2024

PPC - 2024

Arquivo
PPC LETRAS ESPANHOL PRESENCIAL 2024.docx (4) (1) (1).pdf
Documento PDF (1.8MB)
                    PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE LETRAS ESPANHOL LICENCIATURA

​
​

Maceió - AL
Atualizado em 2024

Reitor
Prof. Dr. Josealdo Tonholo
Vice-Reitora
Profa. Dra. Eliane Aparecida Holanda Cavalcanti
Pró-Reitoria de Graduação
Prof. Dr. Amauri da Silva Barros
Coordenadoria de Cursos de Graduação – CCG
Profa. Dra. Eliane da Silva Barbosa
Coordenadoria de Educação a Distância
Prof. Dr. Fernando Silvio Cavalcante Pimentel
Responsável pela Revisão do Projeto Político Pedagógico
Luciano Luiz Araujo e Márcia Valéria Oliveira Gonçalves
Diretora da Faculdade de Letras
Prof. Dra. Rita de Cássia Souto Maior
Vice-Diretor da Faculdade de Letras
Profa. Dra. Lorena Borges

SUMÁRIO
1 APRESENTAÇÃO....................................................................................................... 5
1.1 Contextualização................................................................................................... 5
1.2 Contexto regional e local....................................................................................... 6
1.3 Histórico da Faculdade de Letras.......................................................................... 6
2 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO...................................................................... 9
2.1 O ensino da Língua Espanhola no Brasil...............................................................9
2.2 O ensino da Língua Espanhola em Alagoas........................................................ 11
2.3 Dados de identificação do curso.......................................................................... 14
2.4 Objetivos..............................................................................................................15
2.5 Perfil e competência profissional do egresso...................................................... 15
2.6 Metodologia.........................................................................................................19
2.7 Tecnologias da Informação e Comunicação no Ensino.....................................21
3 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA.........................................................................23
3.1 Colegiado do Curso de Letras Espanhol – Licenciatura......................................23
3.2 Coordenador do Curso.........................................................................................24
3.3 Núcleo Docente Estruturante (NDE)................................................................... 24
3.4 Quadro docente e técnico.................................................................................... 26
3.4.1 Docentes..................................................................................................... 26
3.4.2 Técnicos......................................................................................................26
4 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR........................................................................... 28
4.1 Proposta e matriz curricular.................................................................................28
4.1.1 Transversalidade......................................................................................... 28
4.1.2 Educação em Direitos Humanos.................................................................28
4.1.3 Educação para as Relações Étnico Raciais.................................................29
4.1.4 Educação Ambiental...................................................................................30
4.1.5 Proposta curricular......................................................................................30
4.1.5.1 Núcleo de Formação Geral................................................................ 30
4.1.5.2 Núcleo de Aprofundamento e Diversificação................................... 46
4.1.5.3 Núcleo de estudos integradores......................................................... 47
4.1.5.4 Práticas como Componentes Curriculares em Letras Espanhol........ 47
4.1.5.5 Estágio Supervisionado de Língua Espanhola...................................48
4.1.6 Matriz curricular......................................................................................... 52
4.1.6.1 Ementas das Disciplinas do Curso.....................................................56
4.1.6.2 Atividades Acadêmicas Científico Culturais....................................75
4.1.6.3 Trabalho de Conclusão de Curso....................................................... 76
4.1.6.4 Interdisciplinaridade e Flexibilização Curricular.............................. 78
5 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO............................... 79
5.1 Inovação e Qualificação...................................................................................... 79

5.2 Internacionalização.............................................................................................. 80
5.3 A Responsabilidade Social.................................................................................. 80
5.4 Acessibilidade......................................................................................................81
5.5 Inclusão e Política de Cotas.................................................................................84
5.6 Fundamentos da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.................................... 85
5.7 Apoio ao Discente............................................................................................... 85
5.8 Integração entre ensino, pesquisa e extensão...................................................... 86
5.8.1 Política de Extensão....................................................................................87
5.8.2 Política de Pesquisa.................................................................................... 99
6 AVALIAÇÃO.............................................................................................................102
7 ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO ENSINO-APRENDIZAGEM.... 102
8 OUTRAS AVALIAÇÕES......................................................................................... 108
9 INFRAESTRUTURA.............................................................................................. 110
10 REFERÊNCIAS......................................................................................................113
11 ANEXOS.................................................................................................................. 115

Tabelas:
Tabela 1: Docentes do Curso de Letras Espanhol .................................................... 26
Tabela 2: Técnicos da Faculdade de Letras .............................................................. 26
Tabela 3: Núcleo Básico .............................................................................................. 31
Tabela 4: Núcleo de Formação de conhecimento sobre a Língua Espanhola e suas
Literaturas .................................................................................................................. 32
Tabela 5: Disciplina Eletiva ........................................................................................ 33
Tabela 6: ACE 01 ......................................................................................................... 35
Tabela 7: ACE 02 ......................................................................................................... 38
Tabela 8: ACE 03 ......................................................................................................... 40
Tabela 9: ACE 04 ......................................................................................................... 41
Tabela 10: ACE 05 ....................................................................................................... 43
Tabela 11: Atividades Curriculares de Extensão ...................................................... 45
Tabela 12: Trabalho de Conclusão de Curso ............................................................. 46
Tabela 13: Núcleo de aprofundamento e Diversificação .......................................... 46
Tabela 14: Práticas como Componente Curricular .................................................. 47
Tabela 15: Estágio Supervisionado de Língua Espanhola ........................................48
Tabela 16: Matriz Curricular Letras Espanhol vespertino.......................................52
Tabela 17: Matriz Curricular Letras Espanhol noturno ..........................................54
Tabela 18: Distribuição de carga horária por componente curricular ....................55
Tabela 19: Programa Fale em linguagens: integrando pesquisa e extensão ...........88
Tabela 20: Programa Casas de Cultura ......................................................................91
Tabela 21: Projeto CCC – Língua Espanhola ............................................................92
Tabela 22: Projeto CCLA .............................................................................................94
Tabela 23: Programa PLEI ..........................................................................................97
Tabela 24: Programas de Extensão .............................................................................99

5
1

APRESENTAÇÃO

Este documento tem por objetivo apresentar o Projeto Político-Pedagógico do
Curso de Letras Espanhol na modalidade presencial, o qual foi desenvolvido em
consonância com as especificações legais relativas à oferta de Curso de Letras.
1.1 Contextualização
A Universidade Federal de Alagoas - UFAL é Pessoa Jurídica de Direito
Público – Federal, com CNPJ: 24.464.109/0001-48, com sede à Avenida Lourival de
Melo Mota, S/N, Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de
Alagoas, CEP 57.072-970, além de uma Unidade Educacional (UE) em Rio Largo,
município da região metropolitana da Capital.
Foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro de 1961, a partir do
agrupamento das então Faculdades de Direito (1933), Medicina (1951), Filosofia
(1952), Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957), como instituição
federal de educação superior, de caráter pluridisciplinar de ensino, pesquisa e
extensão, vinculada ao Ministério da Educação, mantida pela União, com autonomia
assegurada pela Constituição Brasileira, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional – Lei 9394/96 e por seus Estatuto e Regimento Geral.
Possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A. Simões, em
Maceió, onde são ofertados 54 cursos de graduação. O processo de interiorização,
iniciado em 2006, expandiu sua atuação para o Agreste, com o Campus de Arapiraca
e com Unidades Educacionais em Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa e a oferta de
23 cursos. Em 2010, chegou ao Sertão, instalando-se em Delmiro Gouveia em uma
Unidade Educacional em Santana do Ipanema e a oferta de 08 cursos, todos
presenciais.
Além dos cursos presenciais, há 11 ofertados na modalidade de Educação à
Distância, através do sistema Universidade Aberta do Brasil - UAB. A pós-graduação
contribui com 31 programas de Mestrado e 09 de Doutorado, além dos cursos de
especialização nas mais diferentes áreas do conhecimento.
A pesquisa vem crescendo anualmente com a participação de linhas e grupos
de pesquisa nas mais diferentes áreas do conhecimento. A extensão contribui com
diversos programas e, também, é uma atividade em constante expansão.

6
O ingresso dos estudantes na UFAL se efetiva por meio de processo seletivo
através do ENEM e da plataforma SISu/MEC (Sistema de Seleção Unificada).
1.2 Contexto regional e local
Com uma extensão territorial de 27.767.661 km2, o Estado de Alagoas é
composto por 102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste e Sertão
alagoano) e 13 microrregiões. De acordo com o Censo de 2022 do IBGE, apresentava
população residente 3.127.683 habitantes, sendo 58,3% em meio urbano e 41,7% em
meio rural.
A inserção espacial da UFAL leva em consideração as demandas apresentadas
pela formação de profissionais em nível superior e a divisão do Estado em suas meso e
microrregiões. Essa configuração espacial é contemplada com uma oferta acadêmica
que respeita às características econômicas e sociais de cada localidade, estando as suas
unidades instaladas em cidades polo consideradas fomentadoras do desenvolvimento
local.
Com a interiorização a UFAL realiza cobertura universitária significativa em
relação à demanda representada pelos egressos do Ensino Médio em Alagoas, à exceção
do seu litoral norte, cujo projeto de instalação do campus no município de Porto Calvo
se encontra em tramitação na SESu//MEC.
O PIB per capita estadual era de R$ 12.335,00 em 2014, sendo o setor de
serviços o mais importante na composição do valor agregado da economia, com
participação de 66,35 %. Os restantes 33,65% estão distribuídos em atividades agrárias
– tradicionalmente policultura no Agreste, pecuária no Sertão e cana-de-açúcar na Zona
da Mata, além do turismo, aproveitando o grande potencial da natureza do litoral.
1.3 Histórico da Faculdade de Letras
A história do Curso de Letras em Alagoas tem início no dia 16 de junho de 1950,
com a fundação da Faculdade de Filosofia de Alagoas (FFA), que surgiu devido à carência
de professores/as habilitados/as para exercerem a função no ensino médio. O Padre
Teófanes Augusto de Araújo Barros (Diretor), o professor Theobaldo Augusto de Barros
(Vice-Diretor) e os professores José Sílvio Barreto de Macedo, Hélio Lessa Souza, Gilberto
de Macedo, Teotônio Vilela Brandão, Luiz de Medeiros Netto, Aurélio Viana Cunha Lima,
Maria Hermínia Oiticica, Paulo Senouillet, Eduardo da Mota Trigueiros, Antônio Assunção

7
Araújo, João Leite Neto, entre outros, foram os fundadores da FFA, que contava com os
cursos de Filosofia, História e Geografia, Letras Clássicas, Letras Neolatinas e Letras
Anglo-Germânicas.

O primeiro vestibular da FFA foi realizado em fevereiro de 1952, e a sessão da
aula inaugural, ministrada pelo professor Cônego Hélio Lessa Souza, foi presidida pelo
então diretor, professor Jayme de Altavilla, em 20 de março do mesmo ano. A primeira
turma a ser graduada foi na modalidade Bacharelado, no ano de 1954. Após a formatura
de cinco turmas, consolidou-se a Licenciatura. Com a criação da Universidade Federal
de Alagoas pelo então presidente Juscelino Kubitschek, em 25 de Janeiro de 1961, as
faculdades que funcionavam em Alagoas passaram a integrar o Campus A. C. Simões.
Na década de 70 foram criados o Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CHLA)
e o Departamento de Letras e Artes (LAR). A transferência do curso de Letras e do
CHLA para a Universidade Federal de Alagoas ocorreu em 1977, para o antigo prédio
da Faculdade de Economia. No ano de 1980 o Departamento de Letras e Artes é
dividido, passando a se chamar LCV (Línguas Clássicas e Vernáculas) e LEM (Línguas
Estrangeiras Modernas), formando docentes em habilitação dupla.
No final da década de 80 assinava alguns marcos importantes, sendo os dois
primeiros por iniciativa da profa. Maria Denilda Moura: a criação do PET- Programa de
Educação Tutorial; e a implantação do Curso de Mestrado em Letras, o primeiro
Mestrado da Ufal, durante a gestão do Excelentíssimo Reitor Prof. Fernando Gama. Ao
Mestrado seguiu a implantação do Doutorado em Letras. Desde a década de 80, o
Programa de Pós-graduação em Letras e Linguística (PPGLL) vem se consolidando.
Tendo passado por várias modificações estruturais em quase três décadas de existência,
o programa conta atualmente com duas áreas de investigação, Estudos Linguísticos e
Estudos Literários, subdivididas nas linhas: Literatura e História; Literatura, Cultura e
Sociedade; Discurso: Sujeito, História e Ideologia; Estudos Textuais: Oralidade, Leitura
e Escritura; Linguística Aplicada; Teoria e Análise Linguística.
Também no final dos anos 1980 foram iniciadas as principais atividades de
extensão vinculadas ao Curso de Letras. Com o apoio do então Magnífico Reitor Prof.
João Azevedo, a professora Hilda Laffitte, havia implantado na Ufal um projeto
nacional de curso de inglês instrumental para as universidades brasileiras (ativo entre
1977 e 1981); e, em 1989, a Casa de Cultura Britânica, Casa de Cultura de Expressão
Francesa, Casa de Cultura de Expressão Alemã, Casa de Cultura Latino-Americana e
Casa de Cultura Luso-Brasileira foram oficializadas pelo então Pró-Reitor de Extensão

8
Prof. Salomão Barros Lima, com o objetivo de promover cultura e prestação de serviços
à comunidade através da oferta de cursos de línguas estrangeiras. Atualmente conhecido
como o Projeto Casas de Cultura, ele consiste na maior ação de extensão na área de
Letras.
A partir de 1995, vários eventos importantes em associação ao Curso de Letras
são realizados: de 1995 a 1997, a Fale sediou a Associação Brasileira de Linguística; em
1998, foi criado o Curso de Letras - Noturno; no período de 2002 a 2004, a Associação
Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Linguística (Anpoll) foi sediada na
Fale; e em 2012-2014 foi a vez da Abrapui (Associação Brasileira de Professores
Universitários de Inglês) ser acolhida pela faculdade. Atualmente sediamos a Abralin
(Associação Brasileira de Linguística) neste biênio 2018-2020. E em 2005, com a
implantação das unidades acadêmicas na Ufal, é criada a atual Faculdade de Letras
(Fale), sob a Direção das professoras Ildney Cavalcanti e Izabel Brandão, sendo esta
última substituída em dezembro de 2007 pela profa. Maria Stela Lameiras. Data desta
gestão a elaboração do projeto de construção dos atuais prédios da Faculdade e do
Cepel (PPGLL), um notável avanço em se tratando da infraestrutura de funcionamento,
possibilitado por políticas governamentais de incentivo às Ifes.
Dando continuidade ao histórico das direções da Faculdade, houve em seguida a
gestão da professora Eliane Barbosa entre 2011-2014 e 2014-2018, com três colegas
ocupando, em sequência, a função de vice-direção: profa. Lúcia de Fátima Santos, prof.
Helson Sobrinho e prof. Jair Barbosa. Para o quadriênio 2018-2022, assumiram a profa.
Rita de Cássia Souto Maior Siqueira Lima e o prof. José Niraldo de Farias. Atualmente,
assumem o quadriênio 2023-2026, a profa Rita de Cássia Souto Maior Siqueira Lima e
a vice-coordenação e a profa. Lorena Borges.

9

2

CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO

2.1 O ensino da Língua Espanhola no Brasil
O interesse pela aprendizagem da língua espanhola no Brasil foi motivado,
principalmente, por fatores relacionados ao processo de globalização e integração
latino-americana. Devido a isso, muitas instituições públicas e privadas passaram a
inserir a disciplina em seus currículos, não só para atender às novas demandas de
formação requeridas pela sociedade, mas também para preparar os alunos para os
exames de seleção para a entrada em universidades públicas e privadas do país, já que o
espanhol passou a ser também uma das opções de línguas estrangeiras do vestibular.
Nos estados do sul e sudeste, o ensino de espanhol ganhou grande espaço no
Ensino Fundamental. Já nas regiões do norte e nordeste, a implantação do idioma nas
escolas foi menor, devido à carência de professores da área1. Tais fatores justificam a
importância dos cursos de Letras voltados para a formação de professores em Língua
Espanhola.
A sanção da lei 11.161/2005 determinou a obrigatoriedade do ensino da língua
espanhola no Ensino Médio, tanto para as instituições públicas quanto para as privadas.
Assim, “o Estado brasileiro determina que, no ensino médio, os estudantes poderão
estudar espanhol, se assim decidirem, uma vez que a oferta passa a ser obrigatória”
(PONTE, 2016, p.17). No intuito de tornar a lei uma realidade na educação brasileira, o
idioma foi incluído nas Orientações Curriculares para o Ensino Médio (OCM) em 2006
e no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), em 2011. Segundo Ponte (2016, p.
17),
Em ambos os casos, a presença do espanhol responde
ao caráter formador do currículo do ensino médio. Um
caráter que não se dirige única e exclusivamente à
formação do profissional – apesar dela também ser
contemplada –, mas também, e fundamentalmente, à
formação do indivíduo, do cidadão.

1

CONSEJERÍA DE EDUCACIÓN Y CIENCIA/ EMBAJADA DE ESPAÑA EN BRASIL. Datos y cifras: informe sobre la enseñanza

del español en Brasil. Brasília, 1998.

10
Tanto o OCM quanto o PNLD vão de encontro com a ideia de formação em
língua espanhola voltada para os interesses imediatistas do mercado capitalista. De
acordo com esses documentos, o ensino do idioma deve contribuir para a formação
integral do cidadão, atravessada por uma identidade latino-americana.
Em relação à formação de professores de espanhol no Brasil, há um grande
déficit de docentes graduados capazes de suprir as demandas das redes públicas e
privadas de ensino. Segundo Martínez-Cachero (2008), a implantação da lei do
espanhol exigia a formação de 7.462 novos professores, tanto nas escolas públicas como
nas privadas, para atender ao Ensino Médio. Além do mais, é também importante
considerar a qualidade da formação do professor, uma vez que muitos exercem a
profissão sem a formação adequada.
Os documentos oficiais que regem a educação básica brasileira sugerem que a
formação de professores de espanhol venha acompanhada da atitude reflexiva e da
prática

nos âmbitos:

“(meta) linguístico-discursivo, habilidades

reflexivas e

metodológicas, autonomia crítica e intelectual, habilidades referentes às tecnologias,
entre outros” (BARROS; COSTA; GALVÃO, 2016, p. 128). Além disso, aliada a
formação linguística, é de fundamental importância que o professor seja crítico e
promova a formação dos jovens para o exercício pleno da cidadania. Segundo Barros,
Costa e Galvão (2016, p. 124),
Dessa forma, busca-se formar um professor que
compreenda o ensino e a aprendizagem de uma língua
estrangeira na escola não com um fim em si mesmo,
algo meramente instrumental, mas sim como um
processo interdisciplinar de construção coletiva de
conhecimento, como algo constitutivo e fundante de
subjetividades críticas e autônomas, constituinte de
significados, valores, conhecimentos, atitudes e
habilidades para o ser e o viver na sociedade atual.

Nesse sentido, a formação do professor de espanhol deve ser direcionada para a
valorização e consideração das subjetividades com as quais lidará durante o processo de
ensino-aprendizagem. Além do mais, é importante que o professor compreenda a língua
não só como um conjunto de regras, mas também como elemento constituído de
significados, valores, crenças e atitudes. Essa compreensão constitui-se como base da
formação reflexiva. Segundo Meniconi, Queiroz e Silva (2016, p. 174),

11
se desejamos caminhar em direção à formação
crítico-reflexiva dos professores de língua espanhola,
precisamos aliar ao conhecimento linguístico e literário,
teorias e práticas docentes intermediadas pelo diálogo e
discussões que promovam a atitude crítica, reflexiva e
transformadora do fazer pedagógico.

Assim, com a intenção de contribuir para essa formação crítico-reflexiva dos
estudantes, o Curso de Letras/Espanhol objetiva não só o desenvolvimento das
habilidades linguísticas na língua alvo, mas também o trabalho com a leitura e discussão
de temas que possibilitem a transformação de concepções e de práticas docentes. A
seguir, apresentamos informações relacionadas ao ensino da língua espanhola em
Alagoas.
2.2

O ensino da Língua Espanhola em Alagoas
O cenário do ensino da língua espanhola no contexto de Alagoas não é muito

animador. Mesmo com a obrigatoriedade da oferta do idioma no Ensino Médio
oficializada pela lei 11.161/2005, nem todas as escolas estaduais incluíram o ensino do
espanhol em sua grade curricular. Infelizmente, na maioria das escolas públicas, o
ensino da língua está a cargo de professores que têm contratação temporária.
Em 2012 e 2014, o estado de Alagoas abriu concursos para a contratação de
monitores de espanhol para atuarem em diferentes CREs (Coordenadoria Regional de
Educação). Em 2013, houve concurso público para o provimento de vagas e formação
de cadastro de reserva para os cargos de professor e de secretário escolar. A grande
conquista alcançada para os professores alagoanos ocorreu em 2014, com a nomeação e
posse dos professores concursados e classificados. No entanto, nem todos os aprovados
foram convocados para posse (MENICONI, QUEIROZ, SILVA, 2016, p. 178). E, ainda
assim, o número de professores aprovados e convocados não foi suficiente para suprir a
carência de docentes de língua espanhola no estado.
Consideramos que a contratação de professores/monitores temporários para
atuarem como docentes de língua espanhola, não se apresenta como a melhor solução
para resolver o problema da demanda por exigida, já que
Além de receberem um salário inferior, sofrem com a
instabilidade e insegurança profissional, o que contribui
para a precariedade da profissão. Além do mais, como

12
não fazem parte do corpo efetivo da escola, os
monitores acabam não participando das decisões ou
discussões em torno do projeto político pedagógico ou
de outras ações cotidianas do contexto escolar
(MENICONI, QUEIROZ, SILVA, 2016, p. 189).

Dessa forma, para que a lei da obrigatoriedade do ensino da língua espanhola no
ensino médio tivesse sido implantada de forma significativa, era de fundamental
importância não só investir na formação do professor, mas também nas condições de
trabalho. A carência de professores de língua espanhola só será cumprida por meio da
formação de professores, concursos e nomeações.
Depois de 12 anos frente a mudanças de ordem política, ocorreu a significativa a
interrupção do processo de implementação do espanhol em esfera nacional através da
Lei de Reforma do Ensino Médio – Lei 13415/2017, que alterou a matriz curricular
nacional, subjugando o espanhol, ao caráter de disciplina optativa. Por isso, algumas
considerações devem ser feitas sobre os desdobramentos dessas ações de implantação
do ensino da língua espanhola na travessia desde a sua inclusão até o seu afastamento
do currículo escolar.
Em 16 de fevereiro de 2017, a Medida Provisória (MP) nº 746/2016, apresentada
pelo presidente Michel Temer, trouxe novas perspectivas preocupantes para o ensino de
espanhol. Com essa medida, o Ensino Médio Nacional passou por mudanças em seu
currículo e organização. No que diz respeito à oferta de línguas estrangeiras, a lei de
reforma do Ensino Médio removeu a obrigatoriedade do ensino da língua espanhola,
destacando a preferência pelo ensino da Língua Inglesa. Rapidamente, a “MP do ensino
médio” foi convertida na Lei nº 13.415, de 16 de fevereiro de 2017, alterando a LDB e
aprovando a nova estrutura curricular do ensino médio, que passou a incluir três
disciplinas obrigatórias (matemática, português e inglês), consideradas fundamentais,
reforçando a ideia de uma política linguística voltada para o mercado de trabalho, na
qual a língua inglesa se destaca pela inclusão dos alunos no mercado.
Além dessa mudança estrutural, enfrentamos um novo desafio com a Base
Nacional Comum Curricular (BNCC), que “estabelece conhecimentos, competências e
habilidades que se espera que todos os estudantes desenvolvam ao longo da educação
básica” (BRASIL, 2017). A BNCC prioriza o ensino de inglês nas escolas, excluindo a
língua espanhola, que antes era obrigatória nos currículos do ensino médio. Outras
línguas estrangeiras, exceto o inglês, são desconsideradas, demonstrando assim avanços
e retrocessos já observados na história do ensino de espanhol.

13
Diante desse cenário, ainda vemos alguns vestígios da presença do espanhol no
Estado. A Universidade Federal de Alagoas ainda oferece o curso de Letras/Espanhol,
tanto presencial quanto a distância, mesmo com a diminuição no número de alunos,
além do curso de extensão “Espanhol sem Fronteiras”. Da mesma forma, o estado
mantém os cursos de Letras/Espanhol na Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL)
desde 2017 (Resolução nº 018/2017-CONSU/UNEAL, de 03 de novembro de 2017).
Vale destacar que os cursos de línguas estrangeiras no Instituto Noêmia Gama Ramalho
da Secretaria de Educação do Estado de Alagoas seguem ofertando cursos livres de
espanhol em Maceió e em várias cidades do interior do Estado. Estão em
funcionamento dois Núcleos de Línguas Estrangeiras no Município de Maceió com
cursos de espanhol. Além disso, surgem novas perspectivas para o ensino de espanhol
no formato digital, promovendo novas possibilidades pedagógicas para os estudantes
das comunidades universitárias.
Na atual conjuntura, após anos de reivindicação e luta do Movimento Fica
Espanhol para que esse cenário fosse modificado com a votação do projeto de lei que
define as novas regras para o Ensino Médio, os congressistas rejeitam as mudanças
sugeridas pelo Senado e a inclusão da língua espanhola como componente curricular
obrigatório não foi aprovada pela Câmara dos Deputados, seguindo para a sanção do
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em 31 de julho, a Lei nº
14.945/2024, que estabelece a Política Nacional de Ensino Médio. A norma, que passa a
valer em 2025, altera a Lei nº 9.394/1996, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional,
e revoga parcialmente a Lei nº 13.415/2017, que dispõe sobre a reforma do ensino
médio.

14
2.3 Dados de identificação do curso

Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Código: 391
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal
Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço do Campus sede: Rodovia BR 101, Km 14 Campus A. C. Simões –
Cidade Universitária Maceió /AL - CEP: 57.072 - 970. Fone: (82) 3214-1100
(Central)
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br
Portaria de reconhecimento: Portaria Ministerial n° 286/2012, Portaria N° 587, DE 14
de junho de 2021.
Denominação do Curso: Letras Espanhol
Endereço para correspondência: BR 104 Km 97 – Campus A.C. Simões, S/N, Cidade
Universitária, Tabuleiro do Martins, CEP: 57072-970, Maceió – AL, Fone: (082) 32141332, e-mail: coordenacao.letl@fale.ufal.br
Modalidade: Licenciatura presencial
Carga horária total: 3.242 horas.
Prazo de integralização: mínimo de 9 semestres e máximo de 13 semestres.
Número de vagas: 15 vagas no turno vespertino e 25 no turno noturno no segundo
semestre letivo – Total: 40 vagas anuais.
Forma de acesso ao curso: O ingresso ao curso dar-se-á por meio do Exame Nacional
de Ensino Médio - Enem. Ademais, é possível haver as seguintes modalidades de
acesso: reingresso de curso, reopção e transferência, as quais são regidas por editais
próprios.
Perfil: Profissional apto para atuar no magistério da Educação Básica, seja no ensino de
Língua Espanhola ou na gestão do trabalho educativo.
Campo de atuação: Ensino de Espanhol como língua estrangeira e suas literaturas no
nível básico e graduação.

15

2.4 Objetivos
O

objetivo

do

Curso

de

Letras

Espanhol

é

formar

profissionais

interculturalmente competentes, capazes de lidar, de forma crítica, com as linguagens,
especialmente a verbal, nos contextos oral e escrito, conscientes de sua inserção na
sociedade e das relações com o outro. O profissional em Letras Espanhol deve ter
domínio do uso da língua espanhola, em termos de sua estrutura, funcionamento e
manifestações culturais, além de ter consciência das variedades linguísticas e culturais.
Deve ser capaz de refletir teoricamente sobre a linguagem, de fazer uso de novas
tecnologias e de compreender sua formação profissional como processo contínuo,
autônomo e permanente.
2.5 Perfil e competência profissional do egresso
O aluno egresso do Curso de Letras Espanhol estará apto para exercer a
docência na educação básica pautada nas concepções atuais de educação. Portanto,
considerando as habilidades e competências a serem desenvolvidas durante a formação
do professor de Língua Espanhola e suas literaturas, em conformidade com as
contingências sociais e acadêmico-científicas da área e com as Diretrizes Curriculares
Nacionais dos Cursos de Letras, espera-se desse profissional o seguinte perfil:
- Utilização das quatro habilidades linguísticas orais e escritas (compreensão escrita,
compreensão auditiva, expressão escrita e expressão oral) em situações de comunicação
diversas;
- Seleção e elaboração materiais de ensino e aprendizagem de língua espanhola, levando
em conta a importância dos aspectos culturais das sociedades de língua espanhola;
- Uso das metodologias de ensino e aprendizagem direcionadas para as línguas

estrangeiras e especificamente para o ensino e aprendizagem de Espanhol;
- Capacidade de pautar-se nos valores da educação multicultural que possibilitem a
comunicação internacional e o respeito entre as diferentes culturas;
- Formação humanística, teórica e prática;
- Capacidade para atuar em escolas das redes pública ou privada conforme as exigências
pedagógicas atuais.

16
- Capacidade de operar, sem preconceitos, com a pluralidade de expressão linguística,
literária e cultural;
- Atitude investigativa indispensável ao processo contínuo de construção do
conhecimento na área de ensino e aprendizagem de língua espanhola;
- Postura ética, autonomia intelectual, responsabilidade social, espírito crítico e
consciência do seu papel de formador;
- Conhecimento dos diferentes usos da língua espanhola e sua gramática;
- Conhecimento ativo e crítico de um repertório representativo de literatura de língua
espanhola;
- Capacidade de analisar, descrever e explicar, diacrônica e sincronicamente, a estrutura
e o funcionamento da língua em estudo;
- Capacidade de analisar discursos de pontos de vista teóricos fundamentados em teorias
presentes em sua formação;
- Capacidade de analisar criticamente as diferentes teorias que fundamentam a
investigação sobre língua e literatura;
- Capacidade de formar leitores e produtores proficientes de textos de diferentes gêneros
e para diferentes propósitos;
- Capacidade de atuar em equipe interdisciplinar e multiprofissional;
- Posicionamento crítico acerca de novas tecnologias e conceitos científicos;
- Conhecimento dos métodos e técnicas pedagógicas que possibilitem a adequação dos
conteúdos para os diferentes níveis de ensino (transposição didática);
- Conhecimento de processos de investigação que permitam o aprimoramento do
planejamento e da prática pedagógica.
As diretrizes curriculares nacionais, os PCNs (Parâmetros Curriculares
Nacionais) dos diferentes níveis de ensino e uma série de outros documentos oficiais
referentes à educação no Brasil têm colocado, em consonância com uma tendência
mundial, a necessidade de centrar o ensino e aprendizagem no desenvolvimento de
competências e habilidades por parte do aluno, em lugar de centrá-lo no conteúdo
conceitual.
Segundo Perrenoud, não existe uma noção clara e partilhada das competências.
Pode-se entender competência como a capacidade de mobilizar conhecimentos a fim de
se enfrentar uma determinada situação. Merece destaque aí o termo “mobilizar”, pois a
competência não é o uso estático de regras aprendidas, mas uma capacidade de lançar

17
mão dos mais variados recursos, de forma criativa e inovadora, no momento e do modo
necessário. A competência abarca, portanto, um conjunto de coisas. Perrenoud fala de
esquemas, em um sentido muito próprio. Seguindo a concepção piagetiana, o esquema é
uma estrutura invariante de uma operação ou de uma ação. Não está, entretanto,
condenado a uma repetição idêntica, mas pode sofrer acomodações, dependendo da
situação. A competência implica uma mobilização dos conhecimentos e esquemas que
se possui para desenvolver respostas inéditas, criativas e eficazes para problemas novos.
Diz Perrenoud que "uma competência orquestra um conjunto de esquemas. Envolve
diversos esquemas de percepção, pensamento, avaliação e ação".
O conceito de habilidade também varia de autor para autor. Em geral, as
habilidades são consideradas como algo menos amplo do que as competências. Assim, a
competência estaria constituída por várias habilidades. Entretanto, uma habilidade não
"pertence" a determinada competência, uma vez que uma mesma habilidade pode
contribuir para competências diferentes.
A direção do foco do processo de ensino e aprendizagem para o
desenvolvimento de habilidades e competências implica em ressaltar que essas
habilidades e competências precisam ser vistas, em si, como objetivos de ensino. Em
outras palavras, é preciso que se ensine a comparar, classificar, analisar, discutir,
descrever, opinar, julgar, fazer generalizações, analogias, diagnósticos, entre outras
coisas, independentemente do objeto comparado ou classificando, por exemplo. Caso
contrário, o foco tenderá a permanecer no conteúdo e as competências e habilidades
serão vistas de modo minimalista.
Isso significa que, no tocante à formação do profissional que deve lidar com o
ensino de língua espanhola, o domínio de conhecimentos teóricos sobre o
funcionamento e uso da língua e literatura espanhola não é suficiente. Esse processo
meramente informativo que dá ênfase na reprodução do já sabido, memorização
temporária de conhecimentos, sem maior significado, uma vez que não se dá relevo à
compreensão, não deve caracterizar o processo formativo do professor de língua e
literatura espanhola.
O formando deve aprender a compreender os fenômenos e não a memorizar
elementos cujo alcance e significado desconhece dentro do domínio do conhecimento
linguístico. Não se está negando a importância das informações, mas se está mostrando
que sua aquisição deve estar direcionada para a compreensão.

18
A renovação tecnológica acelerada e a velocidade de produção e circulação de
informações levam a pensar que, no momento, a educação deve produzir no aluno uma
capacidade de continuar aprendendo. Não se trata mais de acumular informações,
porque elas estão disponíveis a quase qualquer um, mas de desenvolver-se
individualmente, atingindo a maturidade necessária para operar com a abundância de
conteúdos de forma crítica e responsável.
O Curso de Letras - Espanhol da UFAL está sendo pensado, portanto, na
perspectiva de que a graduação deve ser prioritariamente formativa e não simplesmente
informativa. Isso significa que não é um curso que vise, exclusiva e prioritariamente, ao
aprendizado da norma culta da língua, por exemplo. Mas um curso que possibilite o
desenvolvimento da capacidade de refletir sobre os fatos linguísticos e literários, através
da análise, da descrição, da interpretação e da explicação, à luz de uma fundamentação
teórica pertinente, tendo em vista, além da formação de usuário da língua e de leitor de
mundo, a formação de profissionais aptos a ensinar essas habilidades.
É importante destacar que não se está entendendo aqui competência como um
conceito fechado e dado a priori. Mas de uma competência contingenciada por
demandas gerais da sociedade brasileira e específicas da Universidade e do próprio
curso. Na atual contingência, essa macro-competência está em conformidade com o
marco referencial do projeto, e envolve as seguintes habilidades:
a) Gerais
- raciocínio lógico, análise e síntese;
- leitura e escrita, numa perspectiva da produção de sentido e compreensão de mundo;
- leitura e escrita proficientes de diferentes gêneros textuais, em Língua Espanhola;
- utilização de metodologias de investigação científica;
- assimilação, articulação e sistematização de conhecimentos teóricos e metodológicos
para a prática do ensino;
- utilização de recursos de informática necessários ao exercício da profissão.
b) Específicas
- descrição e explicação de características fonológicas, morfológicas, lexicais,
sintáticas, semânticas e pragmáticas de variedades da língua espanhola;

19
- compreensão, à luz de diferentes referenciais teóricos, de fatos linguísticos e literários,
tendo em vista a condução de investigações sobre a linguagem e sobre os problemas
relacionados ao ensino-aprendizagem de língua espanhola;
- estabelecimento e discussão de relações entre textos literários e os contextos em que se
inserem, e outros tipos de discursos;
- relação do texto literário com problemas e concepções dominantes na cultura do
período em que foi escrito e com os problemas e concepções do presente;
- compreensão e aplicação de diferentes teorias e métodos de ensino que permitem a
transposição didática do trabalho com a língua espanhola e suas literaturas, para a
educação básica em geral e a de a região Nordeste e o estado de Alagoas em particular.
Tendo por base uma formação que articula ensino, pesquisa e extensão
relativamente aos conhecimentos linguísticos e literários da língua espanhola e em
consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Letras, os
espaços de atuação do licenciado em Letras estão mais diretamente voltados para a
atuação como professor/a na educação básica, nos domínios público e privado. Há,
ainda, a possibilidade de atuação deste profissional na revisão de textos,
desenvolvimento e análise de material didático e de técnicas pedagógicas para o ensino
da língua espanhola e respectiva(s) literatura(s), elaboração de proposta curricular no
seu campo de atuação, assessoria cultural, crítica linguística e literária, dentre outros
que envolvam a língua/linguagem/discurso, em termos de sua estrutura, funcionamento,
manifestações culturais e sócio históricas.
2.6 Metodologia
Este Projeto Pedagógico do Curso de Letras Espanhol foi elaborado com base
nas novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior
(Resolução 02/2015), nas Diretrizes Curriculares para os cursos de Letras (Parecer
CNS/CES 492/2001), no Plano de Desenvolvimento Institucional da Universidade
Federal de Alagoas (PDI UFAL, 2019-2024)2 e na Resolução 04/2018 CONSUNI/UFAL.
Considerando os desafios da educação superior e as transformações das últimas
décadas, buscamos desenvolver metodologias que permitam ao estudante atuar de forma
ética, autônoma e consciente de sua identidade, respeitando o próximo e sendo capaz de
2

https://pdi.ufal.br/

20
atuar em um mundo globalizado e pluricultural. Além disso, o curso deve proporcionar
condições para o enriquecimento e desenvolvimento cultural e artístico dos alunos.
Assim, busca-se criar um espaço para a reflexão dialética entre “o pragmatismo da
sociedade moderna e o cultivo dos valores humanistas” (Parecer CNS/CES 492/2001, p.
29).
O processo de ensino e aprendizagem será conduzido por uma abordagem
problematizadora e crítica, que considera o contexto histórico, social, político e cultural
dos estudantes. Através dessa abordagem, buscamos integrar ensino, pesquisa e
extensão de forma transdisciplinar, promovendo uma visão de rede que leve os alunos a
uma aprendizagem significativa e autônoma.
Com um planejamento sistemático e organizado, as práticas docentes e
metodologias utilizadas devem servir à formação e aprendizagem dos estudantes,
proporcionando oportunidades de construção de conhecimento de forma individual e
coletiva, contato com os conteúdos por meio de diferentes metodologias, partilha de
experiências e participação em processos avaliativos que considerem as diversas formas
de aprender.
De acordo com o PDI da Universidade Federal de Alagoas, o ensino de
graduação adotará políticas centradas em três grandes eixos: melhoria contínua da oferta
de cursos, formação cidadã, reconhecimento pela sociedade e garantia de formação
adequada ao perfil de egresso desejado. Isso envolve escolhas metodológicas que
incluam inovação, qualificação e internacionalização (UFAL, 2019-2024). Este
documento afirma que a universidade deve possibilitar uma revisão permanente dos
seus projetos pedagógicos, incluindo nesse debate os novos desenhos curriculares,
inclusive aqueles já implantados quando da interiorização, observando novas tendências
e desafios para a sociedade em um mundo contemporâneo e buscando sempre novas
práticas pedagógicas.
Seguindo os princípios estabelecidos no PDI da UFAL, o Curso de Letras
Espanhol busca a articulação entre teoria e prática como um princípio de aprendizagem
que se afasta da lógica positivista de produção do conhecimento, permitindo que os
alunos se envolvam com problemas reais, compreendam seus diferentes aspectos e
influenciem nas soluções.
Nesse processo de articulação entre ensino, pesquisa e extensão, teoria e prática,
o curso de Letras Espanhol, pautado numa prática reflexiva, busca questionar e atualizar
constantemente nossas escolhas metodológicas nos âmbitos do ensino, da pesquisa e da

21
extensão, aprimorando nossos processos e estimulando a autorreflexão e autonomia dos
alunos. As metodologias de ensino regularmente utilizadas incluem: aulas expositivas
dialogadas, estudo dirigido, discussão e debate, narrativas, produção de textos,
pesquisas, estudo do meio, estudo de campo, seminários, oficinas, ensino baseado em
problemas e ensino baseado em projetos. Em relação à pesquisa, as metodologias mais
utilizadas são a pesquisa bibliográfica, levantamento de dados, pesquisa de campo e
pesquisa-ação.
2.7 Tecnologias da Informação e Comunicação no Ensino
Os métodos de ensino de línguas estão em constante evolução, diretamente
influenciados pelo surgimento de novas tecnologias de comunicação e informação.
Isso ficou evidente com a metodologia áudio-oral e a popularização do rádio, do
gravador de áudio e do telefone, assim como com a metodologia estrutural-global
audiovisual e as mídias visuais, como a televisão e o videocassete, apenas para citar
alguns exemplos.
Na segunda década do século XXI, o avanço das tecnologias da informação e
comunicação (TIC) têm um impacto significativo na sala de aula. A praticidade e a
facilidade de carregar um smartphone e se conectar à internet permitem potencializar
estratégias de ensino-aprendizagem de uma língua estrangeira de maneiras
inimagináveis há 100 anos. Atualmente, é quase impossível ignorar a presença e as
vantagens desses recursos na formação dos alunos de Letras-Espanhol, tanto em sua
formação quanto em sua prática inicial. De forma sistemática, os materiais didáticos
voltados ao ensino-aprendizagem de um idioma incluem materiais essenciais e
complementares vinculados às TICs.
Assim, em todas as etapas do ensino-aprendizagem, o estudante pode construir
sua autonomia e aprimorar sua formação acessando ou produzindo conteúdos, como
blogs ou tutoriais, facilitando o contato entre os membros da comunidade universitária,
interagindo com nativos, seguindo cursos e atividades complementares online,
acessando ou adquirindo materiais didáticos raros ou de difícil acesso (algo que antes
exigiria uma viagem a um grande centro), coletando materiais ou documentos
autênticos para a elaboração de planos de aula durante o estágio, buscando melhorar
sua própria prática, ou seja, inúmeras possibilidades de aquisição e aprendizagem.

22
O curso de Letras-Espanhol incorpora, assim, às disciplinas e componentes
curriculares, atividades realizadas por meio de ambientes virtuais de aprendizagem,
gerenciados pelo Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da Ufal. No entanto,
trata-se de um curso presencial que utiliza esses procedimentos em sua metodologia de
ensino, não podendo ser considerado um curso semipresencial. Dessa forma, o
processo avaliativo desses componentes e disciplinas ainda é totalmente presencial.
Esse acesso requer, necessariamente, uma boa rede de internet disponível para
alunos e professores, o que já é uma realidade em nossa unidade. Seja por cabeamento
ou por ondas Wi-Fi, a Fale oferece conexão aberta e gratuita para todos os membros da
comunidade universitária.
A implantação de plataformas de ensino e a capacitação dos docentes da Ufal
para o uso das ferramentas de Tecnologia da Informação e Comunicação têm sido
pontos estruturantes para a transformação das aulas tradicionais, levando a
universidade a um novo patamar de interação e facilitando a acessibilidade e a melhor
integração de docentes e discentes às atividades acadêmicas. Para essa consolidação, a
Ufal está comprometida com duas ações básicas preponderantes: a) a substituição dos
seus sistemas informatizados acadêmicos e administrativos; b) a reestruturação da rede
lógica, especialmente o aumento da velocidade e do alcance da rede, permitindo salas
de aula verdadeiramente eletrônicas. A universidade está, portanto, atenta às novas
tendências e desafios da sociedade contemporânea e buscando sempre novas práticas
pedagógicas.
O uso das TICs pelos estudantes com necessidades educacionais favorece não só
o aprendizado, mas também a participação autônoma na vida acadêmica. Assim, a
Ufal possui o Núcleo de Assistência Educacional (NAE) visando promover e facilitar
a acessibilidade pedagógica, metodológica, de informação e comunicação conforme
previsto na Política de Acessibilidade. Desta forma, os docentes são incentivados a
buscar junto a esses núcleos orientações sobre o uso devido dessas tecnologias.

23

3

ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA

3.1 Colegiado do Curso de Letras Espanhol – Licenciatura
O Colegiado de Curso é um órgão consultivo e deliberativo para os assuntos
relacionados à política de ensino, pesquisa e extensão do curso de graduação em
conformidade com as diretrizes definidas no Regimento Geral da UFAL de 30/01/2006,
Título II Capítulo V, Seção II, Art. 25 e 26 e a Portaria N° 559 de 28 de junho de 2001.
O colegiado é renovado periodicamente, de dois em dois anos, sendo constituído
por quatorze integrantes, sete titulares e sete suplentes, considerando dez professores/as
do curso, dentre eles o coordenador e o vice-coordenador, dois técnicos e dois
representantes discentes.
A nova gestão do curso (2024-2025), conforme PORTARIA Nº 37, DE 23 DE
FEVEREIRO DE 2024.
(PORTARIA Nº 37, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2024)
Docentes Titulares
Profa. Dra. Aline Vieira Bezerra Higino de Oliveira
Profa. Dra. Eliane Barbosa da Silva
Profa. Dra. Kristianny Brandão Barbosa de Azambuja
Prof. Dr. Gonzalo Henrique Vírsida Abio
Profa. Dra. Flávia Colen Meniconi
Docentes Suplentes
Prof. Ms. Jacqueline Elizabeth Vásquez Araújo
Prof. Dr. Josefh Fernando Soares Queiroz
Profa. Dra. Fabiana Pincho de Oliveira
Profa. Dra. Adna de Almeida Lopes
Prof. Dr. Helson Flávio da Silva Sobrinho
Representantes Técnicos Administrativos
Rosana Taciana Portela Nicácio dos Santos (Titular)
Jorge Henrique Silvestre Barbosa (Suplente)
Representantes Discentes
Mário Antônio Cavaleiro de Macedo Junior (Titular)
Sophia Felix Pereira de Freitas (Suplente)

24

3.2 Coordenador do Curso
Conforme o Regimento interno da Faculdade de Letras aprovado em sessão
Plenária de 26 de fevereiro de 2010, nos artigos 21 e 22, compete ao coordenador
convocar, presidir reuniões do Curso e encaminhar as decisões ao Colegiado. Para
execução dessas atividades o coordenador convoca os docentes e/ou integrantes
relacionados do Curso para reuniões mensais ordinárias ou extraordinárias, de acordo
com a necessidade. Além disso, encaminha os procedimentos junto ao Colegiado do
Curso. O coordenador do Curso acompanha os discentes ingressantes para
conhecimento dos órgãos da Unidade e direciona os discentes veteranos atendendo às
necessidades solicitadas para encaminhamento aos órgãos competentes. Bem como,
procede a execução dos currículos, ao regime de aprovação e a outros aspectos relativos
à verificação de aprendizagem conforme as normas previstas no Regimento Geral da
Ufal de acordo com as instruções provenientes dos órgãos competentes da Reitoria.
As coordenações participam das

formações referentes às legislações

educacionais vigentes e formações sobre tecnologias educacionais e gestão de
processos/projetos de mudança curricular.
(PORTARIA PROGRAD Nº 38 / 2024 - PROGRAD)
Nome: Aline Vieira Bezerra Higino de Oliveira
SIAPE: 1783421
CPF: 893044465-20
Regime de trabalho: 40h DE
E-mail: aline.vieira@fale.ufal.br
Formação Acadêmica: Doutora em Linguística.
Graduação: Licenciatura em Letras.

3.3 Núcleo Docente Estruturante (NDE)

25
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) foi criado considerando as orientações
contidas na Portaria MEC nº. 147/2007, de 02/02/2007, bem como a Resolução
CONAES nº. 01/2010 e o Parecer nº. 04/2010, de 17/06/2012, da Comissão Nacional
de Avaliação da Educação Superior – CONAES, que tratam de sua normatização,
princípios,

criação

e

sua

finalidade

e,

por

fim,

a

resolução

nº

52/2012-CONSUNI/UFAL, de 05 de novembro de 2012, que institui o núcleo docente
estruturante (NDE) no âmbito dos cursos de graduação da UFAL.
O NDE do Curso de Letras-Espanhol que acompanhou inicialmente o
processo de Elaboração do Projeto Pedagógico do Curso foi composto por cinco
professoras (conforme Portaria nº 58 – fevereiro/2018).
​DOCENTES TITULARES
Ana Margarita Barandela García / SIAPE 3475435
Eliane Barbosa dos Santos / SIAPE 2316139
Flávia Colen Meniconi / SIAPE 1756862
Jacqueline Elizabeth Vásquez Araújo / SIAPE 2288417
Patricia Neyra / SIAPE 1877179
Atualmente, o NDE é composto pelos seguintes membros:
(PORTARIA Nº 140 / de SETEMBRO DE 2024)
Docentes:
Aline Vieira Bezerra Higino de Oliveira / SIAPE 1783421 (Coordenadora)
Eliane Barbosa da Silva / SIAPE 2316139
Kristianny Brandão Barbosa de Azambuja / SIAPE 3337883
Flávia Colen Meniconi / SIAPE 1756862
Ana Margarita Barandela García / SIAPE 3475435
Patrícia Neyra /SIAPE 1877179
Josefh Fernando Soares Queiroz / SIAPE 2785495
Jacqueline Elizabeth Vásquez Araújo / SIAPE 2288417
Gonzalo Abio / SIAPE 1461639

26
3.4 Quadro docente e técnico
3.4.1 Docentes
Tabela 1: Docentes do Curso de Letras Espanhol
Professores efetivos
Aline Vieira Bezerra Higino de Oliveira
Ana Margarita Barandela Garcia
Eliane Barbosa da Silva
Flávia Colen Meniconi
Jacqueline Elizabeth Vásquez Araújo
Jozefh Fernando Soares Queiroz
Kristianny Brandão Barbosa de Azambuja
Patricia Neyra

Titulação
Doutora
Doutora
Doutora
Doutora
Mestre
Doutor
Doutora
Doutora

Regime de trabalho
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE

3.4.2 Técnicos
Tabela 2: Técnicos da Faculdade de Letras
Secretaria Geral da Direção
Nomes
Anderson Augusto Gama Goes
Erinaldo Soares da Silva
Jorge Henrique Silvestre Barbosa
Jovino Pinto Filho
Juliana Valéria Cavalcante Ferreira
Paulo Jorge Ferreira Medeiros
Simone Dornelles Schulze

Cargo
Assistente em Administração
Auxiliar de Cozinha
Assistente em Administração
Administrador
Assistente em Administração
Auxiliar em Administração
Secretária Executiva

Secretaria Geral da Coordenação de Graduação
Nomes
Cargo
Rosana Taciana Portela Nicácio dos
Técnica em Assuntos Educacionais
Santos
Zíbia Bezerra da Silva Oliveira
Assistente em Administração
Secretaria da Coordenação do Curso de Letras-Libras
Nome
Cargo
Jean Bernardo da Silva Vieira

Revisor de Textos em Braile (cedido ao NAC)

Jeanine Waléria Oliveira Braga Pereira Assistente em Administração
Vanessa Elisa da Silva Correia

Técnica em Assuntos Educacionais

Secretaria da Coordenação Geral da Pós-Graduação
Nome
Cargo

27
Ermans Quintela Carvalho
Assistente em Administração
Pedro Elísio Lessa Lima de Holanda Assistente em Administração
Wesslen Nicácio de Mendonça Melânia Assistente em Administração
Biblioteca Setorial
Nome
Ana Lúcia Cardoso de Barros
Janiele Oliveira de Araújo

Cargo
Assistente em Administração
Bibliotecária-Documentalista

Setor de Tradução e Interpretação
Nome
Cargo
Carlos Alberto Matias de Oliveira
Tradutor Intérprete de Linguagem de Sinais
Catarina Santos Claudino Ramos
Tradutora Intérprete de Linguagem de Sinais
Jaqueline Soares dos Santos
Tradutora Intérprete de Linguagem de Sinais
Juliana Vanessa dos Santos Silva
Tradutora Intérprete de Linguagem de Sinais
Maykew Douglas Assis de Gusmão
Tradutor Intérprete de Linguagem de Sinais
Meire Santos Pereira
Tradutora Intérprete de Linguagem de Sinais
Pollyanna Lino de Araújo
Tradutora Intérprete de Linguagem de Sinais
Taciana Grigório da Conceição Pereira Tradutora Intérprete de Linguagem de Sinais
Secretaria das Casas de Cultura do Espaço Cultural
Nome
Cargo
Pollyana Costa de Gusmão

Assistente em Administração

28
4

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

4.1 Proposta e matriz curricular
A organização curricular, embasada no PARECER N° CNE/CES 492/2001,
estabelece que os Cursos de Letras devem se organizar em torno de três eixos:
Formação Específica, Formação Complementar e Formação Livre. Todavia, para efeito
de adequação às orientações presentes na RESOLUÇÃO Nº 02 CNE/CES, de 03 de
julho de 2015, tais eixos foram ressignificados e passam a configurar como parte
constitutiva do que se denominou de Núcleo de Formação Geral, Núcleo de
Aprofundamento e Diversificação e Núcleo de Estudos Integradores.
O Núcleo de Formação Geral inclui os componentes curriculares: Núcleo básico
(432 horas), Núcleo de formação de conhecimento em língua espanhola e suas
literaturas (720 horas), Disciplinas eletivas (72 horas), Atividades Curriculares de
Extensão (325 horas) e Trabalho de Conclusão de Curso (45 horas), totalizando uma
carga horária de 1.594 horas.
O Núcleo de Aprofundamento e Diversificação abrange as disciplinas da
dimensão pedagógica, com carga horária de 648 horas.
O

Núcleo

de

Estudos

Integradores

compreende

as

Atividades

acadêmico-científico-culturais com carga horária de 200 horas.
Além dos três núcleos apresentados acima, a integralização do Curso inclui as
Práticas como Componente Curricular (400 horas) e os Estágios Supervisionados (400
horas). Assim, a carga horária total do Curso de Letras Espanhol é de 3.242 horas.
4.1.1 Transversalidade
Ao longo do curso serão abordadas algumas temáticas transversais como as
questões referentes à Educação Ambiental e Direitos Humanos, além das questões
étnico-raciais, atendendo à legislação vigente.
4.1.2 Educação em Direitos Humanos
O curso de Letras Espanhol atende à Resolução CNE/CP n. 01/2012 e ao Parecer
CNE/CP N° 8, de 06/03/2012, quanto a Educação em Direitos Humanos, seguindo as
orientações da resolução CONSUNI/UFAL 59/2014 a qual estabelece que a temática

29
dos direitos humanos deverá atender à legislação específica. Nessa perspectiva, o art. 8º
da Resolução CNE/CP 01/2012 determina: “Art. 8º A Educação em Direitos Humanos
deverá orientar a formação inicial e continuada de todos (as) os (as) profissionais da
educação, sendo componente curricular obrigatório nos cursos destinados a esses
profissionais”.
O curso de Licenciatura em Espanhol trata da temática de direitos humanos não
somente de forma transversal em suas várias disciplinas teóricas e teórico-práticas,
principalmente na disciplina Língua Espanhola 3 mas também em suas ações na área de
formação de professores em situação de pré-serviço na inserção destes na comunidade
educacional por meio das aulas de estágio supervisionado e das ações de extensão
propostas.
Em sendo uma licenciatura da área de humanas com foco na formação de
professores de línguas estrangeiras, o curso busca tratar de temas como:
1. Respeito à diversidade cultural de países falantes das outras línguas;
2. Valorização da cultura local brasileira;
3. Escuta atenta e respeito ao outro.
Dessa forma, o Curso de Letras Espanhol demonstra sua preocupação com uma
formação sólida e crítico-reflexiva em relação à posição que o/a docente ocupa no
contexto educacional brasileiro.
4.1.3 Educação para as Relações Étnico Raciais
Em atenção à Lei 10.639/2003 e à Lei 11.645/2008 bem como da Resolução
CNE/CP 01/2004, fundamentada no Parecer CNE/CP 03/2004 que dispõe sobre as
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Relações Étnico Raciais e para o
Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, as duas temáticas são
trabalhadas mais especificamente nas disciplinas que se listam a seguir:
1. Língua Espanhola 1: Situação atual das línguas indígenas na América Latina:
classificação, línguas ameaçadas;
2. Língua Espanhola 2: Línguas indígenas da América Latina: preservação,
revitalização e escrita de línguas indígenas da América Latina.
3. Literatura de Língua Espanhola 1: Literatura dos povos originários da América
(maias, astecas e incas);

30
4. PCC 2: Conhecimento da diversidade étnica e racial do espanhol americano.
Línguas em contato. Línguas fronteiriças;
5. Literatura de Língua Espanhola 3: Relações étnico-raciais (o negrismo na
literatura caribenha).
4.1.4 Educação Ambiental
O Decreto n. 4.281, de 25 de junho de 2002, regulamenta a Lei no 9.795, de 27
de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras
providências. A Resolução CNE/CP nº 02/2012 define formas de sua implementação
nos currículos dos cursos superiores.
Para atender à legislação, o curso de Letras Espanhol inclui conteúdos
curriculares, relacionados a questões ambientais, nas disciplinas:
1.

Língua Espanhola 1: A Amazônia e os países que a compõe: o desenvolvimento
sustentável e a cultura Latino-americana;

2. PCC 4: Estratégias de educação ambiental com base nas possibilidades que
oferecem as novas tecnologias em comunicação: o papel determinante das redes
sociais.
4.1.5 Proposta curricular
4.1.5.1 Núcleo de Formação Geral
O Núcleo de Formação Geral, de acordo com o apresentado acima, abrange o
núcleo básico, o núcleo de formação de conhecimento sobre a língua espanhola e suas
literaturas, as disciplinas eletivas, as atividades curriculares de extensão e o trabalho de
conclusão de curso.
a) Núcleo básico
Compreende o núcleo do qual devem compartilhar alunos de licenciatura em
Língua Portuguesa e alunos de licenciatura em Língua Espanhola. Tem como objetivo a
formação geral do aluno na área dos estudos da Linguagem. Essa formação geral deve

31
ser adquirida através de disciplinas de Teoria da Literatura, Teoria Linguística, Leitura e
Produção de textos em Língua Portuguesa 2 e Língua Latina.
As disciplinas Teoria da Literatura e Teoria Linguística são encarregadas de dar
ao aluno a fundamentação teórica para o estudo das diferentes línguas e suas respectivas
literaturas. Enquanto na Teoria da Literatura se discutem os conceitos, as funções, os
gêneros e a periodização da literatura, bem como os elementos constitutivos da prosa,
da poesia e do teatro, na Literatura em Língua Espanhola se realizam o estudo da
formação de uma literatura específica e da constituição do seu cânon, bem como o
exame de suas obras relevantes e da relação entre o campo literário e outros campos
discursivos. De forma análoga, enquanto na Linguística se ensina, por exemplo, teoria
fonológica, em Língua Espanhola, se ensina o sistema fonológico do Espanhol.
A disciplina de Leitura e produção de textos em Língua Portuguesa 2 aborda as
práticas de leitura e escrita de textos acadêmicos e os aspectos técnicos do trabalho
científico.
Os estudos em Língua Latina objetivam introduzir o aluno nos Estudos
Clássicos no sentido de estimular uma reflexão sobre o intervalo entre o mundo
contemporâneo

e

o

clássico,

numa

perspectiva

histórica

e

crítica

dessa

contemporaneidade, tanto no que diz respeito a aspectos da língua como da cultura.

Tabela 3: Núcleo básico
Disciplinas obrigatórias

Carga horária

Teoria Linguística 1

72 horas

Teoria Linguística 2

72 horas

Teoria da Literatura 1

72 horas

Teoria da Literatura 2

72 horas

Leitura e produção de textos em língua portuguesa 2

72 horas

Língua Latina

72 horas

Total

432 horas

b) O núcleo de formação de conhecimento sobre a língua espanhola e suas
literaturas

32

Tem como objetivo descrever e explicar a estrutura, os usos e as variações da
língua, bem como apresentar as literaturas a partir do estudo das organizações
discursivas e literárias de obras representativas.
Tabela 4: Núcleo de Formação de Conhecimento sobre a Língua Espanhola e suas
Literaturas
Disciplinas obrigatórias

Carga horária

Língua Espanhola 1

72 horas

Língua Espanhola 2

72 horas

Língua Espanhola 3

72 horas

Língua Espanhola 4

72 horas

Literatura de Língua Espanhola 1

72 horas

Literatura de Língua Espanhola 2

72 horas

Literatura de Língua Espanhola 3

72 horas

Linguística 1: Fonética e fonologia da língua espanhola

72 horas

Linguística 2: Morfossintaxe da língua espanhola

72 horas

Linguística 3: Semântica e pragmática da língua espanhola

72 horas

Total

720 horas

c) Disciplinas eletivas
Além das disciplinas obrigatórias que integram os componentes curriculares, o
aluno deve cumprir uma carga horária de 72 horas de disciplina eletiva. Essa carga
horária eletiva pode ser cumprida pelo aluno por meio da escolha de conteúdos, ou seja,
as disciplinas do núcleo de formação obrigatória dos outros Cursos de Letras desta
Faculdade poderão ser computadas como disciplina eletiva do Curso de Letras
Espanhol.
Essa forma de estruturação do curso permite ao aluno a participação na sua
própria formação, conforme sugere o Parecer CNE/CES 492/2001: “Os princípios que
norteiam esta proposta de Diretrizes Curriculares são a flexibilidade na organização do
curso de Letras e a consciência da diversidade/heterogeneidade do conhecimento do

33
aluno, tanto no que se refere à sua formação anterior, quanto aos interesses e
expectativas em relação ao curso e ao futuro exercício da profissão” (p. 29).
Tabela 5: Disciplina eletiva
Disciplina

Carga horária

Eletiva

72 horas

d) Atividades Curriculares de Extensão (ACE)
O Plano Nacional de Educação – PNE (2001-2011) aprovado pela Lei 10.172 de
09 de janeiro de 2001, no capítulo que trata da Educação superior na Meta 23, aponta o
dever de Implantar o Programa de Desenvolvimento da Extensão Universitária em todas
as instituições federais de ensino superior no quadriênio de 2001-2004 e assegura que,
no mínimo, 10% do total de créditos exigidos para a graduação no ensino superior no
país será reservado para a atuação dos alunos em ações extensionistas. Nessa
perspectiva a UFAL aponta que as ações de extensão devem ser parte integrante dos
currículos dos cursos de graduação, assegurando, no mínimo, 10% do total de créditos
curriculares exigidos na forma de programas e projetos de extensão universitária.
Porém, o novo PNE só entrou em vigor em 2014 e está em vigor até o ano de
2024, reafirmando os princípios básicos da extensão em sua Meta 12.7, a qual traz a
seguinte estratégia para subsidiar a extensão,
[…] assegurar, no mínimo, dez por cento do total de créditos
curriculares exigidos para a graduação em programas e projetos
de extensão universitária, orientando sua ação, prioritariamente,
para áreas de grande pertinência social; […].

Conforme os documentos apontados acima e de acordo com a resolução nº 04 de
2018 aprovada pelo Conselho da Universidade Federal de Alagoas as práticas
extensionistas do Curso de Letras Espanhol, continuarão acontecendo conforme as
demandas que

surjam ao longo do curso. No entanto, as ações poderão ser

materializadas por intermédio de programas, projetos, eventos, cursos, prestação de
serviços e/ou produtos, os quais deverão estar cadastrados no Sistema Integrado de
Gestão de Atividades Acadêmicas – SIGAA da pró-reitoria de Extensão – PROEX.
A Extensão no âmbito do Curso de Letras Espanhol está aqui proposta com o
objetivo central de articular os conhecimentos produzidos no campo da Linguagem - e

34
seu inextricável vínculo com a Sociedade - com as diversas demandas da sociedade
alagoana no que o desenvolvimento científico-cultural concerne.
Assim, visando promover diálogos entre abordagens de disciplinas que atuam no
desenvolvimento humanístico do indivíduo, as Atividades Curriculares de Extensão
(ACE) propostas abordam as áreas Cultura, Educação, Formação de Professores e
Desenvolvimento Humano, com o viés humanizante que caracteriza o Curso de Letras
Espanhol da FALE. Em concreto, as atividades de extensão que neste PPC estão
congregadas propõem reflexões teóricas sobre a produção científico-cultural como meio
para desenvolver capacidade crítico-relacionar entre a pesquisa e a atuação do professor
de espanhol atento às demandas da sociedade alagoana.
Em termos gerais o conjunto de atividade propostas visam a 1) incentivar o
estudante de Letras Espanhol para refletir sobre questões relacionadas a seu papel
transformador da educação, via conhecimento da realidade em que está inserido; 2)
promover encontros interdisciplinares que discutam junto à comunidade em geral as
suas reais necessidades, em termos de educação e desenvolvimento cultural; 3)
estimular ações, dentro e fora do campi da UFAL,

centradas na construção do

conhecimento ético e humanizante, através de um processo dialógico junto a
professores e estudantes das redes públicas da Educação alagoana, envolvendo,
igualmente, outros sectores sociais; 4) aperfeiçoar o saber científico adquirido em sala
de aula, mediante a implantação de debates orientados por professores-pesquisadores
das distintas áreas a que estão relacionadas às atividades de extensão propostas neste
PPC, visando à formação holística do professor de Letras.
Integradas à área Linguística, Letras, Artes e à linha de extensão Línguas
Estrangeiras, o Curso de Letras Espanhol terá em sua conformação curricular dois
projetos de extensão e um produto, abaixo descritos, em suas concepções, vinculados ao
programa de extensão Casas de Cultura descrito no item 5.8.1 deste PPC.
ACE 01/Projeto de extensão 01: Encuentros culturales: interpretações e ressonâncias /
1º semestre:

A Ação Curricular de Extensão 01 que envolve o Projeto de extensão 01:
Encuentros culturales: interpretações e ressonâncias, cuja área temática é Linguística,
Letras e Cultura e linha de extensão é Línguas Estrangeiras pretende desenvolver um
conjunto de propostas de natureza acadêmica e caráter sociocultural e artístico que, em

35
consonância com o princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão,
será programada sistematicamente durante o quarto período do Curso de Letras
Espanhol com alunos graduandos em Letras Espanhol. O projeto de extensão 01,
desenvolvido pela Faculdade de Letras (FALE) junto com o Instituto de Ciências
Humanas, Comunicação e Artes (ICHCA) e o Instituto de Ciências Sociais (ICS), visa
principalmente a estabelecer diálogos entre as culturas cujas manifestações artísticas e
socioculturais estão presentes de forma exígua nas ofertas regulares de Espanhol/língua
e literaturas do Curso de Letras.
Enquanto projeto de extensão, o componente didático de Encuentros culturales
configura a dimensão de ensino na medida em que alunos de graduação estarão
involucrados no estudo, seleção e planificação do conteúdo de cada proposta. Os
estudos de casos que poderão ser desenvolvidos durante os semestres de execução do
projeto conformarão espaços teóricos de discussão no viés científico da Linguística
Aplicada e seu consequente caráter investigativo.
Encuentros culturales possui uma abrangência local e contempla a incorporação
de grupos sociais de áreas circunvizinhas. As comunidades dos bairros Santos
Drummond, Eustáquio Gomez, Benedito Bentes, Graciliano Ramos, entre outros,
representadas por alunos do ensino fundamental II, das redes pública e privada de
ensino. Membros de estas comunidades integram o Projeto Casa de Cultura no Campus
– Língua Espanhola, vinculado ao Programa Casas de Cultura, da Faculdade de Letras.
O projeto será desenvolvido sob a coordenação de um/uma professor/a do Curso de
Letras Espanhol, quem registrará o projeto no sistema e realizará a avaliação ao finalizar
a ACE 01.
Tabela 6: ACE 01
Componente curricular: ACE 01/Projeto de extensão 01: Encuentros culturales:
interpretações e ressonâncias / 1º semestre.
Período letivo de
Quarto
oferta:
Distribuição de carga Teórica: 18
Prática: 36
horária:
Ementa:
Diálogos interculturais. Estabelecimento de um espaço de
apreciação e de expressão artística, envolvendo as culturas e as
sociedades lusófonas e hispanas, com vistas à compreensão da
cultura do outro sem menosprezo da autóctone.
Público-alvo:
Discentes da UFAL, alunos/as de escolas públicas de ensino e
comunidade em geral participantes do Programa de Extensão Casas
de Cultura.

36
Objetivos:

Metodologia:

Indicadores/instrume
ntos de aval. e
acompanhamento da
ACE.

Bibliografia Básica:

Bibliografia Compl.:

Geral: Promover o diálogo intercultural entre as sociedades
lusófonas e hispanas, criando o espaço de interlocução que
possibilite tanto a apreciação como a expressão de manifestações
artísticas e literárias em português e em espanhol, no âmbito da
formação de um professor de línguas pluricultural.
Específicos:
- Desenvolver atividades de apreciação e debates
cinematográfico e teatral representativos de sociedades
hispanofalantes.
- Desenvolver atividades de apreciação de artes visuais (pintura,
escultura, artesanato, etc.) representativas de sociedades
hispanofalantes.
- Abrir espaço de discussão teórica sobre a relevância da
incorporação das manifestações artísticas na formação do
professor de línguas pluricultural.
As propostas de natureza acadêmica e caráter sociocultural e
artístico literárias abrange o quarto período do Curso Letras
Espanhol, regularmente matriculados.
Alunos das escolas das redes públicas e privadas dos grupos sociais
de abrangência do projeto participarão, mediante chamadas em
editais, via Sistema de Gestão de Atividades Acadêmicas dos
docentes envolvidos, como alunos matriculados em atividades de
extensão aberta à comunidade. Serão ofertadas 20 vagas por
semestre.
Alunos graduandos do curso de Letras Espanhol, bem como
membros das comunidades circunvizinhas aos campi da UFAL
terão participação na avaliação das ações de extensão aqui
propostas, mediante questionário de pesquisa de satisfação
elaborado ad oc, para os fins a que se destina cada atividade
proposta no projeto.
Alunos graduandos do curso de Letras Espanhol participarão da
avaliação processual das atividades formativas aqui propostas
(teoria e prática). O/A coordenador/a da ACE será o responsável
em registrar a avaliação ao finalizar o projeto.
ANDIÓN HERRERO, María Antonieta.
El español y el
comportamiento cultural de los hispanoamericanos: aspectos de
interés. ASELE. Actas XIII, 2002. Disponível em:
<https://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/asele/pdf/13/13_
0130.pdf >. Acesso em: 24 fev. 2019.
ARELLANO, Fernando. El arte hispanoamericano. Caracas:
Universidad Católica Andrés Bellos, 1988.
BAKHTIN, M.M. Estética da criação verbal. Tradução do russo
por Paulo Bezerra. 4a. ed. São Paulo: Martins Fontes,
2003[1951/1953].
BRASIL. Ministério da Educação. Plano Nacional de Educação –
PNE. Lei 13.005 de 25 de Junho de 2014. Brasília, DF, 25 jun.
2014.
Disponível
em:
<http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2014/Lei
/L13005.htm> Acesso em: 16 mai. 2016.
FERNANDEZ, Teodosio. Literatura hispanoamericana:
sociedad y cultura. Madrid: Akal, 1998.
GATELL ARIMONT, Cristina. Historia de España. Barcelona:
Editorial Vicens Vives; 2012.

37
QUESADA MARCO, Sebastián. Historia del Arte de España e
Hispanoamérica. Madrid: Edelsa - Disal, 2015.
ROMERO, DAIDA. Saberes y comportamientos culturales
A1/A2. Madrid: Einumen, 2017.
TAMAMES, Ramón. Imágenes de España. Madrid: EdelsaAnaya, 2001

ACE 02/Projeto de extensão 01: Encuentros culturales: interpretações e ressonâncias /
2º semestre:

A Ação Curricular de Extensão 02 que envolve o Projeto de extensão 01:
Encuentros culturales: interpretações e ressonâncias, cuja área temática é Linguística,
Letras e Artes e linha de extensão é Línguas Estrangeiras pretende desenvolver, numa
segunda etapa do projeto de extensão 01, um conjunto de propostas de natureza
acadêmica e caráter sociocultural e artístico que, em consonância com o princípio da
indissociabilidade

entre

ensino,

pesquisa

e

extensão,

serão

programadas

sistematicamente durante o quinto período do Curso com alunos graduandos em Letras
Espanhol. O projeto, desenvolvido pela Faculdade de Letras (FALE) junto com o
Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes (ICHCA) e o Instituto de Ciências
Sociais (ICS), visa principalmente a estabelecer diálogos entre as culturas cujas
manifestações artísticas e socioculturais estão presentes de forma exígua nas ofertas
regulares de Espanhol/língua e literaturas do Curso de Letras.
Enquanto projeto de extensão, o componente didático de Encuentros culturales
configura a dimensão de ensino na medida em que alunos de graduação estarão
involucrados no estudo, seleção e planificação do conteúdo de cada proposta. Os
estudos de casos que poderão ser desenvolvidos durante os semestres de execução do
projeto conformarão espaços teóricos de discussão no viés científico da Linguística
Aplicada e seu consequente caráter investigativo.
Encuentros culturales possui uma abrangência local e contempla a incorporação
de grupos sociais de áreas circunvizinhas. As comunidades dos bairros Santos
Drummond, Eustáquio Gomez, Benedito Bentes, Graciliano Ramos, entre outros,
representadas por alunos do ensino fundamental II, das redes pública e privada de
ensino. Membros de estas comunidades integram o Projeto Casa de Cultura no Campus
– Língua Espanhola, vinculado ao programa de Extensão Casas de Cultura, da
Faculdade de Letras. O projeto será desenvolvido sob a coordenação de um/uma

38
professor/a do Curso de Letras Espanhol, quem registrará o projeto no sistema e
realizará a avaliação ao finalizar a ACE 02.
Tabela 7: ACE 02
Componente curricular: ACE 02/Projeto de extensão 02: Encuentros culturales:
interpretações e ressonâncias / 2º semestre.
Período letivo de oferta:
Quinto
Distribuição de carga horária:
Teórica: 18
Prática: 36
Ementa:
Diálogos interculturais. Estabelecimento de um espaço
de apreciação e de expressão literária e artística,
envolvendo as culturas e as sociedades lusófonas e
hispanas, com vistas à compreensão da cultura do
outro sem menosprezo da autóctone.
Público-alvo:
Discentes da UFAL, alunos/as de escolas públicas de
ensino e comunidade em geral participantes do
programa de Extensão Casas de Cultura.
Objetivos:
Geral: Aprofundar o diálogo intercultural entre as
sociedades lusófonas e hispanas, criando o espaço de
interlocução que possibilite tanto a apreciação como a
expressão de manifestações artísticas e literárias em
português e em espanhol, no âmbito da formação de
um professor de línguas pluricultural.
Específicos:
- Desenvolver atividades de apreciação e expressão
musical envolvendo a comunidade alagoana,
(representada pelos membros de grupos sociais
vinculados ao Programa Casas de Cultura) e
alunos de graduação em letras espanhol.
- Promover encontros literários que incentivem à
leitura de temas de autores clássicos e
contemporâneos representantes da produção
literária hispana, propiciando reflexões sobre
ressonâncias atuais e as pontes possíveis com a
literatura brasileira.
- Abrir espaço de discussão teórica sobre a
relevância da incorporação das manifestações
artístico musicais e literárias na formação do
professor de línguas pluricultural.
Metodologia:
As propostas de natureza acadêmica e caráter
sociocultural e artístico literário terão duração de um
semestre, abrangendo o quinto período do Curso
Letras Espanhol, regularmente matriculados.
Alunos das escolas das redes públicas e privadas dos
grupos sociais de abrangência do projeto participarão,
mediante chamadas em editais, via Sistema de Gestão
de Atividades Acadêmicas dos docentes envolvidos,
como alunos matriculados em atividades de extensão
aberta à comunidade. Serão ofertadas 20 vagas por
semestre.
Indicadores/instrumentos de aval. Alunos graduandos do curso de Letras Espanhol, bem
e acompanhamento da ACE.
como membros das comunidades circunvizinhas aos
campi da UFAL terão participação na avaliação das

39

Bibliografia Básica:

Bibliografia Compl.:

ações de extensão aqui propostas, mediante
questionário de pesquisa de satisfação elaborado ad oc,
para os fins a que se destina cada atividade proposta no
projeto.
Alunos graduandos do curso de Letras Espanhol
participarão da avaliação processual das atividades
formativas aqui propostas (teoria e prática). O/A
coordenador/a da ACE será o responsável em registrar
a avaliação ao finalizar o projeto.
BORGES, Jorge Luis. El libro de arena.
Madrid: Alianza, 1983. [860(82)-34 B732] Q:5
NERUDA, Pablo. Confieso que he vivido. Espanha:
Plaza & Jones, 2002. [929 N454c] Q:1
RESENDE,
Beatriz
(org.).
A
literatura
latino-americana do século XXI. São Paulo:
Aeroplano, 2005. 188 p. [82(7/8=6) L776] Q:5
ANUARIOS
BRASILEÑOS
DE ESTUDIOS
HISPÁNICOS. [P 801(05) A627] Q:9
BENEDETTI, Mario. Andamios. Ciudad de México:
Alfaguara, 1997. [860-31=60 B462a] Q:1
BORGES, Jorge Luis. Antologia poética: 1923-1977.
Madrid: Alianza, 1997. [860(82)-1 B644a] Q:2
GARCÍA LORCA, Federico. La casa de Bernarda
Alba.
RUIZ, Ramón Francisco. Historia del teatro español:
siglo XX. 2005. [792(460)(091)] Q:1

ACE 03/Projeto de extensão 02: Seminário de Língua Espanhola: encontros com a
comunidade/1º semestre

A Ação Curricular de Extensão 03 que envolve o Projeto de extensão 02:
Seminário de Língua Espanhola: encontros com a comunidade, cuja área temática é Linguística,
Letras e Artes e linha de extensão é Línguas Estrangeiras, visa consolidar a reflexão sobre os

saberes adquiridos até esta etapa do curso, em diálogo com a comunidade interna da
UFAL e alunos/as de escolas públicas de ensino, que vivenciam a universidade por meio
dos projetos Casas de Cultura no Campus – Língua Espanhola (CCC) e Casa de Cultura
Latino Americana (CCLA), ambos vinculados ao Programa Casas de Cultura.
Pretende-se integrá-los às discussões sobre a profissão docente e aos conhecimentos
adquiridos em língua espanhola, em diálogos com os estudantes do curso. O projeto será
desenvolvido sob a coordenação de um/uma professor/a do Curso de Letras Espanhol,
quem registrará o projeto no sistema e realizará a avaliação ao finalizar a ACE 03.

40
Tabela 8: ACE 03
Componente curricular: ACE 03/Projeto de extensão 02: Seminário de Língua Espanhola:
encontros com a comunidade /1º semestre.
Período letivo de oferta:
Sexto
Distribuição de carga horária:
Teórica: 18
Prática: 36
Ementa:
Realização do Seminário de Língua Espanhola:
encontros com a comunidade, o qual visa promover e
socializar as experiências desenvolvidas e os
conhecimentos adquiridos nas disciplinas de Língua
Espanhola junto à comunidade interna e externa da
UFAL, consolidando o conhecimento adquirido no
referido estágio do curso.
Público-alvo:
Discentes da UFAL e alunos/as de escolas públicas de
ensino vinculados ao Programa Casas de Cultura.
Objetivos:
Geral: Consolidar, por meio do seminário, os
conhecimentos adquiridos até a etapa em que o
discente se encontra no curso e dialogá-los com a
comunidade interna e externa da UFAL.
Específicos:
- Propiciar discussões sobre os saberes adquiridos nas
disciplinas de Língua Espanhola, em consonância com
a aprendizagem dos alunos do projeto CCC e CCLA;
- Socializar as reflexões e experiências desenvolvidas
por cada discente, expondo-as junto à comunidade
externa;
- Refletir sobre o ensino e a aprendizagem de línguas
estrangeiras, junto à comunidade local;
- Aperfeiçoar o uso e manejo da língua-meta, o
espanhol.
Metodologia:
O projeto de extensão proposto ocorrerá no quarto
período do Curso de Letras Espanhol, com a carga
horária de 54 horas. Esta ação está relacionada à
disciplina de Língua Espanhola 4. A proposta de ação
contemplará momentos de discussão junto à
comunidade que participa do Projeto CCC e CCLA.
Indicadores/instrumentos de aval. Todos os participantes da ação (professores do curso
e acompanhamento da ACE.
de Letras Espanhol, graduandos e público externo)
participarão do acompanhamento e avaliação da ação.
A avaliação será contínua e processual, no decorrer de
todo o projeto. O/A coordenador/a da ACE será o
responsável em registrar a avaliação ao finalizar o
projeto.
Bibliografia Básica:
CURSO de español. [São Paulo]: Barsa Planeta, 2002.
9 v. + 10 CD + 3 DVD. (L1)[806.0=60 C977] Q:89
MASIP,
Vicente. Gramática
española
para
brasileños: fonología
y
fonética,
ortografía,
morfosintaxis. São Paulo: Parábola Editorial, 2010.
[806.0-5 M397g] Q: 8
PRISCILA
CARMO
MOREIRA
ENGELMANN. Língua
estrangeira
moderna:
espanhol. [E-book]
Bibliografia Compl.:
ARAGONÉS, Luis; PALENCIA, Ramón. Gramática
de uso del español: teoría y práctica, con

41
solucionario: A1-B2. Nueva ed. Madrid: SM, 2006.
[801.5=60 801 A659g] Q: 3
GONZALEZ HERMOSO, A. Conjugar es fácil en
español de España y de América. 2. ed. Madrid:
Edelsa, 1997. [01.552=60 G643c 2.ed] Q: 2
MIOTO, Carlos; Silva, Maria Cristina Fugueredo;
Lopes, Ruth. Novo manual de sintaxe. [E-book]
SARMIENTO, Ramón; SÁNCHEZ, Aquilino.
Gramática básica del español: norma y uso. 13. ed.
Madri: Sociedad General Española de Librería,2006.
336 p. [806.0-5 S246g] Q:2
TADDEI BRINGAS, Jorge Luis. Cómo avanzar
hacia la sustentabilidad en las instituciones de
educación superior; sistema de gestión para la
sustentabilidad en universidades(SGSU). Mexico, DF:
Jorale editores, 2011.. 181 p. [658:504=60 T121c] Q:1

ACE 04/Projeto de extensão 02: Seminário de Língua Espanhola: encontros com a
comunidade/ 2º semestre

A Ação Curricular de Extensão 04 que envolve o Projeto de extensão 02:
Seminário de Língua Espanhola: encontros com a comunidade, cuja área temática é
Linguística, Letras e Artes e linha de extensão é Línguas Estrangeiras, visa consolidar,
em uma segunda etapa do projeto de extensão 02, a reflexão sobre os saberes adquiridos
até esta etapa do curso, em diálogo com a comunidade interna da UFAL e alunos/as de
escolas públicas de ensino, que vivenciam a universidade por meio dos projetos Casas
de Cultura no Campus (CCC) e Casas de Cultura Latino Americana (CCLA), ambos
vinculados ao Programa Casas de Cultura. Pretende-se integrá-los às discussões sobre a
profissão docente e aos conhecimentos adquiridos em língua espanhola, em diálogos
com os estudantes do curso. O projeto será desenvolvido sob a coordenação de um/uma
professora do Curso de Letras Espanhol, quem registrará o projeto no sistema e
realizará a avaliação ao finalizar a ACE 04.
Tabela 9: ACE 04
Componente curricular: ACE 04/Projeto de extensão 02: Seminário de Língua Espanhola:
encontros com a comunidade /2º semestre.
Período letivo de oferta:
Sétimo
Distribuição de carga horária:
Teórica: 18
Prática: 36
Ementa:
Realização do Seminário de Língua Espanhola:
encontros com a comunidade, visando promover e
socializar as experiências desenvolvidas e os
conhecimentos adquiridos nas disciplinas de Língua
Espanhola junto à comunidade interna e externa da

42

Público-alvo:
Objetivos:

Metodologia:

Indicadores/instrumentos de aval.
e acompanhamento da ACE.

Bibliografia Básica:

Bibliografia Compl.:

UFAL, consolidando o conhecimento adquirido no
referido estágio do curso.
Discentes da UFAL e alunos/as de escolas públicas de
ensino vinculados ao Programa Casas de Cultura.
Geral: Dar prosseguimento à consolidação dos
conhecimentos adquiridos até a etapa em que o
discente se encontra no curso e dialoga com a
comunidade interna e externa da UFAL.
Específicos:
- Aprofundar as discussões sobre os saberes adquiridos
nas disciplinas “Desenvolvimento da habilidade oral
na escola para a comunicação em diferentes
contextos”, em consonância com a aprendizagem dos
alunos do projeto CCC e CCLA;
- Socializar as reflexões e experiências desenvolvidas
por cada discente, expondo-as junto à comunidade
externa;
- Refletir sobre o ensino e a aprendizagem de línguas
estrangeiras, junto à comunidade local;
- Aperfeiçoar o uso e manejo da língua-meta, o
espanhol.
O projeto de extensão proposto ocorrerá no quinto
período do Curso de Letras Espanhol, com a carga
horária de 54 horas. Esta ação está relacionada às
disciplinas de Língua Espanhola. A proposta de ação
contemplará momentos de discussão junto à
comunidade que participa do Projeto CCC e CCLA.
Todos os participantes da ação (professores do curso
de Letras Espanhol, graduandos e público externo)
participarão do acompanhamento e avaliação da ação.
A avaliação será contínua e processual, no decorrer de
todo o projeto. O/A coordenador/a da ACE será o
responsável em registrar a avaliação ao finalizar o
projeto.
DUARTE, Cristina Aparecida. Diferencias de usos
gramaticales entre español/portugués. 2. ed.
Madrid: Edinumen, c2005. 102 p. (Temas de español:
gramática contrastiva) [806.0 D812d] Q:5
FERNÁNDEZ, Cinto Jesús. Actos de habla de la
lengua española. Entre la oración y el discurso.
morfología. Madrid: Edelsa, 1991. [806.0=60 F363a]
Q:6
REVITALIZAÇÃO de língua indígena e educação
escolar indígena inclusiva. Porto Seguro (BA):
Empresa Gráfica da Bahia, 2014. 232 p.
[37.018.2(=1-82) R454] Q:7
HERNÁNDEZ MERCEDES, Maria Pilar. Tiempo
para practicar el indicativo y el subjuntivo. Madrid:
EDELSA, 2006. 168 p. : ISBN 9788477115373 :
(Broch.) [806.0-07=60 H557t] Q:4
MARIA
LIGIA
PRADO,
Gabriela
Pellegrino. História da América Latina. Contexto
[E-book]

43
MASIP, Vicente. Gramática histórica portuguesa e
espanhola: um estudo sintético e contrastivo. São
Paulo: EPU, 2003. [801.5 M397g] Q: 2
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Diccionario de la
lengua española. Madrid: Espasa Calpe, 2008. [R
038:806.0 D545] Q:2
RODRÍGUEZ, María. Leer en español: ejercicios de
comprensión lectora. 2. ed. Madrid: Sociedad General
Española de Librería, 2006. [806.0:373=60 R696l] Q:4

ACE 05/Produto: Material didático em Língua Espanhola
A Ação Curricular de Extensão 05 que envolve o Produto: Material didático em
Língua Espanhola, cuja área temática é Linguística, Letras e Cultura e linha de extensão é
Línguas Estrangeiras, visa a formar os alunos do Curso de Letras Espanhol para a criação

de materiais didáticos diversificados no idioma (hotelaria, turismo, negócios, cursos
livres e educação básica, entre outros).
Organizacionalmente, esta ACE ocorrerá no oitavo período do Curso de Letras
Espanhol, com a carga horária de 109 horas. A proposta de ação contemplará momentos
de leitura e discussão teórica, assim como atividades práticas, uma vez que se propõe a
elaborar atividades e materiais didáticos de língua espanhola, bem como aplicá-los em
diferentes situações de ensino-aprendizagem do idioma.
O público alvo são os participantes dos projetos Casa de Cultura no Campus –
Língua Espanhola e Casa de Cultura Latino Americana, vinculados ao programa de
Extensão Casas de Cultura, que envolve discentes da UFAL e alunos de escolas públicas
de ensino. O projeto será desenvolvido sob a coordenação de um/uma professor/a do
Curso de Letras Espanhol, quem registrará o projeto no sistema e realizará a avaliação
ao finalizar a ACE 05.
Tabela 10: ACE 05
Componente curricular: ACE 05/Produto: Material didático em Língua Espanhola
Período letivo de oferta:
Nono
Distribuição de carga
Teórica: 54
Prática: 55
horária:
Ementa:
Elaboração de materiais didáticos em língua espanhola
para a educação básica e para fins específicos (serviços de
hotelaria, turismo e espanhol para negócios), considerando
os critérios de autenticidade dos textos, criatividade e
dinamicidade das atividades propostas.

44
Público-alvo:
Objetivos:

Metodologia:

Indicadores/instrumentos de
aval. e acompanhamento da
ACE.

Bibliografia Básica:

Alunos de Graduação do Curso de Letras Espanhol e
alunos da comunidade matriculados na CCC – Língua
Espanhola e CCLA.
Geral: Formar os alunos do curso de Letras Espanhol para
análise e elaboração de materiais didáticos diversificados
para diferentes contextos educacionais (escolas, cursos
livres de idiomas, turismo, hotelaria e negócios).
Objetivos específicos:
- Propiciar leituras e discussões teóricas relacionadas à
análise e produção de materiais didáticos de língua
espanhola, voltadas para a formação crítica, reflexiva e
discursiva do aluno.
- Produzir materiais didáticos para diferentes contextos de
uso da língua espanhola considerando sua dimensão
comunicativa e discursiva pautadas em seu caráter
espontâneo.
- Aplicar as atividades propostas em cursos de língua
espanhola, escolas de educação básica e empresas.
- Avaliar os materiais elaborados e aplicados em contextos
reais considerando os seguintes critérios: motivação e
participação do aluno, aprendizagem do idioma, uso em
contextos reais, entre outros.
- Publicar os gêneros textuais produzidos pelos alunos da
comunidade participantes da ACE 05 em murais da
Universidade, Blogs e plataformas de publicação online de
textos escritos (Scribe, Kindle Direct Publishing, Bookess,
entre outros)
A ação de extensão proposta ocorrerá no nono período do
Curso de Letras Espanhol. A proposta de ação contemplará
momentos de leitura e discussão teórica, assim como
atividades práticas, uma vez que se propõe a elaborar
atividades e materiais didáticos de língua espanhola, bem
como
aplica-los
em
diferentes
situações
de
ensino-aprendizagem do idioma.
Todos os participantes da ação (professores do curso de
Letras Espanhol, graduandos, alunos das escolas públicas e
privadas, funcionários de empresas) participarão do
acompanhamento e avaliação da ação. Adotaremos o
modelo de avaliação processual que, por sua vez,
considera relevante a aplicação procedimentos avaliativos
antes, durante e depois do desenvolvimento da ação.
Acreditamos que esse modelo avaliativo é mais completo
por considerar relevante o acompanhamento e análise de
todo o processo da elaboração e aplicação do produto
proposto. O/A coordenador/a da ACE será o responsável
em registrar a avaliação ao finalizar o projeto.
DIAZ Y GARCÍA-TALAVERA, Miguel. Dicionário
Santillana para estudantes : espanhol/português ,
português /espanhol. 4. ed. São Paulo: Santillana, 2014 [R
811.134.2(038) D542d] Q:2
FERNANDES, Alessandra Coutinho. Compreensão e
produção de textos em língua materna e língua
estrangeira. Editora Intersaberes 184 [E-book]

45

Bibliografia Compl.:

RUBIO, Braulio Alexandre B.; VILELA, Antonio Carlos.
Espanhol para governança hoteleira. São Paulo:
SENAC São Paulo, 2012. [811.134.2 R896e] Q:3
HENARES. Señas: diccionario para la enseñanza de la
lengua española para brasileiros. São Paulo: Nobel, 2006.
[03=03.60=690 S474] Q:1
HERNÁNDEZ MERCEDES, Maria Pilar. Tiempo para
practicar el indicativo y el subjuntivo. Madrid:
EDELSA, 2006. [806.0-07=60 H557t] Q:4
MARIA LIGIA PRADO, Gabriela Pellegrino. História da
América Latina. Contexto [E-book]
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Diccionario de la
lengua española. Madrid: Espasa Calpe, 2008. [R
038:806.0 D545] Q:2
ZIPMAN, Susana. Espanhol fluente em 30 lições:
vocabulário, gramática aplicada, diálogos e exercícios
práticos para você reativar a fluência de uma forma
progressiva e dinâmica. Barueri, SP: Disal, c2014.
[811.134.2 Z78e] Q:3

Tabela 11: Atividades Curriculares de Extensão
Atividades Curriculares de Extensão – ACE
Programa de Extensão Curricularizada: Programa Casa de
Cultura / Programa Línguas Estrangeiras no Interior
ACE 01: Projeto de Extensão01/1º semestre - Encuentros
culturales: interpretações e ressonâncias
ACE 02: Projeto de Extensão01/2º semestre - Encuentros
culturales: interpretações e ressonâncias
ACE 03: Projeto de Extensão02/1º semestre - Seminário
Discente de Língua Espanhola
ACE 04: Projeto de Extensão02/2º semestre - Seminário
Discente de Língua Espanhola
ACE 05: Produto - Material didático em Língua Espanhola
TOTAL

Período
letivo

Carga
horária

4º

54 horas

5º

54 horas

6º

54 horas

7º

54 horas

9º

109 horas
325 horas

e) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
O TCC segue a Resolução n. 001/2017 de 31 de maio de 2017 da Faculdade de
Letras que estabelece normas para a elaboração. Além da integralização em
aulas/atividades previstas para o Curso de Língua Espanhola, é ainda condição para a
finalização do curso a apresentação de um Trabalho de Conclusão de Curso. O TCC
corresponde a 45 horas, que serão integralizadas na carga-horária total do curso.

46
Tabela 12: Trabalho de Conclusão de Curso
Trabalho
TCC

Carga horária
45 horas

4.1.5.2 Núcleo de Aprofundamento e Diversificação
Este núcleo compõe-se das disciplinas relacionadas com a dimensão pedagógica,
cujo objetivo é definir mais especificamente a atuação do professor. Este componente se
articula aos outros, numa correlação entre teoria e prática, ou seja, em um movimento
contínuo entre saber e fazer na busca de significados na gestão e solução de situações
próprias do ambiente da educação escolar.
O Curso de Letras Espanhol segue a Resolução Nº 06/2018 CONSUNI/UFAL,
de 19 de fevereiro de 2018)3, que define os componentes curriculares dos Cursos de
Graduação de Formação de Professores para a Educação Básica na UFAL, e a dimensão
pedagógica atende a porcentagem mínima da quinta parte da carga horária total do
Curso.
Tabela 13: Núcleo de aprofundamento e diversificação
Disciplinas obrigatórias

Carga horária

Profissão Docente

54 horas

Política e Organização da Educação Básica no Brasil

72 horas

Linguística Aplicada

72 horas

Desenvolvimento e Aprendizagem

72 horas

Didática

72 horas

Gestão da Educação e do Trabalho Escolar

72 horas

Fundamentos de Língua Brasileira de Sinais - Libras

72 horas

3

Em consonância com o que reza na legislação vigente: Lei n° 9394/1996, que estabelece a Lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB); Resolução CNE/CP n° 02/2015, que institui as
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial e Continuado dos Profissionais do Magistério
da Educação Básicas, as Diretrizes Curriculares Nacionais de cada curso; Lei n° 13005/2014 que
estabelece o Plano Nacional de Educação Le i n° 9795/1999, que de fine a Política Nacional de Educação
Ambiental; Lei nº 10436/2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais; Lei n° 11645/2008, que
instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino
de História e Cultura Afro Brasileira e Indígena Resolução n° 01/2012 CNE que estabelece Diretrizes
Nacionais para a Educação em Direitos Humanos.

47
Didática do ensino de língua espanhola

90 horas

Pesquisas teóricas e aplicadas em letras e linguística

72 horas

Total

648 horas

4.1.5.3 Núcleo de estudos integradores
Este núcleo compõe-se das Atividades acadêmico-científico-culturais (AACC),
cujo objetivo visa atender outras exigências de um curso que almeja formar
profissionais de ensino. Incluem-se aí atividades de caráter científico, cultural e
acadêmico, que, articuladas ao processo formativo do professor, possam enriquecer essa
formação. São previstas 200 horas de atividades (seminários, participação em eventos
científicos, monitorias, iniciação à pesquisa, projetos de ensino, estudos afins etc.), que
podem ser oferecidas pelo próprio curso, por qualquer outro setor acadêmico da UFAL,
ou ainda, por qualquer outra instituição de ensino superior reconhecida no país.
4.1.5.4 Práticas como Componentes Curriculares em Letras Espanhol
As Práticas como componentes curriculares (PCC) envolvem atividades de
pesquisa e extensão, voltadas para o ensino de Espanhol. Além disso, essas atividades
devem estimular uma consciência reflexiva individual e altruísta, visando à autonomia
intelectual e profissional do futuro professor, com o objetivo de oportunizar a
articulação entre a teoria e a prática desde o início dos cursos. Para isso, a Resolução
CNE/CP Nº. 02 de 19 de fevereiro de 2002 prevê um mínimo de 400 (quatrocentas)
horas a serem desenvolvidas ao longo do curso.
O Projeto Pedagógico do Curso de Letras Espanhol, oferece as seguintes
Práticas como Componentes Curriculares (PCC):
Tabela 14: Práticas como Componentes Curriculares
Disciplinas
PCC 1: Compreensão e produção escrita em língua espanhola 1
PCC 2: Compreensão e produção escrita em língua espanhola 2
PCC 3: Compreensão e produção oral em língua espanhola 1
PCC 4: Compreensão e produção oral em língua espanhola 2
PCC 5: Desenvolvimento da competência sociocultural em
língua espanhola
Total

Carga horária
80 horas
80 horas
80 horas
80 horas
80 horas
400 horas

48

4.1.5.5 Estágio Supervisionado de Língua Espanhola
O Parecer CNE/CP 28/2001, ao estabelecer a duração e a carga horária dos
cursos de Licenciatura define que “o estágio curricular supervisionado deverá ser um
componente obrigatório da organização curricular das licenciaturas, sendo uma
atividade intrinsecamente articulada com a prática e com as atividades de trabalho
acadêmico” (p.11). O mesmo parecer estabelece um tempo mínimo legal para o estágio
de 400 horas.
Tabela 15: Estágio Supervisionado de Língua Espanhola
Disciplinas
Estágio Supervisionado de Língua Espanhola 1
Estágio Supervisionado de Língua Espanhola 2
Estágio Supervisionado de Língua Espanhola 3
Estágio Supervisionado de Língua Espanhola 4
Total

Carga horária
90 horas
90 horas
90 horas
130 horas
400 horas

O Estágio previsto no Curso de Letras Espanhol está em consonância com a
RESOLUÇÃO Nº 004/2012 - FALE, de 15 de maio de 2012 (em anexo a este PPC) que
estabelece normas de realização, organização e estruturação do estágio, além de
atribuições dos envolvidos no processo e avaliação. Ademais, no documento também
consta: carta de apresentação, carta de recebimento do relatório e carta de aceite.
O principal objetivo do estágio é que o aluno adquira experiência prática na sua
área de formação. A partir do quinto semestre, o aluno começa a realizar atividades de
estágio supervisionado, as quais se estendem até o último semestre. O curso de Letras
objetiva formar um profissional atuante, crítico, capaz de transitar pelas esferas do
saber, aliando conhecimento, valores socioculturais e necessidades individuais dos
alunos. Essa formação só pode ser atingida através de uma prática que viabilize um real
contato entre estágio e instituições educacionais. É no seu local de estágio que o aluno
poderá entender a significação da escola e o laço que esta possui com sua comunidade,
percebendo como deve ajustar o conteúdo curricular adquirido no Ensino Superior à
sala de aula do Ensino Fundamental ou Médio.
Para o estabelecimento desse contato entre as ações do Estágio Supervisionado
e as Instituições Educacionais, o curso de Letras deve manter interação sistemática com

49
escolas de ensino fundamental e médio, “tomando-as como referência para estudo,
observação e intervenção” (BRASIL, 1999, p. 124).
O Estágio Supervisionado no curso de Letras Espanhol envolve quatro
momentos: prática inicial, prática intermediária, processos pedagógicos e prática
docente, definidas a seguir:
1.

A prática inicial envolve observação em sala de aula de Língua Espanhola e de
Literatura, em escolas regulares (públicas e privadas). Essas observações
envolvem também o uso de recursos tecnológicos como o uso de áudios e vídeos
educacionais, para a reflexão sobre a prática. Nesse momento, os alunos podem
também planejar, acompanhar ou desenvolver pequenos projetos temáticos
(sondagem e avaliação de escrita; jogos de linguagem; processo de produção
textual; audição e leitura de um determinado gênero textual, entre outros).

2. A prática intermediária envolve, além da observação, a pesquisa educacional e a
co-participação em sala de aula.
3. A participação em processos pedagógicos envolve além da observação e da
pesquisa educacional, uma participação mais efetiva (como atendimento a
grupos de alunos que estejam em dificuldade ou atendimento na biblioteca etc.)
ou regência, em sala de aula das séries finais do ensino fundamental.
4. A prática docente envolve observação, co-participação e docência com, ao
menos, uma aula supervisionada e avaliada por professor regente de turma da
escola escolhida para estágio a partir de documento de avaliação.
Essas quatro etapas, diretamente relacionadas a cada semestre letivo da carga
horária do estágio, não precisam acontecer de forma isolada ou estanque. A reflexão
sobre a prática pode surgir tanto da observação de uma atividade registrada em vídeo
quanto da observação/participação direta na sala de aula. Desse modo, todas as
atividades do estágio devem estar diretamente articuladas com a prática e todas as
atividades desenvolvidas ao longo do estágio devem ser relatadas em um Relatório
Final, do qual devem constar:
1. Apresentação: Situar a disciplina e a discussão teórica de base, de acordo com o
tema selecionado e desenvolvido. Ex: Produção escrita – Ortografia Dificuldades da aprendizagem em LE - Avaliação em leitura etc.; local de

50
realização do estágio, objetivos previamente traçados; como a proposta foi
elaborada, dificuldades encontradas no início do estágio e como foi possível
seguir o planejamento, etapas da atividade programada e as adaptações que
foram feitas.
2. Caracterização da escola - Dados Gerais:
a

Identificação da Escola – Campo de estágio (nome completo da escola;
localização; níveis e modalidades de ensino; turnos de funcionamento)

b

Instalações

da

Escola

(Infraestrutura

e

recursos

materiais:

Biblioteca-dimensões, acervo, capacidade, uso, tipo de atendimento; Sala de
informática e recursos tecnológicos; distribuição dos espaços e serviços de
apoio)
c

Organização

do

trabalho

escolar

(Calendário

escolar;

Horários

de

funcionamento; Índices de evasão e repetência)
d

Prática Sócio-Político-Pedagógica - Identificar a existência de projetos e/ou
programas em desenvolvimento; Planejamento: como é feito, quem participa;
Entrevista com representantes da direção, coordenadores, professores.

3. Diário de Campo - Descrição e reflexão sobre o trabalho desenvolvido –
observação ou regência - registrando os conteúdos abordados, as metodologias,
as estratégias adotadas, avaliações empregadas, as datas de realização e os tipos
de atividades observadas e/ou desenvolvidas.
4. Análise de dados e produtos de aprendizagem -. Nessa parte do relatório, cada
aluno desenvolve a análise de um produto, resultado do trabalho desenvolvido
na Escola: versões de textos, manuscritos, comparação de atividades etc., tendo
como base teórica os conceitos discutidos na disciplina e no curso.
5. Comentários finais: O aluno pode abordar questões, tais como a importância do
estágio para a formação; dificuldades encontradas e como elas foram superadas;
e sugestões para a melhoria do ensino e da aprendizagem naquele contexto do
estágio.

51
6. Referências: Autores citados no relatório e nas notas de rodapé.
7. Anexos: Material didático usado pelo professor; produção dos alunos durante as
aulas ou atividades do período de estágio; registro fotográfico, entre outros
materiais ou documentos.
O estágio poderá ser interrompido se houver trancamento de matrícula;
mudança de curso; se o aluno deixar de frequentar o curso regularmente e conclusão de
curso. O aluno estagiará na área de Educação totalizando 400 horas.
O aproveitamento de até 50% das 400 horas de estágio curricular
supervisionado, conforme a resolução nº CNE/CP Nº 2, de 19 de fevereiro de 2002
(DOU 04/03/02), artigo 1º, inciso IV. Parágrafo único, dar-se-á para os alunos que
exerçam ou exerceram atividade docente regular na educação básica, quando:
a) tenham sido efetuadas em escolas autorizadas;
b) apresentem declaração comprobatória.
c) não estarem ligadas a áreas diferentes das áreas de atuação do curso.
O aproveitamento das horas de estágio curricular supervisionado será aprovado
pelo Colegiado de Curso, ouvidos os professores envolvidos e o Coordenador de Curso.
As demais condições e prerrogativas para o estágio curricular obrigatório e
não-obrigatório seguem a resolução Nº 71/2006-CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro
de 2006, que disciplina os estágios curriculares dos cursos de graduação da UFAL.

52
4.1.6 Matriz curricular
Tabela 16: Matriz curricular Letras Espanhol vespertino
Componentes curriculares

1º
Período

Carga Horária (horas)
Prática
Extensão
Total

Semanal

Teórica

LÍNGUA ESPANHOLA 1

4

36

36

72

TEORIA DA LITERATURA 1
TEORIA LINGUÍSTICA 1
PROFISSÃO DOCENTE
PCC 1: COMPREENSÃO E
PRODUÇÃO ESCRITA EM
LÍNGUA ESPANHOLA 1

4
4
3

36
36
27
36

36
36
27
44

72
72
54
80

Total
período

350
2º
Período

LÍNGUA ESPANHOLA 2
LEITURA E PRODUÇÃO DE
TEXTOS EM LÍNGUA
PORTUGUESA 2
TEORIA DA LITERATURA 2
TEORIA LINGUÍSTICA 2
POL. E ORG. DA EDUC. BAS.
NO BRASIL

4
4

36
36

36
36

72
72

4
4
4

36
36
36

36
36
36

72
72
72
360

3º
Período

LÍNGUA ESPANHOLA 3
LÍNGUA LATINA
LINGUÍSTICA APLICADA
DESENVOLVIMENTO E
APRENDIZAGEM
DIDÁTICA

4
4
4
4

36
36
36
36

36
36
36
36

72
72
72
72

4

36

36

72
360

4º
Período

LÍNGUA ESPANHOLA 4
LNGUÍSTICA 1: FONÉTICA E
FONOLOGIA DA LÍNGUA
ESÁNHOLA
GESTÃO DA EDUCAÇÃO E DO
TRABALHO ESCOLAR
PCC 2: COMPREENSÃO E
PRODUÇÃO ESCRITA EM
LÍNGUA ESPANHOLA 2
ACE 01(PROJEXC 01/1 SEM)

4
4

36
36

36
36

72
72

4

36

36

72

4

36

44

80
54

54
350

5º
Período

6º
Período

LINGUÍSTICA 2:
MORFOSSINTAXE DA
LÍNGUA ESPANHOLA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
DE LÍNGUA ESPANHOLA 1
FUNDAMENTOS DE LÍNGUA
BRASILEIRA DE SINAIS
PCC 3: COMPREENSÃO E
PRODUÇÃO ORAL EM
LÍNGUA ESPANHOLA 1
ACE 02(PROJEXC 01/2 SEM)

4

36

36

72

4

36

54

90

4

36

36

72

4

36

44

80

LINGUÍSTICA 3: SEMÂNTICA
E PRAGMÁTICA DA LÍNGUA
ESPANHOLA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
DE LÍNGUA ESPANHOLA 2
DIDÁTICA DO ENSINO DE
LÍNGUA ESPANHOLA
PESQUISAS TEÓRICAS E
APLICADAS EM LETRAS E
LINGUÍSTICA

4

36

36

72

4

36

54

90

4

36

36

90

4

36

36

72

54

54

368

Total
curso

53
ACE 03(PROJEXC 02/1 SEM)

54

54
378

7º
Período

LITERATURA DE LÍNGUA
ESPANHOLA 1
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
DE LÍNGUA ESPANHOLA 3
PCC 4: COMPREENSÃO E
PRODUÇÃO ORAL EM
LÍNGUA ESPANHOLA 2
ACE 04(PROJEXC 02/2 SEM)

4

36

36

72

4

36

54

90

4

36

44

80
54

54
296

8º
Período

LITERATURA DE LÍNGUA
ESPANHOLA 2
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
DE LÍNGUA ESPANHOLA 4
ELETIVA

4

36

36

72

4

36

94

130

4

36

36

72

LITERATURA DE LÍNGUA
ESPANHOLA 3
PCC 5: DESENVOLVIMENTO
DA COMPETÊNCIA
SOCIOCULTURAL EM
LÍNGUA ESPANHOLA
ACE 05(PROD)

4

36

36

72

4

36

44

80

274
9º
Período

109

109
361

TCC
AACC

TOTAL

45
200

324
2

54

Tabela 17: Matriz curricular Letras Espanhol noturno
Componentes curriculares

1º
Período

Carga Horária (horas)

Semanal

Teórica

Prática

Extensão

Total

LÍNGUA ESPANHOLA 1

4

36

36

72

TEORIA DA LITERATURA 1
TEORIA LINGUÍSTICA 1
PROFISSÃO DOCENTE
PCC 1: COMPREENSÃO E
PRODUÇÃO ESCRITA EM
LÍNGUA ESPANHOLA 1

4
4
3

36
36
27
36

36
36
27
44

72
72
54
80

Total
período

350
2º
Período

LÍNGUA ESPANHOLA 2
LEITURA E PRODUÇÃO DE
TEXTOS EM LÍNGUA
PORTUGUESA 2
TEORIA DA LITERATURA 2
TEORIA LINGUÍSTICA 2
POL. E ORG. DA EDUC. BAS.
NO BRASIL

4
4

36
36

36
36

72
72

4
4
4

36
36
36

36
36
36

72
72
72
360

3º
Período

LÍNGUA ESPANHOLA 3
LÍNGUA LATINA
LINGUÍSTICA APLICADA
DESENVOLVIMENTO E
APRENDIZAGEM
DIDÁTICA

4
4
4
4

36
36
36
36

36
36
36
36

72
72
72
72

4

36

36

72
360

4º
Período

LÍNGUA ESPANHOLA 4
LNGUÍSTICA 1: FONÉTICA E
FONOLOGIA DA LÍNGUA
ESÁNHOLA
GESTÃO DA EDUCAÇÃO E DO
TRABALHO ESCOLAR
PCC 2: COMPREENSÃO E
PRODUÇÃO ESCRITA EM
LÍNGUA ESPANHOLA 2
ACE 01(PROJEXC 01/1 SEM)

4
4

36
36

36
36

72
72

4

36

36

72

4

36

44

80
54

54
350

5º
Período

6º
Período

LINGUÍSTICA 2:
MORFOSSINTAXE DA
LÍNGUA ESPANHOLA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
DE LÍNGUA ESPANHOLA 1
FUNDAMENTOS DE LÍNGUA
BRASILEIRA DE SINAIS
PCC 3: COMPREENSÃO E
PRODUÇÃO ORAL EM
LÍNGUA ESPANHOLA 1
ACE 02(PROJEXC 01/2 SEM)

4

36

36

72

4

36

54

90

4

36

36

72

4

36

44

80

LINGUÍSTICA 3: SEMÂNTICA
E PRAGMÁTICA DA LÍNGUA
ESPANHOLA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
DE LÍNGUA ESPANHOLA 2
DIDÁTICA DO ENSINO DE
LÍNGUA ESPANHOLA
PESQUISAS TEÓRICAS E
APLICADAS EM LETRAS E
LINGUÍSTICA
ACE 03(PROJEXC 02/1 SEM)

4

36

36

72

4

36

54

90

4

36

36

90

4

36

36

72

54

54

54

368

54
378

Total
curso

55
7º
Período

LITERATURA DE LÍNGUA
ESPANHOLA 1
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
DE LÍNGUA ESPANHOLA 3
PCC 4: COMPREENSÃO E
PRODUÇÃO ORAL EM
LÍNGUA ESPANHOLA 2
ACE 04(PROJEXC 02/2 SEM)

4

36

36

72

4

36

54

90

4

36

44

80
54

54
296

8º
Período

LITERATURA DE LÍNGUA
ESPANHOLA 2
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
DE LÍNGUA ESPANHOLA 4
ELETIVA

4

36

36

72

4

36

94

130

4

36

36

72

LITERATURA DE LÍNGUA
ESPANHOLA 3
PCC 5: DESENVOLVIMENTO
DA COMPETÊNCIA
SOCIOCULTURAL EM
LÍNGUA ESPANHOLA
ACE 05(PROD)

4

36

36

72

4

36

44

80

274
9º
Período

109

109
361

TCC
AACC

45
200

TOTAL

324
2

A tabela abaixo apresenta a carga horária por componente curricular.
Tabela 18: Distribuição da carga horária por componente curricular
COMPONENTES
Núcleo básico
Núcleo de formação de
conhecimento sobre a língua
espanhola e suas literaturas
I - NÚCLEO FORMAÇÃO
Disciplinas eletivas
GERAL
Atividades curriculares de
extensão (ACE)
Trabalho de conclusão de
curso (TCC)
II - NÚCLEO DE APROFUNDAMENTO E DIVERSIFICAÇÃO
III - NÚCLEO DE ESTUDOS INTEGRADORES
PRÁTICAS COMO COMPONENTE CURRICULAR (PCC)
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
TOTAL

CARGA HORÁRIA
432
720
72
325

1594

45
648
200
400
400
3.242

56
4.1.6.1 Ementas das Disciplinas do Curso
PRIMEIRO PERÍODO
Disciplina:

LÍNGUA ESPANHOLA 1

Código:
Ementa

Carga horária:

72h

Introdução às habilidades oral, auditiva, leitora e escrita em Língua Espanhola, em
diferentes situações comunicativas. Desenvolvimento da competência comunicativa em
nível básico, por meio do estudo de estruturas e uso da língua, bem como dos aspectos
socioculturais de países de Língua Espanhola. Produção de textos orais e escritos, coesos
e coerentes, em diferentes gêneros textuais: diálogos rotineiros, bilhetes, cartas, e-mails,
currículo, propagandas, horóscopo, entre outros. Tema Transversal: Educação
Ambiental: A Amazônia e os países que a compõe: o desenvolvimento sustentável e a

Referências
Bibliográfica
s

Disciplina:
Código:
Ementa
Referências
Bibliográfica
s

cultura Latino-americana.
Referências básicas
CURSO de español. [São Paulo]: Barsa Planeta, 2002. 9 v. + 10 CD + 3 DVD.
(L1)[806.0=60 C977] Q:89
MASIP, Vicente. Gramática española para brasileños: fonología y fonética,
ortografía, morfosintaxis. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. [806.0-5 M397g] Q: 8
PRISCILA CARMO MOREIRA ENGELMANN. Língua estrangeira moderna:
espanhol. [E-book]
Referências complementares
ARAGONÉS, Luis; PALENCIA, Ramón. Gramática de uso del español: teoría y
práctica, con solucionario: A1-B2. Nueva ed. Madrid: SM, 2006. [801.5=60 801
A659g] Q: 3
GONZALEZ HERMOSO, A. Conjugar es fácil en español de España y de América.
2. ed. Madrid: Edelsa, 1997. [01.552=60 G643c 2.ed] Q: 2
MIOTO, Carlos; Silva, Maria Cristina Fugueredo; Lopes, Ruth. Novo manual de
sintaxe. [E-book]
SARMIENTO, Ramón; SÁNCHEZ, Aquilino. Gramática básica del español: norma y
uso. 13. ed. Madri: Sociedad General Española de Librería,2006. 336 p. [806.0-5 S246g]
Q:2
TADDEI BRINGAS, Jorge Luis. Cómo avanzar hacia la sustentabilidad en las
instituciones de educación superior; sistema de gestión para la sustentabilidad en
universidades(SGSU). Mexico, DF: Jorale editores, 2011. [658:504=60 T121c] Q:1
TEORIA DA LITERATURA 1
Carga horária:
72h
Reflexão sobre fundamentos da teoria da literatura, natureza e função de seu objeto e
conceituação dos gêneros literários, desde a Antiguidade aos estudos contemporâneos,
com base na análise de textos teórico-críticos.
BÁSICAS
ARISTÓTELES; HORÁCIO; LONGINO. A poética clássica. Trad. de Jaime
Bruna. 7. ed. São Paulo: Cultrix, 2005. [82.09 P745] Q:62
BOSI, Alfredo. Reflexões sobre a arte. São Paulo: Ática, 2004. [7.01 B743r] [E-book]
GONÇALVES, Magaly Trindade; BELLODI, Zina C. Teoria da literatura
“revisitada”. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2005. [82.0 G635t] Q:8
COMPLEMENTARES
AUERBACH, Erich. Introdução aos estudos literários. São Paulo: Cultrix, 197
[84(091)+804 A917i] Q:1
COMPAGNON, Antoine. O demônio da teoria: literatura e senso comum. 2. ed. Belo
Horizonte, MG: UFMG, 2010. [82.01 C736d] Q:5
PLATÃO. A república. Rio de Janeiro: Nova fronteira, 2011. [141.131 P716r] Q:11
SOARES, Angélica. Gêneros literários. São Paulo: Ática, 2007. [82 S652g] Q:37
SOUZA, Roberto Acízelo de. Teoria da literatura. São Paulo: Ática, 2007. [82.0
S729t] Q:30

57
Disciplina:
Código:
Ementa
Referências
Bibliográfica
s

Disciplina:
Código:
Ementa
Referências
Bibliográfica
s

Disciplina:
Código:
Ementa

TEORIA LINGUÍSTICA 1
Carga horária:
72h
Panorama geral dos fenômenos da linguagem e suas abordagens, dos estudos tradicionais
à teoria linguística. Pressupostos teórico-metodológicos das correntes teóricas da
Linguística moderna.
Referências básicas
FIORIN, José Luiz (org.). Introdução à Linguística. Contexto 232 [E-book]
LYONS, J. Linguagem e Linguística. Rio de Janeiro: Guanabara, 2016. [801 L991l]
Q:38
SAUSSURE, F. Curso de Linguística Geral. 34 ed., São Paulo: Cultrix, 2012. [801
S259c] Q:59
Referências complementares
FIORIN, José Luiz. Linguística? Que é isso?. São Paulo: Contexto, 2013. [81'1 L755]
MARTELOTTA, M. E. (Org.). Manual de Linguística. Contexto 285. [E-book]
MONTEIRO, Sandra Lopes. Fundamentos teóricos da linguística. Editora Intersaberes
220 [E-book]
ORLANDI, E. Puccinelli. O que é Linguística. São Paulo: Brasiliense, 2009. [800
O71q] Q:1
WEEDWOOD, B. História concisa da Linguística. [trad.] Marcos Bagno. São Paulo:
Parábola Editorial: 2002. [801(091) W394c] Q:28
PROFISSÃO DOCENTE
Carga horária:
54h
Estudo da constituição histórica e da natureza do trabalho docente, articulando o papel
do Estado na formação e profissionalização docente e da escola como lócus e expressão
desse trabalho.
Referências básicas
CHARLOT, Bernard. Relação com o saber, formação dos professores e
globalização: questões para a educação hoje. Porto Alegre: Artmed, 2005. [371.13
C479r] Q:36
ESTRELA, Maria Teresa (Org.) Viver e construir a profissão docente. Porto, Portugal:
Porto, 1997. [371.13 V857] Q:10
STRINGHETTA, Maria do Carmo Teles Ferreira. Ensina-me a aprender: pedagogias
para a sociedade do conhecimento. Editora Intersaberes [E-book]
Referências Complementar
APPLE, Michael W. Trabalho docente e textos. Porto Alegre: ARTMED, 1995.
[37.014.53(73) A648t] Q:2
GONZALEZ ARROYO, M. Ofício de mestre. São Paulo: Vozes, 2007. [371.13 G643o]
Q:37
LESSARD, Claude e TARDIF, Maurice. O trabalho docente. SP: Vozes, 2005. [371.1
T181t] Q:15
REALI, Aline Maria de M. R. e MIZUKAMI, Maria da Graça N. (Org.) Formação de
Professores: Tendências Atuais. São Carlos: EDUFSCAR, 1996. [371.13 F723] Q:13
TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis, RJ: Vozes,
2011. [371.13 T183s] Q:31

PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR 1: LEITURA E PRODUÇÃO
ESCRITA EM LÍNGUA ESPANHOLA 1
Carga horária:
100h
Prática de leitura e produção de textos descritivos, argumentativos e expositivos em
Língua Espanhola, fundamentada na noção de texto como um processo de encontro de
vários discursos, representações históricas, culturais e contextuais, no âmbito da
educação básica.

58
Referências
Bibliográfica
s

Referências básicas
ABREU, Antonio Suarez. A arte de argumentar: gerenciando razão e emoção. 13. ed.
Cotia, SP: Ateliê, 2009. 143 p. ISBN 9788585851811 (broch.). Q: 6
ARNAL, Carmen; RUIZ DE GARIBAY, Araceli. Escribe en español. 5. ed. Madrid:
Sociedad General Española de Libreria, 2006. 95 p. (Español por destrezas) ISBN
8471435810 (broch.). Q:4
CHOZAS, Diego; DORNELES, Flávia. Dificultades del español para brasileños.
Madrid, Espanha: Ediciones SM, 2005. 95 p. [806.0-5=60 C552d] Q:5
MENICONI, Flávia Colen. Escrita em lingua espanhola: é possivel produzir textos nas
fases iniciais do ensino-aprendizagem de um novo idioma? Maceió: Edufal, 2017. 169 p.
ISBN 9788559130713 (broch.). Q: 22
RODRIGUEZ, Maria. Leer en español: ejercicios de comprensión lectora. 2. ed.
Madrid: Sociedad General Española de Libreria, 2006. 110 p. [806.0:373=60 R696l] Q:4
WILSON, Victoria. Leitura, escrita e ensino. Grupo Summus [E-book]
Referências complementares
BARCELOS, Ana Maria Ferreira (org.). Linguística aplicada: reflexões sobre ensino e
aprendizagem de língua materna e língua estrangeira. Campinas, SP: Pontes, 2011.. 328
p. [800:37 L755] Q:10
CÂMARA JUNIOR, J. Mattoso. Manual de expressão oral e escrita. 9. ed. Petrópolis,
RJ: Vozes, 1986. [800 C172m 9.ed] Q:1
CASTRO, F. Uso de la gramática. (avanzado). Madrid. Edelsa. [806.0-5 C355u] Q:3
MARTHE DE CARVAJAL, Norma; MORENO C., Francisco; ESTRADA C., Rebeca;
REBOLLEDO S., Luis Alberto. Cómo elaborar y presentar un trabajo escrito: cómo
escribir bien, teoría y práctica, normas internacionales y del icontec. 5. ed. Colômbia:
Ediciones Uninorte, 2009 [001.8=60 C735] Q:2
MELO, Deywid Wagner de; SANTOS, Maria Francisca Oliveira. Retórica e análise da
conversação: um encontro possível. Maceió: EDUFAL, 2011.235 p ISBN
9788571776579 (broch.). Q: 4
Quantidade : 4
VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na producao oral e
escrita. 13. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007. [007 V272u] Q:76

SEGUNDO PERÍODO
Disciplina:
Código:
Ementa

LÍNGUA ESPANHOLA 2
Carga horária:
72h
Aprimoramento das competências e habilidades em língua espanhola em nível
básico, necessárias ao desempenho linguístico-comunicativo satisfatório nos
processos de interação social, por meio do desenvolvimento da compreensão leitora,
expressão escrita, compreensão auditiva, expressão oral e conhecimento
sociocultural das comunidades de língua espanhola, enfatizando gêneros como
diálogos habituais, textos biográficos, textos literários e publicitários.
Temas Transversais: Situação atual das línguas indígenas na América Latina:
classificação, línguas ameaçadas; Línguas indígenas da América Latina:
preservação, revitalização e escrita de línguas indígenas da América Latina.
Dimensão Pedagógica:Importância da descrição de línguas para o ensino da língua
materna, segunda língua e língua estrangeira.

59
Referências
Bibliográficas

Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográfica
s

Referências básicas
FANJUL. A .(Org.). Gramática de español paso a paso: con ejercicios. São Paulo:
Moderna, 2011. [806.0-5 G745] Q:10
FUNARI, Pedro Paulo Abreu,; PIÑÓN, Ana. A temática indígena na
escola: subsídios para os professores. São Paulo: Contexto, 2011. [37.015.2 F979t]
Q:25
MARIA LIGIA PRADO, Gabriela Pellegrino. História da América
Latina. Contexto [E-book]
Referências complementares
INSTITUTO CERVANTES. Plan curricular del Instituto Cervantes: niveles de
referencia para el español (A1, A2). 2. ed. Madrid: Biblioteca Nueva, 2008. [806.0-5
I59p] Q:3
REVITALIZAÇÃO de língua indígena e educação escolar indígena inclusiva. Porto
Seguro (BA): Empresa Gráfica da Bahia, 2014. 232 p. [37.018.2(=1-82) R454] Q:7
RODRIGUES, Aryon Dall’Igna; CABRAL, Ana Suelly A. C. (Org.). Novos
estudos sobre línguas indígenas. Brasília: Ed. UnB, 2005. [809.8 N939] Q:10
SÁNDOR, László. Tiempo para practicar los pasados. Madrid: EDELSA, 2004. 93
p. [806.0-07=60 S218t] Q:4
SILVA, Aracy Lopes da; FERREIRA, Mariana K. Leal ((coord.)). Antropologia,
história e educação: a questão indígena e a escola. 2. ed. São Paulo: Global, 2001.
[37.015.2 A636] Q:30

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS EM LÍNGUA PORTUGUESA
Carga horária:
72h
Práticas de leitura e escrita de textos acadêmicos, fundamentadas na perspectiva
sociointeracionista e na análise de gêneros, com vistas a desenvolver habilidades
comunicativas na construção do texto científico nos campos da linguística e da
literatura. Aspectos técnicos do trabalho científico.
Referências básicas
KOCH, Ingedore V. Argumentação e linguagem. São Paulo, Cortez, 2011, p.
111-162. [801 K76a AG] Q:26
BARROS, Aidil Jesus da Silveira; Lehfeld, Neide Aparecida de
Souza. Fundamentos de Metodologia Cienti´fica - 3ª edic¸a~o. Pearson [E-book]
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane & ABREU-TARDELLI, Lília
Santos. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo, Parábola Editorial, 2008.
(Leitura e produção de textos técnicos e acadêmicos; 3). [001.81 P712] Q:25
Referências complementares
ANDRADE, Maria Lúcia C. V. O. Resenha. São Paulo: Paulistana, 2009. (Coleção
Aprenda a Fazer). [001.8 R433 2004] Q:13
ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo:
Contexto, 2010. [801.73 A636a] Q:17
BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: o que é, como se faz. São Paulo, Loyola,
2010. [001.8:372.8 B147p] Q:25
MOTTA-ROTH, Désirée; HENDGES, Graciela Rabuske. Produção textual na
universidade. São Paulo, Parábola, 2010. [800.852 M921p] Q:22
OLIVEIRA, Jorge Leite. Texto acadêmico: técnicas de redação e de pesquisa
científica. 5. ed. Petrópolis, RJ, Vozes, 2007. p. 93-103. [001.891 O48t] Q:2
TEORIA DA LITERATURA 2
Carga horária:
72h
Estudo das correntes críticas do século XX, tanto as de caráter imanente (Formalismo
Russo, New Criticism) quanto as que relacionam a análise da literatura a fatores externos
(crítica sociológica, psicológica), com base em leituras teórico-críticas e respectivos
suportes literários.
Referências básicas
CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade: estudos de teoria e história literária. 9. ed.
Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul, 2006. [82.01 C217l] Q:33

60
MARTINS, Maria Helena (Org.). Rumos da crítica. São Paulo: Editora Senac São
Paulo; Itaú Cultural, 2000. [7.072.3 R937] Q:22
SILVA, Pedro Paulo da (Org). Teoria da literatura I. Sa~o Paulo: Pearson, 2014 [E-book]
COMPLEMENTARES
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. 6. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2006. 387 p. [82.0 E11t 6.ed.] Q:24
LAFETÁ, João Luiz. O mundo à revelia. In: LAFETÁ, João Luiz. A dimensão da
noite. São Paulo: Duas Cidades; Ed. 34, 2004. p. 72-102. [869(81).09 L162d] Q:5
PERRONE-MOISÉS, Leyla. Pastiches críticos. In: PERRONE-MOISÉS, Leyla. Inútil
poesia e outros ensaios breves. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. p. 352-358.
[82-4 P459i] Q:5
SCHWARZ, Roberto. Que horas são?: ensaios. São Paulo: Companhia das Letras,
2002. [869.0(81)-4 S411q] Q:22
SILVA, Vitor Manuel de Aguiar e. Teoria da literatura. Coimbra [Portugal]: Almedina,
2009. [82.0 S586t] Q:20

Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográfica
s

Disciplina:
Código:
Ementa

TEORIA LINGUÍSTICA 2
Carga horária:
72h
Estudo de tendências teóricas linguísticas contemporâneas pós-estruturalistas, que
relacionam os aspectos linguísticos e os sociais, seja através da noção de variação
(Sociolinguística Laboviana), da interação qualitativa (Sociolinguística Interacional), do
enunciado como unidade de análise (Teorias da Enunciação e da Pragmática), do texto
como unidade de análise (Linguística textual) e do discurso (as diferentes análises do
discurso)
Referências básicas
BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 2010. [800.1
B168m] Q:39
FIORIN, J. L. Introdução à linguística II: princípios de análise. São Paulo: Contexto.
[E-book]
BRANDÃO, Helena H. Nagamine. Introdução à análise do discurso. Campinas:
Editora da UNICAMP, 2004. [801.54 B817i] Q:35
Referências complementares
BENVENISTE, E. Problemas de linguística geral II. Campinas: Pontes, 1991. [801
B478p] Q:4
LOPES, Edward. Fundamentos da lingüística contemporânea. 17. ed. Cultrix, 2001.
[801 L864f] Q:11
MOLLICA, Maria Cecilia; Braga, Maria Luiza (orgs.). Introdução à Sociolingüística: o
tratamento da variação - 4ª edição. Contexto 204 [E-book]
MUSSALIN, F. e BENTES, A. C. Introdução à linguística: fundamentos
epistemológicos 3. São Paulo: Cortez, 2011. [801 I61] Q:56
TARALLO, Fernando. A pesquisa sociolinguística. São Paulo: Ática, 1999. [81'27
T171p] Q:20
POLÍTICA E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO BRASIL
Carga horária:
72h
Estudo das politicas e da organização dos Sistemas Educacionais brasileiro e alagoano
no contexto das transformações da sociedade contemporânea, a partir de análise
histórico-crítica das políticas educacionais, das reformas de ensino, dos planos de
educação e da legislação educacional.

61
Referências
Bibliográfica
s

Referências básicas
DEMO, Pedro. A nova LDB : ranc¸os e avanc¸os . 23.ed. Campinas, SP: Papirus
[E-book]
LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira de; TOSHI, Mirza Seabra. Educação
escolar: políticas, estruturas e organização. 10ª edição revisada e ampliada. Cortez, São
Paulo, 2007. [371 L694e] Q:45
SAVIANI, Dermeval. Da LDB ao FUNDEB: por uma outra política educacional. 4ª ed.
Revisada. Campinas, SP, Autores Associados, 2011. [37.014 S267] Q:24
Referências complementares
FREITAG, Bárbara. Escola, estado e sociedade. 7 ª ed., São Paulo, Centauro, 2007.
[ 37.014.5(81) F866e] Q:31
AZEVEDO, Janete Maria Lins. A educação como política pública. 3 ed. Campinas/SP:
Autores Associados, 2008. [ 37.015.4 A994e] Q:27
VERÇOSA, Élcio de Gusmão. Cultura e educação em Alagoas: história, histórias. 4ª
edição. Maceió, EDUFAL, 2015. [CE 37.014.2(813.5) V482c] Q:38
ABREU, Mariza. Organização da Educação Nacional na Constituição e a LDB. Ijui/
SC: UNIJUI. 1999. [37(81) A162o] Q:5
Revista Brasileira de Educação. São Paulo: ANPED, 1996 – Quadrimestral. ISSN
1413-2478.

TERCEIRO PERÍODO
Disciplina:

LÍNGUA ESPANHOLA 3

Código:
Ementa
Referências
Bibliográficas

Disciplina:
Código:
Ementa
Referências
Bibliográfica
s

Carga horária:

72h

Aperfeiçoamento das quatro habilidades (produção escrita e oral; compreensão auditiva
e leitora) em língua espanhola, com ênfase nos aspectos morfológicos da língua
espanhola. Temas transversais: direitos humanos.
Referências básicas
CURSO de español. [São Paulo]: Barsa Planeta, 2002. 9 v. + 10 CD + 3 DVD.
(L2)[806.0=60 C977] Q:89
DWORKIN, Ronald. Democracia deliberativa y derechos humanos. Barcelona
[Espanha]: Gedisa Editorial, 2004. [342.7=60 D383] Q:2
LUIZ CARLOS SCHWINDT. Manual de linguística - Fonologia, morfologia e
sintaxe. [E-book]
Referências complementares
GARCÍA GONZÁLEZ, Javier. Perífrasis verbales. 4. ed. Madrid: Sociedad General
Española de Librería, 2004. 157 p. [806-0 G216p] Q:3
INSTITUTO CERVANTES. Plan curricular del Instituto Cervantes: niveles de
referencia para el español (A1, A2). 2. ed. Madrid: Biblioteca Nueva, 2008. [806.0-5
I59p] Q:3
MASOLIVER RÓDENAS, Joaquín. Historias breves para leer: nivel intermedio. 7.
ed. Madrid: Sociedad General Española de Libreria, 2008. 119 p. [806.0:373=60
M398h] Q:4
MATTE BON, F. Gramática comunicativa del español (tomo I y II): de la lengua a
la idea. Madrid: Edelsa, 1995. [806.0-5 M435g] Q:3
SANTIAGO NINO, Carlos. Ética y derechos humanos: un ensayo de
fundamentación. Barcelona: Ariel 1989 [342.7:17=60 S235e] Q:2

LÍNGUA LATINA
Carga horária:

72h

Estudo das estruturas básicas do latim e seu funcionamento como fundamento das
línguas românicas, máxime o português.
Referências básicas
ALMEIDA, N. M. Gramática latina. São Paulo: Saraiva, 2011 [801.5=71 A447g]
Q:19
CARDOSO, Z. A. Iniciação ao latim. São Paulo: Ática. [E-book]

62
RONAI, Paulo. Curso básico de latim I: gradus primus. 22.ed. São Paulo: Cultrix, 2012.
[807.1 R768c] Q:10
COMPLEMENTAR
BERGE, D. et alli. Ars latina. Petropólis: Vozes, 1993. [807.1-5 B495a]
Q:28
CESCA, VITALINO. DICIONA´RIO GENEALO´GICO
LATINO-PORTUGUE^S. EdiPUC-RS [E-book]
GARCIA, J. M. Introdução à teoria e prática do latim. Brasília: Editora da UNB,
1993. [807.1 G216i] Q:23
RONAI, Paulo. Curso básico de latim II: gradus secundus . 8.ed. São Paulo: Cultrix,
2006. [807.1 R768c] Q:11
REZENDE, A. M. Latina essentia. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2009. [807.1
R467l (BC) 475 R467l] Q:33

Disciplina:
Código:

LINGUÍSTICA APLICADA

Ementa

Contribuições da Linguística Aplicada através do estudo de temas centrados na sala de
aula, considerando a interligação entre as práticas efetuadas e os diversos
posicionamentos teóricos existentes em torno de cada tema.
Referências básicas
ALMEIDA FILHO, José Carlos Paes de. (Org.) Ensinar e aprender uma língua
estrangeira na escola. Dimensões comunicativas no ensino de línguas. São Paulo, São
Paulo: Pontes, 2002. [800.7 A447d] Q:16
______Lingüística Aplicada, Ensino de Línguas e Comunicação. Campinas: Pontes
Editores e ArteLíngua, 2006. [800.7 A447L] Q:28
COLELLO, Silvia M. Gasparian. A escola e a produc¸a~o textual. Grupo Summus
[E-book]
COMPLEMENTAR
ALMEIDA Filho, J. C. P. de. A Lingüística Aplicada na grande área de linguagem. In:
SILVA, K. A. da; ORTIZ ÁLVAREZ, M. L. Perspectivas de Investigação em Lingüística
Aplicada. Campinas, SP: Pontes Editores, 2008 [801 S586p] Q:5
______. Crise, transições e mudança no de formação de professores de línguas. In:
FORTKAMP, M. B. M.; TOMITCH, L. M. B. (orgs.). Aspectos da lingüística aplicada.
Florianópolis: Insular, 2000. [800.7 A447d] Q:5
GIRARD, Dénis. Os momentos da aula de línguas. Linguística aplicada e didática das
línguas. Lisboa: Estampa, 1975.
MARTIN, Robert. A linguística aplicada. Para entender a linguística: epistemologia
elementar de uma disciplina. Tradução de Marcos Bagno. São Paulo, São Paulo:
Parábola, 2003. [800 M379p] Q:10
SILVEIRA, Maria Inez Matoso. Línguas estrangeiras: uma visão histórica das
abordagens, métodos e técnicas de ensino. Maceió, Alagoas e São Paulo, São Paulo:
Catavento, 1999. [CE 800.7:37 S587l] Q:2

Referências
Bibliográfica
s

Carga horária:

72h

Disciplina:
Código:

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
Carga horária:

Ementa

Estudo dos processos psicológicos do desenvolvimento e da aprendizagem na infância,
na adolescência e na fase adulta segundo as teorias da Psicologia em sua interface com
a Educação.
Referências básicas
COLL, C.; MARCHESI, A.; PALACIOS, J. Desenvolvimento psicológico e
educação: psicologia evolutiva. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2010, vol. 1. [37.015.3
D451] Q:74
MOREIRA, M. B.; MEDEIROS, C. A. Princípios básicos de análise do
comportamento. São Paulo: Artmed, 2007. [159.9.019.4 M838p] Q:31
PALANGANA, Isilda Campaner. Desenvolvimento e aprendizagem em Piaget e
Vygotsky. Grupo Summus 176 [E-book]
Referências complementares

Referências
Bibliográficas

72h

63
ABERASTURY, A.; KNOBEL, M. Adolescência normal: um enfoque psicanalítico.
Porto Alegre: Artmed, 1991. [159.922.8 A143a] Q:28
BAER, D. M., ROSALES-RUIZ, J. In the analysis of behavior, what does “develop”
mean? Revista mexicana de análisis de la conducta, n. 24, vol. 2, 127-136.
GOULART, Irís Barbosa - Psicologia da Educação: Fundamentos Teóricos e aplicações
à Prática Pedagógica - Petrópolis: Vozes, 2011. [37.015.3 G694p] Q:47
HUBNER, M. M. C.; MOREIRA, M. B. Temas clássicos da psicologia sob a ótica da
análise do comportamento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. [159.9.019.4
T278] Q:1
KUPFER, M. C. Freud e a educação. O mestre do impossível. 3ª Ed. São Paulo:
Scipione, 1995. [37.015.3 K96f] Q:20

Disciplina:
Código:

DIDÁTICA

Ementa

Estudo da didática, como práxis docente, nas suas dimensões política,
técnico-pedagógica, epistemológica e cultural, bem como suas relações com o currículo
e na constituição do ensino, considerando diferentes contextos sócio-históricos. Reflexão
e
conhecimento
das
proposições
teórico-práticas
quanto
à
relação
professor-aluno-conhecimento e aos processos de planejamento e avaliação do
ensino-aprendizagem.
Referências básicas
CASTRO, Amélia Domingues. CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Ensinar a
ensinar: didática para a escola fundamental e média. São Paulo: Pioneira Thompson
Learning. [E-book]
GANDIN, Danilo; CRUZ, Carrilho. Planejamento na sala de aula. 13. ed. Petrópolis:
Vozes, 2006. [37.014.542 G195p] Q:10
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. 2ª edição. São Paulo: Cortez, 1999. [371.3 L694d]
Q:31
Referências complementares
FREITAS, Luiz Carlos de. Crítica da organização do trabalho pedagógico e da
didática. 7 ed. Campinas/SP: Papirus, 2005. [371.3 F866c] Q:12
LUCKESI. Avaliação da aprendizagem, componente do ato pedagógico. São Paulo:
Cortez, 2011. [371.26 L941a] Q:5
MASETTO, Marcos. Didática: a aula como centro. 4 ed. São Paulo: FTD, 1997. [371.3
M365d] Q:22
MENEGOLLA, M. e SANTANNA I.M. Por que planejar? Como planejar? Curriculo
– Área – Aula. Petrópolis, Vozes. [E-book]
SAVIANI, Demerval. Escola e democracia. 42. ed. Campinas: Autores Associados,
1987. [37.01 S267e] Q:2

Referencias
Bibliográfica
s

Carga horária:

72h

QUARTO PERÍODO
Disciplina:
Código:
Ementa

LÍNGUA ESPANHOLA 4
Carga horária:

72h

Aprimoramento das competências e habilidades em língua espanhola para a
comunicação em diferentes situações comunicativas. Ampliação dos conhecimentos
léxicos e gramaticais do idioma para a produção de textos orais e escritos, coesos e
coerentes, em diferentes gêneros textuais acadêmicos: resumo, fichamento, resenha
crítica, comunicação oral e artigo. Dimensão Pedagógica: O ensino-aprendizagem da
expressão escrita em língua espanhola. A progressão textual e a argumentação no ensino
da escrita em língua espanhola.

64
Referências
Bibliográfica
s

Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

Disciplina:
Código:
Ementa

Referências básicas
Curso de español. [São Paulo]: Barsa Planeta, 2002. 9 v. + 10 CD + 3 DVD.
(L3)[806.0=60 C977] Q:89
LIBERATO, Yara Goulart.FULGÊNCIO, Lúcia. É possível facilitar a leitura: um guia
para escrever claro. [E-book]
MENICONI, Flávia Colen. Escrita em língua espanhola: é possível produzir textos nas
fases iniciais do ensino-aprendizagem de um novo idioma? Maceió: Edufal, 2017. [CE
806.0 M545e] Q:8
Referências complementares
ARNAL, Carmen; RUIZ DE GARIBAY, Araceli. Escribe en español. 5. ed. Madrid:
Sociedad General Española de Librería, 2006. [806.0:373=60 A743e] Q:4
DÍAZ, Lourdes; AYMERICH, Marta. La destreza escrita. Madrid: EDELSA, 2003. 175
p. [371.13=60 D542d] Q:2
GARCÍA RESTREPO, Luis E. Lectoescritura práctica. Colômbia: Editorial Universidad
de Caldas, 2007. [800.5 G216l] Q:1
INSTITUTO CERVANTES. Plan curricular del Instituto Cervantes: niveles de
referencia para el español (B1, B2). 2. ed. Madrid: Biblioteca Nueva, 2008. [806.0-5
I59p] Q:3
SECO. Gramática esencial del español: introducción al estudio de la lengua - 5. ed. /
2006. [806.0-5(0.021.6) S445] Q:2
LINGUÍSTICA 1: FONÉTICA E FONOLOGIA DO ESPANHOL
Carga horária:

72h

Estudo de conceitos fundamentais da fonética e da fonologia. Descrição do sistema
fonético e fonológico da língua espanhola. Transcrição fonética. Principais variações
linguísticas do espanhol e as principais dificuldades de falantes nativos do português
no processo de aprendizagem do espanhol como língua adicional.
Referências básicas
FERNÁNDEZ CINTO, Jesús. Actos de habla de la lengua española: repertorio.
Madrid: Edelsa, 1991. 191 p. [806.0=60 F363a] Q:6
PAULA, Aldir Santos de; COSTA, Maria Andressa Pereira da. Fonética
fundamental: princípios de fonética articulatória, acústica e auditiva. Maceió:
EDUFAL, 2011. 102 p. [CE 801.4 P324f] Q:16
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA; ASOCIACIÓN DE ACADEMIAS DE LA
LENGUA ESPAÑOLA. Nueva gramática de la lengua española: fonética y
fonología. Madrid, Espanha: Espasa Libros, c2011. 532p. + 1 DVD . [806.0-5 N964]
Q:5
Referências complementares
CALZADO, Araceli. Gramática esencial: con el español que se habla hoy en España
y América Latina. Madrid: Ediciones SM. [806.0 C171g] Q:5
FANJUL. A. (Org.). Gramática de español paso a paso: con ejercicios. São Paulo:
Moderna, 2011. [806.0-5 G745] Q:3
KESKE-SOARES, Márcia (Org.). Estudos em aquisição fonológica. Santa Maria
(RS): UFSM, PPGL Editores, 2007. [801.4 E82] Q:1
LUIZ CARLOS SCHWINDT. Manual de linguística - Fonologia, morfologia e
sintaxe. [E-book]
MASIP, Vicente. Gramática española para brasileños: fonología y fonética,
ortografía, morfosintaxis. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. [806.0-5 M397g] Q:8

GESTÃO DA EDUCAÇÃO E DO TRABALHO ESCOLAR
Carga horária:
72h
Estudo da gestão educacional no âmbito do(s) sistema(s), com foco no
planejamento e na/da escola como organização social e educativa: concepções,
características e elementos constitutivos do sistema de organização e gestão do
trabalho escolar, segundo pressupostos teóricos e legais vigentes, na perspectiva do
planejamento participativo, tendo como eixo o projeto político-pedagógico.

65
Referências
Bibliográficas

Referências básicas
LIBÂNEO, J. C. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 6. ed (ver. e
ampl.) São Paulo: Heccus Editora, 2013.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e
projeto político-pedagógico. São Paulo: Libertad, 2004.
VEIGA, I. P. A. e FONSECA, Marilia (orgs.). As dimensões do projeto
político-pedagógico. São Paulo: Papirus, 2001.
Referências complementares
DAVIS, Claudia (org). Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro: DP&A,
2002.
GANDIN, Danilo. Soluções de planejamento para uma prática estratégica e
participativa. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.
LIMA, Licínio. A escola como organização educativa. 4ª ed. São Paulo: Cortez,
2011.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Coordenação do trabalho pedagógico: do projeto
político-pedagógico ao cotidiano da sala de aula. São Paulo: Libertad, 2002.
VEIGA, I. P. A.(org). Quem sabe faz a hora de construir o projeto
político-pedagógico. Campinas, SP: Papirus 2007.

Disciplina:

PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR 2: LEITURA E
PRODUÇÃO ESCRITA EM LÍNGUA ESPANHOLA 2
Carga horária:
100h
Prática de leitura e produção de textos narrativos e injuntivos em Língua Espanhola
fundamentada na noção de texto como um processo de encontro de vários discursos,
representações históricas, culturais e contextuais, no âmbito da educação básica.
Referências básicas
CHOZAS, Diego; DORNELES, Flávia. Dificultades del español para brasileños.
Madrid, Espanha: Ediciones SM, 2005. [806.0-5=60 C552d] Q:5
MASOLIVER RÓDENAS, Joaquín. Historias breves para leer: nivel avanzado. 3.
ed. Madrid: Sociedad General Española de Libreria, 2007. [806.0:373=60 M398h ] Q:
4
WILSON, Victoria. Leitura, escrita e ensino. Grupo Summus [E-book]
Referências complementares
CÂMARA JUNIOR, J. Mattoso. Manual de expressão oral e escrita. 9. ed.
Petrópolis, RJ: Vozes, 1986. [800 C172m 9.ed] Q:1
CASTRO, F. Uso de la gramática. (avanzado). Madrid. Edelsa. [806.0-5 C355u] Q:3
ECO, Umberto. Lector in fabula: a cooperação interpretativa nos textos narrativos. 2.
ed. São Paulo: Perspectiva, 2004. [800.5 E17l 2.ed. Ac.21878] Q: 3
MARTHE DE CARVAJAL, Norma; MORENO C., Francisco; ESTRADA C.,
Rebeca; SILVA, Cecilia Fonseca da; SILVA, Luz Maria Pires da. Español a través de
textos: estudio contrastivo para brasileños. Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio,
2013. Q:4
RODRIGUEZ, Maria. Leer en español: ejercicios de comprensión lectora. 2. ed.
Madrid: Sociedad General Española de Libreria, 2006. 110 p. (El Español por
Destrezas) ISBN 8497781058 (broch.). Q;4
VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na producao oral e
escrita. 13. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007. [007 V272u] Q:76

Código:
Ementa
Referências
Bibliográficas

QUINTO PERÍODO
Disciplina:
Código:
Ementa

LINGUÍSTICA 2: MORFOSSINTAXE DO ESPANHOL
Carga horária:
72h
Perspectiva estrutural e comunicativa. Estudo da estrutura interna das palavras. A
combinação das palavras na oração. A oração como unidade de significado e sua
relevância no discurso. Análise comunicativo e linguístico de diversos gêneros textuais
no âmbito de uso das ciências, das humanidades, da literatura, da prensa, etc. A
interface espanhol-português e os aspectos morfossintáticos. Dimensão pedagógica:
Ensino da estrutura formal da língua sob a ótica de consciência linguística, indutiva e

66

Referências
Bibliográficas

Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

Disciplina:
Código:
Ementa

reflexiva, face à importância da disciplina no processo de formação de professores de
espanhol.
Referências básicas
MOLINA REDONDO, J. A. de. Usos de 'se': cuestiones sintácticas y léxicas.
Madrid: Sociedad General Española de Libreria, 2003. [806.0-5 M722u] Q:3
MORENO, C.; ERES FERNANDÉZ, G. M. Gramática contrastiva del español para
brasileños. Madrid: SGEL, 2007. [806.0-5=60 M843g] Q: 10
SAUTCHUK, Inez. Prática em Morfossintaxe: como e por que aprender análise
(morfo)sintática - 2ª edição. [E-book]
Referências complementares
ALONSO RAYA, R. et al. Gramática básica del estudiante de español. Barcelona:
Difusión, 2005. [806.0-5=60 G745] Q: 10
CERROLAZA GILI, Óscar. Diccionario práctico de gramática. Madrid: EDELSA,
2005. 351 p. [806.0-5=60 G474d] Q:2
CHOMSKY, Noam. Aspectos de la teoria de la sintaxis. Madri: Aguillar, 1971 [81'367
C548] Q:1
HERNÁNDEZ MERCEDES, Maria Pilar. Tiempo para practicar las
preposiciones. Madrid: EDELSA, 2003. 93 p. [806.0-07=60 H557t] Q:4
MORENO, Concha; TUTS, Martina. Las preposiciones: valor y función. 2. ed.
Madrid: Sociedad General Española de Libreria, 2002. [806.0=60 M843p] Q:3
NIURA FONTANA. Gêneros de texto. Educs 131 [E-book]
ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA ESPANHOLA 1
Carga horária:
90h
Contexto histórico e situação atual do ensino da Língua Espanhola no Brasil.
Conscientização sobre as questões políticas em torno da sua implantação, em
diferentes instâncias educativas. Discussão sobre os documentos oficiais que
regulamentam o ensino e aprendizagem da Língua Espanhola no Ensino Fundamental
e Médio, bem como o papel do professor no processo educativo. Observação dos
aspectos políticos e didático-metodológicos em torno do ensino da Língua Espanhola,
em diferentes instâncias educativas. Atividade prática de desenvolvimento de planos
de aula e aplicação de atividades pedagógicas, em contextos de ensino e
aprendizagem.
Básica
A PRÁTICA de ensino e o estágio supervisionado. Campinas: Papirus, 2010.
[371.133 P912] Q:55
BRUNO, Fátima Aparecida Teves Cabral ((org.)). Ensino-aprendizagem de línguas
estrangeiras: reflexão e prática. São Carlos: Claraluz, c2005. 157 p. [806.0 E59] Q:5
PROFESOR EN ACCIÓN. [806.0-07 P964] Q:9
COMPLEMENTAR
COTTERALL,Sara; REINDERS, Hayo. Estratégias de estudo: guia para
professores. São Paulo: SBS, 2005. [811 C847l] Q:3
JACOBS, George M.; GOH, Christine Chuen Meng. O aprendizado cooperativo na
sala de aula. São Paulo: SBS, c2008. [371.3 J17c] Q:3
LLOBERA, M. Competencia comunicativa: documentos básicos en la enseñanza de
lenguas extranjeras. Madrid: Edelsa, c1995. 159p. [800.7 C737] Q:3
PIMENTA, Selma Garrido,; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estagio e docência. 8 ed.
São Paulo: Cortez, c2017. [371.133.2 P644e] Q:30
RICHARDS, Jack C. O ensino comunicativo de línguas estrangeiras. São Paulo:
SBS, 2006. [802.0 R516c] Q:3
FUNDAMENTOS DE LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
Carga horária:
72h
Estudo dos fundamentos da Língua Brasileira de Sinais (Libras), com noções práticas
de sinais e interpretação, destinado às práticas pedagógicas na educação inclusiva.

67
Referências
Bibliográficas

Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográfica
s

BÁSICAS
BRITO, L. F. Por uma gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro: UFRJ, Departamento de Lingüística e Filologia, 1995 [376.33 F383p]
Q:60
CAPOVILLA, Fernando César (Coord). Novo deit-libras: dicionário enciclopédico
ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira, baseado em linguística e neurociências
cognitivas. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: EDUSP, 2013 [R 81'221.24(038) N945] Q:20
MARIA CRISTINA DA CUNHA PEREIRA; MARIA INE^S VIEIRA; DANIEL
CHOI; PRISCILLA GASPAR; RICARDO NAKASATO. Língua Brasileira de
Sinais. Pearson [E-book]
COMPLEMENTAR
QUADROS, Ronice Müller de; STUMPF, Marianne Rossi; LEITE, Tarcísio de
Arantes (Org.). Estudos da língua de sinais. Florianópolis: Insular, 2013. [81'221.24
E79] Q:8
PEREIRA, Maria Cristina da Cunha (org.). Libras: conhecimento além dos
sinais. Pearson 146 [E-book]
SACKS, O. W. Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo:
Companhia das Letras, 2015. [81'221.24 S119v] Q:44
SALLES, H. M. M. L. et al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos
para prática pedagógica. 2 v.: Programa nacional de apoio à educação dos surdos.
Brasília: MEC, SEESP, 2005. [376.33 B823] Q:4
PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR 3: COMPREENSÃO E
PRODUÇÃO ORAL EM LÍNGUA ESPANHOLA 1
Carga horária:
80h
Aperfeiçoamento das competências e habilidades orais em língua espanhola, na
educação básica, para atuação nas mais diversas situações comunicativas.
Desenvolvimento da capacidade para analisar e sintetizar informações contidas em
textos orais, buscando (re)construir, coerentemente, argumentos com fluidez, clareza e
adequação. Desenvolvimento de estratégias de mediação e compreensão de gêneros orais
(destrezas ativas e interpretativas). Diversidade étnica: Conhecimento da diversidade
étnica e racial do espanhol americano. Línguas em contato. Línguas fronteiriças.
Dimensão Pedagógica: O papel do professor quanto às variantes dialetais da língua
espanhola: a produção oral. Uso de materiais didáticos com ênfase em aspectos
sociodiscursivos do espanhol e do português.
Referências básicas
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Análise da conversação. 6. ed. São Paulo: Ática, 2007.
[E-book]
PINILLA; ACQUARONI. Bien Dicho! Ejercicios de expresión oral: el español por
destrezas. Madrid: SGEL, 2005 [806.0:373 P656b] Q:10
REGUEIRO, Miguel Ángel Valmaseda; BURGOS, Manuel Aparício. Michaelis
espanhol: gramática prática. São Paulo: Melhoramentos, 2004. [806.0-5 R344m] Q:15
Referências complementares
FERNÁNDEZ CINTO, Jesús. Actos de habla de la lengua española: repertorio.
Madrid: Edelsa, c1991. [806.0=60 F363a] Q:6
NOVA gramática de espanhol. Hugh O`Donnell, Marjory O`Donnell (Org.). Trad. Luís
Almeida. Lisboa: Editorial presença, 2001. [806.0-5 H935] Q:5
RAMOS, Jânia M. O espaço da oralidade na sala de aula. São Paulo: Martins Fontes,
1997. [82.085 R175e] Q:4
SALDANHA, Luís Claudio Dallier. Fala, oralidade e práticas sociais. Curitiba:
Intersaberes. [E-book]
SANTOS, Maria Francisca Oliveira; DIKSON, Dennys; MORAIS, Eduardo Pantaleão
de (Org.). Interfaces com a análise da conversação: olhares diversos em teorias
imbricadas. Maceió: EDUFAL, 2014. [808.56 I61] Q:21

68

SEXTO PERÍODO
Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

LINGUÍSTICA 3: SEMÂNTICA E PRAGMÁTICA DA LÍNGUA ESPANHOLA
Carga horária:
72h
O objeto de estudo da Semântica. Significado, sentido e referência. Abordagens
semânticas nos estudos da linguagem: a semântica linguística. Mudanças de sentido.
Relações de sentido nas construções gramaticais. O estudo do sentido: lexicologia,
semántica e pragmática. Estudo das condições que regulam o uso da linguagem na
comunicação. Conceitos fundamentais de pragmática. O enfoque socio-pragmático dos
estudos da linguagem.
Referências básicas
FERNANDEZ CINTO, Jesus. Actos de habla de la lengua española: repertorio.
Madrid: Edelsa, c1991. [806.0=60 F363a] Q:6
ILARI, Rodolfo. Introdução à semântica: brincando com a gramática. 7. ed. São
Paulo: Contexto, 2010. [801.54 I27i] Q:34
PERNA, CRISTINA BECKER LOPES. Pragmáticas: vertentes
contemporâneas. EdiPUC-RS. [E-book]
Referências complementares
AUSTIN, John. L. Cómo hacer cosas con palabras. Barcelona: Paidós, 1971.
[800.1=60 A936h] Q:2
DUCROT, Oswald. O dizer e o dito. Campinas, SP: Pontes, 1987. [800.1 D843d]
Q:29
DUCROT, Oswald. Principios de semântica linguistica: (dizer e não dizer). São
Paulo: Cultrix, 1977. [801.54 D843d Ac.13398] Q:2
MARCIA CANÇADO. Manual de semântica - noções básicas e exercícios. São
Paulo: Contexto, 2012. [801.54 C215m] Q:35
SILVEIRA, JANE RITA CAETANO DA. Pragmática cognitiva: a teoria da
relevância. EdiPUC-RS. [E-book]
ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA ESPANHOLA 2
Carga horária:
90h
Discussão sobre a importância da formação crítica e reflexiva do professor.
Conhecimento relativo ao ensino e aprendizagem de Língua Espanhola, a partir do
trabalho com as quatro habilidades (oralidade, audição, leitura e escrita), bem como
criação de estratégias para desenvolvê-las e avaliá-las, de forma significativa e
processual. Atenção para o trabalho com temas transversais; Reflexão sobre problemas
relacionados à violência, desmotivação e indisciplina nas escolas. Análise de
incidentes significativos observados em sala de aula. Atividades práticas de elaboração
e implementação de planos de aulas, oficinas e projetos, em diferentes instâncias
educacionais. Fundamentos para o trabalho com áudios, vídeos e imagens.
Básicas
ALONSO, Encina. ¿Cómo ser profesor/a y querer seguir siéndolo?. Madrid:
EDELSA, 1994. 191 p. [371.13=60 A454c] Q:4
BUTT, Graham. O planejamento de aulas bem-sucedidas. São Paulo: SBS, 2009.
[371.133.2 B988l] Q:3
COSTA, Ana Lúcia.; SANTOS, Maria Francisca Oliveira.; ZOZZOLI, Rita Maria
Diniz, (Org.). Pesquisas linguísticas: a interatividade da sala de aula. Maceió:
EDUFAL, 2002. 97 p. [801 C837p] Q:6
Complementares
BARROS, C.S.de; COSTA, E. G. de M. (Orgs.). Se hace camino al andar: reflexões
em torno do ensino de espanhol na escola. Belo Horizonte: FALE-UFMG, 2012.
[806.0:37 S454] Q:1
GOH, Christine Chuen Meng. O ensino da conversação na sala de aula. São Paulo:
SBS, 2008. [811:371.3 G614t] Q:3
NATION, I. S. P. Como estruturar o aprendizado de vocabulário. São Paulo: SBS,
2003. [811 N277m] Q:3

69
PUJOL BERCHÉ, Mercè; NUSSBAUM, Luci; LLOBERA, Miquel. Adquisición de
lenguas extranjeras: perspectivas actuales en Europa. Madrid: Edelsa, 1998. [800.7
P979a] Q:3
TOMLINSON, Brian; MASUHARA, Hitomi. A elaboração de materiais para cursos
de idiomas. São Paulo: SBS, 2005. [811:37 T659d] Q:3
Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

DIDÁTICA DO ENSINO DA LÍNGUA ESPANHOLA
Carga horária:
90h
Desenvolvimento da reflexão e da prática docente sobre o processo de
ensino-aprendizagem da língua espanhola em diferentes contextos. Aprimoramento do
fazer pedagógico no que diz respeito ao ensino das quatro habilidades (ler, escrever,
ouvir e falar), intermediado por práticas letradas voltadas para a formação do cidadão
crítico.
Referências básicas
DURÃO, Adja Balbino de Amorim Barbieri. O ensino do espanhol no
Brasil: passado, presente, futuro. São Paulo: Parábola, 2005. 223 p. [371.3 E58] Q:6
NOGUEIRA, Makeliny Oliveira Gomes. Teorias da aprendizagem: um encontro entre
os pensamentos filosófico, pedagógico e psicológico - 3ª Edic¸a~o. Editora
Intersaberes [E-book]
RICHARDS, Jack C.; LOCKHART, Charles. Estrategias de reflexión sobre la
enseñanza de idiomas. Madrid: Editorial Edinumen, 1998. 198 p. [37.02=60 R512r]
Q:3
Referências complementares
CUNHA, Alex Garcia da; MICCOLI, Laura Stella (Org.). Faça a diferença: ensinar
línguas estrangeiras na educação básica. São Paulo: Parábola Editorial, 2016.
[811.111:37 F137] Q:3
FERNANDEZ, Sonsoles. Interlengua y análisis de errores: en el aprendizaje del
español como lengua extranjera. Madrid: Edelsa, 1997. [806.0-07 F363i] Q:1
FANJUL, Adrián Pablo; GONZÁLEZ, Neide Maia (Org.). Espanhol e português
brasileiro: estudos comparados. São Paulo: Parábola Editorial, 2014. [ 811.134.2 E82]
Q:3
ERES FERNÁNDEZ, Gretel; BAPTISTA, Lívia Rádis; SILVA, Antonio Messias
Nogueira da (Org). Enseñanza y aprendizaje del español en Brasil: aspectos
lingüísticos, discursivos e interculturales. Espanha: Brasília: Consejería de Educación
en Brasil, 2017. [811.134.2:371.3 E59] Q:3
RUBIO, Braulio Alexandre B.; VILELA, Antonio Carlos. Espanhol para governança
hoteleira. São Paulo: SENAC São Paulo, 2012. [811.134.2 R896e] Q:3
PESQUISAS TEÓRICAS E APLICADAS EM LETRAS E LINGUÍSTICA
Carga horária:
72h
A pesquisa em Letras, suas especificidades e a noção de estado da arte. Abordagens
metodológicas de pesquisa teórica e aplicada voltadas ao ensino e aprendizagem de
língua materna, língua adicional e suas literaturas. Instrumentos de coleta e de geração
de dados e sua validação em pesquisas quantitativas, qualitativas e mistas. Tratamento
e modos de categorização e de apresentação dos dados. Tipos de fontes teóricas quanto
à publicação (livro, artigo, dicionário, blog, site, etc.). Estratégias de leitura e de
registro de textos acadêmicos. A redação do projeto e as características textuais de cada
parte. O desenvolvimento da pesquisa e a postura do pesquisador.
Referências básicas
DENZIN, K. Norman & LINCOLN, Yvonna S. O planejamento em pesquisa
qualitativa: teorias e abordagens. Porto Alegre: Artmed, 2006. [001.891 D417] Q:1
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Editora
Atlas, 2010. [001.8 G463c] Q:114
SELMA CRISTINA DOS SANTOS. Normas e técnicas para elaboração e apresentação
de trabalhos acadêmicos. Editora Vozes [E-book]
Referências complementares
BARROS, Aidil Jesus da Silveira; Lehfeld, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos
de Metodologia Científica - 3ª edição. Pearson [E-book]
CARDANO, Mario. Manual de pesquisa qualitativa. Editora Vozes [E-book]

70
COSTA, Maria de Fátima Barrozo da. Projeto de pesquisa. Editora Vozes. [E-book]
DEMO, Pedro. Pesquisa e informação qualitativa : aportes metodológicos . Campinas,
SP: Papirus, 2012. [E-book]
GIBBS, Graham. Análise de dados qualitativos. Porto Alegre: Bookman, 2009. [001.8
G442a] Q:19

SÉTIMO PERÍODO
Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

LITERATURAS DE LÍNGUA ESPANHOLA 1
Carga horária:

72h

Estudo das obras literárias espanholas e hispano-americanas produzidas no período
histórico compreendido entre a formação de Espanha como nação até o século XVII
mediante a leitura das obras mais representativas do período, fazendo ênfases na
relação entre literatura, produção artística e contexto histórico. Temas transversais:
Literatura dos povos originários da América (maias, astecas e incas)
Referências básicas
ALBERT ZINANI, Cecil Jeanine. História da literatura. Educs 204 [E-book]
CERVANTES SAAVEDRA, Miguel de. El ingenioso hidalgo Don Quijote de La
Mancha. 3. ed. Boston: BIBLIOBAZAAR, 1842. 476 p [860 C419] Q:3
PEDRAZA JIMÉNEZ, Felipe B; RODRÍGUEZ CÁCERES, Milagros. Manual de
literatura española. Navarra: Cénlit Ediciones, 1981. [860(091) P371m] Q:12
Referências complementares
ANÓNIMO. El Lazarillo de Tormes. 18. ed. Madrid: Catedra, 2005. 191 p. [860-31
L431] Q:2
ANONIMO. Popol Vuh. Disponível
em:<http://www.alejandriadigital.com/2016/06/17/popol-vuh-en-pdf-obra-de-dominio
publico-descarga-gratuita/>
ARRABAL, José. El Cid Campeador. São Paulo: Edições Paulinas, 1988. 131p.
[860-31 A773c] Q:1
GÓNGORA, Luis de. Obras completas, I: poemas de autoría segura, poemas de
autenticidad probable. 2.ed. Madrid: Biblioteca Castro; Fundación José Antonio de
Castro, 2008. 674 p. [860-1=60 G638o] Q:2
MONTORO SANCHIS, A. Poética Española. [860 M798p] Q:1
GESTÃO DA EDUCAÇÃO E DO TRABALHO ESCOLAR
Carga horária:
72h
Estudo da gestão educacional no âmbito do(s) sistema(s), com foco no
planejamento e na/da escola como organização social e educativa: concepções,
características e elementos constitutivos do sistema de organização e gestão do
trabalho escolar, segundo pressupostos teóricos e legais vigentes, na perspectiva do
planejamento participativo, tendo como eixo o projeto político-pedagógico.
Referências básicas
LIBÂNEO, J. C. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 6. ed (ver. e
ampl.) São Paulo: Heccus Editora, 2001. [371.2 L694o] Q:11
VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e
projeto político-pedagógico. São Paulo: Libertad, 2005. [37.014.542 V331p] Q:29
VEIGA, I. P. A.(org). Quem sabe faz a hora de construir o projeto
político-pedagógico. Campinas, SP: Papirus. [E-book]
Referências complementares
DAVIS, Claudia (org). Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro: DP&A,
2002. [371 G393] Q:11
GANDIN, Danilo. Soluções de planejamento para uma prática estratégica e
participativa. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013. [37.014.542 G195s] Q:10
LIMA, Licínio. A escola como organização educativa. 4ª ed. São Paulo: Cortez,
2003. [371.2 L732e] Q:28
VASCONCELLOS, Celso dos S. Coordenação do trabalho pedagógico: do projeto
político-pedagógico ao cotidiano da sala de aula. São Paulo: Libertad, 2009. [37.013
V331c] Q:16

71
VEIGA, I. P. A. e FONSECA, Marilia (orgs.). As dimensões do projeto
político-pedagógico. São Paulo: Papirus, 2010. [37 V426d] Q:45

Código:
Ementa

Referências
Bibliográfi
cas

Disciplina:
Código:
Ementa

ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA ESPANHOLA 3
Carga horária:

90h

Vivência e análise crítica dos processos didáticos-pedagógicos que ocorrem na escola e em
outros espaços educativos. A dimensão dos processos de ensino-aprendizagem e relação
teórico-prática no cotidiano escolar: concepção de currículo; seleção e organização dos
conteúdos; metodologia de ensino; livro didático, considerando análise crítica de seus textos
e exame permanente da reestruturação de seu conteúdo e avaliação da aprendizagem.
Atenção para o trabalho com temas transversais. Ação docente, entendida como regência de
classe, contendo a elaboração e operacionalização de projetos pedagógicos. Transformação
de atividades com base no letramento crítico. Uso de canções nas aulas de ELE. Uso das
TIC no ensino-aprendizagem de língua espanhola com ênfase no conhecimento de diversas
possibilidades para preparar atividades interativas e elaboração de projetos breves
envolvendo as tecnologias digitais.
Referências básicas
JACOBS, George M.; GOH, Christine Chuen Meng. O aprendizado cooperativo na sala
de aula. São Paulo: SBS, c2008. [371.3 J17c] Q:3
MARCELO GARCÍA, Carlos. Formação de professores para uma mudança
educativa. Porto, Portugal: Porto, 1999. 271 p. [371.13 M314f] Q:6
MORENO, Concha. Materiales, estrategias y recursos para la enseñanza del español
como L/2. Madrid: Arco/Libros, 2011. [371.3:806.0] Q:8
Complementares
HADLEY, Gregory. Pesquisa de ação em sala de aula. São Paulo: SBS, 2004. [811 H131a]
Q:3
LEWIS, M. Feedback em aulas de idiomas. São Paulo: 2003. [811:37 L675g] Q:3
MARTINEZ, Pierre, (Trad.). Didática de línguas estrangeiras. São Paulo: Parábola, 2016.
[811:371.3 M385d] Q:3
RICHARDS, Jack C. Planejamento de metas e objetivos em programas de idiomas. São
Paulo: SBS, 2003. [811:37 R498p] Q:3
UNESCO. Escritório regional de educação para América Latina e Caribe. Boletin de
Educacion. Santiago: Oficina Regional de Education, 1967 [P 37(05) B688] Q:4
PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR 4: COMPREENSÃO E
PRODUÇÃO ORAL EM LÍNGUA ESPANHOLA 2
Carga horária:
80h
Aprofundamento das destrezas orais em língua espanhola. A expressão oral e a
compreensão auditiva como habilidades linguísticas enquanto processo cognitivo e
comunicativo: sua incidência no espaço de ensino de língua espanhola na educação
básica. Atividades práticas que configuram propostas de elaboração de materiais,
focalizando um processo de aprendizado autônomo, reflexivo e crítico em relação
aos gêneros orais (destrezas ativas e interpretativas). As variantes sociolinguísticas
da língua espanhola. O discurso oral coloquial e o formal. Tema transversal:
Estratégias de educação ambiental com base nas possibilidades que oferecem as
novas tecnologias em comunicação: o papel determinante das redes sociais.

72
Referências
Bibliográficas

Referências básicas
ALVES, Clair. A arte de falar bem.Petrópolis: Vozes, 2010. [82.085 A474a] Q:10
MARCUSCHI, Luiz. Análise da conversação. São Paulo: Ática, 2007. [E-book]
ZACCHI, Vanderlei J.; GOMES, Vera Gomes. Letramentos e mídias: música,
televisão e jogos digitais no ensino de língua e literatura. Maceió: Edufal, 2015. [CE
37:007 L645] Q:27
Referências complementares
CALZADO, A. Con el español que se habla hoy en España y en América
Latina, Madrid: Ediciones SM, 2002. [806.0 C171g] Q:5
FROMM, Guilherme; LIMA-HERNANDES, Maria Célia (Org.). Domínios de
linguagem III: práticas pedagógicas 2. São Paulo: 2003. [371.13 D671] Q:1
LLOBERA, M. Competencia comunicativa: documentos básicos en la enseñanza
de lenguas extranjeras. Madrid: Edelsa, 1995. [800.7 C737] Q:3
MILANI, Esther Maria. Gramática de espanhol para brasileiros. 4. ed. São
Paulo: Saraiva, 2011. [806.0-5 M637g] Q: 1
THELMA GUIMARÃES. Comunicação e linguagem. Pearson [E-book]

OITAVO PERÍODO
Disciplina:
Código:
Ementa
Referências
Bibliográfica
s

LITERATURAS DE LÍNGUA ESPANHOLA 2
Carga horária:
72h
Panorama crítico da literatura espanhola e hispano-americana produzida entre os séculos
XVIII e XIX, mediante a leitura das obras mais representativas do período, fazendo
ênfases na relação entre literatura, produção artística e contexto histórico.
Referências básicas
Antología Cátedra de poesía de las letra hispánicas – 2005. [860-1=60 A634] Q:3
CECIL JEANINE ALBERT ZINANI. História da literatura. Educs 204 [E-book]
VIAGEM à literatura americana contemporânea. Rio de Janeiro: Nordica, 1985. 517p.
[820(73) V598] Q:2
Referências complementares
HERNÁNDEZ, Guillermo; RELLÁN, Clara. Aprendiendo a escribir: técnicas de
estudios y comentario crítico. Madrid: Sociedad General Española de Librería, 2001.
[806.0-5=60 H557a] Q:5
JOZEF, Bella. Romance hispano-americano. São Paulo: Ática, 1986. 206 p. [860 J89r
1987] Q:1
OVIEDO, José Miguel. Historia de la literatura hispanoamericana. Madrid: Alianza
Editorial, c1995. [860(7/8)(091) O49h] Q:3
POUND, Ezra. ABC da literatura. 11. ed. São Paulo, SP: Cultrix, 2006. 218 p. [82.09
P876a] Q:5
WEINSCHELBAUM, Violeta. UNESCO. Vinte ficções breves: antologia de contos
argentinos e brasileiros contemporâneos = Veinte ficciones breves : antología de
cuentos argentinos e brasileños contemporáneos . Brasília (DF): UNESCO, c2003.
[821(81)-82 V789] Q:1

Disciplina:
Código:

ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE LÍNGUA ESPANHOLA 4
Carga horária:

Ementa

Vivência e análise crítica dos processos didáticos-pedagógicos que ocorrem na escola e
em outros espaços educativos. Ação docente, entendida como regência de classe,
contendo a elaboração e operacionalização de projetos pedagógicos. Transformação de
atividades com base no letramento crítico, letramento multimodal e uma pedagogia de
multiletramentos. Uso das TIC no ensino-aprendizagem de língua espanhola com
ênfase no conhecimento de diversas plataformas e possibilidades de atividades e
projetos mais complexos envolvendo as tecnologias digitais.

130h

73
Referências
Bibliográficas

Referências básicas
BÁSICA
ALMEIDA FILHO, José Carlos P. de. Dimensões comunicativas no ensino de
línguas. 3. ed. Campinas, SP: Pontes, 2008. [800.7 A447d] Q:16
BURIOLLA, Marta Alice Feiten. O estágio supervisionado. São Paulo: Cortez, 1995.
176 p [Número de chamada: 364.01 B958e] Q:18
PICONEZ, Stela C. Bertholo (coord.). A prática de ensino e o estágio
supervisionado. Papirus (Ebook)
COMPLEMENTARES
DUTRA, Eduardo de Oliveira; SIMIONI, Taise (Org.). O ensino do
espanhol: caminhos e perspectivas. Campinas, SP: Pontes, c2017. [811:371.3 E56] Q:3
FARRELL, Thomas S. C. Planejamento de atividades de leitura para aulas de
idiomas. São Paulo: SBS, 2003. [811:37 F245p] Q:3
MCKAY, Sandra. O professor reflexivo: guia para investigação do comportamento em
sala de aula. São Paulo: SBS, 2009. [371.3 M478r] Q:3
MENDONÇA, M. (Orgs.). Múltiplas linguagens para o ensino médio. São Paulo:
Parábola Editorial, 2013, p. 19-42. [800.7 M961] Q:1
MENEZES, Vera Lúcia (org.). Interação e aprendizagem em ambiente virtual. 2. ed.
Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010. 405 p [37:004 I61] Q:6

Disciplina:

ELETIVA: TÓPICOS ESPECIAIS EM LÍNGUA ESPANHOLA E LÍNGUA
ESPANHOLA E SUAS LITERATURAS
Carga horária:
72h
A disciplina aborda temas pontuais da língua espanhola e suas literaturas em função
de necessidades conjunturais; seu conteúdo contempla temas que, embora abordados
nas disciplinas obrigatórias, demandam um desenvolvimento específico.
Referências básicas e complementares
A referência bibliográfica da disciplina será conforme o/s tema/s propostos no
semestre da oferta.

Código:
Ementa
Referências
Bibliográficas

Disciplina:
Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

ELETIVA: TÓPICOS ESPECIAIS EM ENSINO-APRENDIZAGEM DE
LÍNGUA ESPANHOLA E LÍNGUA ESPANHOLA E SUAS LITERATURAS
Carga horária:
72h
A disciplina aborda temas pontuais do ensino e aprendizagem de língua espanhola e
suas literaturas em função de necessidades conjunturais; seu conteúdo contempla temas
que, embora abordados nas disciplinas obrigatórias, demandam um desenvolvimento
específico.
Referências básicas e complementares
A referência bibliográfica da disciplina será conforme o/s tema/s propostos no semestre
da oferta.

NONO PERÍODO
Disciplina:
Código:
Ementa

LITERATURAS DE LÍNGUA ESPANHOLA 3
Carga horária:

72h

Apresentar ao aluno um panorama crítico da literatura espanhola e hispano-americana
produzida nos séculos XX e inícios do XXI, mediante a leitura das obras mais
representativas do período, fazendo ênfases na relação entre literatura, produção
artística e contexto histórico. Tema transversal: Relações étnico-raciais (o negrismo
na literatura caribenha).

74
Referências
Bibliográficas

Referências básicas
BORGES, Jorge Luis. El libro de arena. Madrid: Alianza, 1983. [860(82)-34 B732]
Q:5
NERUDA, Pablo. Confieso que he vivido. Espanha: Plaza & Jones, 2002. [929
N454c] Q:1
RESENDE, Beatriz (org.). A literatura latino-americana do século XXI. São
Paulo: Aeroplano, 2005. 188 p. [82(7/8=6) L776] Q:5
Referências complementares
ANUARIOS BRASILEÑOS DE ESTUDIOS HISPÁNICOS. [P 801(05) A627] Q:9
BENEDETTI, Mario. Andamios. Ciudad de México: Alfaguara, 1997. [860-31=60
B462a] Q:1
BORGES, Jorge Luis. Antologia poética: 1923-1977. Madrid: Alianza, 1997.
[860(82)-1 B644a] Q:2
GARCÍA LORCA, Federico. La casa de Bernarda Alba.
RUIZ, Ramón Francisco. Historia del teatro español: siglo XX. 2005.
[792(460)(091)] Q:1

Disciplina:

PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR 5: DESENVOLVIMENTO
DA COMPETÊNCIA SOCIOCULTURAL EM LÍNGUA ESPANHOLA
Carga horária:
100h
Estudo e aprofundamento sobre a produção artística dos países hispânicos, por meio
do conhecimento da produção literária, musical e cinematográfica, dentre outras
expressões artísticas, em relação com seus contextos sociais, históricos, políticos e
culturais, além de sua respectiva dimensão pedagógica, voltada à reflexão e
elaboração de materiais didáticos para o ensino de língua espanhola na educação
básica.
Referências básicas
GOTLIB, Nádia Battella. Teoria do conto. 11. ed. Ática (Ebook)
FINOCCHIO, Silvia: Lo evidente y lo latente: la educación en los procesos de
integración. In: Revista Todavía n. 01. Buenos Aires: Fundación OSDE: 2002.
Disponível em:
<http://issuu.com/fundacionosde/docs/todavia-01?e=15446004/32119889>. Acesso
em: 28 de Out. de 2016.
TAVARES, Roseanne Rocha (Org.). Língua, cultura e ensino. Maceió: EDUFAL,
2006. [CE 800.7 L755] Q:7
Referências complementares
CANCLINI, Néstor García. De la unidad latinoamericana a los encuentros dudosos.
In: Revista Todavía n. 16. Buenos Aires: Fundación OSDE, 2007. Disponível em:
<http://issuu.com/fundacionosde/docs/todavia-16?e=15446004/32071998>. Acesso
em: 28 de Out. 2016.
CORTÁZAR, Julio. Cuentos completos: 1. Madrid: Alfaguara, 2008.
[860(82)-34=60 C827c] Q:2
CORTÁZAR, Julio. Cuentos completos: 2. Madrid: Alfaguara, 2007.
[860(82)-34=60 C827c] Q:2
GALEANO, Eduardo. O teatro do bem e do mal. Porto Alegre: L&PM, 2006.
[860(899)-4 G151] Q:1
MAITENA: Todo superadas. Buenos Aires: Sudamericana, 2007. [860-36=60
M232t]2
QUEIROZ, Jozefh. Humor em quadrinhos: narrativas gráficas brasileiras e
argentinas em foco. Maceió: EDUFAL, 2015. [CE 869.0(81)-09 Q3h] Q:3

Código:
Ementa

Referências
Bibliográficas

75
4.1.6.2 Atividades Acadêmicas Científico Culturais
A fim de atender às prerrogativas da Resolução nº 06/2018 CONSUNI/UFAL,
aprovada pelo Conselho Universitário (CONSUNI) da Universidade Federal de
Alagoas, em consonância com as recomendações do Ministério da Educação (MEC)
para a composição curricular das licenciaturas, o curso de Letras–espanhol prevê uma
carga horária de 200 horas relacionadas a Atividades Acadêmico-Científico-Culturais.
De acordo com o MEC, as atividades acadêmico-científico -culturais têm a finalidade
de enriquecer o processo de ensino-aprendizagem, privilegiando a complementação da
formação social e profissional. O que caracteriza este conjunto de atividades é a
flexibilidade de carga horária semanal, com controle do tempo total de dedicação do/da
estudante durante o semestre ou ano letivo, de acordo com o Parecer do CNE/CES nº
492/2001 e com a Resolução nº2/2015.
O/a licenciando/a validará, obrigatoriamente, essa carga horária através da
apresentação de comprovantes de participação em atividades desenvolvidas, ao menos,
em dois eixos diferentes:
a) Apresentação de trabalhos em eventos acadêmicos
b) Atuação como bolsista em áreas diversas relativas ao curso de Letras
c) Cursos de curta duração ministrados
d) Docência em curso de extensão
e) Docência no ensino básico
f) Estágio extracurricular não obrigatório
g) Monitoria
h) Monitoria em atividades de extensão
i) Participação como ouvinte em eventos
j) Participação como sujeito de pesquisa
k) Participação em apresentações e/ou exposições culturais como peças de
teatro, dança, mostras de filmes, feiras de cultura, feiras de livros, grupos de debates,
museus e centros históricos, eventos esportivos, entre outras atividades a critério da
coordenação de curso.
l) Participação em cursos de curta duração relacionados à área de Letras
m) Participação em cursos de língua adicional
n) Participação em grupos de pesquisa
o) Participação em programas de intercâmbio

76
p) Participação em projetos de iniciação à docência
q) Participação em projetos de iniciação à pesquisa
r) Participação na organização de eventos
s) Publicação de artigos em periódicos reconhecidos pela CAPES (Coordenação
de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior)
t) Publicação de resumos em anais de congressos
u) Representação estudantil
v) Tutoria em EaD
w) Outras atividades, a critério da coordenação de curso, mediante consulta
prévia.

4.1.6.3 Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) segue a Resolução n. 001/2017 de
31 de maio de 2017 da Faculdade de Letras (Anexo V) que estabelece normas para a
elaboração.
Além da integralização em aulas/atividades previstas para o Curso de Língua
Espanhola, é ainda condição para a finalização do curso a apresentação de um Trabalho
de Conclusão de Curso. O TCC corresponde a 45 horas, que serão integralizadas na
carga-horária total do curso.
O objetivo geral do TCC é propiciar aos/às alunos/as do Curso de Letras a
oportunidade de produzir um trabalho acadêmico-científico relacionado aos estudos
linguísticos e literários, constantes do desenho curricular de Letras Espanhol, e
elaborado segundo as normas contidas no Padrão UFAL de Normalização ou na
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
O TCC de Letras Espanhol consistirá em uma pesquisa de caráter monográfico,
apresentada

em

forma

de

monografia

ou

artigo

científico,

desenvolvida

individualmente.
A pesquisa de que resultará o TCC deverá ser iniciada no nono semestre e será
acompanhada por um professor-orientador e supervisionada pelo coordenador do TCC,
professor designado especialmente para esta função, a quem compete ainda o
encaminhamento

de todos os procedimentos

desenvolvimento do trabalho pelo aluno.

necessários para o

adequado

77
O/A aluno/a deverá solicitar orientação a um/a professor/a da Fale ou de outras
Unidades Acadêmicas da UFAL, de áreas afins e que tenham produção e/ou experiência
vinculada à área de estudos do trabalho, que lhe dará uma carta de aceite. Após
conclusão do TCC, o/a aluno/a deverá entregar a monografia ou o artigo ao orientador
no prazo máximo de sessenta dias antes do término do 8º período, em 3 exemplares,
para ser encaminhada aos membros da banca examinadora.
A banca examinadora será presidida pelo/a orientador/a do TCC, e composta por
mais dois/duas docentes da Fale, de outras unidades acadêmicas da UFAL, ou de
instituições públicas de ensino superior. Os critérios de avaliação do TCC serão os
seguintes:
a) relevância do tema;
b) adequação da fundamentação teórico-metodológica ao tema;
c) equilíbrio e inter-relação na divisão das partes do trabalho;
d) utilização da linguagem acadêmica na redação; e
e) atendimento aos padrões e às normas técnicas de produção de trabalhos científicos
presentes no Padrão UFAL de Nomalização e/ou nas mais recentes normas da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
A formatação do TCC deve apresentar os seguintes requisitos:
a) a digitação deve ser em espaço 1,5, o papel em formato A-4, a fonte 12, o tipo de
letra
Times New Roman;
b) as margens inferior e direita devem ter 2,0 cm cada;
c) as margens superior e esquerda devem ter 3,0 cm;
d) a encadernação deverá ser em forma impressa simples, sem a exigência de brochura;
e) o TCC deve ter, no mínimo, 15 e, no máximo, 50 páginas da introdução à conclusão,
caso apresente-se no formato monografia; no formato artigo, deve ter, no mínimo, 15 e,
no máximo, 20 páginas.
A capa e a folha de rosto da versão definitiva do TCC (monografia ou artigo)
deverão seguir o modelo do Padrão UFAL de Normalização.
Para aprovação, o/a aluno/a deverá obter nota igual ou superior a 7,0 (sete
inteiros).

78
4.1.6.4 Interdisciplinaridade e Flexibilização Curricular
A formação docente com enfoque interdisciplinar tem sido um grande desafio
para as instituições formadoras nas últimas décadas. Na busca de promover a formação
nesta perspectiva, a interdisciplinaridade norteará as disciplinas dos três eixos da matriz
curricular: o Núcleo de Estudos de Formação Específica, o Núcleo de Aprofundamento
e Diversificação e o Núcleo de Estudos Integradores. Além disso, o aluno deve cumprir
uma carga horária de 72 horas de disciplina eletiva. Essa carga horária eletiva pode ser
cumprida pelo aluno por meio da escolha de conteúdos, ou seja, as disciplinas do núcleo
de formação obrigatória dos outros Cursos de Letras desta Faculdade poderão ser
computadas como disciplina eletiva do Curso de Letras Espanhol.
Essa forma de estruturação do curso permite ao aluno a participação na sua
própria formação, conforme sugere o Parecer CNE/CES 492/2001 (2001, p.29):
Os princípios que norteiam esta proposta de Diretrizes Curriculares são
a flexibilidade na organização do curso de Letras e a consciência da
diversidade/heterogeneidade do conhecimento do aluno, tanto no que se
refere à sua formação anterior, quanto aos interesses e expectativas em
relação ao curso e ao futuro exercício da profissão.

79
5 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO
O ensino de graduação adotará políticas centradas em três grandes eixos, visando
à melhoria contínua da oferta de seus cursos, a formação cidadã, o reconhecimento pela
sociedade e a garantia de formação adequada ao perfil de egresso desejado. Isso passa
necessariamente por inovação e qualificação, internacionalização e gestão acadêmica.
(PDI UFAL, 2019-2024)
5.1 Inovação e Qualificação
Segundo o Plano de Desenvolvimento Institucional da Universidade Federal de
Alagoas (2019-2024), a universidade deve possibilitar uma revisão permanente dos seus
projetos pedagógicos, incluindo nesse debate os novos desenhos curriculares, inclusive
aqueles já implantados quando da interiorização, observando novas tendências e desafios
para a sociedade em um mundo contemporâneo e buscando sempre novas práticas
pedagógicas, a saber:
1.Elevar a qualidade dos cursos de graduação e de ensino profissional e tecnológico
da Ufal
2. Ampliar a oferta de cursos graduação e de ensino profissional e tecnológico da
Ufal
3. Ampliar o número de formandos anuais em relação aos ingressantes
4. Elevar a qualidade da pós-graduação
5. Aumentar o potencial de inovação da Ufal
6. Expandir o processo de incubação
7. Elevar a qualidade de pesquisa na Ufal
8. Ampliar a oferta de vagas em cursos de pós-graduação stricto sensu
9. Ampliar o alcance e o impacto social das ações de extensão integrada ao ensino e
à pesquisa
10. Desenvolver os aspectos pedagógico, formativo e organizativo a partir das
diretrizes institucionais para a extensão da Ufal.

A universidade não deve perder de vista que uma formação completa implica
considerar a inclusão dos estudos dos direitos humanos, da sustentabilidade, da
acessibilidade, das questões étnicos raciais e afrodescendentes.

80
As descrições destas ações podem ser consultadas em suas respectivas seções
descritas neste documento.
5.2 Internacionalização
A Ufal participa do Programa Idiomas Sem Fronteiras (ISF)4 desde 2013. O
Programa é responsável por duas grandes ações: oferta de cursos de línguas
estrangeiras/adicionais pelo Núcleo de Línguas; e aplicação de testes de nivelamento e
de proficiência por meio do Centro Aplicador de Testes. Hoje o Núcleo de Línguas
(NuCli/ISF/UFAL) oferece cursos presenciais de espanhol, francês, inglês e português
para estrangeiros.
O Programa ISF objetiva promover ações para uma política linguística visando à
internacionalização das Instituições de Ensino Superior no Brasil, propiciando espaços
para uma formação (inicial ou continuada) do profissional voltada para atender as
demandas locais e globais visando à internacionalização. Os professores, durante sua
permanência de até 24 meses no Programa, participa da residência docente que
favorece, incentiva e valoriza a pesquisa qualitativa sobre os vários aspectos (macros ou
micros) envolvidos no ensino-aprendizagem de línguas para fins específicos
(acadêmicos). O programa é mais uma possibilidade aos discentes do curso para
construírem uma formação profissional mais informada, crítica e reflexiva.
5.3 A Responsabilidade Social
A Universidade Federal de Alagoas não se considera proprietária de um saber
pronto e acabado que vai ser oferecido à sociedade, mas, ao contrário, ao participar
dessa sociedade, é sensível aos seus saberes, problemas e apelos, quer através dos
grupos sociais com os quais interage, quer através das questões que surgem de suas
próprias atividades de ensino, de pesquisa e de extensão.
Atenta aos movimentos sociais, priorizando ações que visem à superação das
atuais condições de desigualdade e exclusão existentes em Alagoas, no Nordeste e no
Brasil, a ação cidadã da UFAL não pode prescindir da efetiva difusão do conhecimento
nela produzido. Portanto, as populações, cujos problemas tornam-se objeto da pesquisa
4

Informações sobre o Programa Idiomas Sem Fronteiras podem ser obtidas em: http://isf.mec.gov.br/

81
acadêmica são, também, consideradas sujeito desse conhecimento, o que lhes assegura
pleno direito de acesso às informações e produtos então resultantes.
Neste sentido, a prestação de serviços é considerada produto de interesse
acadêmico, científico, filosófico, tecnológico e artístico do ensino, da pesquisa e
extensão, devendo ser a realidade e sobre a realidade objetiva, produzindo
conhecimentos que visem à transformação social.
O curso de Letras Espanhol poderá atuar em relação à responsabilidade social
desenvolvendo projetos voltados para a melhoria das dificuldades encontradas relativas
ao ensino-aprendizagem da Língua Espanhola, nos municípios onde os alunos vivem,
bem como desenvolvendo suas pesquisas pessoais nessas regiões, além de poder
participar de formações continuadas de professores na área em questão.
5.4 Acessibilidade
A UFAL possui um núcleo de estudos (Núcleo de Acessibilidade - NAC)
voltado para o entendimento das necessidades postas para o seu corpo social, no sentido
de promoção de acessibilidade e de atendimento diferenciado aos portadores de
necessidades especiais em atenção à Política de Acessibilidade adotada pelo MEC e à
legislação pertinente.
O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado especial,
haja vista a forma atual de identificação dos/das estudantes: auto-declaração. Por outro
lado, a UFAL tem investido na capacitação técnica de seus servidores para o
estabelecimento de competências para diagnóstico, planejamento e execução de ações
voltadas para essas necessidades.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, junta-se
agora o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de
Acessibilidade, qual sejam a acessibilidade: pedagógica, metodológica, de informação e
de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica do curso atenta para o que rege o
art. 59 da Lei 12.764/2012, que afirma: “Os sistemas de ensino assegurarão aos
educandos com necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos
educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades”.
Assim, o Núcleo de Acessibilidade foi criado em outubro de 2013 e desde então
tem consolidado suas ações na Instituição, e, de acordo com a Lei 13.146/2015 visa

82
“assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das
liberdades fundamentais da pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e
cidadania”.
Em 17 de fevereiro de 2017 foi inaugurada a sua nova sede, no Centro de
Interesse Comunitário (CIC), com 3 salas, as quais são utilizadas para reuniões com
estudantes, professores, coordenadores e familiares, bem como há a produção de
materiais demandados por discentes com deficiência atendidos.
Atualmente, o NAC conta com uma coordenação, um revisor em Braille, 12
(doze) bolsistas de apoio ao estudante com deficiência (selecionados por edital
específico) e um psicólogo clínico. O próprio dimensionamento dessas necessidades
merece um cuidado especial, haja vista a forma atual de identificação dos alunos: a auto
declaração. Assim, professores e estudantes com deficiência, precisam solicitar
atendimento educacional especializado e, este ocorre continuamente e de acordo com as
suas necessidades. O NAC ainda disponibiliza o empréstimo de equipamentos de
acessibilidade, como livros e máquina para escrita em Braile, por exemplo. Os
acompanhamentos são avaliados ao final de cada semestre por professores dos/as
estudantes com deficiência e pelos/as próprios/as estudantes, com a finalidade de
aperfeiçoar os serviços oferecidos.
Além deste acompanhamento, o NAC tem investido na formação da comunidade
universitária com a proposição de projetos, cursos e oficinas (Tecnologia Assistiva Deficiência Visual e Deficiência Física, Estratégias de Ensino do Surdo cego, Práticas
Inclusivas na Educação Superior, Sextas Inclusivas, entre outros).
Por outro lado, a UFAL tem investido na capacitação técnica de seus servidores
para o estabelecimento de competências para diagnóstico, planejamento e execução de
ações voltadas para essas necessidades. Para tal atendimento a UFAL assume o
compromisso de prestar atendimento especializado aos alunos portadores de deficiência
auditiva, visual, visual e auditiva e cognitiva sempre que for diagnosticada sua
necessidade. Procura-se, desta forma, não apenas facilitar o acesso, mas estar sensível às
demandas de caráter pedagógico e metodológico de forma a permitir sua permanência
produtiva no desenvolvimento do curso. À luz do Decreto Nº 5.296, de 2 de dezembro
de 2004 – Regulamenta a Lei n. 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade
de atendimento às pessoas que especifica, e a Lei n. 10.098, de 19 de dezembro de
2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da

83
acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá
outras providências.
A partir de 2016, o NAC ainda tem atuado na intermediação com os diferentes
órgãos da UFAL, principalmente junto à SINFRA, PROGRAD e PROEST, para a
minimização de possíveis barreiras (físicas e acadêmicas) à permanência do estudante
com deficiência, como preconiza a Lei 10.098/2000, que estabelece normas gerais e
critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de
deficiência ou com mobilidade reduzida. Aqui, merece destaque a construção de
calçadas táteis, rampas de acesso aos prédios, corrimãos, adaptações de banheiros e
salas de aula, entre outras obras necessárias à permanência dos estudantes e professores
com deficiência na universidade.
Com relação ao atendimento de discentes com Transtorno do Espectro Autista,
conforme disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012, incluso no
instrumento de avaliação dos cursos de graduação do INEP de junho de 2015, a
Universidade Federal de Alagoas, nesse momento fomenta estudos e debates no intuito
de constituir uma política institucional que explicite ações neste âmbito e que
fundamente os cursos de graduação desta instituição em metodologias e ações
atitudinais que visem a inclusão de pessoas com este transtorno. Os discentes com
transtorno do espectro autista também são atendidos pelo NAC.
Para ampliar o número de estudantes acompanhados, está em andamento visita
às coordenações do curso para a distribuição de materiais de divulgação do NAC, bem
como a elaboração de campanha institucional para difundir o Núcleo nas redes sociais,
pela Assessoria de Comunicação (ASCOM).
De forma institucional, os coordenadores e professores do curso vêm sendo
estimulados a participar de capacitações pedagógicas e humanísticas relacionadas às
políticas de inclusão da pessoa com deficiência na educação, no qual estudantes também
têm acesso a esses eventos.
Entretanto, em caso de comprovada necessidade de apoio às atividades de
comunicação, locomoção, alimentação e cuidados pessoais a pessoa com transtorno do
espectro autista ou outra deficiência será também disponibilizado pela IES profissional
para apoio nos termos da legislação 12.764/2012.
Ressalta-se ainda

que a

Inclusão Digital é uma das ações de assistência

estudantil do PNAES desenvolvidas pela Proest na Ufal por meio do Centro de Inclusão
Digital (CID), que é um espaço que tem como objetivo ampliar o acesso ao mundo

84
digital, disseminando o uso da tecnologia para os/as estudantes de graduação da Ufal.
Para isso, o CID oferta cursos na área de Informática, impulsionando a carreira
acadêmica e os/às preparando para o mercado profissional.
Alguns dos cursos oferecidos são: Informática Básica; Manutenção de
Computadores; Canva; Referências Bibliográficas; Atlas.ti; NVDA; AutoCad; Planilhas
Eletrônicas; Ferramentas do Google; Corel Draw; Edição de Fotos e Vídeos;
Formatação de Trabalhos Acadêmicos; Elaboração de Currículo Lattes; entre outros.
Assim, o/a graduando/a também poderá utilizar o espaço para realizar seus estudos,
projetos e pesquisas. No entanto, durante o período dos cursos ofertados, as salas ficam
reservadas exclusivamente para a ministração das aulas.
5.5 Inclusão e Política de Cotas
Resolução 33 de 2003 - POLÍTICA DE COTAS
No ano de 2015 foram reservadas 40% (quarenta por cento) das vagas de cada
curso e turno ofertados pela UFAL para os alunos egressos das escolas públicas de
Ensino Médio. Destas, 50% (cinquenta por cento) das vagas foram destinadas aos
candidatos oriundos de famílias com renda igual ou inferior a 1,5 salário mínimo (um
salário mínimo e meio) bruto per capita e 50% (cinquenta por cento) foram
destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou superior a 1,5
salário mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita. Nos dois grupos que
surgem depois de aplicada a divisão socioeconômica, serão reservadas vagas por
curso e turno, na proporção igual à de Pretos, Pardos e Indígenas (PPI) do Estado de
Alagoas, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) de 2010, que corresponde a 67,22% (sessenta e sete vírgulas vinte e dois por
cento). A meta da UFAL é destinar até o ano de 2016 50% de suas vagas a alunos
egressos de escolas públicas.
O Curso de Letras Espanhol propicia essa inclusão ao possibilitar que pessoas
que não teriam a oportunidade de fazer um curso superior, possam graduar-se,
independentemente do distanciamento em relação à Ufal, da classe social da qual faça
parte e da disponibilidade de tempo em horário regular, para fazer seus estudos.

85
5.6 Fundamentos da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS
O componente curricular Fundamentos da Língua Brasileira de Sinais (Libras é
obrigatório nas licenciaturas e no curso de Pedagogia e de Letras (Art. 3º do Decreto 5.626
de 22 de dezembro de 2005, Lei 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua
Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000). Nos
demais cursos de graduação é opcional, devendo constar na lista dos componentes
curriculares complementares. O curso de Letras Espanhol oferece a disciplina Fundamentos
da Língua Brasileira de Sinais (Libras) como disciplina obrigatória na matriz curricular,
prevista para o quinto período.

5.7 Apoio ao Discente
As políticas de apoio aos discentes se fundamentam no PDI/UFAL e nos
princípios e diretrizes estabelecidos pelo Plano Nacional de Assistência Estudantil –
PNAES, que objetiva viabilizar a igualdade de oportunidades entre todos os estudantes
e contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico, a partir de medidas que buscam
combater situações de repetência e evasão (Decreto nº 7.234, de 19 de julho de 2010).
Apoia, prioritariamente, a permanência de estudantes em situação de
vulnerabilidade e risco social matriculados em cursos de graduação das Instituições
Federais de Ensino Superior – IFES. Sua instância de discussão e resolução é o Fórum
Nacional de Pró-reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis – FONAPRACE,
realizado anualmente, no qual a UFAL tem assento. Na ocasião são feitos diagnósticos e
reflexões sobre a realidade estudantil nas IFES e se estabelecem as diretrizes e linhas de
ação das Pró-Reitorias em nível nacional.
De acordo com o PDI/UFAL, as políticas discentes da instituição vão além do
PNAES, pois trabalham também com a perspectiva de universalidade no atendimento
dos estudantes que frequentam o espaço universitário. Assim, podem ser identificados:
- Apoio pedagógico: busca reforçar e/ou orientar o desenvolvimento acadêmico;
apoio ao acesso às tecnologias de informação e línguas estrangeiras, com a oferta de
cursos para capacitação básica na área. Atenção aos discentes como forma de
orientá-los na sua formação acadêmica e/ou encaminhá-los/as a profissionais
específicos para atendimento, por meio da observação das expressões da questão social.

86
Articulação com as Coordenações de Curso sobre dificuldades pedagógicas desses
alunos e planejamento para superação das mesmas. Ex.: PAINTER, Monitoria, Tutoria.
- Estímulo à permanência: atendimento às expressões da questão social que
produzem impactos negativos na subjetividade dos estudantes e que comprometem seu
desempenho

acadêmico; atendimento

psicossocial realizado por profissionais

qualificados, visando ao equilíbrio pessoal para a melhoria do desempenho acadêmico;
atendimento do estudante na área da saúde com assistência médica e odontológica;
fomento à prática de atividades físicas e de esporte; promoção de atividades
relacionadas à arte e cultura no espaço universitário; implementação de bolsas
institucionais que visam ao aprimoramento acadêmico. Ex.: Bolsa Permanência
(Pró-Graduando).
- Apoio financeiro - disponibilização de bolsa institucional a fim de incentivar os
estudantes de graduação, mediante sua participação em projetos de assuntos de interesse
institucional, de pesquisa e/ou de extensão universitária, que contribuam para sua
formação acadêmica; disponibilização de bolsas aos discentes em situação de risco e
vulnerabilidade social, prioritariamente, a fim de ser provida uma condição favorável
aos estudos, bem como ser uma fonte motivadora para ampliação do conhecimento,
intercâmbio cultural, residência e restaurante universitários. Ex.: PIBID, PIBIC.
- Organização estudantil – ação desenvolvida por intermédio de projetos e ações
esportivos, culturais e acadêmico-científicos, promovidos pela universidade ou pelos
estudantes. Alguns espaços físicos são reservados para as atividades dos centros
acadêmicos, para colaborar com a ampliação dos espaços de discussão e diálogo que
contribuam para a formação política dos estudantes. Ex.: Centros Acadêmicos, DCE.
- Plano de acompanhamento do assistido – proporciona uma maior segurança
para o aluno quanto à sua possibilidade de sucesso na instituição, evitando assim um
aumento da retenção e/ou da evasão. Evita também a acomodação do/da estudante ao
longo do curso. Busca a reorientação e a preparação para a sua saída, diminuindo a
ansiedade entre a academia e o mercado de trabalho. Ex.: Estágios.
5.8 Integração entre ensino, pesquisa e extensão
Seguindo o que preceitua a Constituição (1988), a Lei de Diretrizes de Bases da
Educação Nacional (1996) e o Plano Nacional de Educação (2014-2024), a
Universidade Federal de Alagoas se constitui a partir do princípio da indissociabilidade

87
entre ensino, pesquisa e extensão, tendo em vista a formação de profissionais, a
transformação da sociedade e da própria universidade e a produção, preservação e
difusão culturais.
5.8.1 Política de Extensão

A LDB (lei 9.394/96) traz entre seus princípios a necessidade da diversificação
dos cursos superiores e a flexibilização dos projetos acadêmicos, permitindo às IES
adequarem os projetos pedagógicos às respectivas naturezas institucionais, às realidades
regionais e às finalidades inerentes aos cursos, tanto se voltados à formação profissional
quanto às ciências ou às artes. Cumpre destacar que tais diretrizes se associam à
premissa da educação continuada, a qual afirma que a graduação superior é apenas uma
etapa do processo de ensino e aprendizagem e não o seu término. Deve-se salientar
também que, como contrapeso à tendência de diversificar e flexibilizar, o aparato
normativo define a necessidade de existirem processos de avaliação permanentes para
identificar desvios e propor correções de rumo.
A Universidade Federal de Alagoas atua em todas as oito áreas temáticas de
extensão classificadas pelo Plano Nacional de Extensão: Comunicação, Cultura,
Direitos Humanos e Justiça, Educação, Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e Produção
e Trabalho.
No que diz respeito à Faculdade de Letras, há atualmente dois programas de
extensão em funcionamento: 1- Fale em linguagens: integrando pesquisa e extensão
Programa e 2- Casas de Cultura.
1- Fale em linguagens: integrando pesquisa e extensão
Este Programa enquadra-se na área temática Linguística, Letras e Artes, na linha
Formação de professores e visa a integrar projetos e ações de extensão da Faculdade de
Letras, articulando as práticas de pesquisa e ensino com o objetivo de propor reflexões e
alternativas sobre a relação da universidade com a sociedade e, desta forma, colaborar
com a melhoria da realidade social, bem como ampliar os conhecimentos acerca do
contexto vivenciado nos vários campos de atuação do profissional de Letras.
Em consonância com a Política Nacional de Extensão e as Resoluções 4 e 6 de
2018, aprovadas no CONSUNI/UFAL é imprescindível que se desenvolvam e ampliem
as ações e eventos que considerem os resultados de pesquisas desenvolvidas na área dos

88
estudos da linguagem, sobretudo de cunho qualitativo, que articulem conhecimentos
construídos por meio da interdisciplinaridade, como aquelas que consideram as
contribuições da Linguística e da Educação. Nesse sentido, este Programa privilegia as
pesquisas que defendem a necessária articulação entre teoria e prática, considerando-a
como premissa pedagógica indispensável na produção de saberes ao promover a
vivência dos discentes junto às comunidades de forma orgânica.
A legislação educacional atual considera a necessidade de uma formação que
contemple perfis profissionais aptos a incorporar novos saberes e a desenvolver
múltiplas habilidades, em sintonia com a dinâmica do mundo contemporâneo. Nesse
sentido, as instituições de ensino superior precisam estar em constante diálogo com as
demandas sociais e, dessa forma, garantir a articulação entre pesquisa, ensino e
extensão, como preconiza o Parecer CNE/CES Nº 8/2007, que afirma que a educação
deve “fortalecer a articulação da teoria com a prática, valorizando a pesquisa individual
e coletiva, assim como os estágios e a participação em atividades de extensão”. No que
tange ao curso de Letras, as ações extensionistas podem abranger uma diversificação
das especialidades dos professores orientadores, conferindo ao programa um amplo
escopo no que tange aos estudos da linguagem e da literatura.
Por contemplarem estudos da linguagem e da literatura, as ações de extensão, em
sua grande maioria, seguem uma metodologia de cunho mais participativo, cujo
conhecimento é construído coletivamente. O público alvo do programa é a comunidade
em geral.
Tabela 19: Programa FALE em linguagens: integrando pesquisa e extensão
PROGRAMA FALE EM LINGUAGENS INTEGRANDO PESQUISA E EXTENSÃO
Ementa
Integração da pesquisa, do ensino e da extensão no âmbito da faculdade de
Letras. Colaboração com a melhoria da realidade social, por meio do diálogo
entre a sociedade e a universidade.
Referências
Básica
bibliográficas BAKHTIN, M. VOLOCHINOV, V.N Marxismo e filosofia da linguagem.
Tradução: M. Lahud e Y. F. Vieirea. São Paulo: Hucitec, 1990.
BORDIEU, P. A economia das trocas simbólicas. Tradução: Sergio Miceli
et. all. São Paulo, Perspectiva, 1968.
CALVET, L. As políticas linguísticas. São Paulo: Parábola, 2007.
Complementares
CHOMSKY, N. Aspects of the Theory of Sintax. Cambrige, Mass: The MIT
Press, 1969.
FREIRE, P. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 2009.
HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução T. T Silva
e g. L Louro. Rio de Janeiro: DP&A, 1997.

89
MESZAROS, I. A educação para além do capital. Tradução: I. Tacares.
São Paulo: Boitempo, 2008.
UFAL. Resolução Nº 64/2014 – CONSUNI/UFAL de 03 de novembro de
2014.

O

Curso

de

Letras

Espanhol

desenvolve

o

projeto

de

extensão

Ensino-aprendizagem de Língua Espanhola: gramática e letramento crítico, vinculado
ao Programa Fale em linguagens: integrando pesquisa e extensão.
2 – Programa Casas de Cultura
Este Programa enquadra-se na área temática Linguística, Letras e Artes, na linha
Línguas estrangeiras e tem como objetivo abarcar as atividades de extensão vinculadas
às Casas de Cultura, sob a coordenação da Câmara de Extensão da Faculdade de Letras.
O programa é intersetorial, pois estão envolvidos docentes e discentes de quatro Cursos,
a saber: Curso de Letras Espanhol, Curso de Letras Francês, Curso de Letras Inglês e
Curso de Letras Português. O público alvo interno são os alunos universitários e o
público alvo externo é a comunidade em geral, principalmente alunos/as de escolas
públicas. As ações buscam oferecer cursos e eventos que promovam o desenvolvimento
linguístico e cultural que atendam às demandas da sociedade assim como visa articular
teoria e prática na iniciação à docência, ao possibilitar ao licenciando de Letras uma
formação profissional que contemple uma fazer pedagógico mais crítico e reflexivo.
As ações desenvolvidas nas Casas de Cultura se justificam pela necessidade de
atender às demandas sociais em decorrência de compressão espaço-tempo devido ao
processo de globalização. Esse cenário leva à premência da interação em nível
transnacional, ampliando o acesso para a difusão e o desenvolvimento/ aprofundamento
linguístico. Além disso, as Casas de Cultura configuram um espaço para a difusão e
ampliação das manifestações culturais, para a pesquisa e para a iniciação à docência,
uma vez que graduandos de Letras têm a possibilidade de se envolverem com a sala de
aula sob a orientação de um docente, viabilizando uma visão crítica e reflexiva do fazer
pedagógico. Portanto, este Programa busca estabelecer um diálogo com a sociedade, ao
visar o desenvolvimento plurilíngue e cultural bem como favorecer a articulação entre
teoria e prática e, assim, possibilitar a produção de conhecimentos.
Estamos vivenciando um período em que fronteiras nacionais estão cada vez
menos nítidas, com questões locais sendo afetadas por aspectos globais e vice e versa
(HELD et al.,1999), levando a novas configurações de espaço-tempo.

90
Nesse contexto, os cursos e eventos das Casas de Cultura visam responder às
necessidades dos sujeitos da comunidade em geral, e também da acadêmica, em termos
de melhor prepará-los para o contexto global contemporâneo. Nesse sentido, nossa
perspectiva é informada pelo que Augé (2010) denomina uma antropologia da
mobilidade, no caso, com vistas a fomentar os trânsitos dos sujeitos, das ideias, dos
textos, ao possibilitarmos que a barreira linguística seja ultrapassada.
No tocante à formação profissional, os cursos abrem um espaço para a prática de
ensino para o alunado do Curso de Graduação em Letras, que atua na docência nas
Casas. Finalmente, saliente-se também a visão sobre o ensino de segunda língua, e de
sua cultura, que norteia as atividades da Casa, especialmente no que concerne às
abordagens metodológicas utilizadas, atentas à incorporação de vertentes dos Estudos
em Linguística Aplicada centradas nos Letramentos Críticos, numa perspectiva
transcultural e descolonial para o ensino de línguas e de outras manifestações culturais
(STELLA et al., 2014).
Em relação aos níveis para o ensino de línguas estrangeiras, os cursos oferecidos
pelas Casas seguem os preceitos do Quadro Europeu Comum de Referência que, além
de sistematizar o ensino e o currículo de formação linguística do aprendiz, preza por
uma construção ampla do conhecimento e com autonomia, em que a interação e a
interculturalidade ocupam um lugar importante no processo de ensino/aprendizado. A
maioria das ações vinculadas a este programa correspondem a cursos semestrais,
ministrados por graduandos de Letras, cujo trabalho é supervisionado pelo/a
coordenador/a da Casa de Cultura correspondente. Os cursos também são ministrados
por docentes da Faculdade de Letras ou colaboradores de outras IES. Outras ações
englobadas neste programa são eventos e oficinas, coordenados por docentes da
Faculdade de Letras.
Objetivos Gerais
- Oferecer propostas de formação linguística e cultural
- Ampliar o acesso à a aprendizagem/aperfeiçoamento de línguas
- Proporcionar oportunidades para professores em pré-serviço, privilegiando um fazer
pedagógico crítico e reflexivo.

91
Tabela 20: Programa Casas de Cultura
PROGRAMA CASAS DE CULTURA
Oferta de cursos e eventos que promovam o desenvolvimento linguístico e
cultural que atendam às demandas da sociedade. Articulação da teoria e da
prática na iniciação à docência.
Referências
Básicas
bibliográficas AUGÉ, Marc. Não-lugares: introdução a uma antropologia da
supermodernidade. Campinas: Papirus, 2010.
HELD, D.; McGREW, D.; GOLDBLATT, D.; PERRATON, J. Globalization
. In: Global Governance, Vol. 5, No. 4 (Oct.–Dec. 1999), pp. 483-496.
STELLA, P. R. ; CAVALCANTI, I. (Org.) ; TAVARES, R. R. (Org.) ; IFA, S.
(Org.). Transculturalidade e de(s)colonialidade em estudos em inglês no
BraZil. 1. ed. Maceió: Edufal, 2014. v. 1. 410p .
Complementares
ANDRADE, Luiz Antônio Botelho; SILVA, Edson Pereira. A Universidade
e sua relação com o outro: um conceito para extensão universitária.
Educação Brasileira, v. 23, n. 47, p. 65-79, 2001.
FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1983, 93p.
PIERSON, Alice Helena Campos; CORTEGOSO, Ana Lucia; ARAÚJO
FILHO, Targino de. Flexibilização curricular: experiências e perspectivas.
In: THIOLLENT, Michel; CASTELO BRANCO, Alba Lúcia;
GUIMARÃES, Regina Guedes Moreira; ARAÚJO FILHO, Targino de.
(org.). Extensão universitária: conceitos, métodos e práticas. Rio de
Janeiro, v. 1, p. 41-55, 2003.
REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Documentos.
Plano Nacional de Extensão Universitária, 2001. Disponível em:
<http://www.renex.org.br> Acesso em: 15 dez. 2004. __ GURGEL, R. M.
Extensão Universitária: Comunicação ou domesticação? São Paulo: Cortez,
1986. BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre
universidade e comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p.
157-169, jan./jun. 2007.
Ementa

As Atividades Curriculares de Extensão (ACEs) do Curso de Letras Espanhol
estão associadas ao Programa Casas de Cultura por meio dos dois projetos de extensão
que desenvolve o Curso, a saber: a) Casa de Cultura no Campus (CCC) – Língua
Espanhola e b) Casa de Cultura Latino Americana (CCLA).
a) Casa de Cultura no Campus – Língua Espanhola
O Curso de Língua Espanhola do Projeto Casas de Cultura no Campus almeja
contribuir para o crescimento e amadurecimento profissional de professores em
formação inicial (PFIS), desde o início da graduação, bem como difundir o ensino e
aprendizagem do idioma espanhol. O domínio da língua espanhola nos permite uma
melhor interação com os integrantes dos países vizinhos, além de possibilitar a
ampliação do nosso universo cultural. Tendo em vista essa questão, o projeto Casas de

92
Cultura no Campus - Língua Espanhola tem como objetivo contribuir para a formação
reflexiva e transformadora dos graduandos em Letras Espanhol e dos demais
participantes do projeto, alunos da UFAL e de escolas públicas de ensino, por meio do
ensino e da aprendizagem da língua espanhola. Acreditamos que a formação docente
deve ser iniciada durante a graduação, já que permite aos professores em formação
inicial (PFIs), o exercício da profissão acompanhado de leituras reflexivas, discussões e
prática de sala de aula. Nesse sentido, a vivência dessa experiência durante a
licenciatura contribui para que os graduandos em Letras coloquem em prática diferentes
propostas de ensino e aprendizagem do idioma, reflitam sobre suas práticas,
transformando seus espaços de atuação em centros de pesquisa e intervenção
pedagógica, apoiados pela atitude crítica, reflexiva e transformadora. Defendemos ainda
que o ensino e a aprendizagem da língua espanhola possibilitarão o aprimoramento das
competências linguísticas e experiência em sala de aula.
O projeto contempla as seguintes demandas sociais:
- Possibilitar a aprendizagem de uma língua estrangeira com a finalidade de facilitar a
interação e aproximação com outras culturas;
- Contribuir para o processo de formação dos estudantes envolvidos (tanto os
acadêmicos de Letras, quanto aos universitários da UFAL e a comunidade externa alunos de escolas públicas) para a participação cidadã e inserção no mercado de
trabalho;
- Favorecer a formação crítica, cidadã, política e transformadora dos participantes do
projeto a partir de atividades de leitura, discussão e escrita em língua espanhola;
- Proporcionar o autoconhecimento do sujeito a partir do descobrimento do estrangeiro,
ou seja, conhecendo novos valores, ou talvez nem tão novos, suficientes para que
reflitamos sobre nossa verdadeira identidade como cidadãos brasileiros.
Tabela 21: Projeto CCC – Língua Espanhola
PROJETO CASA DE CULTURA NO CAMPUS – LÍNGUA ESPANHOLA
Contribuição para o crescimento e amadurecimento profissional de
professores em formação inicial (PFIS), desde o início da graduação. Difusão
do ensino e da aprendizagem do idioma espanhol.
Referências
Básicas
bibliográficas CALZADO, Araceli. Gramática esencial: con el español que se habla hoy
en España y América Latina. Madrid: Ediciones SM. [806.0 C171g] Q:5
CHOZAS, Diego; DORNELES, Flávia. Dificultades del español para
brasileños. Madrid, Espanha: Ediciones SM, 2005. 95 p. [806.0-5=60
C552d] Q:5
Ementa

93
ORGANIZADORA SONIA SUELI BERTI SANTOS. Filologia
românica. Pearson [E-book]
Complementares
CURSO de español. [São Paulo]: Barsa Planeta, 2002. 9 v. + 10 CD + 3
DVD. (L2)[806.0=60 C977] Q:89
GARCÍA GONZÁLEZ, Javier. Perífrasis verbales. 4. ed. Madrid: Sociedad
General Española de Librería, 2004. 157 p. [806-0 G216p] Q:3
INSTITUTO CERVANTES. Plan curricular del Instituto
Cervantes: niveles de referencia para el español (A1, A2). 2. ed. Madrid:
Biblioteca Nueva, 2008. [806.0-5 I59p] Q:3
MASOLIVER RÓDENAS, Joaquín. Historias breves para leer: nivel
intermedio. 7. ed. Madrid: Sociedad General Española de Libreria, 2008. 119
p. [806.0:373=60 M398h] Q:4
MATTE BON, F. Gramática comunicativa del español (tomo I y II): de la
lengua a la idea. Madrid: Edelsa, 1995. [806.0-5 M435g] Q:3

b) Casa de Cultura Latino Americana
O projeto Casa de Cultura Latino-americana (CCLA), desenvolvido no Espaço
Cultural Professor Salomão de Barros Lima, tem como proposta a socialização do saber
acadêmico estabelecendo uma dinâmica que contribui para a participação da
comunidade na vida universitária, a divulgação da cultura dos países que tem o idioma
espanhol como língua oficial e para a promoção de cursos de língua espanhola em
diferentes níveis. O projeto propicia o contato com uma nova fonte de conhecimento de
grande importância para a formação do indivíduo, possibilitando, ainda, espaços para o
intercâmbio intercultural, envolvendo a cultura brasileira e a dos países que falam a
língua espanhola.
Entre seus objetivos está: difundir a cultura dos países que tem a língua
espanhola como língua oficial contribuindo para a formação integral da comunidade,
desenvolvendo, por meio do ensino e da aprendizagem de línguas, diferentes maneiras
de pensar e agir na sociedade. Para alcançar esse objetivo geral é importante
desenvolver uma serie de objetivos secundários que visam:
- Promover o ensino e a aprendizagem da língua espanhola;
- Desenvolver uma consciência intercultural, resultado do conhecimento, percepção e
compreensão da relação entre a cultura de origem e a da comunidade objeto de estudo;
- Responder a uma demanda social da comunidade através do ensino da língua
espanhola;
- Proporcionar uma prática reflexiva para os alunos/graduandos de Letras-Espanhol da
UFAL;

94
- Criar oportunidades de estímulo ao intercâmbio acadêmico e cultural tendo como foco
a língua espanhola e as manifestações culturais a ela vinculada.
Com o cumprimento desses objetivos, permitiremos aos nossos discentes
aprofundar a sua formação pedagógica intensificando o aprendizado da língua e da
cultura em questão. Além disso, proporcionaremos aos alunos bolsistas um campo de
pesquisa e reflexão da sua prática docente que sirva como complemento da sua
formação inicial, favorecendo assim seu desenvolvimento profissional.
Na população atendida, discentes da Ufal e alunos/as de escolas públicas de
ensino, permitiremos a inserção no mundo globalizado, favorecendo o acesso à língua
estrangeira e aos meios culturais e profissionais plurilíngues. Dessa forma,
possibilitaremos aos indivíduos uma relação de forma efetiva e eficaz em diversos
contextos socioculturais alcançando, ao mesmo tempo, uma compreensão aprofundada
de sua própria identidade social e cultural.
Tabela 22: Projeto CCLA
Ementa

PROJETO CASA DE CULTURA LATINO AMERICANA
Difusão da cultura dos países que tem a língua espanhola como língua oficial
contribuindo para a formação integral da comunidade interna e externa da
UFAL.

Básicas
Referências
bibliográficas ARNAL, Carmen; RUIZ DE GARIBAY, Araceli. Escribe en español. 5. ed. Madrid:

Sociedad General Española de Librería, 2006. [806.0:373=60 A743e] Q:4
FERRARI, Ana Josefina. La escritura en lengua española. Editora Intersaberes.
(Ebook)
DÍAZ, Lourdes; AYMERICH, Marta. La destreza escrita. Madrid: EDELSA, 2003.
175 p. [371.13=60 D542d] Q:2
Complementares
CURSO de español. [São Paulo]: Barsa Planeta, 2002. 9 v. + 10 CD + 3 DVD.
(L4)[806.0=60 C977]
GARCÍA RESTREPO, Luis E. Lectoescritura práctica. Colômbia: Editorial
Universidad de Caldas, 2007. [800.5 G216l] Q:1
GRAMÁTICA ESENCIAL DEL ESPAÑOL : introduccion al estudio de la lengua 5. ed. / 2006. [806.0-5(0.021.6) S445] Q:2
INSTITUTO CERVANTES. Plan curricular del Instituto Cervantes: niveles de
referencia para el español (B1, B2). 2. ed. Madrid: Biblioteca Nueva, 2008. [806.0-5
I59p]
MENICONI, Flávia Colen. Escrita em língua espanhola: é possível produzir textos
nas fases iniciais do ensino-aprendizagem de um novo idioma? Maceió: Edufal,
2017. [CE 806.0 M545e] Q:8

Além de desenvolver projetos vinculados aos programas de extensão da
Faculdade de Letras, o Curso de Letras Espanhol participa no Programa de Línguas
Estrangeiras no Interior (PLEI).

95
Este Programa enquadra-se na área temática Linguística, Letras e Cultura, na
linha Línguas estrangeiras e visa à interiorização do processo de Internacionalização da
UFAL, que articula os eixos de ensino, pesquisa e extensão atendendo os campi da
Universidade Federal de Alagoas (UFAL), situados em regiões que não sejam a capital
do estado, isto é, campi Arapiraca e Sertão e suas respectivas unidades. O programa é
intersetorial, na medida que estão envolvidos docentes e discentes de quatro Cursos:
Letras Espanhol, Letras Francês, Letras Inglês e Letras Português.
O Programa está centrado na oferta de cursos de idiomas estrangeiros (espanhol,
francês e inglês) para: a) estudantes da UFAL (graduação e pós-graduação),
matriculados nos campi Arapiraca, Delmiro Gouveia e nas Unidades Palmeira dos
Índios, Santana do Ipanema, Viçosa e Penedo; b) Estudantes da rede estadual
matriculados no Ensino Médio; c) comunidade externa à UFAL. O Programa articula-se
a partir dos seguintes setores: Assessoria de Intercâmbio Internacional (ASI/UFAL),
Gabinete da Reitoria (GR/UFAL), Pró-Reitoria de Extensão (PROEX/UFAL),
Faculdade de Letras (FALE/UFAL) e cursos de Letras dos campi Sertão e Arapiraca, e
envolve estudantes da graduação em Letras (Cursos de Espanhol, Francês e Inglês –
campus A.C. Simões), que atuarão como Professores em Formação Inicial dos cursos de
línguas mediante aprovação em edital de seleção; docentes dos cursos de Letras dos
campi Maceió, Sertão e Arapiraca, com proficiência em inglês/espanhol/francês,
membros da equipe proponente do Projeto, que atuarão como coordenadores
pedagógicos dos cursos de idiomas; docentes e técnicos membros da Equipe Proponente
do projeto, lotados nos diversos setores, campi e unidades da UFAL, que oferecerão
suporte logístico/administrativo; estudantes da rede estadual de ensino, não vinculados à
UFAL; estudantes de variados cursos de graduação e pós-graduação matriculados nos
campi e unidades: Arapiraca, Palmeira dos Índios, Delmiro Gouveia, Santana do
Ipanema, Viçosa e Penedo.
O presente Programa justifica-se pela necessidade premente de ampliar o
processo de internacionalização plena e democrática da Universidade Federal de
Alagoas, logrando assim: a) atender com mais abrangência a demanda desta IES por
internacionalização nos campi resultado de seu processo de expansão e interiorização;
b) oferecer aos estudantes da UFAL matriculados em campi/unidade situadas em outros
espaços que não a capital do estado a possibilidade de acessar idiomas estrangeiros em
nível básico por meio de cursos gratuitos e de qualidade; c) oferecer à comunidade
externa à UFAL, nas cidades atendidas por esta, especialmente aos estudantes da

96
educação básica pública, oferta qualificada e gratuita de idioma estrangeiro; d) ampliar
os espaços para formação docente para os estudantes de Letras/Línguas Estrangeiras da
Faculdade de Letras da UFAL/Campus Maceió; d) propiciar a integração entre diversos
setores, unidades e campi da UFAL com vistas a realizar qualitativa e democraticamente
seu processo de expansão.
As necessidades de interação entre pessoas de línguas diferentes remontam à
antiguidade, entretanto, com o advento da globalização, a comunicação tornou-se
urgente, dada a facilidade de acesso ao outro, uma vez que basta um “clique” e é
estabelecido contato com outro país, língua e cultura.
Almeida Filho (2016) assevera que o ensino e a aprendizagem de línguas, em
espaços formais,
constitui-se pela sua prática como um ofício ou profissão tão
antiga quanto respeitável, realizando o trabalho de partejar o
nascimento de novas línguas naqueles que buscam profissionais
para ajudá-los a aprender a circular ou viver em outras línguas,
assim como uma disciplina firmada em teoria relevante que ela
mesma produz, que a situa e sustenta.

Diante dessa demanda, o ensino e a aprendizagem de línguas estrangeiras
tomam uma dimensão importante, inserindo-se nos documentos oficiais como um
direito conferido a todo cidadão e toda cidadã, como prevê a lei 9394/96, que estabelece
as diretrizes e bases da educação nacional.
Ainda no contexto oficial, os Parâmetros Curriculares Nacionais entendem que o
ensino de línguas estrangeiras deve nortear-se por uma visão de língua e de
aprendizagem sociointeracional, pela qual será possível desenvolver a consciência
crítica dos aprendentes, “no que se refere a como a linguagem é usada no mundo social,
como reflexo de crenças, valores e projetos políticos.” (BRASIL, 1998).
Neste sentido, um programa como o aqui proposto deve atuar no sentido de, por
meio do ensino/aprendizagem de uma língua estrangeira, favorecer ao aprendente seu
envolvimento, de modo crítico e reflexivo, nos processos sociais, além de conduzi-lo no
desenvolvimento de sua capacidade de compreensão e respeito à diversidade.
As atividades deverão ser integradas de forma que o aprendente vivencie
situações reais de interação, com vistas a entender e enfrentar o discurso de distintas
perspectivas, considerando, pois, o uso da língua como uma atividade comunicativa
relevante e significativa para o contexto em que vive.

97
O Programa Ensino de Línguas Estrangeiras no Interior (PLEI/UFAL) tem como
ação central o Projeto Línguas Estrangeiras no Interior que oferta cursos básicos dos
idiomas espanhol, francês e inglês nas seguintes cidades: Arapiraca, Palmeira dos
índios, Penedo, Santana do Ipanema e Delmiro Gouveia. O projeto integra diversos
setores, servidores e estudantes da Universidade Federal de Alagoas, em seus diversos
campi e unidades, além de estudantes das escolas públicas e comunidade externa em
geral.
Os objetivos do PLEI são:
- Atrelar o desenvolvimento do processo de expansão/interiorização da UFAL ao seu
processo de internacionalização;
- Democratizar o acesso a idiomas estrangeiros nas cidades do interior do estado de
Alagoas;
- Propiciar o desenvolvimento local às cidades, para além da capital alagoana, que
comportam campi e unidades da UFAL;
- Propiciar a interação e a integração entre universidade e comunidades locais;
- Oferecer aos discentes de graduação da UFAL/campi e unidades do interior de
Alagoas, de quaisquer cursos, a possibilidade de estudar gratuitamente idiomas
estrangeiros requeridos em exames para ingresso em Pós-Graduação;
- Oferecer experiência pedagógica formativa para estudantes em formação nos cursos de
Licenciatura em Letras da UFAL;
- Desenvolver seminários de formação em ensino de idiomas, democratização do
processo de ensino-aprendizado e desenvolvimento qualificado de cursos de extensão,
que garantam a formação continuada de docentes da UFAL, bem como de seus
estudantes de pós-graduação e graduação.
Tabela 23: Programa PLEI
PROGRAMA LÍNGUAS ESTRANGEIRAS NO INTERIOR
Oferta de cursos de idiomas estrangeiros para democratizar o acesso à
aprendizagem de línguas nas cidades do interior do estado de Alagoas.
Referências
Básica
bibliográficas LUZ MAIA, G. Opapel do curso de línguas estrangeiras para a
comunidade (clec-uepg) na formação de professores de línguas
estrangeiras. In: Anais do ix Ciclo de Estudos de Linguagem e II Congresso
internacional de estudos de linguagem, 2017, . Anais eletrônicos... Campinas,
Galoá,
2018.
Disponível
em:
<https://proceedings.science/ciel-2017/papers/o-papel-do-curso-de-linguas-es
trangeiras-para-a-comunidade-%28clec-uepg%29-na-formacao-de-professore
s-de-linguas-estrangeira>.
Ementa

98
PIMENTA, Selma. Garrido. (Org). Saberes pedagógicos e atividades
docentes. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2012.
SANTOS, Boaventura. de Sousa. A universidade no século xxi: para uma
reforma democrática e emancipatória da universidade. Disponível
em:<http://www.ces.uc.pt/bss/documentos/auniversidadedosecXXI.pdf>.
Acesso em: 02/02/2019.
Complementar
HERNÁNDEZ MERCEDES, Maria Pilar. Tiempo para practicar el
indicativo y el subjuntivo. Madrid: EDELSA, 2006. 168 p. : ISBN
9788477115373 : (Broch.) [806.0-07=60 H557t] Q:4
MARIA LIGIA PRADO, Gabriela Pellegrino. História da América
Latina. Contexto [E-book]
MASIP, Vicente. Gramática histórica portuguesa e espanhola: um estudo
sintético e contrastivo. São Paulo: EPU, 2003. [801.5 M397g] Q: 2
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Diccionario de la lengua española.
Madrid: Espasa Calpe, 2008. [R 038:806.0 D545] Q:2
RODRÍGUEZ, María. Leer en español: ejercicios de comprensión lectora. 2.
ed. Madrid: Sociedad General Española de Librería, 2006. [806.0:373=60
R696l] Q:4

No âmbito do Curso de Espanhol, os alunos poderão engajar-se aos projetos de
extensão apresentados e aos oferecidos pelos professores que atuam na educação,
buscando sempre a articulação entre ensino, pesquisa e extensão.
No tocante à extensão, é possível a participação, além de programas pontuais,
desenvolvidos pelos professores do Curso, em mais um programa permanente de
extensão nos quais os graduandos podem desenvolver atividades a serem creditadas na
sua vida acadêmica: o Núcleo de Estudos Indígenas (NEI). Este Núcleo, também
vinculado à Faculdade de Letras, pretende incentivar estudos e pesquisas relacionados
ao índio brasileiro, abrangendo os mais variados aspectos das ciências humanas. Os
objetivos do Núcleo são:
- Incentivar estudos e pesquisas sobre a linguagem do índio e seus agentes
condicionadores;
- Realizar pesquisas sobre temas relacionados com os índios brasileiros, abrangendo
aspectos das Ciências Humanas: linguísticos, literários, antropológicos, religiosos, de
saúde; das Artes: música, artes plásticas, etc.;
- Promover exposições, conferências e ciclos de debates sobre temas indígenas;
- Divulgar os resultados dos estudos e pesquisas realizadas;
- Estabelecer intercâmbio com entidades locais e nacionais que se dedicam também ao
estudo do índio brasileiro, e se fazer representar, quando necessário, no cenário nacional
em prol das causas indigenistas.

99
Tabela 24: Programas de Extensão
Programas de Extensão
Programa
Fale em linguagens: integrando pesquisa e
extensão
Programa Casas de Cultura
Programa Línguas Estrangeiras no Interior

Áreas Envolvidas
Área Temática
Área Temática
Principal
Secundária
Linguística, Letras
Formação de
e Artes
Professores
Linguística, Letras
Línguas
e Artes
estrangeiras
Linguística, Letras
Línguas
e Artes
estrangeiras

5.8.2 Política de Pesquisa
Dado o caráter pluri e multidisciplinar que lhe é inerente, a Universidade Federal
de Alagoas promove a pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento, incentivando
a formação de grupos e núcleos de estudo que atuam nas mais diversificadas linhas de
pesquisa, considerando a classificação das áreas de conhecimento do CNPq.
O Curso de Letras Espanhol desenvolve três programas de pesquisa, as quais: 1 Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC); 2 - Programa
Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID); e 3 – Residência Pedagógica.
1 - O PIBIC, financiado pelo CNPQ e pela própria UFAL, é um programa
centrado na iniciação científica de novos talentos em todas as áreas do conhecimento. É
voltado para o aluno de graduação, como incentivo a sua formação. Privilegia a
participação ativa de bons alunos em projetos de pesquisa com qualidade acadêmica,
mérito científico e orientação adequada, individual e continuada, que culminam com um
trabalho final avaliado e valorizado. Também em conformidade com o Parecer CNE/CP
28/2001.
Atualmente, há duas propostas de pesquisa em desenvolvimento do curso de
Letras - Espanhol: a) Formação inicial de professores de língua espanhola e o
desenvolvimento de práticas de letramento crítico no processo de ensino-aprendizagem
da escrita argumentativa; b) Aspectos fonético-fonológicos na interlíngua de aprendizes
de espanhol/LE: da análise teórica à prática. Ainda, no Curso de Letras Espanhol foi
desenvolvido o projeto de pesquisa intitulado “O processo de ensino-aprendizagem da
escrita argumentativa em Língua Espanhola no Projeto Casas de Cultura no Campus
(CCC)” que foi concluído em 2017.
2 - O PIBID tem como objetivo inserir os licenciados, matriculados na primeira
metade do curso, em atividades docentes vinculadas às escolas públicas, tais como:

100
planejamento, elaboração e execução de diferentes práticas pedagógicas, de forma
reflexiva, crítica, inovadora e transformadora. O trabalho desenvolvido no PIBID é
coordenado pelo professor universitário do componente curricular (Língua Espanhola),
em parceria com o professor da educação básica. Todos os participantes do programa
(professor universitário, professores da educação básica e acadêmicos de letras)
aprendem a refletir, a compreender e a buscar a superação dos problemas identificados
no processo de ensino-aprendizagem, a partir de ações formativas e interventivas.
Assim, a dimensão formativa do PIBID está nas próprias características que assume
enquanto trabalho integrador e coletivo. No curso de Letras/Espanhol da UFAL, o
PIBID objetiva:
- Análise os contextos educacionais das escolas participantes do projeto;
- Ler e discutir sobre as teorias relacionadas ao letramento crítico e ensino do idioma
espanhol;
- Planejar e realizar minicursos sobre diferentes temas (desafios da formação docente,
ensino-aprendizagem da leitura e escrita a partir das práticas letradas, ensino das quatro
habilidades na perspectiva do letramento crítico) para os professores e discentes
participantes do projeto;
- Elaborar planos de aula, projetos e sequências didáticas a serem desenvolvidas nas
escolas;
- Visitar as escolas para a observação e participação das aulas planejadas e
desenvolvidas a partir da perspectiva teórica do projeto;
- Desenvolver ações voltadas para a superação dos possíveis problemas observados em
relação ao processo de ensino-aprendizagem da língua espanhola, na perspectiva das
práticas de letramento crítico;
- Produzir textos acadêmicos (resumos, artigos, relatos de experiências) para
apresentação em eventos científicos.
3 - A Residência Pedagógica incorpora a formação teórica e prática de alunos
matriculados na segunda metade da licenciatura. O programa objetiva aperfeiçoar a
formação dos licenciados em letras/espanhol por meio de atividades de observação e
regência. Da mesma forma que o PIBID, a Residência Pedagógica é coordenada por um
professor universitário do componente curricular e por professores de língua espanhola
da educação básica. Na Residência, os discentes articulam a teoria e a prática para o
estudo das especificidades presentes no contexto educacional, assim como para a busca
de soluções e ações interventivas.

101
O programa tem a duração de 440 horas. As atividades desenvolvidas pelos
discentes são distribuídas da seguinte maneira: 60 horas de ambientação na escola; 320
horas de imersão, sendo 100 horas dedicadas à regência (planejamento e execução de
pelo menos uma intervenção pedagógica). As outras 60 horas são dedicadas à
elaboração do relatório final. Os objetivos da residência pedagógica são:
- Proporcionar espaços de discussão sobre diferentes teorias e pesquisas realizadas sobre
o processo de ensino-aprendizagem da língua espanhola e de articulação desses saberes
com a prática de sala de aula;
- Viabilizar a observação, a participação e a atuação dos discentes do Curso de
Letras/Espanhol nas escolas públicas participantes da Residência Pedagógica, por meio
de ações inovadoras respaldadas na inter-relação entre teoria e a prática;
- Orientar os discentes de Letras/Espanhol nas atividades de regência de sala de aula e
intervenção pedagógica, bem como os professores das escolas campos participantes do
projeto;
- Contribuir para a formação dos discentes do Curso de Letras/Espanhol e dos
professores preceptores, a partir das atividades de diagnóstico, de reflexão e de busca de
soluções para os problemas apresentados pelas escolas campo;
- Estabelecer e consolidar as relações de parcerias entre o Curso de Letras/Espanhol e as
escolas da rede pública de ensino participantes do projeto com o intuito de desenvolver
ações significativas para ambos os contextos, no âmbito da formação de professores;
- Analisar e reestruturar os programas de estágio supervisionado em Língua Espanhola
de acordo com as demandas, necessidades e particularidades apresentadas pelas escolas
participantes do Programa de Residência Pedagógica;
- Adequar o currículo e a proposta pedagógica do Curso de Letras/Espanhol às
orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), no que diz respeito ao
trabalho com as quatro habilidades (oral, auditiva, leitora e escrita) no processo de
ensino-aprendizagem da língua espanhola.

102
6

AVALIAÇÃO
Entende-se por avaliação um processo contínuo de geração de informações que

norteiam as ações pedagógicas e a gestão acadêmica, visando ao crescimento qualitativo
do curso. Para tanto, os principais instrumentos adotados serão os propostos pelo
INEP/MEC, como o Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial.
A avaliação, sendo um instrumento essencial para a determinação das
efetivas condições de ensino-aprendizagem do aluno-professor (aspirante a uma
formação de primeira licenciatura) e fundamental para a realização de seus objetivos
educativos e profissionais, ocorrerá nas seguintes dimensões:
- Avaliações feitas pelo corpo docente: avaliações dos alunos; avaliação da
disciplina e dos recursos educacionais;
- Avaliações feitas pelo corpo discente: avaliação dos professores, dos recursos
educacionais e da disciplina.
- Avaliação institucional.
7

ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO ENSINO-APRENDIZAGEM
A avaliação da aprendizagem considera os aspectos legais determinados na Lei

de Diretrizes e Bases da Educação Nacional no que concerne à aferição quantitativa do
percentual de 75% de presença às atividades de ensino previstas pela carga horária de
cada disciplina e no total da carga horária do curso e qualitativa em relação ao total de
pontos obtidos pelo aluno em cada disciplina, determinando ainda que o regime de
aprovação do aluno em cada disciplina será efetivado mediante a apuração da
frequência às atividades didáticas e do rendimento escolar.
A avaliação do processo de ensino e aprendizagem será realizada de acordo com
as normas indicadas pela UFAL em seu Regimento Interno. Os procedimentos de
Avaliação Bimestral, Reavaliação, Segunda Chamada e Prova Final são regidos por este
documento, sendo a diversidade dos instrumentos avaliativos definidos pelo professor
da disciplina. Os instrumentos avaliativos serão empregados em consonância com os
princípios da avaliação formativa - como destaque em face da avaliação meramente
somativa, com ênfase na avaliação do processo de desenvolvimento da aprendizagem e
não no produto final desta aprendizagem e com vistas a oferecer elementos para a
melhoria da intervenção do docente e, consequentemente, para a formação do discente.

103
O Processo de Avaliação de Aprendizagem na Universidade Federal de Alagoas
está regulamentado pelo Estatuto, conforme Portaria n° 4.067, de 29 de dezembro de
2003, no capítulo III, no Art. 35, no Parágrafo único – O Regimento Geral disporá sobre
as formas de avaliação. O Regimento Geral da UFAL, seção III, Art. 41, que foi
alterado pela Resolução n° 77/2023 – CONSUNI- UFAL e regulamentado pela
Resolução 114/2023 - CONSUNI/UFAL.
TÍTULO III DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM E DA ASSIDUIDADE
Art. 62 Entende-se por avaliação da aprendizagem o processo formativo
contínuo que compreende diagnóstico, acompanhamento e aquisição de conhecimentos,
habilidades e atitudes pelo/a discente, mediado pelo/a docente em situação de ensino,
expressa em seu rendimento acadêmico e na assiduidade.
Art. 63 Entende-se por rendimento acadêmico o somatório da participação do/a
discente nos procedimentos e instrumentos avaliativos desenvolvidos em cada
componente curricular. Parágrafo único. Os registros do rendimento acadêmico são
realizados individualmente, independentemente dos instrumentos utilizados.
Art. 64 Entende-se por assiduidade do/a discente a frequência às aulas (teóricas
e/ou práticas) e às demais atividades presenciais e de EaD exigidas em cada
componente curricular. Parágrafo único. Para os componentes curriculares na
modalidade a distância, a presença também pode ser computada a partir da entrega de
atividades pelos/as discentes e/ou seus acessos e interações no ambiente virtual.
Art. 65 A aprovação em um componente curricular está condicionada à obtenção
do rendimento acadêmico mínimo exigido na avaliação da aprendizagem e à frequência
mínima exigida na avaliação da assiduidade. Parágrafo único. A aprovação implica na
contabilização de sua carga horária e consequente integralização do componente
curricular.
Art. 66 As avaliações que compõem a verificação de aprendizagem (V. A.)
devem observar o desenvolvimento dos conhecimentos e habilidades e versar sobre os
objetivos e os conteúdos propostos no programa do componente curricular. Parágrafo
único. Os critérios utilizados na avaliação devem ser divulgados pelo/a docente de
forma clara para os/as discentes e constar no plano de curso.
Art. 67 O tipo de instrumento utilizado pelo/a docente para avaliação da
aprendizagem deve considerar a sistemática de avaliação definida no projeto

104
pedagógico do curso, de acordo com a natureza do componente curricular e
especificidades da turma.
Art. 68 O/A docente deve discutir os resultados obtidos em cada procedimento e
instrumento de avaliação junto aos/às discentes, esclarecendo as dúvidas relativas às
notas, aos conhecimentos, às habilidades, aos objetivos e aos conteúdos avaliados.
Parágrafo único. A discussão pode ser realizada presencialmente ou utilizando outros
mecanismos que permitam a divulgação de expectativas de respostas e os
questionamentos por parte dos/as discentes.
Art. 69 O rendimento acadêmico nas disciplinas, nos módulos ou blocos deve
ser expresso em valores numéricos de 0 (zero) a 10 (dez), permitindo seu fracionamento
em centésimo.
Art. 70 Com o fim de sistematizar as atividades a serem desenvolvidas nas
disciplinas, nos módulos ou blocos, o período letivo é dividido em 2 (duas) verificações
de aprendizagem, sendo elas: 1ª Verificação de Aprendizagem (1ª V. A.) e 2ª Verificação
de Aprendizagem (2ª V. A.). Parágrafo único. O/A discente que não obtiver a média de
aprovação até a 2ª V. A. terá o direito de fazer a 3ª V. A.
Art. 71 A 1ª e 2ª Verificação de Aprendizagem será resultante de no mínimo de
02 (dois) instrumentos de avaliação.
§ 1º Compete ao/à docente responsável pela oferta da disciplina, do módulo ou
bloco fixar no plano de curso as estratégias avaliativas e a metodologia aplicada,
considerando a natureza do componente curricular.
§ 2º Os instrumentos avaliativos podem ser provas, trabalhos escritos ou orais,
atividades práticas, relatórios, seminários, entre outros, realizados individualmente, em
dupla ou em grupos sob orientação docente.
Art. 72 É obrigatória a divulgação da nota de cada verificação de aprendizagem
(1ª V. A., 2ª V. A. e 3ª V. A.) pelo/a docente da disciplina ou módulo em até 5 (cinco)
dias úteis após sua realização, sendo possível a flexibilização deste prazo para os cursos
na modalidade a distância conforme especificidades da organização didático-pedagógica
da unidade.
§ 1º A divulgação das notas deve ser obrigatoriamente feita através do SIGAA
no prazo previsto no Calendário Acadêmico.
§ 2º No ato da divulgação das notas de uma unidade, o/a docente já deve ter
registrado no SIGAA as presenças e ausências do/a discente naquela unidade.

105
§ 3º A nota é considerada devidamente divulgada apenas quando atendidos os
requisitos do caput e dos parágrafos 1º e 2º.
Art. 73 Deverá ser respeitado um período de no mínimo 48 (quarenta e oito)
horas entre a divulgação da nota de uma verificação de aprendizagem e aplicação de
uma outra verificação de aprendizagem do mesmo componente curricular.
Art. 74 É permitido ao/à discente, mediante abertura de processo eletrônico,
solicitar revisão de nota obtida em qualquer instrumento de verificação de
aprendizagem.
§ 1º A revisão de nota é requerida à unidade de vinculação, no prazo máximo de
2 (dois) dias úteis a partir da divulgação da nota no SIGAA, sendo facultado ao discente
o pedido de vista do instrumento de verificação de aprendizagem neste prazo.
§ 2º A revisão de nota é realizada por uma banca composta por 2 (dois) docentes
designados/as pelo Colegiado da unidade de vinculação do componente curricular, no
período máximo de 5 (cinco) dias úteis.
§ 3º Os critérios de revisão devem coincidir com aqueles aplicados pelo/a
docente do componente curricular em sua correção original.
§ 4º Após o processo de revisão, a nota da verificação de aprendizagem
corresponderá à média aritmética das notas atribuídas pelos/as docentes da banca.
Art. 75 Além das verificações de aprendizagem correspondentes a cada unidade,
o/a discente que obtiver nota inferior a 7,0 (sete) em uma das V. A. tem direito a fazer
uma terceira verificação de aprendizagem (3ª V. A.) no final do semestre letivo, que tem
caráter substitutivo e de reposição, prevalecendo, neste caso, a maior nota, e devendo
contemplar o conteúdo programático daquela unidade do componente curricular.
Art. 76 A média parcial do/a discente é dada pela média aritmética das duas
maiores notas dentre as três verificações de aprendizagem (1ª V. A., 2ª V. A. e 3ª V. A.),
sendo considerado/a aprovado/a, quanto à avaliação de aprendizagem, o/a discente que
tem média parcial igual ou superior a 7,0 (sete). Parágrafo único. O rendimento
acadêmico final (média final) para os/as discentes aprovados/as de acordo com os
critérios deste artigo é igual à média parcial.
Art. 77 O/A discente que não atinge os critérios de aprovação definidos no art.
76 tem direito à realização de uma prova final se todas as seguintes condições forem
atendidas:
I - o critério de aprovação por assiduidade é satisfeito; e

106
II - o/a discente tem média parcial igual ou superior a 5,00 (cinco) e inferior a
7,00 (sete).
Parágrafo único. O/A discente que não atende às condições para realizar a prova
final é considerado/a reprovado/a, com rendimento acadêmico final (média final) igual à
média parcial.
Art. 78 Para o/a discente que realiza prova final, o cálculo para a obtenção da
sua média final é a média ponderada da Nota Final (NF) das Verificações de
Aprendizagem, com peso 6 (seis), e da nota da Prova Final (PF), com peso 4 (quatro),
sendo considerado aprovado o discente que obtiver nota igual ou superior a 5,5 (cinco
inteiros e cinco décimos).
Art. 79 Terá direito a uma segunda chamada o/a discente que, não tendo
comparecido à Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de doença,
devendo requerê-la ao respectivo Colegiado do Curso, através de processo eletrônico,
no prazo de 2 (dois) dias úteis após a realização da prova.
Art. 80 Após o registro das notas no SIGAA e do prazo de revisão, as atividades
avaliativas no formato físico deverão ser devolvidas e atividades em formatos digitais
deverão ser disponibilizadas ao/à discente pelo/a docente.
§ 1º Transcorrido o período letivo, o/a docente não efetivo deverá entregar as
provas que não foram devolvidas ao/à discente, para guarda da unidade de vinculação.
§ 2º A unidade de vinculação deverá eliminar os documentos não devolvidos
após 1 (um) ano do registro das notas, seguindo as normas institucionais.
Art. 81 Ao/À discente que não participar de qualquer avaliação é atribuída a nota
0,0 (zero).
CAPÍTULO I
DA AVALIAÇÃO DA ASSIDUIDADE EM DISCIPLINAS E MÓDULOS
Art. 82 Nas disciplinas ou módulos, a assiduidade do/a discente é registrada por
sua frequência em cada hora-aula.
Art. 83 Não existe o abono de falta, mas o tratamento excepcional das faltas
conforme previsto no Capítulo I do Título IX. Art. 84 Para ser aprovado/a em uma
disciplina ou módulo, o/a discente deve cumprir, no mínimo, 75% (setenta e cinco por
cento) da carga horária total do componente curricular, a partir da frequência registrada.

107
Parágrafo único. A frequência prevista para o discente nos cursos de educação a
distância está relacionada à execução das atividades acadêmicas nos espaços de
aprendizagem.
CAPÍTULO II
DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM E DA ASSIDUIDADE EM
BLOCOS
Art. 85 Para aprovação em um bloco, o/a discente deve satisfazer, pelo mesmo
critério aplicado às disciplinas e módulos, os requisitos de aprovação tanto na avaliação
de aprendizagem quanto na de assiduidade em cada uma de suas subunidades.
§ 1º A média de aprovação no bloco será a média ponderada das aprovações nas
subunidades, considerando como pesos suas respectivas cargas horárias.
§ 2º A não aprovação no bloco implica a necessidade de repetição de todas as
subunidades em outro período letivo.
CAPÍTULO III
DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM E DA ASSIDUIDADE EM
ATIVIDADES ACADÊMICAS
Art. 86 As atividades de orientação individual e atividades coletivas têm
rendimento acadêmico expresso sob a forma numérica, sendo 7,0 (sete) a nota mínima
para aprovação.
Art. 87 As disposições relativas à avaliação da aprendizagem para as disciplinas
e módulos aplicam-se às atividades coletivas que formam turmas e preveem aulas.
Art. 88 Nas atividades acadêmicas que requerem o cumprimento pelo/a discente
de uma carga horária pré-determinada e que não são ministradas sob a forma de aulas,
tais como os estágios curriculares supervisionados e as atividades curriculares de
extensão, a aprovação no componente curricular depende da integralização de toda a
carga horária exigida.
Art. 89 As disposições relativas à avaliação da assiduidade para as disciplinas e
para os módulos se aplicam às atividades coletivas que formam turmas e preveem aulas,
podendo as unidades de vinculação estabelecerem normas adicionais e não contrárias a
este Regulamento.

108

TÍTULO IV
DA MENSURAÇÃO DO RENDIMENTO ACADÊMICO ACUMULADO
Art. 90 É calculado o seguinte índice numérico para avaliação do rendimento
acadêmico acumulado do/a discente: I - Índice de Rendimento Acadêmico - IRA.
Art. 91 O Índice de Rendimento Acadêmico (IRA) é a média ponderada do
rendimento escolar final obtido pelo/a discente em todos os componentes curriculares
que concluiu ao longo do curso, obtido pela fórmula constante no Anexo II desta
Resolução.
8

OUTRAS AVALIAÇÕES
O curso de Letras Espanhol da FALE deve passar periodicamente por um

processo de avaliação interna, visando garantir a abertura para possíveis reajustes e
futuras reformulações. Uma comissão interna de avaliação, formada por docentes e
representantes discentes, designada para este fim pela diretoria da FALE, avaliará, ao
final de cada oferta, a partir de critérios e recursos previamente discutidos pela
comunidade acadêmica da FALE, os seguintes aspectos: a) o contexto do curso – campo
de trabalho, perfil do ingressante; b) finalidade do curso – alcance dos objetivos e das
estratégias, evolução das áreas do conhecimento pertinentes ao curso; c) resultado do
projeto do curso – índice de evasão e reprovação e desempenho dos egressos; d)
aspectos técnico-administrativo-acadêmicos

–

qualificação e desempenho dos

professores e profissionais técnico-administrativo; e) instalações físicas.
A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso é importante para
aferir o sucesso do novo currículo para o curso, como também para certificar-se de
alterações futuras que venham a melhorá-lo, uma vez que o projeto é dinâmico e deve
passar por constantes avaliações.
As ações visando à avaliação dos cursos se orientam pelas normatizações
oriundas da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior - CONAES - e se
expressa de diferentes formas. Assim, o processo de avaliação do PPC do Curso de
Letras Espanhol é realizado por uma comissão representativa dos diferentes segmentos
da comunidade acadêmica, com predomínio de docentes, identificada no Projeto de

109
Auto-avaliação da UFAL como Comissão de Auto-avaliação – CAA, instalada em cada
Unidade Acadêmica e/ou Unidade Educacional, no caso dos campi interioranos.
O Curso Letras Espanhol deve ser avaliado pela citada Comissão e pelos
membros do Núcleo Docente Estruturante – NDE. Na primeira situação, o processo é
conduzido em primeira instância pela CAA que coleta dados através de diferentes
estratégias junto ao corpo docente, discente e técnico administrativo. Há, também, o
acesso espontâneo da comunidade acadêmica através de formulários on-line,
disponibilizados, segundo cronograma de desempenho divulgado pela CPA. Em ambas
as situações os participantes se expressam sobre a condução do Projeto Pedagógico do
Curso, entre outros aspectos como a atuação, a qualificação e a relação com os docentes
e as condições da infraestrutura disponibilizada para a realização das atividades
acadêmicas. Desta forma, os dados computados são organizados e analisados pela
Comissão de Auto-Avaliação – CAA e enviados para serem consolidados pela
CPA/UFAL e incorporados ao Relatório de Avaliação Institucional, de periodicidade
anual.
O NDE realiza um acompanhamento permanente da implementação e
desenvolvimento do PPC de forma a garantir a melhor qualidade educativa em todas as
suas etapas. Através de reuniões semestrais os seus membros avaliam a pertinência das
disciplinas, seu ordenamento, a atualização da bibliografia referenciada e as condições
de realização de práticas e estágios supervisionados, de modo a ter condições concretas
de intervir, sempre que necessário, no aperfeiçoamento do PPC.
Conforme Resolução nº 52/2013-CONSUNI/UFAL, de 05 de agosto de 2013,
A CPA/UFAL será subsidiada, em todas as ações, pelas Comissões de Autoavaliação
(CAAs) constituídas em cada Unidade Acadêmica e/ou Campi Fora de Sede.
O Curso de Letras de Espanhol da FALE deve passar periodicamente por um
processo de avaliação interna, visando garantir a abertura para possíveis reajustes e
futuras reformulações. Uma comissão interna de avaliação, formada por docentes e
representantes discentes, designada para este fim pela diretoria da FALE, avalia, a partir
de critérios e recursos previamente discutidos pela comunidade acadêmica da FALE, os
seguintes aspectos: a) o contexto do curso – campo de trabalho, perfil do ingressante; b)
finalidade do curso – alcance dos objetivos e das estratégias, evolução das áreas do
conhecimento pertinentes ao curso; c) resultado do projeto do curso – índice de evasão e
reprovação e desempenho dos egressos; d) aspectos técnico-administrativo-acadêmicos

110
– qualificação e desempenho dos professores e profissionais técnico-administrativos; e)
instalações físicas.
No planejamento e execução da autoavaliação, no âmbito da Unidade
Acadêmica ou Campi, são atribuições das Comissões de Autoavaliação (CAAs): I Participar dos fóruns de debate sobre avaliação institucional; II - Aplicar os
instrumentos de avaliação institucional, elaborados no âmbito da CPA/UFAL; III Organizar, tratar e analisar os dados coletados e elaborar relatórios; IV - Encaminhar às
subcomissões os relatórios respectivos as suas dimensões; V - Estimular, dentro da sua
Unidade Acadêmica, a construção de uma cultura de autoavaliação; VI - Discutir, no
âmbito da sua Unidade Acadêmica, os resultados da autoavaliação; VII - Propor, tanto
no âmbito da Unidade Acadêmica quanto ao nível dos fóruns gerais, medidas para
aperfeiçoar o sistema de avaliação institucional.

9 INFRAESTRUTURA
Composição Geral dos espaços físicos
A Faculdade de Letras é um órgão de administração intermediária da
Universidade Federal de Alagoas e é regida pelo Estatuto e Regimento Geral da UFAL,
pelas decisões do Conselho Universitário (CONSUNI) e pelo seu Regimento Interno.
Totalizam-se quatro prédios sob sua administração: o Prédio Administrativo Geral, o
Bloco de Salas de Aula Denilda Moura (antigo BSA1), o Centro de Pesquisas em
Educação e Linguagens (CEPEL) e o Prédio de Libras.
Prédio Administrativo Geral: nesse prédio, encontram-se as salas da Direção e
Secretaria Geral, Sala das Coordenações de Graduação, Secretaria das Coordenações de
Graduação, Sala da Pós-graduação em Letras e Linguística e Profletras, Almoxarifado e
Arquivo, Salas de Permanência de docentes, Sala do Programa Tutorial de Letras
(Pet-Letras),

Centro Acadêmico

(CA), Copa, banheiro de professores com

acessibilidade (masculino e feminino), Sala de reuniões de Professores, Miniauditório
Heliônia Ceres, Laboratório de Línguas (Label), Sala dos Órgãos de Apoio, Sala
Coordenações de EaD, sala do Programa Institucional de bolsas de iniciação à Docência
(Pibid e PRP), sala das Casas de Cultura no Campus (CCC) e Núcleo de Línguas
(Nucli).

111
Bloco de Salas de Aula Denilda Moura: são 15 salas, 1 sala administrativa e 2
banheiros (feminino e masculino) e 2 banheiros com acessibilidade, além de área de
convivência, espaço verde e lanchonete.
CEPEL (Centro de Pesquisas em Educação e Linguagens): neste prédio
encontram-se as salas dos Grupos de Pesquisa, Núcleos e três laboratórios, além da
biblioteca setorial, copa, banheiros (masculino e feminino) e almoxarifado.
Prédio Libras: nele, encontram-se salas de Coordenações, de permanência de
docentes, técnicos e discentes, 2 laboratórios Viso-Gestuais (gravação e edição), sala de
reuniões, secretaria, almoxarifado, copa e hall de entrada, 2 banheiros (feminino e
masculino, ambos com acessibilidade) e 5 salas de aula com capacidade para 40
pessoas. A unidade possui sete cursos de graduação: Letras-Espanhol, Letras-Francês,
Letras-Inglês,

Letras-Português,

Letras-Espanhol/Ead,

Letras-Inglês/Ead,

Letras-Português/Ead, Letras-Libras e dois Programas de Pós-graduação Stricto Sensu:
Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística (PPGLL) e o Mestrado
Profissional em Letras (ProfLetras).
Aspectos Específicos
No que tange aos espaços destinados a usos específicos, destacamos o espaço de
trabalho para docentes em tempo integral. Tratam-se de salas localizadas no Prédio
Administrativo Geral, que acomodam entre dois e três docentes, equipadas com
mobiliário e quadros de avisos.
O espaço para o coordenador ou coordenadora encontra-se também no mesmo
Prédio: trata-se das Salas das coordenações de Graduação, em espaço conjunto com a
Secretaria das Coordenações de Graduação. Esse espaço é partilhado entre os
coordenadores

e

coordenadoras

dos

cursos

presenciais,

Letras-Espanhol,

Letras-Francês, Letras-Inglês e Letras-Português. Neste recinto climatizado, cada
coordenador tem à disposição mesa, computador, armários com chave, mesa de reunião
e armários com suprimentos de escritório, além de linha telefônica.
A Sala coletiva de professores é composta por uma sala multiuso, também no
Prédio administrativo Geral, e é equipada com mesa de reuniões, projetor multimídia,
quadro branco e bancos estofados para eventual presença de público.
Já as Salas de aula localizam-se no Bloco de Salas de Aula Denilda Moura.
Como descrito anteriormente, este bloco possui 15 salas de aula que podem comportar,

112
em sua extensão máxima, em torno de sessenta alunos. São equipadas com carteiras
estudantis, mesa do professor, quadro branco e projetor multimídia, reservado em sala
específica (sala administrativa).
Por fim, no Label os discentes têm acesso a equipamentos de informática com
agendamento prévio pelo professor/a. O Laboratório é atualmente composto por 16
(dezesseis) computadores, 19 (dezenove) cadeiras simples, duas mesas redondas e é
climatizado. Além deste espaço destinado às atividades de ensino-aprendizagem, a
UFAL conta com diversos laboratórios no Centro de Interesse Comunitário (CIC) e em
espaços na Biblioteca Central.

113
10 REFERÊNCIAS
Decreto 3276, de 06/12/1999 (que dispõe sobre a formação em nível superior de
professores para atuar na Educação Básica, e dá outras providências).
Decreto 3.554, de 07/08/2000 (que dá nova redação ao § 2º do art. 3º do Decreto 3.276,
de 06 de dezembro de 1999, que dispõe sobre a formação em nível superior de
professores para atuar na Educação Básica).
Parecer CNE/CP 09, de 08/05/2001 (que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de
licenciatura, de graduação plena).
Parecer CNE/CP 21, de 06/08/2001 (que dispõe sobre a duração e carga horária dos
cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de
licenciatura, de graduação plena).
Parecer CNE/CP 27, 02/10/2001 (que dá nova redação a o item 3.6, alínea c, do Parecer
CNE/CP 09/2001 que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura,
de graduação plena).
Parecer CNE/CP 28, de 02/10/2001 (que dá nova redação ao Parecer CNE/CP 21/2001,
que estabelece a duração e a carga horária dos cursos de Formação de Professores da
Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena).
Parecer CNE/CES 1363, de 12/12/2001 (que dispõe da retificação do Parecer CNE/CES
492/2001, que trata da aprovação das Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de
Filosofia, História, Geografia, Serviço Social, Comunicação Social, Ciências Sociais,
Letras, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia).
Parecer CNE/CES 261, de 09/11/2006 (relativa a esclarecimentos sobre o conceito de
hora e hora-aula tendo em vista questionamentos sobre aplicabilidade do Parecer
CNE/CES N° 575/2001).
Parecer CNE/CES 2, de 25/06/2015 (Relativo as Diretrizes Curriculares Nacionais para
a Formação Inicial e Continuada dos Profissionais do Magistério da Educação Básica).
Resolução CNE/CP 02, de 26/6/97 (que dispõe sobre o s programas especiais de
formação pedagógica de docentes para as disciplinas do currículo do Ensino
Fundamental, do Ensino Médio e da Educação Profissional em nível Médio).
Resolução CNE/CP 01, de 30/09/99 (que dispõe sobre os Institutos Superiores de
Educação, considerados os artigos 62 e 63 da Lei 9.394/96 e o artigo 9º, § 2º, alíneas
“C” e “H”, da Lei 4.024/61, com a redação dada pela Lei 9.131/95).
Parecer CNE/CES 492, de 03/04/2001 (que trata da aprovação das Diretrizes
Curriculares Nacionais dos cursos de Filosofia, História, Geografia, Serviço Social,
Comunicação Social, Ciências Sociais, Letras, Biblioteconomia, Arquivologia e
Museologia).
Resolução 01, de 17 de junho de 2010 CONAES (que normatiza o núcleo docente
estruturante e dá outras providências).

114
Resolução CNE/CP 01, de 18/02/2002 (que institui Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de
licenciatura, de graduação plena).
Resolução CNE/CP 02, de 19/02/2002 (que institui a duração e a carga horária dos
cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de professores da Educação
Básica em nível superior).
Resolução CNE/CP 02, de 03/07/2015 (que institui Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de
licenciatura, de graduação plena e para formação continuada).
Resolução N° 4/2018 CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018 (Define os
Componentes Curriculares Comuns aos Cursos de Graduação de Formação de
Professores para a Educação Básica, no Âmbito da UFAL).
Resolução N° 6/2018 CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018 (Regulamenta as
Ações de Extensão como Componente Curricular Obrigatório nos Projetos Pedagógicos
dos Cursos de Graduação da UFAL).

115
11 ANEXOS

FACULDADE DE LETRAS

RESOLUÇÃO Nº 004/2012 - FALE, de 15 de maio de 2012.
Estabelece normas para a realização do
Estágio Supervisionado do Curso de
Letras
O Colegiado do Curso de Letras, no uso de suas atribuições legais e estatutárias,
CONSIDERANDO as indicações de reformulação feitas pela Comissão de Estágio
Supervisionado;
RESOLVE:
Art. 1º Estabelecer normas para a realização do Estágio Supervisionado do Curso de
Letras da Universidade Federal de Alagoas.

CAPÍTULO I
DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES
Art. 2º - O Estágio Supervisionado do Curso de Licenciatura em Letras com
habilitação em Português, Inglês, Espanhol e Francês fundamenta-se na Lei nº11. 788,
de 25.09.2008, na Resolução CNE/CP 1, de 18 de fevereiro de 2002, na Resolução
CNE/CP 2, de 19 de fevereiro de 2002 e na Resolução Nº 71/2006 - CONSUNI/UFAL,
de 18 de dezembro de 2006 que disciplina os estágios curriculares dos cursos de
graduação da UFAL.
§ 1º. O Estágio é um conjunto de atividades e práticas que consta no Projeto Pedagógico
do Curso de Licenciatura em Letras com habilitação em Português, Inglês, Espanhol e
Francês como Estágio Supervisionado.

116

§ 2º. O Estágio visa ao desenvolvimento de competências próprias da atividade
profissional docente – conhecimentos teórico-conceituais, habilidades e atitudes – e à
contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do(a) estagiário(a) para a
vida cidadã e para o mundo do trabalho.
§ 3º. Os Estágios Supervisionados em Língua Portuguesa, Inglesa, Espanhola e
Francesa serão realizados a partir do 5º período e deverão contemplar, por exemplo,
atividades de ensino, a observação da prática docente e a regência de aulas nos ensinos
Fundamental e Médio.
Art. 3º - São objetivos do Estágio Supervisionado:
I. Formar um profissional atuante, crítico, capaz de transitar pelas esferas do saber,
aliando conhecimento, valores socioculturais e necessidades individuais dos alunos.
II. Possibilitar a reflexão sobre o cotidiano escolar, a análise dos pressupostos teóricos
estudados e sua prática, a fim de que o(a) estagiário(a) possa assumir posicionamento
crítico aliado à competência técnica-metodológica e compromisso político do seu papel
na sociedade.
III. Possibilitar, por meio do contato constante com as diversas realidades escolares e
instâncias educacionais, a reflexão crítica e contextualizada sobre o papel do educador,
da escola e do ensino de língua e literatura da sua habilitação ou área de atuação.
IV. Estabelecer formas de desenvolvimento e articulação entre os componentes
curriculares teóricos, a dimensão prática, as disciplinas eletivas, as atividades
extensionistas, as ações de formação continuada, os projetos de pesquisa desenvolvidos
pelos docentes da FALE.
V. Proporcionar, ao graduando, condições para a reflexão ao fazer a transposição
didática dos conteúdos da área de Letras de suas habilitações para a Educação Básica
(Ensino Fundamental e Ensino Médio);
VI. Proporcionar, ao graduando, condições para o desenvolvimento das atividades de
observação, análise, síntese e reflexão críticas do trabalho pedagógico e da realidade em
que atua, enquanto agente do processo ensino-aprendizagem para a formação de
cidadãos;

117
VII. Integrar o Curso de Licenciatura em Letras nas habilitações Português, Inglês,
Espanhol e Francês da UFAL, às demais Instituições de Educação Básica das redes
pública e privada de ensino.
VIII. Tomar a prática como objeto de reflexão organizada e compartilhada, como campo
de conhecimento específico do professor;
IX. Envolver-se na prática pedagógica, afetiva e cognitivamente, questionando as
próprias crenças, propondo e experimentando alternativas;
X. Promover interações com o corpo docente e discente das instituições parceiras.
Art. 4º – O Estágio Supervisionado deve ser planejado, executado, acompanhado e
avaliado pela Comissão de Estágio Supervisionado em conformidade com o Projeto do
Curso de Licenciatura em Letras nas habilitações Português, Inglês, Espanhol e Francês
da UFAL, e, respeitando, o calendário acadêmico.

CAPÍTULO II
DA ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO
Art. 5º – O (A) estagiário(a) deverá receber da Coordenação de Estágio da Faculdade
de Letras os seguintes documentos, no início do semestre letivo:
I – Carta de apresentação do(a) estágiário(a) assinada pela Coordenação de Estágio da
Faculdade de Letras atestando que o(a) estagiário(a) é aluno(a) regularmente
matriculado(a) e apto(a) a realizar estágio no semestre.
II – Carta de aceite para que o responsável da unidade escolar ou do órgão competente
onde o estágio será realizado autorize o(a) estagiário(a) a cumprir as atividades
requeridas de estágio.
III – Ficha de controle das atividades de Estágio Supervisionado na qual o(a)
estágiário(a) irá registrar as atividades realizadas.
Art. 6º – Ao término do estágio, o(a) estagiário(a) deverá entregar ao professor
responsável pelo Estágio Supervisionado:
I – A carta de aceite assinada pelo responsável da unidade escolar ou do órgão
competente onde o estágio foi realizado.
II – O Relatório individual de Estágio Supervisionado.

118
III – A ficha de controle preenchida corretamente e assinada pelo responsável da
unidade escolar ou do órgão competente onde o estágio foi realizado.
CAPÍTULO III
DO LOCAL DE REALIZAÇÃO
Art. 7º – O Estágio Supervisionado será realizado, preferencialmente, em instituições
escolares públicas e privadas da Educação Básica, em cursos livres de idiomas, em alguns
órgãos da UFAL, bem como projetos institucionais de ensino, pesquisa e extensão, desde
que apresentem condições para:
I.

Planejamento e execução conjunta das atividades de estágio.

II.

Aprofundamento dos conhecimentos prático-teóricos a partir das experiências vividas
em situações concretas das atividades de estágio.
Art. 8º – O Estágio Supervisionado poderá ser realizado em mais de um instituição
pública ou privada, na área de formação do aluno.
Parágrafo único – O(A) estagiário(a) deverá, preferencialmente, exercer as atividades de
regência na instituição em que desenvolveu o Estágio de observação.
CAPÍTULO IV
DAS ATRIBUIÇÕES DOS ENVOLVIDOS NO PROCESSO DE ESTÁGIO
SEÇÃO I
DO COORDENADOR DO CURSO DE LETRAS
Art. 9º – Ao Coordenador do Curso compete:
I. Indicar um membro da Comissão de Estágio Supervisionado como Coordenador de
Estágio Supervisionado;
II.

Designar a Comissão de Estágio Curricular Supervisionado responsável pelas

providências necessárias à efetiva realização do Estágio;

119
III. Arquivar por dois anos os documentos comprobatórios dos estagiários (os relatórios
de estágio supervisionado assinados pelo professor supervisor e pelo(a) estagiário(a), as
fichas de controle de estágio supervisionado e as cartas de aceite e de recebimento do
relatório pelo responsável da unidade escolar ou do órgão competente onde o estágio foi
realizado).
Parágrafo único – A Comissão de Estágio Curricular Supervisionado será composta
pelo coordenador do Curso de Letras, pelo coordenador de Estágio e por Professores
Responsáveis pelo Estágio Supervisionado, lotados na Faculdade de Letras.
SEÇÃO II
DO COORDENADOR DE ESTÁGIO
Art. 10º – É de competência do Coordenador de Estágio:
I – Disponibilizar horário, na coordenação do curso, para planejar, orientar, acompanhar
e avaliar as atividades propostas referentes a essa atividade curricular.
II – Convocar a Comissão para as reuniões.
III- Organizar a participação dos integrantes da Comissão nas discussões de
planejamento e desenvolvimento do Estágio Supervisionado.
IV – Vistar, ao final de cada período letivo, os documentos comprobatórios recebidos
dos professores responsáveis pelo Estágio Supervisionado.
V – Entregar os documentos comprobatórios dos estagiários ao Coordenador de
Graduação no final de cada período letivo.
Art. 11º – Em relação aos alunos, cabe ao Coordenador de Estágio Supervisionado:
I – Prestar esclarecimentos a respeito de dúvidas gerais sobre a realização dos estágios.
II – Divulgar dias e horários de atendimento.

SEÇÃO III
DA COMISSÃO DE ESTÁGIO
Art. 12º – À Comissão de Estágio compete:
I. Avaliar, propor mudanças, se necessário, e aprovar os Planos de Estágio

120
Supervisionado e os instrumentos de avaliação;
II. Viabilizar o desenvolvimento e o acompanhamento do Estágio Supervisionado;
III. Participar do Seminário de Socialização do Estágio Supervisionado e estimular a
participação dos demais professores do Curso nesse evento;
IV. Resolver os casos omissos, considerando a legislação vigente.
SEÇÃO IV
DO PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO ESTÁGIO
Art. 13º – Ao Professor Responsável pelo Estágio Supervisionado compete:
I. Aprovar o Plano de Estágio apresentado pelos estagiários, levando em consideração
os objetivos estabelecidos nesta Resolução;
II. Encaminhar os estagiários para o desenvolvimento do Estágio em Línguas
Portuguesa, Espanhola, Inglesa e Francesa na Educação Básica, preferencialmente em
unidades escolares da rede pública de ensino e/ou escolas de línguas estrangeiras;
III. Organizar o Seminário de Socialização do Estágio Supervisionado, o qual visa a
avaliar as atividades desenvolvidas pelos estagiários;
IV. Fixar e divulgar a data e horário do Seminário de Socialização do Estágio
Supervisionado;
V. Acompanhar os estagiários no Seminário de Socialização de Estágio;
VI. Orientar os estagiários para a apresentação de Relatório ao final de cada período
letivo em que o Estágio se realiza;
VII. Avaliar o Relatório Final de Estágio;

121
VIII. Realizar a avaliação final dos estagiários e efetuar o lançamento das notas no SIE
WEB;
IX. Recolher dos estagiários sob sua supervisão, ao final de cada período letivo, os
documentos comprobatórios da realização do Estágio Supervisionado (relatórios de
estágio assinados, as fichas de controle de estágio supervisionado, as cartas de aceite e
de recebimento do relatório pelo responsável da unidade escolar ou do órgão
competente onde o estágio foi realizado) e entregá-los ao Coordenador de Estágio
Supervisionado.
SEÇÃO V
DO(A) ESTAGIÁRIO(A)
Art. 14º – É de competência do(a) estagiário(a):
I. Seguir as normas estabelecidas por esta Resolução;
II. Elaborar o Plano de Estágio em comum acordo com o Professor supervisor do
Estágio Supervisionado;
III. Apresentar o Plano de Estágio ao Professor Supervisor do Estágio Supervisionado,
no prazo mínimo de 10 (dez) dias antes da data prevista para o início das atividades;
IV. Acatar as normas da Instituição de Ensino em que ocorrerá o Estágio;
VI. Apresentar, ao final das atividades, o Relatório de Estágio ao Professor supervisor
do Estágio Supervisionado;
VII. Participar do Seminário de Socialização de Estágio;
VIII. Apresentar o Relatório de Estágio no Seminário de Socialização de Estágio.

122
IX. Ter uma postura ética ao manter um ótimo relacionamento com todos os
profissionais da unidade escolar e eximir-se de criticá-los, especialmente no local do
estágio.
Parágrafo único – o(a) estagiário(a) que desenvolve seu Estágio na instituição em que
trabalha deve fazê-lo fora de suas atividades rotineiras ou dentro delas, desde que
contemple um caráter inovador.
CAPÍTULO V
DO DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO
SEÇÃO I
DO PLANO DE ESTÁGIO
Art. 15º – Deverão constar no Plano de Estágio Supervisionado, obrigatoriamente:
I.

Dados de identificação do(a) estagiário(a);

II.

Identificação do Estabelecimento de Ensino onde será realizado o Estágio;

III.

Pressupostos teóricos dos conteúdos estruturantes;

IV.

Desenvolvimento metodológico dos conteúdos estruturantes a serem aplicados;

V.

Cronograma das atividades a serem desenvolvidas;

VI.

Bibliografia de consulta e de referência.
Art. 16º – O Plano de Estágio deverá ser apresentado pelo estudante ao Professor
Responsável pelo Estágio Supervisionado, para análise, discussão e aprovação, no prazo
mínimo de 10 (dez) dias antes da data prevista para início das atividades.
SEÇÃO II
DA DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
Art. 17º – O Estágio Supervisionado está distribuído em 4 semestres, a partir do quinto
período do curso de Letras.
I – A carga horária do Estágio Supervisionado 1 contempla 80 horas e está
distribuída em:
5h planejamento

123
15h supervisão
15h caracterização
20h atividades de estágio no Ensino Fundamental ou Médio (ver observação
abaixo)
20h elaboração de relatório
05h socialização das experiências
II – A carga horária do Estágio Supervisionado 2 contempla 80 horas e está
distribuída em:
5h planejamento
15h supervisão
30h atividades de estágio no Ensino Fundamental ou Médio (ver
observação abaixo)
10h registros sobre a prática
20h elaboração de relatório
III – A carga horária do Estágio Supervisionado 3 contempla 80 horas e está
distribuída em:
5h planejamento
5h supervisão
10h para caracterização Unidade Escolar
5h entrevistas
15h observação no ensino fundamental
10h elaboração de aula para regência
15h regência no ensino fundamental
5h socialização das experiências e reflexão
10h elaboração de relatório
IV – A carga horária do Estágio Supervisionado 4 contempla 160 horas e
está distribuída em:
10 h planejamento
10 h supervisão
30 h para caracterização da Unidade Escolar
10 h entrevistas

124
15h observação no ensino médio
20h elaboração de aula
15h regência no ensino médio
05 h socialização das experiências e reflexão
20h elaboração de relatório
Parágrafo único: As atividades de Ensino para o Estágio Supervisionado 1 e
2 podem ser:
- observação de aula
- participação em aulas
- regência de aulas (parcial ou total)
- participação em eventos culturais, reuniões na escola,
- realização de rodas de leitura
- trabalho na biblioteca
- atividades extra classe (festas, gincanas, atividades culturais)
- acompanhamento de alunos com dificuldades de aprendizagem
- confecção de materiais didáticos
- análise de material didático
- observação de práticas em DVD
- observação e acompanhamento de uma turma-referência
- acompanhamento de grupos de alunos
- pequenos projetos envolvendo o uso de leitura e escrita
- oficinas
- aulas de reforço
- montagem de peças teatrais
Outras atividades de ensino podem ser consideradas mediante aprovação da
Comissão de Estágio.
SEÇÃO III
DA ESTRUTURAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO
Todas as atividades desenvolvidas ao longo do estágio devem ser relatadas em um
Relatório Final, do qual devem constar:

125
1. Apresentação: Situar a disciplina e a discussão teórica de base, de acordo com o tema
selecionado e desenvolvido. Ex: Produção escrita – Ortografia - Dificuldades da
aprendizagem em LP - Avaliação em leitura etc.; local de realização do estágio,
objetivos previamente traçados; como a proposta foi elaborada, dificuldades
encontradas no início do estágio e como foi possível seguir o planejamento, etapas da
atividade programada e as adaptações que foram feitas.
2. Caracterização da escola - Dados Gerais:
a) Identificação da Escola: Campo de estágio (nome completo da escola; localização;
níveis e modalidades de ensino; turnos de funcionamento).
b) Instalações da Escola: Infraestrutura e recursos materiais (Biblioteca-dimensões,
acervo, capacidade, uso, tipo de atendimento; Sala de informática e recursos
tecnológicos; distribuição dos espaços e serviços de apoio).
c) Organização do trabalho escolar: Calendário escolar; Horários de funcionamento;
Índices de evasão e repetência.
d) Prática Sócio-Político-Pedagógica: Identificar a existência de projetos e/ou
programas em desenvolvimento; planejamento: como é feito, quem participa; entrevista
com representantes da direção, coordenadores, professores.
3. Diário de Campo: Descrição e reflexão sobre o trabalho desenvolvido – observação
ou regência - registrando os conteúdos abordados, as metodologias, as estratégias
adotadas e as avaliações empregadas, as datas de realização e os tipos de atividades
observadas e/ou desenvolvidas.
4. Análise de dados e produtos de aprendizagem: Relatório que pode ser feito por grupo
de atuação (mais ou menos quatro a oito alunos que se revezam nas atividades na
Escola). Nessa parte do Relatório, cada aluno ou dupla desenvolve a análise de um
produto, resultado do trabalho desenvolvido na Escola: versões de textos, manuscritos,
comparação de atividades etc., tendo como base teórica os conceitos discutidos na
disciplina e no curso.
5. Considerações finais: O aluno pode abordar questões, tais como a importância do
estágio para a formação; dificuldades encontradas e como elas foram superadas; e
sugestões para a melhoria do ensino e da aprendizagem naquele contexto do estágio.
6. Referências: Autores citados no relatório e nas notas de rodapé.
7. Anexos: Material didático usado pelo professor; produção dos alunos durante as aulas
ou atividades do período de estágio; registro fotográfico, entre outros materiais ou
documentos.

126

SEÇÃO IV
DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO
Art. 18º – Para a avaliação do Estágio Curricular Supervisionado serão consideradas as
seguintes atividades:
I. Apresentação dos Planos de Estágio Supervisionado nos prazos estipulados;
II.Frequência às reuniões de supervisão entre o professor supervisor de Estágio e o(a)
estagiário(a);
IV. Apresentação do Relatório Final de Estágio, nos quais deverão constar as atividades
desenvolvidas e as avaliações anteriores, após a conclusão de todas as etapas, ao
professor supervisor;
V. Participação como ouvinte dos relatos de colegas estagiários no Seminário de
Socialização;
VI.

Apresentação oral dos resultados no Seminário de Socialização de Estágio,

coordenado pelo Professor supervisor de Estágio.
Parágrafo único: O estudante que deixar de participar do Seminário de Socialização
deverá, mediante a apresentação de justificativa ao Coordenador de Estágio
Supervisionado, agendar sua apresentação para o evento seguinte.
Art. 19º – A avaliação de desempenho do(a) estagiário(a), nas diferentes fases dos
Estágios de Línguas Portuguesa, Inglesa, Espanhola e Francesa, é feita pelo professor
supervisor que deve considerar:
I.

o compromisso e a participação nas atividades propostas;

II.

a interlocução e postura colaborativa com o professor supervisor;

III.

o desempenho nas atividades pedagógicas;

IV.

a capacidade de diagnosticar problemas e propor soluções para situações surgidas no

127
ambiente escolar;
§1º Em cada etapa da avaliação, serão utilizados instrumentos específicos elaborados
pelos professores supervisores e aprovados pela Comissão de Estágio Supervisionado.
§2º - A nota final referente aos Estágios Supervisionados de Licenciatura em Língua
Portuguesa, em Língua Inglesa, em Língua Espanhola e em Língua Francesa deverá ser
composta considerando as notas parciais do aluno obtidas quando da realização dos
Estágios.
§3º - O Relatório Final do Estágio Supervisionado deverá ser elaborado de acordo com
as normas vigentes adotadas pela Comissão de Estágio Supervisionado.
§4º - O Relatório Final de Estágio Curricular Supervisionado deverá ser composto pelos
relatórios parciais desenvolvidos em cada uma das etapas dos Estágios.
§5º - O Relatório Final de Estágio Curricular Supervisionado deverá conter as
assinaturas do estagiário e do seu professor supervisor de Estágio.
Art. 20º - O não cumprimento do previsto nos Artigos desta Resolução implica
reprovação do(a) estagiário(a) em Estágio Supervisionado e na obrigatoriedade de
realização de um novo estágio.
CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 21º – O desenvolvimento das atividades de Estágio prevê as seguintes modalidades:
I – Observação - destinada a levar o estudante à tomada de contato com a realidade
educacional, especialmente nas situações que envolvem professor-aluno, bem como
elaboração de planejamento, execução e avaliação das atividades escolares.
II – Regência - destinada a permitir ao(à) estagiário(a) ministrar aulas, aplicar um
projeto de intervenção ou outra atividade acerca do processo de ensino e aprendizagem,
sob orientação e supervisão do Professor de Estágio.

128

III – Participação - realizada para permitir ao estudante tomar parte como cooperador
em aulas e em outras atividades educativas definidas pelo Professor de Estágio
Supervisionado.
Art. 22º – Em acordo com o parecer CP/CNE 028, de 02/10/2001, em caso de aluno em
efetivo exercício da atividade docente na educação básica, a carga horária total do
semestre poderá ser reduzida, no máximo, em até 50%.
I – o aluno atuando como docente no Ensino fundamental ou Médio, em escola
reconhecida pelo MEC/Secretaria da Educação, deverá apresentar à Comissão de
Estágio Supervisionado documentação comprobatória descrevendo plano de curso e
especificando as atividades e a carga horária.
II – as atividades do monitor em escolas públicas de Alagoas só serão consideradas se
o(a) estagiário(a) desenvolver projeto ou atividades na sua habilitação ou área de
atuação.
Art. 23º – O(A) estagiário(a) deverá concluir cada estágio em um semestre letivo.
Art. 24º – Nos termos da legislação vigente, o estágio supervisionado obrigatório para
qualquer habilitação da Faculdade de Letras, não cria vínculo empregatício.
Art. 25º – Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão de Estágio Supervisionado
da Faculdade de Letras.
Art. 26º – A presente Resolução terá vigência após aprovação pelo Conselho da
Faculdade de Letras.
Art. 27º – Esta Resolução poderá ser alterada a qualquer tempo, caso a Comissão de
Estágio julgar necessária, e/ou a pedido de um grupo de professores e mediante a
apresentação e a aprovação do Colegiado e do Conselho do Curso da Faculdade de
Letras da Universidade Federal de Alagoas - Campus A.C. Simões.
Miniauditório Heliônia Cêres – FALE, em 15 de maio de 2012.
Profa. Dra. Eliane Barbosa da Silva
Diretora da FALE

129
Presidenta do Conselho da FALE

130

131

132

133

134

135