade, o qual visa promover e socializar as
experiências desenvolvidas e os conhecimentos adquiridos
nas disciplinas de Língua Espanhola junto à comunidade
interna e externa da UFAL, consolidando o conhecimento

33

Público-alvo:
Objetivos:

Metodologia:

Indicadores/instrumentos de aval. e
acompanhamento da ACE.

Bibliografia Básica:

Bibliografia Compl.:

adquirido no referido estágio do curso.
Discentes da UFAL e alunos/as de escolas públicas de ensino
vinculados ao Programa Casas de Cultura.
Geral: Consolidar, por meio do seminário, os conhecimentos
adquiridos até a etapa em que o discente se encontra no curso
e dialogá-los com a comunidade interna e externa da UFAL.
Específicos:
- Propiciar discussões sobre os saberes adquiridos nas
disciplinas de Língua Espanhola, em consonância com a
aprendizagem dos alunos do projeto CCC e CCLA;
- Socializar as reflexões e experiências desenvolvidas por
cada discente, expondo-as junto à comunidade externa;
- Refletir sobre o ensino e a aprendizagem de línguas
estrangeiras, junto à comunidade local;
- Aperfeiçoar o uso e manejo da língua-meta, o espanhol.
O projeto de extensão proposto ocorrerá no sexto período do
Curso de Letras Espanhol, com a carga horária de 54 horas.
Esta ação está relacionada à disciplina de Língua Espanhola
4. A proposta de ação contemplará momentos de discussão
junto à comunidade que participa do Projeto CCC e CCLA.
A avaliação será contínua e processual, no decorrer de todo o
projeto, culminando com a avaliação de um ensaio escrito
sobre o tema abordado no Seminário. O/A coordenador/a da
ACE será o responsável em registrar a avaliação ao finalizar o
projeto.
CURSO de español. [São Paulo]: Barsa Planeta, 2002. 9 v. +
10 CD + 3 DVD. (L1)[806.0=60 C977] Q:89
MASIP, Vicente. Gramática española para
brasileños: fonología y fonética, ortografía,
morfosintaxis. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. [806.0-5
M397g] Q: 8
PRISCILA CARMO MOREIRA ENGELMANN. Língua
estrangeira moderna: espanhol. [E-book]
ARAGONÉS, Luis; PALENCIA, Ramón. Gramática de uso
del español: teoría y práctica, con solucionario: A1-B2.
Nueva ed. Madrid: SM, 2006. [801.5=60 801 A659g] Q: 3
GONZALEZ HERMOSO, A. Conjugar es fácil en español
de España y de América. 2. ed. Madrid: Edelsa, 1997.
[01.552=60 G643c 2.ed] Q: 2
MIOTO, Carlos; Silva, Maria Cristina Fugueredo; Lopes,
Ruth. Novo manual de sintaxe. [E-book]
SARMIENTO, Ramón; SÁNCHEZ, Aquilino. Gramática
básica del español: norma y uso. 13. ed. Madri: Sociedad
General Española de Librería,2006. 336 p. [806.0-5 S246g]
Q:2
TADDEI BRINGAS, Jorge Luis. Cómo avanzar hacia la
sustentabilidad en las instituciones de educación
superior; sistema de gestión para la sustentabilidad en
universidades(SGSU). Mexico, DF: Jorale editores, 2011..
181 p. [658:504=60 T121c] Q:1

34
ACE 04/Projeto de extensão 02: Seminário de Língua Espanhola: encontros com a
comunidade/ 2º semestre

A Ação Curricular de Extensão 04 que envolve o Projeto de extensão 02:
Seminário de Língua Espanhola: encontros com a comunidade, cuja área temática é
Linguística, Letras e Artes e linha de extensão é Línguas Estrangeiras, visa consolidar,
em uma segunda etapa do projeto de extensão 02, a reflexão sobre os saberes adquiridos
até esta etapa do curso, em diálogo com a comunidade interna da UFAL e alunos/as de
escolas públicas de ensino, que vivenciam a universidade por meio dos projetos Casas
de Cultura no Campus (CCC) e Casas de Cultura Latino Americana (CCLA), ambos
vinculados ao Programa Casas de Cultura. Pretende-se integrá-los às discussões sobre a
profissão docente e aos conhecimentos adquiridos em língua espanhola, em diálogos
com os estudantes do curso. O projeto será desenvolvido sob a coordenação de um/uma
professora do Curso de Letras Espanhol, quem registrará o projeto no sistema e realizará
a avaliação ao finalizar a ACE 04.

Tabela 9: ACE 04
Componente curricular: ACE 04/Projeto de extensão 02: Seminário de Língua Espanhola: encontros
com a comunidade /2º semestre.
Sétimo
Período letivo de oferta:
Teórica: 18
Prática: 36
Distribuição de carga horária:
Realização do Seminário de Língua Espanhola: encontros
Ementa:
com a comunidade, visando promover e socializar as
experiências desenvolvidas e os conhecimentos adquiridos
nas disciplinas de Língua Espanhola junto à comunidade
interna e externa da UFAL, consolidando o conhecimento
adquirido no referido estágio do curso.
Discentes da UFAL e alunos/as de escolas públicas de ensino
Público-alvo:
vinculados ao Programa Casas de Cultura.
Geral: Dar prosseguimento à consolidação dos
Objetivos:
conhecimentos adquiridos até a etapa em que o discente se
encontra no curso e dialoga-los com a comunidade interna e
externa da UFAL.
Específicos:
- Aprofundar as discussões sobre os saberes adquiridos nas
disciplinas “Desenvolvimento da habilidade oral na escola
para a comunicação em diferentes contextos”, em
consonância com a aprendizagem dos alunos do projeto CCC
e CCLA;
- Socializar as reflexões e experiências desenvolvidas por
cada discente, expondo-as junto à comunidade externa;
- Refletir sobre o ensino e a aprendizagem de línguas
estrangeiras, junto à comunidade local;
- Aperfeiçoar o uso e manejo da língua-meta, o espanhol.

35
Metodologia:

Indicadores/instrumentos de aval. e
acompanhamento da ACE.

Bibliografia Básica:

Bibliografia Compl.:

O projeto de extensão proposto ocorrerá no sétimo período do
Curso de Letras Espanhol, com a carga horária de 54 horas.
Esta ação está relacionada às disciplinas de Língua
Espanhola. A proposta de ação contemplará momentos de
discussão junto à comunidade que participa do Projeto CCC e
CCLA.
A avaliação será contínua e processual, no decorrer de todo o
projeto, culminando com a avaliação de um ensaio escrito
sobre o tema abordado no Seminário. O/A coordenador/a da
ACE será o responsável em registrar a avaliação ao finalizar
o projeto.
DUARTE, Cristina Aparecida. Diferencias de usos
gramaticales entre español/portugués. 2. ed. Madrid:
Edinumen, c2005. 102 p. (Temas de español: gramática
contrastiva) [806.0 D812d] Q:5
FERNÁNDEZ, Cinto Jesús. Actos de habla de la lengua
española. Entre la oración y el discurso. morfología. Madrid:
Edelsa, 1991. [806.0=60 F363a] Q:6
REVITALIZAÇÃO de língua indígena e educação escolar
indígena inclusiva. Porto Seguro (BA): Empresa Gráfica da
Bahia, 2014. 232 p. [37.018.2(=1-82) R454] Q:7
HERNÁNDEZ MERCEDES, Maria Pilar. Tiempo para
practicar el indicativo y el subjuntivo. Madrid: EDELSA,
2006. 168 p. : ISBN 9788477115373 : (Broch.) [806.0-07=60
H557t] Q:4
MARIA LIGIA PRADO, Gabriela Pellegrino. História da
América Latina. Contexto [E-book]
MASIP, Vicente. Gramática histórica portuguesa e
espanhola: um estudo sintético e contrastivo. São Paulo:
EPU, 2003. [801.5 M397g] Q: 2
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Diccionario de la lengua
española. Madrid: Espasa Calpe, 2008. [R 038:806.0 D545]
Q:2
RODRÍGUEZ, María. Leer en español: ejercicios de
comprensión lectora. 2. ed. Madrid: Sociedad General
Española de Librería, 2006. [806.0:373=60 R696l] Q:4

ACE 05/Produto: Material didático em Língua Espanhola

A Ação Curricular de Extensão 05 que envolve o Produto: Material didático em
Língua Espanhola, cuja área temática é Linguística, Letras e Cultura e linha de extensão é
Línguas Estrangeiras, visa a formar os alunos do Curso de Letras Espanhol para a criação

de materiais didáticos diversificados no idioma (hotelaria, turismo, negócios, cursos
livres e educação básica, entre outros).
Organizacionalmente, esta ACE ocorrerá no oitavo período do Curso de Letras
Espanhol, com a carga horária de 109 horas. A proposta de ação contemplará momentos
de leitura e discussão teórica, assim como atividades práticas, uma vez que se propõe a
elaborar atividades e materiais didáticos de língua espanhola, bem como aplicá-los em

36
diferentes situações de ensino-aprendizagem do idioma.
O público alvo são os participantes dos projetos Casa de Cultura no Campus –
Língua Espanhola e Casa de Cultura Latino Americana, vinculados ao programa de
Extensão Casas de Cultura, que envolve discentes da UFAL e alunos de escolas
públicas de ensino. O projeto será desenvolvido sob a coordenação de um/uma
professor/a do Curso de Letras Espanhol, quem registrará o projeto no sistema e
realizará a avaliação ao finalizar a ACE 05.

Tabela 10: ACE 05
Componente curricular: ACE 05/Produto: Material didático em Língua Espanhola
Nono
Período letivo de oferta:
Prática: 55
Distribuição de carga horária: Teórica: 54
Elaboração de materiais didáticos em língua espanhola para
Ementa:
a educação básica e para fins específicos (serviços de
hotelaria, turismo e espanhol para negócios), considerando
os critérios de autenticidade dos textos, criatividade e
dinamicidade das atividades propostas.
Alunos de Graduação do Curso de Letras Espanhol e alunos
Público-alvo:
da comunidade matriculados na CCC – Língua Espanhola e
CCLA.
Geral: Formar os alunos do curso de Letras Espanhol para
Objetivos:
análise e elaboração de materiais didáticos diversificados
para diferentes contextos educacionais (escolas, cursos
livres de idiomas, turismo, hotelaria e negócios).
Objetivos específicos:
- Propiciar leituras e discussões teóricas relacionadas à
análise e produção de materiais didáticos de língua
espanhola, voltadas para a formação crítica, reflexiva e
discursiva do aluno.
- Produzir materiais didáticos para diferentes contextos de
uso da língua espanhola considerando sua dimensão
comunicativa e discursiva pautadas em seu caráter
espontâneo.
- Aplicar as atividades propostas em cursos de língua
espanhola, escolas de educação básica e empresas.
- Avaliar os materiais elaborados e aplicados em contextos
reais considerando os seguintes critérios: motivação e
participação do aluno, aprendizagem do idioma, uso em
contextos reais, entre outros.
- Publicar os gêneros textuais produzidos pelos alunos da
comunidade participantes da ACE 05 em murais da
Universidade, Blogs e plataformas de publicação online de
textos escritos (Scribe, Kindle Direct Publishing, Bookess,
entre outros)
A ação de extensão proposta ocorrerá no nono período do
Metodologia:
Curso de Letras Espanhol. A proposta de ação contemplará
momentos de leitura e discussão teórica, assim como
atividades práticas, uma vez que se propõe a elaborar
atividades e materiais didáticos de língua espanhola, bem

37

Indicadores/instrumentos de
aval. e acompanhamento da
ACE.

Bibliografia Básica:

Bibliografia Compl.:

como aplica-los em diferentes situações de ensinoaprendizagem do idioma.
Os produtos elaborados a partir da ação de extensão
proposta serão avaliados nos seguintes aspectos:
1- Atividades criadas e propostas pelos materiais didáticos
(leitura, compreensão de textos, produção escrita, atividades
comunicativas e auditivas) em consonância com as teorias
que respaldam o processo de ensino-aprendizagem de
línguas, dentro de uma perspectiva mais crítica e discursiva.
2- Divulgação do trabalho relacionado ao processo de
elaboração dos materiais didáticos em eventos científicos
(simpósios, encontros de línguas estrangerias, congressos,
seminários, entre outros).
3- Publicação de propostas de diferentes atividades voltadas
para o trabalho com a leitura, compreensão leitora, produção
oral, auditiva e escrita em língua espanhola, assim como
jogos, dinâmicas e projetos interdisciplinares em diferentes
ambientes virtuais (Blogs, instagram, facebook, entre
outros).
DIAZ Y GARCÍA-TALAVERA, Miguel. Dicionário
Santillana para estudantes : espanhol/português ,
português /espanhol. 4. ed. São Paulo: Santillana, 2014 [R
811.134.2(038) D542d] Q:2
FERNANDES, Alessandra Coutinho. Compreensão e
produção de textos em língua materna e língua
estrangeira. Editora Intersaberes 184 [E-book]
RUBIO, Braulio Alexandre B.; VILELA, Antonio Carlos.
Espanhol para governança hoteleira. São Paulo: SENAC
São Paulo, 2012. [811.134.2 R896e] Q:3
HENARES. Señas: diccionario para la enseñanza de la
lengua española para brasileiros. São Paulo: Nobel, 2006.
[03=03.60=690 S474] Q:1
HERNÁNDEZ MERCEDES, Maria Pilar. Tiempo para
practicar el indicativo y el subjuntivo. Madrid: EDELSA,
2006. [806.0-07=60 H557t] Q:4
MARIA LIGIA PRADO, Gabriela Pellegrino. História da
América Latina. Contexto [E-book]
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Diccionario de la
lengua española. Madrid: Espasa Calpe, 2008. [R
038:806.0 D545] Q:2
ZIPMAN, Susana. Espanhol fluente em 30 lições:
vocabulário, gramática aplicada, diálogos e exercícios
práticos para você reativar a fluência de uma forma
progressiva e dinâmica. Barueri, SP: Disal, c2014.
[811.134.2 Z78e] Q:3

38
Tabela 11: Atividades Curriculares de Extensão
Atividades Curriculares de Extensão – ACE
Programa de Extensão Curricularizada: Programa Casa de Cultura
/ Programa Línguas Estrangeiras no Interior
ACE 01: Projeto de Extensão01/1º semestre - Encuentros
culturales: interpretações e ressonâncias
ACE 02: Projeto de Extensão01/2º semestre - Encuentros
culturales: interpretações e ressonâncias
ACE 03: Projeto de Extensão02/1º semestre - Seminário Discente
de Língua Espanhola
ACE 04: Projeto de Extensão02/2º semestre - Seminário Discente
de Língua Espanhola
ACE 05: Produto - Material didático em Língua Espanhola
TOTAL

Período
letivo

Carga
horária

4º

54 horas

5º

54 horas

6º

54 horas

7º

54 horas

9º

109 horas
325 horas

e) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

O TCC segue a Resolução n. 001/2017 de 31 de maio de 2017 da Faculdade de
Letras que estabelece normas para a elaboração. Além da integralização em
aulas/atividades previstas para o Curso de Língua Espanhola, é ainda condição para a
finalização do curso a apresentação de um Trabalho de Conclusão de Curso. O TCC
corresponde a 45 horas, que serão integralizadas na carga-horária total do curso.

Tabela 12: Trabalho de Conclusão de Curso
Trabalho
TCC

Carga horária
45 horas

4.1.5.2 Núcleo de Aprofundamento e Diversificação

Este núcleo compõe-se das disciplinas relacionadas com a dimensão pedagógica,
cujo objetivo é definir mais especificamente a atuação do professor. Este componente se
articula aos outros, numa correlação entre teoria e prática, ou seja, em um movimento
contínuo entre saber e fazer na busca de significados na gestão e solução de situações
próprias do ambiente da educação escolar.
O Curso de Letras Espanhol segue a Resolução Nº 06/2018 CONSUNI/UFAL,
de 19 de fevereiro de 2018)2, que define os componentes curriculares dos Cursos de
2

Em consonância com o que reza na legislação vigente: Lei n° 9394/1996, que estabelece a Lei

39
Graduação de Formação de Professores para a Educação Básica na UFAL, e a dimensão
pedagógica atende a porcentagem mínima da quinta parte da carga horária total do
Curso.

Tabela 13: Núcleo de aprofundamento e diversificação
Disciplinas obrigatórias

Carga horária

Profissão Docente

54 horas

Política e Organização da Educação Básica no Brasil

72 horas

Linguística Aplicada

72 horas

Desenvolvimento e Aprendizagem

72 horas

Didática

72 horas

Gestão da Educação e do Trabalho Escolar

72 horas

Fundamentos de Língua Brasileira de Sinais - Libras

72 horas

Didática do ensino de língua espanhola

90 horas

Pesquisas teóricas e aplicadas em letras e linguística

72 horas

Total

648 horas

4.1.5.3 Núcleo de estudos integradores

Este núcleo compõe-se das Atividades acadêmico-científico-culturais (AACC),
cujo objetivo visa atender outras exigências de um curso que almeja formar
profissionais de ensino. Incluem-se aí atividades de caráter científico, cultural e
acadêmico, que, articuladas ao processo formativo do professor, possam enriquecer essa
formação. São previstas 200 horas de atividades (seminários, participação em eventos
científicos, monitorias, iniciação à pesquisa, projetos de ensino, estudos afins etc.), que
podem ser oferecidas pelo próprio curso, por qualquer outro setor acadêmico da UFAL,

de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB); Resolução CNE/CP n° 02/2015, que institui as
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial e Continuado dos Profissionais do Magistério
da Educação Básicas, as Diretrizes Curriculares Nacionais de cada curso; Lei n° 13005/2014 que
estabelece o Plano Nacional de Educação Le i n° 9795/1999, que de fine a Política Nacional de Educação
Ambiental; Lei nº 10436/2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais; Lei n° 11645/2008, que
instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino
de História e Cultura Afro Brasileira e Indígena Resolução n° 01/2012 CNE que estabelece Diretrizes
Nacionais para a Educação em Direitos Humanos.

40
ou ainda, por qualquer outra instituição de ensino superior reconhecida no país.

4.1.5.4 Práticas como Componentes Curriculares em Letras Espanhol

As Práticas como componentes curriculares (PCC) envolvem atividades de
pesquisa e extensão, voltadas para o ensino de Espanhol. Além disso, essas atividades
devem estimular uma consciência reflexiva individual e altruísta, visando à autonomia
intelectual e profissional do futuro professor, com o objetivo de oportunizar a
articulação entre a teoria e a prática desde o início dos cursos. Para isso, a Resolução
CNE/CP Nº. 02 de 19 de fevereiro de 2002 prevê um mínimo de 400 (quatrocentas)
horas a serem desenvolvidas ao longo do curso.
O Projeto Pedagógico do Curso de Letras Espanhol, oferece as seguintes
Práticas como Componentes Curriculares (PCC):

Tabela 14: Práticas como Componentes Curriculares
Disciplinas
PCC 1: Compreensão e produção escrita em língua espanhola 1
PCC 2: Compreensão e produção escrita em língua espanhola 2
PCC 3: Compreensão e produção oral em língua espanhola 1
PCC 4: Compreensão e produção oral em língua espanhola 2
PCC 5: Desenvolvimento da competência sociocultural em
língua espanhola
Total

Carga horária
80 horas
80 horas
80 horas
80 horas
80 horas
400 horas

4.1.5.5 Estágio Supervisionado de Língua Espanhola

O Parecer CNE/CP 28/2001, ao estabelecer a duração e a carga horária dos
cursos de Licenciatura define que “o estágio curricular supervisionado deverá ser um
componente obrigatório da organização curricular das licenciaturas, sendo uma
atividade intrinsecamente articulada com a prática e com as atividades de trabalho
acadêmico” (p.11). O mesmo parecer estabelece um tempo mínimo legal para o estágio
de 400 horas.

41
Tabela 15: Estágio Supervisionado de Língua Espanhola
Disciplinas
Estágio Supervisionado de Língua Espanhola 1
Estágio Supervisionado de Língua Espanhola 2
Estágio Supervisionado de Língua Espanhola 3
Estágio Supervisionado de Língua Espanhola 4
Total

Carga horária
90 horas
90 horas
90 horas
130 horas
400 horas

O Estágio previsto no Curso de Letras Espanhol está em consonância com a
RESOLUÇÃO Nº 004/2012 - FALE, de 15 de maio de 2012 (em anexo a este PPC) que
estabelece normas de realização, organização e estruturação do estágio, além de
atribuições dos envolvidos no processo e avaliação. Ademais, no documento também
consta: carta de apresentação, carta de recebimento do relatório e carta de aceite.
O principal objetivo do estágio é que o aluno adquira experiência prática na sua
área de formação. A partir do quinto semestre, o aluno começa a realizar atividades de
estágio supervisionado, as quais se estendem até o último semestre. O curso de Letras
objetiva formar um profissional atuante, crítico, capaz de transitar pelas esferas do
saber, aliando conhecimento, valores socioculturais e necessidades individuais dos
alunos. Essa formação só pode ser atingida através de uma prática que viabilize um real
contato entre estágio e instituições educacionais. É no seu local de estágio que o aluno
poderá entender a significação da escola e o laço que esta possui com sua comunidade,
percebendo como deve ajustar o conteúdo curricular adquirido no Ensino Superior à
sala de aula do Ensino Fundamental ou Médio.
Para o estabelecimento desse contato entre as ações do Estágio Supervisionado
e as Instituições Educacionais, o curso de Letras deve manter interação sistemática com
escolas de ensino fundamental e médio, “tomando-as como referência para estudo,
observação e intervenção” (BRASIL, 1999, p. 124).
O Estágio Supervisionado no curso de Letras Espanhol envolve quatro
momentos: prática inicial, prática intermediária, processos pedagógicos e prática
docente, definidas a seguir:

1.

A prática inicial envolve observação em sala de aula de Língua Espanhola e de
Literatura, em escolas regulares (públicas e privadas). Essas observações
envolvem também o uso de recursos tecnológicos como o uso de áudios e vídeos
educacionais, para a reflexão sobre a prática. Nesse momento, os alunos podem

42
também planejar, acompanhar ou desenvolver pequenos projetos temáticos
(sondagem e avaliação de escrita; jogos de linguagem; processo de produção
textual; audição e leitura de um determinado gênero textual, entre outros).
2. A prática intermediária envolve, além da observação, a pesquisa educacional e a
co-participação em sala de aula.
3. A participação em processos pedagógicos envolve além da observação e da
pesquisa educacional, uma participação mais efetiva (como atendimento a
grupos de alunos que estejam em dificuldade ou atendimento na biblioteca etc.)
ou regência, em sala de aula das séries finais do ensino fundamental.
4. A prática docente envolve observação, co-participação e docência com, ao
menos, uma aula supervisionada e avaliada por professor regente de turma da
escola escolhida para estágio a partir de documento de avaliação.

Essas quatro etapas, diretamente relacionadas a cada semestre letivo da carga
horária do estágio, não precisam acontecer de forma isolada ou estanque. A reflexão
sobre a prática pode surgir tanto da observação de uma atividade registrada em vídeo
quanto da observação/participação direta na sala de aula. Desse modo, todas as
atividades do estágio devem estar diretamente articuladas com a prática e todas as
atividades desenvolvidas ao longo do estágio devem ser relatadas em um Relatório
Final, do qual devem constar:

1. Apresentação: Situar a disciplina e a discussão teórica de base, de acordo com o
tema selecionado e desenvolvido. Ex: Produção escrita – Ortografia Dificuldades da aprendizagem em LE - Avaliação em leitura etc.; local de
realização do estágio, objetivos previamente traçados; como a proposta foi
elaborada, dificuldades encontradas no início do estágio e como foi possível
seguir o planejamento, etapas da atividade programada e as adaptações que
foram feitas.

2. Caracterização da escola - Dados Gerais:
a

Identificação da Escola – Campo de estágio (nome completo da escola;
localização; níveis e modalidades de ensino; turnos de funcionamento)

b

Instalações da Escola (Infraestrutura e recursos materiais: Biblioteca-

43
dimensões, acervo, capacidade, uso, tipo de atendimento; Sala de informática e
recursos tecnológicos; distribuição dos espaços e serviços de apoio)
c

Organização

do

trabalho

escolar

(Calendário

escolar;

Horários

de

funcionamento; Índices de evasão e repetência)
d

Prática Sócio-Político-Pedagógica - Identificar a existência de projetos e/ou
programas em desenvolvimento; Planejamento: como é feito, quem participa;
Entrevista com representantes da direção, coordenadores, professores.

3. Diário de Campo - Descrição e reflexão sobre o trabalho desenvolvido –
observação ou regência - registrando os conteúdos abordados, as metodologias,
as estratégias adotadas, avaliações empregadas, as datas de realização e os tipos
de atividades observadas e/ou desenvolvidas.

4. Análise de dados e produtos de aprendizagem -. Nessa parte do relatório, cada
aluno desenvolve a análise de um produto, resultado do trabalho desenvolvido
na Escola: versões de textos, manuscritos, comparação de atividades etc., tendo
como base teórica os conceitos discutidos na disciplina e no curso.

5. Comentários finais: O aluno pode abordar questões, tais como a importância do
estágio para a formação; dificuldades encontradas e como elas foram superadas;
e sugestões para a melhoria do ensino e da aprendizagem naquele contexto do
estágio.
6. Referências: Autores citados no relatório e nas notas de rodapé.
7. Anexos: Material didático usado pelo professor; produção dos alunos durante as
aulas ou atividades do período de estágio; registro fotográfico, entre outros
materiais ou documentos.

O estágio poderá ser interrompido se houver trancamento de matrícula;
mudança de curso; se o aluno deixar de frequentar o curso regularmente e conclusão de
curso. O aluno estagiará na área de Educação totalizando 400 horas.
O aproveitamento de até 50% das 400 horas de estágio curricular
supervisionado, conforme a resolução nº CNE/CP Nº 2, de 19 de fevereiro de 2002

44
(DOU 04/03/02), artigo 1º, inciso IV. Parágrafo único, dar-se-á para os alunos que
exerçam ou exerceram atividade docente regular na educação básica, quando:

a) tenham sido efetuadas em escolas autorizadas;
b) apresentem declaração comprobatória.
c) não estarem ligadas a áreas diferentes das áreas de atuação do curso.

O aproveitamento das horas de estágio curricular supervisionado será aprovado
pelo Colegiado de Curso, ouvidos os professores envolvidos e o Coordenador de Curso.
As demais condições e prerrogativas para o estágio curricular obrigatório e
não-obrigatório seguem a resolução Nº 71/2006-CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro
de 2006, que disciplina os estágios curriculares dos cursos de graduação da UFAL.

4.1.6 Matriz curricular
Tabela 16: Matriz curricular Letras Espanhol vespertino

Componentes curriculares

1º
Período

Carga Horária (horas)
Prática
Extensão
Total

Semanal

Teórica

LÍNGUA ESPANHOLA 1

4

36

36

72

TEORIA DA LITERATURA 1
TEORIA LINGUÍSTICA 1
PROFISSÃO DOCENTE
PCC 1: COMPREENSÃO E
PRODUÇÃO ESCRITA EM
LÍNGUA ESPANHOLA 1

4
4
3

36
36
27
36

36
36
27
44

72
72
54
80

Total
período

350
2º
Período

LÍNGUA ESPANHOLA 2
LEITURA E PRODUÇÃO DE
TEXTOS EM LÍNGUA
PORTUGUESA
TEORIA DA LITERATURA 2
TEORIA LINGUÍSTICA 2
POL. E ORG. DA EDUC. BAS.
NO BRASIL

4
4

36
36

36
36

72
72

4
4
4

36
36
36

36
36
36

72
72
72
360

3º
Período

LÍNGUA ESPANHOLA 3
LÍNGUA LATINA
LINGUÍSTICA APLICADA
DESENVOLVIMENTO E
APRENDIZAGEM
DIDÁTICA

4
4
4
4

36
36
36
36

36
36
36
36

72
72
72
72

4

36

36

72
360

4º
Período

LÍNGUA ESPANHOLA 4
LNGUÍSTICA 1: FONÉTICA E
FONOLOGIA DA LÍNGUA
ESÁNHOLA
GESTÃO DA EDUCAÇÃO E DO
TRABALHO ESCOLAR
PCC 2: COMPREENSÃO E

4
4

36
36

36
36

72
72

4

36

36

72

4

36

44

80

Total
curso

45
PRODUÇÃO ESCRITA EM
LÍNGUA ESPANHOLA 2
ACE 01(PROJEXC 01/1 SEM)

54

54
350

5º
Período

6º
Período

LINGUÍSTICA 2:
MORFOSSINTAXE DA LÍNGUA
ESPANHOLA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
DE LÍNGUA ESPANHOLA 1
FUNDAMENTOS DE LÍNGUA
BRASILEIRA DE SINAIS
PCC 3: COMPREENSÃO E
PRODUÇÃO ORAL EM LÍNGUA
ESPANHOLA 1
ACE 02(PROJEXC 01/2 SEM)

4

36

36

72

4

36

54

90

4

36

36

72

4

36

44

80

LINGUÍSTICA 3: SEMÂNTICA E
PRAGMÁTICA DA LÍNGUA
ESPANHOLA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
DE LÍNGUA ESPANHOLA 2
DIDÁTICA DO ENSINO DE
LÍNGUA ESPANHOLA
PESQUISAS TEÓRICAS E
APLICADAS EM LETRAS E
LINGUÍSTICA
ACE 03(PROJEXC 02/1 SEM)

4

36

36

72

4

36

54

90

4

36

36

90

4

36

36

72

54

54

54

368

54
378

7º
Período

LITERATURA DE LÍNGUA
ESPANHOLA 1
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
DE LÍNGUA ESPANHOLA 3
PCC 4: COMPREENSÃO E
PRODUÇÃO ORAL EM LÍNGUA
ESPANHOLA 2
ACE 04(PROJEXC 02/2 SEM)

4

36

36

72

4

36

54

90

4

36

44

80

54

54
296

8º
Período

LITERATURA DE LÍNGUA
ESPANHOLA 2
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
DE LÍNGUA ESPANHOLA 4
ELETIVA

4

36

36

72

4

36

94

130

4

36

36

72

LITERATURA DE LÍNGUA
ESPANHOLA 3
PCC 5: DESENVOLVIMENTO
DA COMPETÊNCIA
SOCIOCULTURAL EM LÍNGUA
ESPANHOLA
ACE 05(PROD)

4

36

36

72

4

36

44

80

274
9º
Período

109

109
361

TCC
AACC

TOTAL

45
200

3242

46
Tabela 17: Matriz curricular Letras Espanhol noturno

Componentes curriculares

1º
Período

Carga Horária (horas)
Prática
Extensão
Total

Semanal

Teórica

LÍNGUA ESPANHOLA 1

4

36

36

72

TEORIA DA LITERATURA 1
TEORIA LINGUÍSTICA 1
PROFISSÃO DOCENTE
PCC 1: COMPREENSÃO E
PRODUÇÃO ESCRITA EM
LÍNGUA ESPANHOLA 1

4
4
3

36
36
27
36

36
36
27
44

72
72
54
80

Total
período

350
2º
Período

LÍNGUA ESPANHOLA 2
LEITURA E PRODUÇÃO DE
TEXTOS EM LÍNGUA
PORTUGUESA
TEORIA DA LITERATURA 2
TEORIA LINGUÍSTICA 2
POL. E ORG. DA EDUC. BAS.
NO BRASIL

4
4

36
36

36
36

72
72

4
4
4

36
36
36

36
36
36

72
72
72
360

3º
Período

LÍNGUA ESPANHOLA 3
LÍNGUA LATINA
LINGUÍSTICA APLICADA
DESENVOLVIMENTO E
APRENDIZAGEM
DIDÁTICA

4
4
4
4

36
36
36
36

36
36
36
36

72
72
72
72

4

36

36

72
360

4º
Período

LÍNGUA ESPANHOLA 4
LNGUÍSTICA 1: FONÉTICA E
FONOLOGIA DA LÍNGUA
ESÁNHOLA
GESTÃO DA EDUCAÇÃO E DO
TRABALHO ESCOLAR
PCC 2: COMPREENSÃO E
PRODUÇÃO ESCRITA EM
LÍNGUA ESPANHOLA 2
ACE 01(PROJEXC 01/1 SEM)

4
4

36
36

36
36

72
72

4

36

36

72

4

36

44

80

54

54
350

5º
Período

6º
Período

LINGUÍSTICA 2:
MORFOSSINTAXE DA LÍNGUA
ESPANHOLA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
DE LÍNGUA ESPANHOLA 1
FUNDAMENTOS DE LÍNGUA
BRASILEIRA DE SINAIS
PCC 3: COMPREENSÃO E
PRODUÇÃO ORAL EM LÍNGUA
ESPANHOLA 1
ACE 02(PROJEXC 01/2 SEM)

4

36

36

72

4

36

54

90

4

36

36

72

4

36

44

80

LINGUÍSTICA 3: SEMÂNTICA E
PRAGMÁTICA DA LÍNGUA
ESPANHOLA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
DE LÍNGUA ESPANHOLA 2
DIDÁTICA DO ENSINO DE
LÍNGUA ESPANHOLA
PESQUISAS TEÓRICAS E
APLICADAS EM LETRAS E
LINGUÍSTICA
ACE 03(PROJEXC 02/1 SEM)

4

36

36

72

4

36

54

90

4

36

36

90

4

36

36

72

54

54

54

368

54
378

7º
Período

LITERATURA DE LÍNGUA
ESPANHOLA 1

4

36

36

72

Total
curso

47
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
DE LÍNGUA ESPANHOLA 3
PCC 4: COMPREENSÃO E
PRODUÇÃO ORAL EM LÍNGUA
ESPANHOLA 2
ACE 04(PROJEXC 02/2 SEM)

4

36

54

90

4

36

44

80

54

54
296

8º
Período

LITERATURA DE LÍNGUA
ESPANHOLA 2
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
DE LÍNGUA ESPANHOLA 4
ELETIVA

4

36

36

72

4

36

94

130

4

36

36

72

LITERATURA DE LÍNGUA
ESPANHOLA 3
PCC 5: DESENVOLVIMENTO
DA COMPETÊNCIA
SOCIOCULTURAL EM LÍNGUA
ESPANHOLA
ACE 05(PROD)

4

36

36

72

4

36

44

80

274
9º
Período

109

109
361

TCC
AACC

45
200

TOTAL

3242

A tabela abaixo apresenta a carga horária por componente curricular.

Tabela 18: Distribuição da carga horária por componente curricular
COMPONENTES
Núcleo básico
Núcleo de formação de
conhecimento sobre a língua
espanhola e suas literaturas
I - NÚCLEO FORMAÇÃO
Disciplinas eletivas
GERAL
Atividades curriculares de
extensão (ACE)
Trabalho de conclusão de
curso (TCC)
II - NÚCLEO DE APROFUNDAMENTO E DIVERSIFICAÇÃO
III - NÚCLEO DE ESTUDOS INTEGRADORES
PRÁTICAS COMO COMPONENTE CURRICULAR (PCC)
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
TOTAL

CARGA HORÁRIA
432
720

72
325

1594

45
648
200
400
400
3.242

48
4.1.6.1 Ementas das Disciplinas do Curso
PRIMEIRO PERIODO
Disciplina:

LÍNGUA ESPANHOLA 1

Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

Disciplina:

Carga horária:

72h

Introdução às habilidades oral, auditiva, leitora e escrita em Língua Espanhola, em
diferentes situações comunicativas. Desenvolvimento da competência comunicativa em
nível básico, por meio do estudo de estruturas e uso da língua, bem como dos aspectos
socioculturais de países de Língua Espanhola. Produção de textos orais e escritos, coesos
e coerentes, em diferentes gêneros textuais: diálogos rotineiros, bilhetes, cartas, e-mails,
currículo, propagandas, horóscopo, entre outros. Tema Transversal: Educação
Ambiental: A Amazônia e os países que a compõe: o desenvolvimento sustentável e a
cultura Latino-americana.
Referências básicas
CURSO de español. [São Paulo]: Barsa Planeta, 2002. 9 v. + 10 CD + 3 DVD.
(L1)[806.0=60 C977] Q:89
MASIP, Vicente. Gramática española para brasileños: fonología y fonética,
ortografía, morfosintaxis. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. [806.0-5 M397g] Q: 8
PRISCILA CARMO MOREIRA ENGELMANN. Língua estrangeira moderna:
espanhol. [E-book]
Referências complementares
ARAGONÉS, Luis; PALENCIA, Ramón. Gramática de uso del español: teoría y
práctica, con solucionario: A1-B2. Nueva ed. Madrid: SM, 2006. [801.5=60 801
A659g] Q: 3
GONZALEZ HERMOSO, A. Conjugar es fácil en español de España y de América.
2. ed. Madrid: Edelsa, 1997. [01.552=60 G643c 2.ed] Q: 2
MIOTO, Carlos; Silva, Maria Cristina Fugueredo; Lopes, Ruth. Novo manual de
sintaxe. [E-book]
SARMIENTO, Ramón; SÁNCHEZ, Aquilino. Gramática básica del español: norma y
uso. 13. ed. Madri: Sociedad General Española de Librería,2006. 336 p. [806.0-5 S246g]
Q:2
TADDEI BRINGAS, Jorge Luis. Cómo avanzar hacia la sustentabilidad en las
instituciones de educación superior; sistema de gestión para la sustentabilidad en
universidades(SGSU). Mexico, DF: Jorale editores, 2011. [658:504=60 T121c] Q:1
TEORIA DA LITERATURA 1
Carga horária:
72h
Reflexão sobre fundamentos da teoria da literatura, natureza e função de seu objeto e
conceituação dos gêneros literários, desde a Antiguidade aos estudos contemporâneos,
com base na análise de textos teórico-críticos.
BÁSICAS
ARISTÓTELES; HORÁCIO; LONGINO. A poética clássica. Trad. de Jaime
Bruna. 7. ed. São Paulo: Cultrix, 2005. [82.09 P745] Q:62
BOSI, Alfredo. Reflexões sobre a arte. São Paulo: Ática, 2004. [7.01 B743r] [E-book]
GONÇALVES, Magaly Trindade; BELLODI, Zina C. Teoria da literatura
“revisitada”. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2005. [82.0 G635t] Q:8
COMPLEMENTARES
AUERBACH, Erich. Introdução aos estudos literários. São Paulo: Cultrix, 197
[84(091)+804 A917i] Q:1
COMPAGNON, Antoine. O demônio da teoria: literatura e senso comum. 2. ed. Belo
Horizonte, MG: UFMG, 2010. [82.01 C736d] Q:5
PLATÃO. A república. Rio de Janeiro: Nova fronteira, 2011. [141.131 P716r] Q:11
SOARES, Angélica. Gêneros literários. São Paulo: Ática, 2007. [82 S652g] Q:37
SOUZA, Roberto Acízelo de. Teoria da literatura. São Paulo: Ática, 2007. [82.0
S729t] Q:30
TEORIA LINGUÍSTICA 1

49
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

Disciplina:
Código:
Ementa

Carga horária:
72h
Panorama geral dos fenômenos da linguagem e suas abordagens, dos estudos tradicionais
à teoria linguística. Pressupostos teórico-metodológicos das correntes teóricas da
Linguística moderna.
Referências básicas
FIORIN, José Luiz (org.). Introdução à Linguística. Contexto 232 [E-book]
LYONS, J. Linguagem e Linguística. Rio de Janeiro: Guanabara, 2016. [801 L991l]
Q:38
SAUSSURE, F. Curso de Linguística Geral. 34 ed., São Paulo: Cultrix, 2012. [801
S259c] Q:59
Referências complementares
FIORIN, José Luiz. Linguística? Que é isso?. São Paulo: Contexto, 2013. [81'1 L755]
MARTELOTTA, M. E. (Org.). Manual de Linguística. Contexto 285. [E-book]
MONTEIRO, Sandra Lopes. Fundamentos teóricos da linguística. Editora Intersaberes
220 [E-book]
ORLANDI, E. Puccinelli. O que é Linguística. São Paulo: Brasiliense, 2009. [800
O71q] Q:1
WEEDWOOD, B. História concisa da Linguística. [trad.] Marcos Bagno. São Paulo:
Parábola Editorial: 2002. [801(091) W394c] Q:28
PROFISSÃO DOCENTE
Carga horária:
54h
Estudo da constituição histórica e da natureza do trabalho docente, articulando o papel do
Estado na formação e profissionalização docente e da escola como lócus e expressão
desse trabalho.
Referências básicas
CHARLOT, Bernard. Relação com o saber, formação dos professores e
globalização: questões para a educação hoje. Porto Alegre: Artmed, 2005. [371.13
C479r] Q:36
ESTRELA, Maria Teresa (Org.) Viver e construir a profissão docente. Porto, Portugal:
Porto, 1997. [371.13 V857] Q:10
STRINGHETTA, Maria do Carmo Teles Ferreira. Ensina-me a aprender: pedagogias
para a sociedade do conhecimento. Editora Intersaberes [E-book]
Referências Complementar
APPLE, Michael W. Trabalho docente e textos. Porto Alegre: ARTMED, 1995.
[37.014.53(73) A648t] Q:2
GONZALEZ ARROYO, M. Ofício de mestre. São Paulo: Vozes, 2007. [371.13 G643o]
Q:37
LESSARD, Claude e TARDIF, Maurice. O trabalho docente. SP: Vozes, 2005. [371.1
T181t] Q:15
REALI, Aline Maria de M. R. e MIZUKAMI, Maria da Graça N. (Org.) Formação de
Professores: Tendências Atuais. São Carlos: EDUFSCAR, 1996. [371.13 F723] Q:13
TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis, RJ: Vozes,
2011. [371.13 T183s] Q:31

PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR 1: COMPREENSÃO E
PRODUÇÃO ESCRITA EM LÍNGUA ESPANHOLA 1
Carga horária:
80h
Prática de leitura e produção de textos descritivos, argumentativos e expositivos em
Língua Espanhola, fundamentada na noção de texto como um processo de encontro de
vários discursos, representações históricas, culturais e contextuais, no âmbito da
educação básica.

50
Referências
Bibliográficas

Referências básicas
MENICONI, Flávia Colen. Escrita em lingua espanhola: é possivel produzir textos nas
fases iniciais do ensino-aprendizagem de um novo idioma? Maceió: Edufal, 2017. 169 p.
ISBN 9788559130713 (broch.). Q: 22
RODRIGUEZ, Maria. Leer en español: ejercicios de comprensión lectora. 2. ed.
Madrid: Sociedad General Española de Libreria, 2006. 110 p. [806.0:373=60 R696l] Q:4
WILSON, Victoria. Leitura, escrita e ensino. Grupo Summus [E-book]
Referências complementares
BARCELOS, Ana Maria Ferreira (org.). Linguística aplicada: reflexões sobre ensino e
aprendizagem de língua materna e língua estrangeira. Campinas, SP: Pontes, 2011.. 328
p. [800:37 L755] Q:10
MARTHE DE CARVAJAL, Norma; MORENO C., Francisco; ESTRADA C., Rebeca;
REBOLLEDO S., Luis Alberto. Cómo elaborar y presentar un trabajo escrito: cómo
escribir bien, teoría y práctica, normas internacionales y del icontec. 5. ed. Colômbia:
Ediciones Uninorte, 2009 [001.8=60 C735] Q:2
MELO, Deywid Wagner de; SANTOS, Maria Francisca Oliveira. Retórica e análise da
Q:4
VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na producao oral e
escrita. 13. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007. [007 V272u] Q:76

SEGUNDO PERIODO
Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

LÍNGUA ESPANHOLA 2
Carga horária:
72h
Aprimoramento das competências e habilidades em língua espanhola em nível
básico, necessárias ao desempenho linguístico-comunicativo satisfatório nos
processos de interação social, por meio do desenvolvimento da compreensão leitora,
expressão escrita, compreensão auditiva, expressão oral e conhecimento
sociocultural das comunidades de língua espanhola, enfatizando gêneros como
diálogos habituais, textos biográficos, textos literários e publicitários.
Temas Transversais: Situação atual das línguas indígenas na América Latina:
classificação, línguas ameaçadas; Línguas indígenas da América Latina:
preservação, revitalização e escrita de línguas indígenas da América Latina.
Dimensão Pedagógica:Importância da descrição de línguas para o ensino da língua
materna, segunda língua e língua estrangeira.
Referências básicas
FANJUL. A .(Org.). Gramática de español paso a paso: con ejercicios. São Paulo:
Moderna, 2011. [806.0-5 G745] Q:10
FUNARI, Pedro Paulo Abreu,; PIÑÓN, Ana. A temática indígena na
escola: subsídios para os professores. São Paulo: Contexto, 2011. [37.015.2 F979t]
Q:25
MARIA LIGIA PRADO, Gabriela Pellegrino. História da América
Latina. Contexto [E-book]
Referências complementares
INSTITUTO CERVANTES. Plan curricular del Instituto Cervantes: niveles de
referencia para el español (A1, A2). 2. ed. Madrid: Biblioteca Nueva, 2008. [806.0-5
I59p] Q:3
REVITALIZAÇÃO de língua indígena e educação escolar indígena inclusiva. Porto
Seguro (BA): Empresa Gráfica da Bahia, 2014. 232 p. [37.018.2(=1-82) R454] Q:7
RODRIGUES, Aryon Dall’Igna; CABRAL, Ana Suelly A. C. (Org.). Novos estudos
sobre línguas indígenas. Brasília: Ed. UnB, 2005. [809.8 N939] Q:10
SÁNDOR, László. Tiempo para practicar los pasados. Madrid: EDELSA, 2004. 93
p. [806.0-07=60 S218t] Q:4
SILVA, Aracy Lopes da; FERREIRA, Mariana K. Leal ((coord.)). Antropologia,
história e educação: a questão indígena e a escola. 2. ed. São Paulo: Global, 2001.
[37.015.2 A636] Q:30

51
Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

Disciplina:
Código:
Ementa

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS EM LÍNGUA PORTUGUESA
Carga horária:
72h
Práticas de leitura e escrita de textos acadêmicos, fundamentadas na perspectiva
sociointeracionista e na análise de gêneros, com vistas a desenvolver habilidades
comunicativas na construção do texto científico nos campos da linguística e da
literatura. Aspectos técnicos do trabalho científico.
Referências básicas
KOCH, Ingedore V. Argumentação e linguagem. São Paulo, Cortez, 2011, p. 111162. [801 K76a AG] Q:26
BARROS, Aidil Jesus da Silveira; Lehfeld, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos
de Metodologia Cienti´fica - 3ª edic¸a~o. Pearson [E-book]
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane & ABREU-TARDELLI, Lília Santos.
Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo, Parábola Editorial, 2008. (Leitura e
produção de textos técnicos e acadêmicos; 3). [001.81 P712] Q:25
Referências complementares
ANDRADE, Maria Lúcia C. V. O. Resenha. São Paulo: Paulistana, 2009. (Coleção
Aprenda a Fazer). [001.8 R433 2004] Q:13
ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Contexto,
2010. [801.73 A636a] Q:17
BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: o que é, como se faz. São Paulo, Loyola,
2010. [001.8:372.8 B147p] Q:25
MOTTA-ROTH, Désirée; HENDGES, Graciela Rabuske. Produção textual na
universidade. São Paulo, Parábola, 2010. [800.852 M921p] Q:22
OLIVEIRA, Jorge Leite. Texto acadêmico: técnicas de redação e de pesquisa
científica. 5. ed. Petrópolis, RJ, Vozes, 2007. p. 93-103. [001.891 O48t] Q:2
TEORIA DA LITERATURA 2
Carga horária:
72h
Estudo das correntes críticas do século XX, tanto as de caráter imanente (Formalismo
Russo, New Criticism) quanto as que relacionam a análise da literatura a fatores externos
(crítica sociológica, psicológica), com base em leituras teórico-críticas e respectivos
suportes literários.
Referências básicas
CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade: estudos de teoria e história literária. 9. ed.
Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul, 2006. [82.01 C217l] Q:33
MARTINS, Maria Helena (Org.). Rumos da crítica. São Paulo: Editora Senac São
Paulo; Itaú Cultural, 2000. [7.072.3 R937] Q:22
SILVA, Pedro Paulo da (Org). Teoria da literatura I. Sa~o Paulo: Pearson, 2014 [Ebook]
COMPLEMENTARES
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. 6. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2006. 387 p. [82.0 E11t 6.ed.] Q:24
LAFETÁ, João Luiz. O mundo à revelia. In: LAFETÁ, João Luiz. A dimensão da noite.
São Paulo: Duas Cidades; Ed. 34, 2004. p. 72-102. [869(81).09 L162d] Q:5
PERRONE-MOISÉS, Leyla. Pastiches críticos. In: PERRONE-MOISÉS, Leyla. Inútil
poesia e outros ensaios breves. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. p. 352-358.
[82-4 P459i] Q:5
SCHWARZ, Roberto. Que horas são?: ensaios. São Paulo: Companhia das Letras,
2002. [869.0(81)-4 S411q] Q:22
SILVA, Vitor Manuel de Aguiar e. Teoria da literatura. Coimbra [Portugal]: Almedina,
2009. [82.0 S586t] Q:20

TEORIA LINGUÍSTICA 2
Carga horária:
72h
Estudo de tendências teóricas linguísticas contemporâneas pós-estruturalistas, que
relacionam os aspectos linguísticos e os sociais, seja através da noção de variação
(Sociolinguística Laboviana), da interação qualitativa (Sociolinguística Interacional), do
enunciado como unidade de análise (Teorias da Enunciação e da Pragmática), do texto

52

Referências
Bibliográficas

Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

como unidade de análise (Linguística textual) e do discurso (as diferentes análises do
discurso)
Referências básicas
BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 2010. [800.1
B168m] Q:39
FIORIN, J. L. Introdução à linguística II: princípios de análise. São Paulo: Contexto.
[E-book]
BRANDÃO, Helena H. Nagamine. Introdução à análise do discurso. Campinas:
Editora da UNICAMP, 2004. [801.54 B817i] Q:35
Referências complementares
BENVENISTE, E. Problemas de linguística geral II. Campinas: Pontes, 1991. [801
B478p] Q:4
LOPES, Edward. Fundamentos da lingüística contemporânea. 17. ed. Cultrix, 2001.
[801 L864f] Q:11
MOLLICA, Maria Cecilia; Braga, Maria Luiza (orgs.). Introdução à Sociolingüística: o
tratamento da variação - 4ª edição. Contexto 204 [E-book]
MUSSALIN, F. e BENTES, A. C. Introdução à linguística: fundamentos
epistemológicos 3. São Paulo: Cortez, 2011. [801 I61] Q:56
TARALLO, Fernando. A pesquisa sociolinguística. São Paulo: Ática, 1999. [81'27
T171p] Q:20
POLÍTICA E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO BRASIL
Carga horária:
72h
Estudo das politicas e da organização dos Sistemas Educacionais brasileiro e alagoano
no contexto das transformações da sociedade contemporânea, a partir de análise
histórico-crítica das políticas educacionais, das reformas de ensino, dos planos de
educação e da legislação educacional.
Referências básicas
DEMO, Pedro. A nova LDB : ranc¸os e avanc¸os . 23.ed. Campinas, SP: Papirus [Ebook]
LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira de; TOSHI, Mirza Seabra. Educação
escolar: políticas, estruturas e organização. 10ª edição revisada e ampliada. Cortez, São
Paulo, 2007. [371 L694e] Q:45
SAVIANI, Dermeval. Da LDB ao FUNDEB: por uma outra política educacional. 4ª ed.
Revisada. Campinas, SP, Autores Associados, 2011. [37.014 S267] Q:24
Referências complementares
FREITAG, Bárbara. Escola, estado e sociedade. 7 ª ed., São Paulo, Centauro, 2007.
[ 37.014.5(81) F866e] Q:31
AZEVEDO, Janete Maria Lins. A educação como política pública. 3 ed. Campinas/SP:
Autores Associados, 2008. [ 37.015.4 A994e] Q:27
VERÇOSA, Élcio de Gusmão. Cultura e educação em Alagoas: história, histórias. 4ª
edição. Maceió, EDUFAL, 2015. [CE 37.014.2(813.5) V482c] Q:38
ABREU, Mariza. Organização da Educação Nacional na Constituição e a LDB. Ijui/
SC: UNIJUI. 1999. [37(81) A162o] Q:5
Revista Brasileira de Educação. São Paulo: ANPED, 1996 – Quadrimestral. ISSN 14132478.

TERCEIRO PERIODO
Disciplina:
Código:
Ementa

LÍNGUA ESPANHOLA 3
Carga horária:

72h

Aperfeiçoamento das quatro habilidades (produção escrita e oral; compreensão auditiva
e leitora) em língua espanhola, com ênfase nos aspectos morfológicos da língua
espanhola.
Temas transversais: direitos humanos.

53
Referencias
Bibliográficas

Referências básicas
CURSO de español. [São Paulo]: Barsa Planeta, 2002. 9 v. + 10 CD + 3 DVD.
(L2)[806.0=60 C977] Q:89
DWORKIN, Ronald. Democracia deliberativa y derechos humanos. Barcelona
[Espanha]: Gedisa Editorial, 2004. [342.7=60 D383] Q:2
LUIZ CARLOS SCHWINDT. Manual de linguística - Fonologia, morfologia e
sintaxe. [E-book]
Referências complementares
GARCÍA GONZÁLEZ, Javier. Perífrasis verbales. 4. ed. Madrid: Sociedad General
Española de Librería, 2004. 157 p. [806-0 G216p] Q:3
INSTITUTO CERVANTES. Plan curricular del Instituto Cervantes: niveles de
referencia para el español (A1, A2). 2. ed. Madrid: Biblioteca Nueva, 2008. [806.0-5
I59p] Q:3
MASOLIVER RÓDENAS, Joaquín. Historias breves para leer: nivel intermedio. 7.
ed. Madrid: Sociedad General Española de Libreria, 2008. 119 p. [806.0:373=60
M398h] Q:4
MATTE BON, F. Gramática comunicativa del español (tomo I y II): de la lengua a
la idea. Madrid: Edelsa, 1995. [806.0-5 M435g] Q:3
SANTIAGO NINO, Carlos. Ética y derechos humanos: un ensayo de
fundamentación. Barcelona: Ariel 1989 [342.7:17=60 S235e] Q:2

Disciplina:

LÍNGUA LATINA

Código:
Ementa
Referências
Bibliográficas

Carga horária:

72h

Estudo das estruturas básicas do latim e seu funcionamento como fundamento das
línguas românicas, máxime o português.
Referências básicas
ALMEIDA, N. M. Gramática latina. São Paulo: Saraiva, 2011 [801.5=71 A447g]
Q:19
CARDOSO, Z. A. Iniciação ao latim. São Paulo: Ática. [E-book]
RONAI, Paulo. Curso básico de latim I: gradus primus. 22.ed. São Paulo: Cultrix, 2012.
[807.1 R768c] Q:10
COMPLEMENTAR
BERGE, D. et alli. Ars latina. Petropólis: Vozes, 1993. [807.1-5 B495a]
Q:28
CESCA, VITALINO. DICIONA´RIO GENEALO´GICO LATINOPORTUGUE^S. EdiPUC-RS [E-book]
GARCIA, J. M. Introdução à teoria e prática do latim. Brasília: Editora da UNB,
1993. [807.1 G216i] Q:23
RONAI, Paulo. Curso básico de latim II: gradus secundus . 8.ed. São Paulo: Cultrix,
2006. [807.1 R768c] Q:11
REZENDE, A. M. Latina essentia. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2009. [807.1
R467l (BC) 475 R467l] Q:33

Disciplina:
Código:

LINGUÍSTICA APLICADA

Ementa

Contribuições da Linguística Aplicada através do estudo de temas centrados na sala de
aula, considerando a interligação entre as práticas efetuadas e os diversos
posicionamentos teóricos existentes em torno de cada tema.

Carga horária:

72h

54
Referências
Bibliográficas

Referências básicas
ALMEIDA FILHO, José Carlos Paes de. (Org.) Ensinar e aprender uma língua
estrangeira na escola. Dimensões comunicativas no ensino de línguas. São Paulo, São
Paulo: Pontes, 2002. [800.7 A447d] Q:16
______Lingüística Aplicada, Ensino de Línguas e Comunicação. Campinas: Pontes
Editores e ArteLíngua, 2006. [800.7 A447L] Q:28
COLELLO, Silvia M. Gasparian. A escola e a produc¸a~o textual. Grupo Summus [Ebook]
COMPLEMENTAR
ALMEIDA Filho, J. C. P. de. A Lingüística Aplicada na grande área de linguagem. In:
SILVA, K. A. da; ORTIZ ÁLVAREZ, M. L. Perspectivas de Investigação em
Lingüística Aplicada. Campinas, SP: Pontes Editores, 2008 [801 S586p] Q:5
______. Crise, transições e mudança no de formação de professores de línguas. In:
FORTKAMP, M. B. M.; TOMITCH, L. M. B. (orgs.). Aspectos da lingüística aplicada.
Florianópolis: Insular, 2000. [800.7 A447d] Q:5
GIRARD, Dénis. Os momentos da aula de línguas. Linguística aplicada e didática das
línguas. Lisboa: Estampa, 1975.
MARTIN, Robert. A linguística aplicada. Para entender a linguística: epistemologia
elementar de uma disciplina. Tradução de Marcos Bagno. São Paulo, São Paulo:
Parábola, 2003. [800 M379p] Q:10
SILVEIRA, Maria Inez Matoso. Línguas estrangeiras: uma visão histórica das
abordagens, métodos e técnicas de ensino. Maceió, Alagoas e São Paulo, São Paulo:
Catavento, 1999. [CE 800.7:37 S587l] Q:2

Disciplina:
Código:

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
Carga horária:

Ementa

Estudo dos processos psicológicos do desenvolvimento e da aprendizagem na infância,
na adolescência e na fase adulta segundo as teorias da Psicologia em sua interface com
a Educação.
Referências básicas
COLL, C.; MARCHESI, A.; PALACIOS, J. Desenvolvimento psicológico e
educação: psicologia evolutiva. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2010, vol. 1. [37.015.3
D451] Q:74
MOREIRA, M. B.; MEDEIROS, C. A. Princípios básicos de análise do
comportamento. São Paulo: Artmed, 2007. [159.9.019.4 M838p] Q:31
PALANGANA, Isilda Campaner. Desenvolvimento e aprendizagem em Piaget e
Vygotsky. Grupo Summus 176 [E-book]
Referências complementares
ABERASTURY, A.; KNOBEL, M. Adolescência normal: um enfoque psicanalítico.
Porto Alegre: Artmed, 1991. [159.922.8 A143a] Q:28
BAER, D. M., ROSALES-RUIZ, J. In the analysis of behavior, what does “develop”
mean? Revista mexicana de análisis de la conducta, n. 24, vol. 2, 127-136.
GOULART, Irís Barbosa - Psicologia da Educação: Fundamentos Teóricos e
aplicações à Prática Pedagógica - Petrópolis: Vozes, 2011. [37.015.3 G694p] Q:47
HUBNER, M. M. C.; MOREIRA, M. B. Temas clássicos da psicologia sob a ótica da
análise do comportamento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. [159.9.019.4
T278] Q:1
KUPFER, M. C. Freud e a educação. O mestre do impossível. 3ª Ed. São Paulo:
Scipione, 1995. [37.015.3 K96f] Q:20

Referências
Bibliográficas

72h

Disciplina:
Código:

DIDÁTICA

Ementa

Estudo da didática, como práxis docente, nas suas dimensões política, técnicopedagógica, epistemológica e cultural, bem como suas relações com o currículo e na
constituição do ensino, considerando diferentes contextos sócio-históricos. Reflexão e

Carga horária:

72h

55

Referencias
Bibliográficas

conhecimento das proposições teórico-práticas quanto à relação professor-alunoconhecimento e aos processos de planejamento e avaliação do ensino-aprendizagem.
Referências básicas
CASTRO, Amélia Domingues. CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Ensinar a
ensinar: didática para a escola fundamental e média. São Paulo: Pioneira Thompson
Learning. [E-book]
GANDIN, Danilo; CRUZ, Carrilho. Planejamento na sala de aula. 13. ed. Petrópolis:
Vozes, 2006. [37.014.542 G195p] Q:10
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. 2ª edição. São Paulo: Cortez, 1999. [371.3 L694d]
Q:31
Referências complementares
FREITAS, Luiz Carlos de. Crítica da organização do trabalho pedagógico e da
didática. 7 ed. Campinas/SP: Papirus, 2005. [371.3 F866c] Q:12
LUCKESI. Avaliação da aprendizagem, componente do ato pedagógico. São Paulo:
Cortez, 2011. [371.26 L941a] Q:5
MASETTO, Marcos. Didática: a aula como centro. 4 ed. São Paulo: FTD, 1997. [371.3
M365d] Q:22
MENEGOLLA, M. e SANTANNA I.M. Por que planejar? Como planejar? Curriculo
– Área – Aula. Petrópolis, Vozes. [E-book]
SAVIANI, Demerval. Escola e democracia. 42. ed. Campinas: Autores Associados,
1987. [37.01 S267e] Q:2

QUARTO PERIODO
Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

LÍNGUA ESPANHOLA 4
Carga horária:

72h

Aprimoramento das competências e habilidades em língua espanhola para a comunicação
em diferentes situações comunicativas. Ampliação dos conhecimentos léxicos e
gramaticais do idioma para a produção de textos orais e escritos, coesos e coerentes, em
diferentes gêneros textuais acadêmicos: resumo, fichamento, resenha crítica,
comunicação oral e artigo. Dimensão Pedagógica: O ensino-aprendizagem da expressão
escrita em língua espanhola. A progressão textual e a argumentação no ensino da escrita
em língua espanhola.
Referências básicas
CURSO de español. [São Paulo]: Barsa Planeta, 2002. 9 v. + 10 CD + 3 DVD.
(L3)[806.0=60 C977] Q:89
LIBERATO, Yara Goulart.; FULGE^NCIO, Lu´cia. E´ possi´vel facilitar a leitura: um
guia para escrever claro. [E-book]
MENICONI, Flávia Colen. Escrita em língua espanhola: é possível produzir textos nas
fases iniciais do ensino-aprendizagem de um novo idioma? Maceió: Edufal, 2017. [CE
806.0 M545e] Q:8
Referências complementares
ARNAL, Carmen; RUIZ DE GARIBAY, Araceli. Escribe en español. 5. ed. Madrid:
Sociedad General Española de Librería, 2006. [806.0:373=60 A743e] Q:4
DÍAZ, Lourdes; AYMERICH, Marta. La destreza escrita. Madrid: EDELSA, 2003. 175
p. [371.13=60 D542d] Q:2
GARCÍA RESTREPO, Luis E. Lectoescritura práctica. Colômbia: Editorial Universidad
de Caldas, 2007. [800.5 G216l] Q:1
INSTITUTO CERVANTES. Plan curricular del Instituto Cervantes: niveles de
referencia para el español (B1, B2). 2. ed. Madrid: Biblioteca Nueva, 2008. [806.0-5
I59p] Q:3
SECO. Gramática esencial del español: introducción al estudio de la lengua - 5. ed. /
2006. [806.0-5(0.021.6) S445] Q:2

56
Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

LINGUÍSTICA 1: FONÉTICA E FONOLOGIA DO ESPANHOL
Carga horária:

72h

Estudo de conceitos fundamentais da fonética e da fonologia. Descrição do sistema
fonético e fonológico da língua espanhola. Transcrição fonética. Principais variações
linguísticas do espanhol e as principais dificuldades de falantes nativos do português
no processo de aprendizagem do espanhol como língua adicional.
Referências básicas
FERNÁNDEZ CINTO, Jesús. Actos de habla de la lengua española: repertorio.
Madrid: Edelsa, c1991. 191 p. [806.0=60 F363a] Q:6
LUIZ CARLOS SCHWINDT. Manual de linguística - Fonologia, morfologia e
sintaxe. [E-book]
PAULA, Aldir Santos de; COSTA, Maria Andressa Pereira da. Fonética
fundamental: princípios de fonética articulatória, acústica e auditiva. Maceió:
EDUFAL, 2011. 102 p. [CE 801.4 P324f] Q:16
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA; ASOCIACIÓN DE ACADEMIAS DE LA
Referências complementares
CALZADO, Araceli. Gramática esencial: con el español que se habla hoy en España
y América Latina. Madrid: Ediciones SM. [806.0 C171g] Q:5
FANJUL. A. (Org.). Gramática de español paso a paso: con ejercicios. São Paulo:
Moderna, 2011. [806.0-5 G745] Q:3
KESKE-SOARES, Márcia (Org.). Estudos em aquisição fonológica. Santa Maria
(RS): UFSM, PPGL Editores, 2007. [801.4 E82] Q:1
LENGUA ESPAÑOLA. Nueva gramática de la lengua española: fonética y
fonología. Madrid, Espanha: Espasa Libros, c2011. 532p. + 1 DVD . [806.0-5 N964]
Q:5
MASIP, Vicente. Gramática española para brasileños: fonología y fonética,
ortografía, morfosintaxis. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. [806.0-5 M397g] Q:8

GESTÃO DA EDUCAÇÃO E DO TRABALHO ESCOLAR
Carga horária:
72h
Estudo da gestão educacional no âmbito do(s) sistema(s), com foco no planejamento e
na/da escola como organização social e educativa: concepções, características e
elementos constitutivos do sistema de organização e gestão do trabalho escolar,
segundo pressupostos teóricos e legais vigentes, na perspectiva do planejamento
participativo, tendo como eixo o projeto político-pedagógico.
Referências básicas
LIBÂNEO, J. C. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 6. ed (ver. e
ampl.) São Paulo: Heccus Editora, 2013.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e
projeto político-pedagógico. São Paulo: Libertad, 2004.
VEIGA, I. P. A. e FONSECA, Marilia (orgs.). As dimensões do projeto políticopedagógico. São Paulo: Papirus, 2001.
Referências complementares
DAVIS, Claudia (org). Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro:
DP&A, 2002.
GANDIN, Danilo. Soluções de planejamento para uma prática estratégica e
participativa. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.
LIMA, Licínio. A escola como organização educativa. 4ª ed. São Paulo: Cortez,
2011.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Coordenação do trabalho pedagógico: do projeto
político-pedagógico ao cotidiano da sala de aula. São Paulo: Libertad, 2002.
VEIGA, I. P. A.(org). Quem sabe faz a hora de construir o projeto políticopedagógico. Campinas, SP: Papirus 2007.

57
Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR 2: COMPREENSÃO E
PRODUÇÃO ESCRITA EM LÍNGUA ESPANHOLA 2
Carga horária:
80h
Prática de leitura e produção de textos narrativos e injuntivos em Língua Espanhola
fundamentada na noção de texto como um processo de encontro de vários discursos,
representações históricas, culturais e contextuais, no âmbito da educação básica. Temas
transversais: Conhecimento da diversidade étnica e racial do espanhol americano.
Línguas em contato. Línguas fronteiriças
Referências básicas
CHOZAS, Diego; DORNELES, Flávia. Dificultades del español para brasileños.
Madrid, Espanha: Ediciones SM, 2005. [806.0-5=60 C552d] Q:5
MASOLIVER RÓDENAS, Joaquín. Historias breves para leer: nivel avanzado. 3. ed.
Madrid: Sociedad General Española de Libreria, 2007. [806.0:373=60 M398h ] Q: 4
WILSON, Victoria. Leitura, escrita e ensino. Grupo Summus [E-book]
Referências complementares
CÂMARA JUNIOR, J. Mattoso. Manual de expressão oral e escrita. 9. ed. Petrópolis,
RJ: Vozes, 1986. [800 C172m 9.ed] Q:1
CASTRO, F. Uso de la gramática. (avanzado). Madrid. Edelsa. [806.0-5 C355u] Q:3
ECO, Umberto. Lector in fabula: a cooperação interpretativa nos textos narrativos. 2. ed.
São Paulo: Perspectiva, 2004. [800.5 E17l 2.ed. Ac.21878] Q: 3
MARTHE DE CARVAJAL, Norma; MORENO C., Francisco; ESTRADA C., Rebeca;
SILVA, Cecilia Fonseca da; SILVA, Luz Maria Pires da. Español a través de textos:
estudio contrastivo para brasileños. Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio, 2013. Q:4
RODRIGUEZ, Maria. Leer en español: ejercicios de comprensión lectora. 2. ed.
Madrid: Sociedad General Española de Libreria, 2006. 110 p. (El Español por Destrezas)
ISBN 8497781058 (broch.). Q;4
VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na producao oral e
escrita. 13. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007. [007 V272u] Q:76

QUINTO PERIODO
Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

LINGUÍSTICA 2: MORFOSSINTAXE DO ESPANHOL
Carga horária:
72h
Perspectiva estrutural e comunicativa. Estudo da estrutura interna das palavras. A
combinação das palavras na oração. A oração como unidade de significado e sua
relevância no discurso. Análise comunicativo e linguístico de diversos gêneros textuais
no âmbito de uso das ciências, das humanidades, da literatura, da prensa, etc. A interface
espanhol-português e os aspectos morfossintáticos. Dimensão pedagógica: Ensino da
estrutura formal da língua sob a ótica de consciência linguística, indutiva e reflexiva,
face à importância da disciplina no processo de formação de professores de espanhol.
Referências básicas
MOLINA REDONDO, J. A. de. Usos de 'se': cuestiones sintácticas y léxicas. Madrid:
Sociedad General Española de Libreria, 2003. [806.0-5 M722u] Q:3
MORENO, C.; ERES FERNANDÉZ, G. M. Gramática contrastiva del español para
brasileños. Madrid: SGEL, 2007. [806.0-5=60 M843g] Q: 10
SAUTCHUK, Inez. Prática em Morfossintaxe: como e por que aprender análise
(morfo)sintática - 2ª edição. [E-book]
Referências complementares
ALONSO RAYA, R. et al. Gramática básica del estudiante de español. Barcelona:
Difusión, 2005. [806.0-5=60 G745] Q: 10
CERROLAZA GILI, Óscar. Diccionario práctico de gramática. Madrid: EDELSA,
2005. 351 p. [806.0-5=60 G474d] Q:2
CHOMSKY, Noam. Aspectos de la teoria de la sintaxis. Madri: Aguillar, 1971 [81'367
C548] Q:1
HERNÁNDEZ MERCEDES, Maria Pilar. Tiempo para practicar las
preposiciones. Madrid: EDELSA, 2003. 93 p. [806.0-07=60 H557t] Q:4
MORENO, Concha; TUTS, Martina. Las preposiciones: valor y función. 2. ed.
Madrid: Sociedad General Española de Libreria, 2002. [806.0=60 M843p] Q:3
NIURA FONTANA. Gêneros de texto. Educs 131 [E-book]

58
Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

Disciplina:
Código:
Ementa
Referências
Bibliográficas

ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA ESPANHOLA 1
Carga horária:
90h
Contexto histórico e situação atual do ensino da Língua Espanhola no Brasil.
Conscientização sobre as questões políticas em torno da sua implantação, em
diferentes instâncias educativas. Discussão sobre os documentos oficiais que
regulamentam o ensino e aprendizagem da Língua Espanhola no Ensino Fundamental
e Médio, bem como o papel do professor no processo educativo. Observação dos
aspectos políticos e didático-metodológicos em torno do ensino da Língua Espanhola,
em diferentes instâncias educativas. Atividade prática de desenvolvimento de planos
de aula e aplicação de atividades pedagógicas, em contextos de ensino e
aprendizagem.
Básica
A PRÁTICA de ensino e o estágio supervisionado. Campinas: Papirus,
2010. [371.133 P912] Q:55
BRUNO, Fátima Aparecida Teves Cabral ((org.)). Ensino-aprendizagem de línguas
estrangeiras: reflexão e prática. São Carlos: Claraluz, c2005. 157 p. [806.0 E59] Q:5
PROFESOR EN ACCIÓN. [806.0-07 P964] Q:9
COMPLEMENTAR
COTTERALL,Sara; REINDERS, Hayo. Estratégias de estudo: guia para
professores. São Paulo: SBS, 2005. [811 C847l] Q:3
JACOBS, George M.; GOH, Christine Chuen Meng. O aprendizado cooperativo na
sala de aula. São Paulo: SBS, c2008. [371.3 J17c] Q:3
LLOBERA, M. Competencia comunicativa: documentos básicos en la enseñanza de
lenguas extranjeras. Madrid: Edelsa, c1995. 159p. [800.7 C737] Q:3
PIMENTA, Selma Garrido,; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estagio e docência. 8 ed.
São Paulo: Cortez, c2017. [371.133.2 P644e] Q:30
RICHARDS, Jack C. O ensino comunicativo de línguas estrangeiras. São Paulo:
SBS, 2006. [802.0 R516c] Q:3
FUNDAMENTOS DE LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
Carga horária:
72h
Estudo dos fundamentos da Língua Brasileira de Sinais (Libras), com noções práticas de
sinais e interpretação, destinado às práticas pedagógicas na educação inclusiva.
BÁSICAS
BRITO, L. F. Por uma gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro: UFRJ, Departamento de Linguística e Filologia, 1995 [376.33 F383p]
Q:60
CAPOVILLA, Fernando César (Coord). Novo deit-libras: dicionário enciclopédico
ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira, baseado em linguística e neurociências
cognitivas. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: EDUSP, 2013 [R 81'221.24(038) N945] Q:20
MARIA CRISTINA DA CUNHA PEREIRA; MARIA INE^S VIEIRA; DANIEL
CHOI; PRISCILLA GASPAR; RICARDO NAKASATO. Li´ngua Brasileira de
Sinais. Pearson [E-book]
COMPLEMENTAR
QUADROS, Ronice Müller de; STUMPF, Marianne Rossi; LEITE, Tarcísio de Arantes
(Org.). Estudos da língua de sinais. Florianópolis: Insular, 2013. [81'221.24 E79] Q:8
PEREIRA, Maria Cristina da Cunha (org.). Libras: conhecimento além dos
sinais. Pearson 146 [E-book]
SACKS, O. W. Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia
das Letras, 2015. [81'221.24 S119v] Q:44
SALLES, H. M. M. L. et al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para
prática pedagógica. 2 v.: Programa nacional de apoio à educação dos surdos. Brasília:
MEC, SEESP, 2005. [376.33 B823] Q:4

59
Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR 3: COMPREENSÃO E
PRODUÇÃO ORAL EM LÍNGUA ESPANHOLA 1
Carga horária:
80h
Aperfeiçoamento das competências e habilidades orais em língua espanhola, na
educação básica, para atuação nas mais diversas situações comunicativas.
Desenvolvimento da capacidade para analisar e sintetizar informações contidas em textos
orais, buscando (re)construir, coerentemente, argumentos com fluidez, clareza e
adequação. Desenvolvimento de estratégias de mediação e compreensão de gêneros orais
(destrezas ativas e interpretativas). Diversidade étnica: Conhecimento da diversidade
étnica e racial do espanhol americano. Línguas em contato. Línguas fronteiriças.
Dimensão Pedagógica: O papel do professor quanto às variantes dialetais da língua
espanhola: a produção oral. Uso de materiais didáticos com ênfase em aspectos
sociodiscursivos do espanhol e do português.
Referências básicas
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Análise da conversação. 6. ed. São Paulo: Ática, 2007. [Ebook]
PINILLA; ACQUARONI. Bien Dicho! Ejercicios de expresión oral: el español por
destrezas. Madrid: SGEL, 2005 [806.0:373 P656b] Q:10
REGUEIRO, Miguel Ángel Valmaseda; BURGOS, Manuel Aparício. Michaelis
espanhol: gramática prática. São Paulo: Melhoramentos, 2004. [806.0-5 R344m] Q:15
Referências complementares
FERNÁNDEZ CINTO, Jesús. Actos de habla de la lengua española: repertorio.
Madrid: Edelsa, c1991. [806.0=60 F363a] Q:6
NOVA gramática de espanhol. Hugh O`Donnell, Marjory O`Donnell (Org.). Trad. Luís
Almeida. Lisboa: Editorial presença, 2001. [806.0-5 H935] Q:5
RAMOS, Jânia M. O espaço da oralidade na sala de aula. São Paulo: Martins Fontes,
1997. [82.085 R175e] Q:4
SALDANHA, Luís Claudio Dallier. Fala, oralidade e práticas sociais. Curitiba:
Intersaberes. [E-book]
SANTOS, Maria Francisca Oliveira; DIKSON, Dennys; MORAIS, Eduardo Pantaleão
de (Org.). Interfaces com a análise da conversação: olhares diversos em teorias
imbricadas. Maceió: EDUFAL, 2014. [808.56 I61] Q:21

SEXTO PERIODO
Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

LINGUÍSTICA 3: SEMÂNTICA E PRAGMÁTICA DA LÍNGUA ESPANHOLA
Carga horária:
72h
O objeto de estudo da Semântica. Significado, sentido e referência. Abordagens
semânticas nos estudos da linguagem: a semântica linguística. Mudanças de sentido.
Relações de sentido nas construções gramaticais. O estudo do sentido: lexicologia,
semántica e pragmática. Estudo das condições que regulam o uso da linguagem na
comunicação. Conceitos fundamentais de pragmática. O enfoque socio-pragmático dos
estudos da linguagem.
Referências básicas
FERNANDEZ CINTO, Jesus. Actos de habla de la lengua española: repertorio.
Madrid: Edelsa, c1991. [806.0=60 F363a] Q:6
ILARI, Rodolfo. Introdução à semântica: brincando com a gramática. 7. ed. São Paulo:
Contexto, 2010. [801.54 I27i] Q:34
PERNA, CRISTINA BECKER LOPES. Pragmáticas: vertentes
contemporâneas. EdiPUC-RS. [E-book]
Referências complementares
AUSTIN, John. L. Cómo hacer cosas con palabras. Barcelona: Paidós, 1971.
[800.1=60 A936h] Q:2
DUCROT, Oswald. O dizer e o dito. Campinas, SP: Pontes, 1987. [800.1 D843d] Q:29
DUCROT, Oswald. Principios de semântica linguistica: (dizer e não dizer). São Paulo:
Cultrix, 1977. [801.54 D843d Ac.13398] Q:2
MARCIA CANÇADO. Manual de semântica - noções básicas e exercícios. São
Paulo: Contexto, 2012. [801.54 C215m] Q:35
SILVEIRA, JANE RITA CAETANO DA. Pragmática cognitiva: a teoria da

60
relevância. EdiPUC-RS. [E-book]

Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA ESPANHOLA 2
Carga horária:
90h
Discussão sobre a importância da formação crítica e reflexiva do professor.
Conhecimento relativo ao ensino e aprendizagem de Língua Espanhola, a partir do
trabalho com as quatro habilidades (oralidade, audição, leitura e escrita), bem como
criação de estratégias para desenvolvê-las e avaliá-las, de forma significativa e
processual. Atenção para o trabalho com temas transversais; Reflexão sobre problemas
relacionados à violência, desmotivação e indisciplina nas escolas. Análise de incidentes
significativos observados em sala de aula. Atividades práticas de elaboração e
implementação de planos de aulas, oficinas e projetos, em diferentes instâncias
educacionais. Fundamentos para o trabalho com áudios, vídeos e imagens.
Básicas
ALONSO, Encina. ¿Cómo ser profesor/a y querer seguir siéndolo?. Madrid:
EDELSA, 1994. 191 p. [371.13=60 A454c] Q:4
BUTT, Graham. O planejamento de aulas bem-sucedidas. São Paulo: SBS, 2009.
[371.133.2 B988l] Q:3
COSTA, Ana Lúcia.; SANTOS, Maria Francisca Oliveira.; ZOZZOLI, Rita Maria Diniz,
(Org.). Pesquisas linguísticas: a interatividade da sala de aula. Maceió: EDUFAL, 2002.
97 p. [801 C837p] Q:6
Complementares
BARROS, C.S.de; COSTA, E. G. de M. (Orgs.). Se hace camino al andar: reflexões
em torno do ensino de espanhol na escola. Belo Horizonte: FALE-UFMG, 2012.
[806.0:37 S454] Q:1
GOH, Christine Chuen Meng. O ensino da conversação na sala de aula. São Paulo:
SBS, 2008. [811:371.3 G614t] Q:3
NATION, I. S. P. Como estruturar o aprendizado de vocabulário. São Paulo: SBS,
2003. [811 N277m] Q:3
PUJOL BERCHÉ, Mercè; NUSSBAUM, Luci; LLOBERA, Miquel. Adquisición de
lenguas extranjeras: perspectivas actuales en Europa. Madrid: Edelsa, 1998. [800.7
P979a] Q:3
TOMLINSON, Brian; MASUHARA, Hitomi. A elaboração de materiais para cursos
de idiomas. São Paulo: SBS, 2005. [811:37 T659d] Q:3
DIDÁTICA DO ENSINO DA LÍNGUA ESPANHOLA
Carga horária:
90h
Desenvolvimento da reflexão e da prática docente sobre o processo de ensinoaprendizagem da língua espanhola em diferentes contextos. Aprimoramento do fazer
pedagógico no que diz respeito ao ensino das quatro habilidades (ler, escrever, ouvir e
falar), intermediado por práticas letradas voltadas para a formação do cidadão crítico.
Referências básicas
DURÃO, Adja Balbino de Amorim Barbieri. O ensino do espanhol no Brasil: passado,
presente, futuro. São Paulo: Parábola, 2005. 223 p. [371.3 E58] Q:6
NOGUEIRA, Makeliny Oliveira Gomes. Teorias da aprendizagem: um encontro entre os
pensamentos filoso´fico, pedago´gico e psicolo´gico - 3ª Edic¸a~o. Editora
Intersaberes [E-book]
RICHARDS, Jack C.; LOCKHART, Charles. Estrategias de reflexión sobre la
enseñanza de idiomas. Madrid: Editorial Edinumen, 1998. 198 p. [37.02=60 R512r]
Q:3
Referências complementares
CUNHA, Alex Garcia da; MICCOLI, Laura Stella (Org.). Faça a diferença: ensinar
línguas estrangeiras na educação básica. São Paulo: Parábola Editorial,
2016. [811.111:37 F137] Q:3
FERNANDEZ, Sonsoles. Interlengua y análisis de errores: en el aprendizaje del
español como lengua extranjera. Madrid: Edelsa, 1997. [806.0-07 F363i] Q:1
FANJUL, Adrián Pablo; GONZÁLEZ, Neide Maia (Org.). Espanhol e português

61
brasileiro: estudos comparados. São Paulo: Parábola Editorial, 2014. [ 811.134.2 E82]
Q:3
ERES FERNÁNDEZ, Gretel; BAPTISTA, Lívia Rádis; SILVA, Antonio Messias
Nogueira da (Org). Enseñanza y aprendizaje del español en Barsil: aspectos
lingüísticos, discursivos e interculturales. Espanha: Brasília: Consejería de Educación en
Brasil, 2017. [811.134.2:371.3 E59] Q:3
RUBIO, Braulio Alexandre B.; VILELA, Antonio Carlos. Espanhol para governança
hoteleira. São Paulo: SENAC São Paulo, 2012. [811.134.2 R896e] Q:3
Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

PESQUISAS TEÓRICAS E APLICADAS EM LETRAS E LINGUÍSTICA
Carga horária:
72h
A pesquisa em Letras, suas especificidades e a noção de estado da arte. Abordagens
metodológicas de pesquisa teórica e aplicada voltadas ao ensino e aprendizagem de
língua materna, língua adicional e suas literaturas. Instrumentos de coleta e de geração de
dados e sua validação em pesquisas quantitativas, qualitativas e mistas. Tratamento e
modos de categorização e de apresentação dos dados. Tipos de fontes teóricas quanto à
publicação (livro, artigo, dicionário, blog, site, etc.). Estratégias de leitura e de registro
de textos acadêmicos. A redação do projeto e as características textuais de cada parte. O
desenvolvimento da pesquisa e a postura do pesquisador.
Referências básicas
DENZIN, K. Norman & LINCOLN, Yvonna S. O planejamento em pesquisa
qualitativa: teorias e abordagens. Porto Alegre: Artmed, 2006. [001.891 D417] Q:1
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Editora
Atlas, 2010. [001.8 G463c] Q:114
SELMA CRISTINA DOS SANTOS. Normas e técnicas para elaborac¸a~o e
apresentac¸a~o de trabalhos acade^micos. Editora Vozes [E-book]
Referências complementares
BARROS, Aidil Jesus da Silveira; Lehfeld, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos de
Metodologia Cienti´fica - 3ª edic¸a~o. Pearson [E-book]
CARDANO, Mario. Manual de pesquisa qualitativa. Editora Vozes [E-book]
COSTA, Maria de Fátima Barrozo da. Projeto de pesquisa. Editora Vozes. [E-book]
DEMO, Pedro. Pesquisa e informac¸a~o qualitativa : aportes metodolo´gicos . Campinas,
SP: Papirus, 2012. [E-book]
GIBBS, Graham. Análise de dados qualitativos. Porto Alegre: Bookman, 2009. [001.8
G442a] Q:19

SETIMO PERIODO
Disciplina:
Código:
Ementa

Referencias
Bibliográficas

LITERATURAS DE LÍNGUA ESPANHOLA 1
Carga horária:

72h

Estudo das obras literárias espanholas e hispano-americanas produzidas no período
histórico compreendido entre a formação de Espanha como nação até o século XVII
mediante a leitura das obras mais representativas do período, fazendo ênfases na
relação entre literatura, produção artística e contexto histórico. Temas transversais:
Literatura dos povos originários da América (maias, astecas e incas)
Referências básicas
ALBERT ZINANI, Cecil Jeanine. História da literatura. Educs 204 [E-book]
CERVANTES SAAVEDRA, Miguel de. El ingenioso hidalgo Don Quijote de La
Mancha. 3. ed. Boston: BIBLIOBAZAAR, 1842. 476 p [860 C419] Q:3
PEDRAZA JIMÉNEZ, Felipe B; RODRÍGUEZ CÁCERES, Milagros. Manual de
literatura española. Navarra: Cénlit Ediciones, 1981. [860(091) P371m] Q:12
Referências complementares
ANÓNIMO. El Lazarillo de Tormes. 18. ed. Madrid: Catedra, 2005. 191 p. [860-31
L431] Q:2
ANONIMO. Popol Vuh. Disponível
em:<http://www.alejandriadigital.com/2016/06/17/popol-vuh-en-pdf-obra-dedominiopublico-descarga-gratuita/>
ARRABAL, José. El Cid Campeador. São Paulo: Edições Paulinas, 1988. 131p.

62
[860-31 A773c] Q:1
GÓNGORA, Luis de. Obras completas, I: poemas de autoría segura, poemas de
autenticidad probable. 2.ed. Madrid: Biblioteca Castro; Fundación José Antonio de
Castro, 2008. 674 p. [860-1=60 G638o] Q:2
MONTORO SANCHIS, A. Poética Española. [860 M798p] Q:1
Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

GESTÃO DA EDUCAÇÃO E DO TRABALHO ESCOLAR
Carga horária:
72h
Estudo da gestão educacional no âmbito do(s) sistema(s), com foco no planejamento e
na/da escola como organização social e educativa: concepções, características e
elementos constitutivos do sistema de organização e gestão do trabalho escolar,
segundo pressupostos teóricos e legais vigentes, na perspectiva do planejamento
participativo, tendo como eixo o projeto político-pedagógico.
Referências básicas
LIBÂNEO, J. C. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 6. ed (ver. e
ampl.) São Paulo: Heccus Editora, 2001. [371.2 L694o] Q:11
VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e
projeto político-pedagógico. São Paulo: Libertad, 2005. [37.014.542 V331p] Q:29
VEIGA, I. P. A.(org). Quem sabe faz a hora de construir o projeto políticopedagógico. Campinas, SP: Papirus. [E-book]
Referências complementares
DAVIS, Claudia (org). Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro:
DP&A, 2002. [371 G393] Q:11
GANDIN, Danilo. Soluções de planejamento para uma prática estratégica e
participativa. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013. [37.014.542 G195s] Q:10
LIMA, Licínio. A escola como organização educativa. 4ª ed. São Paulo: Cortez,
2003. [371.2 L732e] Q:28
VASCONCELLOS, Celso dos S. Coordenação do trabalho pedagógico: do projeto
político-pedagógico ao cotidiano da sala de aula. São Paulo: Libertad, 2009. [37.013
V331c] Q:16
VEIGA, I. P. A. e FONSECA, Marilia (orgs.). As dimensões do projeto políticopedagógico. São Paulo: Papirus, 2010. [37 V426d] Q:45

ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA ESPANHOLA 3
Carga horária:
90h
Vivência e análise crítica dos processos didáticos-pedagógicos que ocorrem na escola e
em outros espaços educativos. A dimensão dos processos de ensino-aprendizagem e
relação teórico-prática no cotidiano escolar: concepção de currículo; seleção e
organização dos conteúdos; metodologia de ensino; livro didático, considerando análise
crítica de seus textos e exame permanente da reestruturação de seu conteúdo e avaliação
da aprendizagem. Atenção para o trabalho com temas transversais. Ação docente,
entendida como regência de classe, contendo a elaboração e operacionalização de
projetos pedagógicos. Transformação de atividades com base no letramento crítico. Uso
de canções nas aulas de ELE. Uso das TIC no ensino-aprendizagem de língua espanhola
com ênfase no conhecimento de diversas possibilidades para preparar atividades
interativas e elaboração de projetos breves envolvendo as tecnologias digitais.
Referências básicas
JACOBS, George M.; GOH, Christine Chuen Meng. O aprendizado cooperativo na
sala de aula. São Paulo: SBS, c2008. [371.3 J17c] Q:3
MARCELO GARCÍA, Carlos. Formação de professores para uma mudança
educativa. Porto, Portugal: Porto, 1999. 271 p. [371.13 M314f] Q:6
MORENO, Concha. Materiales, estrategias y recursos para la enseñanza del español
como L/2. Madrid: Arco/Libros, 2011. [371.3:806.0] Q:8
Complementares
HADLEY, Gregory. Pesquisa de ação em sala de aula. São Paulo: SBS, 2004. [811

63
H131a] Q:3
LEWIS, M. Feedback em aulas de idiomas. São Paulo: 2003. [811:37 L675g] Q:3
MARTINEZ, Pierre, (Trad.). Didática de línguas estrangeiras. São Paulo: Parábola,
2016. [811:371.3 M385d] Q:3
RICHARDS, Jack C. Planejamento de metas e objetivos em programas de
idiomas. São Paulo: SBS, 2003. [811:37 R498p] Q:3
UNESCO. Escritório regional de educação para América Latina e Caribe. Boletin de
Educacion. Santiago: Oficina Regional de Education, 1967 [P 37(05) B688] Q:4
Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR 4: COMPREENSÃO E
PRODUÇÃO ORAL EM LÍNGUA ESPANHOLA 2
Carga horária:
80h
Aprofundamento das destrezas orais em língua espanhola. A expressão oral e a
compreensão auditiva como habilidades linguísticas enquanto processo cognitivo e
comunicativo: sua incidência no espaço de ensino de língua espanhola na educação
básica. Atividades práticas que configuram propostas de elaboração de materiais,
focalizando um processo de aprendizado autônomo, reflexivo e crítico em relação
aos gêneros orais (destrezas ativas e interpretativas). As variantes sociolinguísticas
da língua espanhola. O discurso oral coloquial e o formal. Tema transversal:
Estratégias de educação ambiental com base nas possibilidades que oferecem as
novas tecnologias em comunicação: o papel determinante das redes sociais.
Referências básicas
ALVES, Clair. A arte de falar bem.Petrópolis: Vozes, 2010. [82.085 A474a] Q:10
MARCUSCHI, Luiz. Análise da conversação. São Paulo: Ática, 2007. [E-book]
ZACCHI, Vanderlei J.; GOMES, Vera Gomes. Letramentos e mídias: música,
televisão e jogos digitais no ensino de língua e literatura. Maceió: Edufal, 2015. [CE
37:007 L645] Q:27
Referências complementares
CALZADO, A. Con el español que se habla hoy en España y en América Latina,
Madrid: Ediciones SM, 2002. [806.0 C171g] Q:5
FROMM, Guilherme; LIMA-HERNANDES, Maria Célia (Org.). Domínios de
linguagem III: práticas pedagógicas 2. São Paulo: 2003. [371.13 D671] Q:1
LLOBERA, M. Competencia comunicativa: documentos básicos en la enseñanza
de lenguas extranjeras. Madrid: Edelsa, 1995. [800.7 C737] Q:3
MILANI, Esther Maria. Gramática de espanhol para brasileiros. 4. ed. São Paulo:
Saraiva, 2011. [806.0-5 M637g] Q: 1
THELMA GUIMARÃES. Comunicação e linguagem. Pearson [E-book]

64
OITAVO PERIODO

Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

LITERATURAS DE LÍNGUA ESPANHOLA 2
Carga horária:
72h
Panorama crítico da literatura espanhola e hispano-americana produzida entre os séculos
XVIII e XIX, mediante a leitura das obras mais representativas do período, fazendo
ênfases na relação entre literatura, produção artística e contexto histórico.
Referências básicas
Antología Cátedra de poesía de las letra hispánicas – 2005. [860-1=60 A634] Q:3
CECIL JEANINE ALBERT ZINANI. História da literatura. Educs 204 [E-book]
VIAGEM à literatura americana contemporânea. Rio de Janeiro: Nordica, 1985. 517p.
[820(73) V598] Q:2
Referências complementares
HERNÁNDEZ, Guillermo; RELLÁN, Clara. Aprendiendo a escribir: técnicas de
estudios y comentario crítico. Madrid: Sociedad General Española de Librería, 2001.
[806.0-5=60 H557a] Q:5
JOZEF, Bella. Romance hispano-americano. São Paulo: Ática, 1986. 206 p. [860 J89r
1987] Q:1
OVIEDO, José Miguel. Historia de la literatura hispanoamericana. Madrid: Alianza
Editorial, c1995. [860(7/8)(091) O49h] Q:3
POUND, Ezra. ABC da literatura. 11. ed. São Paulo, SP: Cultrix, 2006. 218 p. [82.09
P876a] Q:5
WEINSCHELBAUM, Violeta. UNESCO. Vinte ficções breves: antologia de contos
argentinos e brasileiros contemporâneos = Veinte ficciones breves : antología de
cuentos argentinos e brasileños contemporáneos . Brasília (DF): UNESCO,
c2003. [821(81)-82 V789] Q:1

Disciplina:
Código:

ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA ESPANHOLA 4
Carga horária:

Ementa

Vivência e análise crítica dos processos didáticos-pedagógicos que ocorrem na escola e
em outros espaços educativos. Ação docente, entendida como regência de classe,
contendo a elaboração e operacionalização de projetos pedagógicos. Transformação de
atividades com base no letramento crítico, letramento multimodal e uma pedagogia de
multiletramentos. Uso das TIC no ensino-aprendizagem de língua espanhola com
ênfase no conhecimento de diversas plataformas e possibilidades de atividades e
projetos mais complexos envolvendo as tecnologias digitais.
Referências básicas
BÁSICA
ALMEIDA FILHO, José Carlos P. de. Dimensões comunicativas no ensino de
línguas. 3. ed. Campinas, SP: Pontes, 2008. [800.7 A447d] Q:16
BURIOLLA, Marta Alice Feiten. O estágio supervisionado. São Paulo: Cortez, 1995.
176 p [Número de chamada: 364.01 B958e] Q:18
PICONEZ, Stela C. Bertholo (coord.). A prática de ensino e o estágio
supervisionado. Papirus (Ebook)
COMPLEMENTARES
DUTRA, Eduardo de Oliveira; SIMIONI, Taise (Org.). O ensino do
espanhol: caminhos e perspectivas. Campinas, SP: Pontes, c2017. [811:371.3 E56] Q:3
FARRELL, Thomas S. C. Planejamento de atividades de leitura para aulas de
idiomas. São Paulo: SBS, 2003. [811:37 F245p] Q:3
MCKAY, Sandra. O professor reflexivo: guia para investigação do comportamento
em sala de aula. São Paulo: SBS, 2009. [371.3 M478r] Q:3
MENDONÇA, M. (Orgs.). Múltiplas linguagens para o ensino médio. São Paulo:
Parábola Editorial, 2013, p. 19-42. [800.7 M961] Q:1
MENEZES, Vera Lúcia (org.). Interação e aprendizagem em ambiente virtual. 2.
ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010. 405 p [37:004 I61] Q:6

Referências
Bibliográficas

130h

65

Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

ELETIVA: TÓPICOS ESPECIAS EM LÍNGUA ESPANHOLA E LÍNGUA
ESPANHOLA E SUAS LITERATURAS
Carga horária:
72h
A disciplina aborda temas pontuais da língua espanhola e suas literaturas em função de
necessidades conjunturais; seu conteúdo contempla temas que, embora abordados nas
disciplinas obrigatórias, demandam um desenvolvimento específico.
Referências básicas e complementares
A referência bibliográfica da disciplina será conforme o/s tema/s propostos no semestre
da oferta.

ELETIVA: TÓPICOS ESPECIAS EM ENSINO-APRENDIZAGEM DE LÍNGUA
ESPANHOLA E LÍNGUA ESPANHOLA E SUAS LITERATURAS
Carga horária:
72h
A disciplina aborda temas pontuais do ensino e aprendizagem de língua espanhola e suas
literaturas em função de necessidades conjunturais; seu conteúdo contempla temas que,
embora abordados nas disciplinas obrigatórias, demandam um desenvolvimento
específico.
Referências básicas e complementares
A referência bibliográfica da disciplina será conforme o/s tema/s propostos no semestre
da oferta.

NONO PERIODO

Disciplina:
Código:
Ementa

Referencias
Bibliográficas

Disciplina:

LITERATURAS DE LÍNGUA ESPANHOLA 3
Carga horária:

72h

Presentar ao aluno um panorama crítico da literatura espanhola e hispano-americana
produzida nos séculos XX e inícios do XXI, mediante a leitura das obras mais
representativas do período, fazendo ênfases na relação entre literatura, produção
artística e contexto histórico. Tema transversal: Relações étnico-raciais (o negrismo
na literatura caribenha).
Referências básicas
BORGES, Jorge Luis. El libro de arena. Madrid: Alianza, 1983. [860(82)-34 B732]
Q:5
NERUDA, Pablo. Confieso que he vivido. Espanha: Plaza & Jones, 2002. [929
N454c] Q:1
RESENDE, Beatriz (org.). A literatura latino-americana do século XXI. São
Paulo: Aeroplano, 2005. 188 p. [82(7/8=6) L776] Q:5
Referências complementares
ANUARIOS BRASILEÑOS DE ESTUDIOS HISPÁNICOS. [P 801(05) A627] Q:9
BENEDETTI, Mario. Andamios. Ciudad de México: Alfaguara, 1997. [860-31=60
B462a] Q:1
BORGES, Jorge Luis. Antologia poética: 1923-1977. Madrid: Alianza, 1997.
[860(82)-1 B644a] Q:2
GARCÍA LORCA, Federico. La casa de Bernarda Alba.
RUIZ, Ramón Francisco. Historia del teatro español: siglo XX. 2005.
[792(460)(091)] Q:1
PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR 5: DESENVOLVIMENTO
DA COMPETÊNCIA SOCIOCULTURAL EM LÍNGUA ESPANHOLA

66
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

Carga horária:
80h
Estudo e aprofundamento sobre a produção artística dos países hispânicos, por meio do
conhecimento da produção literária, musical e cinematográfica, dentre outras expressões
artísticas, em relação com seus contextos sociais, históricos, políticos e culturais, além de
sua respectiva dimensão pedagógica, voltada à reflexão e elaboração de materiais
didáticos para o ensino de língua espanhola na educação básica. Temas transversais:
Conhecimento da diversidade étnica e racial do espanhol americano. Línguas em
contato. Línguas fronteiriças
Referências básicas
GOTLIB, Nádia Battella. Teoria do conto. 11. ed. Ática (Ebook)
FINOCCHIO, Silvia: Lo evidente y lo latente: la educación en los procesos de
integración. In: Revista Todavía n. 01. Buenos Aires: Fundación OSDE: 2002.
Disponível em: <http://issuu.com/fundacionosde/docs/todavia01?e=15446004/32119889>. Acesso em: 28 de Out. de 2016.
TAVARES, Roseanne Rocha (Org.). Língua, cultura e ensino. Maceió: EDUFAL, 2006.
[CE 800.7 L755] Q:7
Referências complementares
CANCLINI, Néstor García. De la unidad latinoamericana a los encuentros dudosos. In:
Revista Todavía n. 16. Buenos Aires: Fundación OSDE, 2007. Disponível em:
<http://issuu.com/fundacionosde/docs/todavia-16?e=15446004/32071998>. Acesso em:
28 de Out. 2016.
CORTÁZAR, Julio. Cuentos completos: 1. Madrid: Alfaguara, 2008. [860(82)-34=60
C827c] Q:2
CORTÁZAR, Julio. Cuentos completos: 2. Madrid: Alfaguara, 2007. [860(82)-34=60
C827c] Q:2
GALEANO, Eduardo. O teatro do bem e do mal. Porto Alegre: L&PM, 2006.
[860(899)-4 G151] Q:1
MAITENA: Todo superadas. Buenos Aires: Sudamericana, 2007. [860-36=60 M232t]2
QUEIROZ, Jozefh. Humor em quadrinhos: narrativas gráficas brasileiras e argentinas
em foco. Maceió: EDUFAL, 2015. [CE 869.0(81)-09 Q3h] Q:3

4.1.6.2 Atividades Acadêmicas Científico Culturais

Para o aproveitamento da carga horária das atividades acadêmico-científicoculturais, o Curso de Letras Espanhol atende à Instrução Normativa Nº 01/2016-FALE
que estabelece os critérios para o aproveitamento da carga horária referente à parte
flexível dos Cursos de Letras da Ufal:
1) As atividades acadêmico-científico-culturais do Curso de Letras devem seguir a
seguinte classificação:
1-Atividades de Ensino;
2-Atividades de Pesquisa
3- Atividades de Extensão
4-Atividades de Representação Estudantil;
5-Outras Atividades
80º

2)

A

carga

horária

das

atividades

acadêmico-científico-culturais

deverá,

67
preferencialmente, ser distribuída ao longo do curso e não poderá ser preenchida com
um só tipo de atividade;
3) Para o aproveitamento das atividades acadêmico-científico-culturais de graduação, o
aluno solicitará, no final de cada semestre ao colegiado do curso, através de formulário
padrão fornecido pela secretaria do curso, para o registro e o cômputo de horas,
anexando obrigatoriamente a cópia da documentação devidamente reconhecida pela
secretaria do curso;
4) Somente serão computadas as atividades realizadas após o ingresso no curso.

A distribuição da carga horária das atividades acadêmico-científico-culturais
serão computadas de acordo com a tabela abaixo, abrangendo a classificação
estabelecida:

Atividade

ENSINO

Modalidade

Carga horária máxima

Disciplinas eletivas cursadas além da carga horária mínima estabelecida na grade
curricular: Carga Horária da Disciplina

80

Disciplinas isoladas dentro da área de formação de conhecimento do discente ou
áreas afins: Carga Horária da Disciplina

80

Disciplinas isoladas cursadas em regime de mobilidade acadêmica: Carga
horária da disciplina

Integral*

Participação em programa de monitoria(bolsista ou colaborador) com
certificação expedida ou reconhecida pela UFAL

80

Participação em Cursos como discente, dentro da área de formação de
conhecimento do discente ou áreas afins

80

Publicação Internacional:
30 horas/artigo
Artigos Publicados em eventos

Publicação Nacional:
20 horas/artigo

80

Publicação Regional:
10 horas/artigo
Publicação Internacional:
60 horas/artigo
Artigos Publicados em Periódicos

Publicação Nacional:
40 horas/artigo

80

Publicação Regional:
20 horas/artigo

PESQUISA

Publicação Internacional:
15 horas/artigo
Resumo em Anais de Eventos

Publicação Nacional:
10 horas/artigo
Publicação Regional:
05 horas/artigo
Publicação Internacional:
60 horas/artigo

80

68

Capítulos de Livros

Publicação Nacional:
40 horas/artigo

80

Publicação Regional:
20 horas/artigo
Participação em PIBIC

80

Participação em Grupos de Pesquisa

80

Participação em Eventos:
Seminários, congressos, jornadas,
conferências, encontros, simpósios,
ciclos de palestras e semanas
acadêmicas.
PIBIP/Ação
EXTENSÃO

Como participante: 4 horas/dia do
evento

Como apresentador:

100

Evento
Internacional:
20
horas/evento
Evento
Nacional:
16
horas/evento

80

Evento
Regional:
12
horas/evento

Como organizador :

Evento
Internacional:
20
horas/evento
Evento
Nacional:
16
horas/evento

80

Evento
Regional:
12
horas/evento

Como Monitor:

Evento
Internacional:
10
horas/evento

40

Evento
nacional: 8
horas/evento
Evento
Regional:
6
horas/evento

Cursos

Curso dentro da área de formação do
discente: carga horária do curso

80

Participação em projetos de extensão
(PIBIP/Ação; PIBID)

80

Participação em atividades
comunitárias certificadas por ongs ou
associações comunitárias
REPRESENTAÇÃO
ESTUDANTIL

Participação nas entidades estudantis locais (Centro Acadêmico e Diretorio
Central dos Estudantes) e nacionais:

40

OUTRAS
ATIVIDADES

Participação no PET, PIBID, PIBIP-ação, ou outros programas
institucionalizados: 40 horas por semestre

80

69
4.1.6.3 Trabalho de Conclusão de Curso

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) segue a Resolução n. 001/2017 de
31 de maio de 2017 da Faculdade de Letras (Anexo V) que estabelece normas para a
elaboração.
Além da integralização em aulas/atividades previstas para o Curso de Língua
Espanhola, é ainda condição para a finalização do curso a apresentação de um Trabalho
de Conclusão de Curso. O TCC corresponde a 45 horas, que serão integralizadas na
carga-horária total do curso.
O objetivo geral do TCC é propiciar aos/às alunos/as do Curso de Letras a
oportunidade de produzir um trabalho acadêmico-científico relacionado aos estudos
linguísticos e literários, constantes do desenho curricular de Letras Espanhol, e
elaborado segundo as normas contidas no Padrão UFAL de Normalização ou na
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
O TCC de Letras Espanhol consistirá em uma pesquisa de caráter monográfico,
apresentada

em

forma

de

monografia

ou

artigo

científico,

desenvolvida

individualmente.
A pesquisa de que resultará o TCC deverá ser iniciada no nono semestre e será
acompanhada por um professor-orientador e supervisionada pelo coordenador do TCC,
professor designado especialmente para esta função, a quem compete ainda o
encaminhamento

de todos os

procedimentos

necessários

para

o

adequado

desenvolvimento do trabalho pelo aluno.
O/A aluno/a deverá solicitar orientação a um/a professor/a da Fale ou de outras
Unidades Acadêmicas da UFAL, de áreas afins e que tenham produção e/ou experiência
vinculada à área de estudos do trabalho, que lhe dará uma carta de aceite. Após
conclusão do TCC, o/a aluno/a deverá entregar a monografia ou o artigo ao orientador
no prazo máximo de sessenta dias antes do término do 8º período, em 3 exemplares,
para ser encaminhada aos membros da banca examinadora.
A banca examinadora será presidida pelo/a orientador/a do TCC, e composta por
mais dois/duas docentes da Fale, de outras unidades acadêmicas da UFAL, ou de
instituições públicas de ensino superior. Os critérios de avaliação do TCC serão os
seguintes:
a) relevância do tema;
b) adequação da fundamentação teórico-metodológica ao tema;

70
c) equilíbrio e inter-relação na divisão das partes do trabalho;
d) utilização da linguagem acadêmica na redação; e
e) atendimento aos padrões e às normas técnicas de produção de trabalhos científicos
presentes no Padrão UFAL de Nomalização e/ou nas mais recentes normas da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
A formatação do TCC deve apresentar os seguintes requisitos:
a) a digitação deve ser em espaço 1,5, o papel em formato A-4, a fonte 12, o tipo de
letra
Times New Roman;
b) as margens inferior e direita devem ter 2,0 cm cada;
c) as margens superior e esquerda devem ter 3,0 cm;
d) a encadernação deverá ser em forma impressa simples, sem a exigência de brochura;
e) o TCC deve ter, no mínimo, 15 e, no máximo, 50 páginas da introdução à conclusão,
caso apresente-se no formato monografia; no formato artigo, deve ter, no mínimo, 15 e,
no máximo, 20 páginas.
A capa e a folha de rosto da versão definitiva do TCC (monografia ou artigo)
deverão seguir o modelo do Padrão UFAL de Normalização.
Para aprovação, o/a aluno/a deverá obter nota igual ou superior a 7,0 (sete
inteiros).
4.1.6.4 Interdisciplinaridade e Flexibilização Curricular

A formação docente com enfoque interdisciplinar tem sido um grande desafio
para as instituições formadoras nas últimas décadas. Na busca de promover a formação
nesta perspectiva, a interdisciplinaridade norteará as disciplinas dos três eixos da matriz
curricular: o Núcleo de Estudos de Formação Específica, o Núcleo de Aprofundamento
e Diversificação e o Núcleo de Estudos Integradores. Além disso, o aluno deve cumprir
uma carga horária de 72 horas de disciplina eletiva. Essa carga horária eletiva pode ser
cumprida pelo aluno por meio da escolha de conteúdos, ou seja, as disciplinas do núcleo
de formação obrigatória dos outros Cursos de Letras desta Faculdade poderão ser
computadas como disciplina eletiva do Curso de Letras Espanhol.
Essa forma de estruturação do curso permite ao aluno a participação na sua
própria formação, conforme sugere o Parecer CNE/CES 492/2001 (2001, p.29):

71
Os princípios que norteiam esta proposta de Diretrizes Curriculares são
a flexibilidade na organização do curso de Letras e a consciência da
diversidade/heterogeneidade do conhecimento do aluno, tanto no que se
refere à sua formação anterior, quanto aos interesses e expectativas em
relação ao curso e ao futuro exercício da profissão.

72
5 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO

O ensino de graduação adotará políticas centradas em três grandes eixos,
visando à melhoria contínua da oferta de seus cursos, a formação cidadã, o
reconhecimento pela sociedade e a garantia de formação adequada ao perfil de egresso
desejado. Isso passa necessariamente por inovação e qualificação, internacionalização, e
gestão acadêmica (PDI UFAL, 2013-2017, p. 43-44).

5.1 Inovação e Qualificação

Segundo o Plano de Desenvolvimento Institucional da Universidade Federal de
Alagoas, a universidade “deve possibilitar uma revisão permanente dos seus projetos
pedagógicos, incluindo nesse debate os novos desenhos curriculares, inclusive aqueles já
implantados quando da interiorização”, observando “novas tendências e desafios para a
sociedade em um mundo contemporâneo e buscando sempre novas práticas pedagógicas”, a
saber:
1. O uso das ferramentas de tecnologias atuais por meio de Ambientes Virtuais de
Aprendizagem;
2. Produção de material instrucional pelos docentes;
3. Implantação de sistemas de tutoria e reforço das monitorias, sejam elas via
presencial ou a distância;
4. Adoção de metodologias, perspectivas ou abordagens inovadoras como ProblemBased Learning (PBL), a gamificação e os letramentos;
5. Ampliação dos seminários integradores, Habilidades integradas para o ensinoaprendizagem da língua inglesa e/ou seminários temáticos;
6. Formação de grupos de aprendizagem, coordenados por docentes e
acompanhados por alunos dos anos finais, criando assim uma ampla rede de
atendimento didático pedagógico;
7. Fomentar demais estruturas didático-pedagógicas;
8. Intensificar a mobilidade intra e interinstitucional como forma de ampliar
conhecimentos, saberes e culturas. (UFAL, 2013-2017, p. 44).

A universidade não deve perder de vista que uma formação completa implica
considerar a inclusão dos estudos dos direitos humanos, da sustentabilidade, da
acessibilidade, das questões étnicos raciais e afros descendentes.

73
As descrições destas ações podem ser consultadas em suas respectivas seções
descritas neste documento.

5.2 Internacionalização
A Ufal participa do Programa Idiomas Sem Fronteiras (ISF) 3 desde 2013. O
Programa é responsável por duas grandes ações: oferta de cursos de línguas
estrangeiras/adicionais pelo Núcleo de Línguas; e aplicação de testes de nivelamento e
de proficiência por meio do Centro Aplicador de Testes. Hoje o Núcleo de Línguas
(NuCli/ISF/UFAL) oferece cursos presenciais de espanhol, francês, inglês e português
para estrangeiros.
O Programa ISF objetiva promover ações para uma política linguística visando à
internacionalização das Instituições de Ensino Superior no Brasil, propiciando espaços
para uma formação (inicial ou continuada) do profissional voltada para atender as
demandas locais e globais visando à internacionalização. Os professores, durante sua
permanência de até 24 meses no Programa, participa da residência docente que
favorece, incentiva e valoriza a pesquisa qualitativa sobre os vários aspectos (macros ou
micros) envolvidos no ensino-aprendizagem de línguas para fins específicos
(acadêmicos). O programa é mais uma possibilidade aos discentes do curso para
construírem uma formação profissional mais informada, crítica e reflexiva.
5.3 A Responsabilidade Social

A Universidade Federal de Alagoas não se considera proprietária de um saber
pronto e acabado que vai ser oferecido à sociedade, mas, ao contrário, ao participar
dessa sociedade, é sensível aos seus saberes, problemas e apelos, quer através dos
grupos sociais com os quais interage, quer através das questões que surgem de suas
próprias atividades de ensino, de pesquisa e de extensão.
Atenta aos movimentos sociais, priorizando ações que visem à superação das
atuais condições de desigualdade e exclusão existentes em Alagoas, no Nordeste e no
Brasil, a ação cidadã da UFAL não pode prescindir da efetiva difusão do conhecimento
nela produzidos. Portanto, as populações, cujos problemas tornam-se objeto da pesquisa
3

Informações sobre o Programa Idiomas Sem Fronteiras podem ser obtidas em:
http://isf.mec.gov.br/

74
acadêmica são, também, consideradas sujeito desse conhecimento, o que lhes assegura
pleno direito de acesso às informações e produtos então resultantes.
Neste sentido, a prestação de serviços é considerada produto de interesse
acadêmico, científico, filosófico, tecnológico e artístico do ensino, da pesquisa e
extensão, devendo ser a realidade e sobre a realidade objetiva, produzindo
conhecimentos que visem à transformação social.
O curso de Letras Espanhol poderá atuar em relação à responsabilidade social
desenvolvendo projetos voltados para a melhoria das dificuldades encontradas relativas
ao ensino-aprendizagem da Língua Espanhola, nos municípios onde os alunos vivem,
bem como desenvolvendo suas pesquisas pessoais nessas regiões, além de poder
participar de formações continuadas de professores na área em questão.

5.4 Acessibilidade

A UFAL possui um núcleo de estudos (Núcleo de Acessibilidade - NAC)
voltado para o entendimento das necessidades postas para o seu corpo social, no sentido
de promoção de acessibilidade e de atendimento diferenciado aos portadores de
necessidades especiais em atenção à Política de Acessibilidade adotada pelo MEC e à
legislação pertinente.
O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado especial,
haja vista a forma atual de identificação dos/das estudantes: auto-declaração. Por outro
lado, a UFAL tem investido na capacitação técnica de seus servidores para o
estabelecimento de competências para diagnóstico, planejamento e execução de ações
voltadas para essas necessidades.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, junta-se
agora o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de
Acessibilidade, qual sejam a acessibilidade: pedagógica, metodológica, de informação e
de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica do curso atenta para o que rege o
art. 59 da Lei 12.764/2012, que afirma: “Os sistemas de ensino assegurarão aos
educandos com necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos
educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades”.
Assim, o Núcleo de Acessibilidade foi criado em outubro de 2013 e desde então
tem consolidado suas ações na Instituição, e, de acordo com a Lei 13.146/2015 visa

75
“assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das
liberdades fundamentais da pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e
cidadania”.
Em 17 de fevereiro de 2017 foi inaugurada a sua nova sede, no Centro de
Interesse Comunitário (CIC), com 3 salas, as quais são utilizadas para reuniões com
estudantes, professores, coordenadores e familiares, bem como há a produção de
materiais demandados por discentes com deficiência atendidos.
Atualmente, o NAC conta com uma coordenação, um revisor em Braille, 12
(doze) bolsistas de apoio ao estudante com deficiência (selecionados por edital
específico) e um psicólogo clínico. O próprio dimensionamento dessas necessidades
merece um cuidado especial, haja vista a forma atual de identificação dos alunos: a auto
declaração. Assim, professores e estudantes com deficiência, precisam solicitar
atendimento educacional especializado e, este ocorre continuamente e de acordo com as
suas necessidades. O NAC ainda disponibiliza o empréstimo de equipamentos de
acessibilidade, como livros e máquina para escrita em Braile, por exemplo. Os
acompanhamentos são avaliados ao final de cada semestre por professores dos/as
estudantes com deficiência e pelos/as próprios/as estudantes, com a finalidade de
aperfeiçoar os serviços oferecidos.
Além deste acompanhamento, o NAC tem investido na formação da comunidade
universitária com a proposição de projetos, cursos e oficinas (Tecnologia Assistiva Deficiência Visual e Deficiência Física, Estratégias de Ensino do Surdo cego, Práticas
Inclusivas na Educação Superior, Sextas Inclusivas, entre outros).
Por outro lado, a UFAL tem investido na capacitação técnica de seus servidores
para o estabelecimento de competências para diagnóstico, planejamento e execução de
ações voltadas para essas necessidades. Para tal atendimento a UFAL assume o
compromisso de prestar atendimento especializado aos alunos portadores de deficiência
auditiva, visual, visual e auditiva e cognitiva sempre que for diagnosticada sua
necessidade. Procura-se, desta forma, não apenas facilitar o acesso, mas estar sensível às
demandas de caráter pedagógico e metodológico de forma a permitir sua permanência
produtiva no desenvolvimento do curso. À luz do Decreto Nº 5.296, de 2 de dezembro
de 2004 – Regulamenta a Lei n. 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade
de atendimento às pessoas que especifica, e a Lei n. 10.098, de 19 de dezembro de
2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da
acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá

76
outras providências.
A partir de 2016, o NAC ainda tem atuado na intermediação com os diferentes
órgãos da UFAL, principalmente junto à SINFRA, PROGRAD e PROEST, para a
minimização de possíveis barreiras (físicas e acadêmicas) à permanência do estudante
com deficiência, como preconiza a Lei 10.098/2000, que estabelece normas gerais e
critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de
deficiência ou com mobilidade reduzida. Aqui, merece destaque a construção de
calçadas táteis, rampas de acesso aos prédios, corrimãos, adaptações de banheiros e
salas de aula, entre outras obras necessárias à permanência dos estudantes e professores
com deficiência na universidade.
Com relação ao atendimento de discentes com Transtorno do Espectro Autista,
conforme disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012, incluso no
instrumento de avaliação dos cursos de graduação do INEP de junho de 2015, a
Universidade Federal de Alagoas, nesse momento fomenta estudos e debates no intuito
de constituir uma política institucional que explicite ações neste âmbito e que
fundamente os cursos de graduação desta instituição em metodologias e ações
atitudinais que visem a inclusão de pessoas com este transtorno. Os discentes com
transtorno do espectro autista também são atendidos pelo NAC.
Para ampliar o número de estudantes acompanhados, está em andamento visita
às coordenações do curso para a distribuição de materiais de divulgação do NAC, bem
como a elaboração de campanha institucional para difundir o Núcleo nas redes sociais,
pela Assessoria de Comunicação (ASCOM).
De forma institucional, os coordenadores e professores do curso vêm sendo
estimulados a participar de capacitações pedagógicas e humanísticas relacionadas às
políticas de inclusão da pessoa com deficiência na educação, no qual estudantes também
têm acesso a esses eventos.
Entretanto, em caso de comprovada necessidade de apoio às atividades de
comunicação, locomoção, alimentação e cuidados pessoais a pessoa com transtorno do
espectro autista ou outra deficiência será também disponibilizado pela IES profissional
para apoio nos termos da legislação 12.764/2012.

5.5 Inclusão e Política de Cotas

77

Resolução 33 de 2003 - POLITICA DE COTAS
No ano de 2015 foram reservadas 40% (quarenta por cento) das vagas de cada
curso e turno ofertados pela UFAL para os alunos egressos das escolas públicas de
Ensino Médio. Destas, 50% (cinquenta por cento) das vagas foram destinadas aos
candidatos oriundos de famílias com renda igual ou inferior a 1,5 salário mínimo (um
salário mínimo e meio) bruto per capita e 50% (cinquenta por cento) foram
destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou superior a 1,5
salário mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita. Nos dois grupos que
surgem depois de aplicada a divisão socioeconômica, serão reservadas vagas por
curso e turno, na proporção igual à de Pretos, Pardos e Indígenas (PPI) do Estado de
Alagoas, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) de 2010, que corresponde a 67,22% (sessenta e sete vírgulas vinte e dois por
cento). A meta da UFAL é destinar até o ano de 2016 50% de suas vagas a alunos
egressos de escolas públicas.
O Curso de Letras Espanhol propicia essa inclusão ao possibilitar que pessoas
que não teriam a oportunidade de fazer um curso superior, possam graduar-se,
independentemente do distanciamento em relação à Ufal, da classe social da qual faça
parte e da disponibilidade de tempo em horário regular, para fazer seus estudos.
5.6 Fundamentos da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS

O componente curricular Fundamentos da Língua Brasileira de Sinais ( Libras é
obrigatório nas licenciaturas e no curso de Pedagogia e de Letras (Art. 3º do Decreto 5.626
de 22 de dezembro de 2005, Lei 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua
Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000). Nos
demais cursos de graduação é opcional, devendo constar na lista dos componentes
curriculares complementares. O curso de Letras Espanhol oferece a disciplina Fundamentos
da Língua Brasileira de Sinais (Libras) como disciplina obrigatória na matriz curricular,
prevista para o quinto período.

5.7 Apoio Discente

78

As políticas de apoio aos discentes se fundamentam no PDI/UFAL e nos
princípios e diretrizes estabelecidos pelo Plano Nacional de Assistência Estudantil –
PNAES, que objetiva viabilizar a igualdade de oportunidades entre todos os estudantes
e contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico, a partir de medidas que buscam
combater situações de repetência e evasão (Decreto nº 7.234, de 19 de julho de 2010).
Apoia, prioritariamente, a permanência de estudantes em situação de
vulnerabilidade e risco social matriculados em cursos de graduação das Instituições
Federais de Ensino Superior – IFES. Sua instância de discussão e resolução é o Fórum
Nacional de Pró-reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis – FONAPRACE,
realizado anualmente, no qual a UFAL tem assento. Na ocasião são feitos diagnósticos e
reflexões sobre a realidade estudantil nas IFES e se estabelecem as diretrizes e linhas de
ação das Pró-Reitorias em nível nacional.
De acordo com o PDI/UFAL, as políticas discentes da instituição vão além do
PNAES, pois trabalham também com a perspectiva de universalidade no atendimento
dos estudantes que frequentam o espaço universitário. Assim, podem ser identificados:
- Apoio pedagógico: busca reforçar e/ou orientar o desenvolvimento acadêmico;
apoio ao acesso às tecnologias de informação e línguas estrangeiras, com a oferta de
cursos para capacitação básica na área. Atenção aos discentes como forma de orientálos na sua formação acadêmica e/ou encaminhá-los/as a profissionais específicos para
atendimento, por meio da observação das expressões da questão social. Articulação com
as Coordenações de Curso sobre dificuldades pedagógicas desses alunos e planejamento
para superação das mesmas. Ex.: PAINTER, Monitoria, Tutoria.
- Estímulo à permanência: atendimento às expressões da questão social que
produzem impactos negativos na subjetividade dos estudantes e que comprometem seu
desempenho

acadêmico;

atendimento

psicossocial realizado

por

profissionais

qualificados, visando ao equilíbrio pessoal para a melhoria do desempenho acadêmico;
atendimento do estudante na área da saúde com assistência médica e odontológica;
fomento à prática de atividades físicas e de esporte; promoção de atividades
relacionadas à arte e cultura no espaço universitário; implementação de bolsas
institucionais que visam ao aprimoramento acadêmico. Ex.: Bolsa Permanência (PróGraduando).
- Apoio financeiro - disponibilização de bolsa institucional a fim de incentivar os
estudantes de graduação, mediante sua participação em projetos de assuntos de interesse

79
institucional, de pesquisa e/ou de extensão universitária, que contribuam para sua
formação acadêmica; disponibilização de bolsas aos discentes em situação de risco e
vulnerabilidade social, prioritariamente, a fim de ser provida uma condição favorável
aos estudos, bem como ser uma fonte motivadora para ampliação do conhecimento,
intercâmbio cultural, residência e restaurante universitários. Ex.: PIBID, PIBIC.
- Organização estudantil – ação desenvolvida por intermédio de projetos e ações
esportivos, culturais e acadêmico-científicos, promovidos pela universidade ou pelos
estudantes. Alguns espaços físicos são reservados para as atividades dos centros
acadêmicos, para colaborar com a ampliação dos espaços de discussão e diálogo que
contribuam para a formação política dos estudantes. Ex.: Centros Acadêmicos, DCE.
- Plano de acompanhamento do assistido – proporciona uma maior segurança
para o aluno quanto à sua possibilidade de sucesso na instituição, evitando assim um
aumento da retenção e/ou da evasão. Evita também a acomodação do/da estudante ao
longo do curso. Busca a reorientação e a preparação para a sua saída, diminuindo a
ansiedade entre a academia e o mercado de trabalho. Ex.: Estágios.

5.8 Integração entre ensino, pesquisa e extensão

Seguindo o que preceitua a Constituição (1988), a Lei de Diretrizes de Bases da
Educação Nacional (1996) e o Plano Nacional de Educação (2014-2024), a
Universidade Federal de Alagoas se constitui a partir do princípio da indissociabilidade
entre ensino, pesquisa e extensão, tendo em vista a formação de profissionais, a
transformação da sociedade e da própria universidade e a produção, preservação e
difusão culturais.

5.8.1 Política de Extensão

A LDB (lei 9.394/96) traz entre seus princípios a necessidade da diversificação
dos cursos superiores e a flexibilização dos projetos acadêmicos, permitindo às IES
adequarem os projetos pedagógicos às respectivas naturezas institucionais, às realidades
regionais e às finalidades inerentes aos cursos, tanto se voltados à formação profissional
quanto às ciências ou às artes. Cumpre destacar que tais diretrizes se associam à
premissa da educação continuada, a qual afirma que a graduação superior é apenas uma

80
etapa do processo de ensino e aprendizagem e não o seu término. Deve-se salientar
também que, como contrapeso à tendência de diversificar e flexibilizar, o aparato
normativo define a necessidade de existirem processos de avaliação permanentes para
identificar desvios e propor correções de rumo.
A Universidade Federal de Alagoas atua em todas as oito áreas temáticas de
extensão classificadas pelo Plano Nacional de Extensão: Comunicação, Cultura,
Direitos Humanos e justiça, Educação, Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e Produção e
Trabalho.
No que diz respeito à Faculdade de Letras, há atualmente dois programas de
extensão em funcionamento: 1- Fale em linguagens: integrando pesquisa e extensão
Programa e 2- Casas de Cultura.
1- Fale em linguagens: integrando pesquisa e extensão
Este Programa enquadra-se na área temática Linguística, Letras e Artes, na linha
Formação de professores e visa a integrar projetos e ações de extensão da Faculdade de
Letras, articulando as práticas de pesquisa e ensino com o objetivo de propor reflexões e
alternativas sobre a relação da universidade com a sociedade e, desta forma, colaborar
com a melhoria da realidade social, bem como ampliar os conhecimentos acerca do
contexto vivenciado nos vários campos de atuação do profissional de Letras.
Em consonância com a Política Nacional de Extensão e as Resoluções 4 e 6 de
2018, aprovadas no CONSUNI/UFAL é imprescindível que se desenvolvam e ampliem
as ações e eventos que considerem os resultados de pesquisas desenvolvidas na área dos
estudos da linguagem, sobretudo de cunho qualitativo, que articulem conhecimentos
construídos por meio da interdisciplinariedade, como aquelas que consideram as
contribuições da Linguística e da Educação. Nesse sentido, este Programa privilegia as
pesquisas que defendem a necessária articulação entre teoria e prática, considerando-a
como premissa pedagógica indispensável na produção de saberes ao promover a
vivência dos discentes junto às comunidades de forma orgânica.
A legislação educacional atual considera a necessidade de uma formação que
contemple perfis profissionais aptos a incorporar novos saberes e a desenvolver
múltiplas habilidades, em sintonia com a dinâmica do mundo contemporâneo. Nesse
sentido, as instituições de ensino superior precisam estar em constante diálogo com as
demandas sociais e, dessa forma, garantir a articulação entre pesquisa, ensino e
extensão, como preconiza o Parecer CNE/CES Nº 8/2007, que afirma que a educação

81
deve “fortalecer a articulação da teoria com a prática, valorizando a pesquisa individual
e coletiva, assim como os estágios e a participação em atividades de extensão”. No que
tange ao curso de Letras, as ações extensionistas podem abranger uma diversificação
das especialidades dos professores orientadores, conferindo ao programa um amplo
escopo no que tange aos estudos da linguagem e da literatura.
Por contemplarem estudos da linguagem e da literatura, as ações de extensão,
em sua grande maioria, seguem uma metodologia de cunho mais participativo, cujo
conhecimento é construído coletivamente. O público alvo do programa é a comunidade
em geral.

Tabela 19: Programa FALE em linguagens: integrando pesquisa e extensão
PROGRAMA FALE EM LINGUAGENS INTEGRANDO PESQUISA E EXTENSÃO
Ementa
Integração da pesquisa, do ensino e da extensão no âmbito da faculdade de
Letras. Colaboração com a melhoria da realidade social, por meio do diálogo
entre a sociedade e a universidade.
Referências
Básica
bibliográficas BAKHTIN, M. VOLOCHINOV, V.N Marxismo e filosofia da linguagem.
Tradução: M. Lahud e Y. F. Vieirea. São Paulo: Hucitec, 1990.
BORDIEU, P. A economia das trocas simbólicas. Tradução: Sergio Miceli et.
all. São Paulo, Perspectiva, 1968.
CALVET, L. As políticas linguísticas. São Paulo: Parábola, 2007.
Complementares
CHOMSKY, N. Aspects of the Theory of Sintax. Cambrige, Mass: The MIT
Press, 1969.
FREIRE, P. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 2009.
HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução T. T Silva e
g. L Louro. Rio de Janeiro: DP&A, 1997.
MESZAROS, I. A educação para além do capital. Tradução: I. Tacares. São
Paulo: Boitempo, 2008.
UFAL. Resolução Nº 64/2014 – CONSUNI/UFAL de 03 de novembro de
2014.

O Curso de Letras Espanhol desenvolve o projeto de extensão Ensinoaprendizagem de Língua Espanhola: gramática e letramento crítico, vinculado ao
Programa Fale em linguagens: integrando pesquisa e extensão.
2 – Programa Casas de Cultura
Este Programa enquadra-se na área temática Linguística, Letras e Artes, na linha
Línguas estrangeiras e tem como objetivo abarcar as atividades de extensão vinculadas
às Casas de Cultura, sob a coordenação da Câmara de Extensão da Faculdade de Letras.
O programa é intersetorial, pois estão envolvidos docentes e discentes de quatro Cursos,

82
a saber: Curso de Letras Espanhol, Curso de Letras Francês, Curso de Letras Inglês e
Curso de Letras Português. O público alvo interno são os alunos universitários e o
público alvo externo é a comunidade em geral, principalmente alunos/as de escolas
públicas. As ações buscam oferecer cursos e eventos que promovam o desenvolvimento
linguístico e cultural que atendam às demandas da sociedade assim como visa articular
teoria e prática na iniciação à docência, ao possibilitar ao licenciando de Letras uma
formação profissional que contemple uma fazer pedagógico mais crítico e reflexivo.
As ações desenvolvidas nas Casas de Cultura se justificam pela necessidade de
atender às demandas sociais em decorrência de compressão espaço-tempo devido ao
processo de globalização. Esse cenário leva à premência da interação em nível
transnacional, ampliando o acesso para a difusão e o desenvolvimento/ aprofundamento
linguístico. Além disso, as Casas de Cultura configuram um espaço para a difusão e
ampliação das manifestações culturais, para a pesquisa e para a iniciação à docência,
uma vez que graduandos de Letras têm a possibilidade de se envolverem com a sala de
aula sob a orientação de um docente, viabilizando uma visão crítica e reflexiva do fazer
pedagógico. Portanto, este Programa busca estabelecer um diálogo com a sociedade, ao
visar o desenvolvimento plurilíngue e cultural bem como favorecer a articulação entre
teoria e prática e, assim, possibilitar a produção de conhecimentos.
Estamos vivenciando um período em que fronteiras nacionais estão cada vez
menos nítidas, com questões locais sendo afetadas por aspectos globais e vice e versa
(HELD et al.,1999), levando a novas configurações de espaço-tempo.
Nesse contexto, os cursos e eventos das Casas de Cultura visam responder às
necessidades dos sujeitos da comunidade em geral, e também da acadêmica, em termos
de melhor prepará-los para o contexto global contemporâneo. Nesse sentido, nossa
perspectiva é informada pelo que Augé (2010) denomina uma antropologia da
mobilidade, no caso, com vistas a fomentar os trânsitos dos sujeitos, das ideias, dos
textos, ao possibilitarmos que a barreira linguística seja ultrapassada.
No tocante à formação profissional, os cursos abrem um espaço para a prática de
ensino para o alunado do Curso de Graduação em Letras, que atua na docência nas
Casas. Finalmente, saliente-se também a visão sobre o ensino de segunda língua, e de
sua cultura, que norteia as atividades da Casa, especialmente no que concerne às
abordagens metodológicas utilizadas, atentas à incorporação de vertentes dos Estudos
em Linguística Aplicada centradas nos Letramentos Críticos, numa perspectiva
transcultural e descolonial para o ensino de línguas e de outras manifestações culturais

83
(STELLA et al., 2014).
Em relação aos níveis para o ensino de línguas estrangeiras, os cursos oferecidos
pelas Casas seguem os preceitos do Quadro Europeu Comum de Referência que, além
de sistematizar o ensino e o currículo de formação linguística do aprendiz, preza por
uma construção ampla do conhecimento e com autonomia, em que a interação e a
interculturalidade ocupam um lugar importante no processo de ensino/aprendizado. A
maioria das ações vinculadas a este programa correspondem a cursos semestrais,
ministrados por graduandos de Letras, cujo trabalho é supervisionado pelo/a
coordenador/a da Casa de Cultura correspondente. Os cursos também são ministrados
por docentes da Faculdade de Letras ou colaboradores de outras IES. Outras ações
englobadas neste programa são eventos e oficinas, coordenados por docentes da
Faculdade de Letras.

Objetivos Gerais
- Oferecer propostas de formação linguística e cultural
- Ampliar o acesso à a aprendizagem/aperfeiçoamento de línguas
- Proporcionar oportunidades para professores em pré-serviço, privilegiando um fazer
pedagógico crítico e reflexivo.

Tabela 20: Programa Casas de Cultura
PROGRAMA CASAS DE CULTURA
Ementa
Oferta de cursos e eventos que promovam o desenvolvimento linguístico e
cultural que atendam às demandas da sociedade. Articulação da teoria e da
prática na iniciação à docência.
Referências
Básicas
bibliográficas AUGÉ, Marc. Não-lugares: introdução a uma antropologia da
supermodernidade. Campinas: Papirus, 2010.
HELD, D.; McGREW, D.; GOLDBLATT, D.; PERRATON, J. Globalization .
In: Global Governance, Vol. 5, No. 4 (Oct.–Dec. 1999), pp. 483-496.
STELLA, P. R. ; CAVALCANTI, I. (Org.) ; TAVARES, R. R. (Org.) ; IFA, S.
(Org.). Transculturalidade e de(s)colonialidade em estudos em inglês no
BraZil. 1. ed. Maceió: Edufal, 2014. v. 1. 410p .
Complementares
ANDRADE, Luiz Antônio Botelho; SILVA, Edson Pereira. A Universidade e
sua relação com o outro: um conceito para extensão universitária. Educação
Brasileira, v. 23, n. 47, p. 65-79, 2001.
FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1983, 93p.
PIERSON, Alice Helena Campos; CORTEGOSO, Ana Lucia; ARAÚJO
FILHO, Targino de. Flexibilização curricular: experiências e perspectivas. In:
THIOLLENT, Michel; CASTELO BRANCO, Alba Lúcia; GUIMARÃES,
Regina Guedes Moreira; ARAÚJO FILHO, Targino de. (org.). Extensão

84
universitária: conceitos, métodos e práticas. Rio de Janeiro, v. 1, p. 41-55,
2003.
REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Documentos. Plano
Nacional de Extensão Universitária, 2001. Disponível em:
<http://www.renex.org.br> Acesso em: 15 dez. 2004. __ GURGEL, R. M.
Extensão Universitária: Comunicação ou domesticação? São Paulo: Cortez,
1986. BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre
universidade e comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p.
157-169, jan./jun. 2007.

As Atividades Curriculares de Extensão (ACEs) do Curso de Letras Espanhol
estão associadas ao Programa Casas de Cultura por meio dos dois projetos de extensão
que desenvolve o Curso, a saber: a) Casa de Cultura no Campus (CCC) – Língua
Espanhola e b) Casa de Cultura Latino Americana (CCLA).
a) Casa de Cultura no Campus – Língua Espanhola
O Curso de Língua Espanhola do Projeto Casas de Cultura no Campus almeja
contribuir para o crescimento e amadurecimento profissional de professores em
formação inicial (PFIS), desde o início da graduação, bem como difundir o ensino e
aprendizagem do idioma espanhol. O domínio da língua espanhola nos permite uma
melhor interação com os integrantes dos países vizinhos, além de possibilitar a
ampliação do nosso universo cultural. Tendo em vista essa questão, o projeto Casas de
Cultura no Campus - Língua Espanhola tem como objetivo contribuir para a formação
reflexiva e transformadora dos graduandos em Letras Espanhol e dos demais
participantes do projeto, alunos da UFAL e de escolas públicas de ensino, por meio do
ensino e da aprendizagem da língua espanhola. Acreditamos que a formação docente
deve ser iniciada durante a graduação, já que permite aos professores em formação
inicial (PFIs), o exercício da profissão acompanhado de leituras reflexivas, discussões e
prática de sala de aula. Nesse sentido, a vivencia dessa experiência durante a
licenciatura contribui para que os granduandos em Letras coloquem em prática
diferentes propostas de ensino e aprendizagem do idioma, reflitam sobre suas práticas,
transformando seus espaços de atuação em centros de pesquisa e intervenção
pedagógica, apoiados pela atitude crítica, reflexiva e transformadora. Defendemos ainda
que o ensino e a aprendizagem da língua espanhola possibilitarão o aprimoramento das
competências linguísticas e experiência em sala de aula.
O projeto contempla as seguintes demandas sociais:

85
- Possibilitar a aprendizagem de uma língua estrangeira com a finalidade de facilitar a
interação e aproximação com outras culturas;
- Contribuir para o processo de formação dos estudantes envolvidos (tanto os
acadêmicos de Letras, quanto aos universitários da UFAL e a comunidade externa alunos de escolas públicas) para a participação cidadã e inserção no mercado de
trabalho;
- Favorecer a formação crítica, cidadã, política e transformadora dos participantes do
projeto a partir de atividades de leitura, discussão e escrita em língua espanhola;
- Proporcionar o autoconhecimento do sujeito a partir do descobrimento do estrangeiro,
ou seja, conhecendo novos valores, ou talvez nem tão novos, suficientes para que
reflitamos sobre nossa verdadeira identidade como cidadãos brasileiros.
Tabela 21: Projeto CCC – Língua Espanhola
PROJETO CASA DE CULTURA NO CAMPUS – LÍNGUA ESPANHOLA
Contribuição para o crescimento e amadurecimento profissional de professores
em formação inicial (PFIS), desde o início da graduação. Difusão do ensino e
da aprendizagem do idioma espanhol.
Referências
Básicas
bibliográficas CALZADO, Araceli. Gramática esencial: con el español que se habla hoy en
España y América Latina. Madrid: Ediciones SM. [806.0 C171g] Q:5
CHOZAS, Diego; DORNELES, Flávia. Dificultades del español para
brasileños. Madrid, Espanha: Ediciones SM, 2005. 95 p. [806.0-5=60 C552d]
Q:5
ORGANIZADORA SONIA SUELI BERTI SANTOS. Filologia
românica. Pearson [E-book]
Complementares
CURSO de español. [São Paulo]: Barsa Planeta, 2002. 9 v. + 10 CD + 3 DVD.
(L2)[806.0=60 C977] Q:89
GARCÍA GONZÁLEZ, Javier. Perífrasis verbales. 4. ed. Madrid: Sociedad
General Española de Librería, 2004. 157 p. [806-0 G216p] Q:3
INSTITUTO CERVANTES. Plan curricular del Instituto Cervantes: niveles
de referencia para el español (A1, A2). 2. ed. Madrid: Biblioteca Nueva, 2008.
[806.0-5 I59p] Q:3
MASOLIVER RÓDENAS, Joaquín. Historias breves para leer: nivel
intermedio. 7. ed. Madrid: Sociedad General Española de Libreria, 2008. 119 p.
[806.0:373=60 M398h] Q:4
MATTE BON, F. Gramática comunicativa del español (tomo I y II): de la
lengua a la idea. Madrid: Edelsa, 1995. [806.0-5 M435g] Q:3
Ementa

b) Casa de Cultura Latino Americana
O projeto Casa de Cultura Latino-americana (CCLA), desenvolvido no Espaço
Cultural Professor Salomão de Barros Lima, tem como proposta a socialização do saber
acadêmico estabelecendo uma dinâmica que contribui para a participação da

86
comunidade na vida universitária, a divulgação da cultura dos países que tem o idioma
espanhol como língua oficial e para a promoção de cursos de língua espanhola em
diferentes níveis. O projeto propicia o contato com uma nova fonte de conhecimento de
grande importância para a formação do indivíduo, possibilitando, ainda, espaços para o
intercâmbio intercultural, envolvendo a cultura brasileira e a dos países que falam a
língua espanhola.
Entre seus objetivos está: difundir a cultura dos países que tem a língua
espanhola como língua oficial contribuindo para a formação integral da comunidade,
desenvolvendo, por meio do ensino e da aprendizagem de línguas, diferentes maneiras
de pensar e agir na sociedade. Para alcançar esse objetivo geral é importante
desenvolver uma serie de objetivos secundários que visam:
- Promover o ensino e a aprendizagem da língua espanhola;
- Desenvolver uma consciência intercultural, resultado do conhecimento, percepção e
compreensão da relação entre a cultura de origem e a da comunidade objeto de estudo;
- Responder a uma demanda social da comunidade através do ensino da língua
espanhola;
- Proporcionar uma prática reflexiva para os alunos/graduandos de Letras-Espanhol da
UFAL;
- Criar oportunidades de estímulo ao intercâmbio acadêmico e cultural tendo como foco
a língua espanhola e as manifestações culturais a ela vinculada.
Com o cumprimento desses objetivos, permitiremos aos nossos discentes
aprofundar a sua formação pedagógica intensificando o aprendizado da língua e da
cultura em questão. Além disso, proporcionaremos aos alunos bolsistas um campo de
pesquisa e reflexão da sua prática docente que sirva como complemento da sua
formação inicial, favorecendo assim seu desenvolvimento profissional.
Na população atendida, discentes da Ufal e alunos/as de escolas públicas de
ensino, permitiremos a inserção no mundo globalizado, favorecendo o acesso à língua
estrangeira e aos meios culturais e profissionais plurilíngues. Dessa forma,
possibilitaremos aos indivíduos uma relação de forma efetiva e eficaz em diversos
contextos socioculturais alcançando, ao mesmo tempo, uma compreensão aprofundada
de sua própria identidade social e cultural.

87
Tabela 22: Projeto CCLA
Ementa

PROJETO CASA DE CULTURA LATINO AMERICANA
Difusão da cultura dos países que tem a língua espanhola como língua oficial
contribuindo para a formação integral da comunidade interna e externa da
UFAL.

Básicas
Referências
bibliográficas ARNAL, Carmen; RUIZ DE GARIBAY, Araceli. Escribe en español. 5. ed. Madrid:
Sociedad General Española de Librería, 2006. [806.0:373=60 A743e] Q:4
FERRARI, Ana Josefina. La escritura en lengua española. Editora Intersaberes. (Ebook)
DÍAZ, Lourdes; AYMERICH, Marta. La destreza escrita. Madrid: EDELSA, 2003. 175
p. [371.13=60 D542d] Q:2
Complementares
CURSO de español. [São Paulo]: Barsa Planeta, 2002. 9 v. + 10 CD + 3 DVD.
(L4)[806.0=60 C977]
GARCÍA RESTREPO, Luis E. Lectoescritura práctica. Colômbia: Editorial
Universidad de Caldas, 2007. [800.5 G216l] Q:1
GRAMÁTICA ESENCIAL DEL ESPAÑOL : introduccion al estudio de la lengua - 5.
ed. / 2006. [806.0-5(0.021.6) S445] Q:2
INSTITUTO CERVANTES. Plan curricular del Instituto Cervantes: niveles de
referencia para el español (B1, B2). 2. ed. Madrid: Biblioteca Nueva, 2008. [806.0-5
I59p]
MENICONI, Flávia Colen. Escrita em língua espanhola: é possível produzir textos nas
fases iniciais do ensino-aprendizagem de um novo idioma? Maceió: Edufal, 2017. [CE
806.0 M545e] Q:8

Além de desenvolver projetos vinculados aos programas de extensão da
Faculdade de Letras, o Curso de Letras Espanhol participa no Programa de Línguas
Estrangeiras no Interior (PLEI).
Este Programa enquadra-se na área temática Linguística, Letras e Cultura, na
linha Línguas estrangeiras e visa à interiorização do processo de Internacionalização da
UFAL, que articula os eixos de ensino, pesquisa e extensão atendendo os campi da
Universidade Federal de Alagoas (UFAL), situados em regiões que não sejam a capital
do estado, isto é, campi Arapiraca e Sertão e suas respectivas unidades. O programa é
intersetorial, na medida que estão envolvidos docentes e discentes de quatro Cursos:
Letras Espanhol, Letras Francês, Letras Inglês e Letras Português.
O Programa está centrado na oferta de cursos de idiomas estrangeiros (espanhol,
francês e inglês) para: a) estudantes da UFAL (graduação e pós-graduação),
matriculados nos campi Arapiraca, Delmiro Gouveia e nas Unidades Palmeira dos
Índios, Santana do Ipanema, Viçosa e Penedo; b) Estudantes da rede estadual
matriculados no Ensino Médio; c) comunidade externa à UFAL. O Programa articula-se
a partir dos seguintes setores: Assessoria de Intercâmbio Internacional (ASI/UFAL),
Gabinete da Reitoria (GR/UFAL), Pró-Reitoria de Extensão (PROEX/UFAL),
Faculdade de Letras (FALE/UFAL) e cursos de Letras dos campi Sertão e Arapiraca, e

88
envolve estudantes da graduação em Letras (Cursos de Espanhol, Francês e Inglês –
campus A.C. Simões), que atuarão como Professores em Formação Inicial dos cursos de
línguas mediante aprovação em edital de seleção; docentes dos cursos de Letras dos
campi Maceió, Sertão e Arapiraca, com proficiência em inglês/espanhol/francês,
membros da equipe proponente do Projeto, que atuarão como coordenadores
pedagógicos dos cursos de idiomas; docentes e técnicos membros da Equipe Proponente
do projeto, lotados nos diversos setores, campi e unidades da UFAL, que oferecerão
suporte logístico/administrativo; estudantes da rede estadual de ensino, não vinculados à
UFAL; estudantes de variados cursos de graduação e pós-graduação matriculados nos
campi e unidades: Arapiraca, Palmeira dos Índios, Delmiro Gouveia, Santana do
Ipanema, Viçosa e Penedo.
O presente Programa justifica-se pela necessidade premente de ampliar o
processo de internacionalização plena e democrática da Universidade Federal de
Alagoas, logrando assim: a) atender com mais abrangência a demanda desta IES por
internacionalização nos campi resultado de seu processo de expansão e interiorização;
b) oferecer aos estudantes da UFAL matriculados em campi/unidade situadas em outros
espaços que não a capital do estado a possibilidade de acessar idiomas estrangeiros em
nível básico por meio de cursos gratuitos e de qualidade; c) oferecer à comunidade
externa à UFAL, nas cidades atendidas por esta, especialmente aos estudantes da
educação básica pública, oferta qualificada e gratuita de idioma estrangeiro; d) ampliar
os espaços para formação docente para os estudantes de Letras/Línguas Estrangeiras da
Faculdade de Letras da UFAL/Campus Maceió; d) propiciar a integração entre diversos
setores, unidades e campi da UFAL com vistas a realizar qualitativa e
democraticamente seu processo de expansão.
As necessidades de interação entre pessoas de línguas diferentes remontam à
antiguidade, entretanto, com o advento da globalização, a comunicação tornou-se
urgente, dada a facilidade de acesso ao outro, uma vez que basta um “clique” e é
estabelecido contato com outro país, língua e cultura.
Almeida Filho (2016) assevera que o ensino e a aprendizagem de línguas, em
espaços formais,
constitui-se pela sua prática como um ofício ou profissão tão
antiga quanto respeitável, realizando o trabalho de partejar o
nascimento de novas línguas naqueles que buscam
profissionais para ajudá-los a aprender a circular ou viver em
outras línguas, assim como uma disciplina firmada em teoria
relevante que ela mesma produz, que a situa e sustenta.

89

Diante dessa demanda, o ensino e a aprendizagem de línguas estrangeiras tomam
uma dimensão importante, inserindo-se nos documentos oficiais como um direito
conferido a todo cidadão e toda cidadã, como prevê a lei 9394/96, que estabelece as
diretrizes e bases da educação nacional.
Ainda no contexto oficial, os Parâmetros Curriculares Nacionais entendem que o
ensino de línguas estrangeiras deve nortear-se por uma visão de língua e de
aprendizagem sociointeracional, pela qual será possível desenvolver a consciência
crítica dos aprendentes, “no que se refere a como a linguagem é usada no mundo social,
como reflexo de crenças, valores e projetos políticos.” (BRASIL, 1998).
Neste sentindo, um programa como o aqui proposto deve atuar no sentido de,
por meio do ensino/aprendizagem de uma língua estrangeira, favorecer ao aprendente
seu envolvimento, de modo crítico e reflexivo, nos processos sociais, além de conduzilo no desenvolvimento de sua capacidade de compreensão e respeito à diversidade.
As atividades deverão ser integradas de forma que o aprendente vivencie
situações reais de interação, com vistas a entender e enfrentar o discurso de distintas
perspectivas, considerando, pois, o uso da língua como uma atividade comunicativa
relevante e significativa para o contexto em que vive.
O Programa Ensino de Línguas Estrangeiras no Interior (PLEI/UFAL) tem como
ação central o Projeto Línguas Estrangeiras no Interior que oferta cursos básicos dos
idiomas espanhol, francês e inglês nas seguintes cidades: Arapiraca, Palmeira dos
índios, Penedo, Santana do Ipanema e Delmiro Gouveia. O projeto integra diversos
setores, servidores e estudantes da Universidade Federal de Alagoas, em seus diversos
campi e unidades, além de estudantes das escolas públicas e comunidade externa em
geral.
Os objetivos do PLEI são:
- Atrelar o desenvolvimento do processo de expansão/interiorização da UFAL ao seu
processo de internacionalização;
- Democratizar o acesso a idiomas estrangeiros nas cidades do interior do estado de
Alagoas;
- Propiciar o desenvolvimento local às cidades, para além da capital alagoana, que
comportam campi e unidades da UFAL;
- Propiciar a interação e a integração entre universidade e comunidades locais;
- Oferecer aos discentes de graduação da UFAL/campi e unidades do interior de

90
Alagoas, de quaisquer cursos, a possibilidade de estudar gratuitamente idiomas
estrangeiros requeridos em exames para ingresso em Pós-Graduação;
- Oferecer experiência pedagógica formativa para estudantes em formação nos cursos de
Licenciatura em Letras da UFAL;
- Desenvolver seminários de formação em ensino de idiomas, democratização do
processo de ensino-aprendizado e desenvolvimento qualificado de cursos de extensão,
que garantam a formação continuada de docentes da UFAL, bem como de seus
estudantes de pós-graduação e graduação.

Tabela 23: Programa PLEI
PROGRAMA LÍNGUAS ESTRANGEIRAS NO INTERIOR
Oferta de cursos de idiomas estrangeiros para democratizar o acesso à
aprendizagem de línguas nas cidades do interior do estado de Alagoas.
Referências
Básica
bibliográficas LUZ MAIA, G. Opapel do curso de línguas estrangeiras para a
comunidade (clec-uepg) na formação de professores de línguas
estrangeiras. In: Anais do ix Ciclo de Estudos de Linguagem e II Congresso
internacional de estudos de linguagem, 2017, . Anais eletrônicos... Campinas,
Galoá, 2018. Disponível em: <https://proceedings.science/ciel-2017/papers/opapel-do-curso-de-linguas-estrangeiras-para-a-comunidade-%28clec-uepg%29na-formacao-de-professores-de-linguas-estrangeira>.
PIMENTA, Selma. Garrido. (Org). Saberes pedagógicos e atividades
docentes. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2012.
SANTOS, Boaventura. de Sousa. A universidade no século xxi: para uma
reforma democrática e emancipatória da universidade. Disponível
em:<http://www.ces.uc.pt/bss/documentos/auniversidadedosecXXI.pdf>.
Acesso em: 02/02/2019.
Complementar
HERNÁNDEZ MERCEDES, Maria Pilar. Tiempo para practicar el
indicativo y el subjuntivo. Madrid: EDELSA, 2006. 168 p. : ISBN
9788477115373 : (Broch.) [806.0-07=60 H557t] Q:4
MARIA LIGIA PRADO, Gabriela Pellegrino. História da América
Latina. Contexto [E-book]
MASIP, Vicente. Gramática histórica portuguesa e espanhola: um estudo
sintético e contrastivo. São Paulo: EPU, 2003. [801.5 M397g] Q: 2
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Diccionario de la lengua española.
Madrid: Espasa Calpe, 2008. [R 038:806.0 D545] Q:2
RODRÍGUEZ, María. Leer en español: ejercicios de comprensión lectora. 2.
ed. Madrid: Sociedad General Española de Librería, 2006. [806.0:373=60
R696l] Q:4
Ementa

No âmbito do Curso de Espanhol, os alunos poderão engajar-se aos projetos de
extensão apresentados e aos oferecidos pelos professores que atuam na educação,
buscando sempre a articulação entre ensino, pesquisa e extensão.
No tocante à extensão, é possível a participação, além de programas pontuais,

91
desenvolvidos pelos professores do Curso, em mais um programa permanente de
extensão nos quais os graduandos podem desenvolver atividades a serem creditadas na
sua vida acadêmica: o Núcleo de Estudos Indígenas (NEI). Este Núcleo, também
vinculado à Faculdade de Letras, pretende incentivar estudos e pesquisas relacionados
ao índio brasileiro, abrangendo os mais variados aspectos das ciências humanas. Os
objetivos do Núcleo são:
- Incentivar estudos e pesquisas sobre a linguagem do índio e seus agentes
condicionadores;
- Realizar pesquisas sobre temas relacionados com os índios brasileiros, abrangendo
aspectos das Ciências Humanas: linguísticos, literários, antropológicos, religiosos, de
saúde; das Artes: música, artes plásticas, etc.;
- Promover exposições, conferências e ciclos de debates sobre temas indígenas;
- Divulgar os resultados dos estudos e pesquisas realizadas;
- Estabelecer intercâmbio com entidades locais e nacionais que se dedicam também ao
estudo do índio brasileiro, e se fazer representar, quando necessário, no cenário nacional
em prol das causas indigenistas.

Tabela 24: Programas de Extensão
Programas de Extensão
Programa

Fale em linguagens: integrando pesquisa e
extensão
Programa Casas de Cultura
Programa Línguas Estrangeiras no Interior

Áreas Envolvidas
Área Temática
Área Temática
Principal
Secundária
Linguística, Letras e
Formação de
Artes
Professores
Linguística, Letras e Línguas estrangeiras
Artes
Linguística, Letras e Línguas estrangeiras
Artes

5.8.2 Política de Pesquisa

Dado o caráter pluri e multidisciplinar que lhe inerente, a Universidade Federal
de Alagoas promove a pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento, incentivando
a formação de grupos e núcleos de estudo que atuam nas mais diversificadas linhas de
pesquisa, considerando a classificação das áreas de conhecimento do CNPq.
O Curso de Letras Espanhol desenvolve três programas de pesquisa, as quais: 1 Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC); 2 - Programa

92
Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID); e 3 – Residência Pedagógica.
1 - O PIBIC, financiado pelo CNPQ e pela própria UFAL, é um programa
centrado na iniciação científica de novos talentos em todas as áreas do conhecimento. É
voltado para o aluno de graduação, como incentivo a sua formação. Privilegia a
participação ativa de bons alunos em projetos de pesquisa com qualidade acadêmica,
mérito científico e orientação adequada, individual e continuada, que culminam com um
trabalho final avaliado e valorizado. Também em conformidade com o Parecer CNE/CP
28/2001.
Atualmente, há duas propostas de pesquisa em desenvolvimento do curso de
Letras - Espanhol: a) Formação inicial de professores de língua espanhola e o
desenvolvimento de práticas de letramento crítico no processo de ensino-aprendizagem
da escrita argumentativa; b) Aspectos fonético-fonológicos na interlíngua de aprendizes
de espanhol/LE: da análise teórica à prática. Ainda, no Curso de Letras Espanhol foi
desenvolvido o projeto de pesquisa intitulado “O processo de ensino-aprendizagem da
escrita argumentativa em Língua Espanhola no Projeto Casas de Cultura no Campus
(CCC)” que foi concluído em 2017.
2 - O PIBID tem como objetivo inserir os licenciados, matriculados na primeira
metade do curso, em atividades docentes vinculadas às escolas públicas, tais como:
planejamento, elaboração e execução de diferentes práticas pedagógicas, de forma
reflexiva, crítica, inovadora e transformadora. O trabalho desenvolvido no PIBID é
coordenado pelo professor universitário do componente curricular (Língua Espanhola),
em parceria com o professor da educação básica. Todos os participantes do programa
(professor universitário, professores da educação básica e acadêmicos de letras)
aprendem a refletir, a compreender e a buscar a superação dos problemas identificados
no processo de ensino-aprendizagem, a partir de ações formativas e interventivas.
Assim, a dimensão formativa do PIBID está nas próprias características que assume
enquanto trabalho integrador e coletivo. No curso de Letras/Espanhol da UFAL, o
PIBID objetiva:
- Analisar os contextos educacionais das escolas participantes do projeto;
- Ler e discutir sobre as teorias relacionadas ao letramento crítico e ensino do idioma
espanhol;
- Planejar e realizar minicursos sobre diferentes temas (desafios da formação docente,
ensino-aprendizagem da leitura e escrita a partir das práticas letradas, ensino das quatro
habilidades na perspectiva do letramento crítico) para os professores e discentes

93
participantes do projeto;
- Elaborar planos de aula, projetos e sequências didáticas a serem desenvolvidas nas
escolas;
- Visitar as escolas para a observação e participação das aulas planejadas e
desenvolvidas a partir da perspectiva teórica do projeto;
- Desenvolver ações voltadas para a superação dos possíveis problemas observados em
relação ao processo de ensino-aprendizagem da língua espanhola, na perspectiva das
práticas de letramento crítico;
- Produzir textos acadêmicos (resumos, artigos, relatos de experiências) para
apresentação em eventos científicos.
3 - A Residência Pedagógica incorpora a formação teórica e prática de alunos
matriculados na segunda metade da licenciatura. O programa objetiva aperfeiçoar a
formação dos licenciados em letras/espanhol por meio de atividades de observação e
regência. Da mesma forma que o PIBID, a Residência Pedagógica é coordenada por um
professor universitário do componente curricular e por professores de língua espanhola
da educação básica. Na Residência, os discentes articulam a teoria e a prática para o
estudo das especificidades presentes no contexto educacional, assim como para a busca
de soluções e ações interventivas.
O programa tem a duração de 440 horas. As atividades desenvolvidas pelos
discentes são distribuídas da seguinte maneira: 60 horas de ambientação na escola; 320
horas de imersão, sendo 100 horas dedicadas à regência (planejamento e execução de
pelo menos uma intervenção pedagógica). As outras 60 horas são dedicadas à
elaboração do relatório final. Os objetivos da residência pedagógica são:
- Proporcionar espaços de discussão sobre diferentes teorias e pesquisas realizadas sobre
o processo de ensino-aprendizagem da língua espanhola e de articulação desses saberes
com a prática de sala de aula;
- Viabilizar a observação, a participação e a atuação dos discentes do Curso de
Letras/Espanhol nas escolas públicas participantes da Residência Pedagógica, por meio
de ações inovadoras respaldadas na inter-relação entre teoria e a prática;
- Orientar os discentes de Letras/Espanhol nas atividades de regência de sala de aula e
intervenção pedagógica, bem como os professores das escolas campos participantes do
projeto;
- Contribuir para a formação dos discentes do Curso de Letras/Espanhol e dos
professores preceptores, a partir das atividades de diagnóstico, de reflexão e de busca de

94
soluções para os problemas apresentados pelas escolas campo;
- Estabelecer e consolidar as relações de parcerias entre o Curso de Letras/Espanhol e as
escolas da rede pública de ensino participantes do projeto com o intuito de desenvolver
ações significativas para ambos os contextos, no âmbito da formação de professores;
- Analisar e reestruturar os programas de estágio supervisionado em Língua Espanhola
de acordo com as demandas, necessidades e particularidades apresentadas pelas escolas
participantes do Programa de Residência Pedagógica;
- Adequar o currículo e a proposta pedagógica do Curso de Letras/Espanhol às
orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), no que diz respeito ao
trabalho com as quatro habilidades (oral, auditiva, leitora e escrita) no processo de
ensino-aprendizagem da língua espanhola.

6

AVALIAÇÃO

95
Entende-se por avaliação um processo contínuo de geração de informações que
norteiem as ações pedagógicas e a gestão acadêmica, visando ao crescimento qualitativo
do curso. Para tanto, os principais instrumentos adotados serão os propostos pelo
INEP/MEC, como o Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial.
A avaliação, sendo um instrumento essencial para a determinação das
efetivas condições de ensino-aprendizagem do aluno-professor (aspirante a uma
formação de primeira licenciatura) e fundamental para a realização de seus objetivos
educativos e profissionais, ocorrerá nas seguintes dimensões:
- Avaliações feitas pelo corpo docente: avaliações dos alunos; avaliação da
disciplina e dos recursos educacionais;
- Avaliações feitas pelo corpo discente: avaliação dos professores, dos recursos
educacionais e da disciplina.
- Avaliação institucional.

7

ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO ENSINO-APRENDIZAGEM

96
A avaliação da aprendizagem considera os aspectos legais determinados na Lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional no que concerne à aferição quantitativa do
percentual de 75% de presença às atividades de ensino previstas pela carga horária de
cada disciplina e no total da carga horária do curso e qualitativa em relação ao total de
pontos obtidos pelo aluno em cada disciplina, determinando ainda que o regime de
aprovação do aluno em cada disciplina será efetivado mediante a apuração da
frequência às atividades didáticas e do rendimento escolar.
A avaliação do processo de ensino e aprendizagem será realizada de acordo com
as normas indicadas pela UFAL em seu Regimento Interno. Os procedimentos de
Avaliação Bimestral, Reavaliação, Segunda Chamada e Prova Final são regidos por este
documento, sendo a diversidade dos instrumentos avaliativos definidos pelo professor
da disciplina. Os instrumentos avaliativos serão empregados em consonância com os
princípios da avaliação formativa - como destaque em face da avaliação meramente
somativa, com ênfase na avaliação do processo de desenvolvimento da aprendizagem e
não no produto final desta aprendizagem e com vistas a oferecer elementos para a
melhoria da intervenção do docente e, consequentemente, para a formação do discente.
O Processo de Avaliação de Aprendizagem na Universidade Federal de Alagoas
está regulamentado pelo Estatuto, conforme Portaria n° 4.067, de 29 de dezembro de
2003, no capítulo III, no Art. 35, no Parágrafo único – O Regimento Geral disporá sobre
as formas de avaliação. O Regimento Geral da UFAL, seção III, Art. 41, que foi
regulamentado pela Resolução n° 25/2005 – CEPE, de 26 de outubro de 2005, no Art.
11.
Neste entendimento, o Art. 10 afirma que: “Será considerado reprovado por falta
o aluno que não comparecer a mais de 25% (vinte e cinco por cento) das atividades
didáticas realizadas no semestre letivo. Parágrafo Único - O abono, compensação de
faltas ou dispensa de frequência, só será permitido nos casos especiais previstos nos
termos do Decreto-Lei nº 1.044 (21/10/1969), Decreto-Lei nº 6.202 (17/04/1975) e no
Regimento Geral da UFAL. A mesma resolução apresenta um capítulo detalhando
como se efetiva a apuração do rendimento escolar.
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

97
§ 1o – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive prova final,
após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas, das notas
obtidas pelo aluno em avaliações anteriores.
§ 2o - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de avaliação e, no prazo
de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada resultado, poderá solicitar revisão da
correção de sua avaliação, por uma comissão de professores designada pelo Colegiado
do Curso.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio Curricular
Obrigatório, quando previsto no PPC.
Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que possível, aos
conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais de 01 (um)
instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas, além de outras
opções como provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de caso, atividades
práticas em qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem.
§ 1o - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos
instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva,
calculada considerando-se a média das avaliações programadas e efetivadas pela
disciplina.
§ 2o - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma das 02
(duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a ser reavaliado
naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a maior.
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada
até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
§ 1o - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2o - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das Avaliações
Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou
superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final (PF).
Parágrafo Único -

A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina

ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em época posterior às
reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.

98
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada
disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e
cinco décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada da
Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova Final
(PF), com peso 4 (quatro).
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo comparecido à
Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de doença, devendo requerêla ao respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas após a
realização da prova.
Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05 (cinco) dias
após a realização da primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo critério disposto no
Parágrafo único do Art. 16.

99
8

OUTRAS AVALIAÇÕES

O curso de Letras Espanhol da FALE deve passar periodicamente por um
processo de avaliação interna, visando garantir a abertura para possíveis reajustes e
futuras reformulações. Uma comissão interna de avaliação, formada por docentes e
representantes discentes, designada para este fim pela diretoria da FALE, avaliará, ao
final de cada oferta, a partir de critérios e recursos previamente discutidos pela
comunidade acadêmica da FALE, os seguintes aspectos: a) o contexto do curso – campo
de trabalho, perfil do ingressante; b) finalidade do curso – alcance dos objetivos e das
estratégias, evolução das áreas do conhecimento pertinentes ao curso; c) resultado do
projeto do curso – índice de evasão e reprovação e desempenho dos egressos; d)
aspectos técnico-administrativo-acadêmicos – qualificação e desempenho dos
professores e profissionais técnico-administrativo; e) instalações físicas.
A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso é importante para
aferir o sucesso do novo currículo para o curso, como também para certificar-se de
alterações futuras que venham a melhorá-lo, uma vez que o projeto é dinâmico e deve
passar por constantes avaliações.
As ações visando à avaliação dos cursos se orientam pelas normatizações
oriundas da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior - CONAES - e se
expressa de diferentes formas. Assim, o processo de avaliação do PPC do Curso de
Letras Espanhol é realizado por uma comissão representativa dos diferentes segmentos
da comunidade acadêmica, com predomínio de docentes, identificada no Projeto de
Auto-avaliação da UFAL como Comissão de Auto-avaliação – CAA, instalada em cada
Unidade Acadêmica e/ou Unidade Educacional, no caso dos campi interioranos.
O Curso Letras Espanhol deve ser avaliado pela citada Comissão e pelos
membros do Núcleo Docente Estruturante – NDE. Na primeira situação, o processo é
conduzido em primeira instância pela CAA que coleta dados através de diferentes
estratégias junto ao corpo docente, discente e técnico administrativo. Há, também, o
acesso espontâneo da comunidade acadêmica através de formulários on-line,
disponibilizados, segundo cronograma de desempenho divulgado pela CPA. Em ambas
as situações os participantes se expressam sobre a condução do Projeto Pedagógico do
Curso, entre outros aspectos como a atuação, a qualificação e a relação com os docentes
e as condições da infraestrutura disponibilizada para a realização das atividades
acadêmicas. Desta forma, os dados computados são organizados e analisados pela

100
Comissão de Auto-Avaliação – CAA e enviados para serem consolidados pela
CPA/UFAL e incorporados ao Relatório de Avaliação Institucional, de periodicidade
anual.
O NDE realiza um acompanhamento permanente da implementação e
desenvolvimento do PPC de forma a garantir a melhor qualidade educativa em todas as
suas etapas. Através de reuniões semestrais os seus membros avaliam a pertinência das
disciplinas, seu ordenamento, a atualização da bibliografia referenciada e as condições
de realização de práticas e estágios supervisionados, de modo a ter condições concretas
de intervir, sempre que necessário, no aperfeiçoamento do PPC.
Conforme Resolução nº 52/2013-CONSUNI/UFAL, de 05 de agosto de 2013,
A CPA/UFAL será subsidiada, em todas as ações, pelas Comissões de Autoavaliação
(CAAs) constituídas em cada Unidade Acadêmica e/ou Campi Fora de Sede.
O Curso de Letras de Espanhol da FALE deve passar periodicamente por um
processo de avaliação interna, visando garantir a abertura para possíveis reajustes e
futuras reformulações. Uma comissão interna de avaliação, formada por docentes e
representantes discentes, designada para este fim pela diretoria da FALE, avalia, a partir
de critérios e recursos previamente discutidos pela comunidade acadêmica da FALE, os
seguintes aspectos: a) o contexto do curso – campo de trabalho, perfil do ingressante; b)
finalidade do curso – alcance dos objetivos e das estratégias, evolução das áreas do
conhecimento pertinentes ao curso; c) resultado do projeto do curso – índice de evasão e
reprovação e desempenho dos egressos; d) aspectos técnico-administrativo-acadêmicos
– qualificação e desempenho dos professores e profissionais técnico-administrativos; e)
instalações físicas.
No planejamento e execução da autoavaliação, no âmbito da Unidade
Acadêmica ou Campi, são atribuições das Comissões de Autoavaliação (CAAs): I Participar dos fóruns de debate sobre avaliação institucional; II - Aplicar os
instrumentos de avaliação institucional, elaborados no âmbito da CPA/UFAL; III Organizar, tratar e analisar os dados coletados e elaborar relatórios; IV - Encaminhar às
subcomissões os relatórios respectivos as suas dimensões; V - Estimular, dentro da sua
Unidade Acadêmica, a construção de uma cultura de autoavaliação; VI - Discutir, no
âmbito da sua Unidade Acadêmica, os resulta dos da autoavaliação; VII - Propor, tanto
no âmbito da Unidade Acadêmica quanto ao nível dos fóruns gerais, medidas para
aperfeiçoar o sistema de avaliação institucional.
COMISSÃO DE AUTO AVALIAÇÃO DA FACULDADE DE LETRAS –

101
FALE/UFAL
DOCENTES
Lívia Andrade
Cristina Felipeto
Alan Jardel
Yann Hamonic
Ana Cecília Acioli Lima
Magda Souto
Adna Lopes
Humberto Meira
TÉCNICOS
Rosana Portela
Maykew Douglas Assis de Gusmão
José Alberto Ribeiro
Juliana Vanessa dos Santos Silva
DISCENTES
Crisslen Nayara Oliveira Pontes
Raimundo Nonato
José Claudenelton Costa
Ariane Ferreira Ferro

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA4
Ato de designação da CPA: Portaria Nº 1218 de 14 de julho 2017 Período de mandato
da CPA: 2017/2019
REPRESENTANTES DOCENTES DA ADMINISTRAÇÃO CENTRAL
Tiago Leandro da Cruz Neto (Titular)
Jusciney Carvalho Santana (Suplente)
REPRESENTANTES DOCENTES CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
Maria Dolores Fortes Alves (Titular)
Maria Aparecida Viana (Suplente)

REPRESENTANTES DOCENTES CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS
César Peixoto da Rocha (Titular)
Luís Tarcísio Gomes Martins (Suplentes)
REPRESENTANTES DOCENTES CIÊNCIAS DA SAÚDE
Luiz Carlos Oliveira dos Santos (Titular)
Maria José Lorena de Menezes (Suplente)
REPRESENTATES DOCENTES CAMPUS ARAPIRACA
4

http://www.ufal.edu.br/pei/cpa

102
Alexandre Ricardo de Oliveira (Titular)
Diógenes Meneses dos Santos (Suplente)
REPRESENTATES DOCENTES CAMPUS SERTÃO
Lucas Gama Lima (Titular)
Carlos Eduardo Muller (Suplente)
REPRESENTATES TÉCNICOS CAMPUS A. C. SIMÕES
Maria Valéria Oliveira Gonçalves (Titular)
Jean Luiz Davino dos Santos (Suplente)
REPRESENTATES TÉCNICOS CAMPUS ARAPIRACA
Cledja Santos de Almeida (Titular)
Marcius Antônio de Oliveira (Suplente)
REPRESENTATES TÉCNICOS CAMPUS SERTÃO
Adeilton Jorge Sobrinho (Titular)
Vinnicyus Philyppe Gracindo (Suplente)
REPRESENTANTES DA SOCIEDADE CIVIL
Fórum Permanente de Educação de Alagoas – FEPEAL
Juliano Matias de Brito (Titular)
Marly do Socorro Peixoto Vidinha (Suplente)
Sindicato dos Trabalhadores da Educação em Alagoas – Sinteal
Girlene Lázaro da Silva (Titular)
Josefa da Conceição (Suplente)
REPRESENTATES ESTUDANTIS
Wedja Marques da Silva (Ciências Sociais – Bacharelado) – Titular
Erisvaldo Felix de Farias Júnior (Psicologia – A.C.Simões) – Suplente
Clayton Nilo Cavalcanti (Geografia – Licenciatura– A.C.Simões) - Titular
Clayton dos Santos Silva (Agronomia – CECA) - Suplente
Gabriel Nascimento Santos (História – Licenciatura – A.C.Simões) Titular
Amanda Balbino da Silva (Ciências Sociais – Bacharelado) – Suplente
Felipe Costa Oliveira (Administração – A.C.Simões) - Titular
Rosetânia Lopes Pereira (Serviço Social – A.C.Simões) - Suplente

103
9 REFERÊNCIAS

Decreto 3276, de 06/12/1999 (que dispõe sobre a formação em nível superior de
professores para atuar na Educação Básica, e dá outras providências).
Decreto 3.554, de 07/08/2000 (que dá nova redação ao § 2º do art. 3º do Decreto 3.276,
de 06 de dezembro de 1999, que dispõe sobre a formação em nível superior de
professores para atuar na Educação Básica).
Parecer CNE/CP 09, de 08/05/2001 (que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de
licenciatura, de graduação plena).
Parecer CNE/CP 21, de 06/08/2001 (que dispõe sobre a duração e carga horária dos
cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de
licenciatura, de graduação plena).
Parecer CNE/CP 27, 02/10/2001 (que dá nova redação a o item 3.6, alínea c, do Parecer
CNE/CP 09/2001 que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura,
de graduação plena).
Parecer CNE/CP 28, de 02/10/2001 (que dá nova redação ao Parecer CNE/CP 21/2001,
que estabelece a duração e a carga horária dos cursos de Formação de Professores da
Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena).
Parecer CNE/CES 1363, de 12/12/2001 (que dispõe da retificação do Parecer CNE/CES
492/2001, que trata da aprovação das Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de
Filosofia, História, Geografia, Serviço Social, Comunicação Social, Ciências Sociais,
Letras, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia).
Parecer CNE/CES 261, de 09/11/2006 (relativa a esclarecimentos sobre o conceito de
hora e hora-aula tendo em vista questionamentos sobre aplicabilidade do Parecer
CNE/CES N° 575/2001).
Parecer CNE/CES 2, de 25/06/2015 (Relativo as Diretrizes Curriculares Nacionais para
a Formação Inicial e Continuada dos Profissionais do Magistério da Educação Básica).
Resolução CNE/CP 02, de 26/6/97 (que dispõe sobre o s programas especiais de
formação pedagógica de docentes para as disciplinas do currículo do Ensino
Fundamental, do Ensino Médio e da Educação Profissional em nível Médio).
Resolução CNE/CP 01, de 30/09/99 (que dispõe sobre os Institutos Superiores de
Educação, considerados os artigos 62 e 63 da Lei 9.394/96 e o artigo 9º, § 2º, alíneas
“C” e “H”, da Lei 4.024/61, com a redação dada pela Lei 9.131/95).
Parecer CNE/CES 492, de 03/04/2001 (que trata da aprovação das Diretrizes
Curriculares Nacionais dos cursos de Filosofia, História, Geografia, Serviço Social,
Comunicação Social, Ciências Sociais, Letras, Biblioteconomia, Arquivologia e
Museologia).
Resolução 01, de 17 de junho de 2010 CONAES (que normatiza o núcleo docente
estruturante e dá outras providências).
Resolução CNE/CP 01, de 18/02/2002 (que institui Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de
licenciatura, de graduação plena).
Resolução CNE/CP 02, de 19/02/2002 (que institui a duração e a carga horária dos
cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de professores da Educação
Básica em nível superior).
Resolução CNE/CP 02, de 03/07/2015 (que institui Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de

104
licenciatura, de graduação plena e para formação continuada).
Resolução N° 4/2018 CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018 (Define os
Componentes Curriculares Comuns aos Cursos de Graduação de Formação de
Professores para a Educação Básica, no Âmbito da UFAL).
Resolução N° 6/2018 CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018 (Regulamenta as
Ações de Extensão como Componente Curricular Obrigatório nos Projetos Pedagógicos
dos Cursos de Graduação da UFAL).

10 ANEXOS

105

FACULDADE DE LETRAS

RESOLUÇÃO Nº 004/2012 - FALE, de 15 de maio de 2012.
Estabelece normas para a realização do
Estágio Supervisionado do Curso de
Letras
O Colegiado do Curso de Letras, no uso de suas atribuições legais e estatutárias,
CONSIDERANDO as indicações de reformulação feitas pela Comissão de Estágio
Supervisionado;
RESOLVE:
Art. 1º Estabelecer normas para a realização do Estágio Supervisionado do Curso de
Letras da Universidade Federal de Alagoas.

CAPÍTULO I
DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES
Art. 2 º - O Estágio Supervisionado do Curso de Licenciatura em Letras com
habilitação em Português, Inglês, Espanhol e Francês fundamenta-se na Lei
nº11. 788, de 25.09.2008, na Resolução CNE/CP 1, de 18 de fevereiro de
2002, na Resolução CNE/CP 2, de 19 de fevereiro de 2002 e na Resolução Nº
71/2006 - CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006 que disciplina os
estágios curriculares dos cursos de graduação da UFAL.

§ 1º. O Estágio é um conjunto de atividades e práticas que consta no Projeto
Pedagógico do Curso de Licenciatura em Letras com habilitação em Português, Inglês,
Espanhol e Francês como Estágio Supervisionado.

106
§ 2º. O Estágio visa ao desenvolvimento de competências próprias da atividade
profissional docente – conhecimentos teórico-conceituais, habilidades e atitudes – e à
contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do(a) estagiário(a) para a
vida cidadã e para o mundo do trabalho.

§ 3º. Os Estágios S upervisionados em Língua Portuguesa, Inglesa, Espanhola e
Francesa serão realizados a partir do 5º período e deverão contemplar, por exemplo,
atividades de ensino, a observação da prática docente e a regência de aulas nos ensinos
Fundamental e Médio.

Art. 3º - São objetivos do Estágio Supervisionado:

I. Formar um profissional atuante, crítico, capaz de transitar pelas esferas do saber,
aliando conhecimento, valores socioculturais e necessidades individuais dos alunos.
II. Possibilitar a reflexão sobre o cotidiano escolar, a análise dos pressupostos teóricos
estudados e sua prática, a fim de que o(a) estagiário(a) possa assumir posicionamento
crítico aliado à competência técnica-metodológica e compromisso político do seu papel
na sociedade.
III. Possibilitar, por meio do contato constante com as diversas realidades escolares e
instâncias educacionais, a reflexão crítica e contextualizada sobre o papel do educador,
da escola e do ensino de língua e literatura da sua habilitação ou área de atuação.
IV. Estabelecer formas de desenvolvimento e articulação entre os componentes
curriculares teóricos, a dimensão prática, as disciplinas eletivas, as atividades
extensionistas, as ações de formação continuada, os projetos de pesquisa desenvolvidos
pelos docentes da FALE.
V. Proporcionar, ao graduando, condições para a reflexão ao fazer a transposição
didática dos conteúdos da área de Letras de suas habilitações para a Educação Básica
(Ensino Fundamental e Ensino Médio);
VI. Proporcionar, ao graduando, condições para o desenvolvimento das atividades de
observação, análise, síntese e reflexão críticas do trabalho pedagógico e da realidade
em que atua, enquanto agente do processo ensino-aprendizagem para a formação de
cidadãos;
VII. Integrar o Curso de Licenciatura em Letras nas habilitações Português, Inglês,
Espanhol e Francês da UFAL, às demais Instituições de Educação Básica das redes

107
pública e privada de ensino.
VIII. Tomar a prática como objeto de reflexão organizada e compartilhada, como campo
de conhecimento específico do professor;
IX. Envolver-se na prática pedagógica, afetiva e cognitivamente, questionando as
próprias crenças, propondo e experimentando alternativas;
X. Promover interações com o corpo docente e discente das instituições parceiras.
Art. 4º – O Estágio Supervisionado deve ser planejado, executado, acompanhado e
avaliado pela Comissão de Estágio Supervisionado em conformidade com o Projeto do
Curso de Licenciatura em Letras nas habilitações Português, Inglês, Espanhol e Francês
da UFAL, e, respeitando, o calendário acadêmico.

CAPÍTULO II
DA ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO
Art. 5º – O (A) estagiário(a) deverá receber da Coordenação de Estágio da Faculdade
de Letras os seguintes documentos, no início do semestre letivo:
I – Carta de apresentação do(a) estágiário(a) assinada pela Coordenação de Estágio
da Faculdade de Letras atestando que o(a) estagiário(a) é aluno(a) regularmente
matriculado(a) e apto(a) a realizar estágio no semestre.
II – Carta de aceite para que o responsável da unidade escolar ou do órgão
competente onde o estágio será realizado autorize o(a) estagiário(a) a cumprir as
atividades requeridas de estágio.
III – Ficha de controle das atividades de Estágio Supervisionado na qual o(a)
estágiário(a) irá registrar as atividades realizadas.
Art. 6º – Ao término do estágio, o(a)

estagiário(a) deverá entregar ao professor

responsável pelo Estágio Supervisionado:
I – A carta de aceite assinada pelo responsável da unidade escolar ou do órgão
competente onde o estágio foi realizado.
II – O Relatório individual de Estágio Supervisionado.
III – A ficha de controle preenchida corretamente e assinada pelo responsável da
unidade escolar ou do órgão competente onde o estágio foi realizado.

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CAPÍTULO III

DO LOCAL DE REALIZAÇÃO
Art. 7º – O Estágio Supervisionado será realizado, preferencialmente, em instituições
escolares públicas e privadas da Educação Básica, em cursos livres de idiomas, em alguns
órgãos da UFAL, bem como projetos institucionais de ensino, pesquisa e extensão, desde
que apresentem condições para:
I.

Planejamento e execução conjunta das atividades de estágio.

II.

Aprofundamento dos conhecimentos prático-teóricos a partir das experiências vividas
em situações concretas das atividades de estágio.
Art. 8º – O Estágio Supervisionado poderá ser realizado em mais de um instituição
pública ou privada, na área de formação do aluno.
Parágrafo único – O(A) estagiário(a) deverá, preferencialmente, exercer as atividades de
regência na instituição em que desenvolveu o Estágio de observação.

CAPÍTULO IV
DAS ATRIBUIÇÕES DOS ENVOLVIDOS NO PROCESSO DE ESTÁGIO

SEÇÃO I
DO COORDENADOR DO CURSO DE LETRAS
Art. 9º – Ao Coordenador do Curso compete:

I. Indicar um membro da Comissão de Estágio Supervisionado como Coordenador de
Estágio Supervisionado;
II.

Designar a Comissão de Estágio Curricular Supervisionado responsável pelas

providências necessárias à efetiva realização do Estágio;
III. Arquivar por dois anos os documentos comprobatórios dos estagiários (os relatórios
de estágio supervisionado assinados pelo professor supervisor e pelo(a) estagiário(a), as
fichas de controle de estágio supervisionado e as cartas de aceite e de recebimento do

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relatório pelo responsável da unidade escolar ou do órgão competente onde o estágio foi
realizado).
Parágrafo único – A Comissão de Estágio Curricular Supervisionado será composta
pelo coordenador do Curso de Letras, pelo coordenador de Estágio e por Professores
Responsáveis pelo Estágio Supervisionado, lotados na Faculdade de Letras.

SEÇÃO II
DO COORDENADOR DE ESTÁGIO
Art. 10º – É de competência do Coordenador de Estágio:
I – Disponibilizar horário, na coordenação do curso, para planejar, orientar, acompanhar
e avaliar as atividades propostas referentes a essa atividade curricular.
II – Convocar a Comissão para as reuniões.
III- Organizar a participação dos integrantes da Comissão nas discussões de
planejamento e desenvolvimento do Estágio Supervisionado.
IV – Vistar, ao final de cada período letivo, os documentos comprobatórios recebidos
dos professores responsáveis pelo Estágio Supervisionado.
V – Entregar os documentos comprobatórios dos estagiários ao Coordenador de
Graduação no final de cada período letivo.
Art. 11º – Em relação aos alunos, cabe ao Coordenador de Estágio Supervisionado:
I – Prestar esclarecimentos a respeito de dúvidas gerais sobre a realização dos estágios.
II – Divulgar dias e horários de atendimento.

SEÇÃO III
DA COMISSÃO DE ESTÁGIO
Art. 12º – À Comissão de Estágio compete:

I. Avaliar, propor mudanças, se necessário, e aprovar os Planos de Estágio
Supervisionado e os instrumentos de avaliação;

II. Viabilizar o desenvolvimento e o acompanhamento do Estágio Supervisionado;

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III. Participar do Seminário de Socialização do Estágio Supervisionado e estimular a
participação dos demais professores do Curso nesse evento;

IV. Resolver os casos omissos, considerando a legislação vigente.

SEÇÃO IV
DO PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO ESTÁGIO
Art. 13º – Ao Professor Responsável pelo Estágio Supervisionado compete:

I. Aprovar o Plano de Estágio apresentado pelos estagiários, levando em consideração
os objetivos estabelecidos nesta Resolução;

II. Encaminhar os estagiários para o desenvolvimento do Estágio em Línguas
Portuguesa, Espanhola, Inglesa e Francesa na Educação Básica, preferencialmente em
unidades escolares da rede pública de ensino e/ou escolas de línguas estrangeiras;

III. Organizar o Seminário de Socialização do Estágio Supervisionado, o qual visa a
avaliar as atividades desenvolvidas pelos estagiários;

IV. Fixar e divulgar a data e horário do Seminário de Socialização do Estágio
Supervisionado;

V. Acompanhar os estagiários no Seminário de Socialização de Estágio;

VI. Orientar os estagiários para a apresentação de Relatório ao final de cada período
letivo em que o Estágio se realiza;

VII. Avaliar o Relatório Final de Estágio;

VIII. Realizar a avaliação final dos estagiários e efetuar o lançamento das notas no
SIE WEB;

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IX. Recolher dos estagiários sob sua supervisão, ao final de cada período letivo, os
documentos comprobatórios da realização do Estágio Supervisionado (relatórios de
estágio assinados, as fichas de controle de estágio supervisionado, as cartas de aceite e de
recebimento do relatório pelo responsável da unidade escolar ou do órgão competente
onde o estágio foi realizado) e entregá-los ao Coordenador de Estágio Supervisionado.

SEÇÃO V
DO(A) ESTAGIÁRIO(A)
Art. 14º – É de competência do(a) estagiário(a):

I. Seguir as normas estabelecidas por esta Resolução;

II. Elaborar o Plano de Estágio em comum acordo com o Professor supervisor do
Estágio Supervisionado;

III. Apresentar o Plano de Estágio ao Professor Supervisor do Estágio Supervisionado,
no prazo mínimo de 10 (dez) dias antes da data prevista para o início das atividades;

IV. Acatar as normas da Instituição de Ensino em que ocorrerá o Estágio;

VI. Apresentar, ao final das atividades, o Relatório de Estágio ao Professor supervisor
do Estágio Supervisionado;

VII. Participar do Seminário de Socialização de Estágio;

VIII. Apresentar o Relatório de Estágio no Seminário de Socialização de Estágio.

IX. Ter uma postura ética ao manter um ótimo relacionamento com todos os profissionais
da unidade escolar e eximir-se de criticá-los, especialmente no local do estágio.
Parágrafo único – o(a) estagiário(a) que desenvolve seu Estágio na instituição em que
trabalha deve fazê-lo fora de suas atividades rotineiras ou dentro delas, desde que
contemple um caráter inovador.

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CAPÍTULO V
DO DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO

SEÇÃO I
DO PLANO DE ESTÁGIO
Art. 15º – Deverão constar no Plano de Estágio Supervisionado, obrigatoriamente:
I.

Dados de identificação do(a) estagiário(a);

II.

Identificação do Estabelecimento de Ensino onde será realizado o Estágio;

III.

Pressupostos teóricos dos conteúdos estruturantes;

IV.

Desenvolvimento metodológico dos conteúdos estruturantes a serem aplicados;

V.

Cronograma das atividades a serem desenvolvidas;

VI.

Bibliografia de consulta e de referência.
Art. 16º – O Plano de Estágio deverá ser apresentado pelo estudante ao Professor
Responsável pelo Estágio Supervisionado, para análise, discussão e aprovação, no
prazo mínimo de 10 (dez) dias antes da data prevista para início das atividades.

SEÇÃO II
DA DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
Art. 17º – O Estágio Supervisionado está distribuído em 4 semestres, a partir do quinto
período do curso de Letras.
I – A carga horária do Estágio Supervisionado 1 contempla 80 horas e está
distribuída em:
5h planejamento
15h supervisão
15h caracterização
20h atividades de estágio no Ensino Fundamental ou Médio (ver observação
abaixo)
20h elaboração de relatório
05h socialização das experiências

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II – A carga horária do Estágio Supervisionado 2 contempla 80 horas e está
distribuída em:
5h planejamento
15h supervisão
30h atividades de estágio no Ensino Fundamental ou Médio (ver
observação abaixo)
10h registros sobre a prática
20h elaboração de relatório
III – A carga horária do Estágio Supervisionado 3 contempla 80 horas e está
distribuída em:
5h planejamento
5h supervisão
10h para caracterização Unidade Escolar
5h entrevistas
15h observação no ensino fundamental
10h elaboração de aula para regência
15h regência no ensino fundamental
5h socialização das experiências e reflexão
10h elaboração de relatório
IV – A carga horária do Estágio Supervisionado 4 contempla 160 horas e
está distribuída em:
10 h planejamento
10 h supervisão
30 h para caracterização da Unidade Escolar
10 h entrevistas
15h observação no ensino médio
20h elaboração de aula
15h regência no ensino médio
05 h socialização das experiências e reflexão
20h elaboração de relatório

Parágrafo único: As atividades de Ensino para o Estágio Supervisionado 1 e

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2 podem ser:
- observação de aula
- participação em aulas
- regência de aulas (parcial ou total)
- participação em eventos culturais, reuniões na escola,
- realização de rodas de leitura
- trabalho na biblioteca
- atividades extra classe (festas, gincanas, atividades culturais)
- acompanhamento de alunos com dificuldades de aprendizagem
- confecção de materiais didáticos
- análise de material didático
- observação de práticas em DVD
- observação e acompanhamento de uma turma-referência
- acompanhamento de grupos de alunos
- pequenos projetos envolvendo o uso de leitura e escrita
- oficinas
- aulas de reforço
- montagem de peças teatrais
Outras atividades de ensino podem ser consideradas mediante aprovação da
Comissão de Estágio.

SEÇÃO III
DA ESTRUTURAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO

Todas as atividades desenvolvidas ao longo do estágio devem ser relatadas em um
Relatório Final, do qual devem constar:
1. Apresentação: Situar a disciplina e a discussão teórica de base, de acordo com o tema
selecionado e desenvolvido. Ex: Produção escrita – Ortografia - Dificuldades da
aprendizagem em LP - Avaliação em leitura etc.; local de realização do estágio,
objetivos previamente traçados; como a proposta foi elaborada, dificuldades
encontradas no início do estágio e como foi possível seguir o planejamento, etapas da
atividade programada e as adaptações que foram feitas.
2. Caracterização da escola - Dados Gerais:

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a) Identificação da Escola: Campo de estágio (nome completo da escola; localização;
níveis e modalidades de ensino; turnos de funcionamento).
b) Instalações da Escola: Infraestrutura e recursos materiais (Biblioteca-dimensões,
acervo, capacidade, uso, tipo de atendimento; Sala de informática e recursos
tecnológicos; distribuição dos espaços e serviços de apoio).
c) Organização do trabalho escolar: Calendário escolar; Horários de funcionamento;
Índices de evasão e repetência.
d) Prática Sócio-Político-Pedagógica: Identificar a existência de projetos e/ou
programas em desenvolvimento; planejamento: como é feito, quem participa; entrevista
com representantes da direção, coordenadores, professores.
3. Diário de Campo: Descrição e reflexão sobre o trabalho desenvolvido – observação
ou regência - registrando os conteúdos abordados, as metodologias, as estratégias
adotadas e as avaliações empregadas, as datas de realização e os tipos de atividades
observadas e/ou desenvolvidas.
4. Análise de dados e produtos de aprendizagem: Relatório que pode ser feito por grupo
de atuação (mais ou menos quatro a oito alunos que se revezam nas atividades na
Escola). Nessa parte do Relatório, cada aluno ou dupla desenvolve a análise de um
produto, resultado do trabalho desenvolvido na Escola: versões de textos, manuscritos,
comparação de atividades etc., tendo como base teórica os conceitos discutidos na
disciplina e no curso.
5. Considerações finais: O aluno pode abordar questões, tais como a importância do
estágio para a formação; dificuldades encontradas e como elas foram superadas; e
sugestões para a melhoria do ensino e da aprendizagem naquele contexto do estágio.
6. Referências: Autores citados no relatório e nas notas de rodapé.
7. Anexos: Material didático usado pelo professor; produção dos alunos durante as aulas
ou atividades do período de estágio; registro fotográfico, entre outros materiais ou
documentos.

SEÇÃO IV
DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO
Art. 18º – Para a avaliação do Estágio Curricular Supervisionado serão consideradas
as seguintes atividades:

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I. Apresentação dos Planos de Estágio Supervisionado nos prazos estipulados;

II.Frequência às reuniõ es de super visão ent re o professor supervisor de
Estágio e o(a) est agiár io (a) ;

IV. Apresentação do Relatório Final de Estágio, nos quais deverão constar as
atividades desenvolvidas e as avaliações anteriores, após a conclusão de todas as
etapas, ao professor supervisor;

V. Participação como ouvinte dos relatos de colegas estagiários no Seminário de
Socialização;

VI.

Apresentação oral dos resultados no Seminário de Socialização de Estágio,

coordenado pelo Professor supervisor de Estágio.

Parágrafo único: O estudante que deixar de participar do Seminário de Socialização
deverá, mediante a apresentação de justificativa ao Coordenador de Estágio
Supervisionado, agendar sua apresentação para o evento seguinte.
Art. 19º – A avaliação de desempenho do(a) estagiário(a), nas diferentes fases dos
Estágios de Línguas Portuguesa, Inglesa, Espanhola e Francesa, é feita pelo professor
supervisor que deve considerar:

I.

o compromisso e a participação nas atividades propostas;

II.

a interlocução e postura colaborativa com o professor supervisor;

III.

o desempenho nas atividades pedagógicas;

IV.

a capacidade de diagnosticar problemas e propor soluções para situações surgidas no
ambient e escolar ;

§1º Em cada etapa da avaliação, serão utilizados instrumentos específicos elaborados
pelos professores supervisores e aprovados pela Comissão de Estágio Supervisionado.

§2º - A nota final referente aos Estágios Supervisionados de Licenciatura em Língua
Portuguesa, em Língua Inglesa, em Língua Espanhola e em Língua Francesa deverá

117
ser composta considerando as notas parciais do aluno obtidas quando da realização
dos Estágios.

§3º - O Relatório Final do Estágio Supervisionado deverá ser elaborado de acordo
com as normas vigentes adotadas pela Comissão de Estágio Supervisionado.

§4º - O Relatório Final de Estágio Curricular Supervisionado deverá ser composto
pelos relatórios parciais desenvolvidos em cada uma das etapas dos Estágios.

§5º - O Relatório Final de Estágio Curricular Supervisionado deverá conter as
assinaturas do estagiário e do seu professor supervisor de Estágio.

Art. 20º - O não cumprimento do previsto nos Artigos desta Resolução implica
reprovação do(a) estagiário(a) em Estágio Supervisionado e na obrigatoriedade de
realização de um novo estágio.

CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 21º – O desenvolvimento das atividades de Estágio prevê as seguintes
modalidades:
I – Observação - destinada a levar o estudante à tomada de contato com a realidade
educacional, especialmente nas situações que envolvem professor-aluno, bem como
elaboração de planejamento, execução e avaliação das atividades escolares.
II – Regência - destinada a permitir ao(à) estagiário(a) ministrar aulas, aplicar um
projeto de intervenção ou outra atividade acerca do processo de ensino e aprendizagem,
sob orientação e supervisão do Professor de Estágio.
III – Participação - realizada para permitir ao estudante tomar parte como
cooperador em aulas e em outras atividades educativas definidas pelo Professor de
Estágio Supervisionado.
Art. 22º – Em acordo com o parecer CP/CNE 028, de 02/10/2001, em caso de aluno em

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efetivo exercício da atividade docente na educação básica, a carga horária total do
semestre poderá ser reduzida, no máximo, em até 50%.
I – o aluno atuando como docente no Ensino fundamental ou Médio, em escola
reconhecida pelo MEC/Secretaria da Educação, deverá apresentar à Comissão de
Estágio Supervisionado documentação comprobatória descrevendo plano de curso e
especificando as atividades e a carga horária.
II – as atividades do monitor em escolas públicas de Alagoas só serão consideradas se
o(a) estagiário(a) desenvolver projeto ou atividades na sua habilitação ou área de
atuação.
Art. 23º – O(A) est agiário(a) deverá concluir cada estágio em um semestre
let ivo.
Art. 24º – Nos termos da legislação vigente, o estágio supervisionado obrigatório para
qualquer habilitação da Faculdade de Letras, não cria vínculo empregatício.
Art. 25º – Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão de Estágio
Supervisionado da Faculdade de Letras.
Art. 26º – A presente Resolução terá vigência após aprovação pelo Conselho da
Faculdade de Letras.
Art. 27º – Esta Resolução poderá ser alterada a qualquer tempo, caso a Comissão de
Estágio julgar necessária, e/ou a pedido de um grupo de professores e mediante a
apresentação e a aprovação do Colegiado e do Conselho do Curso da Faculdade de
Letras da Universidade Federal de Alagoas - Campus A.C. Simões.
Miniauditório Heliônia Cêres – FALE, em 15 de maio de 2012.

Profa. Dra. Eliane Barbosa da Silva
Diretora da FALE
Presidenta do Conselho da FALE

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