Catálogo de Disciplinas
CATLOGO_DE_DISCIPLINAS (4).pdf
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Sumário
FONOLOGIA, VARIAÇÃO E ENSINO................................................................................................ 5
TEXTO E ENSINO .......................................................................................................................... 11
GRAMÁTICA, VARIAÇÃO E ENSINO ............................................................................................. 15
LITERATURA E ENSINO ................................................................................................................ 28
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO ................................................................................................ 33
ELABORAÇÃO DE PROJETOS ........................................................................................................ 38
LEITURA E ESCRITA: Processos de ensino-aprendizagem ........................................................... 41
ENSINO DA ESCRITA: didatização e avaliação ............................................................................. 46
GÊNEROS DISCURSIVOS E/OU TEXTUAIS NAS PRÁTICAS SOCIAIS .............................................. 52
LINGUAGEM, PRÁTICAS SOCIAIS E ENSINO................................................................................. 55
LITERATURA INFANTIL E JUVENIL ................................................................................................ 59
LEITURA DO TEXTO LITERÁRIO .................................................................................................... 62
PRÁTICAS DE ANÁLISE LINGUÍSTICA E ENSINO DE ASPECTOS FONOLÓGICOS ........................... 65
PRÁTICAS DE ANÁLISE LINGUÍSTICA E ENSINO DE ASPECTOS GRAMATICAIS ............................. 66
PRÁTICAS DE LEITURA E ENSINO ................................................................................................. 70
PRÁTICAS DE PRODUÇÃO TEXTUAL E ENSINO ............................................................................ 74
PRÁTICAS DE ORALIDADE E ENSINO ........................................................................................... 80
TÓPICOS EM LINGUAGEM E ENSINO .......................................................................................... 86
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CÓDIGO
MPL1001
DISCIPLINA
FONOLOGIA, VARIAÇÃO E ENSINO
EMENTA
Revisão de conceitos fundamentais para os estudos fonético-fonológicos.
Estudo do sistema fonológico do Português, considerando a variação dialetal e
a aquisição da linguagem oral e escrita. Abordagem de subsídios teóricos para
a explicitação de processos fonológicos, com ênfase na realidade da escrita e
da oralidade de alunos do Ensino Fundamental. Proposições metodológicas
para a elaboração de material didático.
PRIMEIRA UNIDADE: 10 HORAS
1 Fonética articulatória
i. O aparelho fonador
ii. Sistema articulatório (articuladores ativos e passivos)
1.2 Parâmetros articulatórios e Alfabeto Fonético Internacional
i. Consoantes (modo, ponto e grau de vozeamento)
ii. Vogais (altura da língua, direção da elevação
arredondamento, nasal/oral)
iii. Glides [w, j]
1.3 Sons foneticamente semelhantes
SEGUNDA UNIDADE –10 HORAS
1 Fonética X Fonologia
2 Traços distintivos
2.2 ponto: labial, coronal e dorsal
2.3 laríngeo: surdo, sonoro
2.4 modo: contínuo, não-contínuo
2.5 abertura das vogais: [1, 2, 3]
3 O sistema fonológico do português
4 Estruturas silábicas
TERCEIRA UNIDADE – 20 HORAS
1- Processos fonológicos
1.1 vogais
i. alçamento
ii. harmonia (assimilação)
iii. abaixamento
iv. apagamento (monotongação, redução estrutural...)
da
língua,
5
v. inserção (ditongação, reestruturação silábica..)
vi. interações morfofonológicas e morfossintáticas (sândi, haplologia
etc)
2 Relação entre processos fonológicos (vogais) e as manifestações oral e
escrita da língua;
2.1 erros de escrita: caracterização
3. Consoantes
i. assimilação: ponto, nasalização, vozeamento (desvozeamento), etc.
ii. apagamento, inserção, metátese, afrouxamento, etc.
iii. reflexos na escrita
4. Relação entre processos fonológicos (consoantes) e as manifestações
oral e escrita da língua
4.1 erros de escrita: caracterização
QUARTA UNIDADE - 5 HORAS
1 Elementos prosódicos, ortografia e leitura
- Acento
- Ritmo
- Pontuação
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PRIMEIRA UNIDADE
HORA, D. da. Fonética e Fonologia. UFPB, 2009. Disponível em
http://goo.gl/ecYlc Acesso em 10 de junho de 2013.
SEARA, Izabel et al. Fonética e Fonologia do Português Brasileiro. UFSC. 2011.
Disponível em http://goo.gl/tQy90q. Acesso em 28 de julho de 2013.
SILVA, Thaïs Cristófaro. Fonética e fonologia do Português: roteiro de estudos e
guia de exercícios. São Paulo: Contexto, 2003.
http://www.fonologia.org
SEGUNDA UNIDADE
BISOL, Leda (Org.) Introdução a estudos de fonologia do português brasileiro.
Porto Alegre: Edipucrs, 2005. Capítulos 1 e 2.
CAGLIARI, Luiz Carlos. Análise fonológica: introdução à teoria e à prática, com
especial destaque para o modelo fonêmico. Campinas, SP: Mercado de Letras,
2002. (Coleção Idéias sobre a linguagem).
6
TERCEIRA UNIDADE
BISOL, Leda (Org.) Introdução a estudos de fonologia do português brasileiro.
Porto Alegre: Edipucrs, 2005. Cap. 4 e 5.
BISOL, Leda. ‘O sândi e a ressilabação’. Letras de Hoje, v.31, no. 2, p.159-168,
Porto Alegre, junho 1996.
BORTONI-RICARDO, Stella Maris. ‘Métodos de alfabetização e consciência
fonológica: o tratamento de regras de variação e mudança’. Em: SCRIPTA,
Revista do Programa de Pós- Graduação em Letras e do Centro de Estudos
Luso-afro-brasileiros da PUC Minas, v.9 no18, 2006, p.201-220
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e linguística. São Paulo: Scipione, 1989.
HORA, D. da. ‘Variação Fonológica: consoantes em Coda Silábic’a. Travaglia, L.C.
(org). Anais X Silel, Universidade Federal de Uberlândia, 2004.
HORA, Dermeval da; RIBEIRO, Juliene L. P. Introdução à fonologia do português
brasileiro. João Pessoa: Editora Universitária, 2012
LEMLE, Miriam. Guia Teórico do Alfabetizador. São Paulo, Ática. 2000.
OLIVEIRA, Marco Antônio de et al. ‘Da Forma Sonora da Fala A Forma Gráfica
da Escrita’. Cadernos De Estudos Linguisticos, v. 16, n.2, p. 5-30, 1989.
OLIVEIRA, M. A. de ; NASCIMENTO, M do . ‘Da Analise de Erros Aos
Mecanismos Envolvidos Na Aprendizagem da Escrita1. EDUCACAO EM
REVISTA, v. 12, n.1, p. 33-43, 1990.
OLIVEIRA, Marco Antônio de. Conhecimento linguístico e apropriação do
sistema de escrita. 1. ed. Belo Horizonte: CEALE/FAE/UFMG, 2005. v. 01. 70p .
SILVA, Miriam Barbosa da. Leitura, ortografia e fonologia. São Paulo: Ática,
1981.
PACHECO, V. ‘Evidência do funcionamento da língua oral no texto escrito’.
Intersecções, Jundiaí, edição 1, n.1, ano 1, 2008, p.1-15.
QUARTA UNIDADE
SILVA, Miriam Barbosa da. Leitura, ortografia e fonologia. São Paulo: Ática,
1981.
CAGLIARI, L.C. ‘Marcadores prosódicos na escrita’. In: Anais Do Seminário Do
Grupo De Estudos Lingüísticos, 18, Lorena, 1989. p. 195-203.
COLLISCHONN, G. ‘Acento secundário em português’. Letras de Hoje. Porto
Alegre, v. 29, n. 4, pp. 43-53, dez. de 1994.
CHACON, L. ‘A pontuação e a delimitação de unidades rítmicas da escrita’. In:
Seminário Do Grupo De Estudos Lingüísticos, 45, 1997, Campinas. Estudos
Linguísticos, v. XXII. São José do Rio Preto: Grupo de Estudos Linguísticos de
São Paulo, 1998. p. 65-79.
7
ROCHA, I. L. V. ‘Flutuação no modo de pontuar e estilos de pontuação’. DELTA,
São Paulo, v. 14, n. 1, p.1-12, 1998.
http://www.projetoaspa.org/cristofaro/
BIBLIOGRAFIA GERAL
ABAURRE, M. B. M.; R. S. FIAD; M. L. T. MAYRINK-SABISON. Cenas de aquisição
da escrita: o sujeito e o trabalho com o texto. São Paulo: Mercado das Letras,
1999.
ABAURRE, Maria Bernadete (Org.). A Construção da Palavra Fonológica.
Contexto, São Paulo, 2013.
BISOL, Leda. ‘O sândi e a ressilabação’. Letras de Hoje, v.31, no. 2, p.159-168,
Porto Alegre, junho 1996.
BISOL, Leda (Org.) Introdução a estudos de fonologia do português brasileiro.
Porto Alegre: Edipucrs, 2005.
BISOL, Leda e BRESCANCINI, Cláudia Regina (Org.). Fonologia e Variação:
Recortes do Português Brasileiro. Porto Alegre: EDPUCRS, 2002
BORTONI-RICARDO, Stella Maris. ‘Métodos de alfabetização e consciência
fonológica: o tratamento de regras de variação e mudança’. Em: SCRIPTA,
Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras e do Centro de Estudos
Luso-afro-brasileiros da PUC Minas, v.9 no18, 2006, p.201-220
CAGLIARI, L. C. Análise Fonológica. Campinas: Mercado de Letras, 1997.
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e linguística. São Paulo: Scipione, 1989.
CAGLIARI, L.C. ‘Marcadores prosódicos na escrita’. In: Anais do SEMINÁRIO DO
GRUPO DE ESTUDOS LINGÜÍSTICOS, 18, Lorena, 1989. p. 195-203.
CAGLIARI, Luiz Carlos. Análise fonológica: introdução à teoria e à prática, com
especial destaque para o modelo fonêmico. Campinas, SP: Mercado de Letras,
2002. (Coleção Idéias sobre a linguagem).
CALLOU, D. & LEITE, Y. Iniciação à fonética e à fonologia. 5. ed. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Editor, 1995.
CHACON, L. ‘A pontuação e a delimitação de unidades rítmicas da escrita’. In:
SEMINÁRIO DOGRUPO DE ESTUDOS LINGÜÍSTICOS, 45, 1997, Campinas.
Estudos Lingüísticos, v. XXII. São José do Rio Preto: Grupo de Estudos
Lingüísticos de São Paulo, 1998. p. 65-79.
COLLISCHONN, G. ‘Acento secundário em português’. Letras de Hoje. Porto
Alegre, v. 29, n. 4, pp. 43-53, dez. de 1994.
COUTINHO, Ismael. Gramática Histórica. 7a ed. Rio de Janeiro: Ao Livro
8
Técnico, 1976.
FERREIRA NETTO, Waldemar. Introdução à fonologia da língua portuguesa. 2.
ed. revis. São Paulo: Ed. Paulistana, 2011.
HENRIQUE, Claudio Cesar. Fonética, fonologia e ortografia: estudos fonoortográficos do português. R. J: Elsevier, 2007.
HORA, D. da. ‘Variação Fonológica: consoantes em Coda Silábica’. Travaglia,
L.C. (Org.). Anaisl X Silel, Universidade Federal de Uberlândia, 2004.
HORA, D. da. Fonética e Fonologia. Disponível em http://goo.gl/ecYlc Acesso
em 10 de junho de 2013.
HORA, Dermeval da; RIBEIRO, Juliene L. P. Introdução à fonologia do português
brasileiro. João Pessoa: Editora Universitária, 2012.
KATO, Mary (org.) Gramática do Português Falado. Volume V: Convergências.
2a Ed. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 2002.
KNIES, Clarice Bohn e Guimarães, Ana M. Mattos. Elementos de fonologia e
ortografia do português. Porto Alegre, UFRGS, 1989.
LEITE, Yonne e CALLOU, Dinah. Como falam os brasileiros. Rio: Jorge Zahar,
2002
LEMLE, Miriam. Guia Teórico do Alfabetizador. São Paulo, Ática. 2000.
MATEUS, M. H. M.; A. ANDRADE; M. C. VIANA & A. VILLALVA (1990). Fonética,
Fonologia e Morfologia do Português. Lisboa: Universidade Aberta.
OLIVEIRA, Marco Antônio de et al. ‘Da Forma Sonora da Fala A Forma Gráfica
da Escrita’. In: Cadernos De Estudos Linguisticos, v. 16, n.2, p. 5-30, 1989.
OLIVEIRA, M. A. de; NASCIMENTO, M do . ‘Da Analise de Erros Aos
Mecanismos Envolvidos Na Aprendizagem da Escrita’. EDUCACAO EM REVISTA,
v. 12, n.1, p. 33-43, 1990.
OLIVEIRA, Marco Antônio de. Conhecimento linguístico e apropriação do
sistema de escrita. 1. ed. Belo Horizonte: CEALE/FAE/UFMG, 2005. v. 01. 70p .
PACHECO, V. ‘Evidência do funcionamento da língua oral no texto escrito’.
Intersecções, Jundiaí, edição 1, n.1, ano 1, 2008, p.1-15.
ROCHA, I. L. V. ‘Flutuação no modo de pontuar e estilos de pontuação’. DELTA,
São Paulo, v. 14, n. 1, p.1-12, 1998.
SCLIAR-CABRAL, Leonor. Guia prático de alfabetização: baseado em Princípios
do sistema alfabético do português do Brasil. São Paulo: Contexto, 2003.
SEARA, Izabel et al. Fonética e Fonologia do Português Brasileiro. UFSC. 2011.
Disponível em http://goo.gl/tQy90q . Acesso em 28 de julho de 2013
SILVA, Miriam Barbosa da. Leitura, ortografia e fonologia. São Paulo: Ática,
1981.
SILVA, Thaïs Cristófaro. Fonética e fonologia do Português: roteiro de estudos e
9
guia de exercícios. São Paulo: Contexto, 2003.
SILVA, Thaïs Cristófaro. Dicionário de Fonética e Fonologia. Contexto, São
Paulo, 2011.
SIMÕES, Darcilia. Considerações sobre a fala e a escrita: fonologia em nova
chave. São Paulo: Parábola Editorial, 2006.
Sites e textos livres online:
http://goo.gl/ecYlc (Dermeval da Hora)
www.fonologia.org (UFMG)
http://fonetica-ufal.blogspot.com.br/ (Miguel)
www.projetoaspa.org/cristofaro/ (Thaïs Cristófaro)
http://scripts.sil.org/cms/scripts/page.php?site_id=nrsi&id=encore-ipadownload (fontesfonéticas)
http://westonruter.github.io/ipa-chart/keyboard/ (teclado virtual)
10
CÓDIGO
MPL1002
DISCIPLINA
TEXTO E ENSINO
EMENTA
Estudo das principais abordagens do texto. Diferentes perspectivas de ensino
do texto: a leitura e a produção textual. Estudos do texto em situação de ensino
e de aprendizagem. Proposições metodológicas para elaboração de material
didático.
OBJETIVO
1 Propiciar ao professor do Ensino Fundamental a reflexão sobre as
diferentes perspectivas teóricas e metodológicas de abordagem do
texto em sala de aula.
2 Desenvolver práticas pedagógicas que contemplem a compreensão e a
produção de textos, bem como a produção de materiais didáticos
relativos à leitura e produção textual.
PRIMEIRA UNIDADE
1 Teorias do texto
1.1 Análise de Discurso
1.2 Linguística Textual
1.3 Interacionismo Sociodiscursivo
1.4 Contribuição de outras áreas do conhecimento para o estudo do
texto
SEGUNDA UNIDADE
2 Compreensão e produção de textos
2.1 Direcionamentos estabelecidos pelos documentos oficiais para o
ensino da leitura e da produção textual.
2.2 O processo da leitura
2.2.1 Estratégias e didática de ensino da leitura
2.3 processo da produção de textos
2.3.1 Estratégias e didática de ensino da produção de textos
TERCEIRA UNIDADE
3 O texto na aula de língua portuguesa
3.1 Análise de práticas de ensino
3.2 Proposições metodológicas para a reflexão sobre o texto a partir do
ensino da leitura e da produção textual
11
3.3 Análise e elaboração de materiais didáticos
METODOLOGIA
A dinâmica do curso será constituída de aulas expositivas; debates; relatos de
experiência; análise de materiais didáticos, de vídeos, de textos de alunos;
elaboração de atividades de ensino de leitura e de escrita, dado o caráter
teórico e prático de todas as unidades de conteúdo.
AVALIAÇÃO
A avaliação pode ser feita por meio de exercícios, seminários, resumos, artigos,
relatos de experiência, além de análise e produção de atividades de ensino de
leitura e produção textual, levando em consideração a prática docente e o
arcabouço teórico da disciplina.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ADAM, Jean- Michel: A linguística textual: iniciação à análise textual dos
discursos. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2008. (Cap. 2 e 3)
ANTUNES, Irandé. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo:
Parábola, 2009.
BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992. (Cap.
3)
BAZERMAN, C. Gênero, agência e escrita. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
BUNZEN, C.; MENDONÇA, M. Múltiplas linguagens para o ensino médio.
Parábola.
HANKS, W. A língua como prática social – das relações entre língua, cultura e
sociedade a partir de Bourdieu e Bakhtin. São Paulo: Cortez, 2008. (Cap. 2 e 3)
KOCH, Ingedore G. Villaça; ELIAS, Vanda Maria. 3.ed. Ler e compreender os
sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2010.
KOCH, Ingedore G. V. Introdução à linguística textual. São Paulo: Martins
Fontes, 2004. (Cap. 1)
MARCUSCHI, Luiz A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São
Paulo: Parábola, 2008. (Partes 1 e 3)
ORLANDI, Eni. Discurso e texto: formulação e circulação dos sentidos. São
Paulo: Pontes, 2001.
SANTOS, Leonor Werneck dos; CUBA RICHE, Rosa; TEIXEIRA, Claudia de S.
Análise e produção de textos. São Paulo. Contexto, 2012.
12
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTUNES, Irandé: Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo:
Parábola, 2010.
BAZERMAN, Charles. Escrita, gênero e interação social. São Paulo: Cortez, 2007.
BAZERMAN, Charles. Gêneros textuais, tipificação e interação. São Paulo:
Cortez, 2005
BAWARSHI, A. & REIFF, M. Gênero: história, teoria, pesquisa, ensino. São Paulo:
Parábola, 2013.
BRAIT, Beth; SOUZA-e-SILVA, M. Cecília. Texto ou discurso? São Paulo:
Contexto, 2012.
BRANDÃO, H. Gêneros do discurso e ensino. v.5 São Paulo: Cortez, 1997. V. 2.
CHARAUDEAU, Patrick. Linguagem e discurso: modos de organização. São
Paulo: Contexto, 2010. Cap. 1, 2 e 3.
DIONÍSIO, Ângela. P.; MACHADO, A. R.; BEZERRA, M. A. (Org.). Gêneros
textuais e ensino. São Paulo: Parábola, 2011. (Cap.1 e a Parte II)
DOLZ, Joaquim; DECANDIO, Fabrício; GAGNON, Roxane. Produção escrita e
dificuldades de aprendizagem. São Paulo: Mercado de Letras, 2010.
GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula, São Paulo, ÁtiA, 1999.
GERALDI, João Wanderley. Portos de passagem, 4ª Edição, São Paulo, Martins
Fontes, 2003.
KOCH, Ingedore G. Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever: estratégias de
produção textual. 2.ed.São Paulo: Contexto, 2011.
MARCUSCHI, L. A. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 8.ed.São
Paulo: Cortez, 2011.
MARCUSCHI, L. A. Linguística de Texto: o que é e como se faz. São Paulo:
Parábola, 2012.
REINALDO, Maria Augusta; MARCUSCHI, Beth; DIONÍSIO, Angela. Gêneros
textuais: práticas de pesquisa, práticas de ensino. Recife: Ed. Universitária UFPE,
2012.
RODRIGUES, Rosângela. BALTAR, Marcos. SILVA, Nívea. SILVA FILHO,
Vidomar. Linguística Textual. Florianópolis, UFSC/LLV/CCE, 2012.
ROJO, R.; MOURA, E. (Org.). Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola,
2013.
SANTOS, Leonor. (Org.) Gêneros textuais nos livros didáticos de Português:
uma análise de manuais do ensino fundamental. Rio de Janeiro: UFRJ, 2011.
/Livro eletrônico - modo de acesso: www.leonorwerneck.com/
SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. (Org.). Gêneros orais e escritos na escola. Campinas:
Mercado de Letras, 2004. Cap. 1 e 2.
13
SIGNORINI, I. Investigando a relação entre o oral e o escrito e as teorias de
letramento. São Paulo: Mercado de Letras, 2001. (Cap. de Lynn Mário)
VOESE, Ingo. Análise do discurso e o ensino de língua portuguesa. São Paulo:
Cortez, 2004. v. 13; Capítulos 2 e 4.
14
CÓDIGO
MPL1003
DISCIPLINA
GRAMÁTICA, VARIAÇÃO E ENSINO
EMENTA
Avaliação de gramáticas pedagógicas. Análise epilinguística e metalinguística
considerando os fenômenos gramaticais mais produtivos e mais complexos na
ampliação da competência comunicativa dos alunos na escuta, na leitura e na
produção de textos orais e escritos. Proposições metodológicas para
elaboração de material didático.
OBJETIVO
Objetivo Geral: Refletir sobre os fenômenos gramaticais a partir de uma
concepção de língua heterogênea e sócio-historicamente situada, levando em
consideração a língua em uso nas suas modalidades oral e escrita.
Objetivos específicos:
1. Discutir diferentes concepções de gramática e de norma.
2. Descrever o comportamento de fenômenos gramaticais variáveis e o
tratamento pedagógico dispensado a eles, considerando as modalidades oral e
escrita da língua.
3. Explorar o tratamento didático e científico de temas morfossintáticos
relevantes à descrição gramatical do Português.
4. Propor encaminhamentos metodológicos considerando o ensino de
gramática a serviço do desenvolvimento da competência de leitura e produção
textuais.
PRIMEIRA UNIDADE
Questões básicas:
✓ O que é gramática? Concepções de gramáticas? Que perfil de gramática
adotar na escola?
✓ O que é norma? Concepções de normas? Como se constituiu a norma
padrão brasileira?
Perfil do módulo:
✓ Fundamentação teórica para toda a análise de textos (produção de alunos,
materiais didáticos e textos científicos) que será desenvolvida nos
módulos seguintes.
15
Propostas de atividades:
✓ Leituras: debates; seminários; resenhas.
✓ Apreciação crítica dos documentos oficiais e dos materiais didáticos para
discutir as concepções de gramática e de norma que os fundamentam.
Programa:
1.1 Concepção de gramática: a tradição gramatical e a tradição linguística.
1.2 Gramática, objetivos do ensino de Português e orientações oficiais.
1.3 Concepção de norma, variação e contínuos de variação linguística
(BORTONI-RICARDO, 2005).
1.4 A constituição da norma padrão brasileira.
Leituras básicas:
BARBOSA, A. G. Saberes gramaticais na escola. In: Vieira, S. R. & Brandão, S. F.
(Orgs.). Ensino de gramática: descrição e uso. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2011
[2007]. p. 31-54.
BASSO, R. M.; OLIVEIRA, R. P. Feyman, a Linguística e a curiosidade revisitada.
Matraga,
v.
19,
n.
30,
p.
13-40,
2012.
Disponível
em
<http://www.pgletras.uerj.br/matraga/matraga30/artigos.html>. Acesso em:
mai. 2019.
BORTONI-RICARDO, S. M. A língua portuguesa no Brasil; Um modelo para a
análise sociolingüística do português brasileiro. In: -------- Nós cheguemu na
escola, e agora? Sociolingüística e Educação. São Paulo: Parábola Editorial,
2005. p. 31-52.
FARACO, C. A. Norma culta brasileira – desatando alguns nós. São Paulo:
Parábola Editorial, 2008.
FRANCHI, Carlos. Mas o que é mesmo “gramática”? São Paulo: Parábola
Editorial, 2006.
NEVES, M. H. de M. Que gramática estudar na escola? Norma e uso na língua
portuguesa. São Paulo: Contexto, 2003.
VIEIRA, F. E. A gramática tradicional: história crítica. São Paulo: Parábola, 2018.
VIEIRA, S. R. Três eixos para o ensino de gramática: uma proposta experimental.
In: NORONHA, C. A.; SÁ JR., L. A. de. (Orgs.) Escola, ensino e linguagem [recurso
eletrônico]. Natal-RN, EDUFRN, 2017. http://repositorio.ufrn.br
Gramáticas – para consulta e apreciação crítica:
16
Tradição gramatical:
BECHARA, E. Moderna gramática portuguesa. 37. ed. rev. e ampl. Rio de
Janeiro: Lucerna, 1999.
CUNHA, C.; CINTRA, L. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
ROCHA LIMA. Gramática normativa da língua portuguesa. 37. ed. Rio de
Janeiro: José Olympio, 1999.
Tradição linguística:
AZEREDO, J. C. Gramática Houaiss da Língua Portuguesa. 2 ed. São Paulo:
Publifolha, 2012.
RAPOSO, E. B.P. et al.(Orgs.) Gramática do Português I e II. Lisboa: Calouste
Gulbenkian, 2013.
CASTILHO, A. Nova gramática do português brasileiro. São Paulo: Contexto,
2010.
CASTILHO, A. (Coord.) Gramática do português culto falado no Brasil. São
Paulo: Contexto. Vol. I – VII.
MIRA MATEUS, M. H. et al. (Orgs.) Gramática da língua portuguesa. 5a ed. rev. e
aum. Lisboa: Editorial Caminho, 2003.
NEVES, M. H. de M. Gramática de usos do português. São Paulo: UNESP, 2000.
NEVES, M. H. A gramática do português revelada em textos. São Paulo, SP:
Editora Unesp, 2018.
PERINI, M. Gramática descritiva do português. São Paulo: Ática, 2001.
PERINI, M. Gramática do português brasileiro. São Paulo: Parábola, 2010.
VITRAL, L. Gramática inteligente do Português do Brasil. São Paulo: Contexto,
2017.
Leituras complementares – Módulo 1:
AUROUX, S. A revolução tecnológica da gramatização. Campinas: Editora da
Unicamp, 1992.
ALMEIDA BARONAS, J. E. de; COBBUCI, P. A importância da Sociolinguística
Educacional na formação docente continuada. In: MOLLICA, M. C.; FERRAREZI
JR., C. (Org.) Sociolinguística, sociolinguísticas. São Paulo: Contexto, 2016. p.
177-183
AVELAR, J. O. de. Saberes gramaticais: formas, normas e sentidos no espaço
escolar. São Paulo: Parábola, 2017.
BAGNO, M. (Org.) Lingüística da norma. São Paulo: Edições Loyola, 2002. p. 6317
92.
BARBOSA, A. G.; VIEIRA, S. R. (Orgs.). Revista Diadorim – Revista de Pósgraduação em Letras Vernáculas/UFRJ, v. 19, n. 2. Rio de Janeiro: Faculdade de
Letras
/
UFRJ,
2017.
Disponível
em:
<https://revistas.ufrj.br/index.php/diadorim/issue/view/775>. Acesso em mai.
2019.
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ATAÍDE, C. et alii. Gelne 40 anos: experiências teóricas e práticas nas pesquisas
em linguística e literatura. São Paulo: Blucher, 2017. p. 299-318.
VIEIRA, S. R. Três eixos para o ensino de gramática. In: VIEIRA, S. R. (Org.)
Gramática, variação e ensino: diagnose e propostas pedagógicas. Ed. rev. e
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VIEIRA, S. R. A unidade e a diversidade no ensino de Língua Portuguesa.
Tabuleiro de Letras, v. 12 (3), p. 22-34, 2018.
VIEIRA, S. R. Contínuos de variação em sala de aula: o desafio de propor
orientações normativas. In: BARONAS, J.et al. (Orgs.). Em torno (entorno) da
Pedagogia da variação linguística. Londrina: EDUEL, 2019.
ZILLES, A. M. S.; FARACO, C. A. (Orgs.). Pedagogia da variação linguística: língua,
19
diversidade e ensino. São Paulo: Parábola Editorial, 2015.
SEGUNDA UNIDADE
Questões básicas:
✓
Como os fenômenos gramaticais diversos se manifestam nos textos
(escritos e orais) dos alunos e em textos modelares?
✓ Como os materiais didáticos descrevem – nos planos conceitual e
descritivo – os diversos fenômenos gramaticais?
✓ Como descrever e analisar apropriadamente fenômenos que tomam
feições particulares no Português do Brasil, sem ignorar as diferenças
entre fala e escrita, patentes nas atividades de escuta, leitura e produção
textuais?
Perfil do módulo:
✓ Análise de fenômenos gramaticais em textos diversos, na descrição de
materiais pedagógicos e segundo os estudos científicos, reconhecendo as
construções gramaticais como:
elementos que permitem a abordagem reflexiva da gramática (análise
epilinguística e metalinguística);
recursos expressivos na construção do sentido do texto;
manifestação de normas/variedades (cultas e populares) com base nos
contínuos de:
- oralidade-letramento/ modalidade (do mais oral ao mais escrito);
- monitoração estilística/registro (do mais monitorado/formal ao menos
monitorado/informal).
Propostas de atividades:
✓
Diagnóstico: levantamento dos fenômenos gramaticais a serem
abordados pelo professor a partir do texto escrito/oral dos alunos em
comparação aos usos dos textos modelares.
✓
Separação dos fenômenos linguísticos emergentes no diagnóstico por
sua natureza: lexical, morfológica, sintática, discursiva.
(Para tanto, cotejar o resultado desta atividade com a lista de fenômenos
apresentados em materiais didáticos e em estudos científicos, sobretudo
os que representam as feições particulares do Português do Brasil –
sugestão no presente programa.)
20
✓
Apreciação do tratamento conceitual e descritivo dos fenômenos em
materiais didáticos e nos estudos científicos.
Programa:
TEMAS A SEREM TRABALHADOS: SUGESTÕES
2.1 Aspectos lexicais
• Formação de palavras e expansão lexical.
• Adequação vocabular (por ex. ter vs haver).
2.2 Aspectos morfológicos
• Quadro pronominal.
• Paradigma verbal: indicativo vs. subjuntivo; formas simples vs. formas
perifrásticas.
• Classes de palavras.
• Elementos constituintes da palavra: o contínuo flexão-derivação; a
expressão do grau.
• Aspecto verbal.
2.3 Aspectos morfossintáticos
2.3.1 A construção da predicação
• Transitividade: argumentos e adjuntos.
• Expressão dos constituintes: realização / apagamento do sujeito e dos
complementos (funções acusativa, dativa e oblíquas).
• Estratégias de indeterminação do referente (verbo na 3ª pessoa mais se
/ 3ª p. plural / formas pronominais e nominais).
• Ordem dos constituintes: sujeito-verbo/verbo-sujeito; topicalização; voz
ativa/voz passiva; colocação de pronomes.
• Concordância (verbal e nominal): expressão morfossintática e padrões
oracionais.
• Perífrases verbais - auxiliaridade; perífrases verbo-nominais - verbos
leves (fazer curso/cursar; ter medo/temer).
• Perífrases V1 e V2 (pego/chego/vou e faço).
2.3.2. Articulação de orações/períodos
• Construções do período composto: relações lógico-semânticas; funções
textual-discursivas.
• Conectores (onde, mas, aí, assim, agora, depois, enquanto etc ).
21
•
Estratégias de relativização (padrão, cortadora e copiadora).
2.4 Aspectos discursivos
• Modalização (é preciso/urgente + infinitivo; deve-se + infinitivo; urge +
infinitivo etc).
• Recursos enfáticos (clivagem, focalização, tópico-comentário etc).
2.5 Pontuação e gramática
• Delimitação do período e predicação.
• Motivações sintáticas e discursivas.
Leituras básicas:
FURTADO da CUNHA, M. A.; TAVARES, M. A. (Orgs.) Funcionalismo e ensino de
gramática [recurso eletrônico]. Natal: EDUFRN, 2016.
GORSKI, E. M.; COELHO, I. L. Variação linguística e ensino de gramática.
Working papers em Linguística, 10 (1), p. 73-91, Florianópolis, 2009.
KATO, M.; NASCIMENTO, M. A construção da sentença. São Paulo: Contexto,
2015. (Gramática do português culto falado no Brasil: volume 2)
MARTINS, M.; TAVARES, A.; VIEIRA, S.R (Orgs.) Ensino de Português e
Sociolinguística. São Paulo: Contexto, 2014.
NEVES, M. H. M. Texto e gramática. São Paulo: Contexto, 2006.
MARTINS, M. A.; TAVARES, M. A. (Orgs.) Contribuições da Sociolinguística e da
Linguística Histórica para o ensino de língua portuguesa. Coleção Ciências da
Linguagem Aplicadas ao Ensino, volume V. Natal: EDUFRN, 2013.
VIEIRA, S. R.; BRANDÃO, S. F. (Orgs.) Ensino de gramática: descrição e uso. 2.
ed. São Paulo: Contexto, 2011 [2007].
Gramáticas pedagógicas – para apreciação crítica:
BECHARA, E. Gramática escolar da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna,
2001.
CASTILHO, A. T. de; ELIAS, V. M. Pequena gramática do português brasileiro.
São Paulo: Contexto, 2012.
BAGNO, M. Gramática pedagógica do português brasileiro. São Paulo; Parábola
Editorial, 2011.
Leituras complementares – Módulo 2:
ABREU, M. T. T. V.; BERNARDO, S. P. (Orgs.) MATRAGA. Estudos lingüísticos e
22
literários. Vol. 19, n. 30. Rio de Janeiro: Editora da UERJ, 2012.
ASSIS, E. F. de (Org.) Caminhos para a educação linguística. Campinas: Pontes,
2017.
AZEREDO, J. C. Iniciação à sintaxe do Português. Rio de Janeiro: Zahar, 1992.
BAGNO, M. Português brasileiro? Um convite à pesquisa. São Paulo: Parábola
Editorial, 2001.
BASÍLIO, M. Formação e classe de palavras no português do Brasil. São Paulo:
Contexto, 2006.
BORTONI-RICARDO, S. M. Educação em língua materna: a Sociolinguística na
sala de aula. São Paulo: Parábola, 2004.
BRAVIN, A. M. Variação lingüística e o estudo da indeterminação do sujeito nas
escolas brasileiras. In: PALOMANES, R., BRAVIN, A. M. (Orgs.) Práticas de ensino
do Português. São Paulo: Contexto, 2012. p. 75-90.
CÂMARA JR. J. M. Estrutura da língua portuguesa. Petrópolis: Vozes, 1970.
CARDOSO, C. R; SCHERRE, M. M. P.; SALLES, H., PACHECO, C. Variação
lingüística, contato de línguas e educação. São Paulo: Pontes, 2013.
COELHO, F. A.; SILVA, J. E. do N. (Orgs.) Ensino de Língua Portuguesa: teoria e
práticas. v. 1 e v. 2. Rio de Janeiro: Gramma, 2018.
DECAT, M. B. N. Estruturas desgarradas em Língua Portuguesa. Campinas, SP:
Pontes Editores, 2011.
FERRAREZI JÚNIOR, C. Semântica para a educação básica. São Paulo: Parábola,
2008.
FREIRE, G. Clíticos acusativo e dativo no ensino da língua padrão. In:
PALOMANES, R., BRAVIN, A. M. (Orgs.) Práticas de ensino do Português. São
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FREITAG, R. M. K. et alii. Gramática, interação e ensino de língua materna:
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científicas - Educação, v. 1, p. 71-84, 2013.
FREITAG, R. M. K.; DAMACENO, T. M. S. S. (Org.) Livro didático, gramática,
leitura e ensino de língua portuguesa: contribuições para a prática docente.
São Cristóvão: Editora da UFS, 2015.
GONÇALVES, C. A. Iniciação aos estudos morfológicos: flexão e derivação em
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GONÇALVES, C. A. Morfologia. São Paulo: Parábola, 2019.
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GORSKI, E. M.; TAVARES, M. A. Conectores seqüenciadores em seqüências
expositivas/argumentativas na fala e na escrita: subsídios para o ensino. LEFFA,
V. J. (compilador). TELA (Textos em Lingüística Aplicada). [CD-Rom]. Pelotas:
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MOLLICA, M. C. Da linguagem coloquial à escrita padrão. Rio de Janeiro:
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MOLLICA, M. C., BRAGA, M. L. (Orgs.) Introdução à Sociolingüística: o
tratamento da variação. São Paulo: Contexto, 2003.
NEVES, M. H. M. A construção das orações complexas. São Paulo: Contexto,
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RODRIGUES, V. V. (Org.) Articulação de orações: pesquisa e ensino. Rio de
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Pessoa: Ideia, 2007.
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p. 329-347, jul./dez. 2008
VIEIRA, S. R. Variação lingüística, texto e ensino. Revista (Con-)textos
lingüísticos. v. 3, n. 3, p. 53-75, 2009.
VIEIRA, S. R. Ensino de Português e o contínuo fala-escrita: o caso das
estratégias de relativização. Percursos (Florianópolis. Online), v. 18, p. 08-35,
2017.
VIEIRA, S. R. Ensinando gramática em três eixos: conectivos e conexão de
orações. Anais do II Seminário do Grupo de Pesquisa Conectivos e Conexão de
Orações. v. 1, n. 2, Niterói: Letras da UFF, 2019.
VIEIRA, S. R. ; RODRIGUES-COELHO, A. L. Variação estilística na escrita escolar
monitorada: o caso da colocação pronominal. Revista do GELNE (UFC), v. 14, p.
213-238, 2012.
TERCEIRA UNIDADE
Questão básica:
✓ Como elaborar material / atividades pedagógicas que evidenciem os
fenômenos gramaticais abordados no curso para facilitar o processo
ensino-aprendizagem?
Perfil do módulo:
✓ Proposição de material / atividades pedagógicas que evidenciem os
fenômenos gramaticais abordados no curso.
25
Propostas de atividades:
✓ Elaboração de material didático/ plano de ensino que focalize fenômenos
gramaticais como:
elementos que permitem a abordagem reflexiva da gramática;
recursos expressivos na construção do sentido do texto; e/ou
expressão de normas / variedades com base nos contínuos de
oralidade-letramento e monitoração estilística.
Programa:
3.1. Orientação e desenvolvimento das propostas pedagógicas
3.2. Apresentação e apreciação crítica das propostas
AVALIAÇÃO DO CURSO
• Por módulo: atividades propostas
- Análise de documentos oficiais.
- Análise dos textos dos alunos e de textos modelares.
- Análise de materiais pedagógicos.
- Levantamento das contribuições dos estudos científicos.
• Final: sugestões de apresentação
- Artigo científico.
- Relatório de experiência.
- Sequência didática / plano de ensino.
- Produção de material didático.
- Projetos de oficinas pedagógicas.
- Vídeo.
Referências
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pedagógicas. Ed. rev. e amp. São Paulo: Blucher, 2018. Disponível em:
<https://www.blucher.com.br/livro/detalhes/gramatica-variacao-e-ensinodiagnose-e-propostas-pedagogicas-1473/linguistica-183>. Acesso em mai.
2019.
27
CÓDIGO
MPL1004
DISCIPLINA
LITERATURA E ENSINO
EMENTA
Concepções de Literatura e suas implicações no processo de ensino - nível
Fundamental. A seleção do texto: entre tradicionais, contemporâneos e
representativos das perspectivas multiculturais. Ensino das literaturas de
matrizes africanas e indígenas. A literatura no ensino fundamental: texto e leitor
no jogo da construção de sentidos. Ler e escrever literatura na escola: em torno
da experiência estética. A leitura literária na formação integral de um sujeito
que se faça consciente de seu papel como agente histórico. O professor como
mediador do processo de leitura da obra literária. Relações da Literatura com
outras áreas: mediações interartísticas no processo de Ensino da Literatura.
Proposições para elaboração de materiais e de projetos para o Ensino de
Literatura na Educação Básica. Processos de avaliação do Ensino de Literatura.
BIBLIOGRAFIA
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ANDRUETTO, M. T. Por uma Literatura sem adjetivos. Trad. de Carmem
Cacciacarro. São Paulo: Pulo do Gato, 2013.
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FONSECA. A. de S.; FLECK, G. F.; SANTOS, L. S. (Org.). A pesquisa em Literatura e
leitura na formação docente – experiências da pesquisa acadêmica à prática
profissional no ensino. Volume 3. Campinas-SP: Mercado das Letras, 2018.
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NABOKOV, V. Lições de literatura. (trad.) Jorio Dauster. São Paulo: Três estrelas,
2015.
PAPES, C. da C. e S. A vivência e a invenção na palavra literária. São Paulo:
editora Humanitas, 2008.
PAULINO, G.; WALTY, I. (Org.). Teoria da literatura na escola: atualização para
professores de I e II graus. Belo Horizonte: Ed. Lê, 1994. p.53-66.
PETIT, M. Os jovens e a leitura: uma nova perspectiva. São Paulo: Editora 34,
2008.
PETIT, M. A arte de ler ou como resistir à adversidade. São Paulo: Editora 34,
2009.
PINHEIRO, H. A poesia na sala de aula. São Paulo: Parábola, 2018.
ROUXEL, A.; LANGLADE, G; REZENDE, N. L. Leitura subjetiva e ensino de
literatura. São Paulo: ALAMEDA, 2013.
SARAIVA, J. A; MÜGGE, E. e colaboradores. Literatura na escola propostas para
o ensino fundamental. Porto Alegre: Artmed, 2006.
SILVA, L. H. O.; MELO, M. A. de; OLIVEIRA, L. R. P. F. Ensino de Língua e
Literatura: pesquisas na pós-graduação. Tocantins: EDUFT, 2014.
SOUZA, L. S.; CAETANO, I. P. Ensino de Língua e Literatura. Alternativas
Metodológicas- Tomo I e II. Canoas: Editora Ulbra, 2004.
TODOROV, T. A literatura em perigo. 2.ed., Trad. de C. Meira. Rio de Janeiro:
DIFEL, 2009.
TURCHI, M. Z.; SILVA, V. M. T (Org.). Leitor formado, leitor em formação –
leitura literária em questão. São Paulo: Cultura Acadêmica; Assis: ANEP, 2006.
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ZILBERMAN, R. A leitura e o ensino da literatura. 2ed. São Paulo: Contexto,
1991.
ZILBERMAN, R. Estética da recepção e história da literatura. São Paulo: Ática,
1989.
31
32
CÓDIGO
MPL1005
DISCIPLINA
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
EMENTA
Alfabetização e Letramento: relações e implicações. Processo de alfabetização:
consciência fonológica e princípio alfabético. Alfabetizar letrando. Abordagens
de letramento: diferentes perspectivas. Letramentos múltiplos: implicações para
o
ensino-aprendizagem
de
oralidade/leitura/escrita
na
escola.
Multiletramentos: multiculturalismo e multimodalidade. Estudos críticos e
abordagens
de
letramento:
políticas
afirmativas,
pedagogia
da
inclusão.Formação identitária do professor como agente de letramento.
Letramento e dispositivos didáticos. Projetos de Letramento.
OBJETIVO
Ampliar os conhecimentos concernentes ao processo de alfabetização e às
práticas de letramentos no contexto escolar e fora dela.
UNIDADE I
RELAÇÃO ALFABETIZAÇÃO/LETRAMENTO
- Alfabetização e Letramento: relações e implicações.
- Processo de alfabetização: consciência fonológica e princípio alfabético.
- Alfabetizar letrando.
UNIDADE II
ABORDAGENS DE LETRAMENTO
- Abordagens de letramento: diferentes perspectivas.
- Letramentos múltiplos: implicações para o ensino-aprendizagem de
oralidade/leitura/escrita na escola.
- Multiletramentos: multiculturalismo e multimodalidade
UNIDADE III
PRÁTICAS DE LETRAMENTOS NA ESCOLA
- Estudos críticose abordagens de letramento: políticas afirmativas, pedagogia
da inclusão.
- Formação identitária do professor como agente de letramento.
- Letramento e dispositivos didáticos.
- Projetos de letramento.
33
METODOLOGIA
O curso da disciplina será constituído de aula expositiva, debates, relatos de
experiência, análise de materiais didáticos, atividades desenvolvidas com
alunos do ensino fundamental visando à promoção do letramento.
AVALIAÇÃO
Avaliação será feita por meio das várias atividades desenvolvidas ao longo da
disciplina, considerando-se sua base teórica e a prática docente.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BORTONI-RICARDO, Stela Maris; MACHADO, Veruska Ribeiro;CASTANHEIRA,
Salete Flores. Formação do professor como agente letrador. São Paulo:
Contexto, 2010.
GUMPERZ, Jenny Cook. A construção social da alfabetização. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1991.
KLEIMAN, Angela. Bustos. Os Significados do Letramento: uma nova
perspectiva sobre a prática social da escrita. Campinas, SP: Mercado de Letras,
1995.
KLEIMAN, Angela. Bustos; MATENCIO, Maria de Lourdes Meirelles. (Org.).
Letramento e formação de professor: práticas discursivas, representações e
construção do saber. Campinas/, São Paulo: Mercado de Letras, 2005.
KLEIMAN, A. B. Preciso ensinar o letramento – Não basta ensinar a ler e
escrever.
Disponível
em:
www.iel.unicamp.br/cefiel/alfaletras/biblioteca_professor/arquivos.Acesso em
10.07.2013.
____________. Processos identitários na formação profissional: o professor como
agente de letramento. In: CORRÊA, Manoel; L. G.; BOCH, Françoise. (Org.).
Ensino de língua: representação e letramento. Campinas, São Paulo: Mercado
de Letras, 2006, p. 75-91. (Coleção Idéias sobre linguagem).
MAGALHÃES, Izabel (Org.) Discursos e práticas de letramento.
Mercado de Letras, 2012.
Campinas:
34
OLIVEIRA, Maria do Socorro; TINOCO, Glícia Azevedo; SANTOS, Ivoneide
Bezerra de Araújo. Projetos de Letramento e formAÇÃO de professores de
língua materna. Natal/RN: EDUFRN, 2014.
OLIVEIRA, Maria do Socorro; KLEIMAN, Angela Bustos (Org .). Letramento
múltiplos: agentes, práticas, representações. Natal/RN: EDUFRN, 2008.
ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo:
Parábola Editorial, 2009.
ROJO, Roxane; MOURA, Eduardo. (Org.). Multiletramentos na escola. São Paulo:
Parábola Editorial, 2012.
SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte:
Autêntica, 1998.
___________. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2011.
________. Alfabetização: a questão dos métodos. 1. ed., 2ª reimpressão. São
Paulo: Contexto, 2018.
STREET, Brian. Letramentos sociais: abordagens críticas do letramento no
desenvolvimento, na etnografia e na educação.Tradução Marcos Bagno. São
Paulo: Parábola, 2014.
_________. Literacy in theory and practice. Cambridge: Cambridge University
Press, 1984.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAKHTIN, M./VOLOCHINOV, V. Marxismo e filosofia da linguagem: problemas
fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. Trad. Michel
Lahud e Yara Frateschi Vieira. São Paulo: HUCITEC, 1992 [1929].
BARTON, David; HAMILTON Mary; IVANIC, Roz. Situated Literacies. London:
Routledge, 2000.
35
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e linguística. São Paulo Editora Scipioni,
1989.
COPE, Bill; KALANTIZIS, Mary. Multiliteracies: literacy learning and the design of
social futures. London: Routledge, 2005.
COSCARELLI, Carla; RIBEIRO, Ana Elisa. Letramento Digital: aspectos
sociais e possibilidades pedagógicas. Belo Horizonte: Ceale/Autêntica,
2005.
COSSON, Rildo. Letramento Literário: teoria e prática. São Paulo: Contexto,
2006.
DOLZ, Joaquin; NOVERRAZ, Michèle; SCHNEUWLY, Bernard. Sequências
didáticas para o orale para o escrito: apresentação de um procedimento. In:
SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ, Joaquin. Gêneros orais e escritos na escola.
[Tradução e organização Roxane Rojo e Glais Sales Cordeiro] Campinas, SP:
Mercado de Letras, 2004, p. 95 – 128.
KERSCH, Dorotea Frank; COSCARELLI, Carla Viana; CANI, Josiane Brunetti
(Orgs.). Multiletramentos e Multimodalidade: ações pedagógicas e aplicadas à
linguagem. Campinas, São Paulo: Pontes, 2016.
KLEIMAN, Angela Bustos. O ensino e a formação do professor: alfabetização de
jovens e adultos. Porto Alegre: ARTMED, 2000.
________. Letramento e suas implicações para o ensino de língua materna. Signo.
Santa Cruz do Sul, v. 32, nº 53, p. 1-25, dez, 2007.
LEMLE, Mirian. Guia teórico do alfabetizador. São Paulo: Ática, Série Princípios,
1991.
McLAREN, Peter L. Culture or Canon? CriticalPedagogyand the Political of
Literacy.HavardEducationalReview, v. 58, n. 2,p. 213-234, 1988.
MORTATTI, Maria do Rosário Longo. Educação e Letramento. São Paulo: Ed.
UNESP, 2004.
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OLIVEIRA, Maria do Socorro. O papel do professor no espaço da cultura
letrada: do mediador ao agente de letramento. In: SERRANI, Silvana (org.)
Letramento, discurso e trabalho docente. Vinhedo, Editora horizonte, 2010.
RIBEIRO, Vera Masagão (Org.) O Letramento no Brasil – Reflexões a partir do
INAF 2001, São Paulo: Global, 2004.
ROJO, Roxane (Org.). Alfabetização e letramento: perspectivas linguísticas.
Campina, SP: Mercado de Letras, 1998.
SANTOS, Ivoneide Bezerra de Araújo; OLIVEIRA Maria do Socorro. Políticas
públicas na educação de jovens e adultos: projetos de letramento para a
participação e mudança social. EJA em Debate. Florianópolis: IFSC, v. 1, n. 1,
2012.
SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2003.
TFOUNI, Leda Verdiani. Letramento e Alfabetização. São Paulo: Cortez, 1995.
37
CÓDIGO
MPL1006
DISCIPLINA
ELABORAÇÃO DE PROJETOS
EMENTA
Letramento científico do docente. Concepções de Pesquisa. Tipologia de
pesquisa: bibliográfica, documental, experimental, etnográfica, pesquisa ação.
Abordagem da pesquisa: Quantitativa, qualitativa e quanti-quali. Caracterização
da pesquisa (abordagem, natureza, objetivos e procedimentos). Metodologia
da pesquisa: Ambiente, participantes, instrumentais para coleta, procedimentos
de análises, fundamentos teóricos, referenciação de autores (Referências e
citações). Estrutura formal do trabalho de conclusão final. Elaboração de
projetos educacionais: projeto de intervenção. Ética na pesquisa científica:
Conceitos e finalidades. Princípios éticos e perfil do pesquisador. O plágio
acadêmico.
BIBLIOGRAFIA
ADORNO, T. W.; HORKHEIMER, M. A Indústria Cultural: o esclarecimento como
mistificação das massas. Dialética do Esclarecimento - fragmentos filosóficos.
Tradução: Guido Antônio de Almeida. Rio: Zahar, 1985.
ALEXANDRE, A F. Metodologia científica e educação. 2. ed. rev. Florianópolis:
Editora da UFSC, 2014
ANDRÉ, M. E. D. A. Etnografia da prática escolar. Campinas: Papirus, 1995.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011.
BAUER, M. W.; GAKELL, N. C. (org.). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e
som: um manual prático. Petrópolis: Vozes, 2002.
BORTONI-RICARDO, S M. O professor pesquisador: introdução à pesquisa
qualitativa. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
DUARTE, E. C. V. G.; PEREIRA, E C. (orgs ) Direito Autoral: perguntas e respostas.
Curitiba:UFPR, 2009.
FERRAZ SILVA, O. S.. Entre o plágio e a autoria: qual o papel da universidade?.
Revista Brasileira de Educação [en linea] 2008, 13 (Mayo-Agosto): Disponível
38
em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27503812. ISSN 1413-2478
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. Editora Atlas, 2010. Disponível
em
:
https://professores.faccat.br/moodle/pluginfile.php/13410/mod_resource/con
tent/1/como_elaborar_projeto_de_pesquisa_-_antonio_carlos_gil.pdf
JORDÃO, C M. As lentes do discurso: Letramento e criticidade no mundo
digital. Trabalhos em Linguística Aplicada, 46(1): 19-29, Jan./Jun. 2007.
MARCUSCHI, L A. O hipertexto como um novo espaço de escrita em sala de
aula. Linguagem & Ensino, 4 (1), p. 79-111,2001.
MATOS, D P. de. Letramento: reflexões e possibilidades. In: Pesquisa em
discurso pedagógico. Rio de Janeiro: PUC-RJ, 2010.
MOREIRA, H.; CALEFE, L. G. Metodologia da pesquisa para o professor
pesquisador. Rio de Janeiro, DP7A, 2006.
SANTOS, P.C.; NASCIMENTO, E.G.C. Comitê de ética em pesquisa com seres
humanos: o Que é preciso saber para aprovar um projeto de pesquisa.
Mossoró: EDUERN, 2018
SILVA, A. S. Plágio em trabalhos acadêmicos: reflexões sobre alternativas de
caminhos de ordem administrativa e jurídicas. In: XAVIER, A. C. Et al.
Hipertexto e cibercultura : links com literatura, publicidade, plágio e redes
sociais.
Disponível
em
http://150.162.138.7/documents/download/5505;jsessionid=1434B45C324D73
727AA198B0C60FAC65 Acesso em 19 mar. 2019
SILVEIRA, S A da. Exclusão digital: a miséria na era da informação. Fundação
Perseu Abramo, São Paulo, 2003.
THIOLLENT, M. Metodologia da Pesquisa-ação. 14 ed. São Paulo: Editora
Cortez, 2005.
TORI, R. Educação sem distância: as tecnologias interativas na redução de
distâncias em ensino e aprendizagem. São Paulo: Senac, 2010.
39
XAVIER, A. C. A era do hipertexto: linguagem & tecnologia. Recife: Editora
Universitária UFPE, 2009.
40
CÓDIGO
MPL1007
DISCIPLINA
LEITURA E ESCRITA: Processos de ensino-aprendizagem
EMENTA
História da leitura e da escrita como práticas socioculturais. Abordagens de
ensino-aprendizagem da leitura e da escrita: estruturalista, cognitivista,
sociocognitivista e sociointeracionista. Reflexão sobre a articulação entre essas
abordagens e pesquisas sobre letramento. Análise de atividades didáticas para
o ensino de leitura e escrita. Construção de propostas de intervenção para o
trato com textos orais e escritos.
OBJETIVO
Possibilitar ao professor do Ensino Fundamental a reflexão sobre o ensino e
aprendizagem da leitura e da escrita, com fins à formação de leitores e escritores
proativos para o exercício da cidadania numa sociedade letrada.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Compreender a leitura e a escrita como práticas históricas e
socioculturais que constroem a vida (e por ela são construídas) em
sociedade.
Explicitar pressupostos teórico-metodológicos de diferentes abordagens
de ensino-aprendizagem da leitura e da escrita: estruturalista,
cognitivista, sociocognitivista e sociointeracionista.
Analisar atividades didáticas para demonstrar a aplicação das diferentes
abordagens de leitura e escrita, a fim de observar as diferentes (e, por
vezes, complementares) relações que elas estabelecem entre as práticas
de ler e escrever.
Aplicar noções das teorias interacionistas da leitura e da escrita, com
base em abordagens sobre a leitura crítica, a autonomia e a cidadania.
Produzir didatizações relativas ao ensino e à aprendizagem da leitura e
da escrita.
Formar leitores e escreventes proativos para o exercício da cidadania
numa sociedade letrada.
41
CONTEÚDOS PROGRMÁTICOS
1. A leitura e a escrita como práticas históricas, sociais e culturais.
2. Abordagens de ensino-aprendizagem da leitura e da escrita: estruturalista,
cognitivista, sociocognitivista e sociointeracionista.
3. Cognição, metacognição e aprendizagem.
4. Modelos e estratégias de construção do significado: leitura e escrita.
5. Processos cognitivos implicados na leitura e na escrita: o papel da atenção,
da emoção, do conhecimento prévio, da intersubjetividade.
6. Metacognição em leitura e escrita: leitura crítica, autonomia, cidadania.
7. Letramento crítico: desnaturalização de visões de mundo e de construção
compartilhada da realidade.
8. Metodologias de ensino do texto, planejamento da produção e
compreensão textual: automonitoramento, práticas de análise linguística,
correção, revisão, reescrita, retextualização e refacção do texto do aluno.
9. Projetos de letramento.
10. Sequências didáticas.
METODOLOGIA
Leitura e debate de textos teóricos.
Análise de experiências de ensino de leitura e escrita.
Apresentação de seminários.
Atividades individuais e/ou em grupo.
AVALIAÇÃO
Apresentação de seminários.
Elaboração e aplicação de projeto de letramento.
Elaboração e aplicação de sequência didática sobre leitura ou escrita.
Produção de artigo, paper ou relato de experiência.
42
Avaliação escrita em sala de aula.
BIBLIOGRAFIA
[8] BEZERRA, M. A.; REINALDO, M. A. G. M. Análise linguística: afinal, a que se
refere? 1. ed. São Paulo: Cortez, 2013. v. 1. 95p.
[2] BONINI, Adair. Metodologias do ensino de produção textual: a perspectiva
da enunciação e o papel da Psicolinguística. Perspectiva, v. 20, n. 1, p. 23-47,
2002.
Disponível
em:
http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/perspectiva/article/view/10366.
[1] BORBA, V. C. M.; GUARESI, Ronei (Org.). Leitura: processos, estratégias e
relações. 1. ed. Maceió: EDUFAL, 2007. v. 1. 184p.
[1] CHARTIER, A-M. Práticas de leitura e escrita. Belo Horizonte: CEALE;
Autêntica, 2007.
[1] COSCARELLI, Carla V.; NOVAIS, Ana E. Leitura: um processo cada vez mais
complexo. Letras de Hoje, Porto Alegre, v. 45, n. 3, p. 35-42, jul./set. 2010.
[4] DEHAENE, S. Os neurônios da leitura. Trad. de Leonor Scliar Cabral. Porto
Alegre: Artmed, 2012.
[2] DELL’ISOLA, R. L. P. Leitura: inferências e contexto sociocultural. Belo
Horizonte: Formato, 230 p., 2001.
[10] DOLZ, Joaquim; NOVERRAZ, M.; SCNNEUWLY, B. Sequências didáticas para
o oral e a escrita: apresentação de um procedimento. In: SCHNEUWLY, B.; DOLZ,
J. et al. Gêneros orais e escritos na escola. Trad. e org. de Roxane Rojo e Glaís
Sales Cordeiro. Campinas: Mercado de Letras, 2004. p. 95-128.
[6] BUSNARDO, Joanne; BRAGA, Denise Bértoli. Uma visão neo-gramsciana de
leitura crítica: contexto, linguagem e ideologia. Ilha do Desterro, n. 38, p. 91114,
jan./jun.
2000.
Disponível
em:
https://periodicos.ufsc.br/index.php/desterro/article/view/8151/7507
[1] FOUCAMBERT, Jean. A leitura em questão. Trad. de Bruno Charles Magne.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.
[1] FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. São Paulo: Cortez; Editora
Autores Associados, 1994.
[8] FULGÊNCIO, L.; Liberato, Y. Uma visão sócio-cognitiva da avaliação em textos
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escolares. Educação e Sociedade. Campinas, v. 27, n. 97, p.1181-1203, 2006.
[5] GERHARDT, A. F. L. M. Integração conceptual, formação de conceitos e
aprendizado. Revista Brasileira de Educação, v. 16 n. 44, p. 247-263, 2010.
[6] GERALDI, João Wanderley. A aula como acontecimento. São Carlos: Pedro e
João, 2010. p. 103-112.
[2] KATO, Mary A. No mundo da escrita: uma perspectiva psicolinguística. 4 ed.
São Paulo: Ática, 1993.
[2] KLEIMAN, Angela B. Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. Campinas;
Pontes, 1995.
[7] KLEIMAN, Angela B. Letramento e suas implicações para o ensino de língua
materna. Signo, Santa Cruz do Sul, RS, v. 32, n. 53, p. 1-25, 2007. Disponível em:
http://online.unisc.br/seer/index.php/signo/article/viewFile/242/196.
[8] KERSCH, D. F. e GUIMARÃES, A. M. M. A construção de projetos de leitura e
escrita como resultado de uma proposta de formação continuada cooperativa.
Revista Brasileira de Linguística Aplicada, Belo Horizonte, v. 12, n. 3, p. 533-556,
2012.
[2] LEFFA, Vilson José. Perspectivas no estudo da leitura: texto, leitor e interação
social. In: ______; PEREIRA, A. E. (Org.). Ensino de leitura e produção textual:
alternativas de renovação. Pelotas: Educat, 1999. p. 13-37.
[2] LEFFA, Vilson José; PEREIRA, A. E. (Org.). Ensino de leitura e produção textual:
alternativas de renovação. Pelotas: Educat, 1999. p. 13-37.
[2] LEFFA, V. J. Aspectos da leitura: uma perspectiva psicolinguística. Porto
Alegre: Sagra-Luzzatto, 1996.
[8] MARCUSCHI, L. Da fala para escrita – processos de retextualização. São
Paulo, 2001.
[7] MEURER, José Luiz; MOTTA-ROTH, D. (Org.). Parâmetros de textualização.
Santa Maria: Editora UFSM, 1997.
[9] OLIVEIRA, M. S.; TINOCO, G. M. A. M.; SANTOS, I. B. A. Projetos de letramento
e formAÇÃO de professores de língua materna. 1. ed. Natal/RN: EDUFRN –
Livros
eletrônicos,
2014.
Repositório
Institucional
da
UFRN
<http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/1/11787>.
[8] POSSENTI, Sírio. Indícios de autoria. Perspectiva, Florianópolis, v. 20, n. l, p.
105-124, jan./jun. 2002. Disponível em:
44
https://journal.ufsc.br/index.php/perspectiva/article/download/10411/9677
[8] RODRIGUES, Rosângela Hammes. O artigo jornalístico e o ensino da
produção escrita. In: ROJO, Roxane H. R. (Org.). A prática de linguagem em sala
de aula: praticando os PCNs. São Paulo: Educ; Campinas: Mercado de Letras,
2000.
[7] ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo:
Parábola, 2009.
[8] RUIZ, Eliana. Como se corrige redação na escola. Campinas: Mercado de
Letras, 2001.
[2] SILVEIRA, Maria Inez Matoso. Modelos teóricos e estratégias de leitura: suas
implicações no ensino. Maceió: EDUFAL, 2005.
[2] SOLÉ, I. Estratégias de leitura. Tradução de Cláudia Schilling. 6. ed. Porto
Alegre: ArtMed, 1998.
45
CÓDIGO
MPL1008
DISCIPLINA
ENSINO DA ESCRITA: didatização e avaliação
EMENTA
Análise dos documentos oficiais orientadores da produção textual e sua
adequação à sala de aula. Elaboração de descritores de avaliação de textos de
alunos. Prática de análise linguística e reescritura de textos. Protocolos para
docência. Proposições metodológicas para elaboração de material didático.
OBJETIVO GERAL
Desenvolver práticas pedagógicas que contemplem a escrita do texto como
objeto de ensino, a didatização de seus processos, a avaliação bem como a
seleção e a produção de materiais didáticos relativos à produção textual.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Discutir as concepções de escrita e as orientações propostas pelos PCN
e pela BNCC para o ensino da produção escrita em suportes impressos e
digitais;
Propor estratégias de didatização do processo de escrita levando em
conta as concepções de avaliação do texto;
Elaborar descritores de avaliação em escrita com vistas à análise
linguístico-discursiva de textos dos alunos;
Analisar materiais didáticos utilizados pelo professor referentes ao
trabalho com a escrita;
Desenvolver propostas de atividades de escrita e reescrita de textos para
o ensino fundamental.
METODOLOGIA
A disciplina fundamenta-se em documentos oficiais que orientam o ensino da
escrita, assim como em abordagens teóricas que concebem a escrita como
prática processual. Nesse sentido, seu desenvolvimento ocorrerá por meio de
exposições dialogadas, realização de seminários, debates, leituras
compartilhadas e oficinas temáticas.
As aulas serão de natureza teórico-prática e atenderão ao princípio da reflexão
sobre a ação, estimulando a participação dos alunos e o desenvolvimento do
seu olhar crítico e reflexivo sobre os processos de ensino e de aprendizagem
da escrita.
46
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Os conteúdos estão organizados em torno de três unidades, a saber:
Unidade I
Direcionamentos estabelecidos pelos PCN e pela BNCC para o ensino da
escrita. Reflexão relacionada à aplicação das orientações propostas por
documentos oficiais. Concepções de escrita (produto e processo). A escrita do
texto (impresso e digital) como objeto de ensino. Didatização do processo da
escrita: planejamento, elaboração, revisão/refacção de textos.
Unidade II
Concepções de avaliação de textos (produto ou processo). Tipos de correção
adotados pelo professor. Definição de descritores de avaliação: aspectos
interacionais, linguístico-textuais e composicionais. Análise linguísticodiscursiva de textos dos alunos.
Unidade III
Propostas de atividades de escrita e reescrita de textos. A mediação do
professor no processo de escrita do aluno. Elaboração de protocolos para
docência. Seleção e produção de materiais didáticos direcionados à elaboração,
análise linguística e avaliação de textos.
BIBLIOGRAFIA
ARAÚJO, Júlio César; DIEB, Messias (Org.). Letramentos na web: gêneros,
interação e ensino. Fortaleza: UFC, 2009.
ANTUNES, Irandé. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo:
Parábola, 2009.
_________ Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola, 2010.
_________ Práticas pedagógicas para o desenvolvimento das competências em
escrita. In: COELHO, F. A; PALOMANES, R. (Org.). Ensino de produção textual.
São Paulo: Contexto, 2016, p. 9-21.
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BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
BATISTA, Antônio Augusto G. Aula de português: discurso e saberes escolares.
São Paulo: Martins Fontes, 1997.
BAZERMAN, Charles. Escrita, gênero e interação social. São Paulo: Cortez, 2007,
BRONCKART, Jean-Paul. Atividades de linguagem, textos e discursos. São
Paulo: Educ, 1999.
BUZEN, Clecio. Da era da composição à era dos gêneros: ensino da produção
de textos no ensino médio. In: BUNZEN, Clecio; MENDONÇA, Márcia. (Orgs.).
Português no ensino médio e formação de professor. São Paulo: Parábola,
2006, p. 139-161.
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base. Brasília,
MEC/CONSED/UNDIME,
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Disponível
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< http://basenacionalcomum.mec.gov.br/>. Acesso em: 02 mar. 2018. BRASIL.
Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base. Brasília,
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quatro ciclos do ensino
Fundamental: Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEF, 1998.
CINTRA, Ana Maria Marques; PASSARELLI, Lílian Ghiuro. Leitura e produção de
texto. São Paulo: Blucher, 2011.
COELHO, Fábio André; PALOMANES, Roza (Org.). Ensino da produção textual.
São Paulo: Contexto, 2016.
COSCARELLI, Carla Viana; RIBEIRO, Ana Elisa (Org.). Letramento digital:
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Autêntica, 2005.
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de Mattos. Adaptação: Ana Luísa Marcondes Garcia. Rio de Janeiro: Globo,
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51
CÓDIGO
MPL1009
DISCIPLINA
GÊNEROS DISCURSIVOS E/OU TEXTUAIS NAS PRÁTICAS
SOCIAIS
EMENTA
Os gêneros discursivos e/ou textuais nos estudos da linguagem. Abordagens
teórico-metodológicas do gênero no ensino-aprendizagem. A pesquisa em sala
de aula com gêneros discursivos e/ou textuais.
OBJETIVO
Fundamentar teórico-metodologicamente o professor-pesquisador para o
ensino-aprendizagem e para a pesquisa com gêneros discursivos e/ou textuais
em sala de aula.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE I
Panorama dos estudos sobre gêneros discursivos e/ou textuais: propostas
teórico-metodológicas (20 h).
UNIDADE II
O enfoque de gêneros em materiais didáticos e documentos orientadores do
ensino (20 h).
UNIDADE III
A pesquisa em sala-de-aula com gêneros discursivos e/ou textuais (20 h).
BIBLIOGRAFIA
BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do Discurso. Rio de Janeiro: Editora 34, 2016.
BAWARSHI, Anis; REIFF, Mary Jo. Gênero: história, teoria, pesquisa, ensino. São
Paulo: Parábola, 2013.
BAZERMAN, Charles. Escrita, gênero e interação social. São Paulo: Cortez,
2007.
BAZERMAN, Charles. Gênero, agência e escrita. São Paulo: Cortez, 2006.
CAVALCANTE, Mônica M.; COSTA, Maria Helenice A.; JAGUARIBE, Vicência M. F.;
52
CUSTÓDIO FILHO, Valdinar (Org.). Texto e discurso sob múltiplos olhares:
gêneros e sequências textuais (v. 1). Rio de Janeiro: Lucerna, 2007.
DELL’ISOLA, Regina Lúcia Péret. Retextualização de gêneros. Rio de Janeiro:
Lucerna, 2007.
DIONÍSIO, Angela Paiva; MACHADO, Anna Rachel; BEZERRA, Maria Auxiliadora
(Orgs.). Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.
GRILLO, Sheila V. C. Gêneros primários e gêneros secundários no círculo de
Bakhtin: implicações para a divulgação científica. Alfa, São Paulo, v. 52, n. 1, p.
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2008.
Disponível
em:
<http://seer.fclar.unesp.br/alfa/article/view/1467/1172> Acesso em: 02 jun.
2014.
KARWOSKI, Acir Mário; GAYDECZKA, Beatriz; BRITO, Karim Siebeneicher (Org.).
Gêneros textuais: reflexões e ensino. Palmas/União da Vitória/PR: Kaygangue,
2005.
Luiz Antônio. Produção
compreensão. São Paulo: Parábola, 2008.
MARCUSCHI,
textual, análise de gêneros e
MEURER, José Luiz; BONINI, Adair; MOTTA-ROTH, Désirée. Gêneros: teorias,
métodos, debates. São Paulo: Parábola, 2005.
MILLER, Carolyn R. Gênero textual, agência e tecnologia. São Paulo:
Parábola/Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2012.
MOTTA-ROTH, Désirée. Análise crítica de gêneros: contribuições para o ensino
e a pesquisa de linguagem. D.E.L.T.A., v. 24, n. 2, p. 341-383, 2008. Disponível
em: <http://www.scielo. br/pdf/delta/v24n2/v24n2a07.pdf> Acesso em:
NASCIMENTO, Elvira Lopes (Org.). Gêneros textuais: da didática das línguas aos
objetos de ensino. São Carlos: Claraluz, 2009.
ROJO, Roxane; CORDEIRO, Glaís Sales (Orgs.). Gêneros orais e escritos na
escola. SP: Mercado de Letras, 2004.
ROJO, Roxane; MOURA, Eduardo. Multiletramentos na escola. São Paulo:
Parábola, 2012.
ROJO, Roxane (Org.). Escola conectada: os multiletramentos e as TICs. São
Paulo: Parábola, 2013.
ROJO,
Roxane;
BARBOSA,
Jacqueline
Peixoto.
Hipermodernidade,
53
multiletramentos e gêneros discursivos. São Paulo: Parábola, 2015.
SANTOS, Carmi F.; MENDONÇA, Márcia; CAVALCANTE, Marianne (Org.).
Diversidade textual: os gêneros na sala de aula. Belo Horizonte: Autêntica,
2007.
Disponível
em:
<http://www.nigufpe.com.br/wpcontent/uploads/2012/09/Diversidade _Livro.pdf> Acesso em:
SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ, Joaquim. Os gêneros escolares: das práticas de
linguagem aos objetos de ensino. Revista Brasileira de Educação, n. 11, p. 4-16,
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SIGNORINI, Inês. [Re]discutir texto, gênero e discurso. São Paulo: Parábola,
2008.
SOBRAL, A. Do dialogismo ao gênero. São Paulo: Mercado de Letras, 2009.
54
CÓDIGO
MPL1010
DISCIPLINA
LINGUAGEM, PRÁTICAS SOCIAIS E ENSINO
EMENTA
Linguagem como prática social: bases epistemológicas.
Princípios e
procedimentos constitutivos das práticas sociais: discurso, subjetividade,
formações discursivas, processos identitários, relações de poder, cultura e
ideologia. Leitura e escrita como práticas sociais: implicações para o ensino de
língua. Gêneros textuais/discursivos e ação social: práticas e domínios
institucionais. Proposições metodológicas para a elaboração de material
didático destinado ao ensino-aprendizagem de língua.
OBJETIVO GERAL
Refletir sobre linguagem como prática social e sua implicação com o ensinoaprendizagem de língua, considerando as relações entre linguagem, sujeito,
poder, cultura e ideologia.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Discutir o conceito de linguagem como prática social, considerando
diferentes perspectivas epistemológicas (Análise do Discurso Francesa, Análise
Crítica do Discurso, Nova Retórica, Gramática Sistêmico-Funcional, Gramática
de Design Visual, Pragmática etc.);
- Abordar princípios e procedimentos constitutivos da linguagem entendida
como prática social;
- Explorar dimensões discursivas implicadas nas práticas de leitura e de escrita;
- Analisar o papel dos gêneros textuais/discursivos nas práticas sociais
cotidianas versus o tratamento dado a essa prática no processo de
escolarização em contextos de ensino-aprendizagem de língua;
- Elaborar materiais didáticos voltados para ensino de língua no ensino
fundamental, pressupondo a linguagem como prática social.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE I
Linguagem como prática social. Teorias e análises discursivas;
Linguagem e prática social: discurso, poder, cultura e subjetividade.
55
UNIDADE II
Leitura e escrita como práticas sociais;
Gênero textual/discursivo e ação social versus processo de escolarização e
ensino de língua.
UNIDADE III
Práticas discursivas e ensino: elaboração de material didático.
METODOLOGIA
A metodologia sugerida articula aulas expositivas, debates, seminários,
palestras com convidados, atividades individuais e em grupo, leituras
orientadas, resenha de textos teóricos e oficinas de produção de materiais
didáticos.
AVALIAÇÃO
A avaliação sugerida consiste na elaboração de um produto: proposta didática,
relato de experiência, relato de pesquisa, entre outros, em consonância com
um projeto de natureza intervencionista, pressupondo a linguagem como
prática social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992 [1979].
BAYNHAM, M. Literacy practices: Investigating literacy in social contexts.
(Language in social life series.) London: Longman, 1995.
BAZERMAN, Charles. Gênero, agência e escrita. Tradução: Judith Chambliss
Hoffnagel. São Paulo: Cortez, 2011.
BRAIT, Beth (Org.). Bakhtin: conceitos-chave. São Paulo: Contexto, 2005.
________. (Org.). Bakhtin: outros conceitos-chave. São Paulo: Contexto, 2006.
________. (Org.). Bakhtin: dialogismo e construção de sentido. 2. ed. Campinas,
São Paulo: Editora da Unicamp, 1997.
CAFIERO, Delaine. Letramento e leitura: formando leitores críticos. In: RANGEL,
Egon de Oliveira; ROJO, Roxane Helena Rodrigues (Coord.). Língua Portuguesa:
ensino fundamental. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação
Básica. Coleção Explorando o Ensino, v. 19, p. 85- 106, 2010.
CORACINI, Maria José (Org.). O jogo discursivo na aula de leitura: língua
56
materna e língua estrangeira. Campinas, São Paulo: Pontes, 1995.
________. Interpretação, autoria e legitimação do livro didático. Campinas, São
Paulo: Pontes, 1999.
________. Concepções de leitura na (pós)modernidade. In: CARVALHO, Regina
Célia de; LIMA, Paschoal (Org.). Leitura: múltiplos olhares. Campinas, São Paulo:
Mercado de Letras; São João da Boa Vista, SP: UNIFEOB, 2005.
CORRÊA, Manoel Luiz Gonçalves; BOCH, Françoise. Ensino de língua:
representação e letramento. Campinas, São Paulo: Mercado de Letras, 2006.
CARDOSO, Silvia Helena Barbi. Discurso e ensino. São Paulo: Autêntica/FALE,
2012;
CHOULIARAKI, Lilie; FAIRCLOUGH, Norman. Discourse in Late Modernity.
Edinburgh: Edinburgh University Press. 1999.
FAIRCLOUGH, Norman. Discurso e mudança social. Brasília: Editora
Universidade de Brasília, 2001.
FARACO, Carlos Alberto; NEGRI, Ligia. O falante: que bicho é esse, afinal?
Letras, Curitiba, Editora da UFPR, n. 49, p. 159-170, 1998.
FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso. Rio de Janeiro: Edições Loyola, 1999.
HANKS, William F. Língua como prática social: das relações entre língua, cultura
e sociedade a partir de Bourdieu e Bakhtin. São Paulo: Cortez, 2008.
IVANIC, Roz. Discourses of Writing and Learning to Write. Language and
Education. Routledge: London, V. 18, N. 3, 2004.
MARCUSCHI, Beth. Escrevendo na escola para a vida. In: RANGEL, Egon de
Oliveira; ROJO, Roxane Helena Rodrigues (Coords.). Língua Portuguesa: ensino
fundamental. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica.
Coleção Explorando o Ensino, v. 19, p. 85- 106, 2010.
MILLER, Carolyn. Estudos sobre gênero textual, agência e tecnologia. DIONISIO,
Angela Paiva; HOFFNAGEL, Judith Chambliss (Org.). Recife: Editora Universitária
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OLIVEIRA, Maria Bernadete Fernandes de. Produções escritas e processos
identitários: um estudo de textos de alunos do ensino fundamental. Linguagem
& Ensino, v. 4, n. 1, p. 67-77, 2001.
________. Pensando a escrita como uma prática discursiva: implicações para a
pesquisa em LA. RBLA, v. 3, n. l, p. 118-184, 2003.
ORLANDI, Eni Puccinelli (Org.). A leitura e os leitores. Campinas, São Paulo:
Pontes, 1998.
________. Análise do discurso: princípios e procedimentos. Petrópolis/Rio de
Janeiro: Vozes, 1999.
________. Discurso e leitura. São Paulo: Cortez, 2008.
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PEDROSO, Sergio Flores. Sobre o conceito de prática social: funcionamento e
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SILVA, Marluce Pereira da; OLIVEIRA, Maria Bernadete Fernandes de; ALVES,
Maria da Penha Casado (Orgs.). Linguagem e práticas sociais: ensaios e
pesquisas. Natal: EDUFRN, 2008.
SILVA, Luiza Helena Oliveira. Silenciamento dos sentidos: relatos de observação
de aulas de leitura. Querubim (Online), v. 01, p. 01-17, 2007.
SPINK, Mary Jane Paris (Org.). Práticas discursivas e produção de sentidos no
cotidiano: aproximações teóricas e metodológicas. São Paulo: Cortez, 2004.
VOESE, Ingo. Análise do discurso e ensino. São Paulo: Cortez, 2010;
VOLOCHÍNOV, Valentin. (Mikhail Bakhtin). Marxismo e filosofia da linguagem.
São Paulo: Hucitec, 1990.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AMARAL, Luciano. Estudos do discurso: perspectivas teóricas. São Paulo:
Parábola, 2013.
BAKHTIN, M. Questões de literatura e de estética: a teoria do romance. 3. ed.
São Paulo: Unesp/Hucitec, 1993, p. 13-70.
FARACO, Carlos Alberto. A produção textual de um estudante ao final do
ensino médio. Texto apresentado na abertura do Encontro de Supervisores de
Avaliação de Redações, promovido pela DAEB/ INEP. Brasília, 2014.
RAMALHO, Viviane; REZENDE, Viviane de Melo. Análise de discurso (para a)
crítica: o texto como material de pesquisa. São Paulo: Pontes, 2011.
58
CÓDIGO
MPL1011
DISCIPLINA
LITERATURA INFANTIL E JUVENIL
EMENTA
Trajetória da Arte literária para crianças e adolescentes: meios e formas de
comunicação autor/leitor/texto mediados pelo professor. Gêneros de base oral:
a gestualidade e a performance na transmissão\leitura e na recepção da obra
literária: impactos na trajetória da formação leitora. Afetividade e Literatura:
inter-relações possíveis na abordagem aos gêneros lírico, narrativo e dramático
na sala de aula do Ensino Fundamental. Múltiplas formas de releituras de obras
clássicas (paródia, adaptação, transcriação, etc) e sua inserção na sala de aula. A
literatura infantil e juvenil contemporânea e os níveis de leitura aplicáveis no
Ensino Fundamental. A relação texto e ilustração na Literatura infantil e
infantojuvenil. Técnicas e estratégias da criação literária para jovens leitores na
atualidade (intertextualidade, metaficção, paródia, polifonia, etc.) e seus efeitos
de sentido. Expressões literárias indígenas e afro-descentes no universo
literário infantil e infantojuvenil brasileiro: temas e propostas estéticas.
Proposições metodológicas para elaboração de material didático e de projetos
para a leitura literária infantil e infantojuvenil na escola.
BIBLIOGRAFIA
AMORIM, L. M. Tradução e adaptação – encruzilhadas da textualidade em Alice
no País das Maravilhas, de Lewis Carrol, e Kim, de Rudyard Kipling. São Paulo:
UNESP, 2005.
ANDRUETTO, M. T. Por uma Literatura sem adjetivos. Trad. de Carmem
Cacciacarro. São Paulo: Pulo do Gato, 2013.
ANTUNES, B.; CECCANTINI, J. L. C. T. Os clássicos: entre a sacralização e a
banalização. In: PEREIRA, R. F.; BENITES, S. A. L. (Orgs). À roda de leitura: língua
e literatura. Jornal Proleitura. São Paulo:
ARROIO, L. Literatura Infantil brasileira. São Paulo: Melhoramentos, 1990.
BASTAZIN, V; FURTADO, A. M. G. Literatura infantil e juvenil: uma proposta
interdisciplinar. São Paulo: Ed. Do Autor, 2007.
59
BRAVO-VILLASANTE, C. História da Literatura Infantil universal. Lisboa: Veja,
1977.
CADEMARTORI, L. O que é Literatura infantil. Coleção Primeiros Passos, São
Paulo: Brasiliense, 2010.
CASTRILLON, S. O direito de ler e de escrever. São Paulo: Pulo do Gato, 2011.
CECCANTINI, J. L .C. T; PEREIRA, R. Narrativas juvenis: outros modos de ler. São
Paulo: Editora da UNESP; Assis: ANEP.
CECCANTINI, J. L. Heróis contra a parede: estudos de literatura infantil e juvenil.
Cultura Acadêmica: São Paulo, 2010.
COELHO, N. N. Panorama histórico da literatura infantil e juvenil – das origens
indo-europeias ao Brasil contemporâneo. 4. ed. revista. São Paulo: Amarilys,
2010.
COLOMER, T. Introdução à literatura infantil e juvenil atual. (Trad.) Laura,
Sandroni, São Paulo: Global, 2017.
COSTA, M. M. da. Metodologia do ensino da Literatura infantil. Curitiba: Editora
IBPEX, 2007.
FLECK, G. F. (Org). Literatura Infanto juvenil: Desafios para o letramento literário
- Pesquisas e experiências no âmbito escolar. Curitiba: CRV, 2017.
FRANTZ, M. H. Z. A literatura nas séries iniciais. Petrópolis: Vozes, 2011.
GAMA-KHALIL, ANDRADE, M. M; FONSECA, P. (Orgs.). As literaturas infantil e
juvenil... ainda uma vez. Uberlândia: GpEA: CAPES, 2013.
GRAÚNA, G. Contrapontos da literatura indígena contemporânea no Brasil.
Belo Horizonte: Mazza Edições, 2013.
GREGORIN FILHO, J. N. (Org.) Literatura infantil em gêneros. São Paulo: Mundo
Mirim, 2012.
GREGORIN FILHO, J. N. Literatura Juvenil: adolescência, cultura e formação de
leitores. São Paulo: Editora: Melhoramentos, 2011.
JESUALDO. A literatura infantil. São Paulo: Cultrix, 1993.
LAJOLO, M.; ZILBERMAN, R. Um Brasil para crianças - para conhecer a literatura
infantil brasileira: histórias, autores e textos. São Paulo: Global, 1986.
MATOS, G. A. A palavra do contador de histórias. São Paulo: Martins Fontes,
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2005.
OLIVEIRA, M. R. D.; PALO, M. J. Literatura Infantil: Voz de criança. 4. ed. São
Paulo: Ática, 2006.
PALO, M. J. Las edades de lectura: diálogo texto literário y texto imagen.
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PERROTI, E. Confinamento cultural, infância e leitura. São Paulo: Summus, 1990.
PERROTI, E. O texto sedutor na literatura infantil. São Paulo: Ícone 1986.
RESENDE, V. M. O menino na literatura brasileira. São Paulo: Editora
Perspectiva. 1988.
ROSITO, V. Literatura juvenil contemporânea: dilemas da pluralidade cultural.
Leitura: teoria e prática. Campinas, v.28. n.55, p.37-47, 2010.
SANDRONI, L. De Lobato a Bojunga. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2011.
SANTOS, L. S.; APOEMA, K; ARAPIRACA, M. de A. (Orgs). Contação de histórias:
seguindo o curso de suas águas. Feira de Santana: UEFS, 2018.
SANTOS, L. O. O percurso da indianidade na literatura brasileira: matizes da
figuração. São Paulo: UNESP, 2009.
SOUZA, M. Z. Literatura juvenil em questão - aventura e desventura de heróis
menores. São Paulo: Cortez Editora 2001.
ZILBERMAN, R. A leitura e o ensino da literatura. 2.ed., São Paulo: Contexto,
1991.
ZILBERMAN, R. A literatura infantil na escola. 4ª Reimpressão, São Paulo:
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ZILBERMAN, R. Estética da recepção e história da literatura. São Paulo: Ática,
1989.
ZILBERMAN, R. Que literatura para a escola? Que escola para a literatura?
Letras, Passo Fundo, RS, v. 5, n. 1, jan./jun. 2009.
ZILBERMAN, R.; MAGALHÃES, L. C.. Literatura Infantil: autoritarismo e
Emancipação. São Paulo: Ática, 1987.
ZINANI, C. J. A.; CARVALHO, D. B. A. (Org.). Estudos de gênero e Literatura para
crianças e Jovens: um diálogo permanente. Caxias do Sul: RS. EDUCS, 2015.
ZUMTHOR, P. Performance, recepção e leitura. Tradução de Jerusa Pires
61
Ferreira e Suely Fenerich. 2. ed. São Paulo: Cosac Naify, 2014.
CÓDIGO
MPL1012
DISCIPLINA
LEITURA DO TEXTO LITERÁRIO
EMENTA
Conceitos atuais de leitura aplicados à formação de leitores literários no Ensino
Fundamental. A formação do leitor literário - passos essenciais no Ensino
Fundamental: o gosto, o hábito e a fruição. As (re)interpretações de obras
literárias e sua leitura em sala de aula. As relações obra/leitor/autor/contexto
em leituras mediadas pelo professor do Ensino Fundamental. Leitura individual
e leituras coletivas: os jogos simbólicos do texto literário. As estratégias e os
recursos escriturais contemporâneos da literatura para jovens leitores.
Proposições metodológicas para elaboração de material e de projetos voltados
à leitura do texto literário na escola.
BIBLIOGRAFIA
ABREU, M. Cultura letrada. Literatura e cultura. São Paulo: Editora UNESP, 2006.
ABREU, M. Leitura, história e história da leitura. Campinas: Mercado de Letras,
2002.
ANDRUETTO, M. T. A leitura, outra revolução. São Paulo: Ed. Sesc São Paulo,
2017.
ANTUNES, B.; CECCANTINI, J. L. C. T. Os clássicos: entre a sacralização e a
banalização. In: PEREIRA, R. F.; BENITES, S. A. L. À roda de leitura: língua e
literatura. Jornal Proleitura. São Paulo: Cultura Acadêmica. Assis: ANEP, 2004.
BAJOUR, C. Ouvir nas entrelinhas. São Paulo: Pulo do Gato, 2011.
BOURDIEU, P. As regras da arte: gênese e estrutura do campo literário. Lisboa:
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CASTRILLON, S. O direito de ler e de escrever. São Paulo: Pulo do Gato, 2011.
CANDIDO, A. O Direito à Literatura. In: Vários Escritos. Rio de Janeiro/São
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COLOMER, T. A formação do leitor literário: narrativa infantil e juvenil atual. São
Paulo; Global, 2003.
COLOMER, T. Andar entre livros – A leitura literária na escola (Trad.) Laura
Sandroni. São Paulo: Global, 2007.
COMPAGNON, A. Literatura para quê? Belo Horizonte: UFMG, 2009.
DALVI, M. A.; REZENDE, N. L. JOVER-FALEIROS, R. (orgs.). Leitura de literatura na
escola. São Paulo: Parábola, 2013.
ECO, U. Seis passeios pelos bosques da ficção. (Trad.) Hildegard Feist. 13.
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ISER, W. O ato da leitura: uma teoria do efeito estético. São Paulo: Editora 34,
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LAJOLO, M. Literatura: leitores e leitura. São Paulo: Moderna, 2001.
LARROSA, J. Tremores: escritos sobre experiência. Belo Horizonte: Autêntica,
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MACHADO, A. R. O diário de leituras: a introdução de um novo instrumento na
escola. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
MACHADO, A. M. Como e por que ler os clássicos desde cedo. Rio de Janeiro:
Objetiva, 2002.
MANGUEL, A. O leitor como metáfora: o viajante, a torre e a traça. São Paulo:
Ed. SESC, 2017.
MAGALHÃES, H. G. D.; BARBOSA, E. de P. S. Letramento literário na
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MARINHO, M.; CARVALHO, G. T. (Orgs.). Cultura escrita e letramento. Belo
Horizonte: Editora UFMG, 2010.
MELO, L. C. de; MAGALHÃES, H. G. D. A literatura em sala de aula: investigando
materiais de apoio didático. In: SILVA, W. R.; MELO, L. C. (Org.) Pesquisa &
ensino de língua materna: diálogos entre formador e professor. São Paulo:
Mercado de Letras, 2009.
PAIVA, A. et al. (Org.). Literatura e letramento: espaços, suportes e interfaces – o
63
jogo do livro. Belo Horizonte: Autêntica/CEALE/FAE/UFMG, 2007.
PEREIRA, R. F.; BENITES, S. A. L. (Orgs.). À roda de leitura: língua e literatura.
Jornal Proleitura. São Paulo: Cultura Acadêmica. Assis: ANEP, 2004.
PETIT, M. Os Jovens e a leitura – uma nova perspectiva. 2.ed., São Paulo: Editora
34, 2008.
PETIT, M. A arte de ler ou como resistir à adversidade. São Paulo: Editora 34,
2009.
RAMOS, D. V; ANDRADE, K. S.; PINHO, M. J. de. (Orgs.). Ensino de língua e
literatura: reflexões e perspectivas interdisciplinares. 1a. ed. Campinas: Mercado
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REZENDE, N. L. et al. (Org.). Leitura subjetiva e ensino de literatura. São Paulo:
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SOUZA, R. J.; FEBA, B. L. T. (Orgs.) Leitura literária na escola - reflexões e
propostas na perspectiva do letramento. São Paulo, Mercado das Letras, 2011.
ZILBERMAN, Regina. Estética da recepção e história da literatura. São Paulo:
Ática, 1989.
64
CÓDIGO
MPL1013
DISCIPLINA
PRÁTICAS DE ANÁLISE LINGUÍSTICA E ENSINO DE ASPECTOS
FONOLÓGICOS
EMENTA
Fonologia e variação: aplicação prática. A oralidade. A escrita.
OBJETIVO
Analisar e aplicar os resultados de intervenções didáticas realizadas no âmbito
do ProfLetras;
Implementar - com base em intervenções práticas, advindas da disciplina
Fonologia, Variação e Ensino – novas ações voltadas ao ensino da escrita e da
oralidade.
METODOLOGIA
O procedimento metodológico será voltado à análise, descrição, aplicação e
implementação dos trabalhos já realizados pelos alunos do ProfLetras,
resultantes da disciplina Fonologia, Variação e Ensino.
BIBLIOGRAFIA
A bibliografia básica serão os trabalhos já realizados no ProfLetras, resultantes
da disciplina Fonologia, Variação e Ensino.
65
CÓDIGO
MPL1014
DISCIPLINA
PRÁTICAS DE ANÁLISE LINGUÍSTICA E ENSINO DE ASPECTOS
GRAMATICAIS
EMENTA
Abordagem de aspectos gramaticais (teóricos e descritivos) para além do
tratamento tradicional. Fenômenos linguísticos relevantes na compreensão e
na construção de estruturas nos planos macro e microtextual. Variação
morfossintática do Português do Brasil: continuum fala-escrita.
OBJETIVO GERAL
Promover atualização teórica (categorização) e descritiva (caracterização do
Português do Brasil e suas normas de uso) quanto à abordagem de fatos
gramaticais na Educação Básica, sobretudo aqueles que implicam revisão da
proposta das gramáticas tradicionais.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1. Evidenciar que toda prática de análise linguística implica ensino de
gramática.
2. Explorar o tratamento científico atualizado de temas relevantes à descrição
da sintaxe do Português.
3. Articular conteúdo relacionado à construção de período e o ensino de
pontuação.
4. Descrever o comportamento de fenômenos gramaticais variáveis da sintaxe
do português, privilegiando o continuum fala-escrita.
ATIVIDADES DO CURSO
1. seminários;
2. resenhas críticas;
3. elaboração de material didático que incorpore
teórica/descritiva relativa ao tema em questão;
4. outras formas avaliadas como pertinentes.
a
atualização
66
UNIDADES
1. Abordagem científica de temas relevantes à descrição da sintaxe do
Português (“objetos teóricos”, como os priorizados a seguir).
1.1. Predicação. Seleção argumental: argumentos e adjuntos.
1.2. Constituintes verbais: papéis temáticos, sintagmas e funções.
1.3. Tipos de verbos: transitividade e padrões oracionais.
1.4. Organização de períodos e pontuação.
1.5. Sujeito: definição e tipos.
2. Abordagem científica de temas variáveis: caracterização morfossintática do
Português do Brasil (“objetos de uso”, como os priorizados a seguir)
2.1. Quadro pronominal: realização do sujeito e dos complementos (funções
acusativa, dativa e oblíquas).
2.2. Estratégias de indeterminação do referente (verbo na 3ª pessoa mais se
/ 3ª p. plural / formas pronominais e nominais).
2.3. Ordem dos constituintes: sujeito-verbo/verbo-sujeito; topicalização; voz
ativa/voz passiva; colocação de pronomes.
2.4. Concordância (verbal e nominal): expressão morfossintática e padrões
oracionais.
2.5. Período: estruturas com e sem conectores. Variação e conectores.
2.6. Estratégias de relativização (padrão, cortadora e copiadora).
BIBLIOGRAFIA
BARBOSA, A. G.; VIEIRA, S. R. (Orgs.). Revista Diadorim – Revista de Pósgraduação em Letras Vernáculas/UFRJ, v. 19, n. 2. Rio de Janeiro: Faculdade de
Letras
/
UFRJ,
2017.
Disponível
em:
<https://revistas.ufrj.br/index.php/diadorim/issue/view/775>. Acesso em mai.
2019.
DECAT, M. B. N. Estruturas desgarradas em Língua Portuguesa. Campinas, SP:
Pontes Editores, 2011.
DUARTE, M. E. L.; SERRA, C. Gramática(s), ensino de Português e “adequação
linguística”. Matraga, v. 22, n. 36, p. 31-55, 2015.
GERHARDT, A. F. Ensino de gramática e desenvolvimento metalinguístico:
teorias, reflexões e exercícios. Campinas,SP: Pontes, 2016.
GORSKI, E. M.; COELHO, I. L. Variação linguística e ensino de gramática.
Working papers em Linguística, 10 (1), p. 73-91, Florianópolis, 2009.
67
KATO, M.; NASCIMENTO, M. A construção da sentença. São Paulo: Contexto,
2015. (Gramática do português culto falado no Brasil: volume 2)
KLEIMAN, A. B.; SEPULVEDA, C. Oficina de gramática. Metalinguagem para
principiantes. Campinas,São Paulo: Pontes, 2012.
OLIVEIRA, R. P.; COELHO, I. L.; MONGUILHOTT, S. (Orgs). Working papers em
Llinguística. v. 18, n. 2, 2017. Gramática & Escola. Disponível em:
<https://periodicos.ufsc.br/index.php/workingpapers/issue/view/GE/showToc>.
Acesso em mai. 2019.
MARTINS, M. A. (Org.) Gramática e ensino. Coleção Ciências da Linguagem
Aplicadas ao Ensino, volume I. Natal: EDUFRN, 2013.
MARTINS, M. A.; ABRAÇADO, J. (Org.) Mapeamento sociolinguístico do
português brasileiro. São Paulo: Contexto, 2015.
MARTINS, M. A.; TAVARES, M. A. (Orgs.) Contribuições da Sociolinguística e da
Linguística Histórica para o ensino de língua portuguesa. Coleção Ciências da
Linguagem Aplicadas ao Ensino, volume V. Natal: EDUFRN, 2013.
MARTINS, M.; TAVARES, A.; VIEIRA, S.R (Orgs.) Ensino de Português e
Sociolinguística. São Paulo: Contexto, 2014.
OLIVEIRA, R. P. de; QUAREZEMIN, S. Gramáticas na escola. Petrópolis, RJ: Vozes,
2016.
PALOMANES, R., BRAVIN, A. M. (Orgs.) Práticas de ensino do Português. São
Paulo: Contexto, 2012. p. 91-110.
PILATI, E. Linguística, gramática e aprendizagem ativa. Petrópolis, RJ: Vozes,
2017.
PILATI, E.; NAVES, R.; SALLES, H. (Org.). Novos olhares para a gramática na sala
de aula: questões para estudantes, professores e pesquisadores. Campinas-SP:
Pontes Editores, 2019.
VIEIRA, S. R. Prática de análise linguística sem ensino de gramática? In:
ATAÍDE, C. et alii. Gelne 40 anos: experiências teóricas e práticas nas pesquisas
em linguística e literatura. São Paulo: Blucher, 2017. p. 299-318.
VIEIRA, S. R. Ensino de Português e o contínuo fala-escrita: o caso das
estratégias de relativização. Percursos (Florianópolis. Online), v. 18, p. 08-35,
2017.
VIEIRA, S. R. (Org.) Gramática, variação e ensino: diagnose e propostas
pedagógicas. Ed. rev. e amp. São Paulo: Blucher, 2018. p. 47-59.
VIEIRA, S. R. A unidade e a diversidade no ensino de Língua Portuguesa.
68
Tabuleiro de Letras, v. 12 (3), p. 22-34, 2018.
VIEIRA, S. R. Ensinando gramática em três eixos: conectivos e conexão de
orações. Anais do II Seminário do Grupo de Pesquisa Conectivos e Conexão de
Orações. v. 1, n. 2, Niterói: Letras da UFF, 2019.
VIEIRA, S. R. Contínuos de variação em sala de aula: o desafio de propor
orientações normativas. In: BARONAS, J.et al. (Orgs.). Em torno (entorno) da
Pedagogia da variação linguística. Londrina: EDUEL, 2019.
VIEIRA, S. R.; BRANDÃO, S. F. (Orgs.) Ensino de gramática: descrição e uso. 1.
ed. São Paulo: Contexto, 2007.
69
CÓDIGO
MPL1015
DISCIPLINA
PRÁTICAS DE LEITURA E ENSINO
EMENTA
Concepções e processos de leitura. Modelos de leitura e suas relações com o
ensino. Didática da aula de leitura. A leitura em ambientes digitais. Concepções
de leitura nos documentos oficiais (PCN, BNCC, etc). Objetivos e funcionalidade
da leitura em sala de aula e fora dela. Análise de material didático de leitura.
Elaboração de propostas didáticas para leitura no ensino fundamental. Projetos
de intervenção vinculados ao ensino da leitura.
OBJETIVO GERAL
Ampliar os saberes para ensinar a leitura em sala de aula do Ensino
Fundamental.
UNIDADES
UNIDADE I: CONCEPÇÕES, MODELOS E DIDÁTICA DA AULA DE LEITURA
- Concepções de leitura.
- Modelos de leitura na escola.
- Didática da aula de leitura
- Saberes a ensinar e saberes mobilizados na aula de leitura de textos diversos:
verbais, verbo-visuais e multimodais.
UNIDADE II – OBJETIVOS E FUNCIONALIDADE DA LEITURA EM SALA DE AULA
E FORA DELA
- Objetivos da aula de leitura (por que lemos?)
- Funcionalidade da leitura (para que lemos?)
- Letramento: leitura crítica e cidadania
UNIDADE III – ANALISE E PREPARAÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA AULA
DE LEITURA E PROJETOS SOBRE LEITURA
- Análise de práticas de ensino de leitura
70
- Elaboração de materiais didáticos de leitura
-Projetos sobre leitura
METODOLOGIA
A dinâmica do curso será constituída de aula expositiva, debate, relatos de
experiência, análise de materiais didáticos destinados à leitura em diferentes
suportes, atividades desenvolvidas com alunos do ensino fundamental,
exposições orais, além da elaboração de atividades de ensino de leitura, dado o
caráter teórico e prático de todas as unidades de conteúdo.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita por meio de análise e de produção de atividades de
ensino de leitura e escrita, considerando-se a prática docente e o arcabouço
teórico da disciplina.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992. Cap. 3
(sobre gêneros)
BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais de língua portuguesa. Brasília:
MEC/SEF, 1998.
BRASIL. Base nacional comum curricular. Brasília: MEC, 2018.
BRAGGIO Silvia Lúcia Bigonjal. Leitura e alfabetização: da concepção
mecanicista à sociopsicolingüística. Porto Alegre, Artes Médicas, 1992.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1998.
CORACINI, M. J. (Org.) O jogo discursivo na aula de leitura: língua materna e
língua estrangeira. 2 ed., Campinas/SP: Pontes 2002.
FIORIN, J. L. Linguística e pedagogia da leitura. Scripta, Belo Horizonte, v. 7, n.
14, p. 107-117, 2004.
GERALDI, J. W. (org.) O texto na sala de aula. São Paulo: Ática, 2011.
_____. Portos de passagem. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
HANKS, W. A língua como prática social – das relações entre língua, cultura e
sociedade a partir de Bourdieu e Bakhtin. São Paulo: Cortez, 2008. Cap. 2 e 3.
KLEIMAN, A. Oficina de leitura: teoria e prática. Campinas/SP: Pontes, 1993.
71
KLEIMAN, A. Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. 10. Ed. Campinas/SP:
Pontes, 2002.
KOCH Ingedore Villaça, ELIAS Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do
texto. São Paulo: Contexto, 2006.
LEURQUIN, Eulália Vera Lúcia Fraga. Contrato de comunicação e concepções de
leitura na prática pedagógica de língua portuguesa. Tese (Doutorado) –
Universidade do Rio Grande do Norte, Natal, 2001.
_________O espaço da leitura e da escrita em situação de ensino e aprendizagem
de Português língua estrangeira. Pernambuco: Revista Eutomia, 2014.
Disponível em: <www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/19125> Acesso em:
02.set.2016.
MELO, M. A.; SILVA, L. H. O. O leitor atrapalhado e a formação docente. Revista
Brasileira de Literatura Comparada, v. 35, p. 63-75, 2018.
ORLANDI, E. P. Discurso e leitura. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2012.
ROJO, R.; MOURA, E. (Org.). Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola,
2013.
ROUXEL, A.; LANGLADE, G.; REZENDE, N. L. (Orgs.). Leitura subjetiva e ensino de
literatura. São Paulo: Alameda Editorial, 2013.
SILVA, L. H. O.; MELO, M. A. O que pode o leitor? Entreletras (online), v. 6, p.
120-132, 2015.
TEIXEIRA, L.; FARIA, K. C. A.; SOUSA, S. M. Textos multimodais na aula de
português: metodologia de leitura. Desenredo (PPGL/UPF), v. 10, p. 314-336,
2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BORTONI-RICARDO, Stella Maris et al. (Orgs.). Leitura e mediação pedagógica.
São Paulo: Parábola Editorial, 2012.
DELL’ISOLA, Regina Lúcia Péret. Leitura: inferências e contexto sociocultural.
Belo Horizonte: Formato Editorial, 2001.
ROUXEL, A. Oser lire à partir de soi : enjeux épistemologiques, éthiques et
didactiques de la lecture subjective. Revista Brasileira de Literatura Comparada,
v. 35, p. 10-25, 2018.
SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. (Org.). Gêneros orais e escritos na escola. Campinas:
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Mercado de Letras, 2004. Cap. 1 e 2.
SILVA, L. H. O. Não vejo o mundo com seus olhos: inquietações sobre a leitura
e literatura na perspectiva da semiótica didática. In: BRITO, A. R.; SILVA, L. H. O.;
SOARES, E. P. M. (Orgs.). Divulgando conhecimentos de linguagem: pesquisas
em língua e literatura no Ensino Fundamental. Rio Branco: NEPAN, 2017, v. 1, p.
195-211.
SOLÉ, I. Estratégias de leitura. 6.ed. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre:
ARTMED, 1998.
73
CÓDIGO
MPL1016
DISCIPLINA
PRÁTICAS DE PRODUÇÃO TEXTUAL E ENSINO
EMENTA
Cultura, pensamento e escrita. Condições de produção de textos. Autoria na
produção dialógica do texto escrito. Variabilidade didática no ensino de
produção textual. Escrita colaborativa e processos de revisão e reescrita.
Multiletramentos e práticas de produção textual em diferentes gêneros e
suportes.
OBJETIVO
1) Articular o ensino da escrita a processos históricos e sociais de produção
textual.
2) Analisar a produtividade de diferentes alternativas didáticas direcionadas ao
ensino da produção de textos.
3) Ampliar os modos de produção de textos a partir do uso de tecnologias de
informação e comunicação (TICs).
UNIDADES
1) Cultura, pensamento e ensino
1.1 Relações entre cultura oral e cultura escrita
1.2 Tecnologias de escrita
1.3 Culturas escritas impressas e em diferentes suportes próprios da
cibercultura
1.4 Espaços da escrita e mecanismos históricos de produção, reprodução e
difusão da escrita
1.5 Interação entre cultura e poder
2) Autoria na produção dialógica do texto escrito
2.1 Escrita como prática social
2.2 Escrita em colaboração: a inscrição do Outro na produção textual
74
2.3 A constituição da autoria na produção de textos
2.4 Produção do texto, instabilidade do sentido, autoridade do escrito
2.5 A interação escritor, texto e leitor
3) Condições de produção de textos
3.1 Contexto de produção, circulação e recepção de textos
3.2 Domínios discursivos, finalidades da produção e funções sociais dos
gêneros
3.3 Contexto histórico e situações sociais de uso do texto / gênero
3.4 Situação comunicativa: produtor e receptor, tempo e espaço da produção
3.5 Suporte de circulação do texto; localização do texto dentro do suporte
4) Especificidade da escrita argumentativa
4.1 Perspectivas da argumentação: produto, processo, procedimento,
processamento
4.2 Influências da Retórica nos estudos da argumentação
4.3 Dimensão interacional e dialógica da argumentação
4.4 Argumentação e metacognição
4.5 Perspectivas teórico-práticas direcionadas ao ensino da argumentação
5) Multiletramentos e práticas de produção textual em diferentes gêneros e
suportes
5.1 Desafios da textualidade digital
5.2 Definições de multimodalidade
5.3 Práticas de multiletramentos na contemporaneidade
5.4 Escrita colaborativa e processos de revisão e reescrita
5.5 Aprendizagem situada
6 Propostas didáticas para ensino da produção textual
6.1 Sequências didáticas e ensino de produção textual
6.2 Etapas da escrita como processo (planejamento, pesquisa, organização de
ideias, revisão/reescrita e editoração)
6.3 Produção escrita em projetos de letramento
6.4 Protótipos didáticos
6.5 Tipos de estratégias e papéis próprios da escrita colaborativa
75
METODOLOGIA
Exposições dialogadas
Leituras de textos
Discussões em aula, envolvendo a teoria estudada e a prática do estágio
Oficinas de produção de objetos de aprendizagem
AVALIAÇÃO
Apresentação de grupos
Elaboração de projetos de escrita
Práticas de multiletramentos
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. Tradução de Paulo Bezerra. São Paulo:
Martins Fontes, 2003.
BOURDIEU, P. O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.
BORTONE, Márcia Elizabeth; MARTINS, Cátia Regina Braga. A construção da
leitura e da escrita: do 6º ao 9º ano do ensino fundamental. São Paulo:
Parábola Editorial, 2008.
BUNZEN, Clecio; MENDONÇA, Márcia (org.). Múltiplas Linguagens para o
Ensino Médio. São Paulo: Parábola Editorial, 2013.
CHARTIER, Roger. Cultura escrita, literatura e história. Porto Alegre: Artmed,
2001.
_____. A aventura do livro: Do leitor ao navegador. São Paulo, SP: Editora da
UNESP/Imprensa Oficial, 1999 [1977].
_____. A história cultural entre práticas e representações. Trad. de Maria
Manuela Galhardo. Lisboa: Difusão Editora, 1988.
COSTA VAL, Maria da Graça. Redação e textualidade. São Paulo: Martins Fontes,
1991.
FIORIN, J. L. Argumentação. São Paulo: Contexto, 2015.
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GARCÍA-CANCLINI, N. Culturas Híbridas: Estratégias para entrar e sair da
modernidade.
São Paulo: Edusp, 2008[1989].
GERALDI, João Wanderley (org.). O texto na sala de aula. 5. ed. São Paulo:
Ática, 2011.
GRÁCIO, Rui Alexandre. Com que é que se parece uma argumentação?
Representações sociais do argumentar. Comunicação e Sociedade, v. 16, p.
101-122, 2009.
KOCH, Ingedore G. V. Argumentação e linguagem. 2. ed. São Paulo: Cortez,
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KOCH, Ingedore G. Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Escrever e argumentar. São
Paulo: Contexto,
2016.
KOMESU, F. C. Blogs e as práticas de escrita sobre si na internet. In:
MARCUSCHI, L. A.; XAVIER, A. C. (org.). Hipertexto e gêneros digitais: novas
formas de construção do sentido. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004. p. 110-119.
LEITÃO, Selma; DAMIANOVIC, Maria Cristina (org.). Argumentação na escola: o
conhecimento em construção. Campinas: Pontes Editores, 2011.
LÉVY, Pierre. Cibercultura. Rio de Janeiro: Editora 34, 1999.
LOWRY, P.; CURTIS, A.; LOWRY, M. Building a taxonomy and nomenclature of
collaborative writing to improve interdisciplinary research and practice. Journal
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RODRIGUES, Alessandra. Escrita e autoria: entre histórias, memórias e
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ROJO, Roxane Helena R.; MOURA, Eduardo (org.) Multiletramentos na escola.
São Paulo: Parábola Editorial, 2012.
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RIBEIRO, Ana Elisa. (org.). Linguagem, tecnologia e educação. São Paulo:
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SCHMIDT, Eric; COHEN, Jared. A nova era digital: como será o futuro das
pessoas, das nações e dos negócios. Rio de Janeiro: Editora Intrínseca, 2013.
SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ, Joaquim et al. Gêneros orais e escritos na escola.
Campinas, SP: Mercado de Letras, 2004.
VIEIRA, Josenia. Multimodalidade e eventos de letramento. In: VIEIRA, Josenia;
SILVESTRE, Carminda. Introdução à multimodalidade: contribuições da
gramática sistêmico-funcional, análise de discurso crítica e semiótica social.
Brasília: J. Antunes Vieira, 2015.
WALTON, Douglas. Lógica Informal: manual de argumentação crítica. Tradução
de Ana Lúcia R. Franco e Carlos A. L. Salum. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTUNES, Irandé. Lutar com palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola
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BRAIT, B. (org.). Bakhtin, dialogismo e construção do sentido. Campinas, SP:
Editora da Unicamp. 1997.
CORACINI, M. J. A celebração do outro: arquivo, memória e identidade: língua
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(materna e estrangeira), plurilinguismo e tradução. Campinas: Mercado de
Letras, 2007.
DIONISIO, Angela Paiva; MACHADO, Anna Rachel; BEZERRA, Maria Auxiliadora
(org.). Gêneros textuais & ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005.
KLEIMAN, A. (org.). Os significados do letramento: uma nova perspectiva sobre
a prática social da escrita. Campinas: Mercado de Letras, 1995.
RESENDE, José Antônio Oliveira de. Construção Crítica do Texto. Guarapari, ES:
Ex Libris, 2007.
79
CÓDIGO
MPL1017
DISCIPLINA
PRÁTICAS DE ORALIDADE E ENSINO
EMENTA
(Re)conhecimento de aspectos constituivos do texto falado, considerando-se as
interações sociais com vistas ao desenvolvimento da competência
comunicativa / discursiva.
Correlação fala-escrita, destacando-se seu
continuum. Compreensão dos gêneros da oralidade, incluindo-se a mídia
digital. Discussão da proposta da Base Nacional Comum Curricular quanto ao
ensino da oralidade.
BIBLIOGRAFIA
AQUINO, Zilda Gaspar Oliveira de. Diálogos da mídia – o debate televisivo. In:
PRETI, Dino (Org.). Diálogos na fala e na escrita. Projeto NURC (SP – USP). São
Paulo: Humanitas, 2005, p.171-194.
AZEVEDO, Josilete Alves Moreira de; GALVÂO, Marise Adriana Mamede. A
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www.revistas.usp.br/flp/article/view/108791
BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. Trad. Paulo Bezerra. São Paulo:
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lugar das práticas e dos gêneros orais na escola. Brasília, DF: Ministério da
Educação. Secretaria de Educação básica, 2010. (Explorando o ensino, 19)
BARROS, Diana Luz Pessoa de. Procedimentos de reformulação: a correção. In:
In. PRETI, Dino. Análise de textos orais. Projetos Paralelos-NURC/SP (Núcleo
USP), 1, São Paulo: Humanitas,1999, p. 147-178.
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e na escrita. Projeto NURC (SP-USP) São Paulo: Humanitas, 2002, p.125-158.
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CASTILHO, Ataliba. A língua falada no ensino de português. 7.ed. São Paulo,
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CÓDIGO
MPL1018
DISCIPLINA
TÓPICOS EM LINGUAGEM E ENSINO
EMENTA
Aberta para atender as singularidades das unidades.
86
