2018

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PPC - letras inglês presencial - ATUALIZAÇÃO 2020.pdf
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                    PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
LETRAS INGLÊS LICENCIATURA
PRESENCIAL

Maceió - Alagoas,
NOVEMBRO de 2018

1

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
FACULDADE DE LETRAS
Este Projeto foi reelaborado em 2018 para se adequar às Diretrizes Curriculares
Nacionais para Formação Inicial Superior para os cursos de Licenciatura nº 2, de 1º de
julho de 2015 e à Resolução nº 06/2018 – CONSUNI/Ufal, de 19 de fevereiro de 2018.

Ele está baseado em dois projetos anteriores da habilitação Inglês. São eles: (1)
Projeto Pedagógico do Curso Presencial de Licenciatura em Letras, da Faculdade de
Letras da Universidade Federal de Alagoas, atualizado em 2016, que se adequou às
Diretrizes Curriculares Nacionais para Formação Inicial Superior para os cursos de
Licenciatura nº 2, de 1º de julho de 2015 e ao novo regime instituído na Ufal a partir de
2014, com a Resolução nº 59/2014. Foi revisado em novembro de 2017 pelo
Coordenador Paulo Leôncio da Silva e, em abril de 2018, pelo coordenador Sérgio Ifa;
(2) Projeto Pedagógico do Curso de Letras Licenciatura a distância, com habilitação em
Língua Inglesa, coordenado por Raquel D Elboux Couto Nunes aprovado pela CAPES
em 31 de outubro de 2012, parecer 330/2012.

Este projeto também segue princípios de formação apresentados no Projeto
Pedagógico do Curso de Letras Licenciatura a distância, habilitação: espanhol,
coordenado por Kristianny Brandão Barbosa de Azambuja, aprovado pela CAPES em 17
de outubro de 2012, parecer 329/2012, no Projeto Pedagógico do Curso de Letras
Licenciatura a distância, com habilitação em Língua Portuguesa, coordenado por Sonia
Cristina Simões Felipeto, aprovado pela CAPES em 31 de outubro de 2012, parecer
330/2012.

2

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
FACULDADE DE LETRAS

REITORA
Maria Valéria Costa Correia
VICE‐REITOR
José Vieira da Cruz

PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO - PROGRAD
Sandra Regina Paz da Silva

FACULDADE DE LETRAS - FALE
DIRETORA
Rita de Cássia Souto Maior Siqueira Lima
VICE‐DIRETOR
José Niraldo de Farias
COORDENAÇÃO1

COORDENADOR DO CURSO
Sérgio Ifa

VICE COORDENADOR
Pedro Gustavo Rieger

COORDENAÇÃO DO CURSO DE LETRAS INGLÊS LICENCIATURA
1

Portarias 202 e 203/PROGRAD, de 30 de Julho de 2018

3

Coordenador: Sérgio Ifa
Vice-coordenador: Pedro Gustavo Rieger
COLEGIADO DO CURSO2
Titulares:
Adriana Lopes Lisboa Tibana
Daniel Adelino Costa Oliveira da Cruz
Pedro Gustavo Rieger
Sérgio Ifa
Simone Makiyama
Suplentes:
Ildney de Fátima Souza Cavalcanti
Irene Maria Dietschi
Marcus Vinícius Matias
Paulo Leôncio da Silva
Raquel D’Elboux Couto Nunes
Representante discente:
Titular: Letícia Romariz Medeiros
Suplente: Lucas da Silva França
Representante técnico-administrativo:
Titular: Rosana Portela Nicácio dos Santos
Suplente: José Alberto Ribeiro
Núcleo Docente Estruturante (NDE) DO CURSO 3
Sérgio Ifa, SIAPE nº 1631608
Pedro Gustavo Rieger SIAPE nº 1345885
Simone Makiyama, SIAPE nº 1288394
Daniel Adelino Costa Oliveira da Cruz, SIAPE nº 1864872
Raquel D’Elboux Couto Nunes, SIAPE nº 2559112
Paulo Leôncio da Silva, SIAPE nº 1120573

EQUIPE DE ELABORAÇÃO DO PROJETO:
Este projeto foi elaborado pelo corpo docente do curso de Letras Inglês da
Faculdade de Letras - UFAL, e revisado pelo corpo docente constituinte do colegiado
deste curso, instituído pela portaria 204/PROGRAD de 31 de Julho de 2018.
SUMÁRIO
1. IDENTIFICAÇÃO

2
3

8

Portaria 204/PROGRAD, de 31 de Julho de 2018.
Portaria 355/PROGRAD, de 12 de novembro de 2018.

4

1.1 Dados gerais

8

1.2 Dados de identificação do curso

8

1.3 Dados da coordenação do curso

10

2. CONTEXTO INSTITUCIONAL

11

2.1. Contexto regional

12

2.2. Histórico da Faculdade de Letras

12

3. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO

15

3.1 O ensino da Língua Inglesa no Brasil

15

3.2 O ensino de Língua Inglesa em Alagoas

18

3.3 A área de Letras – concepções

19

3.4 Competências e habilidades

23

3.5. Curso de Letras e Internacionalização

26

4. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO

28

4.1 Pesquisa

30

4.1.1. Grupos de pesquisa

30

4.2 Extensão

37

4.2.1 Programa de Extensão Curricularizada do Curso de Letras Inglês Erro! Indicador
não definido.45
4.4. Programa de Educação Tutorial (PET) Letras

37

4.5. Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID)

46

4.6. Responsabilidade Social

46

4.7. Acessibilidade
4.7.1 Núcleo de acessibilidade
4.7.2 Inclusão

47
48
49

5. OBJETIVO DO CURSO

52

6. PERFIL DO EGRESSO E CAMPO DE ATUAÇÃO

52

6.1 Perfil do egresso

52

6.2 Campo de atuação

54
5

7. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA

55

7.1 Estrutura curricular
55
7.1.1 Núcleo de estudos de formação geral
55
7.1.2 Núcleos de formação do conhecimento específico sobre língua e literatura em
língua inglesa
56
7.1.3 Atividades Curriculares de Extensão
58
7.1.4 Núcleo de estudos integradores
58
7.1.5 Resumo da estrutura curricular
60
7.1.6 A prática como componente curricular
62
8. CORPO DOCENTE

68

ATUAÇÃO DOCENTE

70

9. CONTEÚDOS CURRICULARES

77

9.1 Educação ambiental

77

9.2 Educação em Direitos Humanos

77

9.3 Língua Brasileira de Sinais

79

9.4 Temas transversais

79

10. ESTÁGIO SUPERVISIONADO

80

10.1 Estágio curricular supervisionado – relação com a rede de escolas da Educação
Básica
84
10.2 Estágio curricular supervisionado – relação entre licenciandos, docentes e
supervisores da rede de escolas da Educação Básica.

84

10.3 Estágio curricular supervisionado – relação teoria e prática

85

11. INTEGRAÇÃO COM AS REDES PÚBLICAS DE ENSINO

86

12.ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS

87

13. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

94

14. DISCIPLINAS ELETIVAS

96

15. EMENTAS E REFERÊNCIAS BÁSICAS E COMPLEMENTARES

105

15. 1 Disciplinas obrigatórias

105

15.2 Disciplinas do Centro de Educação

134

16.AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL

138
6

16.1 Procedimentos de avaliação no processo de ensino-aprendizagem.

139

16.2 Avaliação do curso

143

16.3 Avaliação do projeto pedagógico

147

16.4 Colegiado do curso

148

16.5 Núcleo Docente Estruturante

150

17. POLÍTICAS DE APOIO

151

17.1 Políticas de apoio aos docentes e técnicos

152

17.2 Políticas de apoio aos discentes

153

18. REFERÊNCIAS

155

19. ANEXOS

159

7

1. IDENTIFICAÇÃO
1.1 Dados gerais
Contextualização da Instituição de Ensino Superior
Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal

Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço do Campus sede:
Campus A. C. Simões – Cidade Universitária Maceió /AL
Rodovia BR 101, Km 14 CEP: 57.072 - 970
Fone: (82) 3214 - 1100 (Central)
Portal eletrônico: www.ufal.br

1.2 Dados de identificação do curso
Curso: Letras Inglês
Modalidade: Licenciatura presencial
Título ofertado: Licenciado em Letras Inglês
Nome da Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Campus: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço de funcionamento do curso:
Faculdade de Letras – UFAL. Av. Lourival Melo Mota, s/n, Tabuleiro dos Martins
Maceió - AL, CEP:57072-900

8

Atos Legais:
Autorização do Curso: Resolução 09/2013-CONSUNI/UFAL, de 11 de março de 2013.

Portaria Ministerial: 3.276/2004
Portaria UFAL: 2145, de 12 de novembro de 2013. Portaria 850, de 27 de maio de
2016.

Número de Vagas autorizadas: 40 vagas por ano (20 para o período vespertino e 20
para o período noturno)

Formas de ingresso: Por meio do ENEM. Outras formas são: por reingresso de curso,
por reopção e por transferência, as quais são regidas por editais elaborados por
DRCA/Prograd.

Turnos de Funcionamento: vespertino e noturno.

Tempo de integralização do curso:
Turno vespertino: mínimo de quatro anos e meio e máximo de sete anos4
Turno noturno: mínimo de quatro anos e meio e máximo de sete anos
Carga horária: 3.418 horas

PORTAL ELETRÔNICO: http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/fale
Campo de atuação: Ensino de inglês como língua adicional e suas literaturas para a
educação básica (ensino fundamental II e ensino médio).

Perfil: Profissional apto para atuar no magistério da Educação Básica, seja na docência
da sua área de competência ou na gestão do trabalho educativo

4

PARECER CNE/CES Nº 8/2007.

9

1.3 Dados da coordenação do curso

COORDENADOR
Nome: Sérgio Ifa
Formação acadêmica: Mestrado e doutorado em Linguística Aplicada e Estudos da
Linguagem. Área de concentração: Formação de professores e ensino-aprendizagem de
línguas adicionais.
Bacharelado em Letras. Habilitação – Língua e Literatura Inglesas.
Licenciatura Plena em Letras Inglês.
Titulação: Doutor
Regime de trabalho: DE
Email: sergio@fale.ufal.br

VICE-COORDENADOR
Nome: PEDRO GUSTAVO RIEGER
Formação acadêmica: Mestrado em Inglês: Estudos Linguísticos e Literários
(PPGI/UFSC). Doutorado em andamento em Inglês: Estudos Linguísticos e Literários
(PPGI/UFSC). Áreas de concentração: Estudos da Linguagem. Análise Crítica do
Discurso. Linguagem e Direito. Linguagem e Saúde.
Graduado em Letras Inglês: Estudos Linguísticos e Literários (UFSC)
Titulação: Mestre
Regime de trabalho: DE
Email: pedro.rieger@fale.ufal.br

10

2. CONTEXTO INSTITUCIONAL
A Universidade Federal de Alagoas - UFAL - é Pessoa Jurídica de Direito
Público – Federal, CNPJ: 24.464.109/0001-48, com sede à Avenida Lourival de Melo
Mota, S/N, Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de Alagoas, CEP
57.072-970, além de uma Unidade Educacional (UE) em Rio Largo, município da região
metropolitana da Capital.
Foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro de 1961, a partir do
agrupamento das então Faculdades de Direito (1933), Medicina (1951), Filosofia (1952),
Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957), como instituição federal de
educação superior, de caráter pluridisciplinar de ensino, pesquisa e extensão, vinculada
ao Ministério da Educação, mantida pela União, com autonomia assegurada pela
Constituição Brasileira, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei
9394/96 e por seus Estatuto e Regimento Geral.
Possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A. Simões, em
Maceió, onde são ofertados 48 cursos presenciais de graduação. O processo de
interiorização, iniciado em 2006, expandiu sua atuação para o Agreste, com o Campus de
Arapiraca e com Unidades Educacionais em Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa e a
oferta de 23 cursos presenciais. Em 2010, chegou ao Sertão, instalando-se em Delmiro
Gouveia e uma Unidade Educacional em Santana do Ipanema e a oferta de 08 cursos
presenciais.
Além dos 88 cursos presenciais, há 11 ofertados na modalidade de Educação à
Distância, por meio do sistema Universidade Aberta do Brasil - UAB. A UFAL, hoje,
oferta 99 cursos de graduação. A pós-graduação contribui com 55 cursos stricto sensu,
além dos cursos de especialização nas mais diferentes áreas do conhecimento5.
A pesquisa vem crescendo anualmente com a participação de linhas e grupos de
pesquisa em diversas áreas. A extensão contribui com vários programas e, também, é uma
atividade em constante expansão.
O ingresso dos estudantes na UFAL se efetiva por meio de processo seletivo do
ENEM e da plataforma SISu/MEC (Sistema de Seleção Unificada).

5

Dados extraídos do sítio da Universidade Federal de Alagoas, disponível em: https://numeros.ufal.br/
Avcesso em 7 nov 2018.

11

2.1. Contexto regional
Com uma extensão territorial de 27.848,140 km2, o Estado de Alagoas é
composto por 102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste e Sertão
alagoano) e 13 microrregiões. De acordo com o Censo de 2010 do IBGE, apresentava
população residente 3.120.494 habitantes,6
A inserção espacial da UFAL leva em consideração as demandas apresentadas
pela formação de profissionais em nível superior e a divisão do Estado em suas meso e
microrregiões. Essa configuração espacial é contemplada com uma oferta acadêmica que
respeita as características econômicas e sociais de cada localidade, estando as suas
unidades instaladas em cidades polo consideradas fomentadoras do desenvolvimento
local.
Com a interiorização, a UFAL realiza cobertura universitária significativa em
relação à demanda representada pelos egressos do Ensino Médio em Alagoas, à exceção
do seu litoral norte, cujo projeto de instalação do campus no município de Porto Calvo
encontra-se em tramitação na SESu/MEC.
O PIB per capita estadual, segundo dados extraídos do site oficial do Governo
Estadual de Alagoas, era de R$ 13.878,00, em 2015. Conforme dados do IBGE, a
composição do PIB de Alagoas em 2008 era a seguinte: agropecuária 6,8%, indústria
24,5% e serviços 68,7%. 7

2.2. Histórico da Faculdade de Letras

A história do Curso de Letras em Alagoas tem início no dia 16 de junho de 1950,
com a fundação da Faculdade de Filosofia de Alagoas (FFA), que surgiu devido à carência
de professores/as habilitados/as para exercerem a função no ensino médio. O Padre
Teófanes Augusto de Araújo Barros (Diretor), o professor Theobaldo Augusto de Barros
(Vice-Diretor) e os professores José Sílvio Barreto de Macedo, Hélio Lessa Souza,
Gilberto de Macedo, Teotônio Vilela Brandão, Luiz de Medeiros Netto, Aurélio Viana
Cunha Lima, Maria Hermínia Oiticica, Paulo Senouillet, Eduardo da Mota Trigueiros,

6

Dados extraídos do sítio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísitca (IBGE), disponível em:
https://cidades.ibge.gov.br/brasil/al/panorama Acesso 7 nov 2018.
7
Dados extraídos do sítio do Governo do Estado de Alagoas, disponível em:
http://dados.al.gov.br/dataset/b1727840-9b78-4011-b0ca-338bda7f1a96/resource/92ecdf23-8aa3-445b9edf-f3885eba008c/download/nt31produtointernobrutodealagoaspibparaoanode2015.pdf Acesso em 7
nov 2018.

12

Antônio Assunção Araújo, João Leite Neto, entre outros, foram os fundadores da FFA,
que contava com os cursos de Filosofia, História e Geografia, Letras Clássicas, Letras
Neolatinas e Letras Anglo-Germânicas.
O primeiro vestibular da FFA foi realizado em fevereiro de 1952, e a sessão da
aula inaugural, ministrada pelo professor Cônego Hélio Lessa Souza, foi presidida pelo
então diretor, professor Jayme de Altavilla, em 20 de março do mesmo ano. A primeira
turma a ser graduada foi na modalidade Bacharelado, no ano de 1954. Após a formatura
de cinco turmas, consolidou-se a Licenciatura.
Com a criação da Universidade Federal de Alagoas pelo então presidente
Juscelino Kubitschek, em 25 de Janeiro de 1961, as faculdades que funcionavam em
Alagoas passaram a integrar o Campus A. C. Simões. Na década de 70 foram criados o
Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CHLA) e o Departamento de Letras e Artes
(LAR). A transferência do curso de Letras e do CHLA para a Universidade Federal de
Alagoas ocorreu em 1977, para o antigo prédio da Faculdade de Economia. No ano de
1980 o Departamento de Letras e Artes é dividido, passando a se chamar LCV (Línguas
Clássicas e Vernáculas) e LEM (Línguas Estrangeiras Modernas), formando docentes em
habilitação dupla.
O final da década de 80 assinava alguns marcos importantes, sendo os dois
primeiros por iniciativa da profa. Maria Denilda Moura: a criação do PET- Programa de
Educação Tutorial; e a implantação do Curso de Mestrado em Letras, o primeiro Mestrado
da Ufal, durante a gestão do Excelentíssimo Reitor Prof. Fernando Gama. Ao Mestrado
seguiu a implantação do Doutorado em Letras. Desde a década de 80, o Programa de Pósgraduação em Letras e Linguística (PPGLL) vem se consolidando. Tendo passado por
várias modificações estruturais em quase três décadas de existência, o programa conta
atualmente com duas áreas de investigação, Estudos Linguísticos e Estudos Literários,
subdivididas nas linhas: Literatura e História; Literatura, Cultura e Sociedade; Discurso:
Sujeito, História e Ideologia; Estudos Textuais: Oralidade, Leitura e Escritura;
Linguística Aplicada; Teoria e Análise Linguística. Também no final dos anos 1980
foram iniciadas as principais atividades de extensão vinculadas ao Curso de Letras. Com
o apoio do então Magnífico Reitor Prof. João Azevedo, a professora Hilda Laffitte, havia
implantado na Ufal um projeto nacional de curso de inglês instrumental para as
universidades brasileiras (ativo entre 1977 e 1981); e, em 1989, a Casa de Cultura
Britânica, Casa de Cultura de Expressão Francesa, Casa de Cultura de Expressão Alemã,
Casa de Cultura Latino-Americana e Casa de Cultura Luso-Brasileira foram oficializadas
13

pelo então Pró-Reitor de Extensão Prof. Salomão Barros Lima, com o objetivo de
promover cultura e prestação de serviços à comunidade através da oferta de cursos de
línguas estrangeiras. Atualmente conhecido como o Projeto Casas de Cultura, ele consiste
na maior ação de extensão na área de Letras.
A partir de 1995, vários eventos importantes em associação ao Curso de Letras
são realizados: de 1995 a 1997, a Fale sediou a Associação Brasileira de Linguística; em
1998, foi criado o curso de Letras - Noturno; no período de 2002 a 2004, a Associação
Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Linguística (Anpoll) foi sediada na
Fale; e em 2012-2014 foi a vez da Abrapui (Associação Brasileira de Professores
Universitários de Inglês) ser acolhida pela faculdade. Atualmente sediamos a Abralin
(Associação Brasileira de Linguística) neste biênio 2018-2020.
Em 2005, com a implantação das unidades acadêmicas na Ufal, é criada a atual
Faculdade de Letras (Fale), sob a Direção das professoras Ildney Cavalcanti e Izabel
Brandão, sendo esta última substituída em dezembro de 2007 pela profa. Maria Stela
Lameiras. Data desta gestão a elaboração do projeto de construção dos atuais prédios da
Faculdade e do Cepel (PPGLL), um notável avanço em se tratando da infra-estrutura de
funcionamento, possibilitado por políticas governamentais de incentivo às Ifes. Dando
continuidade ao histórico das direções da Faculdade, houve em seguida a gestão da
professora Eliane Barbosa entre 2011-2014 e 2014-2018, com três colegas ocupando, em
sequência, a função de vice-direção: profa. Lúcia de Fátima Santos, prof. Helson
Sobrinho e prof. Jair Barbosa. Para o quadriênio 2018-2022, assumiram a profa. Rita de
Cássia Souto Maior Siqueira Lima e o prof. José Niraldo de Farias.
O Curso de Letras Inglês cumpre, assim, uma trajetória que antecede a criação da
própria Universidade Federal de Alagoas, ultrapassando seis décadas de existência.
Durante todo este período vivenciamos modalidades diferenciadas de atuação
(habilitação dupla/única; articulação entre ensino, pesquisa e extensão) e concedemos
graus distintos: bacharelado (extinto), licenciatura, especialista (extinto), mestrado e
doutorado.
3. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO

3.1. O ensino da Língua Inglesa no Brasil
A Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional (LDB) 9394/96 estabelece
diretrizes para o ensino de línguas estrangeiras a partir da quinta série do ensino

14

fundamental (hoje, sexto ano do ensino fundamental II). A língua estrangeira adotada pela
maioria das escolas tem sido o inglês.
Há algum tempo é crescente o interesse pelo aprendizado da língua inglesa no
Brasil. Fatores como o processo de globalização e a influência da racionalidade neoliberal
nos âmbitos da economia e da cultura são motivos dessa demanda. O mercado de trabalho
exige, cada vez mais, o domínio da língua inglesa. É visível a expansão de cursos em
escolas de idiomas, em instituições de ensino, públicas e privadas, tanto presenciais
quanto a distância. Com a crescente demanda, também é possível constatar a carência de
profissionais qualificados para atuar como professores de inglês.
Makiyama (2013)8 faz um levantamento histórico a respeito da aprendizagem de
língua inglesa no Brasil, a partir da Reforma Francisco de Campos de 1931 e analisa, em
seguida, as principais disposições da Lei de Diretrizes e Bases e dos Parâmetros
Curriculares Nacionais em relação às línguas estrangeiras para ponderar sobre a
dificuldade na articulação entre os dispositivos legais e a prática docente na realidade
brasileira. Entre suas considerações, vale ressaltar que
o ensino de línguas no Brasil tem sido aplicado com um senso
de ressalva, ou seja, que é importante que o ELE [Ensino de
língua estrangeira] faça parte do corpo de saberes para a
formação dos sujeitos, contanto que haja condições favoráveis
para isso. Como geralmente as condições são insatisfatórias e
um trabalho consistente não é realizado com o propósito de
atender às mudanças estabelecidas por lei, justifica-se a
educação insuficiente de LE (MAKIYAMA, 2013, p. 75).

Devido ao grande déficit de concursos públicos de docentes para suprir a
demanda nas redes públicas de ensino, algumas instituições são requisitadas a contratar
monitores, que ainda estão em processo de formação inicial, para, em regime de trabalho
temporário, ministrarem aulas de língua inglesa. De acordo com Martínez-Cachero
(2007), os dados da pesquisa revelam que “22,2% dos professores que atuam no Ensino
Fundamental (5ª a 8ª série) do sistema brasileiro, carecem de licenciatura. No Ensino
Médio, a porcentagem é de 11, 7%”. (MARTÍNEZ-CACHERO, 2007, p. 89).
Além da falta de profissionais em exercício docente, muitos docentes que estão
em atividade, com ou sem formação acadêmica, revelam dificuldades na ensino da língua
inglesa. Assim, é necessário qualificar esses professores sob a ótica de perspectivas
teóricas que respondam satisfatoriamente às situações problemáticas ou dificultosas de

8

Em tese de doutorado na área de Linguística Aplicada, a autora discute o ensino/aprendizagem
de língua inglesa na perspectiva da Análise do Discurso. Ver referências completas no item 18
deste projeto.

15

ensino-aprendizagem. É necessário também possibilitar a articulação prático-teórica para
desenvolvimento no alunado das competências críticas ao usar discursivamente a língua
inglesa nas diferentes práticas sociais.
É possível constatar que muitos professores ainda ministram suas aulas de forma
tradicional, priorizando a gramática, a despeito dos avanços das teorias e pesquisas em
Linguística Aplicada, que valorizam o desenvolvimento integrado das habilidades de
compreensão e produção oral e escrita. Não as consideram como habilidades
independentes mas interconectadas e interdependentes.
O ensino voltado para a gramática e tradução remonta a práticas instituídas pela
tradição da Corte Real Portuguesa no país (MAKIYAMA, 2013). Mesmo hoje em dia
muitas vezes a ênfase se dá em uma abordagem que trabalha apenas a compreensão
leitora, não garantindo o trabalho com a produção oral ou com a compreensão auditiva, o
que pode não atender aos interesses e necessidades do aluno e às demandas do mercado
de trabalho, por exemplo.
A autora faz um levantamento documental da problemática do ensino de língua
estrangeira sob três perspectivas: dos objetivos gerais, das especificidades e da
aplicabilidade, desde a década de 1930, quando houve uma sistematização mais
substancial na educação brasileira. Segundo o Decreto-Lei 20.833 de 1931, não eram
exigidos professores catedráticos, como em outras disciplinas, pela carência desses
profissionais para a área de ensino de língua estrangeira. Entre 1961 e 1971, as línguas
estrangeiras foram retiradas da matriz curricular, ainda que recomendadas. As línguas
estrangeiras só voltaram a integrar o currículo em 1996, em caráter obrigatório, mas
segundo condições disponíveis de cada escola.
Isso está refletido na LDB, Art. 26, § 5º, segundo o qual "será incluída uma
língua estrangeira moderna, como disciplina obrigatória, escolhida pela comunidade
escolar, e uma segunda, em caráter optativo, dentro das disponibilidades da instituição”
(MAKIYAMA, 2013, p. 66).
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) complementam as diretrizes da
LDB de 1996, legitimando “a relevância do ensino de língua estrangeira, no sentido de
permitir ao educando o acesso ao conhecimento e integrar-se ao mundo globalizado,
viabilizando o seu contato com formas diferentes de perceber a realidade”
(MAKIYAMA, 2013, p. 66). Assim, os dispositivos reconhecem a relevância da língua
estrangeira para que, ao longo da e após sua formação, o educando atinja a
“autopercepção como ser humano e cidadão” (BRASIL, 1998, p. 20).
16

Os Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (PCNEM)
promovem um olhar integrado, ao preconizar um atendimento às necessidades locais, no
ensino das habilidades em língua estrangeira, e recomendam a interdisciplinaridade.
Assim, contemplam “aspectos comunicativos em termos de gestão discursiva,
evidenciando o caráter pragmático subjacente de ELE [...], levando em conta o contexto
imediato, a interação e seus interlocutores”. (MAKIYAMA, 2013, p. 69-70).
As Orientações Curriculares para o Ensino Médio (OCEM) também defendem
um desenvolvimento integrado e contextualizado das habilidades em língua estrangeira.
Entende-se, assim, que o desenvolvimento isolado das habilidades não pode ser
sustentado.
Apesar da publicação dos documentos que dão diretrizes para o ensino da língua
estrangeira, constata-se que muitos professores não vislumbram o sucesso no ensino
devido à falta de condições de trabalho que promovam a aprendizagem de modo
satisfatório. Perpetua-se uma prática que não propicia a aprendizagem da língua inglesa
de forma contextualizada e significativa.
O curso presencial de Letras Inglês, ora proposto, visa a contribuir para a
melhoria desse triste cenário, ao propiciar uma formação acadêmica ética e crítica.

3.2. O ensino de Língua Inglesa em Alagoas
No Estado de Alagoas atualmente, há dois Centros de Idiomas de caráter
gratuito, um estadual e outro municipal, que contribuem para o desenvolvimento
sociocultural: o Instituto de Línguas Professora Noêmia Gama Ramalho, criado pelo
decreto 2.487, de 18 de dezembro de 1974, e inaugurado a 13 de fevereiro de 1975, no
Centro de Estudos e Pesquisas Aplicadas - CEPA, e o Núcleo de Línguas do Município
de Maceió, criado pela Secretaria de Educação do Município de Maceió. A UFAL oferece
à comunidade cursos gratuitos de línguas, nas Casas de Cultura, projeto de extensão9. Há
o Projeto Casas de Cultura no Campus10 que oferece cursos de línguas para os alunos do
campus A. C. Simões e para a comunidade externa do entorno.
Das instituições públicas de ensino superior, a UFAL e a Universidade Estadual
de Alagoas (UNEAL) oferecem cursos de Licenciatura em Letras Inglês. Porém, nota-se
ainda a grande carência de investimentos e expansões no âmbito educacional em Alagoas.
9

A Casa de Cultura Britânica conta com o apoio de bolsistas em treinamento e em estágio.
O Projeto Casas de Cultura no Campus oferece desde 2009 cursos de inglês, francês, espanhol,
libras, português instrumental para alunos da graduação do campus A. C. Simões.
10

17

O estado se depara com sérias deficiências. Tavares & Stella (2011, p. 9)
analisaram dados do IBGE e do IDEB e constataram que o estado conta com “o índice
médio de 22,5% de pessoas que não sabem saber ler nem escrever, ficando muito além
da média nacional que é de 9%”. Alagoas11 “se encontra em primeiro lugar em
analfabetismo em crianças de 10 anos de idade com o índice de 17,8%”. Os autores
apontam para a carência na área educacional no estado, em termos de baixa qualidade de
ensino e evasão escolar, para depois conduzir sua pesquisa específica na área de língua
inglesa.
Esse estudo específico teve por objetivos fazer um “mapeamento da situação do
ensino de língua inglesa nas escolas públicas”, por meio de um “levantamento de dados
quantitativos e qualitativos sobre o ensino de língua inglesa nas escolas públicas com
vistas ao direcionamento das ações relativas à formação de professores na universidade”,
bem como realizar um “levantamento de temas relevantes para os professores de língua
inglesa com vistas à construção de ações de extensão para os docentes em serviço”
(TAVARES; STELLA, 2011, p. 10-11). Conclui-se que são necessárias ações no sentido
de preparar os docentes, “principalmente no que diz respeito à questão global-local”
(TAVARES; STELLA, 2011, p. 2)12, pois constatou-se a falta de alinhamento entre o
ensino da língua inglesa e a realidade complexa de um mundo cada vez mais globalizado.
Os autores apontam que “a formação de professores deve considerar que esse
mundo em que estamos inseridos oferece novas formas de se fazer sentido, não
considerados pelas formas tradicionais de ensino e aprendizagem de línguas, ocorridos
principalmente nas salas de aula do ensino regular” (TAVARES; STELLA, 2011, p. 17).
Assim, são extremamente importantes iniciativas que visem um aprimoramento na
preparação e formação de profissionais de ensino.
Entre os resultados da pesquisa em questão, destacam-se o enfoque principal na
gramática nas aulas de língua inglesa na rede pública. Isso se dá pela dificuldade na
fluência, tanto pelos alunos quanto pelos próprios professores. Também foi constatada a
dificuldade que os discentes têm em acompanhar as atividades propostas no livro
didático, o que leva os professores a adaptarem o material imposto pela instituição. Outro
problema enfrentado nas escolas é a falta de motivação do alunado, muitas vezes com
11

Atualmente o estado de Alagoas tem 3.120.494 habitantes, conforme dados do IBGE.
<http://www.ibge.gov.br/estadosat/perfil.php?sigla=al>
12
De acordo com a tendência atual, os autores propõem uma formação docente à luz dos Novos
Letramentos, buscando sustentação teórica em Jordão (2007), Kress (2003), entre outros autores.
A respeito de conceitos de global/local, o estudo se baseia em Pennycook (2010) e Rajagopalan
(2010).

18

dificuldades familiares e financeiras, o que impede que seja atribuída a devida
importância à educação.
O curso ora proposto de Letras Inglês Licenciatura objetiva contribuir para
diminuir a carência de profissionais qualificados ao propiciar espaços para uma formação
crítico-reflexiva para que os licenciados/as de língua inglesa possam atuar no ensino
básico da rede pública e privada no Estado de Alagoas de forma conscienciosa e ética.
3.3. A área de Letras – concepções
Pode-se falar de dois grandes modelos teóricos de interpretação da linguagem
humana, que foram desenvolvidos a partir do surgimento da Linguística, no começo do
século XX: um que entende a língua numa concepção formalista e outro que a entende
numa perspectiva social/cultural ou social/discursiva. Esses modelos se distinguem da
concepção tradicional, que identifica o estudo da linguagem com o estudo da gramática.
Os estudos dos filósofos gregos caracterizavam-se pela preocupação filosófica,
cujo objetivo era perpetuar o patrimônio literário grego. Eles perpetuaram, portanto, uma
visão ideológica, elitista e normativa dos estudos de linguagem. Essa concepção persiste
até hoje na forma como muitos professores ainda concebem o ensino de língua,
confundido com o ensino de gramática descritiva e normativa. A visão normativa da
linguagem considera que tudo o que foge à norma padrão é inferior ou não é um fato
linguístico legítimo.
A partir do paradigma estruturalista, inicia-se uma nova etapa nos estudos da
linguagem. O estruturalismo, tanto na Europa a partir de Ferdinand de Saussure, como
nos Estados Unidos a partir de Leonard Bloomfield, caracteriza-se pela centralização em
torno da concepção sistêmica da língua, vista como uma entidade abstrata.
Inspirado no racionalismo e na tradição lógica dos estudos da linguagem, o
gerativismo de Chomsky entende a língua como “objeto biológico” e propõe uma teoria
linguística que satisfaça as condições de adequação descritiva, i.e., oferecer uma
descrição das propriedades das línguas particulares, entendidas como o sistema de
conhecimento internalizado do falante; e de adequação explicativa, isto é, depreender
como cada língua particular pode ser derivada de um estado inicial, geneticamente
determinado. O que caracteriza o programa da Gramática Gerativa é a sua natureza
mentalista/internalista.

19

Sob a égide do estruturalismo, desenvolveram-se escolas distintas: a formalista,
que propõe uma visão da língua enquanto sistema formal; e a funcionalista de várias
tendências, que considera as funções como constitutivas da língua.
Numa posição que visa a ultrapassar a concepção de língua como sistema
(estruturalismo) e como conhecimento individual e interno (gerativismo), diferentes
abordagens dedicam-se ao estudo da relação entre os aspectos linguísticos e os sociais.
Elas diferem entre si quanto à interpretação que dão à natureza dessa relação por meio:
da variação (Sociolinguística Laboviana), da interação qualitativa (Sociolinguística
Interacional), do enunciado como unidade de análise (Teorias da Enunciação e da
Pragmática), do texto como unidade de análise (Linguística textual) e do discurso (as
diferentes análises do discurso: a Análise do Discurso de linha francesa – AD, a Análise
do Discurso Bakhtiniana, a Análise Crítica do Discurso, a Análise Semiótica do Discurso,
para citar algumas das vertentes principais).
A análise do discurso agrega uma concepção teórica e uma práxis de
interpretação, que entende a língua e a linguagem como resultados de processos históricos
– como prática de sujeitos. Por meio do discurso que reflete/refrata uma realidade social,
o sujeito imprime sua marca na cotidianidade.
No quadro específico da aquisição de linguagem e da aprendizagem de línguas,
duas perspectivas de estudo se distinguem: aquelas das Teorias da Aquisição e aquela da
Linguística Aplicada.
A área da aquisição de linguagem tradicionalmente dedica-se à investigação da
aquisição da língua materna, podendo assumir uma perspectiva inatista ou sóciointeracionista. Os estudos sobre a aquisição da escrita também têm tido um lugar de
destaque nas pesquisas da área.
A Linguística Aplicada trabalha numa perspectiva transdisciplinar com foco na
linguagem. Sua atuação no ensino e na aprendizagem de línguas apresenta proposta
híbrida, tanto teórica como metodológica, objetivando contribuir para a transformação
das práticas.
De forma análoga, também a Literatura sofreu várias mudanças nos seus
paradigmas de análise. Saiu de uma abordagem meramente periodista e passou a ocuparse com o estudo das diferentes organizações discursivas e textuais das obras literárias, a
partir de perspectivas variadas, como a filosófica, histórica, semiótica, entre outras. Se,
no passado recente, o estudo da literatura se reduzia a um desfile de autores/as e obras
dispostos em rigorosa cronologia, sem que se fizesse inter-relação entre estilos,
20

procedimentos e gêneros, hoje se pede muito mais do que isso: a compreensão de obras e
de autores, e de comportamentos de escrita sempre de acordo com vieses teóricointerpretativos, capazes de integrar conhecimento do universo literário a atitudes críticas,
que devem, em qualquer instância, iluminar o artefato literário no que os textos
manifestam em sua realização como construção. Nesse sentido, Antonio Candido defende
a ideia de que a integralidade da leitura da obra literária só se dá quando, além da fruição
dos temas e da percepção da expressão subjetiva de quem escreveu o texto, é reconhecida
a dimensão de organização estrutural desse texto, a qual faz, por exemplo, que
determinado tema ou assunto seja entendido ou apreciado ao serem entendidas e avaliadas
as suas formas de realização estética.
Além disso, em tempo de multiculturalismo avultam as pesquisas que enfocam
e privilegiam o campo cultural do fazer literário, como ocorre no âmbito dos Estudos
Culturais, da crítica feminista e da ecocrítica, sem abandonar a pesquisa formal
responsável pela detecção, no texto, de seus componentes básicos e estruturais de
organização artística.
O ensino da literatura, no ensino médio, ainda se ressente de certo anacronismo,
por não discutir o caráter de construção do texto na sua íntima relação com os temas e
com os grupos sociais dos quais fazem parte os textos efetivamente produzidos.
Minimizando a compreensão da literatura como trabalho e produção, em geral, ainda se
mantém, nesse nível de ensino, a ilusão de que o texto é resultado de um capricho de
eleitos e que, para melhor fruí-lo, basta entrar em contato com o cânon e com a decifração
de recursos retórico-estilísticos, como se estes não participassem também de outras
modalidades de gêneros textuais, como o texto jornalístico, o científico, o religioso, entre
outros. É relevante ver o que a literatura tem de particular, seus processos formais de
significação, e em que aspecto ela se articula com os demais gêneros textuais e com a
própria existência concreta dos homens em sociedade.
A literatura está longe, por conseguinte, de ser um gênero discursivo à parte,
pois, nas mais diversas situações cotidianas, entramos em relação direta com
manifestações artísticas e com o imaginário, de que são exemplos o teatro de rua, a
telenovela, a história em quadrinhos, a canção popular, as adivinhas, entre outras
linguagens que fazem uso de uma diversidade de outros instrumentos midiáticos. Na
atualidade não se pode mais desconsiderar a força do meio eletrônico, que convive com
o livro de papel e tinta. Isso só comprova que o “direito à literatura” — expressão feliz
de Antonio Candido — é um dado permanente na vida diária, da mais elitizada à mais
21

humilde. Falar em arte, em qualquer uma de suas manifestações, é falar do sujeito e da
sociedade que o abriga. A velocidade da vida diária na contemporaneidade não atenuou
a relação com o imaginário e com a importância que deve assumir a literatura; apenas
alterou as formas de percepção e os modos de propagação e de produção do texto literário,
obrigando o/a crítico/a a rever constantemente seus critérios de análise, seus conceitos,
todos em constante mutação, situação que faz voltar o olhar, afirmativamente, para a
comunidade de leitores, cuja formação é compromisso do ensino, em qualquer nível.

3.4. Competências e habilidades
Os embates mencionados entre os paradigmas de estudo das línguas, em sua
manifestação ordinária ou artística, apontam para a necessidade de os profissionais
reconhecerem a provisoriedade das múltiplas posições em que sua área está colocada, em
função das múltiplas mudanças discursivas que constituem a própria sociedade. Sob tal
óptica, coloca-se como trabalho do professor o questionamento e a interrogação
permanentes das "grandes narrativas filosóficas e científicas", para desestabilizar e
desnaturalizar o discurso único.
Entretanto, cumpre acrescentar que a complexidade dos saberes envolvidos no
projeto pedagógico do licenciado em Letras Inglês, não prescinde de uma formação
específica daquele que lida com a língua/linguagem como objeto principal de seu
trabalho. Assim, questões específicas da prática pedagógica do professor, da mesma
forma que necessitam de uma visão ampla do processo educativo, não são resolvidas por
meio de conhecimentos pedagógicos generalizantes acerca de sua profissão e de suas
práticas.
Nessa perspectiva, a prática específica de quem trabalha com a língua/linguagem
exige saberes estreitamente ligados à área de estudo. A área dispõe de pesquisas
concluídas ou em desenvolvimento sobre ensino e sobre aquisição que articulam
diferentes contribuições da Linguística, da Linguística Aplicada e da Educação. Para citar
exemplos, no âmbito da profissão docente, a área já desenvolve pesquisas sobre temas
como: o professor e sua relação com as propostas teóricas da Linguística Aplicada e da
Literatura, veiculadas nos materiais didáticos; o professor e sua relação com as propostas
curriculares para o ensino de língua e de literatura; o professor e sua relação com o livro
didático de língua adicional; o professor de língua/literatura como pesquisador; o
professor e as mídias para o ensino de inglês no ensino fundamental.

22

A articulação entre teoria e prática se efetiva concretamente por meio desses
conhecimentos específicos da área de estudos nas diferentes disciplinas do curso e,
principalmente, nas quatro disciplinas Habilidades integradas para ensino-aprendizagem
de inglês, distribuídas ao longo do curso. Sem isso, os saberes permaneceriam estanques
e pouco relacionados com o exercício específico da docência nas disciplinas.
As diretrizes curriculares nacionais, os Parâmetros Curriculares Nacionais
(PCN) dos diferentes níveis de ensino, as Orientações Curriculares do Ensino Médio
(OCEM) e uma série de outros documentos oficiais referentes à educação no Brasil, têm
colocado, de acordo com uma tendência mundial, a necessidade de centrar o ensino e
aprendizagem no desenvolvimento de competências e habilidades por parte do aluno, em
lugar de centrá-lo no conteúdo conceitual.
Apesar de não existir uma noção clara e partilhada das competências, segundo
Perrenoud (1999), é possível entender competência como a capacidade de mobilizar
conhecimentos a fim de se enfrentar uma determinada situação. Neste sentido, destaca-se
o termo “mobilizar”, pois a competência não é o uso estático de regras aprendidas, mas
uma capacidade de lançar mão dos mais variados recursos, de forma criativa e inovadora,
no momento e do modo necessário. A competência abarca, portanto, um conjunto de
elementos. Perrenoud trata de esquemas, em um sentido muito próprio.
Seguindo a concepção piagetiana, o esquema é uma estrutura invariante de uma
operação ou de uma ação. Não está, entretanto, condenado a uma repetição idêntica, mas
pode sofrer acomodações, dependendo da situação. A competência implica uma
mobilização dos conhecimentos e esquemas para desenvolver respostas inéditas,
criativas, eficazes para problemas novos. Diz Perrenoud (1999) que “uma competência
orquestra um conjunto de esquemas. Envolve diversos esquemas de percepção,
pensamento, avaliação e ação” (p. 20).
Em geral, as habilidades são consideradas como algo menos amplo do que as
competências. Assim, a competência estaria constituída por várias habilidades.
Entretanto, uma habilidade não "pertence" a determinada competência, uma vez que uma
mesma habilidade pode contribuir para competências diferentes.
É preciso que se ensine a comparar, classificar, analisar, discutir, descrever,
opinar, julgar, fazer generalizações, analogias, diagnósticos, entre outras coisas,
independentemente do objeto comparado ou classificado, por exemplo. Caso contrário, o
foco tenderá a permanecer no conteúdo e as competências e habilidades serão vistas de
modo minimalista.
23

O futuro docente de língua e literatura deve aprender a compreender os
fenômenos e não a memorizar elementos. As informações são importantes, mas sua
aquisição deve estar direcionada para a compreensão.
A renovação tecnológica acelerada e a velocidade de produção e circulação de
informações levam a pensar que, no momento, a educação deve produzir no aluno uma
capacidade de continuar aprendendo. Não se trata de acumular informações, porque elas
estão disponíveis a quase qualquer um, mas de desenvolver-se individualmente, atingindo
a maturidade necessária para operar com a abundância de conteúdos de forma crítica e
responsável.
O Curso de Letras Inglês da UFAL está sendo pensado, portanto, na perspectiva
de que a graduação deve ser prioritariamente formativa e não simplesmente informativa.
Isso significa que não é um curso que vise, exclusiva e prioritariamente, ao aprendizado
da norma culta da língua, em sua modalidade escrita, por exemplo, mas um curso que
possibilite o desenvolvimento da capacidade de refletir sobre os fatos linguísticos e
literários, por meio da análise, da descrição, da interpretação e da explicação, à luz de
uma fundamentação teórica pertinente, tendo em vista, além da formação de usuário da
língua e de leitor de mundo, a formação de profissionais aptos a ensinar essas habilidades.
É importante destacar que não se está entendendo aqui competência como um
conceito fechado e dado a priori, mas uma competência contingenciada por demandas
gerais da sociedade brasileira e específicas da Universidade e do próprio curso. Na atual
contingência, essa macrocompetência está em conformidade com o marco referencial do
projeto, e envolve as seguintes habilidades:
Gerais
- Raciocínio lógico, análise e síntese;
- Leitura e escrita, numa perspectiva da produção de sentido e compreensão de
mundo,
- Leitura e escrita proficientes de diferentes gêneros discursivos;
- Utilização de metodologias de investigação científica;
- Assimilação, articulação e sistematização de conhecimentos teóricos e
metodológicos para a prática do ensino;
- Utilização de recursos de informática necessários à sua formação.

Específicas

24

- Descrição e explicação de características fonológicas, morfológicas, lexicais,
sintáticas, semânticas e pragmáticas de variedades da língua em estudo;
- Compreensão, à luz de diferentes referenciais teóricos, de fatos linguísticos e
literários, tendo em vista a condução de investigações sobre a linguagem e sobre os
problemas relacionados ao ensino-aprendizagem de língua;
- Estabelecimento e discussão de relações entre textos literários e outros tipos de
discursos, com os contextos em que se inserem;
- Relação do texto literário com problemas e concepções dominantes na cultura
do período em que foi escrito e com os problemas e concepções do presente;
- Compreensão e aplicação de diferentes teorias, métodos, perspectivas e
abordagens de ensino que permitem a transposição didática do trabalho com a língua e
suas literaturas, para a educação básica.

3.5. Curso Letras Inglês e internacionalização
A licenciatura em Letras Inglês contribui com a internacionalização da
universidade ao aproveitar os estudos realizados em outras universidades, no caso do
intercâmbio, e ao incentivar a participação dos alunos nos cursos de extensão que é
considerada como Atividade Científico-Acadêmico-Cultural.
A divulgação de intercâmbios para a comunidade acadêmica e o acolhimento e
acompanhamento irrestrito das inscrições pelas coordenações, com a orientação da
Assessoria de Intercâmbio Internacional, é uma ação que norteia o curso.
O Conselho Universitário (CONSUNI) aprovou, em 26 de março de 2018, o
Plano Institucional de Internacionalização da Universidade (resolução 16/2018), que tem
como objetivo “consolidar uma cultura de internacionalização da Ufal, com ações que
envolvem capacitação, mobilidade, intercâmbio e cooperação técnica internacional”.
Dentre as ações previstas no Plano, encontram-se as seguintes:
a. implementar uma política de linguística;
b. desenvolver uma política de parcerias institucionais;
c. aumentar a presença de estudantes estrangeiros;
d. aprimorar e desenvolver programas conjuntos com parceiros estratégicos.
25

Neste Plano, uma das recomendações que se relaciona ao curso de Letras Inglês
se encontra no item 5.8.3 retirado do Relatório Final 2016/2017 - Comissão Especial de
Acompanhamento do PNPG 2011-2020: “Prover as condições para maior domínio da
língua inglesa por docentes, pesquisadores e alunos nas IES brasileiras e, por decorrência,
oportunizar ambientes de ensino, pesquisa e convivência neste idioma”. Entende-se que
uma dos objetivos centrais é a manutenção das ofertas de cursos de línguas pelo Programa
Idiomas Sem Fronteiras[1], pelas Casas de Cultura[2] e pela Casas de Cultura no
Campus[3].

[1] Informações sobre o Programa Idiomas sem Fronteiras: https://isfaluno.mec.gov.br e

informações sobre a oferta das ações do Programa Idiomas sem Fronteiras na UFAL:
https://ufal.br/ufal/noticias/2018/4/asi-divulga-acoes-gratuitas-do-idiomas-semfronteiras-na-ufal
[2] Informações sobre o Projeto Casas de Cultura no Espaço Cultural podem ser

acessadas pelo link: https://ufal.br/ufal/noticias/2018/3/casas-de-cultura-da-ufal-abreminscricoes-para-novatos-e-rematricula
[3] Informações do edital ofertado pelo Projeto Casas de Cultura no Campus:

https://ufal.br/estudante/noticias/2018/6/casas-de-cultura-no-campus-abrem-inscricoespara-cursos-de-linguas

26

4. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO

De acordo com o Plano de Desenvolvimento Institucional da Universidade
Federal de Alagoas, o ensino de graduação adotará políticas centradas em três grandes
eixos, visando à melhoria contínua da oferta de seus cursos, a formação cidadã, o
reconhecimento pela sociedade e a garantia de formação adequada ao perfil de egresso
desejado. Isso passa necessariamente por inovação e qualificação, internacionalização, e
gestão acadêmica (UFAL, 2013-1017, p. 43-44).
Segundo o documento, a universidade “deve possibilitar uma revisão
permanente dos seus projetos pedagógicos, incluindo nesse debate os novos desenhos
curriculares, inclusive aqueles já implantados quando da interiorização”, observando
“novas tendências e desafios para a sociedade em um mundo contemporâneo e buscando
sempre novas práticas pedagógicas”, a saber:
O uso das ferramentas de tecnologias atuais por meio de Ambientes Virtuais de
Aprendizagem;
Produção de material instrucional pelos docentes;
Implantação de sistemas de tutoria e reforço das monitorias, sejam elas via
presencial ou a distância;
Adoção de metodologias, perspectivas ou abordagens inovadoras como
Problem-Based Learning (PBL), a gamificação e os letramentos;
Ampliação dos seminários integradores, Habilidades integradas para o ensinoaprendizagem da língua inglesa e/ou seminários temáticos;
Formação de grupos de aprendizagem, coordenados por docentes e
acompanhados por alunos dos anos finais, criando assim uma ampla rede de atendimento
didático pedagógico;
Fomentar demais estruturas didático-pedagógicas;
Intensificar a mobilidade intra e interinstitucional como forma de ampliar
conhecimentos, saberes e culturas. (UFAL, 2013-2017, p. 44).
Seguindo os princípios estabelecidos no PPI da UFAL, o Curso de Letras Inglês
busca a articulação entre teoria e prática, como um princípio de aprendizagem que se
afasta da lógica positivista de produção do conhecimento e possibilita que os/as alunos/as
se envolvam com problemas reais, tomem contato com seus diferentes aspectos e
influenciem nas soluções. Assim o/a aluno/a sai da simples condição de mero receptor de
informações e passa a sujeito da produção desse conhecimento. Sabe-se que, toda e
27

qualquer prática implica uma ação reflexiva, uma atividade de atuação consciente em que
se delimitam planos de ação visando a determinados resultados. Deste modo, a prática
constitui uma das dimensões para a produção de conhecimentos, um exercício através do
qual o/a aluno/a poderá teorizar e analisar sob a orientação de princípios teóricos e
metodológicos o objeto de estudo. Em concordância com o PPI da UFAL, o Curso de
Letras Inglês, compreende a necessidade de superar a concepção de que a prática se limita
somente ao estágio supervisionado, que se restringe ao espaço das práticas profissionais
previstas para uma determinada área, e busca, por meio de atividades de Pesquisa e
Extensão, ampliar o conhecimento e a compreensão sobre o mundo contemporâneo, a
fim de que o/a aluno/a alcance uma autonomia intelectual.
Considera-se que uma “formação completa deve também levar em consideração
a inclusão dos estudos dos direitos humanos, da sustentabilidade, da acessibilidade, das
questões étnicos raciais e afro descendentes e, por fim, do empreendedorismo” (UFAL,
2013-2017, p. 44). Na graduação, a flexibilização curricular é fundamental para o
processo de “internacionalização [...], que implica na criação de novas normas de
aproveitamento de estudos e adequação curricular para permitir o ir e vir dos sujeitos da
aprendizagem” (UFAL, 2013-2017, p. 44).
O ensino de graduação terá como planejamento maior o Projeto Pedagógico do
Curso, baseado no Projeto Pedagógico Institucional. O plano de ações para suportar a
oferta semestral dos cursos deve ser elaborado e/ou revisado periodicamente, sob a
supervisão do Colegiado do Curso e do Núcleo Docente Estruturante (UFAL, 2013-2017,
p. 44-45). Periodicamente deve haver “processo de avaliação, observando a atuação do
docente, a participação dos discentes, os pontos relevantes no processo de ensinoaprendizagem e, não menos importantes, os indicadores de sucesso comumente
conhecidos como evasão e retenção” (UFAL, 2013-2017, p. 45). A avaliação “deve ser
percebida como movimento de reflexão sobre os constitutivos do processo de ensinoaprendizagem, do plano pedagógico e das atividades curriculares”, requerendo, “por parte
de todos os atores envolvidos com o processo educacional, uma permanente aferição
avaliativa do Projeto Pedagógico em relação aos fins pré-constituídos, às metas e às ações
definidas” (UFAL, 2013-2017, p. 45).
O Colegiado do Curso deve manter reuniões periódicas, e o NDE deve fazer o
planejamento de médio a longo prazo dos cursos. A avaliação “transcende a concepção
de avaliação da aprendizagem e deve ser integrada ao PPC como dado que interfira
consistentemente na ação pedagógica do curso, de maneira que garanta a flexibilização
28

curricular e que permita a adequação do desenvolvimento acadêmico à realidade na qual
se insere a UFAL” (UFAL, 2013-2017, p. 45). Há também o Fórum dos Colegiados e
Fórum das Licenciaturas, que proporciona discussões e analisa propostas normativas e
soluções.

4.1 Pesquisa
Dado o caráter interdisciplinar que lhe é inerente, a Universidade Federal de
Alagoas promove a pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento, incentivando a
formação de grupos e núcleos de estudo que atuam nas mais diversificadas linhas de
pesquisa, considerando a classificação das áreas de conhecimento do CNPq.
No âmbito do curso de Letras Inglês, a pesquisa por ser iniciada desde o primeiro
período, por meio das Habilidades integradas para ensino-aprendizagem de inglês, pois
têm caráter interdisciplinar, e busca fortalecer a articulação entre teoria e prática,
valorizando não só a pesquisa individual, como também a coletiva, proporcionando ao
futuro professor oportunidades de reflexão sobre a tomada de decisões na sua prática
docente, com base na integração dos conteúdos ministrados nas disciplinas.
Na disciplina Pesquisas Teóricas e aplicadas em Letras e Linguística, o/a aluno/a
iniciará sua pesquisa individual, desenvolvendo seu pré-projeto de pesquisa e escolhendo
um/a orientador/a para o seu Trabalho de Conclusão de Curso.

4.1.1. Grupos de Pesquisa
Os Grupos de Pesquisa são espaços em que os integrantes da graduação, da pósgraduação e pesquisadores realizam pesquisas e produções acadêmicas e compartilham
experiências teórico-acadêmicas. Possuem um elo integrador porque atraem graduandos,
egressos e pesquisadores que objetivam:
a. Articular a pesquisa e sua atuação profissional;
b. Possibilitar o aprofundamento das discussões téorico-práticas,
c. Estabelecer e aprofundar redes de atualização sobre conhecimento teórico e
saberes contemporâneos;
Abaixo, encontra-se primeiramente a descrição dos grupos de pesquisa cujos
líderes pertencem ao Curso Letras Inglês. Em seguida, a descrição de grupos dos cursos
de Letras Português, Letras Libras, Letras Espanhol e Letras Francês.
29

Literatura e utopia
Criado em 2000, o grupo vem desenvolvendo projetos de pesquisa em vários níveis (TCC,
PIBIC, mestrado, doutorado), e as/os integrantes têm produzido e apresentado trabalhos
em eventos locais, regionais, nacionais e internacionais. Possui ligações com as seguintes
associações nacionais e internacionais: Anpoll, Abralic, Abrapui, Society for Utopian
Studies (Europe), Centro Interdipartimentale di Reserca Sull'Utopia (Itália), Ralahine
Centre for Utopian Studies (Irlanda). As produções do grupo, veiculadas em artigos em
periódicos acadêmicos e de circulação mais abrangente, capítulos, coletâneas e livros,
convergem para o objetivo central unindo os projetos, concluídos e em andamento:
estudar várias tradições, gêneros, textos e/ou experiências artísticas e comunitárias, sob a
perspectiva dos estudos culturais, centrada nos estudos críticos da utopia, enfocando as
interrelações entre literatura, cultura, sociedade. Já realizamos quatro colóquios locais e
um evento de âmbito nacional, o MINUTO 1 (Movências Interdisciplinares da Utopia).
Mantemos o projeto de extensão CINETOPIAS (amostra de filmes) que já segue em
várias edições; o concurso Poesia e Utopia (com duas edições realizadas); e iniciamos a
série Modus Utopicus, com a publicação de Distopia: Fragmentos de um Céu Límpido
(Maceió: Edufal, 2016). O grupo conta com dezessete pesquisadores/as de dez
universidades brasileiras e vinte e oito estudantes de graduação e pós, atuando nas
seguintes linhas de pesquisa: distopia e violência, utopia e arte, utopia e estudos de
gênero, utopia e poesia, utopia e tradução, utopias da/na América Latina, utopismos
contemporâneos e utopismos literários em língua portuguesa. Nossa página é:
https://www.literaturaeutopia.net.

Observatório da linguagem em uso (ObservU)
O ObservU foi criado em 2006 com o intuito de desenvolver pesquisas que mostram as
relações estabelecidas no discurso em diversos contextos, sejam elas estabelecidas em
salas de aula, consultas médicas, entrevistas jornalísticas, textos literários, contextos
digitais, entre outros. Os/As pesquisadores/as do grupo são nove doutores que
compartilham de reflexões sobre globalização, estudos culturais, pós-colonialismo e
hibridismo cultural. A metodologia de cunho etnográfico, utiliza como instrumentos de
coleta gravações em áudio e em vídeo, questionários, entrevistas e notas de campo,
documentos e textos literários. Questões que afetam a linguagem em uso são o foco das
30

pesquisas, analisando elementos como a relação entre linguagem e cultura,
transculturalidade, preconceito e tolerância na linguagem, preservação da face, crenças
sobre a linguagem, novos letramentos e multiletramentos e material digital. O grupo
participa ativamente de seminários, congressos e eventos locais regionais, nacionais e
internacionais. Há, também, uma crescente produção bibliográfica.

Letramentos, Educação e Transculturalidade – LET
O grupo LET, criado em 2013, objetiva investigar contextos sócio-cultural-políticos
diversos envolvendo ensino-aprendizagem de línguas adicionais, a formação de
professores e formação de formadores dessas línguas, visando uma proposta de educação
crítica. Objetiva, portanto, fomentar investigações em realidades múltiplas e heterogêneas
para entender e proporcionar propostas que atendam aos interesses da comunidade
investigada (seja na modalidade presencial, semipresencial ou a distância). Para tanto, as
questões políticas, sociais, culturais, históricas, econômicas, por exemplo, serão
consideradas. As perspectivas teóricas que o grupo atualmente segue são: letramentos,
decolonialidade, transculturalidade, metodologias ativas entre outras. Os pesquisadores
do grupo são professores de línguas adicionais da UFPI, UFPB, UFMS e UFS que optam
por pesquisas qualitativas que enfocam a autoetnografia, a etnografia, a pesquisa
narrativa, estudos de caso e a pesquisa ação. O grupo tem desenvolvido projetos de
pesquisa em vários níveis (TCC, PIBIC, mestrado, doutorado), e as/os integrantes
investigam e apresentam trabalhos em eventos locais, regionais, nacionais e
internacionais. O grupo está vinculado à linha Linguística Aplicada do Programa de PósGraduação em Letras e Linguística (PPGLL) e sediado no campus de Maceió da
Universidade Federal de Alagoas.

O grupo trabalha em dois grandes projetos de

extensão: o Projeto Casas de Cultura no Campus (ensino de inglês e espanhol) para
graduandos e comunidade externa e cursos anuais de formação continuada para
professores de inglês da rede pública de Alagoas. O grupo tem participado dos últimos
eventos de formação de professores de línguas na UFPB e na UFS.

Mar&sal Estudos e Pesquisas Interdisciplinares
O grupo Mare&sal, criado em 1997, na UFAL, é interdisciplinar e desenvolve pesquisas
em estudos de gênero associadas a várias áreas do conhecimento: literatura, psicanálise,
direitos humanos sociais, filosofia e serviço social. Vincula-se ao PPG Letras, à
31

Faculdade de Letras, onde atua a sua líder; à de Medicina, onde atua a vice-líder; vinculase ainda às Unidades de Educação, C. Humanas, Comunic. Social e Artes, e Serviço
Social, além do Núcleo Temático Mulher & Cidadania. O Mare&sal também colabora
com outros grupos, como Literatura e utopia, da UFAL. O projeto "Resgate e
representação da identidade de gênero de mulheres na ciência e nas artes", financiado
pelo CNPq (1999-2001), envolveu a UFAL, UFBA e UFRPE, tendo resultado na
publicação da Coleção Mare&sal (3 volumes). O grupo tem formado pesquisadoras/es da
IC ao doutorado nas várias áreas do conhecimento. Conta hoje com seis pesquisador@s
(+10 discentes) cujos projetos convergem para o feminismo em suas várias vertentes, em
diálogo com outros campos do conhecimento. Sua líder é pesquisadora do CNPq, nível
2. O grupo reúne-se periodicamente para estudos e debates relacionados às pesquisas.
Projetos atuais: 1)Traduções da cultura: uma antologia interdisciplinar ... (UFAL/UFSC/
CNPq); 2) Reconfigurações feministas na poesia de G. Nichols (financ. CNPq); 3) Corpo
e exílio na narrativa de Lya Luft; 4) Compreendendo a realização progressiva do direito
à alimentação ...: o caso das travestis em Maceió, Al (financiamento Secretaria de Estado
da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos); 5)Representações sociais de gênero,
étnico/raciais e de sexualidade entre os profissionais do magistério; 5) Identidades de
gênero de jovens do sexo masculino, em Maceió:... (Edufal: 2009); O corpo em revista
(Edufal: 2005) e a "Coleção Mare&sal" (Edufal/CNPq, 2002 e 2003). Homepage em
construção.

Estudos em Fonética e Fonologia
O Grupo de Estudos em Fonética e Fonologia (FonUFAL) desenvolve pesquisas de
caráter teórico-experimental, com foco na descrição e análise de aspectos fonéticos e
fonológicos de variedades do português, do espanhol, do inglês, de línguas indígenas e
de línguas de sinais. Trabalhos recentes incluem: o estudo do papel da prosódia na
estruturação do discurso, na desambiguização de orações e na aquisição da linguagem; a
documentação de línguas indígenas e de língua de sinais; a caracterização de erros no
processo de ensino/aprendizagem de LA; a análise da laringalização no português, da
duração no yaathe e da nasalização no português e no yaathe; a descrição da interlíngua
de aprendizes do espanhol; o papel da fonologia frasal e da prosódia no processo de
ensino/aprendizagem de LA.

32

Línguas Brasileiras: análise, aquisição e ensino
O grupo objetiva agrupar projetos dedicados a: 1) descrição, análise e documentação de
línguas brasileiras, incluindo-se o português, as línguas indígenas e a língua brasileira de
sinais (libras); 2) aquisição da linguagem oral e escrita pela criança, a aquisição da escrita
por jovens e adultos, a aquisição de libras e do português escrito pelo sujeito surdo, e 3)
reflexão sobre teorias, métodos e epistemologia no campo da linguística e seus
desdobramentos para o ensino de línguas.

Programa de Estudos Linguísticos
O grupo de pesquisas Programa de Estudos Linguísticos (PRELIN) foi criado em 1992 e,
desde então, vem desenvolvendo inúmeras pesquisas em Sintaxe Gerativa. Tais estudos
objetivam observar, descrever e explicar fenômenos sintáticos de línguas naturais. Os
estudos desenvolvidos pelo grupo incluem trabalhos nas linhas de investigação de Teoria
da Gramática, de Aquisição da Sintaxe, de Sintaxe Comparativa e de Linguística
Educacional. Estas pesquisas envolveram e evolvem alunos de graduação, pós-graduação
e professores pesquisadores da UFAL e de outras instituições do Brasil e do exterior.

Grupo de Estudos em Discurso e Ontologia (GEDON)
Este grupo tem por objetivos desenvolver estudos e pesquisas na área de Análise do
Discurso de linha francesa (AD), procurando, através de diversos tipos de materialidades
(discurso político, midiático, educacional, jurídico, religioso, científico e discursos do
cotidiano), desvelar os conflitos sociais na sociedade capitalista, com ênfase no sujeito de
classe e nas relações de opressão que, em suas formas de manifestação discursiva,
expressam a simultaneidade contraditória entre dominante e dominado.

Grupo de Estudos do Texto e da Leitura
Os estudos sobre texto, discurso, leitura, cognição, escrita, gêneros textuais e letramento
são de extrema importância para os cursos de graduação e pós-graduação das áreas de
Letras, Linguística e Educação, já que essas áreas são responsáveis pela formação de
professores de línguas e literatura, além de outros educadores e profissionais que lidam
com a questão da linguagem (alfabetizadores, redatores, revisores, dentre outros). O

33

grupo de estudos aqui proposto deve se configurar como um espaço inter e
multidisciplinar que deverá abranger estudos, pesquisas, eventos e publicações que terão
como alvo principal os professores do ensino básico, alunos da graduação nas áreas
referidas, cujos interesses se ligam a essa importante atividade humana ? a (língua)gem e
a interação social, seus usos, modos, funções, construtos, suportes e mediações.
Consideramos também que o referido grupo será uma forma de nossos programas de pósgraduação darem um efetivo retorno social, uma contribuição significativa para
minimizar, de alguma forma, o atual quadro de crise em que se encontra o ensino na
escola básica no nosso Estado.

Ensino e aprendizagem de línguas
Descrição: Criado em 1995, o grupo de estudos Ensino e aprendizagem de línguas
pertence ao Programa de Pós-graduação em Letras e Linguística da Faculdade de Letras
da UFAL e está situado na linha de pesquisa "Linguística Aplicada" do mesmo Programa.
Ele tem participado ativamente das discussões relativas às questões relacionadas ao
processo de ensino e aprendizagem de línguas (materna e estrangeira) inseridas nas
pesquisas desse grupo, tais como: leitura e produção de texto na oralidade e na escrita;
gramática na sala de aula; interface LM e LE; interrelações entre as modalidades oral e
escrita; interação e discurso na sala de aula; linguagem, cultura e identidade; formação de
professores e de formadores de professores; multiletramentos; tecnologias da
contemporaneidade e ensino. Essa participação se dá através de apresentações em
diversos eventos nacionais e internacionais, bem como através da publicação de livros,
capítulos de livros, artigos em periódicos e anais, dentre outros. A atuação do grupo
também se verifica nas contribuições para a transformação das práticas em sala de aula e
para a formação do professor e dos alunos pesquisadores, uma vez que a metodologia da
pesquisa ação utilizada em várias pesquisas do grupo contempla essas dimensões.

Poesia Brasileira e História
Fundamentado em estudos de teoria e crítica literárias e em ensaios historiográficos, o
projeto analisa obras poéticas com o propósito de pesquisar as relações entre Literatura e
História – campo ainda pouco explorado na prática analítica. Seu corpus abrange poetas
pertencentes às diversas tradições literárias que por aqui se constituíram desde o século
XVIII, e vêm se formando na atualidade. Desenvolvida no local de trabalho
34

(PPGLL/Ufal) da líder do grupo, a pesquisa manifesta interesse por poetas esquecidos,
quase ausentes de nossa historiografia literária.

História e construção literária na prosa brasileira
O grupo de pesquisa, intitulado História e construção literária na prosa brasileira, está
vinculado ao Programa de Pós-graduação em Letras e Linguística da Universidade
Federal de Alagoas, onde atua a líder do grupo. A pesquisa visa à análise dos elementos
formais de textos literários brasileiros, examinados em correlação com seu quadro
histórico de referência.

4.2. Extensão
O Plano Nacional de Educação – PNE (2001-2011) aprovado pela Lei 10.172 de
09 de Janeiro de 2001, no capítulo que trata da Educação superior na Meta 23, aponta o
dever de Implantar o Programa de Desenvolvimento da Extensão Universitária em todas
as instituições federais de ensino superior no quadriênio de 2001-2004 e assegura que, no
mínimo, 10% do total de créditos exigidos para a graduação no ensino superior no país
será reservado para a atuação dos alunos em ações extensionistas. Nessa perspectiva a
UFAL em seu PDI (2013-2017), aponta que: “[…] as ações de extensão devem ser parte
integrante dos currículos dos cursos de graduação, assegurando, no mínimo, 10% do total
de créditos curriculares exigidos na forma de programas e projetos de extensão
universitária como preconiza a Meta 12.7 do Plano Nacional de Educação para o decênio
2011 a 2020.” Porém, o novo PNE só entrou em vigor em 2014 e está em vigor até o ano
de 2024, reafirmando os princípios básicos da extensão em sua Meta 12.7, a qual traz a
seguinte estratégia para subsidiar a extensão, “assegurar, no mínimo, dez por cento do
total de créditos curriculares exigidos para a graduação em programas e projetos de
extensão universitária, orientando sua ação, prioritariamente, para áreas de grande
pertinência social”.
O conceito assumido pelo Fórum Nacional de Pró-Reitores de Extensão das
Universidades Públicas Brasileiras tem como referência a Política Nacional de Extensão
Universitária (FORPROEX, 2012, p. 17), que entende a extensão como “o processo
educativo, cultural e científico que articula o Ensino e a Pesquisa de forma indissociável
e viabiliza a relação transformadora entre Universidade e Sociedade”. Tendo como
35

horizonte essa concepção, a UFAL compromete-se em formar profissionais com alto
compromisso ético, com respeito ao meio ambiente e com forte consciência social. A
participação do aluno é um dos pilares das ações que viabiliza a extensão como momento
da prática profissional, da consciência social e do compromisso político, devendo ser
obrigatória para todos os cursos, desde o primeiro semestre, se possível, e estar integrada
a programas decorrentes das Unidades Acadêmicas e à temática curricular, sendo
computada para a integralização do currículo dos discentes.
Assim, a Universidade Federal de Alagoas assume a extensão como uma das
dimensões da vida acadêmica, como uma forma de vivenciar o processo ensinoaprendizagem além dos limites da sala de aula, articulando a universidade às diversas
organizações da sociedade, numa enriquecedora troca de conhecimentos e experiências
que favorece a visão integrada do social. Por fazer parte de vida acadêmica de alunos,
técnicos e professores, a extensão se materializa através de programas e projetos
apresentados e assumidos pelas diversas Unidades Acadêmicas. A política de extensão,
assim entendida, transforma em atividades integradas os programas e projetos
acadêmicos, bem como outras ações realizadas junto à comunidade.
A LDB (lei 9.394/96) traz entre seus princípios a necessidade da diversificação
dos cursos superiores e a flexibilização dos projetos acadêmicos, permitindo às IES
adequarem os projetos pedagógicos às respectivas naturezas institucionais, às realidades
regionais e às finalidades inerentes aos cursos, tanto voltados à formação profissional
quanto às ciências ou às artes. Cumpre destacar que tais diretrizes se associam à premissa
da educação continuada, a qual afirma que a graduação superior é apenas uma etapa do
processo de ensino e aprendizagem e não o seu término. Deve-se salientar também que,
como contrapeso à tendência de diversificar e flexibilizar, o aparato normativo define a
necessidade de existirem processos de avaliação permanentes para identificar desvios e
propor correções de rumo. A Universidade Federal de Alagoas atua em todas as oito áreas
temáticas de extensão classificadas pelo Plano Nacional de Extensão: Comunicação,
Cultura, Direitos Humanos e justiça, Educação, Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e
Produção e Trabalho, tendo, em 2011 realizado 802 destas ações.

36

4.2.1 A extensão universitária no Projeto Pedagógico do curso Letras-inglês:
apontamentos gerais
Conforme os documentos apontados acima e de acordo com a resolução nº 04
de 2018 aprovada pelo Conselho da Universidade Federal de Alagoas, as práticas
extensionistas do Curso de Letras-inglês continuarão acontecendo conforme as demandas
sociais identificadas ao longo do curso. Tais ações poderão ser materializadas por
intermédio de programas, projetos, eventos, cursos, prestação de serviços e/ou produtos,
os quais deverão estar cadastradas no Sistema Integrado de Gestão de Atividades
Acadêmicas – SIGAA da pró-reitoria de Extensão - PROEX.

4.2.2. Os Programas de Extensão do curso de Letras-inglês

No que diz respeito às ações extensionistas do Curso Letras-inglês, há
atualmente dois Programas de Extensão aos quais essas ações estão vinculadas: o FALE
em Linguagens e o Casas de Cultura. Além das ações do curso de Letras-inglês, estes
programas abarcam atividades extensionistas dos outros cursos de graduação que a
Unidade Acadêmica oferece: espanhol, francês, libras e português.
As ações desenvolvidas nestes programas buscam atender prioritariamente as
comunidades vulneráveis para que tenham acesso aos conhecimentos produzidos no
âmbito da universidade.
O Programa de Extensão FALE em Linguagens da Faculdade de Letras visa a
integrar projetos e ações de extensão da Faculdade de Letras, buscando ampliar os
conhecimentos acerca da realidade vivenciada nos vários campos de atuação do
profissional de Letras, a partir das ações de extensão. Esse Programa se justifica pela
premência de desenvolver ações que considerem resultados de pesquisas desenvolvidas
na área dos estudos da linguagem e que articulem conhecimentos construídos por meio
da interdisciplinaridade, como aquelas que consideram as contribuições da Linguística,
Literatura e da Educação, em diálogo com a sociedade.
Outrossim, a área de língua inglesa abrange uma diversificação de
especialidades dos professores, conferindo ao Programa um amplo escopo nos estudos da
linguagem e literatura. Entre as áreas de atuação figuram ações fundamentadas na
Linguística Aplicada, Estudos Culturais, Teorias do Discurso, Educação para o trabalho,
entre outros.

37

Dentre as ações ligadas a esse Programa destaca-se o projeto “Cinetopias”,
vinculado ao grupo de Pesquisa Literatura e Utopia. Esta ação, que ocorre anualmente,
tem o intuito de divulgar e ampliar as discussões sobre o pensamento e as produções de
narrativas (cinematográficas e literárias) utopistas e, assim, poder desenvolver a
consciência social e urbana na comunidade acadêmica e em geral, com base em referentes
culturais e artísticos.
Outras ações de extensão vinculadas ao Programa em epígrafe a título de
exemplo, são os que ocorrem nas escolas públicas e que têm como objetivo o
desenvolvimento das práticas letradas por meio de trabalhos de intervenção, como os
projetos “Eu, leitor/a no/do mundo” e “O ensino de língua inglesa na perspectiva dos
letramentos”.
Já o Programa de Extensão Casas de Cultura da Faculdade de Letras da UFAL
abarca dois projetos que têm caráter contínuo:
1- Projeto Casa de Cultura no Campus (CCC - Língua Inglesa);
2- Projeto Casa de Cultura Britânica (CCB).
O projeto Casas de Cultura no Campus tem como objetivo oferecer espaços para
que os licenciandos do Curso Letras Inglês enriqueçam sua formação como professores
em formação inicial (PFI) ensinando a língua inglesa para os acadêmicos da UFAL e
alunos de escolas públicas parceiras do projeto. Este projeto justifica-se pela necessidade
de atender às demandas sociais em decorrência de compressão espaço-tempo devido ao
processo de globalização. Esse cenário leva à premência da interação em nível
transnacional, ampliando o acesso para a difusão e o desenvolvimento/ aprofundamento
linguístico.
Acreditamos que a aprendizagem em Língua Inglesa poderá ampliar os
conhecimentos culturais, políticos, sociais, linguístico-discursivos dos participantes do
projeto, assim como o contato com o outro e a participação cidadã e transformadora, em
diferentes contextos. Assim, o projeto contempla as seguintes demandas sociais:
●

Possibilitar a aprendizagem da língua inglesa com a finalidade de

promover a interação e a aproximação com outras culturas.
●

Contribuir para o processo de formação dos estudantes envolvidos (tanto

os acadêmicos de Letras, quanto aos universitários da UFAL e a comunidade
externa - alunos de escolas públicas) para a participação cidadã e a inserção no
mercado de trabalho.

38

●

Favorecer a formação crítica, cidadã, política e transformadora dos

participantes do projeto a partir de atividades significativas que envolvem a
compreensão e produção oral e escrita em língua inglesa.
●

Proporcionar o autoconhecimento do sujeito a partir do descobrimento do

estrangeiro. Acreditamos que o contato com o outro de uma perspectiva ao mesmo
tempo acolhedora e crítica permitirá a nossos alunos refletirem sobre seus
próprios valores para atuação local, regional, nacional e global.

Defendemos que a formação do professor de inglês deve ser direcionada para a
valorização e consideração das subjetividades com as quais lidará durante o processo de
ensino-aprendizagem. Além do mais, é importante que o professor compreenda a língua
não só como um conjunto de regras, mas também como elemento constituído de
significados e valores. Essa compreensão constitui-se como base da formação reflexiva.
Portanto, com a intenção de contribuir para essa formação crítico-reflexiva dos
participantes do projeto, objetivamos não só auxiliar no desenvolvimento das habilidades
linguísticas na língua alvo, mas também no trabalho com a pesquisa que possibilite a
reflexão sobre a relação entre práticas docentes e teorias. Em outras palavras, nossa
preocupação volta-se, essencialmente, para a formação crítico-reflexiva dos estudantes
(FREIRE, 1970).
O projeto Casa de Cultura Britânica (CCB), vinculado à Faculdade de Letras da
UFAL, é desenvolvido no Espaço Cultural Universitário da UFAL. O projeto trabalha em
duas vertentes: uma visa ao aprimoramento dos alunos do Curso Letras Inglês, oferecendo
espaço formativo para os/as licenciandos/as. Outra vertente do projeto tem como proposta
a socialização do saber acadêmico estabelecendo uma dinâmica que contribui para a
participação da comunidade na vida universitária, a divulgação da cultura dos países que
têm o idioma inglês como língua oficial e para a promoção de cursos de língua inglesa
em diferentes níveis, contribuindo para a formação integral da comunidade,
desenvolvendo, por meio do ensino/aprendizagem de línguas, diferentes maneiras de
pensar e agir na sociedade.
Além dos objetivos acima mencionados, o projeto propicia o contato com uma
nova fonte de conhecimento de grande importância para a formação do indivíduo,
possibilitando, ainda, espaços para o intercâmbio intercultural, envolvendo a cultura
brasileira e a dos países que falam a língua inglesa.

39

O público-alvo prioritário das ações deste programa compreende os alunos da
rede pública de Educação Básica que, no geral, fazem parte de comunidades em estado
de vulnerabilidade social.
Para alcançar tais objetivos, é importante desenvolver uma série de atividades
que visem:
●

promover o ensino/aprendizagem da língua inglesa;

●

desenvolver

uma

consciência

intercultural,

resultado

do

conhecimento, percepção e compreensão da relação entre a cultura de origem e
a da comunidade objeto de estudo;
●

responder a uma demanda social da comunidade através do ensino

da língua inglesa;
●

proporcionar uma prática reflexiva para os alunos/graduandos de

Letras Inglês da UFAL, que atuam no projeto como estagiários;
●

criar oportunidades de estímulo ao intercâmbio acadêmico e

cultural tendo como foco a língua inglesa e as manifestações culturais a ela
vinculada.

Com o cumprimento dos objetivos de ambos projetos, permitimos aos/às
nossos/as discentes aprofundar a sua formação pedagógica intensificando a aprendizagem
da língua e das culturas envolvidas. Além disso, proporcionamos aos/às alunos/as
participantes um campo de pesquisa e reflexão da sua prática docente para
enriquecimento da sua formação inicial, favorecendo assim seu desenvolvimento
profissional.
À população atendida permitiremos a inserção no mundo de um modo mais
amplo, favorecendo o acesso à língua estrangeira e aos meios culturais e profissionais
plurilíngues. Dessa forma possibilitamos aos indivíduos uma relação de forma efetiva e
eficaz em diversos contextos socioculturais alcançando, ao mesmo tempo, uma
compreensão aprofundada de sua própria identidade social e cultural.

4.2.2.1. Programa de Extensão Curricularizada do Curso de Letras Inglês (PECInglês)

40

Com a curricularização da extensão, em concordância com a meta 12.7 do Plano
Nacional de Educação 2014-2024, que assegura, no mínimo, 10% do total de créditos
curriculares exigidos para a graduação em programas e projetos de extensão universitária,
o aluno do curso de Letras Inglês terá a oportunidade de se engajar em atividades de
extensão que seguem os parâmetros estabelecidos pelo Curso e pela Pró-Reitoria de
Extensão.
O PEC-Inglês desenvolverá atividades curricularizadas de extensão nas
modalidades projeto, produto acadêmico e evento, para o atendimento de demandas
identificadas a partir do levantamento de necessidades de grupos e/ou movimentos sociais
de Alagoas no âmbito do ensino-aprendizagem de língua inglesa e suas literaturas, tendo
os/as licenciandos/as como protagonistas supervisionados por docentes vinculados/as ao
Curso Letras Inglês da FALE-UFAL.
Em consonância com a Política Nacional de Extensão (FORPROEX, 2012, p.
17), que preconiza que “[a] Extensão Universitária, sob o princípio constitucional da
indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, é um processo interdisciplinar,
educativo, cultural, científico e político que promove a interação transformadora entre
Universidade e outros setores da sociedade”, este Programa tem como objetivo abarcar
as atividades curriculares de extensão (doravante ACEs), vinculadas ao curso de
Licenciatura em Letras - Inglês (presencial) da Faculdade de Letras no campus A. C.
Simões da Universidade Federal de Alagoas.
Haja vista que a prática docente ultrapassa a aplicação de técnicas de ensino e
engloba (SCHÖN, 1987) Tais atividades oferecem ao/à graduando/a a oportunidade de
refletir sobre a relação da universidade com outros setores sociais, sob uma perspectiva
inter/transdisciplinar, viabilizando a troca de saberes articulada com as práticas de ensino
e pesquisa sob um viés crítica-reflexiva.
Portanto, as ACEs garantem a interação dialógica entre a universidade e a
sociedade, possibilitando, assim, uma visão transformadora na formação discente.

4.2.2.1.1. Áreas temáticas e Linhas de Extensão

O PEC-Inglês atuará dentro da área temática Educação tendo como subárea a
Cultura no âmbito das seguintes linhas de extensão, preconizadas pelo Fórum de PróReitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras (FORPROEX, 2007, pág.
41

28-34), no que diz respeito à organização e sistematização da extensão universitária:
Línguas Estrangeiras (código 31), Formação de professores (código 21) e Mídias (código
34).

4.2.2.1.2. Modalidades de Extensão

O Programa de extensão da licenciatura em Letras - Inglês compreende três
modalidades distintas de atividades, em consonância com as diretrizes regulamentadas
pela resolução 04/2018 do CONSUNI/UFAL, sendo elas: projeto de extensão, evento e
produto acadêmico.
Para a primeira modalidade, dois projetos de extensão serão ofertados e terão
duração de dois semestres cada, com carga horária total de 220 horas. Eles serão
desenvolvidos a partir da formação de um convênio entre o curso de Letras - Inglês e
movimentos sociais, ou instituições sociais, ou escolas públicas da comunidade,
contemplando as demandas das comunidades em articulação à formação dos/das
licenciandos/as.
A modalidade evento abrangerá um evento de extensão, com carga horária de 60
horas, envolvendo a organização de um evento acadêmico relacionado ao curso de Letras
- Inglês por parte dos/as licenciandos/as. O evento envolverá discentes do nono período.
A modalidade produto acadêmico contemplará ações dentre as referenciadas
pelo Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras
(FORPROEX, 2007). A carga horária prevista para o desenvolvimento de produto
acadêmicos é de 60 horas, a ser contemplada no sexto período.

4.2.2.1.3. Metodologia geral do PEC - Inglês

A metodologia geral do Programa de Extensão do curso de Letras Inglês será
orientada pelo atendimento das demandas de grupos e movimentos sociais relativos ao
ensino e aprendizagem de língua inglesa e suas literaturas. O êxito das ações será
verificado por indicadores quantitativos e qualitativos elaborados pelos coordenadores
das atividades em questão, de modo que atendam às especificidades de cada ação.
As Atividades Curriculares de Extensão contemplam os núcleos I e II, tanto de
formação geral quanto de formação específica. A carga horária total destas atividades é
42

resultado do translocamento de parte da carga horária de outras componentes curriculares
que tenham potencial extensionista. Deste modo, a carga horária total de extensão é de
340 horas, correspondentes a 10% da carga horária total do curso de Letras Inglês,
conforme quadro abaixo:

Atividades Curriculares de Extensão

Carga horária

ACE 1 (projeto 1)

110

ACE 2 (produto)

60

ACE 3 (projeto 2)

110

ACE 4 (evento)

62

TOTAL

342

4.2.2.1.4. Ementário e Referências

ACE 1-A (projeto) Projeto de extensão 01: CURSO PARA FINS ESPECÍFICOS /1º
semestre.
Ementa: Desenvolvimento da língua inglesa por meio da oferta de cursos para contextos
de natureza específica, cujos objetivos atendam a demandas sociais.
Público Alvo: Comunidade em geral
Objetivos:
Objetivo Geral: Planejamento de um curso de língua inglesa para fins específicos
Objetivos Específicos: Fazer um levantamento das necessidades para o estudo de língua
inglesa; Definir objetivos linguísticos, recursos e metodologia de ensino baseados nas
necessidades identificadas; Elaborar e aplicar um plano de ensino
Metodologia: Aulas expositivas; atividades didáticas individuais, em pares ou em
grupos, atividades não-presenciais, pesquisa, discussões, seminários.
Avaliação: Todos os participantes da ação (professores do curso de Letras-inglês,
graduandos e público externo) participarão do acompanhamento e avaliação da ação. A
43

avaliação será contínua e processual, no decorrer de todo o projeto. O/A coordenador/a
da ACE será o responsável por registrar a avaliação ao finalizar o projeto.
Referência básica
FORPROEX (Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições de Educação Superior
Brasileiras). Política Nacional de Extensão Universitária. Manaus: 2012. 40 p.
Disponível

em:

<https://www.ufmg.br/proex/renex/images/documentos/2012-07-13-

Politica-Nacional-de-Extensao.pdf>. Acesso em 20 mar 2019.
Rede nacional de extensão universitária. Documentos. Plano Nacional de Extensão
Universitária, 2001.
Resolução Nº 04/2018 de 19/02/2018. Regulamenta as ações de extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da
UFAL
Referência complementar
ANDRADE, L.A.B.; SILVA, E.P. A Universidade e sua relação com o outro: um
conceito para extensão universitária. Educação Brasileira, v. 23, n. 47, p. 65-79,2001.
BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre universidade e
comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p. 157-169, jan./jun. 2007.
CELANI, M.A.A. The Brazilian ESP Project: an evaluation. São Paulo. EDUC, 1988.
GURGEL, R. M. Extensão Universitária: Comunicação ou domesticação? São Paulo:
Cortez, 1986.
PERES, C.M.; ANDRADE, A.S.; GARCIA, S.B. Atividades extracurriculares:
multiplicidade e diferenciação necessárias ao currículo. Rev. Bras. Ed. Med. v.3, n.3, p.
203- 11.

ACE 1-B (projeto): Projeto de extensão 01: CURSO PARA FINS ESPECÍFICOS/ /2º
semestre.
Ementa: Desenvolvimento da língua inglesa por meio da oferta de cursos para contextos
de natureza específica, cujos objetivos atendam demandas sociais.
Público Alvo: Comunidade em geral
Objetivos:
Objetivo Geral: Implementação de um curso de língua inglesa para fins específicos.
Desenvolvimento da competência linguística da língua inglesa considerando
necessidades específicas.
Objetivos Específicos: Definir objetivos linguísticos, recursos e metodologia de ensino
baseados nas necessidades identificadas; Dar continuidade ao processo de elaboração e
aplicação do plano de ensino
Metodologia: Aulas expositivas; atividades didáticas individuais, em pares ou em
grupos, atividades não-presenciais, pesquisa, discussões, seminários.
44

Avaliação: Todos os participantes da ação (professores do curso de Letras-inglês,
graduandos e público externo) participarão do acompanhamento e avaliação da ação. A
avaliação será contínua e processual, no decorrer de todo o projeto. O/A coordenador/a
da ACE será o responsável em registrar a avaliação ao finalizar o projeto.
Referência básica
FORPROEX (Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições de Educação Superior
Brasileiras). Política Nacional de Extensão Universitária. Manaus: 2012. 40p.
Disponível

em:

<https://www.ufmg.br/proex/renex/images/documentos/2012-07-13-

Politica-Nacional-de-Extensao.pdf>. Acesso em 20 mar 2019.
Rede nacional de extensão universitária. Documentos. Plano Nacional de Extensão
Universitária, 2001.
Resolução Nº 04/2018 de 19/02/2018. Regulamenta as ações de extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da
UFAL
Referência complementar
ANDRADE, Luiz Antônio Botelho; SILVA, Edson Pereira. A Universidade e sua
relação com o outro: um conceito para extensão universitária. Educação Brasileira, v.
23, n. 47, p. 65-79,2001.
ANDRADE, Luiz Antônio Botelho; SILVA, Edson Pereira. A Universidade e sua
relação com o outro: um conceito para extensão universitária. Educação Brasileira, v.
23, n. 47, p. 65-79,2001.
BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre universidade e
comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p. 157-169, jan./jun. 2007.
CELANI, M.A.A.; FREIRE, M.M.; RAMOS, R.C.G (Orgs.). Abordagem Instrumental
no Brasil: um projeto, seus percursos e seus desdobramentos. Campinas: Mercado de
Letras. São Paulo: EDUC, 2009.
_________. The Brazilian ESP Project: an evaluation. São Paulo. EDUC, 1988.
GURGEL, R. M. Extensão Universitária: Comunicação ou domesticação? São Paulo:
Cortez, 1986.
HARVEY, D. Condição Pós-Moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança
cultural. São Paulo, Loyola, 1993.
PERES, C. M.; ANDRADE, A. S.; GARCIA, S. B. Atividades extracurriculares:
multiplicidade e diferenciação necessárias ao currículo. Rev. Bras. Ed. Med. v.3, n.3, p.
203- 11.
ACE 2 (produto): PRODUÇÃO DE MATERIAIS EDUCACIONAIS PARA O
DESENVOLVIMENTO DA LÍNGUA INGLESA.
Ementa: Elaboração de produtos acadêmicos de caráter educacional no âmbito do ensino
e aprendizagem de língua inglesa e suas literaturas, como materiais didáticos, canais
online de difusão e conhecimento, entre outros.
45

Público Alvo: Alunos de Graduação do Curso de Letras-inglês e comunidade em geral
Objetivos:
Objetivo Geral: Refletir e produzir materiais educacionais levando em conta as
necessidades locais e as demandas globais.
Objetivos específicos: Fazer leituras e discussões teóricas relacionadas à análise e
produção de materiais educacionais para o desenvolvimento da língua inglesa; Analisar
materiais para o ensino e aprendizagem de língua inglesa em diferentes contextos e
modalidades considerando as teorias contemporâneas da área; Realizar oficinas relativas
a ferramentas necessárias para a produção de materiais educacionais; Elaborar e aplicar
os materiais produzidos, considerando as demandas locais e globais; Avaliar os materiais
educacionais produzidos sob o viés da efetividade em relação aos objetivos a que se
propõe.
Metodologia: A ação de extensão envolve leituras e discussões teóricas, pesquisa,
oficinas e elaboração e avaliação de materiais educacionais para o ensino e aprendizagem
de língua inglesa.
Avaliação: Tanto o/a coordenador/a quanto os licenciandos envolvidos da ação farão o
acompanhamento e avaliação da ACE em tela. O registro formal da ação (submissão,
acompanhamento e avaliação) será realizado pelo/a coordenador/a da ACE.
Referência básica:
ANDRADE, Luiz Antônio Botelho; SILVA, Edson Pereira. A Universidade e sua
relação com o outro: um conceito para extensão universitária. Educação Brasileira, v.
23, n. 47, p. 65-79,2001.
FORPROEX (Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições de Educação
Superior Brasileiras). Política Nacional de Extensão Universitária. Manaus: 2012.
40p. Disponível em: <https://www.ufmg.br/proex/renex/images/documentos/2012-0713-Politica-Nacional-de-Extensao.pdf>. Acesso em 2019.03.20.
FERRO, J., BERGMANN, J. Produção e avaliação de materiais didáticos em língua
materna e estrangeira. Curitiba: Intersaberes, 2013.
Referências complementares
FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983, 93p.
PERES, C. M.; ANDRADE, A. S.; GARCIA, S. B. Atividades extracurriculares:
multiplicidade e diferenciação necessárias ao currículo. Rev. Bras. Ed. Med. v.3, n.3, p.
203- 11.

46

PIERSON, Alice Helena Campos; CORTEGOSO, Ana Lucia; ARAÚJO FILHO,
Targino de. Flexibilização curricular: experiências e perspectivas. In: THIOLLENT,
Michel; CASTELO BRANCO, Alba Lúcia; GUIMARÃES, Regina Guedes Moreira;
ARAÚJO FILHO, Targino de. (org.). Extensão universitária: conceitos, métodos e
práticas. Rio de Janeiro, v. 1, p. 41-55, 2003.
Rede nacional de extensão universitária. Documentos. Plano Nacional de Extensão
Universitária, 2001.
Resolução Nº 04/2018 de 19/02/2018. Regulamenta as ações de extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da
UFAL.

ACE 3-A (projeto) - CURSO PREPARATÓRIO PARA O ENEM - 1º semestre
Ementa: Planejamento e sistematização de um curso preparatório para o Exame Nacional
do Ensino Médio (ENEM), abordando o ensino e aprendizagem de língua inglesa e suas
respectivas literaturas, com foco à leitura e interpretação de textos de diferentes gêneros
textuais e discursivos em língua inglesa.
Público Alvo: Estudantes de Ensino Médio matriculados e/ou egressos da rede pública
de ensino do estado de Alagoas.
Objetivos:
Objetivo geral: Execução do planejamento de um curso preparatório para o ENEM
voltado aos estudantes da rede pública de ensino do estado de Alagoas.
Objetivos específicos: Capacitação dos professores em formação do curso de Letras
Inglês para o exercício do magistério com foco ao ENEM; análise e produção de materiais
didáticos para o ensino e aprendizagem de língua inglesa e suas literaturas, com foco na
leitura e interpretação textual de diferentes gêneros textuais e discursivos; elaboração de
planos de ensino.
Metodologia: Aulas expositivas; atividades didáticas individuais, em pares ou em
grupos; atividades não-presenciais; pesquisa; discussões; seminários; análise e produção
de materiais didáticos, planos de ensino e planos de aula.
Avaliação: A avaliação terá caráter contínuo e processual e levará em consideração a
capacidade discente de planejamento de um curso preparatório para o ENEM. Para isto,
prevê-se a produção de relatórios parciais e relatórios finais relativos ao processo de
planejamento e organização do curso, incluindo: relatórios de leituras orientadas e

47

apresentação de seminários; relatório de análise e produção de materiais didáticos;
apresentação de planos de ensino; e apresentação de planos de aulas.
Referências:
CELANI, M.A.A.; FREIRE, M.M.; RAMOS, R.C.G (Orgs.). Abordagem Instrumental
no Brasil: um projeto, seus percursos e seus desdobramentos. Campinas: Mercado de
Letras. São Paulo: EDUC, 2009.
MUNHOZ, Rosângela. Inglês Instrumental: estratégias de leitura. São Paulo: Textonovo,
2000.
SOUZA, A. G. F. et al. Leitura em Língua Inglesa: uma abordagem instrumental. São
Paulo: Disal, 2005.
Referências complementares:
BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre universidade e
comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p. 157-169, jan./jun. 2007.
FORPROEX (Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições de Educação
Superior Brasileiras). Política Nacional de Extensão Universitária. Manaus: 2012.
40p. Disponível em: <https://www.ufmg.br/proex/renex/images/documentos/2012-0713-Politica-Nacional-de-Extensao.pdf>. Acesso em 2019.03.20, Rede nacional de
extensão universitária. Documentos. Plano Nacional de Extensão Universitária, 2001.
Resolução Nº 04/2018 de 19/02/2018. Regulamenta as ações de extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da
UFAL.
THIOLLENT, Michel; CASTELO BRANCO, Alba Lúcia; GUIMARÃES, Regina
Guedes Moreira; ARAÚJO FILHO, Targino de. (org.). Extensão universitária:
conceitos, métodos e práticas. Rio de Janeiro, v. 1, 2003.
ACE 3-B (projeto) - CURSO PREPARATÓRIO PARA O ENEM - 2º semestre
Ementa: Execução de um curso preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio
(ENEM), abordando o ensino e aprendizagem de língua inglesa e suas respectivas
literaturas, com foco à leitura e interpretação de textos de diferentes gêneros textuais e
discursivos em língua inglesa.
Público Alvo: Estudantes de ensino médio matriculados e/ou egressos da rede pública de
ensino do estado de Alagoas.
Objetivos:
Objetivo geral: Execução de um curso preparatório para o ENEM voltado aos estudantes
da rede pública de ensino do estado de Alagoas.
48

Objetivos específicos: Capacitação dos professores em formação do curso de Letras
Inglês para o exercício do magistério com foco ao ENEM; viabilização do exercício da
docência voltado ao ensino e aprendizagem de língua inglesa e suas literaturas, com foco
à leitura e interpretação textual de diferentes gêneros textuais e discursivos.
Metodologia: Aulas expositivas e dialogadas sob orientação de docente vinculado ao
curso de Letras Inglês; implementação de materiais didáticos, planos de ensino e planos
de aula desenvolvidos no período de planejamento do curso.
Avaliação: A avaliação terá caráter contínuo e processual e levará em consideração a
capacidade discente de execução do curso preparatório para o ENEM. Para isto, prevê-se
a produção de relatórios parciais e relatórios finais relativos ao período de docência,
incluindo: relatórios de aulas ministradas.
Referências:
CELANI, M.A.A.; FREIRE, M.M.; RAMOS, R.C.G (Orgs.). Abordagem Instrumental
no Brasil: um projeto, seus percursos e seus desdobramentos. Campinas: Mercado de
Letras. São Paulo: EDUC, 2009.
MUNHOZ, Rosângela. Inglês Instrumental: estratégias de leitura. São Paulo: Textonovo,
2000.
SOUZA, A. G. F. et al. Leitura em Língua Inglesa: uma abordagem instrumental. São
Paulo: Disal, 2005.
Referências complementares:
BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre universidade e
comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p. 157-169, jan./jun. 2007.
FORPROEX (Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições de Educação
Superior Brasileiras). Política Nacional de Extensão Universitária. Manaus: 2012.
40p. Disponível em: <https://www.ufmg.br/proex/renex/images/documentos/2012-0713-Politica-Nacional-de-Extensao.pdf>. Acesso em 2019.03.20, Rede nacional de
extensão universitária. Documentos. Plano Nacional de Extensão Universitária, 2001.
Resolução Nº 04/2018 de 19/02/2018. Regulamenta as ações de extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da
UFAL.
THIOLLENT, Michel; CASTELO BRANCO, Alba Lúcia; GUIMARÃES, Regina
Guedes Moreira; ARAÚJO FILHO, Targino de. (org.). Extensão universitária:
conceitos, métodos e práticas. Rio de Janeiro, v. 1, 2003.

49

ACE 4 (evento) - JORNADA DE LÍNGUA INGLESA E SUAS
LITERATURAS:

EXPRESSÕES ACADÊMICAS,

CIENTÍFICAS E

CULTURAIS
Ementa: Organização de eventos acadêmicos de caráter científico e/ou cultural, de
abrangência regional, que tenham como objetivo a divulgação de ações desenvolvidas no
âmbito da formação em Letras Inglês para a comunidade alagoana. Neste sentido, esta
ação contempla eventos de divulgação da produção acadêmica, científica e cultural dos
estudantes e docentes de Letras Inglês, como por exemplo: trabalhos desenvolvidos no
decorrer de sua formação, seja em disciplinas, projetos de pesquisa, projetos de extensão,
projetos de iniciação à docência, grupos de pesquisa, núcleos de estudos, projetos
culturais, trabalhos de conclusão de curso, entre outros.
Público Alvo: Comunidade regional: moradores e estudantes dos bairros circunvizinhos
à UFAL; discentes da UFAL e outras instituições de ensino, públicas e privadas, no estado
de Alagoas.
Objetivos:
Objetivo geral: Divulgação da produção acadêmica, científica e cultural de estudantes
matriculados no curso de Letras Inglês e docentes vinculados à Licenciatura em Letras
Inglês da UFAL.
Objetivos específicos: Preparação dos estudantes matriculados no curso de Letras Inglês
para a organização e execução de eventos de natureza acadêmica, científica e cultural;
realização de palestras, seminários, oficinas, minicursos, mesas-redondas; avaliação dos
materiais educacionais produzidos sob o viés da efetividade em relação aos objetivos a
que se propõem.
Metodologia: Planejamento, organização e execução de um evento de natureza
acadêmica, científica e cultural, sob supervisão e orientação de docentes do corpo efetivo
do curso de Letras Inglês.
Avaliação: A avaliação terá caráter contínuo e processual e levará em consideração a
capacidade de organização e execução de um evento de natureza acadêmica, científica e
cultural dos estudantes matriculados no curso de Letras Inglês. Para isto, prevê-se a
produção de relatórios parciais e relatórios finais relativos ao processo de planejamento e
organização do evento, bem como aos resultados obtidos, respectivamente.

Referências:
Coutinho, Helen Rita Menezes. Organização de eventos / Helen Rita Menezes Coutinho.
– Manaus : Centro de Educação Tecnológica do Amazonas, 2010.
50

<http://redeetec.mec.gov.br/images/stories/pdf/eixo_hosp_lazer/061112_org_eventos.pd
f>. Acesso em 2020.07.01.
Oliveira, Sandra Mara Tabosa de. Curso de planejamento e organização de eventos/
Sandra Mara Tabosa de Oliveira. _ Brasília : Editora do IFB, 2016.
<http://revistaeixo.ifb.edu.br/index.php/editoraifb/article/view/368/150>. Acesso em
2020.07.01.
THIOLLENT, Michel; CASTELO BRANCO, Alba Lúcia; GUIMARÃES, Regina
Guedes Moreira; ARAÚJO FILHO, Targino de. (org.). Extensão universitária:
conceitos, métodos e práticas. Rio de Janeiro, v. 1, 2003.
Referências Complementares:
ANDRADE, Luiz Antônio Botelho; SILVA, Edson Pereira. A Universidade e sua
relação com o outro: um conceito para extensão universitária. Educação Brasileira, v.
23, n. 47, p. 65-79,2001.
BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre universidade e
comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p. 157-169, jan./jun. 2007.
FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983, 93p.
GURGEL, R. M. Extensão Universitária: Comunicação ou domesticação? São Paulo:
Cortez, 1986.
FORPROEX (Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições de Educação Superior
Brasileiras). Política Nacional de Extensão Universitária. Manaus: 2012. 40p.
Disponível em: <https://www.ufmg.br/proex/renex/images/documentos/2012-07-13Politica-Nacional-de-Extensao.pdf>. Acesso em 2019.03.20. Rede nacional de extensão
universitária. Documentos. Plano Nacional de Extensão Universitária, 2001.
HARVEY, D. Condição Pós-Moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança
cultural. São Paulo, Loyola, 1993.
Resolução Nº 04/2018 de 19/02/2018. Regulamenta as ações de extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da
UFAL.

51

4.2.3. A Extensão na matriz curricular do curso letras-inglês

período:
horas

2º

3º

4º

6º

7º

8º

9º

disciplina
Língua inglesa 2
PCC Habilidades Integradas para ensino-aprendizagem de inglês 1
Teoria Linguística 2
Política e Organização da educação básica no Brasil
ACE 1 A(projeto)
Língua inglesa 3
Literaturas em língua inglesa 1
Desenvolvimento e Aprendizagem
Didática
ACE1 B (projeto)
Língua inglesa 4
Literaturas em língua inglesa 2
PCC Habilidades Integradas para ensino-aprendizagem de inglês 2
Linguística Aplicada e ensino de língua adicional
Gestão da educação e do trabalho escolar
Língua 6
PCC Habilidades Integradas para ensino-aprendizagem de inglês 3
Estágio Supervisionado em língua inglesa 2 EM
Pesquisas Teóricas e aplicadas em Letras e Linguística
ACE 2 (produto)
Língua inglesa 7
Estágio Supervisionado em língua inglesa 3 EF
Estudos do Discurso
ACE 3 A (projeto)
Literaturas em língua inglesa 4
Estágio Supervisionado em língua inglesa 4 EM
PCC Habilidades Integradas para ensino-aprendizagem de inglês 4
Questões contemporâneas em LA e ensino de língua inglesa
ACE 3 B (projeto)
Eletiva 1
Eletiva 2
ACE 4 (evento)

Horas

Horas
PCC

ACE

72
100
72
72
55
72
72
72
72
55
72
72
100
72
72
72
100
80
72
60
72
120
72
55
72
120
100
72
55
72
70
62
342

ACE – TOTAL DE HORAS
.

52

4.3. Idiomas sem fronteiras – ISF NUCLI UFAL
A Ufal participa do Programa Idiomas Sem Fronteiras (ISF) 13 desde 2013. Na
época, o programa contemplava somente a língua inglesa e se chamava Inglês Sem
Fronteiras. O Programa é responsável por duas grandes ações: oferta de cursos de línguas
estrangeiras/adicionais pelo Núcleo de Línguas; e aplicação de testes de nivelamento e de
proficiência por meio do Centro Aplicador de Testes. Hoje o Núcleo de Línguas
(NuCli/ISF/UFAL) oferece cursos presenciais de inglês, francês, espanhol e português
para estrangeiros. O NuCli UFAL oferta cursos de inglês online, o My English Online
(MEO). O Centro Aplicador tem ofertado os testes TOEFL iTP e TOEIC.
O Programa ISF objetiva promover ações para uma política linguística visando à
internacionalização das Instituições de Ensino Superior no Brasil, propiciando espaços
para uma formação (inicial ou continuada) do profissional voltada para atender as
demandas locais e globais visando à internacionalização. Os professores, durante sua
permanência de até 24 meses no Programa, participa da residência docente que favorece,
incentiva e valoriza a pesquisa qualitativa sobre os vários aspectos (macros ou micros)
envolvidos no ensino-aprendizagem de línguas para fins específicos (acadêmicos). O
programa é mais uma possibilidade aos licenciandos do curso para construírem uma
formação profissional mais informada, crítica e reflexiva.
4.4. Programa de Educação Tutorial (PET) – Letras
O Programa de Educação Tutorial (PET) é um programa que visa à formação de grupos
de tutoriais de aprendizagem em cursos de graduação. Tem como objetivo
oferecer uma formação acadêmica de excelente nível, visando à
formação do profissional crítico e atuante; promover a integração da
formação acadêmica com a futura atividade profissional,
especialmente no caso de carreira universitária; estimular a melhoria
do ensino de graduação através de: desenvolvimento de novas práticas
e experiências pedagógicas no âmbito do curso; atuação dos bolsistas
como agentes multiplicadores disseminando novas idéias e práticas
entre o conjunto dos alunos do curso; interação dos bolsistas do
Programa com os corpos docente e discente da instituição em nível de
pós-graduação; a participação em atividades características de
programas de pós-graduação3.

4.5. Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID)
O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) é um

13

Informações sobre o Programa Idiomas Sem Fronteiras podem ser obtidas em:
http://isf.mec.gov.br/

53

programa de incentivo e valorização do magistério e de aprimoramento do processo de
formação de docentes para a educação básica, vinculado à Diretoria de Educação Básica
Presencial – DEB – da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior –
CAPES. O Pibid oferece bolsas de iniciação à docência aos estudantes de cursos de
licenciatura que desenvolvam atividades pedagógicas em escolas da rede pública de
educação básica; ao coordenador institucional que articula e implementa o programa na
universidade ou instituto federal; aos coordenadores de área envolvidos na orientação aos
bolsistas; e, ainda, aos docentes de escolas públicas responsáveis pela supervisão dos/das
licenciandos/licenciandas.

4.6. Responsabilidade social
A Universidade Federal de Alagoas busca participar da sociedade alagoana
ativamente no campo do ensino, da pesquisa e principalmente das atividades de extensão.
Para tanto, é sensível aos desafios enfrentados, às solicitações das entidades com as quais
se relaciona e dos participantes das atividades que oferece.
Atenta aos movimentos sociais, priorizando ações que visem à superação das
atuais condições de desigualdade e exclusão existentes em Alagoas, no Nordeste e no
Brasil, a ação cidadã da UFAL deve difundir o conhecimento produzido. Portanto, as
populações, cujos problemas tornam-se objeto da pesquisa acadêmica são, também,
consideradas coautoras desse conhecimento.
Nesse sentido, a prestação de serviços é considerada produto de interesse
acadêmico, científico, filosófico, tecnológico e artístico do ensino, da pesquisa e
extensão, produzindo conhecimentos que visem à transformação social.
Levando em consideração tal premissa, o curso de Letras Inglês pode desenhar
projetos voltados para a melhoria das dificuldades encontradas relativas ao ensinoaprendizagem da língua inglesa nos bairros ou municípios onde os alunos vivem. Tais
estudantes podem desenvolver suas pesquisas pessoais nesses locais, além de poder
participar de formações continuadas de professores na área em questão.

4.7. Acessibilidade
A UFAL atualmente possui um núcleo de estudos voltado tanto para a
compreensão das necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de promoção de

54

acessibilidade como para o atendimento diferenciado às pessoas com deficiência, em
atenção à Política de Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação pertinente.
O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado especial,
haja vista a forma atual de identificação dos alunos: autodeclaração. A UFAL tem
investido na capacitação técnica de seus servidores para o estabelecimento de
competências para diagnóstico, planejamento e execução de ações voltadas para essas
necessidade s.
Ao esforço para o atendimento à acessibilidade arquitetônica, junta-se agora ao
cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de Acessibilidade,
qual seja a acessibilidade: pedagógica, metodológica, de informação e de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o art. 59 da Lei
12.764/2012, que afirma: Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com
necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e
organização específicos.
Nesse sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21 de
março de 2013 orienta os sistemas de ensino. Em especial, recomenda que os PPCs
contemplem orientações no sentido da adoção de parâmetros individualizados e flexíveis
de avaliação pedagógica, valorizando os pequenos progressos de cada estudante em
relação a si mesmo e ao grupo em que está inserido.
Para tal, a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento especializado
aos alunos portadores de deficiência auditiva, visual, visual e auditiva, cognitiva ou
autista sempre que for diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta forma, não apenas
facilitar o acesso, mas estar sensível às demandas de caráter pedagógico e metodológico
de forma a permitir sua permanência produtiva no desenvolvimento do curso.
O Núcleo de Assistência Educacional – NAE – oferece o necessário apoio
pedagógico para atender ao corpo social da UFAL em suas demandas específicas, e para
promover a integração de todos ao ambiente acadêmico.
De forma institucional, os coordenadores e professores do curso são estimulados
a participar de capacitações pedagógicas e humanísticas, relacionadas às políticas de
inclusão da pessoa com deficiência na educação. Estudantes também têm acesso a esses
eventos.
Em caso de comprovada necessidade de apoio, atividades de comunicação,
locomoção, alimentação e cuidados pessoais à pessoa com transtorno do espectro autista

55

ou outra deficiência serão também disponibilizados pela IES profissional, nos termos da
legislação 12.764/2012.

4.7.1 Núcleo de acessibilidade
O Núcleo atua de forma a oferecer Atendimento Educacional Especializado –
AEE- aos estudantes público-alvo (pessoas com deficiência, pessoas com Transtornos
Globais de Desenvolvimento e pessoas com Altas Habilidades). Esse atendimento tanto
pode ser feito por meio de acompanhamento nas salas de aulas, quanto em atividades na
sala do NAC-UFAL em horário específico, para assessoria na confecção de trabalhos
acadêmicos. É possível também adaptar materiais didáticos, e oferecer capacitação para
o uso de tecnologias assistivas, como recursos de informática para transformar textos em
áudio para pessoas cegas.
O NAC-UFAL também promove cursos sobre recursos didáticos e assistência
educacional a pessoas com deficiência, além de eventos sobre Educação Inclusiva abertos
a toda a comunidade acadêmica. Em parceria com a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas e
do Trabalho – PROGEP, promove cursos para corpo técnico e docentes da universidade.
Atua em parceria com o Grupo de Estudo e Extensão em Atividade Motora Adaptada
(GEEAMA) e o Núcleo de Estudos em Educação e Diversidade (NEEDI).
O AEE - Atendimento Educacional Especializado é um serviço da Educação
Especial que identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, que
eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando as suas
necessidades específicas. O AEE complementa e/ou suplementa a formação do aluno,
visando à autonomia e à independência na escola e fora dela. Atende, prioritariamente, os
estudantes de graduação, mas podem também ser atendidos estudantes da pós-graduação.
De maneira geral, a comunidade acadêmica é atendida, em nome da inclusão, que envolve
professores, corpo técnico e estudantes.

4.7.2 Inclusão
Desde 1999, a UFAL preocupa-se com inclusão, tendo aprovado em 2003 a
Resolução 33 – CONSUNI, posteriormente modificada pelo Decreto 7.824, de 11 de
outubro de 2012, que dispõe sobre a política de ingresso nas IFES. Ainda, a Resolução

56

54/2012 – CONSUNI institucionaliza a reserva de vagas/cotas no processo seletivo de
ingresso nos cursos de graduação da UFAL.
Para o Ano Letivo de 2019, serão reservadas 50% (cinquenta por cento) das
vagas do curso Letras Inglês ofertado pela UFAL para estudantes cotistas, em
conformidade com a Lei nº 12.711/2012, com o Decreto nº 7.824/2012 e com as Portarias
Normativas MEC nº 18, de 11 de outubro de 2012, e nº 21, de 05 de novembro de 2012.
Deste percentual indicado, 50% (cinquenta por cento) das vagas serão destinadas
aos/às candidatos/as oriundos/as de famílias com renda per capita igual ou inferior a 1,5
salário mínimo (um salário mínimo e meio) bruto e 50% (cinquenta por cento) serão
destinadas aos/às candidatos/as oriundos/as de famílias com renda per capita igual ou
superior a 1,5 salário mínimo (um salário mínimo e meio) bruto.
Serão reservadas vagas por curso e turno nos dois grupos que surgem depois de
aplicada a divisão socioeconômica acima. As vagas serão reservadas em igual proporção
ao quantitativo de estudantes Pretos/as, Pardos/as e Indígenas – PPI do Estado de Alagoas,
correspondente a 67,22% (sessenta e sete inteiros e vinte e dois centésimos por cento)
segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE de 2010.
Serão reservadas vagas por curso e turno nos quatro grupos que surgem depois
de aplicada a divisão mencionada acima. As vagas serão reservadas em igual proporção
ao quantitativo de estudantes com deficiência do Estado de Alagoas, correspondente a
27,55% (vinte e sete inteiros e cinquenta e cinco centésimos por cento), segundo o último
censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE de 2010.

Deste modo, o curso Letras Inglês ofertará, em 2019, o seguinte quantitativo de
vagas distribuídas por grupos:
LETRAS INGLÊS – VESPERTINO

QUADRO DE VAGAS ANUAIS PARA O VESPERTINO (20 vagas no primeiro semestre)
AMPLA

D1

D1 PcD

D2

D2 PcD

D3

D3 PcD

D4

10

1

0

3

1

1

0

3

D4 PcD TOTAL
1

20

LETRAS INGLÊS – NOTURNO

QUADRO DE VAGAS ANUAIS PARA O NOTURNO (20 vagas no primeiro semestre)
57

AMPLA

D1

D1 PcD

D2

D2 PcD

D3

D3 PcD

D4

10

1

0

3

1

1

0

3

D4 PcD TOTAL
1

20

Legenda das demandas:
AMPLA – Ampla concorrência – Candidatos portadores de certificado de conclusão do
Ensino Médio ou equivalente.
D1 – NÃO PPI, renda inferior ou igual a 1,5 – Candidatos/as com renda familiar bruta
per capita igual ou inferior a 1,5 salário mínimo que tenham cursado integralmente o
ensino médio em escolas públicas.
D1-PcD – NÃO PPI, renda inferior ou igual a 1,5 – Pessoas com deficiência e renda
familiar bruta per capita igual ou inferior a 1,5 salário mínimo que tenham cursado
integralmente o ensino médio em escolas públicas.
D2 – PPI, renda inferior ou igual a 1,5 – Candidatos/as autodeclarados pretos/as,
pardos/as ou indígenas, com renda familiar bruta per capita igual ou inferior a 1,5 salário
mínimo e que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas.
D2-PcD – PPI, renda inferior ou igual a 1,5 – Pessoas com deficiência autodeclaradas
pretas, pardas ou indígenas, com renda familiar bruta per capita igual ou inferior a 1,5
salário mínimo e que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas.
D3 – NÃO PPI, independentemente de renda – Candidatos/as que, independentemente da
renda, tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas.
D3-PcD – NÃO PPI, independentemente de renda – Pessoas com deficiência que,
independentemente da renda, tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas
públicas.
D4 – PPI, independentemente de renda – Candidatos/as autodeclarados/as pretos/as,
pardos/as ou indígenas que, independentemente da renda, tenham cursado integralmente
o ensino médio em escolas públicas.
D4-PcD – PPI, independentemente de renda – Pessoas com deficiência e autodeclaradas
pretas, pardas ou indígenas que, independentemente da renda, tenham cursado
integralmente o ensino médio em escolas públicas.

58

5. OBJETIVO DO CURSO
O objetivo do Curso de Letras Inglês é formar profissionais interculturalmente
competentes, capazes de lidar, de forma crítica e reflexiva, com as linguagens,
especialmente a verbal, nos contextos multimodais. Estes/as futuros/as profissionais
deverão ser conscientes de sua inserção na sociedade e das relações com o outro. Devem
ter também o domínio do uso da língua inglesa e objeto de seus estudos, em termos de
sua estrutura, funcionamento e manifestações multiculturais e estéticas, além de ter
consciência das variedades linguísticas e culturais. Devem ser capazes de lidar com temas
e questões relativos a conhecimentos linguísticos e literários em diferentes contextos.
Devem ser capazes de fazer uso das tecnologias atuais e de compreender sua formação
profissional como processo contínuo e permanente.

6. PERFIL DO EGRESSO E CAMPO DE ATUAÇÃO
O perfil do/da profissional de Letras Inglês deve contemplar a articulação dos
conhecimentos construídos pela interface entre pesquisa, ensino e extensão, otimizando
as particularidades e as relações entre cada uma dessas atividades como integrantes de
59

um conhecimento mais abrangente. Assim, almeja-se um/a professor/a que seja também
pesquisador/a e, evitando-se, na prática, um/a profissional apenas repetidor/a de
informações ou repassador/a de conteúdos previamente oferecidos nos manuais didáticos
disponíveis em larga escala no mercado. Procura-se evitar também uma pesquisador/a na
área de língua/linguagens que tenha uma visão restrita do universo onde vai atuar.

6.1 Perfil do egresso
O/A estudante egresso do Curso de Letras Inglês licenciatura estará apto para
exercer a docência na educação básica pautada nas concepções atuais de educação.
Portanto, considerando as habilidades e competências a serem desenvolvidas durante a
formação do professor de Língua Inglesa e suas literaturas, em conformidade com as
contingências sociais e acadêmico-científicas da área e com as Diretrizes Curriculares
Nacionais dos Cursos de Letras, espera-se que esse profissional tenha o seguinte perfil:
- Utilização integrada das quatro habilidades linguísticas orais e escritas
(compreensão e produção oral e escrita) em situações de comunicação diversas;
- Seleção e elaboração de materiais de ensino-aprendizagem da língua adicional,
levando em conta a importância dos aspectos culturais das sociedades de língua inglesa;
- Uso das metodologias de ensino-aprendizagem direcionadas para as línguas
adicionais/estrangeiras e, sobretudo, especificamente para o ensino de língua inglesa.
- Capacidade de pautar-se nos valores da educação multicultural que
possibilitem a comunicação e o respeito entre as diferentes culturas;
- Capacidade para atuar em escolas das redes pública ou privada conforme as
exigências pedagógicas pertinentes de forma ética e crítica.
- Capacidade de operar, sem preconceitos, com a pluralidade de expressão
linguística, literária e cultural;
- Atitudes investigativa e reflexiva indispensáveis ao processo contínuo de
construção do conhecimento na área;
- Postura ética, autonomia intelectual, responsabilidade social, espírito crítico e
consciência do seu papel de formador;
- Conhecimento dos diferentes usos da língua e sua gramática;
- Conhecimento ativo e crítico de um repertório representativo de literatura, da
língua em estudo;

60

- Capacidade de analisar, descrever e explicar, diacrônica e sincronicamente, a
estrutura e o funcionamento da língua em estudo;
- Capacidade de analisar discursos de pontos de vista teóricos fundamentados
em teorias presentes em sua formação;
- Capacidade de analisar criticamente as diferentes teorias que fundamentam a
investigação sobre língua e literatura;
- Capacidade de formar leitores e produtores proficientes de textos de diferentes
gêneros e para diferentes propósitos;
- Capacidade de atuar em equipe interdisciplinar e multiprofissional;
- Posicionamento crítico acerca das tecnologias atuais e conceitos científicos;
- Conhecimento dos métodos e técnicas pedagógicas que possibilitem o trabalho,
a negociação, o diálogo entre os conteúdos para os diferentes níveis de ensino
(transposição didática);
- Conhecimento e prática de processos de investigação, com resultados que
tragam contribuições para a área.

6.2 Campo de atuação
Tendo por base uma formação que articula ensino, pesquisa e extensão,
relativamente aos conhecimentos linguísticos e literários da língua inglesa e em
consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Letras, os
espaços de atuação do/da licenciado/a em Letras Inglês estão mais diretamente voltados
para a atuação como professor/a na educação básica, nos domínios público e privado. Há,
ainda, a possibilidade de atuação deste/a profissional na revisão de textos,
desenvolvimento e análise de material didático e de técnicas pedagógicas para o ensino
da língua inglesa e respectivas literaturas, elaboração de proposta curricular no seu campo
de atuação, assessoria cultural, crítica linguística e literária, dentre outros que envolvam
a língua/linguagem/discurso, em termos de sua estrutura, funcionamento, manifestações
culturais e sócio-históricas.

61

7. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
7.1 Estrutura curricular
7.1.1 Núcleo de estudos de formação geral
O núcleo básico tem como objetivo a formação geral do/da estudante na área dos
estudos da Linguagem e da docência. Essa formação geral deve ser adquirida por meio
de disciplinas de Leitura e Produção de Textos, Teoria Linguística 1 e 2, Teoria da
Literatura, Estudos do Discurso, Profissão Docente, Política e Organização da Educação
básica no Brasil, Desenvolvimento e Aprendizagem, Gestão do Trabalho Escolar, e
Libras.
A disciplina Leitura e Produção de Textos tem como objetivo desenvolver no/na
estudante a capacidade de escrita e leitura e/ou interpretação de diversos gêneros
discursivos, incluindo os gêneros acadêmicos.
As disciplinas de Teoria Linguística e Teoria da Literatura são encarregadas de
dar ao aluno a fundamentação teórica para o estudo das diferentes línguas e suas
respectivas literaturas. Enquanto que na Linguística se ensina, por exemplo, a visão
histórica da área, os principais conceitos e níveis de análise linguística. Na Teoria da
Literatura se discutem os conceitos, as funções, os gêneros literários.
A disciplina Estudos do discurso objetiva introduzir os princípios teóricos e
metodológicos para análise do discurso de textos escritos e orais.
O núcleo de estudos de formação geral deve ser integralizado em 846 horas
distribuídas em:
Disciplina
Teoria Linguística 1
Teoria Linguística 2
Teoria da Literatura
Leitura e Produção Textual 1
Estudos do Discurso
Profissão Docente
Política e Organização da Educação Básica no Brasil
Desenvolvimento e Aprendizagem
Didática
Gestão da educação do trabalho escolar
Fundamentos de Libras

Pesquisas Teóricas e aplicadas em Letras e Linguística
TOTAL

Carga horária
72
72
72
72
72
54
72
72
72
72
72
72
846

62

Além das disciplinas que atendem à formação geral, o curso de Letras Inglês
contempla dois núcleos de formação: a) núcleo de formação do conhecimento específico
sobre língua e literaturas em língua inglesa; b) núcleo de estudos integradores.

7.1.2 Núcleo de formação do conhecimento específico sobre língua e literaturas em
língua inglesa
O segundo núcleo de formação, articulado organicamente ao conhecimento
adquirido pelo/a estudante durante o núcleo de estudos de formação geral, tem como
objetivo descrever e explicar a estrutura, os usos e as variações da língua inglesa, bem
como apresentar as literaturas a partir do estudo das organizações discursivas e literárias
de obras representativas, tendo sempre em vista o ensino básico. Envolve uma parte
obrigatória mínima, com conteúdos considerados básicos sobre o funcionamento da
língua e de suas literaturas, e uma parte eletiva, com conteúdos direcionados aos
interesses específicos de estudantes e docentes.
As disciplinas de Língua Inglesa 1 e 2 visam, por um lado, nivelar estudantes
que ingressam à Universidade com algum conhecimento da língua inglesa e, por outro,
oferecer aos ingressantes uma formação básica que objetiva o desenvolvimento integrado
das habilidades de compreensão e produção oral e escrita em Língua Inglesa, da
perspectiva dos Letramentos.
As disciplinas de Língua Inglesa 3 a 7 enfatizam os aspectos linguísticodiscursivos da língua inglesa ao tratar sobre temas do cotidiano e que envolvem temas
transversais de forma crítica e reflexiva. Aprofundam os aspectos formais do inglês.
As disciplinas de literaturas em língua inglesa 1 a 4 buscam sensibilizar os/as
estudantes pelos textos literários e explorá-los de forma socialmente crítico-reflexiva,
aprofundando questões linguísticas, estéticas e políticas de suas composições, e tendo por
base a formação de críticos/as literários/as e de docentes em literatura.
As disciplinas que envolvem as disciplinas didático-pedagógicas da área de
língua inglesa valorizam os pressupostos da formação docente, como conteúdos
relacionados aos fundamentos da educação, aliados aos temas sócio-culturais da
contemporaneidade tais como direitos humanos, diversidades étnico-raciais, de gênero,
sexual, religiosa, de faixa geracional, entre outros.
As atividades de extensão complementam a formação acadêmica do aluno ao
promover a inserção do mesmo na realidade social, local e política brasileira por meio de
63

cursos, eventos e projetos. Assim, a extensão possibilita a cogeração de conhecimentos
para uma formação mais informada e com potencial transformador da sociedade.
Além das disciplinas objetivando uma formação mais informada sobre língua e
literaturas em língua inglesa, o Trabalho de Conclusão de Curso exige do aluno
demonstração de sua capacidade criativa, crítica e reflexiva e da habilidade na aplicação
dos aspectos práticos e pedagógicos do curso.
O núcleo de formação do conhecimento específico sobre língua e literaturas em
língua inglesa deve ser integralizado em 1.572 horas.
Disciplinas Obrigatórias
Língua Inglesa 1
Língua Inglesa 2
Língua Inglesa 3
Língua Inglesa 4
Língua Inglesa 5
Língua Inglesa 6
Língua Inglesa 7
Literaturas em Língua Inglesa 1
Literaturas em Língua Inglesa 2
Literaturas em Língua Inglesa 3
Literaturas em Língua Inglesa 4
Eletiva 1
Eletiva 2
Linguística Aplicada e ensino de línguas adicionais
Letramentos e Produção de materiais didáticos
Questões contemporâneas em LA e ensino de língua inglesa
ACE 1 – projeto
ACE 2 - produto
ACE 3 – projeto
ACE 4 – evento
Trabalho de Conclusão de curso
TOTAL

Carga horária
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
110
60
110
60
80
1572

7.1.3. Atividades Curriculares de Extensão
As Atividades Curriculares de Extensão contemplam os núcleos I e II, tanto de
formação geral quanto de formação específica. A carga horária total destas atividades é
resultado do translocamento de parte da carga horária de outras componentes curriculares
que tenham potencial extensionista. Deste modo, a carga horária total de extensão é de
340 horas, correspondentes a 10% da carga horária total do curso de Letras Inglês,
conforme quadro abaixo:

64

Atividades Curriculares de Extensão

Carga horária

ACE 1 (projeto 1)

110

ACE 2 (produto)

60

ACE 3 (projeto 2)

110

ACE 4 (evento)

60

TOTAL

340

7.1.4 Núcleo de estudos integradores
O núcleo de estudos integradores tem como objetivo definir mais
especificamente a atuação do/da professor/a de língua inglesa para o ensino básico. Esse
núcleo se articula ao outro, numa estreita relação entre teoria e prática, ou seja, em um
movimento contínuo entre saber e fazer na busca de significados na gestão e solução de
situações próprias do ambiente da educação escolar, em conformidade com o Parecer
CNE/CP 28/2001. Inclui aulas e atividades relacionadas à prática docente e ao estágio
curricular supervisionado de ensino. As aulas e atividades contemplam uma formação
docente ampla e uma estrita.
Em termos de formação mais ampla, o curso segue os princípios orientadores
das Licenciaturas na UFAL (Resolução Nº 32/2005-CEPE, de 14 de dezembro de 2005),
a qual está em consonância com o Plano Nacional de Educação (Lei nº 10.172/2001), a
Resolução CNE/CP nº 01/2002, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, Curso de Licenciatura,
de Graduação Plena, e de acordo com o atendimento aos padrões mínimos de qualidade
para a Graduação estabelecidos pela Lei nº 9.394/96 (LDBEN).
Desse modo, os/as estudantes de Letras Inglês, assim como todos/as os/as
estudantes dos cursos de licenciatura da UFAL, discutem questões relativas ao trabalho
docente e à atualização profissional, ao desenvolvimento e à avaliação da aprendizagem,
ao currículo, à pesquisa qualitativa (pesquisa educacional), à organização e gestão do
trabalho escolar, e à política e organização da educação básica.
Em termos de formação mais estrita, o curso oferece quatro disciplinas
denominadas de Habilidades integradas para ensino-aprendizagem de inglês, com carga
horária de 100 horas cada. O objetivo das disciplinas é propiciar um contato mais próximo
possível da realidade da escola básica para que os/as futuros profissionais possam
65

elaborar atividades de caráter prático e inter/transdisciplinares especificamente
relacionadas à integração do conhecimento teórico sobre a língua e suas literaturas e a
prática docente no ensino básico.
O núcleo de estudos integradores deve ser integralizado em horas, conforme
quadro abaixo:
Disciplinas ou atividades
Dentre as 8 atividades científico-culturais abaixo,
o aluno deverá cumprir 4 delas, cada uma com 50 horas:
Ensino em língua inglesa e literaturas de língua inglesa I, II
Pesquisa em língua inglesa e literaturas de língua inglesa I, II
Extensão em língua inglesa e literaturas de língua inglesa I, II
Atividades Culturais I
Atividades Culturais II
Habilidades integradoras I (Prática como Componente
Curricular I)
Habilidades integradoras II (Prática como Componente
Curricular II)
Habilidades integradoras III (Prática como Componente
Curricular III)
Habilidades integradoras IV (Prática como Componente
Curricular IV)
Estágio Supervisionado de Língua Inglesa I
Estágio Supervisionado de Língua Inglesa II
Estágio Supervisionado de Língua Inglesa III
Estágio Supervisionado de Língua Inglesa IV
TOTAL

Carga horária

200

100
100
100
100
80
120
80
120
1000

A integralização do curso compreende um total de 3.418 horas. Essa forma de
estruturação do curso permite aos/às estudantes a participação na sua própria formação,
conforme sugere o Parecer CNE/CES 492/2001: “Os princípios que norteiam esta
proposta de Diretrizes Curriculares são a flexibilidade na organização do curso de Letras
e a consciência da diversidade/heterogeneidade do conhecimento do aluno, tanto no que
se refere à sua formação anterior, quanto aos interesses e expectativas em relação ao curso
e ao futuro exercício da profissão” (p. 29).
Nesse sentido, o curso de Letras Inglês da FALE permite ao aluno flexibilidade
no que diz respeito à escolha de conteúdos, ou seja, as disciplinas do núcleo de formação
obrigatória de cursos de Letras Francês, Letras Português, Letras Espanhol da FALE
poderão ser computadas como disciplinas eletivas para este curso Letras Inglês.
7.1.5 Resumo da estrutura curricular

66

Componentes curriculares
Núcleo de formação geral
Núcleo de formação do conhecimento
específico sobre língua e literaturas em língua inglesa
(disciplinas, ACEs e TCC)
Núcleo de Estudos Integradores:
PCC com 400 horas;
Estágio Supervisionado com 400 horas;
Atividades Acadêmico-científico-culturais
com 200 horas
TOTAL

Horas
846
1572

1.000

3.418 horas

Na matriz curricular, aparecem a Relação Teoria-Prática, a Interdisciplinaridade
e a Transversalidade. Nas disciplinas Ensino-aprendizagem de língua inglesa,
Letramentos e perspectivas críticas, Elaboração de materiais didáticos, Questões
contemporâneas em Linguística Aplicada e Ensino de língua inglesa, Habilidades
integradas para o ensino-aprendizagem da língua inglesa e Estágio Supervisionado, por
exemplo, há uma constante articulação entre teoria e prática, e um diálogo
interdisciplinar.
Temas transversais diversos aparecem nas disciplinas pedagógicas e nas de
língua inglesa, como forma de fomentar debates e praticar as habilidades de compreensão
e produção oral e escrita em língua inglesa – ética, cidadania, meio-ambiente,
globalização, mídias etc.
Todos os temas recomendados na Resolução 06/2018 são contemplados em
várias disciplinas do curso. As questões de identidade, direitos humanos, ideologia,
gênero, sexualidade, e deficiência são, por exemplo, tratadas na disciplina Estudos do
Discurso e na disciplina Questões contemporâneas em Linguística Aplicada e ensino de
língua inglesa e Ensino-aprendizagem de língua inglesa. Essas questões e outras poderão
ser contempladas nas seguintes disciplinas: Linguística Aplicada e ensino de línguas
estrangeiras, Elaboração de material didático, Letramentos e perspectivas críticas, entre
outras.
Além disso, conforme preconizado pela Resolução 06/2018/CONSUNI da
UFAL, em seu artigo 3º, alíneas A, B e C, a estrutura curricular prioriza 684 horas de
disciplinas que constituem as dimensões pedagógicas do curso (⅕ da carga horária total
do curso), conforme quadro a seguir:

67

ALÍNEA A - RCO 06/2018 CONSUNI, ARTIGO 3º

Carga horária

Profissão Docente

54

Política e Organização da educação básica no Brasil

72

Desenvolvimento e Aprendizagem

72

Didática

72

Gestão da educação e do trabalho escolar

72

ALÍNEA B - RCO 06/2018 CONSUNI, ARTIGO 3º

Carga horária

Pesquisas Teóricas e aplicadas em Letras e Linguística

72

Questões contemporâneas em LA e ensino de língua inglesa

72

Linguística Aplicada ao ensino de línguas adicionais

72

Letramentos e Produção de material didático

72

ALÍNEA C - RCO 06/2018 CONSUNI, ARTIGO 3º

Carga horária

Fundamentos de Libras

54

TOTAL

684

7.1.6 A prática como componente curricular
A Resolução CNE/CP 2/2015 determina que os cursos de licenciatura devem
dedicar “400 horas de prática como componente curricular, vivenciadas ao longo do
curso”. Conforme essa resolução, “as atividades caracterizadas como Prática como
Componente Curricular podem ser desenvolvidas como núcleo ou como parte de
disciplinas ou de outras atividades formativas”. A prática como componente curricular
envolve atividades de pesquisa e extensão, voltadas para o ensino de Inglês no ensino
básico. As atividades devem estimular a criticidade e uma consciência reflexiva, visando
à autonomia intelectual e profissional do/da futuro/a professor/a, com o objetivo de
oportunizar a articulação entre teoria e prática desde o início do curso. As PCC se
estabelecem como espaços oportunizados por meio de experiências vivenciadas sobre a
prática docente do/a professor/a em sala de aula, e seus desafios profissionais da docência
para promover problematizações e reflexões sobre o que envolve o ser e o fazer docente
na educação básica (IFA, 2018).

68

No Curso, as PCC são desenvolvidas como núcleo e não como parte integrante
das disciplinas. As 400 horas de PCC foram divididas em 4 disciplinas ao longo do curso
de Letras Inglês, sendo uma por semestre, iniciando no primeiro e finalizando no
penúltimo período do curso. As PCC são denominadas de Habilidades Integradas para
Ensino-Aprendizagem de Inglês 1 a 4.
Nessas disciplinas, as atividades são pensadas a fim de articular as correlações
entre teoria e prática, e a produção de conhecimento no campo das práticas pedagógicas
de língua inglesa relacionadas aos direitos humanos, justiça social e equidade com foco
no ensino básico bem como a produção de conhecimento no campo didático-pedagógico
de língua inglesa (tais como estudos/investigações sobre práticas, sobre material didático
utilizado no ensino básico, entre outras). Todas as 4 disciplinas objetivam a integração
entre saber, saber fazer, saber compreender/refletir sobre o que faz na busca de
significados na gestão e resolução de situações próprias do ambiente da educação escolar
e proporcionando uma articulação entre as diferentes práticas em uma perspectiva
interdisciplinar. Valorizam não só a pesquisa individual, como também a coletiva,
proporcionando, ao futuro professor, oportunidades de reflexão sobre a tomada de
decisões mais adequadas à sua prática docente.
A articulação entre teoria e prática é compreendida como um princípio de
aprendizagem que se afasta da lógica positivista de produção do conhecimento, e
possibilita o envolvimento dos/das estudantes em problemas reais, tomando contato com
seus diferentes aspectos e influenciando soluções. Dessa forma, possibilita ao/à estudante
sair da condição única de receptor/a de informações para tornar-se agente da construção
desse conhecimento, cuja prática implica em ação crítico-reflexiva, atuação consciente e
delimitação de planos de ação visando a determinados resultados. Assim, a prática
constitui uma das dimensões fundamentais para a prática docente porque permite a
(re)construção de conhecimentos.
Essas disciplinas possibilitam a inserção gradual, consciente, sensível e
informada do estudante no mundo laboral e na prática social, estimulando a reflexão
crítica, a criatividade para a construção do conhecimento sobre a realidade social e para
a sensibilização ao atendimento das demandas sociais.
A prática específica de quem trabalha com a língua/linguagem exige saberes
estreitamente ligados à área de estudo. A área dispõe de pesquisas concluídas ou em
desenvolvimento sobre ensino e aprendizagem que articulam diferentes contribuições da
Linguística Aplicada e da Educação. Para citar exemplos, no âmbito da profissão docente,
69

por exemplo, há pesquisas com temas como: o professor e sua relação com as propostas
teóricas da Linguística e da Literatura veiculadas nos materiais didáticos; o professor e
sua relação com as propostas curriculares para o ensino de língua e de literatura; o
professor e sua relação com o livro didático de língua adicional; o professor de
língua/literatura como pesquisador.
De acordo com a Resolução CNE/CP nº 1, de 18 de fevereiro de 2002, a prática
como componente curricular desenvolvida no curso é contemplada ainda no núcleo de
formação para a docência, que tem como objetivo definir mais especificamente a atuação
do professor. Esse núcleo se articula aos outros dois (Núcleo básico de formação
específica do curso de Letras e Núcleo de formação sobre a língua e suas literaturas),
numa correlação entre teoria e prática. Em conformidade com o Parecer CNE/CP
28/2001, o núcleo de formação para a docência inclui aulas e atividades relacionadas à
prática docentes e o estágio curricular supervisionado de ensino.
O objetivo das Habilidades Integradas para ensino-aprendizagem do inglês,
assim como de Estágio Supervisionado, é transcender a sala de aula. A inter-relação
preconizada permitirá tanto a aplicação e/ou transformação do componente teórico em
prática, como a construção do conhecimento, alicerçada na reflexão sobre a realidade,
principalmente educacional da escola básica.
A carga horária para o turno vespertino está distribuída no quadro de
ordenamento curricular, conforme segue:

período:
horas
1º

2º

3º

disciplina
Língua Inglesa 1
Leitura e produção de textos
Teoria Linguística 1
Profissão Docente
Teoria da literatura
Língua inglesa 2
PCC Habilidades Integradas para ensino-aprendizagem de inglês 1
Teoria Linguística 2
Política e Organização da educação básica no Brasil
ACE 1
Língua inglesa 3
Literaturas em língua inglesa 1
Desenvolvimento e Aprendizagem
Didática
ACE1

Horas

Horas
PCC

ACE

72
72
72
54
72
72
100
72
72
55
72
72
72
72
55
70

4º

5º

6º

7º

8º

9º

Língua inglesa 4
Literaturas em língua inglesa 2
PCC Habilidades Integradas para ensino-aprendizagem de inglês 2
Linguística Aplicada e ensino de língua adicional
Gestão da educação e do trabalho escolar
Questões contemporâneas em LA e ensino de língua inglesa
Língua inglesa 5
Literaturas em língua inglesa 3
Estágio Supervisionado em língua inglesa 1 EF
Fundamentos de Libras
Língua inglesa 6
PCC Habilidades Integradas para ensino-aprendizagem de inglês 3
Estágio Supervisionado em língua inglesa 2 EM
Pesquisas Teóricas e aplicadas em Letras e Linguística
ACE 2
Língua inglesa 7
Estágio Supervisionado em língua inglesa 3 EF
Estudos do Discurso
ACE 3
Literaturas em língua inglesa 4
Estágio Supervisionado em língua inglesa 4 EM
PCC Habilidades Integradas para ensino-aprendizagem de inglês 4
Letramentos e Produção de material didático
ACE 3
Eletiva 1
Eletiva 2
ACE 4
TCC
PCC – TOTAL DE HORAS
ACE – TOTAL DE HORAS
TCC
Horas flexíveis
Eletivas
Estágio Supervisionado

72
72
100
72
72
72
72
72
80
72
72
100
80
72
60
72
120
72
55
72
120
100
72
55
72
72
60
80
400
340
80
200
144
400

A seguir, a carga horária total distribuída pelos nove períodos com atividades
realizadas em sala de aula e outras atividades a cumprir nas escolas básicas e em outros
espaços científico-culturais.

Período

Carga horária Carga horária
de disciplinas de Atividades
dos núcleos 1 e curriculares
2
de extensão

Carga
horária de
Prática
como

Carga horária de
Carga horária
Atividades
de Estágio
TCC
Acadêmico-científicoSupervisionado
culturais
71

componente
curricular
1º

342

-

-

-

-

2º

216

55

100

-

-

3º

288

55

-

-

-

4º

288

-

100

-

-

5º

288

-

-

80

-

6º

144

60

100

80

-

7º

216

55

-

120

-

8º

144

55

100

120

-

9º

72

60

-

-

80

400

400

80

200

TOTAL

2338

A carga horária para o noturno está distribuída no quadro de ordenamento
curricular, conforme segue:
período:
horas
1º

2º

3º

4º

disciplina
Língua Inglesa 1
Leitura e produção de textos
Teoria Linguística 1
Profissão Docente
Teoria da literatura
Língua inglesa 2
PCC Habilidades Integradas para ensino-aprendizagem de inglês 1
Teoria Linguística 2
Política e Organização da educação básica no Brasil
ACE 1
Língua inglesa 3
Literaturas em língua inglesa 1
Desenvolvimento e Aprendizagem
Didática
ACE1
Língua inglesa 4
Literaturas em língua inglesa 2

Horas

Horas
PCC

ACE

72
72
72
54
72
72
100
72
72
55
72
72
72
72
55
72
72
72

5º

6º

7º

8º

9º

PCC Habilidades Integradas para ensino-aprendizagem de inglês 2
Linguística Aplicada e ensino de língua adicional
Gestão da educação e do trabalho escolar
Questões contemporâneas em LA e ensino de língua inglesa
Língua inglesa 5
Literaturas em língua inglesa 3
Estágio Supervisionado em língua inglesa 1 EF
Fundamentos de Libras
Língua 6
PCC Habilidades Integradas para ensino-aprendizagem de inglês 3
Estágio Supervisionado em língua inglesa 2 EM
Pesquisas Teóricas e aplicadas em Letras e Linguística
ACE 2
Língua inglesa 7
Estágio Supervisionado em língua inglesa 3 EF
Estudos do Discurso
ACE 3
Literaturas em língua inglesa 4
Estágio Supervisionado em língua inglesa 4 EM
PCC Habilidades Integradas para ensino-aprendizagem de inglês 4
Letramentos e Produção de material didático
ACE 3
Eletiva 1
Eletiva 2
ACE 4
TCC
PCC – TOTAL DE HORAS
ACE – TOTAL DE HORAS
TCC
Horas flexíveis
Eletivas
Estágio Supervisionado

100
72
72
72
72
72
80
72
72
100
80
72
60
72
120
72
55
72
120
100
72
55
72
72
60
80
400
340
80
200
144
400

A seguir, a carga horária total distribuída pelos nove períodos com atividades
realizadas em sala de aula e outras atividades a cumprir nas escolas básicas e em outros
espaços científico-culturais.

Período

1º

Carga
Carga horária Carga horária horária de
Carga horária de
Carga horária
de disciplinas de Atividades
Prática
Atividades
de Estágio
TCC
dos núcleos 1 e curriculares
como
Acadêmico-científicoSupervisionado
2
de extensão componente
culturais
curricular
342

-

-

-

-

200
73

2º

216

55

100

-

-

3º

288

55

-

-

-

4º

288

-

100

-

-

5º

288

-

-

80

-

6º

144

60

100

80

-

7º

216

55

-

120

-

8º

144

55

100

120

-

9º

72

60

-

-

80

400

400

80

TOTAL

2338

8. CORPO DOCENTE DO CURSO LETRAS INGLÊS

CORPO DOCENTE

DOCENTE

Adriana
Lopes
Lisboa
Tibana
Ana Lúcia
Guerra
Milito
Ana Cecília
Acioli
Benyelton
Miguel dos
Santos
Daniel
Adelino
Costa

TEMPO DE
DOCÊNCIA
NA EDUCAÇÃO
BÁSICA

TEMPO DE
DOCÊNCIA
EM OUTROS
CONTEXTOS
(em anos)

TEMPO DE
DOCÊNCIA
NO ENSINO
SUPERIOR
(em anos)

TEMPO DE
VÍNCULO
ININTERRUPTO
COM A FALE
(em anos)

TEMPO TOTAL
DE DOCÊNCIA
(em anos)

-

15

10

9

25

15

4

37

34

49

-

5

25

24

30

2

4

-

-

4

-

13

18

7

31

74

Oliveira da
Cruz
Ildney
Cavalcanti
Irene Maria
Dietschi
Marcus
Vinícius
Matias
Paulo
Leôncio da
Silva
Pedro
Gustavo
Rieger
Raquel
D’Elboux
Couto
Nunes
Roseanne
Rocha
Tavares
Sérgio Ifa
Simone
Makiyama

-

5

27

27

32

3

1

35

35

39

-

11

10

10

21

35

35

35

-

-

2

1

1

3

-

10

7

6

17

01

04

28

27

33

1

7
16

21
10

10
8

28
25

75

ATUAÇÃO DO CORPO DOCENTE

DOCENTE
Adriana Lopes Lisboa Tibana
TITULAÇÃO
Doutora
CARGO, CARGA HORÁRIA, CLASSE, NÍVEL DE CAPACITAÇÃO E
REGIME DE TRABALHO
Professora Adjunta - 40 horas (Dedicação Exclusiva)
TEMAS E LINHAS DE PESQUISA
Linguística Aplicada, Fonologia e Letramento crítico
PROJETOS DE PESQUISA E PRODUÇÃO CIENTÍFICA VIGENTES
Letramento Fonológico e Ensino de Língua Inglesa
OUTRAS ATIVIDADES (GESTÃO, EXTENSÃO OU GRUPO DE
PESQUISA)
Membro do Grupo de Pesquisa Fonufal. Membro do Grupo de Pesquisa
LET - Letramentos, Educação e Transculturalidade (FALE-UFAL). Membro do
colegiado do curso de Letras Inglês (UFAL). Orientandos/as de TCC - 9 (EAD e
presencial). Orientandos/as de Projeto Integradores - 5. Orientandas Paesp - 2.

DOCENTE
Ana Lúcia Guerra Milito
TITULAÇÃO
Doutora
CARGO, CARGA HORÁRIA, CLASSE, NÍVEL DE CAPACITAÇÃO E
REGIME DE TRABALHO
Professora Adjunta - 40 horas (Dedicação Exclusiva)
TEMAS E LINHAS DE PESQUISA
Linguística Aplicada, Análise do Discurso
DOCENTE
Ana Cecília Acioli Lima
TITULAÇÃO
Doutora
CARGO, CARGA HORÁRIA, CLASSE, NÍVEL DE CAPACITAÇÃO E
REGIME DE TRABALHO
Professora Adjunta - 40 horas (Dedicação Exclusiva)
TEMAS E LINHAS DE PESQUISA
Teorias Críticas Feministas, Estudos de Gênero, Teorias Queer,
Literaturas escritas por mulheres
PROJETOS DE PESQUISA E PRODUÇÃO CIENTÍFICA VIGENTES

76

O Pós-Humanismo Queer em Narrativas Contemporâneas;
Entrelaçamentos entre o Queer e o Gótico na Ficção Escrita por Mulheres em
Inglês.
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NA PÓS-GRADUAÇÃO
2012-2014 (Colaboradora), 3 disciplinas ministradas
OUTRAS ATIVIDADES (GESTÃO, EXTENSÃO OU GRUPO DE
PESQUISA)
Grupo de Pesquisa Queer Perspectives and Decolonial Studies
(UFSC/CNPq); Colegiado do Curso de Letras Inglês.

DOCENTE SUBSTITUTO
Benyelton Miguel dos Santos
TITULAÇÃO
Mestre
CARGO, CARGA HORÁRIA, CLASSE, NÍVEL DE CAPACITAÇÃO E
REGIME DE TRABALHO
Professor Assistente - 40 horas
TEMAS E LINHAS DE PESQUISA
Linguística Aplicada
PROJETOS DE EXTENSÃO VIGENTES
Coordenador Pedagógico de Língua Inglesa do Programa Idiomas sem
Fronteiras (ISF/UFAL)
OUTRAS ATIVIDADES (GESTÃO, EXTENSÃO OU GRUPO DE
PESQUISA)
Membro do Grupo de Pesquisa LET - Letramentos, Educação e
Transculturalidade (FALE-UFAL); Projeto Nacional: Linguagem, Cultura,
Educação e Tecnologia (FFLCH-USP)
DOCENTE
Daniel Adelino Costa Oliveira da Cruz
TITULAÇÃO
Doutor
CARGO, CARGA HORÁRIA, CLASSE, NÍVEL DE CAPACITAÇÃO E
REGIME DE TRABALHO
Professor Adjunto - 40 horas (Dedicação Exclusiva)
TEMAS E LINHAS DE PESQUISA
Linguística Aplicada, Estudos Culturais, Análise de Discurso, Tradução
PROJETOS DE EXTENSÃO VIGENTES
Coordenação do Projeto de Extensão Casa de Cultura Britânica (Casas de
Cultura - FALE - Proex).
OUTRAS ATIVIDADES (GESTÃO, EXTENSÃO OU GRUPO DE
PESQUISA)

77

Grupo de Pesquisa Observu (FALE-UFAL); Projeto Nacional: Linguagem,
Cultura, Educação e Tecnologia (FFLCH-USP); Colegiado do Curso Letras-Inglês
presencial; Vice-Coordenação do Curso Letras Inglês EAD; Colegiado do Curso
Letras-Inglês EAD; NDE do Curso Letras-Inglês EAD; Colegiado do Curso LetrasFrancês; NDE do Curso Letras-Espanhol EAD, Orientador de 11 TCCs (Inglês
presencial e EaD); Comissão de Proficiência em Língua Estrangeira da FALEUFAL.
DOCENTE
Ildney de Fátima Souza Cavalcanti
TITULAÇÃO
Doutora, PD
CARGO, CARGA HORÁRIA, CLASSE E REGIME DE DEDICAÇÃO
Professora Associada - 40 horas (Dedicação Exclusiva)
TEMAS E LINHAS DE PESQUISA
Estudos críticos da utopia, estudos de gênero, narrativas de autoria
feminina, crítica feminista, literatura e ensino
PROJETOS DE PESQUISA E PRODUÇÃO CIENTÍFICA VIGENTES
1. Histórias de gênero e de ciência na ficção e na teoria: utopias,
distopias e ficção científica de autoria feminina;
2. Distopismos contemporâneos;
3. Buscas pela utopia na América Latina: literatura, cultura e o corpo
político
PROJETOS DE EXTENSÃO VIGENTES
Cinetopias (contínuo); Concurso Poesia & Utopia (duas edições até o
momento); Casa de Cultura Britânica (há anos, contínuo, vice-coordenação);
Campus Utopicus (da equipe, a partir de maio 2018); MINUTO 1 (evento,
presidente da Comissão Organizadora, maio 2018)
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NA PÓS-GRADUAÇÃO
18 anos; orientadora de mestrado e doutorado; Mestrado: concluído: 15 /
em andamento: 3; Doutorado: concluído: 5 / em andamento: 4
OUTRAS ATIVIDADES (GESTÃO, EXTENSÃO OU GRUPO DE
PESQUISA)
Colegiado da Graduação (suplente); comissão de avaliação de progressão
de professor@s associad@s; coordenação do grupo de pesquisa Literatura e
Utopia; corpo editorial de duas revistas (Ao Pé da Letra e Terra Roxa) e duas séries
acadêmicas (Série Acadêmica UFS e Modus Utopicus UFAL); orientadora PIBIC
com 2 bolsistas; orientadora de TCC com 11 orientand@s; orientadora de
mestrado e doutorado com 7 orientand@s.
DOCENTE
Marcus Vinícius Matias
TITULAÇÃO
Doutor
CARGO, CARGA HORÁRIA, CLASSE E REGIME DE DEDICAÇÃO
Professor Adjunto - 40 horas (Dedicação Exclusiva)
78

TEMAS E LINHAS DE PESQUISA
1) Narrativas detetivescas;
2) Representação da violência;
3) Neorealismo Fantástico;
4) Utopismos;
5) Narrativas gráficas;
6) Literatura e ensino.
PROJETOS DE PESQUISA E PRODUÇÃO CIENTÍFICA VIGENTES
1) Narrativas detetivescas contemporâneas;
2) Neorealismo Fantástico em Miranda July
PROJETOS DE EXTENSÃO VIGENTES
1) Mora na filosofia;
2) Projeto Cinetopias;
3) Campus Utopicus.
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NA PÓS-GRADUAÇÃO
3 anos (1 orientando de mestrado - concluído - e 2 orientandos de mestrado
- em fase inicial.
OUTRAS ATIVIDADES (GESTÃO, EXTENSÃO OU GRUPO DE
PESQUISA)
1) Grupo de pesquisa “Literatura e Utopia”;
2) grupo de pesquisa “Quadro a quadro”;
3) Coordenador de Estágios supervisionados.

DOCENTE
Paulo Leôncio da Silva
TITULAÇÃO
Doutor
CARGO, CARGA HORÁRIA, CLASSE E REGIME DE DEDICAÇÃO
Professor Adjunto, 40h (Dedicação Exclusiva)
TEMAS E LINHAS DE PESQUISA
Linguística Aplicada, Fonologia, Análise do Discurso e Textolinguística
OUTRAS ATIVIDADES (GESTÃO, EXTENSÃO OU GRUPO DE
PESQUISA)
Segundo Doutorado: Psicologia Clínica; Membro do Colegiado do Curso
de Graduação em Inglês; Vice-Coordenador do Setor de Apoio; Tradutor da
FALE/UFAL.Membro do grupo de estudos Linguística Aplicada: "Ensino e
Aprendizagem" (CNPQ/PPGLL/UFAL)

DOCENTE
Pedro Gustavo Rieger
TITULAÇÃO
Doutor
CARGO, CARGA HORÁRIA, CLASSE E REGIME DE DEDICAÇÃO
Professor Adjunto - 40 horas (Dedicação Exclusiva)
TEMAS E LINHAS DE PESQUISA
79

Análise Crítica do Discurso. Estudos de Gênero através da Linguagem.
Linguagem e Direito. Linguagem e Saúde. Ensino-aprendizagem de Língua Inglesa.
PROJETOS DE PESQUISA E PRODUÇÃO CIENTÍFICA VIGENTES

1) Direito, gênero e cidadania: uma análise crítica do discurso judicial sobre
direitos civis, sexuais e reprodutivos de mulheres e da população LGBTQI
(coordenadora: Dra. Débora de Carvalho Figueiredo, PPGI/UFSC).
OUTRAS ATIVIDADES (GESTÃO, EXTENSÃO OU GRUPO DE
PESQUISA)
Vice-coordenador da Licenciatura em Letras Inglês. Membro do colegiado
do curso de Letras Inglês (UFAL). Membro do Núcleo Docente Estruturante do
curso de Letras Inglês (UFAL). Coordenador de TCC do curso de Letras Inglês
(UFAL). Membro da Comissão de Avaliação de Estágio Probatório Docente da
Faculdade de Letras. Membro da Comissão Interna de Avaliação da Faculdade de
Letras. Membro suplente do Colegiado de Letras Inglês - EaD. Membro dos grupos
de pesquisa CNPQ Perspectivas Queer e Decoloniais em Debate (UFSC) e
Linguagem e Direito (UNICAP).
DOCENTE
Raquel D’Elboux Couto Nunes
TITULAÇÃO
Mestra
CARGO, CARGA HORÁRIA, CLASSE E REGIME DE DEDICAÇÃO
Professora Adjunta - 40 horas (Dedicação Exclusiva)
TEMAS E LINHAS DE PESQUISA
Literatura em língua inglesa. Literatura de autoria feminina. Literatura
Afrodescendente. Feminismo.Estudos de Gênero. Literatura e Sociedade. Língua
Inglesa.
PROJETOS DE PESQUISA E PRODUÇÃO CIENTÍFICA VIGENTES
Maya Angelou, Chimamanda Ngozi Adichie e Conceição Evaristo:
vitimização e agenciamento na literatura afrodescendente.
OUTRAS ATIVIDADES (GESTÃO, EXTENSÃO OU GRUPO DE
PESQUISA)
Vice Coordenadora do Grupo de Pesquisa MARE&SAL. Coordenadora do
Curso Letras Licenciatura a distância, habilitação: inglês. Membro do Colegiado
do curso Letras Inglês EAD. Membro do NDE do Curso Letras Inglês EAD.
Suplente do Colegiado do Curso Letras Inglês presencial. Membro do NDE do
Curso Letras Inglês presencial. Membro do Conselho da FALE. Tradutora oficial
da UFAL. Membro da Comissão de Elaboração de resolução e edital para exames
de proficiência

80

DOCENTE
Roseanne Rocha Tavares
TITULAÇÃO
Doutora
CARGO, CARGA HORÁRIA, CLASSE E REGIME DE DEDICAÇÃO
Professor Associada, 40h (Dedicação Exclusiva)
TEMAS E LINHAS DE PESQUISA
Linguística Aplicada, Pragmática, Sociolinguística

DOCENTE
Sérgio Ifa
TITULAÇÃO
Doutor
CARGO, CARGA HORÁRIA, CLASSE E REGIME DE DEDICAÇÃO
Professor Associado - 40 horas (Dedicação Exclusiva)
TEMAS E LINHAS DE PESQUISA
Linguística Aplicada. Formação de Professores. Ensino-aprendizagem de
línguas adicionais. Política linguística. Transculturalidade.
PROJETOS DE PESQUISA E PRODUÇÃO CIENTÍFICA VIGENTES
Formação de educadores de línguas adicionais
no Projeto Casas de Cultura no Campus:
Letramentos e Transculturalidade. De 2014 até junho 2018.
(Re)Construindo sentidos na formação continuada
de professores de línguas adicionais em Alagoas:
letramentos, agência e cidadania.
De 2014 até dezembro de 2018.
Formação de professores de línguas no Projeto
Casas de Cultura no Campus: epistemologias
e questões contemporâneas. A partir de junho 2018.
PROJETOS DE EXTENSÃO VIGENTES
Programa Inglês/Idiomas sem Fronteiras (desde 2013):
Coordenação geral
Projeto Casas de Cultura no Campus (FALE/UFAL), desde 2009
coordenação geral e coordenador de língua inglesa.
Formação de Professores de língua inglesa: agindo para transformar realidades
(desde 2018).
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NA PÓS-GRADUAÇÃO

81

8 anos no PPGLL (UFAL). Vínculo: permanente. Mestrado (13
orientações concluídas e 5 em andamento); Doutorado (1 orientação concluída e 4
em andamento).
OUTRAS ATIVIDADES (GESTÃO, EXTENSÃO OU GRUPO DE
PESQUISA)
Líder do Grupo de Pesquisa LET - Letramentos, Educação e
Transculturalidade (FALE-UFAL); pesquisador do Projeto Nacional: Linguagem,
Cultura, Educação e Tecnologia (FFLCH-USP); Coordenação do Curso Letras
Inglês; colegiado do Curso de Letras Inglês; Coordenação do Programa Idiomas
sem Fronteiras (ISF/UFAL); Coordenação da Linha Linguística Aplicada
(PPGLL/UFAL); orientação 4 PIBIC (ciclo 2018/2019); 4 TCCs (Inglês
presencial).

DOCENTE
Simone Makiyama
TITULAÇÃO
Doutora
CARGO, CARGA HORÁRIA, CLASSE E REGIME DE DEDICAÇÃO
Professora Adjunta - 40 horas (Dedicação Exclusiva)
TEMAS E LINHAS DE PESQUISA
Linguística Aplicada. Formação de Professores. Crenças de aprendizagem.
Análise do Discurso. Tecnologias Digitais
PROJETOS DE EXTENSÃO VIGENTES
O uso da voz na sala de aula (em parceria com o prof. Marcos
Grutzmacher).
Programa de Extensão “Casas de Cultura”
Programa de Extensão “FALE em linguagens"
OUTRAS ATIVIDADES (GESTÃO, EXTENSÃO OU GRUPO DE
PESQUISA)
Coordenação do Pibid Letras-Interdisciplinar. Colaboradora do Programa
Residência Pedagógica Letras-Multidisciplinar. Coordenação da Câmara de
extensão da Faculdade de Letras. Membro do colegiado do curso de Letras Inglês
Membro do NDE do curso Letras Inglês. Membro do colegiado do curso Letras
Inglês EaD. Membro do NDE do curso de Letras Inglês Ead. Membro do colegiado
do curso de Letras-francês. Membro do Conselho da Faculdade de Letras. Membro
dos grupos de pesquisa Observu (FALE/UFAL), Gedon (FALE/UFAL) e Projeto
Nacional: linguagem, Cultura e Tecnologia (USP).

82

9. CONTEÚDOS CURRICULARES

Considerando os diversos profissionais que o curso de Letras Inglês pode formar,
os conteúdos contemplam o desenvolvimento de competências e habilidades relacionadas
ao processo ensino-aprendizagem.
De forma integrada aos conteúdos caracterizadores básicos do curso de Letras,
devem estar os conteúdos caracterizadores de formação profissional em Letras. Estes
devem ser entendidos como toda e qualquer atividade acadêmica que constitua o processo
de aquisição de competências e habilidades necessárias ao exercício da profissão, e
incluem os estudos linguísticos e literários, práticas profissionalizantes, estudos
complementares, estágios, seminários, congressos, projetos de pesquisa, de extensão e de
docência, cursos sequenciais, de acordo com as diferentes propostas dos colegiados das
IES e cursadas pelos estudantes.
O processo articulatório entre habilidades e competências no curso de Letras
Inglês pressupõe o desenvolvimento de atividades críticas e reflexivas de caráter teóricoprático durante o período de integralização do curso.

9.1 Educação ambiental
O Decreto n. 4.281, de 25 de junho de 2002, regulamenta a Lei no 9.795, de 27
de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, entre outras
providências. A Resolução CNE/CP nº 02/2012 define formas de sua implementação nos
currículos dos cursos superiores.
Para atender à legislação, o curso de Letras Inglês inclui conteúdos curriculares,
relacionados a questões ambientais, em diversas disciplinas obrigatórias e eletivas.
Também ocorrem eventos institucionais realizados pela UFAL relacionadas à educação
ambiental.

9.2 Educação em Direitos Humanos
A Educação em Direitos Humanos na UFAL adequa-se à Resolução CNE/CP n.
01/2012.
O

curso

de

Letras

Inglês, seguindo

as

orientações

da

resolução

CONSUNI/UFAL 59/2014 estabelece que a temática dos direitos humanos deverá

83

atender à legislação específica. Nessa perspectiva, o art. 8º da Resolução CNE/CP
01/2012 determina:
Art. 8º A Educação em Direitos Humanos deverá orientar a formação inicial e
continuada de todos (as) os (as) profissionais da educação, sendo componente curricular
obrigatório nos cursos destinados a esses profissionais.
O curso de Licenciatura em Letras Inglês trata da temática de direitos humanos
não somente de forma transversal em suas várias disciplinas teóricas e teórico-práticas,
mas também em suas ações na área de formação de professores em situação de préserviço, na inserção destes na comunidade educacional por meio das aulas de estágio
supervisionado e das ações de extensão propostas.
Em sendo uma licenciatura da área de humanas com foco na formação de
professores de línguas estrangeiras, o curso busca tratar de temas como:
✓ Respeito à diversidade cultural de países falantes das outras línguas;
✓ Valorização da cultura local brasileira;
✓ Escuta atenta e respeito ao outro.

O curso de Letras Licenciatura em Letras Inglês preocupa-se também com a
reflexão e discussão dos elementos que compõem o conjunto de direitos e deveres
humanos e de cidadania (SOUSA SANTOS, 2003). A importância do tratamento dos
deveres, com a noção de direitos humanos, coloca a formação de professores no centro
da crítica ao problema da sociedade de direitos, consistente com a crítica aos valores
neoliberais de liberdade e autonomia.
O curso de licenciatura em Letras Inglês mostra com isso sua preocupação com
uma formação sólida e crítico-reflexiva em relação à posição que o/a docente ocupa no
contexto educacional brasileiro.

9.3 Língua Brasileira de Sinais
O componente curricular Fundamentos de Libras é obrigatório nas licenciaturas
e no curso de Pedagogia e de Letras (Art. 3º do Decreto 5.626 de 22 de dezembro de 2005,
Lei 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras,
e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000). Nos demais cursos de graduação
é opcional, devendo constar na lista dos componentes curriculares complementares.
84

O curso de Letras Inglês oferece a disciplina Fundamentos de Libras como
disciplina obrigatória na matriz curricular, prevista para o quinto período.

9.4 Temas transversais
Os temas transversais aparecem nas disciplinas pedagógicas e nas de língua
inglesa, como forma de fomentar debates e praticar as habilidades de compreensão e
produção oral e escrita em língua inglesa – ética, cidadania, meio-ambiente, globalização,
mídias etc.
Todos os temas recomendados na Resolução 06/2018 são contemplados em
várias disciplinas do curso.
As questões de identidade, ideologia, gênero, sexualidade, as étnico-raciais e as
relacionadas aos estudos da deficiência são, por exemplo, tratadas na disciplina Estudos
do Discurso e na disciplina Questões contemporâneas em Linguística Aplicada e ensino
de língua inglesa e Ensino-aprendizagem de língua inglesa. Essas questões e outras
poderão ser contempladas nas seguintes disciplinas: Linguística Aplicada e ensino de
línguas estrangeiras, Elaboração de material didático, Linguística Aplicada, Letramentos
e perspectivas críticas, entre outras.

10. ESTÁGIO SUPERVISIONADO
A Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, define o “estágio como o ato
educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à
preparação para o trabalho produtivo do estudante”. A Resolução 71/2006 do CONSUNI
trata sobre a questão do estágio na UFAL:
O estágio curricular é obrigatório quando exigido em decorrência das diretrizes
curriculares dos cursos e/ou previsto nos respectivos projetos pedagógicos, como
disciplina que integraliza a estrutura curricular. [...] O estágio curricular pressupõe
planejamento, acompanhamento, avaliação e validação pela Instituição de Ensino, em
comum acordo com a instituição concedente. [...] O estágio curricular tem como objetivo
o desenvolvimento de competências – conhecimentos teórico-conceituais, habilidades e
85

atitudes – em situações de aprendizagem, conduzidas no ambiente profissional, sob a
responsabilidade da Universidade e da Instituição Concedente.
O Parecer CNE/CP 28/2001, ao estabelecer a duração e a carga horária dos
cursos de Licenciatura define que “o estágio curricular supervisionado deverá ser um
componente obrigatório da organização curricular das licenciaturas, sendo uma atividade
intrinsecamente articulada com a prática e com as atividades de trabalho acadêmico”.
O mesmo parecer estabelece um tempo mínimo legal para o estágio de 400 horas.
Nos cursos de licenciaturas e de Pedagogia, acadêmicos que exercem atividade docente
regular na educação básica poderão ter redução da carga horária de estágio curricular
supervisionado até, no máximo, 200 horas, conforme Resolução CNE/CP nº 02/2002, Art.
1º, Parágrafo único. A INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 PROGRAD/Fórum dos
Colegiados – também trata a redução da carga horária de estágio curricular
supervisionado para os alunos dos cursos de Licenciatura da UFAL que exercem
atividade docente regular na Educação Básica.
O Estágio previsto no Curso de Letras Inglês está em consonância com a Lei n.
11.788 de 25/11/2008, bem como com a RESOLUÇÃO Nº 004/2012 - FALE, de 15 de
maio de 2012 que estabelece normas de realização, organização e estruturação do estágio,
além de atribuições dos envolvidos no processo e avaliação. Ademais, no documento
também constam a carta de apresentação, a carta de recebimento do relatório e a carta de
aceite.
O principal objetivo do estágio é que o aluno adquira experiência prática na sua
área de formação. A partir do quinto semestre, o aluno começará a realizar atividades de
estágio supervisionado, as quais se estendem até o último semestre. O curso de Letras
Inglês objetiva formar um profissional atuante, crítico, capaz de transitar pelas esferas do
saber, aliando conhecimento, valores socioculturais e necessidades individuais de seus
futuros alunos. Essa formação só pode ser atingida por meio de uma prática que viabilize
um real contato entre estágio e instituições educacionais. É no seu local de estágio que o
aluno poderá entender a significação da escola e o laço que esta possui com sua
comunidade, percebendo como deve ajustar o conteúdo curricular adquirido no Ensino
Superior à sala de aula.
Para o estabelecimento desse contato entre as ações do Estágio Supervisionado
e as Instituições Educacionais, o curso de Letras deve manter interação sistemática com
escolas de ensino fundamental e médio.

86

O Estágio Supervisionado no curso de Letras envolve quatro momentos: dois
dedicados ao ensino fundamental II e EJAI e dois dedicados ao ensino médio e EJAI.
No primeiro, dedicado ao ensino fundamental II, o foco está na reflexão sobre a
macro-realidade pedagógica e o micro-espaço da sala de aula em estabelecimentos de
ensino do Ensino Fundamental II, incluindo EJAI por meio da observação e interpretação
do cotidiano escolar.
No segundo momento, o foco está na reflexão sobre a macro-realidade
pedagógica e o micro-espaço da sala de aula em estabelecimentos de ensino do Ensino
Médio, incluindo EJAI por meio da observação e interpretação do cotidiano escolar bem
como na revisão de teorias de ensino e aprendizagem de literaturas em língua inglesas.
No terceiro momento, o aluno será convidado a fazer uma Análise dos desafios
da Educação e do ensino de língua inglesa em um contexto de contradições resultantes da
contemporaneidade econômica, política, social e cultural. Problematização dos
conhecimentos e práticas necessários à práxis da língua inglesa no Ensino Fundamental
II e EJAI.
No quarto momento, o aluno será convidado a fazer uma Análise dos desafios
da Educação e do ensino de língua inglesa em um contexto de contradições resultantes da
contemporaneidade econômica, política, social e cultural. Problematização dos
conhecimentos e práticas necessários à práxis da língua inglesa no Ensino Médio e EJAI.
A participação em processos pedagógicos pode envolver, além da observação e
da regência, uma participação mais efetiva, por exemplo, atendimento a grupos de alunos
que estejam em dificuldade ou atendimento na biblioteca, entre outras atividades.
A prática docente envolve observação, participação e docência com, ao menos,
uma aula supervisionada e avaliada por professor regente de turma do Ensino Médio da
escola escolhida para estágio, a partir de documento de avaliação.
Essas quatro etapas, diretamente relacionadas a cada semestre letivo da carga
horária do estágio, não precisam acontecer de forma isolada ou estanque. A reflexão sobre
a prática pode surgir tanto da observação de uma atividade registrada em vídeo quanto da
observação/regência direta na sala de aula. Desse modo, todas as atividades do estágio
devem estar diretamente articuladas com a prática e todas as atividades desenvolvidas ao
longo do estágio devem ser relatadas em um Relatório Final, do qual devem constar:
Apresentação: disciplina e discussão teórica de base, de acordo com o tema
selecionado e desenvolvido. Exemplo: Produção escrita – Dificuldades da aprendizagem
em LE - Avaliação em leitura etc.; local de realização do estágio; objetivos previamente
87

traçados; apresentação da elaboração da proposta, dificuldades encontradas no início do
estágio; continuidade do planejamento, etapas da atividade programada e adaptações
feitas.
Caracterização da escola - Dados Gerais:
Identificação da Escola – Campo de estágio (nome completo da escola;
localização; níveis e modalidades de ensino; turnos de funcionamento)
Instalações da Escola (Infraestrutura e recursos materiais: Biblioteca –
dimensões, acervo, capacidade, uso, tipo de atendimento; sala de informática e recursos
tecnológicos; distribuição dos espaços e serviços de apoio)
Organização do trabalho escolar (calendário escolar; horários de funcionamento;
Índices de evasão e repetência)
Prática Sócio-Político-Pedagógica - Identificação da existência de projetos e/ou
programas em desenvolvimento; Planejamento: como é feito, quem participa; Entrevista
com representantes da direção, coordenadores, professores e alunos.
Diário de Campo - Descrição e reflexão sobre o trabalho desenvolvido –
observação ou regência - registro dos conteúdos abordados, metodologias, estratégias
adotadas, avaliações empregadas, datas de realização e tipos de atividades observadas
e/ou desenvolvidas.
Na Interpretação de dados, cada aluno desenvolve a interpretação dos dados
coletados na Escola. Descrever e interpretar criticamente as atividades e ações realizadas
durante o estágio.
Considerações finais: reflexões sobre a importância do estágio para a formação,
dificuldades encontradas e sua superação, sugestões para a melhoria do ensino e da
aprendizagem no contexto em que estagiou.
Referências: Autores citados no relatório e nas notas.
Anexos e/ou apêndices: Material didático usado pelo professor; produção dos
alunos durante as aulas ou atividades do período de estágio, registro fotográfico, entre
outros materiais ou documentos.
O professor de estágio deverá acompanhar as atividades de estágio no curso de
Letras Inglês. O estágio deve, para assegurar a necessária qualidade, atender a alguns
pontos específicos, como:
- ter momentos presenciais para organização das atividades de estágio que não
sejam apenas os das avaliações finais;

88

- ter um grupo de organização que estruture, sistematize e operacionalize as
ações previstas para o estágio;
- disponibilizar materiais para que os alunos retomem os conteúdos trabalhados,
como textos, vídeos, entre outros;
- desenvolver uma avaliação processual;
O estágio poderá ser interrompido se houver trancamento de matrícula ou
mudança de curso, se o aluno deixar de frequentar o curso regularmente. O/A estudante
estagiará na área de Educação, totalizando 400 horas. O estágio poderá ser desenvolvido
na área específica da escola com a qual o aluno mantém vínculo empregatício.
O aproveitamento de até 50% das 400 horas de estágio curricular
supervisionado, conforme a resolução nº CNE/CP Nº 2, de 19 de fevereiro de 2002 (DOU
04/03/02), artigo 1º, inciso IV, Parágrafo único, dar-se-á para os alunos que exerçam
atividade docente regular na educação básica, quando tais atividades:
a) tenham sido efetuadas em escolas autorizadas;
b) apresentem declaração comprobatória de que estão ministrando aulas do
mesmo nível da disciplina de estágio.
c) não estejam ligadas a áreas diferentes das áreas de atuação do curso.
O aproveitamento das horas de estágio curricular supervisionado será aprovado
pelo Colegiado de Curso, ouvidos os professores envolvidos e o Coordenador de Curso.
As demais condições e prerrogativas para o estágio curricular obrigatório e nãoobrigatório seguem a resolução Nº 71/2006-CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de
2006, que disciplina os estágios curriculares dos cursos de graduação da UFAL.
10.1 Estágio curricular supervisionado – relação com a rede de escolas da Educação
Básica
O

estágio

curricular

supervisionado

previsto/implantado

regulamentado/institucionalizado promove, de maneira excelente, relação com a rede de
escolas da Educação Básica, considerando, em uma análise sistêmica e global, os
aspectos: acompanhamento pelo docente da IES (Orientador) nas atividades no campo da
prática, ao longo do ano letivo, com vivência da realidade escolar de forma integral,
incluindo participação em conselhos de classe/reunião de professores.

89

10.2 Estágio curricular supervisionado – relação entre licenciandos/as, docentes e
supervisores/as da rede de escolas da Educação Básica.
O

estágio

curricular

supervisionado

previsto/implantado

regulamentado/institucionalizado promove, em uma análise sistêmica e global, os
aspectos: parceria entre docentes da IES, licenciandos/as e docentes da Educação Básica,
incluindo o supervisor de estágio; acompanhamento/participação do licenciando em
atividades de planejamento, desenvolvimento e avaliação realizadas pelos docentes da
Educação Básica; participação de docentes da Educação Básica no processo de
orientação/formação dos licenciandos.
10.3 Estágio curricular supervisionado – relação teoria e prática
O estágio curricular supervisionado promove a relação teoria e prática,
considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: articulação entre o
currículo do curso e aspectos práticos da Educação Básica; embasamento teórico das
atividades planejadas/desenvolvidas no campo da prática; reflexão teórica acerca de
situações vivenciadas pelos licenciandos em contextos de educação formal e não formal;
produção acadêmica que articule a teoria estudada e a prática vivenciada.

90

11. INTEGRAÇÃO COM AS REDES PÚBLICAS DE ENSINO
O Curso de Letras Inglês promove a integração com as redes públicas de ensino
por meio das atividades de estágios, projetos de pesquisa ou de extensão, que contemplem
oportunidades para o engajamento com a comunidade. Esta integração se dá por meio do
desenvolvimento de Atividades Curriculares de Extensão, do Estágio Supervisionado,
bem como das Práticas como Componente Curricular.

91

12. ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS
A fim de atender as prerrogativas da Resolução nº 06/2018 CONSUNI UFAL,
aprovada pelo Conselho Universitário (CONSUNI) da Universidade Federal de Alagoas,
em consonância com as recomendações do Ministério da Educação (MEC) para a
composição curricular das licenciaturas, o curso de Letras – Inglês prevê uma carga
horária de 200 horas relacionadas a Atividades Acadêmico-Científico-Culturais. De
acordo com o MEC, as atividades acadêmico-científico culturais
tem a finalidade de enriquecer o processo de ensino-aprendizagem,
privilegiando a complementação da formação social e profissional. O
que caracteriza este conjunto de atividades é a flexibilidade de carga
horária semanal, com controle do tempo total de dedicação do
estudante durante o semestre ou ano letivo, de acordo com o Parecer
do CNE/CES nº 492/2001.14

A licenciatura em Letras Inglês da UFAL prevê a carga horária obrigatória de
200 horas de Atividades acadêmico-científico-culturais divididas em três eixos: ensino,
pesquisa e extensão. Esta carga horária está dividida entre as componentes Ensino em
língua inglesa e literaturas em língua inglesa I (50 horas), Ensino em língua inglesa e
literaturas em língua inglesa II (50 horas), Pesquisa em língua inglesa e literaturas de
língua inglesa I (50 horas), Pesquisa em língua inglesa e literaturas em língua inglesa II
(50 horas), Extensão em língua inglesa e literaturas de língua inglesa I (50 horas),
Extensão em língua inglesa e literaturas de língua inglesa II (50 horas), Atividades
Culturais I (50 horas), e Atividades Culturais II (50 horas). Cada componente computa
50 horas, devendo o/a licenciando/a validar, obrigatoriamente, ao menos quatro
componentes através da apresentação de comprovantes de participação em atividades que
englobam:

14

a)

Apresentação de trabalhos em eventos acadêmicos

b)

Atuação como bolsista em áreas diversas relativas ao curso de Letras

c)

Cursos de curta duração ministrados

d)

Docência em curso de extensão

e)

Docência no ensino básico

f)

Estágio extracurricular não obrigatório

g)

Monitoria

h)

Monitoria em atividades de extensão

http://portal.mec.gov.br/sesu-secretaria-de-educacao-superior/perguntas-frequentes

92

i)

Participação como ouvinte em eventos

j)

Participação como sujeito de pesquisa

k)

Participação em apresentações e/ou exposições culturais como peças de
teatro, dança, mostras de filmes, feiras de cultura, feiras de livros, grupos
de debates, museus e centros históricos, eventos esportivos, entre outras
atividades a critério da coordenação de curso

l)

Participação em cursos de curta duração relacionados à área de Letras

m)

Participação em cursos de língua adicional

n)

Participação em grupos de pesquisa

o)

Participação em programas de intercâmbio

p)

Participação em projetos de iniciação à docência

q)

Participação em projetos de iniciação à pesquisa

r)

Participação na organização de eventos

s)

Publicação de artigos em periódicos reconhecidos pela CAPES

t)

Publicação de resumos em anais de congressos

u)

Representação estudantil

v)

Tutoria em EaD

w)

Outras atividades, a critério da coordenação de curso, mediante consulta
prévia

Para creditar a carga horária relativa às Atividades Acadêmico-científicoculturais em seu currículo, o/a licenciando/a deverá produzir, até o final da penúltima fase
de seu curso, um memorial descritivo das atividades que deseja validar. Este memorial
deverá ser entregue à coordenação do curso com a antecedência mínima de 30 dias em
relação ao último dia letivo do penúltimo período do curso, através do e-mail
letrasinglesfale@gmail.com, junto dos comprovantes digitalizados, para que seja
designada uma comissão de análise do memorial, constituída por, no mínimo, dois/duas
docentes vinculados/as ao curso de Letras – Inglês. O memorial deverá conter em sua
estrutura:
a) Capa e sumário;
b) Uma introdução, em que o/a licenciando/a deverá descrever a organização de
seu memorial, bem como as componentes que pretende validar e o período em
que as atividades foram desenvolvidas;

93

c) Uma seção de desenvolvimento, em que o/a licenciando/a deverá apresentar os
nomes das atividades, sua carga horária, uma descrição de seu
desenvolvimento, bem como comentários acerca de sua relevância para sua
formação.
d) Uma seção de considerações finais ou conclusão, em que o/a licenciando/a
deve apresentar uma reflexão, ainda que incipiente, acerca dos impactos destas
atividades em sua formação.
e) Uma seção de anexos, contendo os comprovantes referentes às atividades
desenvolvidas.
Após a entrega do memorial de Atividades acadêmico-científico-culturais à
coordenação, a comissão responsável pela avaliação emitirá parecer favorável ou não para
a validação dos créditos solicitados. Em caso de parecer desfavorável, a comissão indicará
quais aspectos do memorial devem ser revisados. O parecer será encaminhado ao/à
licenciando/a através do endereço de e-mail utilizado no momento do envio do memorial.
Os quadros a seguir indicam a carga horária máxima a ser aproveitada para cada
atividade comprovada na elaboração do memorial, a divisão das atividades que se
enquadram nas áreas de ensino, pesquisa e extensão, e os documentos comprobatórios
exigidos. Acrescenta-se que as atividades não descritas abaixo deverão passar por
consulta à coordenação de curso a fim de que se analise a viabilidade de sua validação.

ATIVIDADES DE ENSINO
Atividades de ensino

Carga Horária máxima
atribuída

Comprovação das atividades

94

Cursos de curta duração
ministrados

Docência em cursos de
extensão

Docência no ensino básico

Monitoria

Participação em projetos
de iniciação à docência

100 horas

Certificado original expedido
por órgão competente, ou cópia
autenticada por um/a servidor/a
público/a da UFAL. Cada curso
ministrado dará direito à
validação de 10 horas.

100 horas

Certificado original expedido
por órgão competente contendo
a carga horária da atividade, ou
cópia autenticada por um/a
servidor/a público/a da UFAL.

100 horas

Certificado original expedido
por órgão competente contendo
a carga horária da atividade, ou
cópia digitalizada da carteira de
trabalho, desde que contenha
carga horária.

100 horas

Certificado original expedido
por órgão competente contendo
a carga horária da atividade, ou
cópia autenticada por um/a
servidor/a público/a da UFAL.

100 horas

Certificado original expedido
por órgão competente contendo
a carga horária da atividade, ou
cópia autenticada por um/a
servidor/a público/a da UFAL.

95

Participação em projetos
de iniciação à pesquisa
com foco em
ensino/aprendizagem na
área de Letras

Tutoria em EaD

100 horas

Certificado original expedido
por órgão competente contendo
a carga horária da atividade, ou
cópia autenticada por um/a
servidor/a público/a da UFAL.

100 horas

Certificado original expedido
por órgão competente contendo
a carga horária da atividade, ou
cópia autenticada por um/a
servidor/a público/a da UFAL.

ATIVIDADES DE PESQUISA
Atividades de pesquisa

Apresentação de trabalhos
em eventos acadêmicos

Participação como sujeito
de pesquisa

Participação em grupos de
pesquisa

Carga Horária máxima
atribuída

Comprovação das atividades

60 horas

Certificado original expedido
por órgão competente, ou cópia
autenticada por um/a servidor/a
público/a da UFAL. Cada
trabalho apresentado dará direito
à validação de 20 horas.

60 horas

Certificado original expedido
por órgão competente contendo
a carga horária da atividade, ou
cópia autenticada por um/a
servidor/a público/a da UFAL.

100 horas

Certificado original expedido
pelo/a coordenador/a do grupo
de pesquisa, ou comprovante de
vínculo emitido na plataforma
CNPq, ou cópia de certificado
autenticada por um/a servidor/a
público/a da UFAL.

96

Participação em projetos
de iniciação à pesquisa

Publicação de artigos em
periódicos reconhecidos
pela CAPES

Publicação de resumos em
anais de congressos

100 horas

Certificado original expedido
por órgão competente contendo
a carga horária da atividade, ou
cópia autenticada por um/a
servidor/a público/a da UFAL.

100 horas

Certificado original expedido
por órgão competente, ou cópia
autenticada por um/a servidor/a
público/a da UFAL. Cada artigo
publicado dará direito à
validação de 50 horas.

100 horas

Certificado original expedido
por órgão competente, ou cópia
autenticada por um/a servidor/a
público/a da UFAL. Cada
resumo publicado dará direito à
validação de 20 horas.

ATIVIDADES DE EXTENSÃO
Atividades de Extensão

Atuação como bolsista de
estágio em áreas diversas
relativas ao curso de Letras

Estágio extracurricular não
obrigatório

Monitoria em atividades de
extensão

Carga Horária máxima
atribuída

Comprovação das atividades

100 horas

Certificado original expedido
por órgão competente contendo
a carga horária da atividade, ou
cópia autenticada por um/a
servidor/a público/a da UFAL.

100 horas

Certificado original expedido
por órgão competente contendo
a carga horária da atividade, ou
cópia autenticada por um/a
servidor/a público/a da UFAL.

100 horas

Certificado original expedido
por órgão competente contendo
a carga horária da atividade, ou
cópia autenticada por um/a
servidor/a público/a da UFAL.

97

Participação como ouvinte
em eventos

Participação em cursos de
língua adicional

100 horas

Certificado original expedido
por órgão competente contendo
a carga horária da atividade, ou
cópia autenticada por um/a
servidor/a público/a da UFAL.

100 horas

Certificado original expedido
por órgão competente contendo
a carga horária da atividade, ou
cópia autenticada por um/a
servidor/a público/a da UFAL.

ATIVIDADES CULTURAIS
Atividades
Participação em
apresentações e/ou
exposições culturais como
peças de teatro, dança,
mostras de filmes, feiras de
cultura, feiras de livros,
grupos de debates, visitas a
museus e centros
históricos, eventos
esportivos, entre outras
atividades a critério da
coordenação de curso.

Carga horária
máxima

100 horas

Comprovação das
atividades
As atividades culturais dispostas
neste quadro devem ser
comprovadas mediante
apresentação de original ou
cópia autenticada de ingressos
de entrada ou declaração da
instituição organizadora do
evento. Para cada atividade será
atribuída a carga horária de 05
horas.

98

13. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

Por Trabalho de Conclusão de Curso, entende-se atividade de pesquisa
individual com produção de trabalho científico contendo, no mínimo, 5.000 palavras, e
no máximo, 10.000 palavras, e que objetive integrar princípios teóricos-metodológicos
da formação do/a licenciando/a para a atuar no ensino de língua inglesa e suas respectivas
literaturas. O trabalho de TCC poderá ser escrito em língua portuguesa ou língua inglesa,
a critério do/a licenciando/a, e em comum acordo com o/ orientador/a, devendo conter as
seguintes seções:
a.

Uma introdução, que apresente um problema de pesquisa com sua

respectiva contextualização, os objetivos da pesquisa a ser realizada, as perguntas
norteadoras da pesquisa e a relevância pedagógica do estudo;
b.

Uma revisão de literatura, que apresente uma revisão de estudos

conduzidos na área de desenvolvimento da pesquisa, bem como os principais preceitos
teóricos norteadores do estudo;
c.

Uma

seção de

metodologia, que

apresente

os

procedimentos

metodológicos adotados para o desenvolvimento do estudo, como, por exemplo,
procedimentos para coleta e análise de dados;
d.

Uma seção de interpretação ou análise dos dados, que apresente uma

interlocução entre a interpretação ou análise e os preceitos teóricos apresentados, bem
como as respostas encontradas para as perguntas de pesquisa, de modo a fundamentar
uma discussão que seja relevante para o campo de estudos em que se insere o trabalho de
conclusão de curso;
e.

Uma seção de considerações finais ou conclusão, que apresente sugestões

para pesquisas futuras, que apresente um panorama geral sobre os principais resultados
encontrados na pesquisa, bem como as limitações encontradas para seu desenvolvimento
e sugestões para pesquisas futuras.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) está institucionalizado por meio da
Resolução Nº 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005 que, em seu Art. 18, afirma: O
TCC é componente curricular obrigatório em todos os Projetos Pedagógicos dos Cursos
da UFAL. Uma vez que não se constitui como disciplina, o TCC não tem carga horária
fixa semanal, devendo o/a licenciando/a, junto a seu/sua orientador/a, elaborar um
cronograma de atividades referentes às atividades relacionadas ao TCC. Sua carga horária
total está prevista no PPC e será computada para a integralização do Curso. Nessa
99

perspectiva, cada PPC toma para si a responsabilidade de definir a forma de realização,
acompanhamento, apresentação e avaliação do TCC, estabelecendo normas próprias. No
curso de Letras Inglês, o TCC segue a resolução nº 01/2018, aprovada pelo colegiado do
curso, que estabelece normas para sua elaboração, em relação a: coordenação, carta de
aceite, orientação, objetivos, acompanhamento, prazo, e critérios de avaliação e
formatação.
A apresentação do TCC é atividade obrigatória para a finalização do curso em
Letras – Inglês. Sua carga horária total é de 80 horas, divididas entre os três últimos
períodos curso. Estas horas serão integralizadas na carga-horária total do curso mediante
apresentação de ata de defesa à coordenação de TCC. A pesquisa de que resultará no TCC
deverá ser iniciada no sétimo período do curso (para estudantes do turno vespertino, após
cursarem a disciplina Pesquisa Qualitativa). As atividades serão acompanhadas por um/a
professor/a orientador/a, a quem compete o encaminhamento de todos os procedimentos
necessários para o adequado desenvolvimento do trabalho pelo/a licenciando/a.

100

14. DISCIPLINAS ELETIVAS
ANÁLISE CRÍTICA DO DISCURSO
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS

EMENTA:
Análise de textos orais e escritos em gêneros textuais diversos, relacionando-os a seus
contextos socioculturais e sociopolíticos. Abordagem de princípios teóricos e
metodológicos de Análise Crítica do Discurso e da Linguística Sistêmico Funcional, com
ênfase em tradição anglo-saxônica. Interseccionalidade, identidade e poder no discurso.
Análise crítica do discurso e ensino.
Temas transversais: Gênero, sexualidade, questões étnico-raciais, classe, deficiência.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
FAIRCLOUGH, Norman. Discurso e mudança social. Brasília: UnB, 2001. 316 p. ISBN
9788523006143 (broch.). Classificação: 801:301 F165d Ac.43849.
FAIRCLOUGH, Norman. Critical Discourse Analysis as a Method in social scientific
research, em Wodak, R.; Meyer, M.: Methods of Critical Discourse Analysis. SAGE
Publications, 2001.
FAIRCLOUGH, Norman. Critical Discourse Analysis. (2 ed.). Abindon/New York:
Routledge, 2010.
FAIRCLOUGH, Norman. Semiotic Aspects of Social Transformation and Learning, em
An Introduction to Critical Discourse Analysis in Education, 2 nd edition. Ed. Rebecca
Rogers. Routledge, New York, 2011.
GEE, James Paul. Social linguistics and literacies: ideology in discourses. 4th. ed.
London: Routledge, 2007. New York: 242 p. ISBN 9780415617765 (broch.).
Classificação: 801:37 G297 4.ed. Ac.5386.
Halliday, Michael; Matthiessen, Christian. Halliday’s introduction to functional
grammar. Milton Park, Abingdon, Oxon: Routledge, 2014.
LOPES, Luiz Paulo da Moita. Discursos de identidades: discurso como espaço de
construção de gênero, sexualidade, raça, idade e profissão na escola e na família. São
Paulo: Mercado de Letras, 2003. 271 p. ISBN 8575910108 : (Broch.) Classificação:
801.54 D611 Ac.2706.
VAN LEEUWEN, Theo. Discourse and practice: New tools for Critical Discourse
Analysis. New York, Oxford University Press, 2008.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

101

BRANDÃO, Helena H. Nagamine. Introdução a análise do discurso. 7. ed. Campinas:
UNICAMP, 1999. 117 p ISBN 852680670X (broch.). Classificação: 801.54 B817i
Ac.37356.
FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso: aula inaugural no Collège de France,
pronunciada em 2 de dezembro de 1970.. 19. ed. São Paulo: Loyola; 2009. 79 p. (Leituras
Filosóficas) ISBN 9788515013593 : (broch.) Classificação: 800.5 F762o 19. ed.
Ac.39552.
MAGALHAES, Izabel; LEAL, Maria Christina Diniz (Coord). Discurso, gênero e
educação. Brasília: Plano, 2003. 186 p. ISBN 8585946644 : (Broch.) Classificação: 801
D611g Ac.23364.
ORLANDI, Eni Puccinelli. Análise de discurso: princípios e procedimentos. Campinas,
SP: Pontes, 1999. 100 p ISBN 9788571131316 (broch.). Classificação: 801.54 O71a
Ac.25597.
RAJAGOPALAN, Kanavillil. Por uma lingüística crítica: linguagem, identidade e a
questão ética. 3. ed. São Paulo: Parábola, 2008. 143 p. - ISBN 9788588456136 : (Broch.)
Classificação: 800.1 R149p 3.ed. Ac.34767.
Periódicos: Critical Discourse Studies; Discourse & Society, Discourse Studies,
Linguagem em (Dis)curso. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, Trabalhos em
Linguística Aplicada, Delta, Gender and Language, Linguagem e Ensino, Linguistics and
the Human Sciences, Text and Talk, Journal of Pragmatics, Veredas, Ilha do Desterro.
ESCRITA CRIATIVA
CARGA HORÁRIA: 72 horas
EMENTA:
Introdução à escrita ficcional, gêneros e convenções literárias; processos e técnicas de
escrita em vários gêneros; leitura e análise comparativa de textos literários; oficina de
escrita e crítica das produções.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
ABRAMS, M.H., et al. (Eds). The Norton anthology of English literature, 5th edition,
vol.s I & II, New York and London: W. W & Company Ltd., 1986.
ARISTÓTELES. A poética clássica. Tradução de Jaime Bruna. 7. ed., São Paulo:
Cultrix, 1977.
BARNET, Sylvan et al. An introduction to literature: fiction, poetry and drama.
Illinois: Scott, Bresman & Company, 1997
BOSI, A. (Org.). Leitura de poesia. São Paulo: Ática, 1996.
CULLER, J. Teoria literária: uma introdução. Trad. Sandra Guardini T. Vasconcelos.
São Paulo: Becca, 1999.

102

EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. 6. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2006.
SOARES, A. Gêneros literários. São Paulo: Ática, 1989.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
FORSTER, E. M. Aspects of the novel. New York: HBJ, 1927.
HARMON, William; HOLMAN, C. Hugh. A handbook to literature. New Jersey:
Prentice Hall, 1999.
KILDUF, M. e McCANNON. Working with short stories. Cambridge:
Cambridge University Press, 1995 (1991).
MANGUEL, Alberto. Uma história da leitura. 2. ed. São Paulo: Companhia das
Letras, 2001. 405p. ISBN 8571647003.
PEACOCK, Ronald.. Formas da literatura dramática. São Paulo: Zahar, 1968.
WAJNRYB, Ruth. Stories: narrative activities in the language classroom. Cambridge:
Cambridge University Press, 2005.

ESTUDOS TEMÁTICOS DE LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA I
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Estudos de obras, autores/as, gêneros de leitura específicos nas literaturas em língua
inglesa.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
BHABHA, Homi K. O local da cultura. 2. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2013.
HALL, Stuart. Identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A
Editores, 2006.
PEREIRA, Maria Antonieta; REIS, Eliana Lourenço de Lima. Literatura e estudos
culturais. Belo Horizonte, MG: Faculdade das Letras da UFMG, 2000.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
103

AMORA, Antônio Soares. Introdução a teoria da literatura. 13. ed. São Paulo: Cultrix,
2006.
BELLEI, Sérgio Luiz Prado. Monstros, índios e canibais: ensaios de crítica literária e
cultural. Florianópolis: Insular, 2000.
HALL, Stuart. Da diáspora: identidades de mediações culturais. Tradução de Adelaine
Resende et al. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2003.
SECCO, Carmen; SALGADO, Maria Teresa; JORGE, Silvio Renato. Pensando África:
literatura, arte, cultura e ensino. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2010.
SPIVAK, Gayatri. Pode o subalterno falar? Tradução de Sandra Regina Goulart
Almeida e Marcos Pereira Feitosa; André Pereira Feitosa. Belo Horizonte: Editora da
UFMG, 2010.

ESTUDOS TEMÁTICOS DE LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA II
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Estudos de movimentos ou vertentes críticas & modos de leitura específicos nas
literaturas em língua inglesa.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
BHABHA, Homi K. O local da cultura. 2. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2013.
HALL, Stuart. Identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A
Editores, 2006.
PEREIRA, Maria Antonieta; REIS, Eliana Lourenço de Lima. Literatura e estudos
culturais. Belo Horizonte, MG: Faculdade das Letras da UFMG, 2000.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
AMORA, Antônio Soares. Introdução a teoria da literatura. 13. ed. São Paulo: Cultrix,
2006.
BELLEI, Sérgio Luiz Prado. Monstros, índios e canibais: ensaios de crítica literária e
cultural. Florianópolis: Insular, 2000.
HALL, Stuart. Da diáspora: identidades de mediações culturais. Tradução de Adelaine
Resende et al. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2003.
104

SECCO, Carmen; SALGADO, Maria Teresa; JORGE, Silvio Renato. Pensando África:
literatura, arte, cultura e ensino. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2010.
SPIVAK, Gayatri. Pode o subalterno falar? Tradução de Sandra Regina Goulart
Almeida e Marcos Pereira Feitosa; André Pereira Feitosa. Belo Horizonte: Editora da
UFMG, 2010.

FONOLOGIA DA LÍNGUA INGLESA I
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS

EMENTA:
Estudo do sistema fonológico da língua inglesa para o ensino/aprendizagem de língua
inglesa como língua adicional.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
CALLOU, Dinah & LEITE, Yonne. Iniciação à fonética e à fonologia. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Editor, 1990.
CAVALIERE, Ricardo. Pontos essenciais em fonética e fonologia. Rio de Janeiro:
Lucerna, 2005.
CAGLIARI, L.C. Análise fonológica: com especial destaque para o modelo fonêmico.
Campinas: Mercado das Letras, 2002.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
CHOMSKY, N. & HALLE, M. Princípios de fonologia generativa. Madrid: Ed.
Fundamentos, 1979.
CRYSTAL, D. Dicionário de lingüística e fonética. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor,
1988.
DE PAULA, A.S.& COSTA, M.A.P. Fonética fundamental: princípios da fonética
articulatória, acústica e auditiva. Maceió: EDUFAL, 2011.
FIORIN, J.L. (org.). Introdução à linguística II: princípios de análise. São Paulo:
Contexto, 2002.
HENRIQUES, C. C. Fonética, fonologia e ortografia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

FONOLOGIA DA LÍNGUA INGLESA II – LETRAMENTO FONOLÓGICO
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS

105

EMENTA:
Estudo dos elementos prosódicos da língua inglesa, aplicação de fundamentos teóricos e
análise fonológica do inglês à luz do Letramento Crítico.

REFERÊNCIAS BÁSICAS
GEE, James Paul. Social linguistics and literacies: ideology in discourses. 4th. ed.
London: Routledge, 2007. New York: 242 p
HANCOCK, Mark. English pronunciation: in use : intermediate : self-study and
classroom use. Cambridge, UK: Cambridge University Press, c2003.
MASSINI-CAGLIARI, G. Acento e ritmo. São Paulo: Contexto, 1992.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
CANAGARAJAH, A. Suresh. Resisting linguistic imperialism in English teaching.
Oxford: Oxford University Press, c1999. 216 p.
ESTUDOS da linguagem à luz do internacionalismo sociodiscursivo. Londrina:
UEL, 2008. 293 p
KESKE-SOARES, Márcia (Org.). Estudos em aquisição fonológica. Santa Maria
(RS): UFSM, PPGL Editores, 2007. 173 p.
MAIA, E. M. No reino da fala: a linguagem e seus sons. São Paulo: Ática, 1985.
PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira e ((org.)). Ensino de língua inglesa:
reflexões e experiências. 4. ed. Campinas: Pontes, 2010. 211 p.

LÍNGUA INGLESA 8
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Estudo da língua inglesa com enfoque no desenvolvimento dos conhecimentos
linguístico-discursivos e das habilidades de compreensão e de produção oral e escrita de
modo integrado em nível intermediário superior II proporcionando ao aprendiz as
condições necessárias para seu desenvolvimento, complementado pelo estudo da
morfologia e da morfossintaxe da língua inglesa. Língua e poder.
TEMAS TRANSVERSAIS
Direitos humanos, educação ambiental. Ética e autonomia.
106

REFERÊNCIAS BÁSICAS
HEATH, Shirley Brice. Ways with words: language, life, and work in communities and
classrooms. Cambridge: Cambridge University Press, 2009.
LACOSTE, Yves e RAJAGOPALAN, Kanavillil (org.). A Geopolítica do inglês. São
Paulo: Parábola, 2005.
MCWHORTER, Kathleen T. College reading and study skills. 7. ed. New York:
Longman, 1998.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES:
DERRIDA, Jacques. Gramatologia. 2. ed. São Paulo, SP: Perspectiva, 2006.
FOUCAULT, Michel. Estratégias, poder-saber. 3ª Ed. Rio de Janeiro, Forense
Universitária, 2012.
FOUCAULT. Michel. Microfísica do poder. 23 ed. Petrópolis, Vozes, 2007.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. 32. ed. Petrópolis: Vozes,
1987.
MELLO, Suely Amaral. Linguagem, consciência e alienação: o óbvio como obstáculo
ao desenvolvimento da consciência crítica. Marília: UNESP : Marília Publicações, 2000.

LITERATURAS EM INGLÊS E OUTRAS ARTES / MÍDIAS
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Conectar o estudo da Literatura a outras formas de expressão artística, como artes visuais
e plásticas, cinema, fotografia, teatro e música; discutir conceitos sobre a relação entre
palavra, imagem e som; explorar as experiências literárias a partir de perspectivas
alternativas; representar experiências literárias de diversas formas, inclusive não verbais.
REFERÊNCIAS BÁSICAS

ABRAMS, M.H., et al. (Eds). The Norton anthology of English literature, 5th
edition, vol.s I & II, New York and London: W. W & Company Ltd., 1986.

107

BARTHES, Roland. A câmara clara: nota sobre a fotografia. Lisboa: Edições 70,
2006. 141p.
BARTHES, Roland. Elementos de semiologia. 6 ed. São Paulo: Cultrix, 1979. 116 p.
BRANDÃO, Izabel; CAVALCANTI, Ildney; COSTA, Claudia; LIMA, Ana C. (orgs)
Traduções da Cultura: Perspectivas Críticas Feministas (1970-2010).
Maceió/Florianópolis: EDUFAL, Editora Mulheres & EDUFSC: 2017.
CULLER, J. Teoria Literária: uma introdução. Trad. Sandra Guardini T. Vasconcelos.
São Paulo: Becca, 1999.
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. 6. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2006.
SOARES, A. Gêneros literários. São Paulo: Ática, 1989
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
BARNET, Sylvan et al. An introduction to literature: fiction, poetry and drama.
Illinois: Scott, Bresman & Company, 1997
BOSI, A. (Org.). Leitura de poesia. São Paulo: Ática, 1996.
FORSTER, E. M. Aspects of the novel. New York: HBJ, 1927.
HARMON, William; HOLMAN, C. Hugh. A handbook to literature. New Jersey:
Prentice Hall, 1999.
KILDUF, M. e McCANNON. Working with short stories. Cambridge: Cambridge
University Press, 1995 (1991).
MANGUEL, Alberto. Uma história da leitura. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras,
2001. 405p. ISBN 8571647003.
PEACOCK, Ronald.. Formas da literatura dramática. São Paulo: Zahar, 1968.
WAJNRYB, Ruth. Stories: narrative activities in the language classroom. Cambridge:
Cambridge University Press, 2005.

INTRODUÇÃO À TRADUÇÃO DE TEXTOS DE EXPRESSÃO INGLESA
carga horária: 72 horas
EMENTA

108

Introdução à Tradução com base na discussão dos problemas enfrentados na prática
tradutória de textos técnicos e/ou literários que têm o inglês por língua de partida,
focalizando os procedimentos aceitos na área.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
ALVES, Fabio; MAGALHÃES, Célia; PAGANO, Adriana Silvina. Traduzir com
autonomia: estratégias para o tradutor em formação. São Paulo: Contexto, 2015.
ARROJO, Rosemary. Oficina de tradução: a teoria na prática. Ática, 1986, Série
Princípios.
BARBOSA, Heloisa Gonçalves. Procedimentos técnicos da tradução: uma nova
proposta. Campinas: Pontes, 2004, 2ª ed.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ARROJO, Rosemary. O signo desconstruído: implicações para a tradução, a leitura e o
ensino. Campinas, SP: Pontes, 1992.
BERNARDO, Gustavo. As Margens da tradução. Rio de janeiro: Caetés, 2002.
CAMPOS, Geir. o que é tradução. 2 ed. São Paulo: Brasiliense, 2004. Coleção
Primeiros Passos.
RICOEUR, Paul. Sobre a tradução. Belo Horizonte, MG: Editora UFMG, 2011.
RONAI, Paulo. Escola de tradutores. Rio de Janeiro, RJ: José Olympio, 2012.

15. EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS E COMPLEMENTARES

15.1 DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS (em ordem alfabética)
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM LÍNGUA INGLESA 1
CARGA HORÁRIA: 80 HORAS
EMENTA:
Reflexão sobre a macro-realidade pedagógica e o micro-espaço da sala de aula em
estabelecimentos de ensino do Ensino Fundamental II, incluindo EJAI por meio da
observação e interpretação do cotidiano escolar. Revisão de teorias de ensino e
aprendizagem subjacentes à prática de ensino. Leitura e análise de documentos oficiais
que orientam o ensino de línguas adicionais no Ensino Fundamental e para diferentes
faixas etárias. Avaliação de materiais didáticos: objetivos, fundamentos, seleção,
adequação, produção levando em conta o contexto escolar observado.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
109

BROWN, D. Teaching by principles: an interactive approach to language pedagogy.
San Francisco: H. Douglas Brown, 2001.
TOMLINSON, Brian; MASUHARA, Hitomi. A elaboração de materiais para cursos
de idiomas. São Paulo: SBS, 2005. 86 p.
ROGERS, J. COSTA, J.E. Aprendizagem de adultos: fundamentos para educação
corporativa. Porto Alegre: Artmed, 2011.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto
ciclos do ensino fundamental – língua estrangeira. Brasília, DF, 1998, 121 p. Disponível
em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/pcn_estrangeira.pdf
BRITO, B.M. Parâmetros curriculares nacionais: funcionamento do discurso
norteador do ensino de línguas estrangeiras modernas. Dissertação (Mestrado em
Educação Brasileira) - Universidade Federal de Alagoas, Centro de Educação, Programa
de Pós-Graduação em Educação Brasileira. Maceió, 127 f. 2011.
CORACINI, M.J.R. BERTOLDO, E.S. (org). O desejo da teoria e a contingência da
prática: discursos sobre a sala de aula (língua materna e língua estrangeira). Campinas:
Mercado de Letras, 2003.
FERRO, J. Produção e avaliação de materiais didáticos em língua materna e
estrangeira. Editora Intersaberes (e-book).
MAKIYAMA, S. Ensino de língua inglesa na rede pública: o básico do básico?
Maceió: Edufal, 2015.
PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira (org.). Ensino de língua inglesa: reflexões e
experiências. 4. ed. Campinas: Pontes, 2010.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM LÍNGUA INGLESA 2
CARGA HORÁRIA: 80 HORAS
EMENTA:
Reflexão sobre a participação da literatura no processo de ensino e aprendizagem da
língua inglesa, e sua contribuição para a formação e a sensibilização estética e crítica do/a
aprendiz. Prática de ensino e produção de material didático com base em textos literários.
Observação e análise crítica de aulas na rede pública de ensino, por meio da reflexão
sobre a macro-realidade pedagógica e o micro-espaço da sala de aula em estabelecimentos
de ensino do Ensino Fundamental II e/ou Médio, incluindo EJAI, e Superior.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

110

COLLIE, Joanne and SLATER, Stephen. Literature in the Language Classroom.
Cambridge: CUP, 1987.
CULLER, Jonathan. Literary theory. Oxford: Oxford University Press, 2000.
MALEY, A. & DUFF, A. The Inward Ear: Poetry in the Language Classroom:
Cambridge Handbooks for Language Teachers. Cambridge: Cambridge University Press,
1989.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros curriculares nacionais: ensino médio.
Brasília,
DF,
2000,
71
p.
Disponível
em:
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/14_24.pdf
______. Ministério da Educação. Orientações curriculares para o ensino médio:
linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília, DF, 2006, 239 p. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/book_volume_01_internet.pdf
CAVALCANTI, Ildney. “Literatura é Língua, Falada e Escrita – Perspectivas de
Pesquisa”. In MOURA, Denilda, org. Oralidade e Escrita: Estudos sobre os Usos da
Língua. Maceió: Edufal, 2003. pp. 34-37.
KRAMSCH, Claire. Context and Culture in Language Teaching. Oxford: OUP, 2000.
LAZAR, GILLIAN. Literature and Language teaching. A guide for teachers and
trainers. Cambridge: Cambridge University press, 2004.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM LÍNGUA INGLESA 3
CARGA HORÁRIA: 120 HORAS
EMENTA:
Análise dos desafios da Educação e do ensino de língua inglesa em um contexto de
contradições resultantes da contemporaneidade econômica, política, social e cultural.
Problematização dos conhecimentos e práticas necessários à práxis da língua inglesa no
Ensino Fundamental II e EJAI. Orientação para a vivência da prática reflexiva no Ensino
Fundamental II por meio de atividades de observação e regência no contexto escolar.
Planejamento, aplicação e avaliação de aulas e materiais didáticos para o Ensino
Fundamental II baseados em temas relevantes como globalização, tecnologias, meio
ambiente, artes, além de outros temas inter e transdisciplinares.

REFERÊNCIAS BÁSICAS
ALMEIDA FILHO, J.P. O professor de língua estrangeira em formação. Campinas:
Pontes, 2009.

111

PERRENOUD, P. As competências para ensinar no século XXI: a formação dos
professores e o desafio da avaliação. Porto Alegre: Artmed, 2002.
PIMENTA, S.G. O estágio na formação dos professores: unidade, teoria e prática? São
Paulo: Cortez, 2010.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e
quarto ciclos do ensino fundamental – língua estrangeira. Brasília, DF, 1998, 121 p.
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/pcn_estrangeira.pdf
BRUNO, F.A.T.C (org). Ensino-aprendizagem de línguas estrangeiras: reflexão e
prática. São Paulo: Claraluz, 2005.
DURÃO, A.B.A.B.; ANDRADE, O.G; REIS, S. (org). Reflexões sobre o ensino das
línguas estrangeiras. Londrina: UEL, 2008.
LIMA, D.C. (org). Ensino e aprendizagem de língua inglesa: conversa com
especialistas. São Paulo: Parábola, 2009.
MENEZES, V.L. (org).
Horizonte: UFMG, 2010.

Interação e aprendizagem em ambiente virtual. Belo

112

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM LÍNGUA INGLESA 4
CARGA HORÁRIA: 120 HORAS
EMENTA:
Análise dos desafios da Educação e do ensino de língua inglesa em um contexto de
contradições resultantes da contemporaneidade econômica, política, social e cultural.
Problematização dos conhecimentos e práticas necessários à práxis da língua inglesa no
Ensino Médio e EJAI. Orientação para a vivência da prática reflexiva por meio de
atividades de observação e regência no contexto escolar. Planejamento, aplicação e
avaliação de aulas e materiais didáticos para o Ensino Médio baseados em temas
relevantes como ética, direitos humanos, diversidades étnico-raciais, de gênero e de faixa
geracional, mídias, desenvolvimento social, além de outros temas inter e
transdisciplinares.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
BARCELOS, A.M.F. Linguística aplicada: reflexões sobre ensino e aprendizagem de
língua materna e estrangeira. Campinas: Pontes Editores, 2011.
CUNHA, M.I. O bom professor e sua prática. Campinas: papirus, 2012.
MOITA LOPES, L.P. Discursos de identidades: discurso como espaço de construção
de gênero, sexualidade, raça, idade e profissão na escola e na família. São Paulo: Mercado
das Letras, 2003.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ABSY, C.A.; COSTA, G.C.; MELLO, L.F. Leitura em língua inglesa: uma abordagem
instrumental. São Paulo: Disal, 2010.
BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros curriculares nacionais: ensino médio.
Brasília, DF, 2000, 71 p. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/14_24.pdf
BRASIL. Ministério da Educação. Orientações curriculares para o ensino médio:
linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília, DF, 2006, 239 p. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/book_volume_01_internet.pdf
DIONÍSIO, A.P.; MACHADO, A.R.; BEZERRA, M.A. (org). Gêneros textuais e
ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.
FERNANDES, A.C. Compreensão e Produção de Textos em língua materna e língua
estrangeira. Editora Intersaberes. (e-book).

113

ESTUDOS DO DISCURSO
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Introdução a princípios teóricos e metodológicos da análise do discurso aplicados a
diferentes gêneros discursivos escritos e orais, partindo de abordagens diversas,
relacionando-os aos estudos interdisciplinares sobre educação, cultura, identidade,
ideologia, gênero, sexualidade, questões étnico-raciais e relacionadas aos estudos da
deficiência.
TEMAS TRANSVERSAIS:
Direitos humanos, identidade, ideologia, gênero, sexualidade, questões étnico-raciais,
deficiência.
REFERÊNCIAS BÁSICAS

BAKHTIN, M. M. Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do
método sociológico na ciência da linguagem. 11. ed. São Paulo: Hucitec, 2004. 196p
FAIRCLOUGH, Norman. Discurso e mudança social. Brasília: UnB, 2001.. 316 p.
LEVINSON, S. Pragmatics. Cambridge: Cambridge University Press, 1983. 420p.
PECHÊUX, Michel. Semântica e discurso: uma crítica à afirmação do óbvio. Campinas:
Ed. da UNICAMP, 1988. 317p.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
BRANDÃO, Helena H. Nagamine. Introdução a análise do discurso. 7. ed. Campinas:
UNICAMP, 1999. 117 p ISBN 852680670X (broch.). Classificação: 801.54 B817i
Ac.37356;
FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso: aula inaugural no Collège de France,
pronunciada em 2 de dezembro de 1970.. 19. ed. São Paulo: Loyola; 2009. 79 p. (Leituras
Filosóficas) ISBN 9788515013593 : (broch.) Classificação: 800.5 F762o 19. ed.
Ac.39552;
GEE, James Paul. Social linguistics and literacies: ideology in discourses. 4th. ed.
London: Routledge, 2007. New York: 242 p.
MAGALHÃES, Izabel; LEAL, Maria Christina Diniz (Coord). Discurso, gênero e
educação. Brasília: Plano, 2003. 186 p. I
ORLANDI, Eni Pulcinelli. Discurso e leitura. São Paulo: Cortez; Campinas: Ed. da
UNICAMP, 1988. 118 p.

114

PHILLIPSON, Robertson. Linguistic Imperialism. Oxford: Oxford University Press,
1992, 365p.
SAID, Edward. Orientalismo. São Paulo: Companhia de Letras, 2007, 523.
HABILIDADES INTEGRADAS PARA ENSINO-APRENDIZAGEM DE INGLÊS 1
(PCC 1)
CARGA HORÁRIA: 100 HORAS
EMENTA:
Elaborar atividades com base nos conhecimentos construídos no decorrer do curso, com
vistas à proposição de soluções para questões relacionadas ao ensino-aprendizagem de
inglês para a educação básica, articulando-as a temas transversais. Educação ambiental.
Diversidades. Iniciação à pesquisa relacionando teorias e prática.
TEMAS TRANSVERSAIS:
Educação ambiental, diversidades.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
BARCELOS, A.M.F. (org.). Linguística aplicada: reflexões sobre ensino e aprendizagem
de língua materna e língua estrangeira. Campinas, SP: Pontes, 2011.
LIMA, D.C. (org.). Ensino e aprendizagem de língua inglesa: conversa com
especialistas. São Paulo: Parábola, 2009.
PAIVA, V.L.M.O. (org.). Ensino de língua inglesa: reflexões e experiências. 4. ed.
Campinas: Pontes, 2010.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
BRUNO, F.A.T.C (org). Ensino-aprendizagem de línguas estrangeiras: reflexão e
prática. São Paulo: Claraluz, 2005.
FERNANDES, A.C. Compreensão e Produção de Textos em língua materna e língua
estrangeira. Editora Intersaberes. (e-book).
HARMER, Jeremy. The practice of english language teaching. 4th ed. Harlow(England):
Pearson Education, c2007. 448 p. + 1 DVD
PAIVA, V.L.M.O. Aquisição de segunda língua. São Paulo: Parábola Editorial, 2014.
WALESKO, A.M.H. Compreensão oral em língua inglesa. Editora Intersaberes. (ebook).
HABILIDADES INTEGRADAS PARA ENSINO-APRENDIZAGEM DE INGLÊS 2
(PCC 2)
115

CARGA HORÁRIA: 100 HORAS
EMENTA:
Análise de materiais didáticos e proposição de alternativas com vistas à promoção do
respeito à diversidade e desenvolvimento da consciência crítica no ensino de inglês na
educação básica. Educação em direitos humanos. Abordagens lúdicas e criativas para o
ensino. Iniciação à pesquisa relacionando teorias e prática.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
GEE, James Paul. Social linguistics and literacies: ideology in discourses. 4th. ed.
London: Routledge, 2007.
LOPES, Luiz Paulo da Moita. Discursos de identidades: discurso como espaço de
construção de gênero, sexualidade, raça, idade e profissão na escola e na família. São Paulo:
Mercado de Letras, 2003.
MOITA LOPES, L.P. Discursos de identidades: discurso como espaço de construção
de gênero, sexualidade, raça, idade e profissão na escola e na família. São Paulo: Mercado
das Letras, 2003.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
GUSMÃO, Neusa Maria M. Diversidade, Cultura e Educação: olhares cruzados. São
Paulo: Biruta, 2003.
KILDUF, M. e McCANNON. Working with short stories. Cambridge: Cambridge
University Press, 1995.
KRAMSCH, Claire. Context and culture in language teaching. Oxford: Oxford
University Press, 2000.
LAZAR, Gillian. Literature and language teaching. Cambridge: Cambridge University
Press, 1993.
LOPES, Luiz Paulo da Moita; BASTOS, Liliana Cabral. Identidades: recortes multi e
interdisciplinares. Campinas (SP): Mercado de Letras, 2002. 477p. ISBN 8575910051
(broch.).
SIGNORINI, Inês. Língua(gem) e identidade: elementos para uma discussão no campo
aplicado. Campinas: 1998. Mercado de Letras.
ROJO, R. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola, 2016.

HABILIDADES INTEGRADAS PARA ENSINO-APRENDIZAGEM DE INGLÊS 3
(PCC 3)
CARGA HORÁRIA: 100 HORAS
116

EMENTA:
Elaborar atividades com base nos conhecimentos construídos no decorrer do curso,
integrando as tecnologias atuais com vistas à proposição de soluções para questões
relacionadas ao ensino-aprendizagem de inglês para o ensino fundamental II, articulandoas a temas transversais. Desenvolvimento de pesquisa teórico-prática.
TEMAS TRANSVERSAIS:
Direitos humanos, educação ambiental.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
COPE, Bill; KALANTZIS, Mary (Edit.). Multiliteracies: literacy learning and the design
of social futures . London; New York: Routledge, 2000.
GEE, James Paul; HAYES, Elisabeth R. Language and learning the digital age. New
York: Routledge, 2011.
KRESS, Gunther. Literacy in the new media age. London: New York: Routledge, 2010.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
FREIRE, Maximina M. ABRAHÃO, Maria Helena Vieira. BARCELOS, Ana Maria
Ferreira. Linguística aplicada e Contemporaneidade. São Paulo: Pontes, 2005.
GEE, James Paul. New digital media and learning as an emerging area and 'worked
examples' as one way forward. London: The MIT Press, 2010.
KRAMSCH, Claire. Context and culture in language teaching. Oxford: Oxford
University Press, 2000.
LAZAR, Gillian. Literature and language teaching. Cambridge: Cambridge University
Press, 1993.
KILDUF, M. e McCANNON. Working with short stories. Cambridge: Cambridge
University Press, 1995.

117

HABILIDADES INTEGRADAS PARA ENSINO-APRENDIZAGEM DE INGLÊS 4
(PCC 4)
CARGA HORÁRIA: 100 HORAS
EMENTA:
Elaborar atividades com base nos conhecimentos construídos no decorrer do curso, com
vistas à proposição de soluções para questões relacionadas ao ensino-aprendizagem de
inglês para o ensino médio, articulando-as a temas transversais. Educação ambiental e
educação em direitos humanos. Elaborar parâmetros de avaliação. Desenvolvimento de
pesquisa teórico-prática.
TEMAS TRANSVERSAIS:
Direitos humanos, educação ambiental.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
FILMUS, D. Ensino Médio: cada vez mais necessário, cada vez mais insuficiente.
Brasília: UNESCO, 2002.
MORIN, E.; ALMEIDA, M.C.; CARVALHO, E.A. Educação e complexidade: os setes
saberes e outros ensaios. São Paulo: Cortez, 2009.
PERRENOUD, P. As competências para ensinar no século XXI: a formação dos
professores e o desafio da avaliação. Porto Alegre: Artmed, 2002.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
CORRÊA, I.M. A didática do ensino e a avaliação da aprendizagem em língua
estrangeira. Editora Intersaberes. ( e-book).
CUNHA, M.I. O bom professor e sua prática. Campinas: papirus, 2012.
DIONÍSIO, A.P.; MACHADO, A.R.; BEZERRA, M.A. (org). Gêneros textuais e
ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.
FROMM, G.; LIMA-HERNANDES, M.C. (Orgs.) Domínios de linguagem III: práticas
pedagógicas 2. São Paulo: 2003.
PIMENTA, Rosângela Oliveira Cruz; FERREIRA, Paulo Nin (Orgs). Formação
continuada de professores do ensino médio de Alagoas. Maceió, EDUFAL, 2015.

118

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS EM LÍNGUA PORTUGUESA 1
EMENTA:
Experiências de leitura de diferentes gêneros de textos; escrita e reescrita de textos
acadêmicos, fundamentadas nos conceitos de linguagem como atividade interlocutiva e
de texto como unidade básica significativa da língua.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
ANTUNES, Irandé. Lutar com palavras: coesão e coerência. São Paulo, Parábola
Editorial, 2005.
KLEIMAN, Ângela. Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. 15ª ed. Campinas:
Pontes, 2013.
KOCH, Ingedore V.; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender os sentidos do texto. São
Paulo: Contexto, 2006.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. Oficina de texto. 11. ed. Petrópolis:
Vozes, 2014.
GOLDSTEIN, Norma Seltzer; LOUZADA, Maria Silvia; IVAMOTO, Regina. O texto
sem mistério: leitura e escrita na universidade. São Paulo: Ática, 2009.
LEITE, Marli Quadros. Resumo. São Paulo: Paulistana Editora, 2006. (Coleção aprenda
a fazer).
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane & ABREU-TARDELLI, Lília Santos.
Resumo. São Paulo: Parábola Editorial, 2004. (Leitura e produção de textos técnicos e
acadêmicos).
SANTOS, Leonor Werneck; RICHE, Rosa Cube; TEIXEIRA, Claudia Souza. ///. São
Paulo: Contexto, 2013.

LETRAMENTOS E PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Visão de língua. Análise dos documentos oficiais e de material didático para o ensino
fundamental e médio. Materiais didáticos e letramentos: questões linguísticas,
socioculturais, metodológicas, pedagógicas e políticas. Papel do professor frente a
avaliação, adaptação e elaboração de material didático. Conceitos de letramento crítico,
novos letramentos, multiletramentos. Direitos Humanos. Questões da atualidade em
Linguística Aplicada.
TEMAS TRANSVERSAIS
119

Direitos humanos.
REFERÊNCIAS BÁSICAS:
RICHARDS, Jack C.; RENANDYA, Willy A. Methodology in language teaching: an
anthology of current practice . New York: Cambridge University Press, 2013. vii, 422 p.
ISBN 9780521004404 (broch.).
TAKAKI, Nara Hiroko; MACIEL, Ruberval Franco (Orgs.). Letramentos em terra de
Paulo Freire. Campinas. Pontes Editores, 2014.
PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira e. Aquisição de segunda língua. São Paulo:
Parábola Editorial, 2014. 198 p. (Estratégia de ensino, v.48).
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
AGRA, Christiane Batinga. Inglês se aprende na escola pública: reflexões sobre a
introdução da língua inglesa no ensino fundamental I à luz dos multiletramentos.
Dissertação (Mestrado em Letras e Linguística: Linguística) - Universidade Federal de
Alagoas, Faculdade de Letras, Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística,
Maceió, AL,2016.
CANAGARAJAH, A. Suresh. Resisting linguistic imperialism in English teaching.
Oxford: Oxford University Press, c1999. 216 p.
CHARLOT, Bernard. Relação com o saber, formação dos professores e globalização:
questões para a educação hoje. Porto Alegre: Artmed, 2005.. 159 p. ISBN 8536305088 :
(Broch.).
COPE, Bill; KALANTZIS, Mary (Edit.). Multiliteracies: literacy learning and the design
of social futures . London; New York: Routledge, 2000. xi, 350 p. (Literacies). ISBN
9780415214216 (broch.).
JORDÃO, Clarissa Menezes; MARTINEZ, Juliana Zeggio; HALU, Regina Célia (Org).
Formação 'desformatada' - práticas com professores de língua inglesa. Campinas,
SP: Pontes, 2011. 307 p. (Novas perspectivas em linguística aplicada; 15) ISBN
9788571133594 (broch.).
MACIEL, Ruberval Franco; ARAUJO, Vanessa de Assis (orgs.) Formação de
Professores de Línguas: ampliando perspectivas. Jundiaí, Paco Editorial, 2011. 318 p.
MAGALHÃES, Joyce Rodrigues da Silva. A formação do professor de língua inglesa
e o letramento digital: um olhar sobre uso das tic na sala de aula. (Mestrado em Letras
e Linguística: Linguística) - Universidade Federal de Alagoas, Faculdade de Letras,
Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística, Maceió, AL,2017.
MENEZES, Vera Lúcia (org.). Interação e aprendizagem em ambiente virtual. 2. ed.
Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010. 405 p. (Invenção) ISBN 9788570417398 (broch.).

120

MOREIRA JR, Rusanil dos Santos. Português como língua adicional e letramento
crítico: ensino-aprendizagem com participantes falantes de outras línguas na
Universidade Federal de Alagoas. (Mestrado em Letras e Linguística: Linguística) Universidade Federal de Alagoas, Faculdade de Letras, Programa de Pós-Graduação em
Letras e Linguística, Maceió, AL, 2016.
RICHARDS, Jack C.; RENANDYA, Willy A. Methodology in language teaching: an
anthology of current practice . New York: Cambridge University Press, 2013. vii, 422 p.
ISBN 9780521004404 (broch.).
SANTOS, Benyelton Miguel dos. Justiça social e letramento crítico: reflexões sobre o
ensino de inglês como língua adicional no projeto Casas de Cultura no Campus da UFAL.
(Mestrado em Letras e Linguística: Linguística) - Universidade Federal de Alagoas,
Faculdade de Letras, Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística, Maceió, AL,
2018.
SANTOS, Rodolfo Rodrigues Pereira dos. A pesquisa-ação na formação continuada
de professores de inglês e a abordagem de letramento crítico. Maceió, AL, 2013. 136
f. Dissertação (Mestrado em Letras e Linguística: Linguística) - Universidade Federal de
Alagoas, Faculdade de Letras, Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística,
Maceió, AL, 2013.
SANTOS, Boaventura de Sousa. A gramática do tempo: para uma nova cultura política.
São Paulo: Cortez, 2006. 511 p. (Para um novo senso comum ; 4) ISBN 8524912421
(broch.).
SARMENTO, Simone; ABREU-E-LIMA, Denise Martins de; MORAES FILHO,
Waldenor Barros (Org). Do inglês sem fronteiras ao idiomas sem fronteiras: a
construção de uma política linguística para a internacionalização . Belo Horizonte: Ed.
UFMG, 2016. 315 p. (EAD para o mundo).
TAKAKI, Nara Hiroko; MACIEL, Ruberval Franco (Orgs.). Letramentos em terra de
Paulo Freire. Campinas. Pontes Editores, 2014.
TAVARES, Roseanne Rocha; BRYDON, Diana (Org.). Letramentos transnacionais:
mobilizando conhecimento entre Brasil/Canadá. Maceió: EDUFAL, 2013. 149 p. ISBN
9788571777491 (broch.).
ZACCHI, Vanderlei; STELLA, Paulo Rogério (Orgs.) Novos Letramentos, formação
de professores e ensino de língua inglesa. Maceió: EDUFAL, 2014. 273 p.

121

FUNDAMENTOS DE LIBRAS
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Estudo dos fundamentos da Língua Brasileira de Sinais (Libras), com noções práticas de
sinais e interpretação, destinado às práticas pedagógicas na educação inclusiva.
TEMAS TRANSVERSAIS
Acessibilidade e inclusão.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
BRITO, L. F. Por uma gramática de língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro:
UFRJ, Departamento de Linguística e Filologia, 1995.
COUTINHO, D. Libras e língua portuguesa: semelhanças e diferenças. João Pessoa:
Editor: Arpoador , 2000.
QUADROS, R. M., KARNOPP, L. B. Línguas de sinais brasileira: estudos linguísticos.
Porto Alegre: Artmed, 2004.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
FELIPE, T. A. Libras em contexto: curso básico, livro do estudante cursista. Brasília:
Programa nacional de apoio à educação dos surdos, MEC; SEESP; 2001.
GESSER, Audrei. Libras? que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno da língua
de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola, 2009.
LOPES FILHO, O. (Org.). Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 1997.
SACKS, O. W. Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia
das Letras, 1998.
SALLES, H. M. M. L. et al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para
prática pedagógica. 2 v.: Programa nacional de apoio à educação dos surdos. Brasília:
MEC, SEESP, 2005.

LÍNGUA INGLESA 1
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Estudo da língua inglesa com enfoque no desenvolvimento dos conhecimentos linguísticodiscursivos e das habilidades de compreensão de produção oral e escrita de modo integrado em
nível elementar proporcionando ao aprendiz as condições necessárias para seu desenvolvimento.
TEMAS TRANSVERSAIS

122

Identidade e diversidade
REFERÊNCIAS BÁSICAS
BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. São Paulo: Loyola, 2006.
BROUGH, Sonia. Gramática essencial de inglês. 2.ed. Lisboa, Portugal: Editorial Presença,
2009.
LACOSTE, Yves e RAJAGOPALAN, Kanavillil (org.) A Geopolítica do inglês. São Paulo:
Parábola, 2005.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
CANAGARAJAH, A. Suresh. Resisting linguistic imperialism in English teaching.
Oxford: Oxford University Press, 1999.
GEE, James Paul. Social linguistics and literacies: ideology in discourses. 4th. ed.
London: Routledge, 2007
JOHNSON, Karen E. Second language teacher education: a sociocultural perspective.1st ed.
New York: Routledge, 2009.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Introdução à linguística textual: trajetória e grandes
temas: Martins Fontes, 2004.
MOURA, Denilda (Org.). Leitura e escrita: a competência comunicativa. Maceió:
EDUFAL, 2007.

LÍNGUA INGLESA 2
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Estudo da língua inglesa com enfoque no desenvolvimento dos conhecimentos
linguístico-discursivos e das habilidades de compreensão e de produção oral e escrita de
modo integrado em nível elementar proporcionando ao aprendiz as condições necessárias
para seu desenvolvimento.

TEMAS TRANSVERSAIS
Identidade e cidadania
REFERÊNCIAS BÁSICAS
CUNHA, Maria Jandyra Cavalcanti; GURAN, Milton; HASSE, Geraldo; MENEZES,
Frederico Lucena de; STEVENS, Cristina Maria Teixeira. Migração e identidade:
olhares sobre o tema. São Paulo: Centauro, 2007.
SIGNORINI, Inês. Língua(gem) e identidade: elementos para uma discussão no campo
aplicado. Campinas: 1998. Mercado de Letras.
STOFF, Rudolf. Gramática de inglês. 5. ed. Lisboa: Presença, 2002.
123

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ALMEIDA, Fernando Afonso de; GONÇALVES, José Carlos (Org.). Interação,
contexto e identidade em práticas sociais. Niteroi, RJ: Universidade Federal
Fluminense, 2009.
ARAÚJO, Anne Francialy da Costa. Língua e identidade: reflexões discursivas a partir
do diretório dos índios. Maceió: EDUFAL, 2007.
RAJAGOPALAN, Kanavillil. Por uma lingüística crítica: linguagem, identidade e a
questão ética. 3. ed. São Paulo: Parábola, 2008.
TAVARES, Roseanne Rocha (Org.). Língua, cultura e ensino. Maceió: EDUFAL,
2006.
TAVARES, Roseanne Rocha. A negociação da imagem na pragmática: por uma visão
sociointeracionista da linguagem. Maceió: EDUFAL, 2007.

LÍNGUA INGLESA 3
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Estudo da língua inglesa com enfoque no desenvolvimento dos conhecimentos linguísticodiscursivos e das habilidades de compreensão e de produção oral e escrita de modo integrado em
nível básico I proporcionando ao aprendiz as condições necessárias para seu desenvolvimento.
TEMAS TRANSVERSAIS:
Língua e Interculturalidade
REFERÊNCIAS BÁSICAS
BHABHA, Homi K. O local da cultura. 2. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2013;
BRITTO, Marisa M. Jenkins de; GREGORIM, Clovis Osvaldo. Michaelis inglês: gramática
prática. São Paulo: Melhoramentos, 2002.
ORLANDI, Eni Puccinelli ((org.)). A leitura e os leitores. 2. ed. Campinas (SP): Pontes, 2003.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
AUROUX, Sylvain. A revolução tecnológica da gramatização. Campinas, SP: UNICAMP,
2009..
COUTINHO, Maria Antónia. Texto(s) e competência textual. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian, 2003. 431p. (Textos universitários de ciênciassociais e humanas) ISBN 9723109794
(Broch.)
MOURA, Denilda (Organizadora). Oralidade e escrita: estudos sobre os usos da língua.
Maceió: EDUFAL, 2003.
RANDOM house.Webster's: Easy English dictionary: advanced. New York: Random House
Reference, 2001.

124

SIGNORINI, I et CAVALCANTI, M. (orgs.) Linguística Aplicada e transdisciplinaridade.
Campinas: Mercado de Letras, 1998.

LÍNGUA INGLESA 4
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Estudo da língua inglesa com enfoque no desenvolvimento dos conhecimentos
linguístico-discursivos e das habilidades de compreensão e de produção oral e escrita de
modo integrado em nível básico II proporcionando ao aprendiz as condições necessárias
para seu desenvolvimento.
TEMAS TRANSVERSAIS
Globalização
REFERÊNCIAS BÁSICAS
CANAGARAJAH, A. Suresh. Resisting linguistic imperialism in English teaching.
Oxford: Oxford University Press, c1999.
CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Analia Cochar. Gramática
reflexiva: texto, semântica e interpretação . São Paulo: Atual, 2013.
HANCOCK, Mark. English pronunciation: in use: intermediate - self-study and
classroom use. Cambridge, UK: Cambridge University Press, 2003.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
GUSSENHOVEN, C. JACOBS, H. Understanding phonology. Londres: Hoder Arnold,
2005
HEATH, Shirley Brice. Ways with words: language , life , and work in communities and
classrooms. Cambridge: Cambridge University Press, 2009.
MARCONDES, Danilo. Filosofia, linguagem e comunicação. 2. ed. rev. e ampl. :
Cortez, 1992.
MORIN, E. Saberes globais e saberes locais: o olhar interdisciplinar. Rio de Janeiro:
Garamond Universitária, 2000.
RICOEUR, Paul. Teoria da interpretação: o discurso e o excesso de significação.
Lisboa: Edições 70, 2009.

LÍNGUA INGLESA 5
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
125

EMENTA:
Estudo da língua inglesa com enfoque no desenvolvimento dos conhecimentos
linguístico-discursivos e das habilidades de compreensão e de produção oral e escrita de
modo integrado em nível intermediário I proporcionando ao aprendiz as condições
necessárias para seu desenvolvimento.
TEMAS TRANSVERSAIS
Meio ambiente
REFERÊNCIAS BÁSICAS
ARAÚJO, Maria Inêz Oliveira; SOARES, Maria José Nascimento. Educação
ambiental: o construto de práticas pedagógicas consolidadas na pesquisa de professores
em escolas públicas. Aracaju: Criação, 2010.
FIORIN, José Luiz. Linguagem e ideologia. 8. ed. : Ática, 2004
MCWHORTER, Kathleen T. College reading and study skills. 7. ed. New York:
Longman, 1998.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
HEATH, Shirley Brice. Ways with words: language, life, and work in communities and
classrooms. Cambridge: Cambridge University Press, 2009.
LEFFA, Vilson J. Aspectos da leitura: uma perspectiva psicolinguística. Porto Alegre:
Sagra-DC Luzzato, 1996.
LYCAN, William G. Philosophy of language: a contemporary introduction. 2nd ed.
New York: Routledge, 2008
MELLO, Suely Amaral. Linguagem, consciência e alienação: o óbvio como obstáculo
ao desenvolvimento da consciência crítica. Marília: UNESP : Marília Publicações, 2000
PERINI, Mario A. (Mario Alberto). Sofrendo a gramática: ensaios sobre a linguagem.
São Paulo: Ática, 1997.

LÍNGUA INGLESA 6
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Estudo da língua inglesa com enfoque no desenvolvimento dos conhecimentos
linguístico-discursivos e das habilidades de compreensão e de produção oral e escrita de
modo integrado em nível intermediário II proporcionando ao aprendiz as condições
necessárias para seu desenvolvimento.

126

TEMAS TRANSVERSAIS
Língua e poder: diversidade e acesso
REFERÊNCIAS BÁSICAS
BRITTO, Marisa M. Jenkins de; GREGORIM, Clovis Osvaldo. Michaelis inglês:
gramática prática. São Paulo: Melhoramentos, 2002.
GNERRE, Maurizzio. Linguagem, escrita e poder. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes,
1998.
WEISSBERG, Robert; BUKER, Suzanne. Writing up research: experimental research
report writing for students of English. Englewood Cliffs, NJ: Prentice-Hall, c1990.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ECO, Umberto. Conceito de texto. São Paulo: T. A. Queiroz: EDUSP, 1984.
ECO, Umberto. Lector in fabula: a cooperação interpretativa nos textos narrativos. 2.
ed. São Paulo: Perspectiva, 2004
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. A Coesão textual. 22. ed. São Paulo: Contexto, 2012.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça; TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A Coerência textual.
São Paulo: Contexto, 2009.
ORLANDI, Eni Pulcinelli. Discurso e leitura. São Paulo: Cortez; Campinas: Ed. da
UNICAMP, 1988.

LÍNGUA INGLESA 7
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Estudo da língua inglesa com enfoque no desenvolvimento dos conhecimentos
linguístico-discursivos e das habilidades de compreensão e de produção oral e escrita de
modo integrado em nível intermediário superior I proporcionando ao aprendiz as
condições necessárias para seu desenvolvimento, complementado por focalização na
relação entre língua e poder da perspectiva do posicionamento do/a escritor/a e do/a
leitor/a.
TEMAS TRANSVERSAIS
Identidade e multiculturalidade

REFERÊNCIAS BÁSICAS

127

AMARAL, Maria Virgínia Borges. Discurso e relações de trabalho. Maceió: EDUFAL,
2005.
ANTUNES, Irandé. Lutar com palavras: coesão e coerência. 4. ed. São Paulo: Parábola,
2008.
SIGNORINI, I (org.). Lingua(gem) e Identidade: elementos para uma discussão no
campo aplicado. Campinas: Mercado de Letras: 2006.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
BAKHTIN, Mikhail. Dialogismo e construção do sentido. 2. ed. rev. Campinas: Editora
da UNICAMP, 2005.
ECO, Umberto. Os limites da interpretação. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 2004.
GARCEZ, Lucilia Helena do Carmo. A escrita e o outro: os modos de participação na
construção do texto. Brasília: Ed. da UnB, 1998.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Desvendando os segredos do texto. 2. ed. : Cortez,
2002.
ORLANDI, Eni Puccinelli. A linguagem e o seu funcionamento: as formas do discurso.
4. ed. Campinas: Pontes, 1996.

LINGUÍSTICA APLICADA E ENSINO DE LÍNGUA ADICIONAL
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Conceitos de Linguística Aplicada (LA), Linguística Aplicada Crítica (LAC), Linguística
Aplicada Transgressiva (LAT). Discussão sobre diferentes campos de estudo e atuação,
com ênfase voltada para o ensino-aprendizagem de línguas adicionais. Estudo sobre
métodos e abordagens de ensino-aprendizagem de língua adicional (aplicados ao ensino
fundamental e médio). Linguística Aplicada e sua natureza transdisciplinar. Diferentes
pesquisas empíricas e seus pressupostos teóricos.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
FABRÍCIO, Branca Falabella; MOITA LOPES, Luiz Paulo da ((org.)). Por uma
lingüística aplicada indisciplinar. São Paulo: Parábola, 2006. 279 p. (19 Linguagem
(Parábola Editorial) ; 19). ISBN 9788588456495 (broch.).
FREIRE, Maximina M. ABRAHÃO, Maria Helena Vieira. BARCELOS, Ana Maria
Ferreira. Linguística aplicada e Contemporaneidade. São Paulo: Pontes, 2005.
LIMA, Diógenes Cândido de (Org). Ensino e aprendizagem de língua inglesa:
conversas com especialistas. São Paulo, SP: Parábola Editorial, 2009. 245 p. (Estratégias
de ensino ; 11). ISBN 9788588456952.
128

TAKAKI, Nara Hiroko; MACIEL, Ruberval Franco (Orgs.). Letramentos em terra de
Paulo Freire. Campinas. Pontes Editores, 2014.
SANTOS, Boaventura de Sousa. Um discurso sobre as ciências. 4. ed. São Paulo:
Cortez, 2006. 92 p. ISBN 8524909528 (broch.).
SIGNORINI, Inês; CAVALCANTI, Marilda (Orgs.) Linguística Aplicada e
Transdisciplinaridade: questões e perspectivas. Campinas, Mercado de Letras, 2007.
188 p.
SILVA, Kleber Aparecido da; ORTIZ ALVARES, Maria Luisa. Perspectivas de
investigação em lingüística aplicada. São Paulo: Pontes, 2008. 407 p. ISBN
9788571132788 (broch.).

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
BARCELOS, Ana Maria Ferreira ((org.)). Linguística aplicada: reflexões sobre ensino
e aprendizagem de língua materna e língua estrangeira. Campinas, SP: Pontes, 2011.. 328
p. (Novas perspectivas em linguística aplicada ; 13). ISBN 9788571133525 (broch.).
CANAGARAJAH, A. Suresh. Resisting linguistic imperialism in english teaching.
Oxford: Oxford University Press, c1999. 216 p. ; ISBN 9780194421546 : (Broch.)
CHARLOT, Bernard. Relação com o saber, formação dos professores e globalização:
questões para a educação hoje. Porto Alegre: Artmed, 2005.. 159 p. ISBN 8536305088 :
(Broch.).
CORACINI, Maria José Rodrigues Faria; BERTOLDO, Ernesto Sérgio (Org). O Desejo
da teoria e a contingência da prática: discursos sobre e na sala de aula (língua materna
e língua estrangeira). Campinas, SP: Mercado de Letras, [2003 ]. 342 p. ISBN
8575910094 (broch.).
LIMA, Diógenes Cândido de (Org). Ensino e aprendizagem de língua inglesa:
conversas com professores da escola pública. Campinas, Pontes Editores, 2017.
PIMENTA, Rosângela Oliveira Cruz; FERREIRA, Paulo Nin (Orgs). Formação
continuada de professores do ensino médio de Alagoas. Maceió, EDUFAL, 2015.
SANTOS, Boaventura de Sousa. Um discurso sobre as ciências. 4. ed. São Paulo:
Cortez, 2006. 92 p. ISBN 8524909528 (broch.).
TAVARES, Roseanne Rocha; BRYDON, Diana (Org.). Letramentos transnacionais:
mobilizando conhecimento entre Brasil/Canadá. Maceió: EDUFAL, 2013. 149 p. ISBN
9788571777491 (broch.).
TAVARES, Roseanne Rocha. Linguagem em uso. Maceió: Edufal, 2009. 218 p. ISBN
9788571775022 : (Broch.).

129

ZACCHI, Vanderlei; STELLA, Paulo Rogério (Orgs.) Novos Letramentos, formação
de professores e ensino de língua inglesa. Maceió: EDUFAL, 2014. 273 p.
ZOZZOLI, Rita Maria Diniz; MAIOR, Rita Souto (Orgs.) Sala de aula e questões
contemporâneas. Maceió, EDUFAL, 2015.

TEORIA DA LITERATURA
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Ementa: Reflexão sobre fundamentos da teoria da literatura e constituição de seu objeto
(processos de construção estético-verbal, modos discursivos, gêneros), desde a
Antiguidade aos estudos contemporâneos, com base na análise de textos (teóricos e
literários).
REFERÊNCIAS BÁSICAS:
BAKHTIN, M. M. Estética da criação verbal. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes,
c1983.
SOARES, Angélica. Gêneros literários. 6.ed. São Paulo: Ática, 2005.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES:
AMORA, Antônio Soares. Introdução a teoria da literatura. 13. ed. São Paulo: Cultrix,
2006;
ARISTÓTELES; HORÁCIO; LONGINO. A poética clássica. 12. ed. São Paulo:
Cultrix, 2005.
COMPAGNON, Antoine. O trabalho da citação. Belo Horizonte: Ed. da UFMG, 2007.
LAJOLO, Marisa. O que é literatura. Sao Paulo: Brasiliense, 1990.
CULLER, Jonathan D. Literary theory: a very short introduction. United State: Oxford
University Press, c2011.

LITERATURAS EM LÍNGUA INGLESA I
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Introdução geral às literaturas em língua inglesa. Modos de leitura e práticas da análise
de textos literários. A poesia, a prosa de ficção a produção dramática e os gêneros
híbridos. Termos e conceitos relevantes para a crítica literária.
REFERÊNCIAS BÁSICAS

130

BURGESS, Anthony. A literatura inglesa. 2. ed. São Paulo: Ática, 2008.. 312 p.
(Básica Universitária). ISBN 9788508058846;
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes,
c1983.
POUND, Ezra. ABC da literatura. 11. ed. São Paulo, SP: Cultrix, 2006. 218 p. ISBN
9788531600012 (broch.).

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

CULLER, J. Teoria literária: uma introdução. Trad. Sandra Guardini T. Vasconcelos.
São Paulo: Becca, 1999.
EVANS, Ifor. A Short History of English Literature. London: Penguin, 1990. ISBN :
014020072X; MOODY, H. L. B. Literary appreciation: a practical guide to the
understanding and enjoyment of literature in english. London: Longman, c1968. 210 p.
ISBN 05826008384.
LAJOLO, Marisa. O que é literatura. Sao Paulo: Brasiliense, 1990.
PEREIRA, Maria Antonieta; REIS, Eliana Lourenço de Lima. Literatura e estudos
culturais. Belo Horizonte, MG: Faculdade das Letras da UFMG, 2000. 256p ISBN
8587470108
SOARES, A. Gêneros literários. São Paulo: Ática, 1989.

LITERATURAS EM LÍNGUA INGLESA 2
EMENTA:
Conceituação de gênero lírico. Conceitos de poesia. Elementos fônicos, visuais,
imagéticos do poema. Modos de leitura de poesia. Teorias de performance poética.
Leituras de textos poéticos em língua inglesa.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
ABRAMS, M.H., et al. (Eds). The Norton anthology of English literature, 5th edition,
vol.s I & II, New York and London: W. W & Company Ltd., 1986;
ARISTÓTELES. A poética clássica. Tradução de Jaime Bruna. 7. ed., São Paulo:
Cultrix, 1977;
SOARES, A. Gêneros literários. São Paulo: Ática, 1989.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

131

BARNET, Sylvan et al. An introduction to literature: fiction, poetry and drama.
Illinois: Scott, Bresman & Company, 1997;
BOSI, A. (Org.). Leitura de poesia. São Paulo: Ática, 1996;
CARVALHO, Alfredo Leme Coelho de. Interpretação da 'Poética' de Aristóteles. São
José do Rio Preto: Editora Rio-Pretense, 1998;
HEANEY, Seamus. Beowulf: a new verse translation. New York: W. W. Norton &
Company, 2000;
POUND, Ezra. ABC da literatura. 11. ed. São Paulo, SP: Cultrix, 2006.
LITERATURAS EM LÍNGUA INGLESA 3
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Teorias da narrativa. Narrativa, narração e história. Sujeitos ficcionais. Autor/anarrador/a; narratário/a, leitor/a e personagem. Tempo e espaço: suas representações
textuais. Leituras de obras narrativas em língua inglesa.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
FORSTER, E. M. Aspects of the novel. New York: HBJ, 1927.
HARMON, William; HOLMAN, C. Hugh. A handbook to literature. New Jersey:
Prentice Hall, 1999.
STAM, Robert. Bakhtin: da teoria literária à cultura de massa. São Paulo: Ática, 1992.
CULLER, J. Teoria literária: uma introdução. Trad. Sandra Guardini T. Vasconcelos.
São Paulo: Becca, 1999.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
COMPAGNON, Antoine. O demônio da teoria: literatura e senso comum. Belo
Horizonte, MG: UFMG, 1999.
CULLER, J. Teoria literária: uma introdução. Trad. Sandra Guardini T. Vasconcelos.
São Paulo: Becca, 1999.
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. 6. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2006.
REIS, C. Teoria literária: uma introdução. Lisboa: Almedina, 1999.
STAM, Robert. Bakhtin: da teoria literária à cultura de massa. São Paulo: Ática, 1992.

132

WOOLF, Virginia. Orlando. Tradução de Cecília Meireles.São Paulo: Nova Fronteira,
1978.

LITERATURAS EM LÍNGUA INGLESA 4
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Teorias do drama. Elementos do gênero dramático. Tragédia e comédia. Modulações do
teatro em inglês (das origens ao contemporâneo). Performance no teatro. Leitura de obras
teatrais em língua inglesa.

REFERÊNCIAS BÁSICAS
BURGESS, Anthony. A literatura inglesa. 2. ed. São Paulo: Ática, 2008. PEACOCK,
Ronald. Formas da literatura dramática. São Paulo: Zahar, 1968.
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. 6. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2006;
SHAKESPEARE, William. The complete works of William Shakespeare. New Jersey:
Gramercy Books, 1990.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
BECKETT, Samuel. Esperando Godot. São Paulo: Cosac Naify, 2005;
BOQUET, Guy. Teatro e sociedade: Shakespeare. São Paulo: Perspectiva, 1989;
BOSI, Alfredo. Ideologia e contraideologia: temas e variações. São Paulo: Companhia
das Letras, 2010;
CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade: estudos de teoria e história literária. 9. ed.
Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul, 2006.;
SANDER, L. (Org.) O teatro de Susan Glaspell. Embaixada dos EUA.
PESQUISAS TEÓRICAS E APLICADAS EM LETRAS E LINGUÍSTICA
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Aspectos da pesquisa qualitativa nos estudos linguísticos e literários, com foco à pesquisa
articulada ao ensino de língua inglesa. Apresentação de diferentes abordagens
metodológicas para pesquisa em estudos linguísticos e literários. Normas de metodologia
científica e produção textual acadêmica e científica. Fontes de produção: bibliotecas,
133

meios informatizados, leitura e produção de ensaios e artigos com diferentes abordagens
teóricas. Etapas de um projeto de pesquisa. Ética na pesquisa com seres humanos.
TEMAS TRANSVERSAIS:
Ética.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa qualitativa em ciências humanas e sociais. Rio de
Janeiro: Vozes, 2006.144 p. ISBN 8532633900;
CRESWELL, John W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativos, quantitativo e misto .
3. ed. -. Porto Alegre, RS: Artmed, 2010. 296 p. ISBN 9788536323008;
GIBBS, Graham. Análise de dados qualitativos. Porto Alegre: Bookman, 2009.. 198 p.
(Pesquisa Qualitativa) ISBN 9788536320557;
ILHESCA, Daniela Duarte. Redação acadêmica. Editora Intersaberes, 2012. 176p ISBN
978858212535;
MINAYO, Maria Cecilia de Souza; DESLANDES, Suely Ferreira; GOMES, Romeu.
(Org.). Pesquisa social: teoria, metodo e criatividade. Petrópolis: Vozes, 2016.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ANDRÉ, Marli E. D. A. (Marli Elisa Dalmazo de). Etnografia da prática escolar. 12.
ed. Campinas, SP: Papirus, 2005.. 128 p. (Prática pedagógica) ISBN 8530803760;
LIAMPUTTONG, Pranee; (Editor) SPRINGERLINK (ONLINE SERVICE). Doing
Cross-Cultural Research : Ethical and Methodological Perspectives . Springer eBooks
XXXI, 310 p (Social Indicators Research Series, 34), 2008. ISBN 9781402085673;
MONTEIRO, Roberto Alves (Org). Fazendo e aprendendo pesquisa qualitativa em
educação. Juiz de Fora: FEME, 1998. 413 p. ISBN 8586913014;
NUNAN, David. Research methods in language learning. 6. ed. Cambridge:
Cambridge University Press ,1997. 249p. (Cambridge language teaching) ISBN
052142968;
ROSA, Maria Virgínia de Figueiredo Pereira do Couto; ARNOLDI, Marlene Aparecida
Gonzalez Colombo. A Entrevista na pesquisa qualitativa: mecanismos para validação
dos resultados. Belo Horizonte: Autêntica, c2006. 107 p. ISBN 9788575261798;
SILVERMAN, David. Interpreting qualitative data: a guide to the principles of
qualitative research . 4th ed. Los Angeles: SAGE Publications, 2011.

QUESTÕES CONTEMPORÂNEAS EM LINGUÍSTICA APLICADA E ENSINO
DE LÍNGUA INGLESA
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
134

EMENTA:
Relação entre letramentos e ensino-aprendizagem de língua Inglesa por meio de gêneros
discursivos orais, escritos e multimodais sobre diversidades: de gênero, sexual, étnicoraciais, de religião, e os estudos da deficiência, entre outras. Análise de material didático
visando respeito, reconhecimento e valorização das diferenças. Estudo reflexivo-crítico
sobre métodos, abordagens e perspectivas críticas de ensino-aprendizagem de língua
inglesa aplicados ao ensino fundamental e médio. Análise das diretrizes e documentos
oficiais. Temas da atualidade relacionados ao ensino-aprendizagem de línguas
estrangeiras/adicionais, tais como: inglês como língua franca, pós-método, testes e
padronização de proficiência, sala de aula invertida, blending learning, translanguage,
gamificação, entre outros.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
HARMER, Jeremy. The practice of english language teaching. 4th ed.
Harlow(England): Pearson Education, c2007. 448 p. + 1 DVD ISBN 9781405853118
(broch.).
LOPES, Luiz Paulo da Moita; BASTOS, Liliana Cabral. Identidades: recortes multi e
interdisciplinares. Campinas (SP): Mercado de Letras, 2002. 477p. ISBN 8575910051
(broch.).
LOPES, Luiz Paulo da Moita. Discursos de identidades: discurso como espaço de
construção de gênero, sexualidade, raça, idade e profissão na escola e na família. São
Paulo: Mercado de Letras, 2003. 271 p. ISBN 8575910108 : (Broch.)
MOITA LOPES, Luiz Paulo da; BASTOS, Liliana Cabral (Orgs.). Para além da
identidade: fluxos, movimentos e trânsitos . Belo Horizonte: UFMG, 2010. 319 p
(Humanitas) ISBN 9788570418531 (broch.).
ZACCHI, Vanderlei; STELLA, Paulo Rogério (Orgs.) Novos Letramentos, formação
de professores e ensino de língua inglesa. Maceió: EDUFAL, 2014. 273 p.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
BROWN, H. Douglas. Teaching by principles: an interactive approach to language
pedagogy. 2nd ed. San Francisco: H. Douglas Brown, 2001. 480 p. ISBN 0130282839 :
(Broch.).
BUTLER. Judith. Problemas de Gênero. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
CANAGARAJAH, A. Suresh. Resisting linguistic imperialism in English teaching.
Oxford: Oxford University Press, c1999. 216 p. ; ISBN 9780194421546 : (Broch.)
COPE, Bill; KALANTZIS, Mary (Edit.). Multiliteracies: literacy learning and the design
of social futures . London; New York: Routledge, 2000. xi, 350 p. (Literacies). ISBN
9780415214216 (broch.).

135

CORRÊA, I.M. A didática do ensino e a avaliação da aprendizagem em língua
estrangeira. Editora Intersaberes. ( e-book).
FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Graal, 1979.
GUSMÃO, Neusa Maria M. Diversidade, Cultura e Educação: olhares cruzados. São
Paulo: Biruta, 2003.
LIMA, Diógenes Cândido de (Org). Ensino e aprendizagem de língua inglesa:
conversas com especialistas. São Paulo, SP: Parábola Editorial, 2009. 245 p. (Estratégias
de ensino ; 11). ISBN 9788588456952.
LIMA, Diógenes Cândido de (Org). Ensino e aprendizagem de língua inglesa:
conversas com professores da escola pública. Campinas, Pontes Editores, 2017.
PIMENTA, Rosângela Oliveira Cruz; FERREIRA, Paulo Nin (Orgs). Formação
continuada de professores do ensino médio de Alagoas. Maceió, EDUFAL, 2015.
SANTOS, Boaventura de Sousa. Pela mão de Alice: o social e o político na pósmodernidade. 3. ed. São Paulo: Cortez, 1997. 348p ISBN 8524905786 : (Broch.)
WALESKO, A.M.H. Compreensão oral em língua inglesa. Editora Intersaberes. (ebook).
ZOZZOLI, Rita Maria Diniz; MAIOR, Rita Souto (Orgs.) Sala de aula e questões
contemporâneas. Maceió, EDUFAL, 2015.

TEORIA LINGUÍSTICA 1
EMENTA:
Panorama dos fenômenos da linguagem e suas abordagens, desde os estudos
tradicionais até a teoria linguística moderna, com ênfase nos pressupostos teóricometodológicos do saussurianismo, do estruturalismo linguístico e do gerativismo.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
CHOMSKY, Noam. Novos horizontes no estudo da linguagem e da mente. São Paulo:
Ed. UNESP, 2002.
MUSSALIM, Fernanda; BENTES, Anna Christina (org.). Introdução à linguística:
fundamentos epistemológicos. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2004. 3 v.
SAUSSURE, F. Curso de Linguística Geral. São Paulo: Cultrix, 2012.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
DUBOIS. J. (org.). Dicionário de linguística. 2. ed. São Paulo: Cultrix, c1973.
FIORIN, Jose Luiz (org.). Introdução a linguística. São Paulo: Contexto, 2002. v.1.
136

LYONS, John. Linguagem e linguística: uma introdução. Rio de Janeiro: LTC, 1987.
MIOTO, Carlos, SILVA, Maria Cristina Figueiredo,; LOPES, Ruth Elizabeth
Vasconcellos. Novo manual de sintaxe. 3. ed. Florianópolis , SC: Insular, 2007.
ROBINS, R. H. (Robert Henry). Pequena historia da linguística. Rio de Janeiro: Ao
Livro Técnico, 1979.

TEORIA LINGUÍSTICA 2
EMENTA:
Estudo de tendências teóricas linguísticas contemporâneas pós-estruturalistas, que
relacionam os aspectos linguísticos e os sociais, seja através da noção da interação
qualitativa (Análise da Conversação e Sociolinguística Interacional), do enunciado como
unidade de análise (Teorias da Enunciação e da Pragmática), do texto como unidade de
análise (Linguística textual) e do discurso (as diferentes análises do discurso).

REFERÊNCIAS BÁSICAS
BENVENISTE, E. Problemas de Linguística Geral II.Campinas: Pontes, 1989.
FIORIN, J. L. MUSSALIN, F. e BENTES, A. CIntrodução à Linguística – fundamentos
epistemológicos 3. São Paulo: Cortez, 2004.
RIBEIRO, B. T.; GARCEZ, P. M. (orgs.) Sociolinguística Interacional. Porto Alegre:
AGE, 1998.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
AUTHIER-REVUZ, J. Palavras incertas: as não-coincidências do dizer. Campinas, SP:
Editora da UNICAMP, 1998.
BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. Trad. Michael Lahud. Yara Frateschi
Vieira. 7 ed. São Paulo Hicitec, 1929/1995.
KOCH, I. V., ELIAS, V. M. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo:
Editora Contexto, 2009.
MARCUSCHI, L. A. Análise da Conversação. São Paulo: Ática, 2003.
MAINGUENEAU, D. Análise de textos de comunicação. Trad. Cecília P. de Souza-eSilva, Décio Rocha. São Paulo: Cortez, 2008.

137

15.2 Disciplinas do Centro de Educação (em ordem alfabética)
DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Estudo dos processos psicológicos do desenvolvimento e da aprendizagem na infância,
na adolescência e na fase adulta segundo as teorias da Psicologia em sua interface com a
Educação.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
COLL, C.; MARCHESI, A.; PALACIOS, J. Desenvolvimento psicológico e educação:
psicologia evolutiva. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 1995, vol. 1.
MOREIRA, M. B.; MEDEIROS, C. A. Princípios básicos de análise do
comportamento. São Paulo: Artmed, 2007.
KUPFER, M. C. Freud e a Educação. O mestre do impossível. 3ª Ed. São Paulo:
Scipione, 1995.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ABERASTURY, A.; KNOBEL, M. Adolescência normal: um enfoque psicanalítico.
Porto Alegre: Artmed, 1981.
BAER, D. M., ROSALES-RUIZ, J. In the analysis of behavior, what does “develop”
mean? Revista Mexicana de Análisis de la Conducta, n. 24, vol. 2, 127-136.
COLL, C.; MARCHESI, A.; PALACIOS, J. Desenvolvimento psicológico e educação:
psicologia evolutiva. 1 ed. Porto Alegre: Artmed, 1995, vol. 1.
HENKLAIN, M. H. O., CARMO, J. S. Contribuições da Análise do Comportamento à
Educação: um convite ao diálogo. Cadernos de Pesquisa, 43, 704-723, 2013.
HUBNER, M. M. C.; MOREIRA, M. B. Temas clássicos da Psicologia sob a ótica da
Análise do Comportamento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
KUPFER, M. C. Educação para o futuro: Psicanálise e Educação. 2ª Ed. São Paulo:
Escuta, 2001. – Capítulo 1: Limites e alcance de uma aproximação entre psicanálise e
educação.
MENEZES, A. P. A. B.; ARAÚJO, C. R. “Redescobrindo” a Teoria Psicogenética à Luz
da Psicologia Educacional: Contribuições e possíveis desdobramentos. In: CORREIA,
138

M. (Org.). Psicologia e escola: uma parceria necessária. Campinas, SP: Editora Alínea,
2009, p. 15 – 43.
OLIVEIRA, M. K. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: um processo sóciohistórico. São Paulo: Scipione, 2010.
PAPALIA, D. E.; FELDMAN, R. D. Desenvolvimento Humano. 12 ed. Porto Alegre,
Artmed, 2013.
SHAFFER, D. R.; KIPP, K. Psicologia do Desenvolvimento: infância e adolescência.
São Paulo: Cengage Learning, 2012.
VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente. 6 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
DIDÁTICA
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Estudo da didática, como práxis docente, nas suas dimensões política, técnicopedagógica, epistemológica e cultural, bem como suas relações com o currículo e na
constituição do ensino, considerando diferentes contextos sócio-históricos. Reflexão e
conhecimento das proposições teórico-práticas quanto à relação professor-alunoconhecimento e aos processos de planejamento e avaliação do ensino-aprendizagem.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
GANDIN, Danilo; CRUZ, Carrilho. Planejamento na sala de aula. 13 ed. Petrópolis:
Vozes, 2006.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. 2ª edição. São Paulo: Cortez, 2013.
SAVIANI, Demerval. Escola e Democracia. 42 ed. Campinas: Autores Associados,
2012.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
CASTRO, Amélia Domingues. CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Ensinar a
ensinar: didática para a escola fundamental e média. São Paulo: Pioneira Thompson
Learning, 2001.
FREITAS, Luiz Carlos de. Crítica da Organização do Trabalho Pedagógico e da
Didática. 7 ed. Campinas/SP: Papirus, 2005. - LUCKESI. Avaliação da aprendizagem,
componente do ato pedagógico. São Paulo: Cortez, 2011.
MASETTO, Marcos. Didática: a aula como centro. 4 ed. São Paulo: FTD, 1997.
MENEGOLLA, M. e SANTANNA I.M. Por que planejar? Como planejar? Curriculo
– Área – Aula. Petrópolis, Vozes, 2006.

139

OLIVEIRA, M. K. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: um processo sóciohistórico. São Paulo: Scipione, 2010.

GESTÃO DA EDUCAÇÃO E DO TRABALHO ESCOLAR
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Estudo da gestão educacional no âmbito do(s) sistema(s), com foco no planejamento e
na/da escola como organização social e educativa: concepções, características e
elementos constitutivos do sistema de organização e gestão do trabalho escolar, segundo
pressupostos teóricos e legais vigentes, na perspectiva do planejamento participativo,
tendo como eixo o projeto político-pedagógico.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão da Escola: Teoria e Prática. 6ª ed (rev e ampl.)
São Paulo: Heccus Editora, 2013.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: Projeto de Ensino-aprendizagem e
Projeto Político-Pedagógico. São Paulo: Libertad, 2004.
VEIGA, I. P. A. e FONSECA, Marilia (orgs.). As dimensões do Projeto PolíticoPedagógico. São Paulo: Papirus, 2001.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
DAVIS, Claudia (org). Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro: DP&A,
2002.
GANDIN, Danilo. Soluções de planejamento para uma prática estratégica e
participativa. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.
LIMA, Licínio C. A escola como organização educativa. 4ª ed. São Paulo: Cortez, 2011.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Coordenação do trabalho pedagógico: do projeto
político-pedagógico ao cotidiano da sala de aula. São Paulo: Libertad, 2002.
VEIGA, I. P. A.(org). Quem sabe faz a hora de construir o Projeto PolíticoPedagógico. Campinas, SP: Papirus 2007.

POLÍTICA E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO BRASIL
CARGA HORÁRIA: 72 HORAS
EMENTA:
Estudo das políticas e da organização dos Sistemas Educacionais brasileiro e alagoano no
contexto das transformações da sociedade contemporânea, a partir de análise histórico140

crítica das políticas educacionais, das reformas de ensino, dos planos de educação e da
legislação educacional.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação e da Pedagogia: geral e
Brasil. Moderna, São Paulo, 2006.
SAVIANI, Dermeval. Da LDB ao FUNDEB: por uma outra política educacional.,4ª ed.
Revisada. Campinas, SP, Autores Associados, 2011, (Coleção Educação
Contemporânea).
LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira de; TOSHI, Mirza Seabra. Educação
escolar: políticas, estruturas e organização. 10ª edição revisada e ampliada. Cortez, São
Paulo, 2012.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ABREU, Mariza. Organização da Educação Nacional na Constituição e a LDB. Ijui/
SC: UNIJUI. 1999.
AZEVEDO, Janete Maria Lins. A educação como política pública. 3 ed. Campinas/SP:
Autores Associados, 2008.
FREITAS, Bárbara. Escola, Estado e sociedade. 7 ª ed., São Paulo, Centauro, 2007.
Revista Brasileira de Educação. São Paulo: ANPED, 1996 – Quadrimestral. ISSN
1413-2478.
VERÇOSA, Élcio de Gusmão. Cultura e Educação em Alagoas: história, histórias. 4ª
edição. Maceió, EDUFAL, 2006.

PROFISSÃO DOCENTE
CARGA HORÁRIA: 54 HORAS
EMENTA:
Estudo da constituição histórica e da natureza do trabalho docente, articulando o papel do
Estado na formação e profissionalização docente e da escola como lócus e expressão
desse trabalho.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
ARANTES, Valéria Amorim (Org.) Profissão docente: pontos e contrapontos. São
Paulo: Summus, 2009.
CERICATO, Itale Luciene. A profissão docente em análise no Brasil: uma revisão
bibliográfica. Rer. Bras. Estudos Pedagógicos, Brasília, v.97 n.246, p273-289,
maio/ago.2016.
141

D'AVILA, CRISTINA MARIA. Profissão docente; novos sentidos, novas
perspectivas. Campinas: Papirus, 2015.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ANDRADE, Francisco Ari de SANTOS, Jean Mac Cole. Ditos e interditos em educação
brasileira. Curitiba, Brasil, 2012.
GANDIN, Danilo; CRUZ, Carrilho. Planejamento na sala de aula. 13 ed. Petrópolis:
Vozes, 2006.
MESQUITA, Normandia de Farias. Desenvolvimento profissional docente: a formação
continuada como um dos elementos In: VICENTINI, Paula Perin. História da profissão
docente no Brasil; representações em disputa. São Paulo: Cortez, 2015.
PENIN, Sonia. Profissão docente e contemporaneidade. IN: ARANTES, Valéria
Amorim (Org.) Profissão docente: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus, 2009.
VERÇOSA, Élcio de Gusmão. Cultura e Educação em Alagoas: história, histórias. 4ª
edição. Maceió, EDUFAL, 2006.

16. AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL
A avaliação conforme concebida no Projeto Pedagógico Institucional – PPI – é
um fator de gestão no sentido de possibilitar correções, reorientar práticas pedagógicas,
refletir sobre os projetos pedagógicos, delimitar os obstáculos administrativos, no âmbito
do curso, pelo acompanhamento do Projeto Pedagógico e pela avaliação do processo
ensino/aprendizagem. Desse modo, ela se explicita, de forma clara e objetiva, no Projeto
Pedagógico de Curso que prevê tempo amplo para o processo de sua auto-avaliação
pedagógica.
A avaliação é um mecanismo que contribui para as respostas dadas às demandas
da sociedade e da comunidade científica, e deve ser entendida como um processo amplo
e co-participativo, respeitando os critérios estabelecidos no regulamento geral dos cursos
de graduação.
Transcende a concepção de avaliação da aprendizagem e deve ser integrada ao
PPC como dado que interfira consistentemente na ação pedagógica do curso, de maneira
que garanta a flexibilização curricular, e que permita a adequação do desenvolvimento
acadêmico à realidade na qual se insere a UFAL. A avaliação requer, portanto, por parte
de todos os atores envolvidos com o processo educacional, uma permanente aferição
142

avaliativa do Projeto Pedagógico em relação aos fins pré-constituídos, às metas e às ações
definidas. Assim, a avaliação deve ser percebida como movimento de reflexão sobre os
constitutivos do processo de ensino-aprendizagem, do plano pedagógico e das atividades
curriculares.

16.1 Procedimentos de avaliação no processo ensino-aprendizagem.
A avaliação do processo ensino-aprendizagem insere-se na própria dinâmica
curricular. A avaliação é, portanto, uma atitude de responsabilidade da instituição, dos
professores e dos alunos acerca do processo formativo. A avaliação que se propõe não é
uma atividade puramente técnica; deve ser processual e formativa; e deve manter
coerência com todos os aspectos do planejamento e da execução do Projeto Pedagógico
do curso.
A avaliação da aprendizagem considera os aspectos legais determinados na Lei
de DBEN no que concerne à aferição quantitativa do percentual de 75% de presença às
atividades de ensino previstas pela carga horária de cada disciplina e no total da carga
horária do curso. Considera também a aferição qualitativa em relação ao total de pontos
obtidos pelo aluno em cada disciplina.
No plano interno, a avaliação da aprendizagem atende ao Art. 9º. da Resolução
25/05 – CEPE, que determina que o regime de aprovação do aluno em cada disciplina
será efetivado mediante a apuração da frequência às atividades didáticas e do rendimento
escolar.
Nesse entendimento, o Art. 10 afirma que: “Será considerado reprovado por falta
o aluno que não comparecer a mais de 25% (vinte e cinco por cento) das atividades
didáticas realizadas no semestre letivo.
Parágrafo Único - O abono, compensação de faltas ou dispensa de frequência,
só será permitido nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei no 1.044
(21/10/1969), Decreto-Lei no 6.202 (17/04/1975) e no Regimento Geral da UFAL.
A mesma resolução apresenta de forma detalhada como se efetiva a avaliação do
rendimento escolar nos seguintes artigos:
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre
letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
143

§ 1o – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive
prova final, após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito)
horas, das notas obtidas pelo aluno em avaliações anteriores.
§ 2o - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de
avaliação e, no prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada resultado,
poderá solicitar revisão da correção de sua avaliação, por uma comissão de
professores designada pelo Colegiado do Curso.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio
Curricular Obrigatório, quando previsto no PPC.
Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que
possível, aos conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de
mais de 01 (um) instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas
práticas, além de outras opções como provas orais, seminários, experiências
clínicas, estudos de caso, atividades práticas em qualquer campo utilizado no
processo de aprendizagem.
§ 1o - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um)
ou mais dos instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral
(AB) respectiva, calculada considerando-se a média das avaliações programadas
e efetivadas pela disciplina.
§ 2o - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete)
em uma das 02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre
letivo, a ser reavaliado naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo,
neste caso, a maior
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média
aritmética, apurada até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
§ 1o - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final
(NF) das Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2o - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF)
das Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais
igual ou superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a
Prova Final (PF).

144

Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da
disciplina ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em época
posterior às reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final
(PF), em cada disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5
(cinco inteiros e cinco décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média
ponderada da Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da
nota da Prova Final (PF), com peso 4 (quatro).
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo
comparecido à Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de
doença, devendo requerê-la ao respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48
(quarenta e oito) horas após a realização da prova.
Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até
05 (cinco) dias após a realização da primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo
critério disposto no Parágrafo único do Art. 16.
Compreendemos que a avaliação da aprendizagem é condizente com a
concepção de ensino aprendizagem que norteia a metodologia adotada para a consecução
da proposta curricular, de forma a fortalecer a perspectiva da formação integral dos
alunos, respeitando a diversidade e a pluralidade das suas formas de manifestação e
participação nas atividades acadêmicas, sem se distanciar, entretanto, das determinações
legais e institucionais.
O processo avaliativo se dará durante todo o desenvolvimento do curso, tendo
como pressupostos básicos a avaliação participativa e processual, atendendo aos diversos
níveis de avaliação, tais como a avaliação da aprendizagem, do material utilizado e da
metodologia, tanto do professor quanto do curso.
A avaliação didático-pedagógica está fundamentada numa perspectiva
emancipatória em que o aluno, a partir da reflexão da sua prática pedagógica, associandoa aos conceitos teóricos discutidos ao longo do curso, possa desenvolver uma proposta de
autonomia pessoal e desenvolvimento profissional que extrapole os modelos tradicionais
de avaliação.
A importância dessa avaliação processual, nos seus diversos níveis, constitui
uma prática constante de realimentação, possibilitando as intervenções que se fizerem
necessárias, como forma de minimizar as possíveis dificuldades no processo. O processo
145

avaliativo da aprendizagem desenvolve-se de forma quantitativa e qualitativa de acordo
com as normatizações da UFAL.
Entende-se por avaliação um processo contínuo de geração de informações que
norteiem as ações pedagógicas e a gestão acadêmica, visando o crescimento qualitativo
do curso. Para tanto, os principais instrumentos adotados serão os propostos pelo
INEP/MEC, como a Portaria nº 1.081, de 29 de agosto de 2008, que trata da Avaliação
de Cursos de Graduação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior –
(SINAES) e a Portaria nº 1 de 5 de janeiro de 2009 que aprova, em extrato, o instrumento
de avaliação para reconhecimento de cursos de graduação - Bacharelados e Licenciaturas
do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES.
A avaliação, instrumento essencial para a determinação das efetivas condições
de ensino-aprendizagem do aluno-professor (aspirante a uma formação de primeira
licenciatura), fundamental para a realização de seus objetivos educativos e profissionais,
ocorrerá nas seguintes dimensões:
- Avaliações pelo corpo docente: avaliações dos alunos; avaliação da disciplina
e dos recursos educacionais;
- Avaliações pelo corpo discente: avaliação dos professores, dos recursos
educacionais e da disciplina.
- Avaliação institucional.
16.2 Avaliação do curso
A CPA/UFAL (Comissão Própria de Avaliação) tem por finalidades elaborar e
desenvolver, junto à comunidade acadêmica, à administração e aos conselhos superiores,
uma proposta de autoavaliação institucional, além de coordenar e articular os processos
internos da avaliação da UFAL, de acordo com o projeto de autoavaliação aprovado,
dentro dos princípios e diretrizes do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior
– SINAES (Lei nº 10.861/2004). São objetivos da CPA/UFAL:
I. Promover uma cultura avaliativa no âmbito da Universidade;
II. Articular os procedimentos de construção, implantação e implementação da
autoavaliação, em conjunto com as Comissões de Autoavaliação – CAAs, que se
constituem nas Unidades Acadêmicas, Unidades Educacionais ou Campi fora de sede.
III. Estimular a melhoria da qualidade educativa pela otimização das atividades
de ensino, pesquisa e extensão;
IV. Proceder à avaliação institucional interna no âmbito da UFAL;
146

V. Elaborar relatórios de autoavaliação institucional.
COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA15
Ato de designação da CPA:
Portaria 265 de 07 de março 2014.
Portaria 1218 de 14 de julho de 2017.
Representantes Docentes da Administração Central
Tiago Leandro da Cruz Neto (titular)
Juscieny Carvalho Santana (suplente)
Representantes Docentes Ciências Humanas e Sociais
Maria Dolores Fortes Alves (titular)
Maria Aparecida Viana (suplente)
Representantes Docentes Ciências Exatas e Naturais
César Peixoto da Rocha (titular)
Luis Tarcísio Gomes Martins (suplente)
Representantes Docentes Ciências da Saúde
Luis Carlos Oliveira dos Santos (titular)
Maria José Lorena de Menezes (suplente)
Representantes Docentes Campus Arapiraca
Alexandre Ricardo de Oliveira (titular)
Diogenes Meneses dos Santos (suplente)
Representantes Docentes Campus Sertão
Lucas Gama Lima (titular)
Carlos Eduardo Muller (suplente)
Representantes Técnicos Campus AC Simões
Márcia Valéria Oliveira Gonçalves (titular)
Jean Luiz Davino dos Santos (suplente)
Representantes Técnicos Campus Arapiraca
Cledja Santos de Almeida (titular)
Marcius Antonio de Oliveira (suplente)
Representantes Técnicos Campus Sertão
Adeilton Jorge Sobrinho (titular)
15

http://www.ufal.edu.br/pei/cpa
http://www.ufal.edu.br/cpa/legislacao/portarias/portaria-cpa-2017-2019/view

147

Vinnicyus Philyppe Gracindo (suplente)
Representantes da Sociedade Civil
Fórum Permanente de Educação de Alagoas – FEPEAL
Juliano Matias de Brito (titular)
Marly do Socorro Peixoto Vidinha (suplente)
Sindicato dos Trabalhadores da Educação em Alagoas – SINTEAL
Girlene Lázaro da Silva (titular)
Josefa da Conceição (suplente)
Representantes Estudantis
Weldja Marques da Silva– Ciências Sociais Bacharelado (titular)
Erisvaldo Félix de Fárias Junior – Psicologia AC Simões (suplente)
Clayton Nilo Cavalcanti – Geografia Licenciatura AC Simões (titular)
Clayton dos Santos Silva – Agronomia CECA (suplente)
Gabriel Nascimento Santos (História Licenciatura AC Simões (titular)
Amanda Balbino da Silva – Ciências Sociais Bacharelado (suplente)
Felipe Costa Oliveira – Administração AC Simões (titular)
Rosetânia Lopes Pereira – Serviço Social AC Simões (suplente)
Conforme Resolução nº 52/2013-CONSUNI/UFAL, de 05 de agosto de 2013, A
CPA/UFAL será subsidiada, em todas as ações, pelas Comissões de Autoavaliação
(CAAs) constituídas em cada Unidade Acadêmica e/ou Campi Fora de Sede.
O curso de Letras Inglês da FALE deve passar periodicamente por um processo
de avaliação interna, com o objetivo de garantir a abertura para possíveis reajustes e
futuras reformulações. Uma comissão interna de avaliação, formada por docentes e
representantes discentes, designada para este fim pela diretoria da FALE, avalia, a partir
de critérios e recursos previamente discutidos pela comunidade acadêmica da FALE, os
seguintes aspectos: a) o contexto do curso – campo de trabalho, perfil do ingressante; b)
finalidade do curso – alcance dos objetivos e das estratégias, evolução das áreas do
conhecimento pertinentes ao curso; c) resultado do projeto do curso – índice de evasão e
reprovação e desempenho dos egressos; d) aspectos técnico-administrativo-acadêmicos –
qualificação e desempenho dos professores e profissionais técnico-administrativos; e)
instalações físicas.
No planejamento e execução da autoavaliação, no âmbito da Unidade
Acadêmica ou Campi, são atribuições das Comissões de Autoavaliação (CAAs): I Participar dos fóruns de debate sobre avaliação institucional; II - Aplicar os instrumentos
148

de avaliação institucional, elaborados no âmbito da CPA/UFAL; III - Organizar, tratar e
analisar os dados coletados e elaborar relatórios; IV - Encaminhar às subcomissões os
relatórios respectivos as suas dimensões; V - Estimular, dentro da sua Unidade
Acadêmica, a construção de uma cultura de autoavaliação; VI - Discutir, no âmbito da
sua Unidade Acadêmica, os resultados da autoavaliação; VII - Propor, tanto no âmbito da
Unidade Acadêmica quanto ao nível dos fóruns gerais, medidas para aperfeiçoar o sistema
de avaliação institucional.
Comissão de Auto Avaliação da Faculdade de Letras16 – FALE/UFAL:
DOCENTES
Lívia Andrade
Cristina Felipeto
Alan Jardel
Yann Hamonic
SUPLENTES
Ana Cecília Acioli Lima
Magda Souto
Adna Lopes
Humberto Meira
TÉCNICOS
TITULARES
Rosana Portela
Maykew Douglas Assis de Gusmão
SUPLENTES
José Alberto Ribeiro
Juliana Vanessa dos Santos Silva
DISCENTES
TITULARES
Crisslen Nayara Oliveira Pontes
Raimundo Nonato
SUPLENTES
José Claudenelton Costa
Ariane Ferreira Ferro

16

http://www.ufal.edu.br/pei/cpa/dos-componentes-das-caas/comissoes-de-auto-avaliacao-porunidade-campi

149

A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso é importante para aferir
o sucesso do novo currículo do curso, como também para certificar-se de alterações
futuras que venham a melhorá-lo, uma vez que o projeto é dinâmico e deve passar por
constantes avaliações.
Os mecanismos a serem utilizados deverão permitir uma avaliação institucional
e uma avaliação do desempenho acadêmico – ensino e aprendizagem – de acordo com as
normas vigentes, viabilizando uma análise diagnóstica e formativa durante o processo de
implantação do projeto. Deverão ser utilizadas estratégias que possam efetivar a discussão
ampla do projeto mediante um conjunto de questionamentos previamente ordenados que
busquem encontrar suas deficiências, se existirem.
Outrossim, a avaliação do desempenho docente e a autoavaliação serão
efetivadas pelos alunos, por meio de formulário próprio e de acordo com o processo de
avaliação institucional. Os pontos avaliados serão: formação profissional; condições de
trabalho; atuação e desempenho acadêmico e profissional.

16.3 Avaliação do projeto pedagógico
As ações visando à avaliação dos cursos se orientam pelas normatizações
oriundas da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior - CONAES - e se
expressa de diferentes formas. Assim, o processo de avaliação do PPC do Curso de Letras
Inglês é realizado pela comissão representativa dos diferentes segmentos da comunidade
acadêmica, com predomínio de docentes, identificada no Projeto de Auto Avaliação da
UFAL como Comissão de Auto Avaliação – CAA, instalada em cada Unidade Acadêmica
e/ou Unidade Educacional, no caso dos campi interioranos.
O Curso Letras Inglês é avaliado pela citada Comissão e pelos membros do
Núcleo Docente Estruturante – NDE17. Na primeira situação, o processo é conduzido em
primeira instância pela CAA, que coleta dados por meio de diferentes estratégias junto ao
corpo docente, discente e técnico administrativo. Há, também, o acesso espontâneo da
comunidade acadêmica com formulários on-line, disponibilizados, segundo cronograma
de desempenho divulgado pela CPA. Em ambas situações os participantes se expressam
sobre a condução do Projeto Pedagógico do Curso, entre outros aspectos como a atuação,
a qualificação e a relação com os docentes e as condições da infraestrutura disponibilizada

17

Portaria 756, de 19 de maio de 2015.

150

para a realização das atividades acadêmicas. Dessa forma, os dados computados são
organizados e analisados pela Comissão de Auto Avaliação – CAA e enviados para serem
consolidados pela CPA/UFAL e incorporados ao Relatório de Avaliação Institucional, de
periodicidade anual.
O NDE realiza um acompanhamento permanente da implementação e
desenvolvimento do PPC de forma a garantir a melhor qualidade educativa em todas as
suas etapas.

Em reuniões periódicas, os seus membros avaliam a pertinência das

disciplinas, seu ordenamento, a atualização da bibliografia referenciada e as condições de
realização de práticas e estágios supervisionados, de modo a ter condições concretas de
intervir, sempre que necessário, no aperfeiçoamento do PPC.

16.4 Colegiado do curso
Segue a transcrição dos artigos 25 e 26 do Regimento Geral da UFAL, referentes
ao Colegiado.
Art. 25. O Colegiado de Curso de Graduação é órgão vinculado à Unidade
Acadêmica, com o objetivo de coordenar o funcionamento acadêmico de Curso de
Graduação, seu desenvolvimento e avaliação permanente, sendo composto de:
I.

05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus

respectivos suplentes, que estejam no exercício da docência, eleitos em
Consulta efetivada com a comunidade acadêmica, para cumprirem
mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução;
II.

01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo

suplente, escolhido em processo organizado pelo respectivo Centro ou
Diretório Acadêmico, para cumprir mandato de 01 (um) ano, admitida uma
única recondução;
III.

01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo,

e seu respectivo suplente, escolhidos dentre os Técnicos da unidade
acadêmica, eleito pelos seus pares, para cumprir mandato de 02 (dois)
anos, admitida uma única recondução.
Parágrafo Único – O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente,
escolhidos pelos seus membros dentre os docentes que o integram.
Art. 26. São atribuições do Colegiado de Curso de Graduação:

151

I.

coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do

Projeto Pedagógico do Curso, com base nas Diretrizes Curriculares
Nacionais, no perfil do profissional desejado, nas características e
necessidades da área de conhecimento, do mercado de trabalho e da
sociedade;
II.

coordenar o processo de ensino e de aprendizagem,

promovendo a integração docente-discente, a interdisciplinaridade e a
compatibilização da ação docente com os planos de ensino, visando à
formação profissional planejada;
III.

coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos

dos resultados obtidos, executando e/ou encaminhando aos órgãos
competentes as alterações que se fizerem necessárias;
IV.

colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;

V.

exercer outras atribuições compatíveis.

A composição do Colegiado do Curso de Letras Inglês se dá conforme segue:

COORDENAÇÃO DO CURSO DE LETRAS INGLÊS LICENCIATURA
Coordenador: Sérgio Ifa
Vice-coordenador: Pedro Gustavo Rieger
COLEGIADO DO CURSO18
Titulares:
Adriana Lopes Lisboa Tibana
Daniel Adelino Costa Oliveira da Cruz
Pedro Gustavo Rieger
Sérgio Ifa
Simone Makiyama
Suplentes:
Ildney de Fátima Souza Cavalcanti
Ana Cecilia Acioli Lima
Marcus Vinícius Matias
Paulo Leôncio da Silva
Raquel D’Elboux Couto Nunes
Representante discente:
Titular: Letícia Romariz Medeiros
Suplente: Lucas da Silva França
Representante técnico-administrativo:
18

Portaria 850, de 27 de maio de 2016.

152

Titular: Rosana Portela Nicácio dos Santos
Suplente: José Alberto Ribeiro
Os membros se reúnem periodicamente para tomar decisões e analisar
solicitações de discentes. As decisões são registradas em atas e arquivadas na Secretaria
do Curso.

16.5 Núcleo Docente Estruturante
Em atendimento à Portaria 147/2007, ao Parecer CONAES 04/2010 e a
Resolução CONAES 01/2010 a UFAL instituiu, por meio da Resolução 52/2012 no
âmbito de seus cursos de graduação os Núcleos Docentes Estruturantes – NDE – em
conformidade com as especificações legais.
Nesse sentido, o NDE de cada curso é composto pelo mínimo de cinco membros,
todos/as docentes com titulação de pós-graduação stricto sensu e formação na área do
curso. Considera-se, igualmente, a afinidade da produção científica com o eixo do curso
e sua dedicação ao mesmo.
O NDE do curso Letras Inglês19 é composto da seguinte forma:
Sérgio Ifa, SIAPE nº 1631608
Pedro Gustavo Rieger SIAPE nº 1345885
Simone Makiyama, SIAPE nº 1288394
Daniel Adelino Costa Oliveira da Cruz, SIAPE nº 1864872
Raquel D’Elboux Couto Nunes, SIAPE nº 2559112
Paulo Leôncio da Silva, SIAPE nº 1120573

A função do NDE, conforme a referida Resolução, é:
Art. 2º - O NDE de cada Curso de Graduação da UFAL é o órgão consultivo e
propositivo em matéria acadêmica, de apoio e assessoramento ao Colegiado, sendo
formado por docentes da respectiva Unidade Acadêmica para acompanhar e atuar no
processo de concepção, consolidação, avaliação e contínua atualização do Projeto
Pedagógico do Curso.
Art. 3º - O NDE terá as seguintes atribuições:
I. Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;

19

Portaria 756, de 19 de maio de 2015. Processo 23065.012473/2015-95 (NDE de transição).
Aguarda portaria de designação do NDE do curso.

153

II. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades
de ensino constantes no currículo;
III. Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e
extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho
e consoantes com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso;
IV. Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os
Cursos de Graduação.

17.POLÍTICAS DE APOIO
17.1 Políticas de apoio aos docentes e técnicos
Com a promulgação da Constituição Federal de 1988, o Estado Brasileiro passou
a ter uma nova configuração, privilegiando os deveres sociais e repercutindo prontamente
na Administração Pública. Entre seus princípios - legalidade, impessoalidade,
moralidade, publicidade e eficiência -, esta última traduzida no aperfeiçoamento da
prestação do serviço público de qualidade, diz respeito diretamente às ações institucionais
das IFES, para o apoio ao seu quadro de pessoal. Assim, a UFAL participa na
disseminação do conhecimento e no desenvolvimento econômico e social no estado de
Alagoas.
Considerando a previsão legal expressa na Lei 5707/06, que dispõe sobre a
Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da Administração Pública
Federal, a UFAL ajusta seu PDI a esse novo paradigma, tendo como objetivo, sem
prejuízo de outros, o desenvolvimento permanente do seu servidor.
A UFAL considera o desenvolvimento do servidor como uma atividade
essencial para a melhoria de seu desempenho profissional, bem como
de seu crescimento pessoal. Realizando ações de desenvolvimento, a
Política de Gestão de Pessoas busca, principalmente, melhorar a
qualidade dos serviços prestados ao cidadão e orienta-se pelo
alinhamento da competência do servidor com os objetivos da
instituição, pela divulgação e gerenciamento das ações de capacitação
e pela racionalização e efetividade dos gastos com treinamentos (2013,
p.71).

No PDI, as políticas de apoio aos servidores compõem-se de eixos integrados:
Dimensionamento das Necessidades Institucionais de Pessoal, Capacitação, Avaliação de
Desempenho e Qualidade de Vida no Trabalho, recortados por diretrizes e princípios,
muitos deles, diretamente relacionados à atividade docente.

154

O dimensionamento das necessidades institucionais diz respeito à otimização
dos Recursos Humanos, a fim de garantir o cumprimento dos objetivos. A capacitação,
por seu turno, atua em duas frentes: por um lado, busca melhorar o desempenho do
servidor e por outro, busca assegurar um quadro mais confiante, motivado e,
consequentemente, mais satisfeito. A capacitação é realizada em diferentes momentos e
modalidades: Iniciação ao serviço público, formação geral, educação formal, gestão,
inter-relação entre os ambientes e formação específica.
Outra ação voltada para o servidor é a avaliação de desempenho, que tem por
objetivo redimensionar as ações desenvolvidas pelos servidores no exercício do cargo e
aferir seu desempenho, deixando-o ciente de suas fragilidades e potencialidades, e
oferecendo subsídios para a organização do plano de capacitação.
No plano social, o Programa de Qualidade de Vida no Trabalho (PQVT)
promove ações embasadas na Política de Atenção à Saúde do Servidor (PASS), baseadas
no conceito de prevenção de doenças como garantia de condições mais justas de trabalho,
valorizando o servidor e garantindo o pleno exercício de suas funções.
Dentre as políticas de apoio ao servidor, uma se destaca por ter como enfoque o
docente: o Programa de Formação Continuada em Docência do Ensino Superior
(PROFORD), que consiste em um plano de capacitação que contempla desde os docentes
recém empossados até aqueles com mais tempo na Instituição. O objetivo é incentivá-los
à reflexão sobre suas práticas, estabelecendo uma intersecção entre ensino, pesquisa e
extensão, com dois enfoques: a prática docente e a atuação na gestão acadêmica e
institucional.
Essa Política de Apoio ao Docente consolidada é objeto contínuo de avaliação,
a fim de garantir a satisfação do professor e o respeito ao Princípio Constitucional da
Eficiência, que toda Instituição de Ensino Superior deve observar.

17.2 Políticas de apoio aos discentes
As políticas de apoio aos discentes se fundamentam no PDI/UFAL e nos
princípios e diretrizes estabelecidos pelo Plano Nacional de Assistência Estudantil –
PNAES, que objetiva viabilizar a igualdade de oportunidades entre todos os estudantes e
contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico, a partir de medidas que buscam
combater situações de repetência e evasão (Decreto nº 7.234, de 19 de julho de 2010).
Apoia, prioritariamente, a permanência de estudantes em situação de vulnerabilidade e
risco social matriculados em cursos de graduação presencial das Instituições Federais de
155

Ensino Superior – IFES. Sua instância de discussão e resolução é o Fórum Nacional de
Pró-reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis –FONAPRACE, realizado
anualmente, no qual a UFAL tem assento. Na ocasião são feitos diagnósticos e reflexões
sobre a realidade estudantil nas IFES e se estabelecem as diretrizes e linhas de ação das
Pró-Reitorias em nível nacional.
De acordo com o PDI/UFAL, as políticas discentes da instituição vão além do
PNAES, pois trabalham também com a perspectiva de universalidade no atendimento dos
estudantes que frequentam o espaço universitário. Assim, podem ser identificados:
- Apoio pedagógico - busca reforçar e/ou orientar o desenvolvimento acadêmico;
apoio ao acesso às tecnologias de informação e línguas estrangeiras, com a oferta de
cursos para capacitação básica na área. Atenção aos discentes como forma de orientá-los
na sua formação acadêmica e/ou encaminhá-los/as a profissionais específicos para
atendimento, por meio da observação das expressões da questão social. Articulação com
as Coordenações de Curso sobre dificuldades pedagógicas desses alunos e planejamento
para superação das mesmas. Ex.: PAINTER, Monitoria, Tutoria.
- Estímulo à permanência - atendimento às expressões da questão social que
produzem impactos negativos na subjetividade dos estudantes e que comprometem seu
desempenho acadêmico;

atendimento psicossocial

realizado por profissionais

qualificados, visando ao equilíbrio pessoal para a melhoria do desempenho acadêmico;
atendimento do estudante na área da saúde com assistência médica e odontológica;
fomento à prática de atividades físicas e de esporte; promoção de atividades relacionadas
à arte e cultura no espaço universitário; implementação de bolsas institucionais que visam
ao aprimoramento acadêmico. Ex.: Bolsa Permanência (Pró-Graduando).
- Apoio financeiro - disponibilização de bolsa institucional a fim de incentivar
os estudantes de graduação, mediante sua participação em projetos de assuntos de
interesse institucional, de pesquisa e/ou de extensão universitária, que contribuam para
sua formação acadêmica; disponibilização de bolsas aos discentes em situação de risco e
vulnerabilidade social, prioritariamente, a fim de ser provida uma condição favorável aos
estudos, bem como ser uma fonte motivadora para ampliação do conhecimento,
intercâmbio cultural, residência e restaurante universitários. Ex.: PIBID, PIBIC.
- Organização estudantil – ação desenvolvida por intermédio de projetos e ações
esportivos, culturais e acadêmico-científicos, promovidos pela universidade ou pelos
estudantes. Alguns espaços físicos são reservados para as atividades dos centros

156

acadêmicos, para colaborar com a ampliação dos espaços de discussão e diálogo que
contribuam para a formação política dos estudantes. Ex.: Centros Acadêmicos, DCE.
- Plano de acompanhamento do assistido – proporciona uma maior segurança
para o aluno quanto à sua possibilidade de sucesso na instituição, evitando assim um
aumento da retenção e/ou da evasão. Evita também a acomodação do/da estudante ao
longo do curso. Busca a reorientação e a preparação para a sua saída, diminuindo a
ansiedade entre a academia e o mercado de trabalho. Ex.: Estágios.

157

18 REFERÊNCIAS
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil, 1988. 2ª ed. Rio de janeiro:
Expressão e Cultura, 2002.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica. Brasília. Conselho
Nacional de Educação, 2001.
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: (Lei 9.394/96) / apresentação
Carlos Roberto Jamil Cury. 4ª ed.- Rio de Janeiro: DP & A, 2001.
BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Brasília. Presidência da República, 2003.
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino
fundamental: língua portuguesa. Brasília, SEF/MEC, 1998.
BRASIL. Plano Nacional de Educação. Brasília. Senado Federal, UNESCO, 2001.
CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade: estudos de teoria e história literária. 5. ed.
rev. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1976.
FORMIGA, Marcos; LITTO, Fredric M. Educação a Distância: o estado da arte. Pearson
Education do Brasil: São Paulo, 2009.
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Brasileiras). Política Nacional de Extensão Universitária. Manaus: 2012. 40p.
Disponível em: < https://www.ufmg.br/proex/renex/images/documentos/2012-07-13Politica-Nacional-de-Extensao.pdf>
FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1970.
IBGE.
“Estados”.
Disponível
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<http://www.ibge.gov.br/estadosat/perfil.php?sigla=al>, 2010.
IFA, S. Reunião de colegiado de graduação do curso de Letras Inglês, UFAL/Faculdade
de Letras. Comunicação pessoal, abril de 2018.
MAKIYAMA, Simone. Um olhar discursivo sobre o ensino da língua inglesa na rede
pública: ensinar o “básico do básico”? Tese (Doutorado em Letras e Linguística) – UFAL,
Maceió, 2013.
MERCADO, Luís Paulo L. (Org.). Percursos na formação de professores com
tecnologias da informação e comunicação. Maceió: EDUFAL, 2007.
MARTÍNEZ-CACHERO, Álvaro. La enseñanza del español en el sistema educativo
brasileño/ O ensino do espanhol no sistema educativo brasileiro. Ed. bilingue. Col.
Orellana, n.19, Brasília: Thesaurus, 2008.
MASON, R.; KAYE, A: R. (1989(Eds) - Mindweave: communication, computers and
distance education, Oxford, Pergamon Press.
MEC. Orientações curriculares para o Ensino Médio. Linguagens, códigos e suas
tecnologias. Disponível em: www.portal.mec.gov.br/seb.
PERRENOUD, P. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1999.
SCHÖN, D. Educating the reflective practitioners. San Francisco: Jossey-Bass, 1987.
TAVARES, Roseanne R.; STELLA, Paulo R. Novos Letramentos e a língua inglesa na
era da globalização: desafios para a formação de professores. No prelo.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Faculdade de Letras. Projeto Pedagógico
do Curso de Licenciatura em Letras Inglês. Maceió, 2007.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Estatuto e Regimento Geral da UFAL.
Maceió: 2006.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Plano de Desenvolvimento Institucional.
Maceió: 2013-2017.
VEIGA, I. P. A; FONSECA, Marília (Orgs.) As dimensões do projeto políticopedagógico. São Paulo: Papirus, 2001.

158

Diretrizes Curriculares do Curso
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03 PROGRAD/Fórum dos Colegiados, de 20 de
setembro de 2013 - Dispõe sobre os procedimentos para reformulação dos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação da UFAL.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02 PROGRAD/Fórum das Licenciaturas, de 27 de
setembro de 2013 - Disciplina a construção de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
nos cursos de graduação da UFAL;
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 PROGRAD/Fórum dos Colegiados - Disciplina a
redução da carga horária de estágio curricular supervisionado para os alunos dos cursos
de Licenciatura da UFAL que exercem atividade docente regular na Educação Básica.
RESOLUÇÃO Nº 52/2012-CONSUNI/UFAL – Dispõe sobre o Núcleo Docente
Estruturante – NDE no âmbito da UFAL.
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos – Específicas para cada curso, e referente
as orientações gerais;
Parecer CONAES N° 4, de 17 de junho de 2010 - Dispõe sobre o Núcleo Docente
Estruturante – NDE;
Lei nº 10.172/2001- Plano Nacional de Educação - Aprova o Plano Nacional de Educação
e dá outras providências.
Portaria nº 2.678/02 – Política Nacional de Ed. Especial na perspectiva da Ed. Inclusiva.
Lei 10.639 - Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no
currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura
Afro-Brasileira", e dá outras providências.
Lei 11.645 - Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no
currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura AfroBrasileira e Indígena;
Resolução nº 1, DE 17 DE JUNHO DE 2004. - Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura AfroBrasileira e Africana.
Decreto n. 5.626 de 22 de dezembro de 2005 - Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de
abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei
no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002 - Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras
e dá outras providências;
Lei Nº 12.319, de 1º de setembro de 2010 - Regulamenta a profissão de Tradutor e
Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS;
Decreto nº 5.296/04 - Regulamenta as Leis 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá
prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de
2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade
das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras
providências;
Resolução CNE/CP 1 de 18 de fevereiro de 2002 -Institui Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso
de licenciatura, de graduação plena;
Resolução CNE/CES n. 02/2007 - Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos
relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na
modalidade presencial;
Resolução CNE/CES n. 04/2009 - Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos
relativos à integralização e duração dos cursos de graduação em Biomedicina, Ciências

159

Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia,
Nutrição e Terapia Ocupacional, bacharelados, na modalidade presencial;
Resolução CNE/CES n. 02/2007 - Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos
relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na
modalidade presencial;
Portaria N°10, 28/07/2006 - Aprova em extrato o Catálogo Nacional dos Cursos
Superiores de Tecnologia;
Portaria N° 1024, 11/05/2006 - As atualizações do Catálogo Nacional dos Cursos
Superiores de Tecnologia serão divulgadas no sítio eletrônico oficial do Ministério da
Educação e outras providências.
Resolução CNE/CP N°3,18/12/2002 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais
para a organização e o funcionamento dos cursos superiores de tecnologia.
Decreto n. 5.622/2005 - Regulamenta o art. 80 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de
1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional - referente a EaD.
Portaria Normativa n. 40 de 12/12/2007 - Institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo
de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação,
avaliação e supervisão da educação superior no sistema federal de educação, e o Cadastro
e-MEC de Instituições e Cursos Superiores e consolida disposições sobre indicadores de
qualidade, banco de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de Desempenho de
Estudantes (ENADE) e outras disposições.
Lei 9.795, de 27 de abril de 1999 - Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política
Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.
Decreto n. 4.281 de 25 de junho de 2002 - Regulamenta a Lei no 9.795, de 27 de abril de
1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências.
Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996, Art. 66 - referente a titulação do corpo docente.
Outras legislações podem ser encontradas no site do MEC e da UFAL
Resolução Nº 4/2018 - CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018, regulamenta as
ações de extensão como componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos
cursos de graduação da UFAL.
Resolução Nº 6/2018 - CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018, define os
componentes curriculares comuns aos cursos de graduação de formação de professores
para a educação básico, no âmbito da UFAL.
Resolução Nº 16/2018 - CONSUNI/UFAL, de 26 de março de 2018, aprova o plano
institucional de internacionalização no âmbito da UFAL.

Acréscimos:
Decreto nº 5.622, de 19 de dezembro de 2005, regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394, de
20 de dezembro de 1996 (LDB). (Oferta de disciplinas semipresenciais)
Cadastro de denominações consolidadas para Cursos de Graduação (bacharelado e
licenciatura) do Ministério da Educação.
Referenciais Curriculares Nacionais dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura do MEC.
Referenciais de Acessibilidade na Educação Superior e a Avaliação in Loco do Sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).
PARECER CNE/CP N.º 09/2001, Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de
Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação.
PARECER CNE/CES Nº:52/2007 - trata da autorização para o funcionamento de campus
fora de sede da Universidade Federal de Alagoas.
Resolução Nº 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005, institui e regulamenta o
funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos Cursos de Graduação da UFAL, a
partir do ano letivo de 2006.
160

Resolução nº 113/95 – CEPE, de 13 de novembro de 1995, estabelece normas para o
funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de graduação.
Plano de Desenvolvimento Institucional da UFAL 2013-2017.
RESOLUÇÃO Nº 4, DE 6 DE ABRIL DE 2009 (*). Dispõe sobre carga horária mínima
e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação em
Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia,
Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição e Terapia Ocupacional, bacharelados, na
modalidade presencial.
Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, conforme disposto
na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012.
www.facebook.com/nucleodeacessibilidadeufal - Texto extraído em 05/08/2015.

161

19. ANEXOS
ANEXO 1
QUADRO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
Nome do técnico
Ana Lucia Cardoso de
Barros
Carlos Alberto Matias de
Oliveira
Edmilson Canel Machado
Junior
Gilson Miquelino Ferreira
Iole Costa Terso
Janaína da Rocha Ribeiro
Jean Bernardo da Silva
Vieira
Jeanine Waleria Oliveira
Braga
Johnny Lucas Calheiros
Jorge Henrique Silvestre
Barbosa
Judson Leão de Mello
Juliana Vanessa dos Santos
Silva
Laudicea Candido de
Oliveira
Marcos Paulo Jose de
Melo Silva
Maria Ines Bassi Peil
Maria Valeria Marinho
Maia
Maykew Douglas Assis de
Gusmão
Meire Santos Pereira
Paulo
Jorge
Ferreira
Medeiros
Pollyanna Lino de Araujo
Rivanilda Lopes de Araujo
Rosana Taciana Portela
Nicacio dos Santos
Simone Dornelles Schulze
Sonia da Silva
Thiago Bruno de Souza
Santos
Wesslen
Nicácio
de
Mendonça Melânia

Cargo
Assistente em administração

Categoria
Técnico administrativo

Tradutor
intérprete
linguagem de sinais
Programador visual

Técnico administrativo

de

Técnico administrativo

Técnico de laboratório
Bibliotecário-documentalista
Técnico de audiovisual
Revisor de textos braille

Técnico administrativo
Técnico administrativo
Técnico administrativo
Técnico administrativo

Assistente em administração

Técnico administrativo

Assistente em administração
Assistente em administração

Técnico administrativo
Técnico administrativo

Assistente em administração
Tradutor
intérprete
de
linguagem de sinais
Assistente em administração

Técnico administrativo
Técnico administrativo

Técnico de tecnologia da
informação
Assistente em administração
Assistente em administração

Técnico administrativo

Tradutor
intérprete
de
linguagem de sinais
Tradutor
intérprete
de
linguagem de sinais
Auxiliar em administração

Técnico administrativo

Tradutor
intérprete
de
linguagem de sinais
Assistente em administração
Técnico
em
assuntos
educacionais
Secretário executivo
Porteiro
Tradutor
intérprete
de
linguagem de sinais
Assistente em administração

Técnico administrativo

Técnico administrativo

Técnico administrativo
Técnico administrativo

Técnico administrativo
Técnico administrativo

Técnico administrativo
Técnico administrativo
Técnico administrativo
Técnico administrativo
Técnico administrativo

162

163

ANEXO 2
LEGISLAÇÕES ESPECÍFICAS

164

165

166

167

ANEXO 3

168

ANEXO 4

ANEXO 5
169

170

171

172

173

174

175

176

ANEXO 6
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
FACULDADE DE LETRAS
LETRAS - INGLÊS

REGIMENTO PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
CURSO EM LETRAS INGLÊS – UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

Este documento apresenta o regimento para a elaboração
de Trabalhos de Conclusão de Curso de graduação em
Letras Inglês na Universidade Federal de Alagoas.

Maceió, AL
2020

177

1. Apresentação
Este regimento apresenta as normas de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) referentes
à Licenciatura em Letras – Língua Inglesa e suas Literaturas da Universidade Federal de
Alagoas (UFAL). O regimento apresenta as seções concepção de TCC, onde se define o
que se entende como trabalho de conclusão de curso em Letras – Inglês, bem como prazos
para matrícula e pré-requisitos necessários; escolha de orientador/a¸ onde são
apresentados os procedimentos e prazos necessários para a escolha de professores/as
orientadores/as, bem como seus deveres; síntese do projeto de TCC, onde se apresenta a
concepção de síntese, além de prazos e procedimentos para sua entrega junto a um
calendário de atividades previstas para o TCC; formatação de TCC, onde são
apresentados os padrões de formatação da FALE (seguindo a resolução 02/2009) ou
possibilidades distintas de formatação para textos escritos em língua inglesa; deveres
do/da estudante matriculado/a em TCC, onde são apresentados prazos e procedimentos
para a entrega do trabalho para a banca examinadora, bem como prazo de entrega do
trabalho final para a coordenação de TCC e para a coordenação dos cursos de Letras;
avaliação de TCC, onde são apresentados critérios, prazos e procedimentos para
constituição de banca examinadora, bem como os critérios para avaliação de TCC; e
coordenação de TCC, onde são apresentados os deveres da coordenação de TCC do curso
de Letras – Língua e Literatura inglesa.
2. Concepção de TCC
Art. 1º - Por Trabalho de Conclusão de Curso, entende-se atividade de pesquisa individual
com produção de trabalho científico, com o objetivo de integrar princípios teóricos e
metodológicos da formação do/a licenciando/a para a atuar dentro de sua área de
formação, a saber, a licenciatura em Letras Inglês. O trabalho de TCC poderá ser escrito
em língua portuguesa ou língua inglesa, a critério do/a orientando/a e em comum acordo
com o/a orientador/a.
Art. 2º - O TCC deve ser concluído idealmente até ao último período do curso, devendo
o/a estudante solicitar matrícula em TCC nos respectivos períodos a fim de creditar a
carga horária final de TCC em seu histórico.
Art. 3º - Para se matricular em TCC, o/a estudante deve ter cursado a disciplina de
Pesquisas Teóricas e aplicadas em Letras e Linguística, no sexto período do curso.
3. Escolha de orientador/a
Art. 4º O/A estudante interessado/a em se matricular em TCC deve solicitar a um/a
professor/a para que acompanhe as atividades de TCC na função de orientador/a.
Art. 5º - O/A orientador/a deve ser professor/a, substituto/a ou efetivo/a, vinculado/a ao
curso de Letras – Inglês da UFAL. Em comum acordo com o/a orientador/a, o/a estudante
poderá ainda solicitar um/a coorientador/a, que poderá ser professor/a vinculado/a a uma
instituição de ensino superior com atuação nas áreas de concentração de Letras, ou

178

Linguística, ou Literatura, ou Língua Inglesa, ou Educação, ou áreas afins, ou ainda, um
pesquisador em nível de doutorado em Letras.
Art. 6º - O aceite do/a professor/a deve ser comunicado à coordenação de TCC através do
envio da carta de aceite, disponível na página da FALE no site da Ufal, via e-mail, de
forma digitalizada, para o endereço tccinglesufal@gmail.com, contendo as assinaturas
das duas partes. Em caso de coorientação, a carta de aceite deve ser entregue com as
assinaturas das três partes.
Art. 7º - A troca de orientador/a poderá ser realizada, devendo ser comunicada à
coordenação de TCC, através de formulário específico digitalizado enviado via e-mail
para o endereço tccinglesufal@gmail.com, contendo justificativa fundamentada e o
acordo das três partes, a saber o atual orientador, o novo orientador e o aluno.
Art. 8º - Em caso de troca de orientador/a, o/a estudante deve contactar outro/a docente e
providenciar os documentos relativos ao aceite, bem como uma nova síntese de projeto e
um novo cronograma de atividades.
Art. 9º - Cabe ao/à orientador/a:
a) Acompanhar as atividades de pesquisa desenvolvidas no decorrer do trabalho
de conclusão de curso;
b) Atender periodicamente o/a orientando/a,;
c) Aprovar o projeto de TCC;
d) Acompanhar a apresentação e defesa de TCC além de providenciar, junto do/a
orientando/a, os recursos necessários;
e) Encaminhar à coordenação de TCC solicitação de defesa, mediante entrega de
formulário específico digitalizado, via
e-mail, no endereço
tccinglesufal@gmail.com;
f) Encaminhar as cópias do TCC à banca examinadora com, no mínimo, 30 dias
de antecedência à defesa. As cópias poderão ser entregues à banca em formato
impresso ou digital, mediante comum acordo entre as partes;
g) Encaminhar a versão final do TCC à coordenação de TCC, em formato digital,
via e-mail, para o endereço tccinglesufal@gmail.com.
Art. 10º - São deveres do/a orientando/a:
a) Comparecer às reuniões convocadas pelo/a orientador/a;
b) Entregar o projeto de TCC ao/à orientador/a;
c) Seguir a orientação proposta pelo/a orientador/a;
d) Entregar a versão final de seu TCC para a banca avaliadora com o prazo mínimo
de 30 dias anteriores à defesa;
e) Entregar a versão final de seu TCC, aprovada pela banca, com as devidas
correções, para a coordenação de TCC, via e-mail, no endereço
tccinglesufal@gmail.com, no prazo de 30 dias posteriores à defesa, bem como
para a coordenação do curso de Letras Inglês;

179

f) Inserir como anexo à versão final de seu TCC, uma declaração de autoria, em que
explicite ser o autor de seu trabalho, bem como explicite ter conhecimento da Lei
9.610 de 19 de fevereiro de 1998, que consolida a legislação sobre direitos
autorais, e do Art. 184 constante no Código Penal sobre o Crime de Violação aos
Direitos Autorais.
g) Inserir como anexo à versão final de seu TCC, via e-mail, no endereço
tccinglesufal@gmail.com, cópia digitalizada da ata de TCC, disponível na página
da FALE no site da Ufal, com as notas e assinaturas dos/das respectivos/as
avaliadores/as.
Art. 11º - O não cumprimento dos deveres listados no artigo 11 deste regimento autoriza
o/a orientador/a a desligar-se da função, através de comunicação oficial à coordenação de
TCC, via e-mail, para o endereço tccinglesufal@gmail.com, mediante apresentação de
justificativa.
4. Formatação de TCC
Art. 12º - A formatação dos trabalhos de conclusão de curso deve seguir o padrão de
normalização de trabalhos acadêmicos da Ufal, disponível na página da Biblioteca no site
da Ufal.
5. Avaliação de TCC
Art. 13º - O TCC deve ser entregue para a banca examinadora com 30 dias de
antecedência à defesa.
Art. 14º - A banca examinadora deve ser composta por três membros, entre eles/as o/a
orientador/a, e dois membros convidados pelo/a orientador/a.
Art. 15º - Os membros das bancas examinadoras devem ser professores/as vinculado/as a
uma instituição de ensino superior, com exceção dos casos previstos no Artigo 22 deste
regimento.
Art. 16º - A critério do/a orientador/a, um dos membros da banca examinadora poderá ser
mestrando/a ou doutorando/a de programa de pós-graduação em Letras, ou Linguística,
ou Literatura, ou Língua inglesa, ou Educação, ou áreas afins, em instituição de ensino
superior credenciada pelo MEC.
Art. 17º - A Critério do/a orientador/a, poderá ser convidado um aluno leitor dentre o
corpo de graduandos do curso Letras Inglês da Ufal.
Art. 18º - O TCC será avaliado pela banca, exceto pelo leitor convidado, com atribuição
de nota de 0,00 (zero) a 10,0 (dez), sendo necessário obter a nota mínima de 7,0 (sete)
para a aprovação.
6. Coordenação de TCC

180

Art. 19º - A coordenação de TCC será ocupada por docente eleito/a pelo colegiado de
curso para cumprir mandato pelo período de 02 (dois) anos, podendo haver recondução.
Art. 20º - O docente deve ter vínculo efetivo com a UFAL e integrar o quadro de docentes
do curso de Letras – Inglês.
Art. 21º - São atribuições da coordenação de TCC:
a) Arquivar as cartas de aceite recebidas;
b) Arquivar as versões finais dos trabalhos de conclusão de curso, junto à declaração
de autoria.
c) Manter atualizada uma planilha de informações sobre docentes e seus/suas
respectivos/as orientandos/as;
d) Acompanhar as atividades de orientação, convocando reuniões junto às/aos
docentes quando necessário;
e) Atender docentes e discentes a fim de solucionar dúvidas sobre a elaboração de
TCC;
f) Levar ao colegiado as questões omissas neste regimento.
Art. 22º - Este regimento regulamenta os trabalhos de conclusão de curso produzidos por
ingressantes do curso de Letras Inglês a partir de 2019-1, ficando a critério dos/das
professores/as orientadores/as adotá-lo para orientação de trabalhos produzidos por
estudantes ingressantes em períodos anteriores.
Maceió, revisado em 08 de julho de 2020
Coordenação de TCC - Letras Inglês
Faculdade de Letras
Universidade Federal de Alagoas

181

CARTA DE ACEITAÇÃO - TRABALHO DE CONCLUSÃO
DE CURSO
ALUNO/A:
MATRÍCULA:

E-MAIL:

TEL:

ENDEREÇO:

CURSO:

ANO DE ENTRADA:

TURNO:

ORIENTADOR/A:
E-MAIL:

ATUAÇÃO NA FALE: (

TEL:

) GRADUAÇÃO

UA:

(

) PPGLL

PROJETO:
OUTROS (ESPECIFIQUE):
ÁREA DO CONHECIMENTO:
( ) ESTUDOS LINGUÍSTICOS

( ) ESTUDOS LITERÁRIOS

*Encaminhar documento assinado e digitalizado para tccinglesufal@gmail.com
__________________________________
Orientando/a
__________________________________
Orientador/a
__________________________________
Assinatura do/a coordenador/a de TCC
Universidade Federal de Alagoas - Ufal
Campus A. C. Simões - Av. Lourival Melo Mota, s/n, Tabuleiro do Martins Maceió - AL, CEP: 57072-970 Coordenação da Faculdade de Letras –

Fale Sítio: www.fale.ufal.br E-mail: coordlet@ufal.br Fone (82)
3214-1333

182

Cronograma de elaboração de TCC - Letras Inglês
Estudante:
Ano/semestre de ingresso:
Orientador/a:
Título provisório do projeto:
Data:
Cronograma:

*Encaminhar assinado e digitalizado para tccinglesufal@gmail.com

__________________________________
Assinatura do/a estudante
__________________________________
Assinatura do/a orientador/a
__________________________________
Assinatura do/a coordenador/a de TCC

183

Formulário de Síntese de Projeto de TCC - Letras Inglês
Estudante:
Ano/semestre de ingresso:
Orientador/a:
Título provisório do projeto:
Data:
Síntese:

*Encaminhar assinado e digitalizado para tccinglesufal@gmail.com

__________________________________
Assinatura do/a estudante
__________________________________
Assinatura do/a orientador/a
__________________________________
Assinatura do/a coordenador/a de TCC

184

Declaração de Autoria

Eu, XXXXX - XXXXX - XXXXX, CPF nº XXX.XXX.XXX-XX, regularmente matriculado
no curso de Letras Inglês da Faculdade de Letras da Universidade Federal de
Alagoas, número de matrícula XXXXXXXX, declaro que o Trabalho de Conclusão
de Curso intitulado XXXXXXXXXXXXX é de minha autoria, de modo que não incorri
em plágio ou apropriação de ideias de terceiros para sua elaboração.

Maceió, __ de _____ de ______.

*Encaminhar assinado e digitalizado para tccinglesufal@gmail.com

__________________________________
Assinatura do/a estudante

185

Formulário para mudança de orientador/a de TCC - Letras Inglês
Eu, ______________________________________________________, matrícula nº
___________________, solicito à coordenação de TCC do curso de Letras Inglês
a mudança de orientador/a de Trabalho de Conclusão de Curso, considerando a
justificativa apresentada abaixo:

JUSTIFICATIVA:

_____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
____________________________________________________________

*Encaminhar o documento assinado e digitalizado para tccinglesufal@gmail.com

__________________________________
Assinatura do/a estudante
__________________________________
Assinatura do/a orientador/a
__________________________________
Assinatura do/a coordenador/a de TCC

186

ANEXO 7
FACULDADE DE LETRAS

RESOLUÇÃO Nº 004/2012 - FALE, de 15 de maio de 2012.
Estabelece normas para a realização do
Estágio Supervisionado do Curso de Letras
O Colegiado do Curso de Letras, no uso de suas atribuições legais e estatutárias,
CONSIDERANDO as indicações de reformulação feitas pela Comissão de
Estágio Supervisionado;
RESOLVE:
Art. 1º Estabelecer normas para a realização do Estágio Supervisionado do Curso
de Letras da Universidade Federal de Alagoas.
CAPÍTULO I
DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES
Art. 2º - O Estágio Supervisionado do Curso de Licenciatura em Letras com
habilitação em Português, Inglês, Espanhol e Francês fundamenta-se na Lei nº11.
788, de 25.09.2008, na Resolução CNE/CP 1, de 18 de fevereiro de 2002, na
Resolução CNE/CP 2, de 19 de fevereiro de 2002 e na Resolução Nº 71/2006 CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006 que disciplina os estágios
curriculares dos cursos de graduação da UFAL.

§ 1º. O Estágio é um conjunto de atividades e práticas que consta no Projeto
Pedagógico do Curso de Licenciatura em Letras com habilitação em Português, Inglês,
Espanhol e Francês como Estágio Supervisionado.

§ 2º. O Estágio visa ao desenvolvimento de competências próprias da atividade
profissional docente – conhecimentos teórico-conceituais, habilidades e atitudes – e à
contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do(a) estagiário(a) para a
vida cidadã e para o mundo do trabalho.
187

§ 3º. Os Estágios Supervisionados em Língua Portuguesa, Inglesa, Espanhola e
Francesa serão realizados a partir do 5º período e deverão contemplar, por exemplo,
atividades de ensino, a observação da prática docente e a regência de aulas nos ensinos
Fundamental e Médio.

Art. 3º - São objetivos do Estágio Supervisionado:

I. Formar um profissional atuante, crítico, capaz de transitar pelas esferas do saber,
aliando conhecimento, valores socioculturais e necessidades individuais dos alunos.
II. Possibilitar a reflexão sobre o cotidiano escolar, a análise dos pressupostos
teóricos estudados e sua prática, a fim de que o(a) estagiário(a) possa assumir
posicionamento crítico aliado à competência técnica-metodológica e compromisso
político do seu papel na sociedade.
III. Possibilitar, por meio do contato constante com as diversas realidades escolares
e instâncias educacionais, a reflexão crítica e contextualizada sobre o papel do educador,
da escola e do ensino de língua e literatura da sua habilitação ou área de atuação.
IV. Estabelecer formas de desenvolvimento e articulação entre os componentes
curriculares teóricos, a dimensão prática, as disciplinas eletivas, as atividades
extensionistas, as ações de formação continuada, os projetos de pesquisa desenvolvidos
pelos docentes da FALE.
V. Proporcionar, ao graduando, condições para a reflexão ao fazer a transposição
didática dos conteúdos da área de Letras de suas habilitações para a Educação Básica
(Ensino Fundamental e Ensino Médio);
VI. Proporcionar, ao graduando, condições para o desenvolvimento das atividades
de observação, análise, síntese e reflexão críticas do trabalho pedagógico e da realidade
em que atua, enquanto agente do processo ensino-aprendizagem para a formação de
cidadãos;
VII. Integrar o Curso de Licenciatura em Letras nas habilitações Português, Inglês,
Espanhol e Francês da UFAL, às demais Instituições de Educação Básica das redes
pública e privada de ensino.
VIII. Tomar a prática como objeto de reflexão organizada e compartilhada, como
campo de conhecimento específico do professor;

188

IX. Envolver-se na prática pedagógica, afetiva e cognitivamente, questionando as
próprias crenças, propondo e experimentando alternativas;
X. Promover interações com o corpo docente e discente das instituições parceiras.
Art. 4º – O Estágio Supervisionado deve ser planejado, executado, acompanhado e
avaliado pela Comissão de Estágio Supervisionado em conformidade com o Projeto do
Curso de Licenciatura em Letras nas habilitações Português, Inglês, Espanhol e Francês
da UFAL, e, respeitando, o calendário acadêmico.

CAPÍTULO II
DA ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO
Art. 5º – O (A) estagiário(a) deverá receber da Coordenação de Estágio da
Faculdade de Letras os seguintes documentos, no início do semestre letivo:
I – Carta de apresentação do(a) estagiário(a) assinada pela Coordenação de Estágio
da Faculdade de Letras atestando que o(a) estagiário(a) é aluno(a) regularmente
matriculado(a) e apto(a) a realizar estágio no semestre.
II – Carta de aceite para que o responsável da unidade escolar ou do órgão
competente onde o estágio será realizado autorize o(a) estagiário(a) a cumprir as
atividades requeridas de estágio.
III – Ficha de controle das atividades de Estágio Supervisionado na qual o(a)
estágiário(a) irá registrar as atividades realizadas.
Art. 6º – Ao término do estágio, o(a) estagiário(a) deverá entregar ao professor
responsável pelo Estágio Supervisionado:
I – A carta de aceite assinada pelo responsável da unidade escolar ou do órgão
competente onde o estágio foi realizado.
II – O Relatório individual de Estágio Supervisionado.
III – A ficha de controle preenchida corretamente e assinada pelo responsável da
unidade escolar ou do órgão competente onde o estágio foi realizado.

CAPÍTULO III
DO LOCAL DE REALIZAÇÃO

189

Art. 7º – O Estágio Supervisionado será realizado, preferencialmente, em
instituições escolares públicas e privadas da Educação Básica, em cursos livres de
idiomas, em alguns órgãos da UFAL, bem como projetos institucionais de ensino,
pesquisa e extensão, desde que apresentem condições para:
I.

Planejamento e execução conjunta das atividades de estágio.

II.

Aprofundamento dos conhecimentos prático-teóricos a partir das experiências
vividas em situações concretas das atividades de estágio.
Art. 8º – O Estágio Supervisionado poderá ser realizado em mais de um instituição

pública ou privada, na área de formação do aluno.
Parágrafo único – O(A) estagiário(a) deverá, preferencialmente, exercer as
atividades de regência na instituição em que desenvolveu o Estágio de observação.

CAPÍTULO IV
DAS ATRIBUIÇÕES DOS ENVOLVIDOS NO PROCESSO DE ESTÁGIO

SEÇÃO I
DO COORDENADOR DO CURSO DE LETRAS
Art. 9º – Ao Coordenador do Curso compete:

I. Indicar um membro da Comissão de Estágio Supervisionado como Coordenador
de Estágio Supervisionado;
II. Designar a Comissão de Estágio Curricular Supervisionado responsável pelas
providências necessárias à efetiva realização do Estágio;
III. Arquivar por dois anos os documentos comprobatórios dos estagiários (os
relatórios de estágio supervisionado assinados pelo professor supervisor e pelo(a)
estagiário(a), as fichas de controle de estágio supervisionado e as cartas de aceite e de
recebimento do relatório pelo responsável da unidade escolar ou do órgão competente
onde o estágio foi realizado).
Parágrafo único – A Comissão de Estágio Curricular Supervisionado será
composta pelo coordenador do Curso de Letras, pelo coordenador de Estágio e por
190

Professores Responsáveis pelo Estágio Supervisionado, lotados na Faculdade de Letras.

SEÇÃO II
DO COORDENADOR DE ESTÁGIO
Art. 10º – É de competência do Coordenador de Estágio:
I – Disponibilizar horário, na coordenação do curso, para planejar, orientar,
acompanhar e avaliar as atividades propostas referentes a essa atividade curricular.
II – Convocar a Comissão para as reuniões.
III- Organizar a participação dos integrantes da Comissão nas discussões de
planejamento e desenvolvimento do Estágio Supervisionado.
IV – Vistar, ao final de cada período letivo, os documentos comprobatórios
recebidos dos professores responsáveis pelo Estágio Supervisionado.
V – Entregar os documentos comprobatórios dos estagiários ao Coordenador de
Graduação no final de cada período letivo.
Art. 11º – Em relação aos alunos, cabe ao Coordenador de Estágio Supervisionado:
I – Prestar esclarecimentos a respeito de dúvidas gerais sobre a realização dos
estágios.
II – Divulgar dias e horários de atendimento.

SEÇÃO III
DA COMISSÃO DE ESTÁGIO
Art. 12º – À Comissão de Estágio compete:

I. Avaliar, propor mudanças, se necessário, e aprovar os Planos de Estágio
Supervisionado e os instrumentos de avaliação;

II. Viabilizar o desenvolvimento e o acompanhamento do Estágio Supervisionado;

III. Participar do Seminário de Socialização do Estágio Supervisionado e estimular
a participação dos demais professores do Curso nesse evento;
191

IV. Resolver os casos omissos, considerando a legislação vigente.

SEÇÃO IV
DO PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO ESTÁGIO
Art. 13º – Ao Professor Responsável pelo Estágio Supervisionado compete:

I. Aprovar o Plano de Estágio apresentado pelos estagiários, levando em
consideração os objetivos estabelecidos nesta Resolução;

II. Encaminhar os estagiários para o desenvolvimento do Estágio em Línguas
Portuguesa, Espanhola, Inglesa e Francesa na Educação Básica, preferencialmente em
unidades escolares da rede pública de ensino e/ou escolas de línguas estrangeiras;

III. Organizar o Seminário de Socialização do Estágio Supervisionado, o qual visa
a avaliar as atividades desenvolvidas pelos estagiários;

IV. Fixar e divulgar a data e horário do Seminário de Socialização do Estágio
Supervisionado;

V. Acompanhar os estagiários no Seminário de Socialização de Estágio;

VI. Orientar os estagiários para a apresentação de Relatório ao final de cada
período letivo em que o Estágio se realiza;

VII. Avaliar o Relatório Final de Estágio;

VIII. Realizar a avaliação final dos estagiários e efetuar o lançamento das notas no
SIE WEB;

IX. Recolher dos estagiários sob sua supervisão, ao final de cada período letivo, os
documentos comprobatórios da realização do Estágio Supervisionado (relatórios de
estágio assinados, as fichas de controle de estágio supervisionado, as cartas de aceite e de
192

recebimento do relatório pelo responsável da unidade escolar ou do órgão competente
onde o estágio foi realizado) e entregá-los ao Coordenador de Estágio Supervisionado.

SEÇÃO V
DO(A) ESTAGIÁRIO(A)
Art. 14º – É de competência do(a) estagiário(a):

I. Seguir as normas estabelecidas por esta Resolução;

II. Elaborar o Plano de Estágio em comum acordo com o Professor supervisor do
Estágio Supervisionado;

III.

Apresentar o Plano de Estágio ao Professor Supervisor do Estágio

Supervisionado, no prazo mínimo de 10 (dez) dias antes da data prevista para o início das
atividades;

IV. Acatar as normas da Instituição de Ensino em que ocorrerá o Estágio;

VI. Apresentar, ao final das atividades, o Relatório de Estágio ao Professor
supervisor do Estágio Supervisionado;

VII. Participar do Seminário de Socialização de Estágio;

VIII. Apresentar o Relatório de Estágio no Seminário de Socialização de Estágio.

IX. Ter uma postura ética ao manter um ótimo relacionamento com todos os
profissionais da unidade escolar e eximir-se de criticá-los, especialmente no local do
estágio.
Parágrafo único – o(a) estagiário(a) que desenvolve seu Estágio na instituição em
que trabalha deve fazê-lo fora de suas atividades rotineiras ou dentro delas, desde que
contemple um caráter inovador.

193

CAPÍTULO V
DO DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO

SEÇÃO I
DO PLANO DE ESTÁGIO
Art. 15º – Deverão constar no Plano de Estágio Supervisionado, obrigatoriamente:
I.

Dados de identificação do(a) estagiário(a);

II.

Identificação do Estabelecimento de Ensino onde será realizado o Estágio;

III.

Pressupostos teóricos dos conteúdos estruturantes;

IV.

Desenvolvimento metodológico dos conteúdos estruturantes a serem aplicados;

V.

Cronograma das atividades a serem desenvolvidas;

VI.

Bibliografia de consulta e de referência.
Art. 16º – O Plano de Estágio deverá ser apresentado pelo estudante ao Professor

Responsável pelo Estágio Supervisionado, para análise, discussão e aprovação, no prazo
mínimo de 10 (dez) dias antes da data prevista para início das atividades.

SEÇÃO II
DA DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
Art. 17º – O Estágio Supervisionado está distribuído em 4 semestres, a partir do
quinto período do curso de Letras.
I – A carga horária do Estágio Supervisionado 1 contempla 80 horas e está
distribuída em:
5h planejamento
15h supervisão
15h caracterização
20h atividades de estágio no Ensino Fundamental ou Médio (ver observação
abaixo)
20h elaboração de relatório
05h socialização das experiências

194

II – A carga horária do Estágio Supervisionado 2 contempla 80 horas e está
distribuída em:
5h planejamento
15h supervisão
30h atividades de estágio no Ensino Fundamental ou Médio (ver observação
abaixo)
10h registros sobre a prática
20h elaboração de relatório
III – A carga horária do Estágio Supervisionado 3 contempla 80 horas e está
distribuída em:
5h planejamento
5h supervisão
10h para caracterização Unidade Escolar
5h entrevistas
15h observação no ensino fundamental
10h elaboração de aula para regência
15h regência no ensino fundamental
5h socialização das experiências e reflexão
10h elaboração de relatório
IV – A carga horária do Estágio Supervisionado 4 contempla 160 horas e está
distribuída em:
20 h planejamento
15 h supervisão
25 h para caracterização da Unidade Escolar
10 h entrevistas
15h observação no ensino médio
20h elaboração de aula
15h regência no ensino médio
20 h socialização das experiências e reflexão
20h elaboração de relatório

195

Parágrafo único: As atividades de Ensino para o Estágio Supervisionado 1 e 2
podem ser:
- observação de aula
- participação em aulas
- regência de aulas (parcial ou total)
- participação em eventos culturais, reuniões na escola,
- realização de rodas de leitura
- trabalho na biblioteca
- atividades extra classe (festas, gincanas, atividades culturais)
- acompanhamento de alunos com dificuldades de aprendizagem
- confecção de materiais didáticos
- análise de material didático
- observação de práticas em DVD
- observação e acompanhamento de uma turma-referência
- acompanhamento de grupos de alunos
- pequenos projetos envolvendo o uso de leitura e escrita
- oficinas
- aulas de reforço
- montagem de peças teatrais
Outras atividades de ensino podem ser consideradas mediante aprovação da
Comissão de Estágio.

SEÇÃO III
DA ESTRUTURAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO

Todas as atividades desenvolvidas ao longo do estágio devem ser relatadas em um
Relatório Final, do qual devem constar:
1. Apresentação: Situar a disciplina e a discussão teórica de base, de acordo com o tema
selecionado e desenvolvido. Ex: Produção escrita – Ortografia - Dificuldades da
aprendizagem em LP - Avaliação em leitura etc.; local de realização do estágio, objetivos
previamente traçados; como a proposta foi elaborada, dificuldades encontradas no início
do estágio e como foi possível seguir o planejamento, etapas da atividade programada e
as adaptações que foram feitas.
2. Caracterização da escola - Dados Gerais:
196

a) Identificação da Escola: Campo de estágio (nome completo da escola; localização;
níveis e modalidades de ensino; turnos de funcionamento).
b) Instalações da Escola: Infraestrutura e recursos materiais (Biblioteca-dimensões,
acervo, capacidade, uso, tipo de atendimento; Sala de informática e recursos tecnológicos;
distribuição dos espaços e serviços de apoio).
c) Organização do trabalho escolar: Calendário escolar; Horários de funcionamento;
Índices de evasão e repetência.
d) Prática Sócio-Político-Pedagógica: Identificar a existência de projetos e/ou programas
em desenvolvimento; planejamento: como é feito, quem participa; entrevista com
representantes da direção, coordenadores, professores.
3. Diário de Campo: Descrição e reflexão sobre o trabalho desenvolvido – observação ou
regência - registrando os conteúdos abordados, as metodologias, as estratégias adotadas
e as avaliações empregadas, as datas de realização e os tipos de atividades observadas
e/ou desenvolvidas.
4. Análise de dados e produtos de aprendizagem: Relatório que pode ser feito por grupo
de atuação (mais ou menos quatro a oito alunos que se revezam nas atividades na Escola).
Nessa parte do Relatório, cada aluno ou dupla desenvolve a análise de um produto,
resultado do trabalho desenvolvido na Escola: versões de textos, manuscritos,
comparação de atividades etc., tendo como base teórica os conceitos discutidos na
disciplina e no curso.
5. Considerações finais: O aluno pode abordar questões, tais como a importância do
estágio para a formação; dificuldades encontradas e como elas foram superadas; e
sugestões para a melhoria do ensino e da aprendizagem naquele contexto do estágio.
6. Referências: Autores citados no relatório e nas notas de rodapé.
7. Anexos: Material didático usado pelo professor; produção dos alunos durante as aulas
ou atividades do período de estágio; registro fotográfico, entre outros materiais ou
documentos.

SEÇÃO IV
DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO
Art. 18º – Para a avaliação do Estágio Curricular Supervisionado serão
consideradas as seguintes atividades:

197

I. Apresentação dos Planos de Estágio Supervisionado nos prazos estipulados;

II. Frequência às reuniões de supervisão entre o professor supervisor de Estágio e
o(a) estagiário(a);

IV. Apresentação do Relatório Final de Estágio, nos quais deverão constar as
atividades desenvolvidas e as avaliações anteriores, após a conclusão de todas as etapas,
ao professor supervisor;

V. Participação como ouvinte dos relatos de colegas estagiários no Seminário de
Socialização;

VI. Apresentação oral dos resultados no Seminário de Socialização de Estágio,
coordenado pelo Professor supervisor de Estágio.

Parágrafo único: O estudante que deixar de participar do Seminário de Socialização
deverá, mediante a apresentação de justificativa ao Coordenador de Estágio
Supervisionado, agendar sua apresentação para o evento seguinte.
Art. 19º – A avaliação de desempenho do(a) estagiário(a), nas diferentes fases dos
Estágios de Línguas Portuguesa, Inglesa, Espanhola e Francesa, é feita pelo professor
supervisor que deve considerar:

I.

o compromisso e a participação nas atividades propostas;

II.

a interlocução e postura colaborativa com o professor supervisor;

III.

o desempenho nas atividades pedagógicas;

IV.

a capacidade de diagnosticar problemas e propor soluções para
situações surgidas no ambiente escolar;

§1º Em cada etapa da avaliação, serão utilizados instrumentos específicos
elaborados pelos professores supervisores e aprovados pela Comissão de Estágio
Supervisionado.

§2º - A nota final referente aos Estágios Supervisionados de Licenciatura em
198

Língua Portuguesa, em Língua Inglesa, em Língua Espanhola e em Língua Francesa
deverá ser composta considerando as notas parciais do aluno obtidas quando da realização
dos Estágios.

§3º - O Relatório Final do Estágio Supervisionado deverá ser elaborado de acordo
com as normas vigentes adotadas pela Comissão de Estágio Supervisionado.

§4º - O Relatório Final de Estágio Curricular Supervisionado deverá ser composto
pelos relatórios parciais desenvolvidos em cada uma das etapas dos Estágios.

§5º - O Relatório Final de Estágio Curricular Supervisionado deverá conter as
assinaturas do estagiário e do seu professor supervisor de Estágio.

Art. 20º - O não cumprimento do previsto nos Artigos desta Resolução implica
reprovação do(a) estagiário(a) em Estágio Supervisionado e na obrigatoriedade de
realização de um novo estágio.

CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 21º – O desenvolvimento das atividades de Estágio prevê as seguintes
modalidades:
I – Observação - destinada a levar o estudante à tomada de contato com a realidade
educacional, especialmente nas situações que envolvem professor-aluno, bem como
elaboração de planejamento, execução e avaliação das atividades escolares.
II – Regência - destinada a permitir ao(à) estagiário(a) ministrar aulas, aplicar um
projeto de intervenção ou outra atividade acerca do processo de ensino e aprendizagem,
sob orientação e supervisão do Professor de Estágio.
III – Participação - realizada para permitir ao estudante tomar parte como
cooperador em aulas e em outras atividades educativas definidas pelo Professor de
Estágio Supervisionado.

199

Art. 22º – Em acordo com o parecer CP/CNE 028, de 02/10/2001, em caso de aluno
em efetivo exercício da atividade docente na educação básica, a carga horária total do
semestre poderá ser reduzida, no máximo, em até 50%.
I – o aluno atuando como docente no Ensino fundamental ou Médio, em escola
reconhecida pelo MEC/Secretaria da Educação, deverá apresentar à Comissão de Estágio
Supervisionado documentação comprobatória descrevendo plano de curso e
especificando as atividades e a carga horária.
II – as atividades do monitor em escolas públicas de Alagoas só serão consideradas
se o(a) estagiário(a) desenvolver projeto ou atividades na sua habilitação ou área de
atuação.
Art. 23º – O(A) estagiário(a) deverá concluir cada estágio em um semestre letivo.
Art. 24º – Nos termos da legislação vigente, o estágio supervisionado obrigatório
para qualquer habilitação da Faculdade de Letras, não cria vínculo empregatício.
Art. 25º – Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão de Estágio
Supervisionado da Faculdade de Letras.
Art. 26º – A presente Resolução terá vigência após aprovação pelo Conselho da
Faculdade de Letras.
Art. 27º – Esta Resolução poderá ser alterada a qualquer tempo, caso a Comissão
de Estágio julgar necessária, e/ou a pedido de um grupo de professores e mediante a
apresentação e a aprovação do Colegiado e do Conselho do Curso da Faculdade de Letras
da Universidade Federal de Alagoas - Campus A.C. Simões.
Miniauditório Heliônia Cêres – FALE, em 15 de maio de 2012.

Profa. Dra. Eliane Barbosa da Silva
Diretora da FALE
Presidenta do Conselho da FALE

200

UNIVERSIDADE FEDERAL DE
ALAGOAS

CARTA DE RECEBIMENTO DE RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

Eu, ____________________________________________________ , responsável por
este

estabelecimento

de

ensino,

recebi

do(a)

aluno(a)

__________________________________________ um exemplar do Relatório de
Estágio Supervisionado em Língua Inglesa contendo informações, descrições e análises
do estágio realizado neste semestre.

Maceió, __________________________ de 201___.

_______________________________
Carimbo e assinatura do responsável
(carimbo da escola)

201

CARTA DE APRESENTAÇÃO DO(A) ESTAGIÁRIO(A)

UNIVERSIDADE FEDERAL DE
ALAGOAS

Maceió, __ de _______ de 20__.
Ao
Ilmo(a). Sr(a) Diretor(a)
Assunto: Apresentação de estagiário

Prezado(a) Senhor(a),

Apresentamos a V. S.a, ____________________________________________,
aluno(a) regularmente matriculado no Curso de Licenciatura em Letras Inglês da
Faculdade de Letras da Universidade Federal de Alagoas – UFAL,

para o

desenvolvimento de atividades de estágio supervisionado nesta unidade de Ensino.

Atenciosamente,

Prof. Dr. Marcus Vinicius Matias
Responsável pelo Estágio Supervisionado de Língua Inglesa
Curso Letras Inglês
FALE – UFAL

202

UNIVERSIDADE FEDERAL DE
ALAGOAS

CARTA DE ACEITE
O(A) aluno(a) abaixo designado(a) está credenciado(a), por esta Instituição de Ensino a
solicitar nessa Unidade a devida autorização para o período de estágio, declarando
submeter-se a todas as determinações legais.
Maceió, ____ de __________ de 20__.
_________________________________
Responsável pelo Estágio Supervisionado
Curso Letras Inglês - FALE – UFAL
Aluno(a) _____________________________________________________________
E-mail __________________________________ telefone ______________________
Endereço __________________________________________ CEP _______________

Escola
____________________________________________________________________
Endereço
__________________________________________________________________
Bairro _____________________________ CEP _______________ Telefone
____________
Nome
do(a)
Diretor(a)
_______________________________________________________
AUTORIZAÇÃO DO(A) DIRETOR(A)
Eu,

____________________________________________________

,

responsável pelo estabelecimento de ensino, autorizo o estágio solicitado pelo(a) aluno(a)
acima designado(a).
Maceió, __________________de 20__.

______________________________

__________________

Carimbo e assinatura do responsável

Carimbo da escola

203

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS — FACULDADE DE
LETRAS

Letras Inglês Licenciatura
SEMESTRE LETIVO: 2018.1

Estagiário/a: ____________________________________

____º. Semestre

Turma: ___

Ficha de Controle das Atividades do Estágio Curricular Supervisionado
Atividades do Estágio Curricular em Língua Inglesa realizadas sob a supervisão da unidade
concedente e da Faculdade de Letras
data c.h.
/
/
/
/

modalidade

séri tur
e
no

atividade/conteúdo
Maceió, __
de
__________
de 20__.

/
/
/
/
/

(carimbo e
assinatura do
diretor ou
vice)

/
/
/
/
/
/
/
/
/
/
/

Carimbo da
concedente

204